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	<title>Portal Cultura PE &#187; Artes</title>
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		<title>7ª MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco anuncia programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:06:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco anuncia a programação completa da sua 7ª edição, que acontece de 9 a 14 de setembro no Cine Teatro do Parque, Cinema São Luiz e Cinema da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O MOV conta com incentivo do Funcultura através da Fundarpe, Secretaria de Cultura e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120169" aria-labelledby="figcaption_attachment_120169" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto-Mov-Cinema-São-Luiz1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120169" alt="Festival acontecerá no Cinema São Luiz e no Cinte Teatro do Parque" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto-Mov-Cinema-São-Luiz1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival acontecerá no Cinema São Luiz e no Cinte Teatro do Parque</p></div>
<p>O MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco anuncia a programação completa da sua 7ª edição, que acontece de 9 a 14 de setembro no Cine Teatro do Parque, Cinema São Luiz e Cinema da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O MOV conta com incentivo do Funcultura através da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco e apoio da UFPE e Cinema da UFPE.</p>
<p>A edição deste ano reúne produções universitárias nacionais e internacionais em diálogo com oficinas formativas e laboratórios de desenvolvimento, além de lançamento de livros, mostras especiais e um espetáculo de abertura que combina cinema e performance sonora ao vivo. O festival tem início em 09 de setembro, com uma sessão de abertura no Teatro do Parque marcada por um cine concerto inédito da DJ IDLIBRA, que assina uma criação sonora ao vivo para acompanhar a projeção de Divino Amor (2019), de Gabriel Mascaro.</p>
<p>De 10 a 14 de setembro, o MOV dá sequência às mostras competitivas nacionais e internacionais, que reúnem curtas realizados por estudantes universitários e jovens cineastas de diferentes países. A programação contempla sete sessões da competitiva nacional e cinco da competitiva internacional, apresentando obras que exploram estéticas diversas, narrativas híbridas e temáticas contemporâneas.</p>
<p>“O MOV.7 será aberto com um cine concerto inédito de IDLIBRA, que assina um DJ set ao vivo sobre Divino Amor, de Gabriel Mascaro. É uma forma de inspirar os realizadores presentes a partir desse formato de cinema expandido e, ao mesmo tempo, de reafirmar a identidade do festival: ousado, experimental e jovem. A mostra nacional reúne trabalhos que traduzem questões contemporâneas vistas pela perspectiva da juventude, com temas urgentes, irreverentes e por vezes provocativos. Já a seleção internacional aproxima o público do que há de mais expressivo na produção universitária global, resultado de uma curadoria que partiu da análise de mais de 1.400 curtas inscritos”, destaca Vinícius Gouveia, criador e diretor artístico do festival, que movimenta a cena audiovisual desde 2014.</p>
<p><strong>PAINÉIS</strong></p>
<p>A programação de debates do MOV traz convidados de diferentes áreas do audiovisual e da cultura. No dia 10 de setembro, o recifense Rafael Aguiar, publicitário e atual líder de Estratégia e Performance da TV Globo, conduz um encontro sobre desenho de audiência. A partir de sua experiência em agências, universidades e na televisão, ele discutirá o papel da comunicação de massa em um contexto de fragmentação da atenção e multiplicação de telas, explorando como pesquisas, estudos de tendências e análise de dados de comportamento podem se transformar em estratégias criativas e inovadoras para o audiovisual.</p>
<p>Já no dia 12 de setembro, a curadora Júlia Couto, integrante da equipe do Festival do Rio desde 2018 e do coletivo responsável pelo Festival Brasileiro de Cinema Universitário (FBCU), compartilha sua trajetória na seleção de curtas e longas-metragens e reflete sobre os desafios e potencialidades da curadoria em festivais voltados à produção universitária.<br />
<strong>LANÇAMENTO DE LIVROS</strong></p>
