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	<title>Portal Cultura PE &#187; Artes Gráficas</title>
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		<title>Nota de pesar &#8211; Hélio Soares</title>
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		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/nota-de-pesar-helio-soares/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 21:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentam a morte de um dos mestres da litogravura local, o artista Hélio Soares, ocorrida na última terça-feira (26). Mestre Hélio Soares faleceu aos 74 anos após ser socorrido, na segunda-feira (25) à noite com dores no peito. Ele se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentam a morte de um dos mestres da litogravura local, o artista Hélio Soares, ocorrida na última terça-feira (26). Mestre Hélio Soares faleceu aos 74 anos após ser socorrido, na segunda-feira (25) à noite com dores no peito. Ele se recuperava de um AVC. O gravurista construiu trajetória de sucesso com mais de 50 anos de atuação. Autodidata, entrou em contato com a técnica ainda quando atuava no setor industrial.</p>
<p>Além da atuação solo, participou de coletivos como a Oficina Guaianases de Gravura, que contava também com expoentes como João Câmara, Tereza Costa Rêgo e Samico, de quem foi contemporâneo. Já no coletivo Ita-Quatiara, o artista participava de intercâmbios com alunos do Centro de Artes e Comunicação da UFPE.</p>
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		<title>Funcultura publica 2ª retificação da Resolução CD nº 02/2014</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/funcultura-publica-2a-retificacao-da-resolucao-cd-no-022014/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 15:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[edital Funcultura Independente 2014/2015]]></category>
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		<description><![CDATA[A Resolução da Comissão Deliberativa do Funcultura Nº 02/2014, anexo do edital Funcultura Independente 2014/2015, foi retificada em reunião extraordinária da Comissão Deliberativa realizada no dia 05 de fevereiro de 2015. O documento estabelece as linguagens e áreas culturais, as linhas de ação e as respectivas exigências para a apresentação de projetos. A 2ª retificação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Resolução da Comissão Deliberativa do Funcultura Nº 02/2014, anexo do edital Funcultura Independente 2014/2015, foi retificada em reunião extraordinária da Comissão Deliberativa realizada no dia 05 de fevereiro de 2015. O documento estabelece as linguagens e áreas culturais, as linhas de ação e as respectivas exigências para a apresentação de projetos. A 2ª retificação da Resolução traz correções na linguagem Artes Plásticas, Gráficas e Congêneres. A 1ª retificação, referente às linguagens Ópera, Dança, Teatro, Patrimônio, Cultura Popular, foi publicada no portal Cultura.PE no dia 23 de janeiro de 2015.</p>
<p>Os produtores culturais também devem estar atentos à portaria da Secretaria da Controladoria Geral do Estado (SCGE) Nº 50, de 26 dezembro de 2014, que tem como objetivo adequar a Portaria SCGE nº 012 de 17 de fevereiro de 2014 à legislação que rege o Funcultura. As referidas portarias estabelecem os procedimentos referentes à execução da despesa e à prestação de contas. Confira a atualização da portaria AQUI.</p>
<p><strong>Baixe a Resolução CD 02/2014 atualizada <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/Resolucao-CD-02.2014-atualizada-em-05.02.15.pdf" target="_blank">AQUI</a>.</strong><br />
<strong> Acesse a 2ª Retificação <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/2-RETIFICACAO-DA-RESOLUCAO-CD-02.2014-ATUALIZADA-05.02.2015.pdf" target="_blank">AQUI</a>.</strong><br />
<strong> Acesse a 1ª Retificação <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/1_RETIFICACAO-DA-RESOLUCAO-CD-N-02.pdf" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p><b>2ª RETIFICAÇÃO DA RESOLUÇÃO CD Nº 02/2014</b><b> </b></p>
<p>A Comissão Deliberativa do Funcultura, no uso de suas atribuições legais, por intermédio da Lei nº 12.310/2002 e do<b> </b>Decreto nº 25.343/2003, torna pública a seguinte retificação da Resolução CD nº 02/2014, cujas alterações estão a seguir elencadas:</p>
<p><b>1</b><b>.</b> No item das exigências das Linhas de ação 2 e 5 de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, inclui-se a linha de ação 19, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="614"><b>Linhas </b><b>de Ação </b><b>2 e 5: </b></p>
<p>a)    Apresentar a tiragem e as especificações técnicas do produto a ser incentivado (quantidade de páginas, tipo de papel – miolo e capa, dimensões etc.);</p>
