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	<title>Portal Cultura PE &#187; artes cências</title>
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		<title>Companhias pernambucanas interpretam clássico erudito no palco do Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 14:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Considerada uma das composições mais marcantes da história da música clássica, “Carmina Burana”, será apresentada no palco do Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de junho, com sessões às 20h. A peça será interpretada pela Academia de Ópera e Repertório da UFPE, com a Sinfonieta UFPE e Coro Infantil da Ópera de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada uma das composições mais marcantes da história da música clássica, “Carmina Burana”, será apresentada no palco do Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de junho, com sessões às 20h. A peça será interpretada pela Academia de Ópera e Repertório da UFPE, com a Sinfonieta UFPE e Coro Infantil da Ópera de Papel.</p>
<p>Sem dúvida um dos maiores hits da música clássica, Carmina Burana é de longe a obra mais conhecida do compositor alemão Carl Orff (1895-1982). Ela foi escrita em 1935 e estreada na Ópera de Frankfurt em Junho de 1937. Causou uma grande impressão sobre o público e a aclamação mundial que recebeu a partir daí prova que não perdeu nada do seu efeito hipnótico.</p>
<div id="attachment_69547" aria-labelledby="figcaption_attachment_69547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/AOR-E-SINFONIETA-UFPE-CARMINA-BURANA-foto-Christiano-Duhy.jpg"><img class="size-medium wp-image-69547 " alt="Christiano Duhy/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/AOR-E-SINFONIETA-UFPE-CARMINA-BURANA-foto-Christiano-Duhy-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Facilmente reconhecível pelo público, o título mais famoso da cantata, &#8220;O Fortuna&#8221;, é uma das músicas executadas em filmes, espetáculos teatrais e séries de TV</p></div>
<p>Carmina Burana é uma cantata profana de poesias latinas medievais, posta sobre textos em baixo latim e baixo alemão, os quais foram extraídos de mais de duzentas peças poéticas diversas, compiladas pelo final do século XIII. A maioria dos poemas, sacros e seculares, remonta ao século XIII e foi escrita por um grupo profano de errantes chamados Goliardos. Estes monges e menestréis desgarrados passavam o seu tempo deliciando-se com os prazeres da carne e os poemas que eles deixaram, faziam a crônica de suas obsessões, por vezes ao ponto da obscenidade.</p>
<p>A palavra Carmina é o plural de Carmen (em português, Canção). O título inteiro significa literalmente: Canções dos Beurens; esta última palavra se refere ao fato de que os textos escolhidos para esta cantata secular foram descobertos em 1803 em um velho mosteiro beneditino da Baviera, em Benediktbeuren, no sudoeste da Alemanha.</p>
<p>Est cantata é emoldurada por um dos mais valiosos símbolo da Antiguidade &#8211; a Roda da Fortuna -, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E, assim, o apelo em coral à Deusa da Fortuna (O Fortuna, Velut Luna) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: (1) o encontro do Homem com a Natureza, particularmente com a Natureza despertando na primavera (Veris eta facies); (2) seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (In taberna); e (3) seu encontro com o Amor, que se torna mais vulgar (Amor volat undique), mostrando que tudo pode ser modificado pelos caprichos do destino.</p>
<p>Este manuscrito abrange todos os gêneros, da versificação erudita à paródias de textos sacros, incluindo canções de amor e melodias irreverentes e até grosseiras. O fato de que o texto original destes Poemas de Benediktbeuren seja executada hoje em dia com tão extraordinário sucesso artístico, permite ao ouvinte discernir ainda melhor as intenções de compositor onde sua música não se expressa claramente.</p>
<p>Neste sentido, a coleção original de poesias medievais emoldurados pela música de Orff restaura, para nós, todo um cosmo onde o Bem não existe sem o Mal, o sacro sem o profano e a fé sem maldições e dúvidas: a oscilação onde se encontra a grandeza da Humanidade.</p>
<p>Carmina Burana é uma obra de exuberante alegria, e grande vigor rítmico-dramático com fortes acentos eróticos; a obra, inicialmente destinada para representação como ópera, venceu, porém, nas salas de concerto. A música, inteiramente original, é deliberadamente anti-romântica, baseada mais em elementos e formas rítmicas que em harmonias. É uma cantata para grande coro – adulto e infantil – e três solistas, com grande orquestra de instrumentação inédita – onde se destacam diversos instrumentos de percussão e pianos.<br />