<p>A abertura do festival também será marcada pelo lançamento de duas publicações voltadas ao pensamento crítico e à criação artística no campo do audiovisual, no dia 9 de setembro, no Teatro do Parque. O primeiro deles é MOV Festival: Olhares universitários para o audiovisual, organizado pelo professor César Castanha. O volume reúne ensaios escritos por estudantes universitários selecionados por meio de chamada pública nacional, compondo um panorama de reflexões emergentes sobre o cinema universitário e suas relações com o audiovisual contemporâneo.</p>
<p>Na mesma ocasião, o pesquisador, realizador e educador Márcio Andrade, idealizador do projeto F(r)icções, apresenta o livro multimídia Imagens de uma busca de si. A obra reúne artigos e conteúdos em diferentes formatos, fruto de articulações entre artistas e pesquisadores de diversas regiões, tendo como eixo central as escritas de si na arte.</p>
<p><strong>AÇÕES FORMATIVAS</strong></p>
<p>Paralelamente às exibições, o MOV promove um eixo formativo para trocas de experiências e conhecimentos. Neste ano, serão três oficinas, dois painéis de discussão e o MOV LAB, espaço de consultoria para projetos de curtas-metragens em fase de desenvolvimento.</p>
<p>Com inscrições gratuitas abertas via Instagram (@movfestival), o festival oferece as oficinas: Espelhos Partidos – Escritas de Si para Roteiros de (Auto)Ficção, com Márcio Andrade; Escrita Criativa de Textos Técnicos, com Xulia Doxágui; e Figurino Audiovisual, com IDLIBRA. As atividades abordam desde a escrita autobiográfica e a formatação criativa de projetos até a construção visual de personagens no cinema.</p>
<p>Já o MOV LAB selecionará oito projetos universitários que participarão de consultorias individuais com três profissionais do mercado audiovisual. As sessões abordarão os temas de Roteiro, com Esdras Bezerra (colaborador em filmes como Divino Amor e Propriedade); Produção Executiva, com Rayssa Costa (produtora de Cangaço Novo e O Último Azul); e Pitching, com Vinicius Gouveia, idealizador do festival. Ao final do processo, os participantes apresentarão seus projetos diante de uma banca formada por representantes do mercado audiovisual pernambucano.</p>
<p>A programação ainda inclui o MOV Resenha, atividade conduzida por César Castanha, voltada a participantes interessados em discutir filmes e exercitar a escrita crítica.</p>
<p><strong>MOV ACAMPA</strong></p>
<p>Também estão abertas as inscrições para o MOV Acampa, iniciativa do festival em parceria com a UFPE, que oferece hospedagem gratuita a estudantes de outras regiões do país.</p>
<p>O projeto acolhe universitários de fora do Recife, garantindo que possam acompanhar o festival de perto e participar das atividades formativas, mesmo que não tenham filmes na programação. As inscrições são gratuitas e também estão disponíveis pelo instagram do festival.</p>
<p>Desde 2019, o MOV já recebeu mais de 100 estudantes de 10 estados, fortalecendo redes de troca, formação e colaboração no campo do audiovisual. As hospedagens são viabilizadas em parceria com o Núcleo de Apoio a Eventos (NAE/UFPE).</p>
<p><strong>Programação completa:</strong></p>
<p>Mostra Competitiva Nacional</p>
<p>1: Nosso Tempo Por Perto de Si &#8211; Quarta-Feira 10/09, 15h30 &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● O coração peludo (2024) &#8211; Luc da Silveira, 4&#8242; | UNESPAR (PR)<br />
● Absorta (2024) &#8211; Luiza Pugliesi Villaça, 8&#8242; | FAAP (SP)<br />
● MARAL (2025) &#8211; Julia K. Rojas, l 19&#8242; | UFSC (SC)<br />
● YMBURANA (2025) &#8211; MAMIRAWÁ, 13&#8242; | UFBA (BA)<br />
● O Homem Imaginário (2025) &#8211; Felipe Vignoli, 15&#8242; | UFMG (MG)<br />
2: Fragmentos de Doçura e Fúria &#8211; Quinta 11/09, 14h &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● Desperta (2024) &#8211; Laura Becker, l 2&#8242; | Unisinos (RS)<br />
● Monstra do Armário (2024) &#8211; Bruny Derotzi, l 10&#8242; | Escola Livre de Cinema de Santo André (SP)<br />
● Quem Ficou Fui Eu (2024) &#8211; Maria Garé e Luiza Pace, l 20&#8242; | ESPM (SP)<br />
● Monalisa (2024) &#8211; Tainá Lima 17’ PUC MINAS (MG)<br />
● Como Chorar Sem Derreter (2024) &#8211; Giulia Butler, l 15&#8242; | PUC-Rio (RJ)</p>
<p>3: Coleção de Reminiscências &#8211; Quinta 11/09, 18h30 &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● Memória Trêsporquatro (2024) &#8211; Osani, l 5&#8242; | UFRN (RN)<br />
● ÁGUA DEMAIS: UM DOCUMENTÁRIO EXPERIMENTAL ENTRE SECOS E MOLHADOS (2025) &#8211; Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata E Giovanna Schneider l 10&#8242; | UFRGS (RS)<br />