<p>b)    Apresentar uma amostra do produto a ser incentivado, com a quantidade de páginas de conteúdo que o proponente julgar necessária para a avaliação do produto por ele proposto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b></b><b>LEIA-SE</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="614"><b>Linhas </b><b>de Ação </b><b>2, 5 e 19: </b></p>
<p>c)    Apresentar a tiragem e as especificações técnicas do produto a ser incentivado (quantidade de páginas, tipo de papel – miolo e capa, dimensões etc.);</p>
<p>d)    Apresentar uma amostra do produto a ser incentivado, com a quantidade de páginas de conteúdo que o proponente julgar necessária para a avaliação do produto por ele proposto.</p>
<p><b>Observação</b>: as linhas que preveem publicação de registro impresso devem atender as exigências de publicação.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b></b><b>2</b><b>.</b> No item das exigências das Linhas de ação 3, 6, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 16 de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, incluem-se as linhas de ação 7, 8 e 17, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="614"><b>Linhas de Ação 3, 6, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16: </b></p>
<p>a) Projeto Expográfico ou Memorial descritivo, contendo informação sobre a duração estimada, local e especificações técnicas da exposição, tipo e número de obras, tipo de montagem e de suporte.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>LEIA-SE</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="614"><b>Linhas </b><b>de Ação </b><b>3, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16 e 17:</b></p>
<p>a)    Projeto Expográfico ou Memorial descritivo, contendo informação sobre a duração estimada, local e especificações técnicas da exposição, tipo e número de obras, tipo de montagem e de suporte.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>3</b><b>.</b> No item das exigências das Linhas de ação <b>7, 8 e 13</b> de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, incluem-se as linhas de ação <b>3, 6, 9, 12 e 15</b>, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%"><b>Linhas de Ação 7, 8 e 13: </b></p>
<p>a)     Relação de artistas;</p>
<p>b)     Plano de trabalho.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>LEIA-SE</b></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%"><b>Linhas de Ação 3, 6, 8, 9, 12, 13 e 15:             </b></p>
<p>a)  Relação de artistas;</p>
<p>b)  Plano de trabalho.<b></b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>4</b><b>.</b> No item das exigências das Linhas de ação <b> 9, 10, 11, 12,13 e 15 </b>de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, exclui-se as linhas de ação <b>9 e 15</b>, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="615"><b>Linhas </b><b>de Ação</b><b> 9, 10, 11, 12,13 e 15: </b></p>
<p>a)    Todas as montagens de exposições deverão promover em seus projetos a acessibilidade aos deficientes visuais. Esta promoção dar-se-á através da leitura em braile e da audiodescrição.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>LEIA-SE</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="615"><b>Linhas </b><b>de Ação</b><b> 10, 11, 12 e 13:  </b></p>
<p>a)       Todas as montagens de exposições deverão promover em seus projetos a acessibilidade aos deficientes visuais. Esta promoção dar-se-á através da leitura em braile e da audiodescrição.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>5</b><b>.</b> No item das exigências da Linha de ação <b> 13 </b>de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, passa a ser linha de ação <b>14</b>, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="615"><b>Linha </b><b>de Ação</b><b> 13 : </b></p>
<p>a)     Projeto curatorial.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>LEIA-SE</b></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="615"><b>Linha </b><b>de Ação</b><b> 14: </b></p>
<p>a)       Projeto curatorial.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b></b><b>6</b><b>.</b> No item das exigências da Linha de ação <b> 19 </b>de Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, passa a ser linha de ação <b>20</b>, de forma que <b>ONDE SE LÊ</b>:</p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%"><b>Linha </b><b>de Ação</b><b> 19: </b></p>
<p>a)    Apresentar sinopse ou argumento;</p>
<p>b)    Apresentar roteiro ou indicação de planos e/ou cenas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>LEIA-SE</b></p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%"><b>Linha </b><b>de Ação</b><b> 20: </b></p>
<p>a)     Apresentar sinopse ou argumento;</p>
<p>b)    Apresentar roteiro ou indicação de planos e/ou cenas;</p>