<strong>Serviço:</strong><br />
<em>Concerto</em>: Carmina Burana, de Carl Orff<br />
<em>Onde</em>: Teatro de Santa Isabel (Praça da República)<br />
<em>Quando</em>: 28 e 29 de junho, às 20h<br />
<em>Ingressos</em>: R$ 40, R$ 20 (meia), à venda na bilheteria.<br />
<em>Grupos Artísticos</em></p>
<p>Academia de Ópera e Repertório da UFPE (AOR); Sinfonieta UFPE; Coro Infantil da Ópera de Papel<br />
<em>Direção Musical e Regência</em></p>
<p>Wendell Kettle<br />
<em>Solistas</em></p>
<p>Anita Ramalho, soprano; Lucas Melo, tenor; Anderson Rodrigues, baixo-barítono<br />
<em>Produção Executiva</em></p>
<p>Jéssica Soares<br />
<em>Realização</em></p>
<p>Gárgula Produções; Academia de Opera e Repertório; Sinfonieta UFPE<br />
<em>Apoio</em></p>
<p>Universidade Federal de Pernambuco e Laboratório de Artes Cênicas da UFPE</p>
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		<title>Teatro de Fronteira estreia novo espetáculo no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 21:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41475" aria-labelledby="figcaption_attachment_41475" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro.png"><img class="size-medium wp-image-41475" alt="Ricardo Maciel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Solo do ator Marconi Bispo tem direção de Rodrigo Dourado</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria </em></p>
<p><em>“Eu queria entender como o racismo havia afetado – ou ainda afeta – as minhas relações íntimas, desde os primeiros elos dentro da minha família, até as escolhas e não-escolhas que determinavam meus relacionamentos na fase adulta. Para mim, era importante saber se o fato de ser candomblecista, por exemplo, e externar isto das mais variadas formas (deixar minhas guias de orixás aparentes, assumir isto nas redes sociais, etc.) estava determinando o fato de estar sem ‘namorar’ há mais de dez anos”.</em></p>
<p>Foi com esta premissa que o ator Marconi Bispo procurou o diretor Rodrigo Dourado para, juntos, darem segmento à pesquisa que o Teatro de Fronteira tem realizado a partir do Biodrama e do Teatro Documental. Depois de quatro experiências bem sucedidas (“Olivier e Lili: uma história de amor em 900 frases”- 2012; os solos “Complexo de Cumbuca”, ”Solodiva” e “Na Beira” – 2014-2016), o grupo percebeu a potência de desbravar aspectos da formação do povo brasileiro a partir das histórias e memórias de um homem negro de 39 anos – destes, 21 dedicados ao teatro – cruzando tais elementos com fatos recentes do país, bem como, observando como o negro aparece em diversas dramaturgias (Os Negros – Jean Genet; Arena Conta Zumbi – Guarnieri e Boal; Gota D’água – Chico Buarque e Paulo Pontes) e em outras matrizes documentais: redes sociais, matérias e artigos de jornal, documentos históricos, etc.</p>
<p>Um país em combustão, antigos senhores de escravos transmutados e atuando por intermédio dos seus sucessores e casos de discriminação racial pipocando nas redes sociais nos alertaram para a necessidade de discutir em cena a nossa tão proclamada – e falaciosa – democracia racial. Na pele de um ator que muitos insistem em chamar de ‘moreno’, esta falsa democracia estava, sim, inscrita, marcada. Coube ao grupo fazer surgir – luzir! – estas pequenas dores e algumas vitórias que se sobrepujaram a elas.</p>
<p>Luzir é Negro! é o primeiro investimento do Teatro de Fronteira na discussão sobre as questões raciais, embora seja marca do grupo o envolvimento com os sujeitos à margem. Assinala ainda este trabalho a presença de uma banda ao vivo (um guitarrista e um baixista).</p>
<p>Confira o teaser do espetáculo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4DwETdqrf-w" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>O que: Estreia do espetáculo Luzir é Negro!<br />
Quando: 28 de outubro, às 20h. (Mostra Outubro ou Nada)<br />
Onde: Espaço o Poste (Rua da Aurora, 529)<br />
Quanto: 20,00 (inteira) e 10,00 (meia).<br />
Capacidade: 50 espectadores.<br />
Duração: 1h40m<br />
Classificação: 14 anos.<br />
&gt;&gt; O espetáculo faz sua primeira temporada nos sábados (19h) e domingos (18h) de novembro, no Espaço O Poste.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong><br />
Realização: Teatro de Fronteira.<br />
Atuação: Marconi Bispo.<br />
Direção: Rodrigo Dourado.<br />
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.<br />
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.<br />