<p>c)    Garantia de difusão pública (lançamento ou exposição).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os demais itens da citada Resolução permanecem inalterados.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição “Marginais Heróis” provoca o diálogo entre o design de cartazes, a xilogravura e a tecnologia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-marginais-herois-provoca-o-dialogo-entre-o-design-de-cartazes-a-xilogravura-e-a-tecnologia/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2015 19:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A frase &#8220;Seja marginal, seja herói&#8221;, lema do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980), foi reprocessada através do design de cartazes em diálogo com diversas linguagens, técnicas e tecnologias. O trabalho foi desenvolvido pelo projeto “Marginais Heróis”, que realizou workshops explorando a risografia e a xilogravura. O resultado poderá ser conferido, nesta quinta-feira (05/02), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/ChicoScience_baixa.jpg"><img class=" wp-image-20802 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/ChicoScience_baixa-334x486.jpg" width="234" height="340" /></a></p>
<p>A frase &#8220;Seja marginal, seja herói&#8221;, lema do artista carioca Hélio Oiticica (1937 – 1980), foi reprocessada através do design de cartazes em diálogo com diversas linguagens, técnicas e tecnologias. O trabalho foi desenvolvido pelo projeto “Marginais Heróis”, que realizou workshops explorando a risografia e a xilogravura. O resultado poderá ser conferido, nesta quinta-feira (05/02), a partir das 19h, em exposição coletiva na Galeria Amparo 60. “Marginais Heróis” tem produção executiva de Ticiano Arraes, coordenação de produção de Renata Gamelo, incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O projeto teve curadoria do designer e ilustrador Rico Lins, que convidou mais dois artistas para o desafio: o mestre xilogravador J. Borges (Patrimônio Vivo de Pernambuco) e o pesquisador e consultor em design H.D. Mabuse. “Eu já tinha contato com os dois há muito tempo, com o J. Borges e com o Mabuse. Eu os convidei porque um lida com o low tech e o outro com o high tech&#8221;. Além dos convidados, o trabalho contou com a participação de outros designers, ilustradores, artistas e profissionais de diferentes áreas que interagiram nos workshops realizados no Memorial J. Borges, em Bezerros; e no Espaço Fonte, na Editora Gráfica Aplicação, no Recife.</p>
<p>A proposta do projeto é provocar um diálogo fluente entre linguagens, técnicas e tecnologias aplicadas à criação do cartaz, uma peça gráfica simples, feita para ser efêmera, mas que resiste seja nas ruas, memórias ou coleções. Na abertura da exposição nesta quinta (04), os artistas Rico Lins, J. Borges e H D Mabuse irão falar sobre a iniciativa em mesa de debate, aberta a participação do público. Na sexta-feira (06), a partir das 14h, haverá ainda  bate-papo com Rico Lins e H.D. Mabuse com tema &#8220;Passado, Presente e Futuro do Cartaz&#8221;, no auditório do C.E.S.A.R - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.</p>
<p>&#8220;A gente está trabalhando com tecnologias que misturam com o analógico e o digital. Na risografia, você tem que trocar os cartuchos. Muitos cartazes são feitos a mão. Eu nunca tinha trabalhado com a &#8216;riso&#8217;, achei interessante essa experiência. No aplicativo, apesar da tecnologia, também tem uma margem de erro que faz que a pessoa não tenha o controle total da imagem. É quando entra o acaso na criação do cartaz&#8221;.</p>
<p><strong>PROCESSO CRIATIVO -</strong> Nos experimentos foram criados cartazes com impressão em camadas, que dialogam com as matrizes das xilogravuras de J. Borges e projeções geradas a partir dos usos do aplicativo desenvolvido por H D Mabuse. O aplicativo é um convite para os usuários de smartphones que podem compor digitalmente os próprios cartazes e publicar via Instagram com a hashtag #marginaisherois.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/matriz-J-Borges-4.jpg"><img class=" wp-image-20803 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/matriz-J-Borges-4-338x486.jpg" width="237" height="340" /></a></p>
<p>O tema “Marginais Heróis&#8221; suscitou o usou imagens de Carmen Miranda, Chico Science, Raul Seixas, Chapolin,  Che Guevara, entre outros personagens de diversos contextos que se destacaram como &#8220;heróis&#8221;, mesmo estando de certa forma à margem da sociedade e suas correntes políticas, estéticas e ideológicas. No workshop, surgiram imagens de Reginaldo Rossi, Dom Pedro I e a escrava Anastacia, além de anônimos representando sertanejos e ciclistas. Ainda foram exploradas as relações entre heróis e marginais, como pode ser vista numa matriz de xilogravura intitulada &#8220;O encontro de Lampião com Padre Cícero&#8221;. Os participantes da oficina com J. Borges também criaram suas gravuras a partir do tema.</p>
<p>Os métodos de impressão utilizados no projeto também podem ser considerados &#8220;marginais&#8221;, já que foi utilizada a impressora Risograph, que funciona como uma máquina copiadora, onde cada cor é impressa de uma vez, e a xilogravura, método artesanal com matriz entalhada em madeira, muito usado na produção dos livretos de literatura de cordel.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><strong>Marginais Heróis -</strong> <strong>Abertura da exposição e debate com Rico Lins, J. Borges e H D Mabuse<br />
</strong><strong>Data:</strong> 05 de fevereiro, às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Galeria Amparo 60 &#8211; Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem, Recife.<br />
<strong>Visitação:</strong> de 6 de fevereiro a 7 de março de 2015. Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h.  Sábados, das 10 às 14h (com agendamento prévio)<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3033-6060<br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.facebook.com/MarginaisHerois" target="_blank">facebook.com/MarginaisHerois</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>História das artes gráficas pernambucanas é revisitada em publicação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/historia-das-artes-grafica-pernambucana-e-revisitada-em-publicacao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/historia-das-artes-grafica-pernambucana-e-revisitada-em-publicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2014 18:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Gráficas]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 - 1939)]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[sebba cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvio Barreto Campello]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi em meio ao vasto acervo de livros e catálogos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE), no Recife, que os designers e pesquisadores pernambucanos Sebba Cavalcante e Sílvio Barreto Campello encontraram a matéria-prima da publicação Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 &#8211; 1939), que lançam quinta-feira (25), às 19h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14186" aria-labelledby="figcaption_attachment_14186" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/IMG_2706.jpg"><img class="size-full wp-image-14186" alt="A" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/IMG_2706.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação mostra a evolução das artes gráficas em Pernambuco</p></div>
<p>Foi em meio ao vasto acervo de livros e catálogos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (BPE), no Recife, que os designers e pesquisadores pernambucanos Sebba Cavalcante e Sílvio Barreto Campello encontraram a matéria-prima da publicação <em>Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 &#8211; 1939)</em>, que lançam quinta-feira (25), às 19h, no Orbe Coworking.</p>
<p>A ideia do livro, segundo Sebba, surgiu durante as pesquisas para o seu mestrado em Design pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). &#8220;Durante a pós-graduação, realizei uma série de pesquisas em vários acervos da capital pernambucana, como Biblioteca Blanche Knopf (Fundaj), Arquivo Público Estadual e a própria BPE. Nesses espaços, me deparei com uma quantidade/diversidade incrível da produção de artes gráficas em muitas revistas. Para o mestrado, optei por focar no conjunto da obra do artista gráfico Manoel Bandeira (1900-1964). Depois da defesa, vimos [eu e Sílvio Barreto, que foi meu orientador] que havia, nesse material inédito, a oportunidade de mostrar ao grande público a produção intensa de design em Pernambuco, antes mesmo da virada do século 20&#8243;, revelou.</p>
<p>Com incentivo do Funcultura e selo da Editora Blucher, a publicação revela, ao longo de 120 páginas, parte da memória gráfica pernambucana, compreendida em um período de 64 anos. &#8220;A história das artes gráficas do Estado não poderia ser resumida em pouco mais de 100 páginas. O nosso recorte foi baseado no uso das tecnologias de impressão de imagens e, por se tratar da virada do século 19 para o 20, esse momento é bastante emblemático pelas transformações de comportamento social e também pelos caminhos que os movimentos artísticos seguiram. Muitas dessas mudanças foram motivadas pela revolução tecnológica que arrebatou a comunicação, e transformou consideravelmente nossa lógica sócio-cultural&#8221;, disse Sebba.</p>