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).<br />
Coreografias: Edson Vogue.<br />
Iluminação: João Guilherme de Paula.<br />
Edição de trilha: Rodrigo Porto.<br />
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.<br />
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).<br />
Fotos e vídeos: Ricardo Maciel.<br />
Identidade Visual: Arthur Canavarro.<br />
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.</p>
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		<title>UM Coletivo convida para oficina sobre corpo, som e notações</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 21:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Performers, músicos e dançarinos do estado têm uma nova oportunidade de exercitar diálogos entre a dança e a música neste sábado, 1º de outubro, no Recife. Encerrando o primeiro ciclo de um projeto de pesquisa cênica com incentivo do Funcultura, o UM Coletivo oferece a oficina Rabiscos, notações e partituras de performance. A atividade é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Performers, músicos e dançarinos do estado têm uma nova oportunidade de exercitar diálogos entre a dança e a música neste sábado, 1º de outubro, no Recife. Encerrando o primeiro ciclo de um projeto de pesquisa cênica com incentivo do Funcultura, o <strong>UM Coletivo</strong> oferece a oficina <em>Rabiscos, notações e partituras de performance</em>.</p>
<div id="attachment_40589" aria-labelledby="figcaption_attachment_40589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo UM Coletivo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficina-um.jpg"><img class="size-medium wp-image-40589" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficina-um-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas do projeto &#8220;UM Coletivo: pesquisa sobre corpo, som e notações chega&#8221; já envolveram 40 pessoas</p></div>
<p>A atividade é gratuita, com duração de quatro horas e será facilitada pelo performer Daniel de Andrade Lima e pelo produtor musical Iuri Brainer. “Nas três oficinas anteriores, que totalizaram 40 inscritos, pudemos abordar os temas que vínhamos trabalhando durante a pesquisa num processo de troca com os participantes, o que nos permitiu um grande enriquecimento de vivências, ao explorar as potências de outros corpos. Sempre trabalhando com música ao vivo, e estimulando os músicos e dançarinos a explorar a criação fora da zona de conforto, fizemos vivências que discutiam o improviso, fatores técnicos de cada uma das linguagens e ensaiamos a criação de pequenas obras e cenas de forma horizontal e conjunta, apenas pelo exercício do criar”, conta Daniel.</p>
<p>O projeto, intitulado<em> UM Coletivo: pesquisas sobre corpo, som e notações</em>, marca uma parceria do grupo recifense com o <a href="https://www.facebook.com/PachkaDuo" target="_blank"><strong>duo Pachka</strong></a>, voltado para a relação entre música e cena, e prevê ainda o lançamento de um espetáculo, uma instalação e a produção de um dossiê, que devem ser apresentados ao público até meados de 2017.</p>
<div id="attachment_40590" aria-labelledby="figcaption_attachment_40590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo UM Coletivo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficina-um-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-40590" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficina-um-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Um espetáculo, uma instalação e um dossiê do projeto serão conhecidos no próximo ano</p></div>
<p>Ainda de acordo com Daniel, “a oficina propõe incentivar a criação conjunta de dança e música a partir do estímulo de notações e desenhos. A proposta é baseada na pesquisa que coletivo vem desenvolvendo e tem um viés mais vivencial”. Os interessados devem mandar o nome completo e um breve texto de apresentação para o e-mail <strong><em>oficinaumcoletivo@gmail.com</em></strong>. Os músicos devem levar seus próprios instrumentos, dando prioridade aos acústicos.</p>
<p>Para mais informações, acesse a <a href="https://www.facebook.com/coletivoumcoletivo" target="_blank"><strong>página</strong></a> do UM Coletivo.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Oficina <em>Rabiscos, notações e partituras de performance</em></strong><br />
Sábado, 1º de outubro, das 14h às 18h<br />
Local: Espaço Compassos (Rua da Moeda, 93, Recife Antigo)</p>