<p>Além de mostrar que Pernambuco tem um rico legado em torno das artes gráficas, possuindo relação direta com outros universos como do design, das artes plásticas, da economia e da publicidade, o livro revela algumas curiosidades da BPE. &#8220;Logo na introdução, tecemos alguns comentários sobre sua história, como o fato da instituição já ter passado pelo mesmo terreno onde, hoje, está localizado o Edifício Pernambuco - espaço que, coincidentemente, escolhemos para lançar a publicação&#8221;, contou Cavalcante. Ainda de acordo com ele, a Biblioteca, localizada no bairro de Santo Amaro, possui um papel fundamental para a identidade e memória do País. &#8220;O acervo da BPE é absurdamente extenso e diverso. Resguarda documentos e publicações fundamentais para o povo brasileiro e pernambucano.&#8221;, disse. Atualmente, a instituição possui um acervo estimado em 270 mil livros e 370 mil volumes periódicos, entre eles, jornais do início da imprensa local e obras do período colonial. Para o livro, foram digitalizadas imagens de 43 revistas com periodicidade mensal, quinzenal e semanal.</p>
<div id="attachment_14188" aria-labelledby="figcaption_attachment_14188" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/MG_8189.jpg"><img class="size-full wp-image-14188" alt="Sílvio Barreto Campello e Sebba Cavalcante, os autores do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/MG_8189.jpg" width="600" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Sílvio Barreto Campello e Sebba Cavalcante, os autores do livro</p></div>
<p><strong>Um pouco de história&#8230;</strong><br />
Apesar de chegar tardiamente em Pernambuco, por volta de 1815, a prática gráfica se desenvolveu de forma relativamente rápida (um adendo: no Brasil, o primeiro livro impresso, <em>Marília de Dirceu</em>, de Tomás Antônio Gonzaga, foi publicado em 1808). Há registros de que no Estado, entre os anos de 1821 e 1830, foram lançadas 27 publicações periódicas, com um aumento crescente nas décadas seguintes. &#8221;No livro, identificamos que o primeiro impresso produzido em terras pernambucanas data de 1817. Trata-se do folhetim de cunho revolucionário chamado de <em>O Preciso</em>. Este foi o estopim para um crescimento da produção gráfica por aqui&#8221;, afirmou Sebba. É neste cenário que novas profissões &#8211; ligadas à indústria gráfica &#8211; surgiram com força: tipógrafos, impressores, ilustradores, caricaturistas, coloristas, gravadores, capistas e clicheristas. Os artistas gráficos, como eram chamados à época, já desenvolviam uma prática muito semelhante à atribuída atualmente aos profissionais de design gráfico.</p>
<p><b>Estrutura</b><br />
Ao longo dos seis capítulos, são pincelados diversos assuntos em torno das imagens selecionadas, como nomes de alguns dos artistas gráficos, tendências artísticas e sociais de cada época e tecnologias gráficas vigentes. Imagens de revistas dos finais do século XIX, cuja litografia se notabiliza como a tecnologia gráfica capaz de produzir imagens de grande qualidade; composições com imagem fotográfica, onde se vê como o advento da tecnologia do clichê trouxe a fotografia para dentro das páginas impressas desde a primeira década do século XX; além de uma exploração da criatividade e técnica dos profissionais de então, mostrando a diversidade de soluções entre os processos do meio gráfico são alguns conteúdos da publicação.<strong> </strong>&#8220;Em cada capítulo há um texto que se aprofunda nas questões que envolvem este grupo de imagens, e cada grupo de imagens é acompanhado por legendas que apontam as suas origens (de que revista foi extraído e o ano em que foi produzida). No mais, consideramos que as imagens falam por si, entre os grupos que se encontram&#8221;, destacou Sebba.</p>
<p>Para compor os títulos da publicação, foi produzida uma fonte exclusiva. A letra, intitulada <em>Mauricéia</em> e projetada pelo designer cearense Matheus Barbosa, é inspirada em tipos presentes em algumas das revistas pesquisadas e pode ser conferida nos títulos e capitulares da publicação. O nome da fonte, inclusive, surgiu a partir de um desses periódicos antigos no qual o estilo tipográfico foi encontrado.</p>
<p>Segundo os designers, o livro não tem intenção de ser um olhar definitivo, por isso, as imagens são apresentadas com breves comentários sobre sua importância, contexto, origem, ano de produção e, eventualmente, autoria. &#8220;Fizemos um recorte sobre um acervo específico (BPE). E também um olhar específico, em que a busca por resultados gráficos relacionados ao ofício do design deram o norte. Portanto, estamos longe de ter algo com o caráter definitivo&#8221;, finalizou Cavalcante.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Ilustração e artes gráficas – periódicos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (1875 &#8211; 1939)</em><br />
Quando: 25/9 (quinta-feira)<br />
Onde: Orbe Coworking (Av. Dantas Barreto, 324, 8ª andar do Edf. Pernambuco &#8211; Recife)<br />
Horário: 19h<br />
Preço do livro: R$ 34,00</p>
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