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		<title>Padrões de beleza são colocados em xeque pelo Coletivo Incomum de Dança</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 14:44:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em uma época onde a moda dita que o belo é ter uma “barriga negativa” e os empreendimentos Fitness tomam conta do mercado, o Coletivo Incomum de dança discute a ditadura da beleza através do espetáculo Que Corpo É Esse?. Um solo da bailarina Carol Andrade, que fará sua primeira temporada, em Petrolina, no sábado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25336" aria-labelledby="figcaption_attachment_25336" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/cena-que-corpo-e-esse-Foto-de-Rubens-Henrique.png"><img class="size-medium wp-image-25336 " alt="Rubens Henrique/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/cena-que-corpo-e-esse-Foto-de-Rubens-Henrique-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Andrade é a responsável pelo solo de dança</p></div>
<p>Em uma época onde a moda dita que o belo é ter uma “barriga negativa” e os empreendimentos Fitness tomam conta do mercado, o Coletivo Incomum de dança discute a ditadura da beleza através do espetáculo <em>Que Corpo É Esse?</em>. Um solo da bailarina Carol Andrade, que fará sua primeira temporada, em Petrolina, no sábado (30) e domingo (31), às 20h.</p>
<p>A criação desse novo trabalho é uma resposta para um questionamento que há muito se repetia para a bailarina, “existe um corpo ideal para a dança?”, já que o senso comum traz um estereótipo de bailarinas jovens e magras. “Devido ao meu ganho de peso, nas viagens com espetáculos nunca me viam como bailarina e sim como técnica. Então, comecei a pensar e pesquisar sobre o assunto”, relembra a artista. Além de estar em cena, Carol Andrade também assina a criação coreográfica e a direção do espetáculo.</p>
<p>Na equipe técnica, entre os parceiros estão Carlos Tiago na criação da iluminação e André Vitor Brandão na concepção de cenário. O trabalho também abre espaço para novos criadores da cena, com a assinatura do figurino por conta de Diego Ravelli e a concepção de trilha sonora por Ítalo Miranda. Completando a equipe, Paulo Junior cria as máscaras e Gracy Marcus é a preparadora corporal.</p>
<p>As apresentações, em parceria com a Fecomércio-PE e o Sesc, começam sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 5, para estudantes e comerciários, e R$ 10, para o público em geral.</p>
<p><strong>Carol Andrade</strong><br />
Esse é o primeiro espetáculo solo da bailarina Carol Andrade. Criada no Recife, sua carreira começou ainda na capital pernambucana, sendo incentivada pela avó a frequentar aulas de Ballet Clássico. Após um tempo, encontrou a paixão pelas danças populares, participando de grupos onde iniciou suas criações. Em Petrolina, Carol já dançou no Grupo Matingueiros e na Cia. Balançartes. Atualmente, dedica-se à dança contemporânea na Cia. de Dança do Sesc Petrolina, como criadora e integrante do Coletivo Incomum de Dança.</p>
<p><a href="www.facebook.com/coletivoincomumdedança" target="_blank"><strong>Coletivo Incomum</strong></a><br />
Criado em abril de 2011, o Coletivo Incomum tem o objeto de trabalhar a dança de forma inversa, um processo criativo que parte da sensação corporal para então criar o movimento. O grupo estreou sua primeira criação no mesmo ano, o espetáculo <em>Dilatado</em>. De lá para cá, se dedicou a experimentações cênicas e participou de festivais como o Aldeia Vale Dançar e o Janeiro Tem Mais Arte. O coletivo completa quatro anos em 2015, estreando<em> Que Corpo É Esse?</em>, seu segundo espetáculo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo de dança <em>Que Corpo É Esse?</em><br />
Quando: 30 e 31 de Maio de 2015, sexta-feira e sábado, às 20h.<br />
Onde: Teatro Dona Amélia, no Sesc Petrolina &#8211; Rua Pacífico da Luz, 618 – Centro, Petrolina-PE.<br />
Quanto: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)</p>
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		<title>&#8220;O dia em que Sam Morreu&#8221; será encenado no Teatro Luiz Mendonça</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 19:05:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falta de ética, abuso de poder, crise moral. Estes e outros impasses contemporâneos da sociedade movem o enredo da peça O dia em que Sam Morreu, espetáculo do Armazém Companhia de Teatro, que será apresentado na capital pernambucana, nos próximos dias 22, 23/5, às 20h, e 24/5, às 19h, no Teatro Luiz Mendonça. A montagem, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Falta de ética, abuso de poder, crise moral. Estes e outros impasses contemporâneos da sociedade movem o enredo da peça O<em> dia em que Sam Morreu</em>, espetáculo do Armazém Companhia de Teatro, que será apresentado na capital pernambucana, nos próximos dias 22, 23/5, às 20h, e 24/5, às 19h, no Teatro Luiz Mendonça. A montagem, que já foi premiada em vários festivais de teatros pelo Brasil a fora, conta com texto inédito de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes, que também assina a direção da produção.</p>
<p>A trama flagra os acontecimentos que mudam a rotina do hospital onde o desgovernado cirurgião-chefe Benjamin (Otto Jr.) aplica métodos nada ortodoxos para subir na carreira, incluindo altas doses de fármacos para aplicar filtro próprio em sua realidade. Quem invade o lugar é o jovem Samuel, armado com uma pistola e muito idealismo, acreditando que assim pode ajustar os ponteiros do sistema corroído por todas as partes.</p>
<p>O dia em que Sam Morreu marca a estreia do ator e quadrinista Jopa Moraes, de 18 anos, filho do diretor e da atriz Patrícia Selonk. Na pele de Samuel, Jopa encara o desafio de encarnar o jovem em fúria que é definidor dos rumos da trama. “Era evidente que o Samuel só poderia ser vivido por alguém dessa geração do Jopa, uma geração que está tentando mudar o mundo com seus questionamentos e protestos,. Afinal, a indignação está beirando o nível do insuportável”, diz Paulo de Moraes.</p>
<div id="attachment_24751" aria-labelledby="figcaption_attachment_24751" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Armazem.jpg"><img class="size-medium wp-image-24751 " alt="Armazem" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Armazem-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Peça traz como pano de fundo os corredores de um hospital</p></div>
<p>“A estrutura da peça propõe uma sucessão de reinícios, com diferentes personagens adquirindo protagonismo a cada vez que a história é contada. O personagem central é esse “dia” onde cada um deles tem que se posicionar sobre o mundo e a época em que vivem. Como permanecer limpo num mundo onde tudo pode ser relativizado, ou quando a vida muda radicalmente num estalo?”, completa Moraes.</p>
<p>Patrícia Selonk é Samantha, uma juíza criminal cercada pela dúvida, tentando distinguir o que é correto no meio de uma situação traiçoeira; Ricardo Martins é Arthur, um talentoso cirurgião com uma moral bastante flexível; Lisa Eiras vive Sofia, uma garota de programa às voltas com o pai doente; e Marcos Martins é seu pai, Samir, um velho palhaço convivendo com o Mal de Alzheimer.</p>
<p>Além deles, o diretor musical Ricco Viana executa ao vivo a trilha original do espetáculo; que conta ainda com iluminação de Maneco Quinderé, figurinos de Rita Murtinho e cenários concebidos em parceria por Paulo de Moraes e Carla Berri.</p>
<p>“<em>O Dia em que Sam Morreu</em> dramatiza as escolhas éticas definidoras do destino de seis pessoas que se cruzam nos corredores de um hospital invadido por um jovem armado. São personagens que assumem efetivamente o poder sobre nós: médicos, juízes, artistas. Estamos falando de impasses contemporâneos da sociedade. E é nesse preciso sentido que o teatro é político, na medida em que ele provoca o debate e a divergência de ideias”, define Paulo de Moraes.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 (meia). Estão à venda no quiosque Ingresso Prime do RioMar.</p>
<p><strong>Armazém Companhia de Teatro</strong><br />
A Companhia nasceu em Londrina (PR) e se instalou no Rio em 1998, fazendo espetáculos históricos, como <em>Toda Nudez será Castigada</em>, <em>Inveja dos Anjos</em> e <em>Alice através do Espelho</em>. Entre Mambembe, Shell, Cultura Inglesa, só para citar alguns, mais de 20 prêmios nacionais foram conquistados pelo Armazém Companhia de Teatro ao longo de sua trajetória. Sediado num galpão na Fundição Progresso, o Armazém ampliou seu território de linguagem com cenários surpreendentes em constante diálogo com a dramaturgia (na maior parte do tempo original) dando ênfase à arte do ator, na pesquisa do espaço cênico, na dramaturgia, na teatralidade pura e produziu espetáculos marcantes. Ancorando 27 anos de muito trabalho, o Projeto Memória surgiu como uma pequena contribuição da companhia à preservação da memória teatral do país; e que já lançou a versão em DVD de quatro espetáculos do Armazém (<em>Da Arte de Subir em Telhados</em>,<em> Pessoas Invisíveis</em>, <em>Alice Através do Espelho</em>, <em>Inveja dos Anjos</em> e <em>Antes da Coisa Toda Começar</em>), além dos livros <em>Para Ver com Olhos Livres</em>, <em>Espirais</em>,<em> Inveja dos Anjos</em> e<em> Antes da Coisa Toda Começar</em>.</p>
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