● Esse Navio Vai Afundar (2024) &#8211; Luc da Silveirai, 6&#8242; | UNESPAR (PR)<br />
● Entre o Mar e a Memória (2024) &#8211; Lucas Marçal, l 9&#8242; | UFPE (PE)<br />
● Pagode do Didi, nosso ponto de encontro (2025) &#8211; Maysa Carolino, l 24&#8242; | UFPE (PE)</p>
<p>4: Estamos a Solta &#8211; Sexta 12/09, 19h15 &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Encontros Telepáticos (2024) &#8211; Henfil, 5&#8242; | Academia do Cinema (DF)<br />
● Geni &amp; Thor (2024) &#8211; Pedro H. Machado, l 10&#8242; | Unespar (PR)<br />
● O Estranho Comportamento dos Corpos Celestes (2024) &#8211; Naomi Matsui, l 15&#8242; | Academia Internacional de Cinema (SP)<br />
● Melancolya Canybal (2025) &#8211; Henrique Domingues, l 22&#8242; | FAP/Unespar (PR)</p>
<p>5: Se Me Ver na Rua, Troque de Faixa &#8211; Sábado 12/09, 15h30 &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Quadros Remanescentes: Tony e a Paralisia do Futuro (2024) &#8211; Daniel Rubinger &amp; Gustavo Ramos Ribeiro, 7&#8242; | UFSCar (SP)<br />
● “Baby” (2024) &#8211; Ingrid Manzini, 9&#8242; | Casa das Artes de Laranjeiras (RJ)<br />
● Desconstruindo Lene (2024) &#8211; Guilherme Maia, 15&#8242; | Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (BA)<br />
● Cereja do Bolo (2024) &#8211; Laura Reis, 10&#8242; | AIC (SP)<br />
● Todos os Homens da Magazine (2024) &#8211; Otávio Santana, 21&#8242; | UFAL (AL)</p>
<p>6: A Terra do Lugar Nenhum &#8211; Sabado 13/09, 19h15 &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Eu queria que todo dia fosse Carnaval (2024) &#8211; Ívison Renato, l 8&#8242; | IFPE / UFPB (PE)<br />
● Endereços Invisíveis (2024) &#8211; Artur Hugo da Rosa, l 10&#8242; | UFSC (SC)<br />
● Minha Câmera é Minha Flecha (2024) &#8211; Natália Tupi, l 18&#8242; | AIC (SP)<br />
● SERTÃO 2138 (2024) &#8211; Deuilton B Junior, l 19&#8242; | UFPE (PE)<br />
● Babilônia (2024) &#8211; Duda Gambogi, l 22&#8242; | EICTV CUBA (MG)<br />
7: Madrugada Maldita (Madrugada de Sonhos Intranquilos) &#8211; Domingo 14/09, 16h30 &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Transe (2024) &#8211; Ana Carolina Farina, l 2&#8242; | UFMG (MG)<br />
● A Última Dança de Ana (2024) &#8211; Gil de Souto, l 14&#8242; | UFPB (PB)<br />
● Desdêmona (2024) &#8211; Clara Klaus, l 19&#8242; | FAAP (SP)<br />
● A do Azul do Seu Nome (2024) &#8211; Mia Mozart, l 15&#8242; | Universidade Federal de Juiz de Fora (MG)<br />
● Feiura Comovente (2025) &#8211; Ultra Martini, l 16&#8242; | AIC (SP)<br />
Mostra Competitiva Internacional</p>
<p>1: Não devo nada a ninguém &#8211; Quarta 10/09, 17h10 &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● Don&#8217;t give them room to grow (2024 – Karine Bille | 13&#8217;09&#8221; | ENSAD – Escola Nacional Superior de Artes Decorativas de Paris – França)<br />
● Naufragia (2024 – Ana Carolina Vaz Rebelo | 18&#8217;12&#8221; | Universidade Católica Portuguesa – Escola das Artes – Portugal)<br />
● Beautiful Wind (2025 – Mario Bravo Borroye | 9&#8217;30&#8221; | Universidad del Desarrollo – Chile)<br />
● On Fire (2025 – Lynn Najem | 10&#8217;24&#8221; | Universidade Libanesa – Líbano)</p>
<p>2: Minha história resumo: é como tantas outras &#8211; Quinta 11/09, 16h &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● Short Story (2025 – Mingqing Wang | 16&#8217;36&#8221; | Universidade de Cinema e Televisão de Sichuan – China)<br />
● Chasing the Circuit (2025 – Vasilije Bujaković, Nadja Randjelović, Ljubica Milivojević | 7&#8217;12&#8221; | AFC/DKSG – Sérvia)<br />
● Bed Work (2025 – Tamás Hegyi | 5&#8217;57&#8221; | Universidade de Artes Aplicadas de Viena – Áustria)<br />
● Night Shift (2025 – AmirAli Masoumifar | 8&#8217;51&#8221; | Universidade de Arte de Teerã – Irã)<br />
● Fekry&#8217;s Thoughts (2025 – Essam Hayder | 20&#8217;00&#8221; | Oficina de Documentário ALSTUDIO – Egito)</p>
<p>3: Faço de mim o que quero, faço o que quero de mim &#8211; Quinta, 11/09, 17h15 &#8211; Cinema da UFPE</p>
<p>● LuzLuz (2025 – Jimena González | 5&#8217;45&#8221; | Escuela Superior de Cine ESCINE – México)<br />
● Restricted (2025 – Tamer Zakaria Shawamra | 7&#8217;41&#8221; | Universidade Dar al-Kalima – Palestina)<br />
● Belonging(s) (2025 – Rachel Lebigre | 5&#8217;53&#8221; | École des Métiers du Cinéma d’Animation – EMCA – França)<br />
● Let it Burn (2025 – Piotr Karol Baluła | 17&#8217;00&#8221; | Escola de Cinema de Varsóvia – Polônia)<br />
● The Spring Never Returns (2025 – Si Wei Yu | 15&#8217;00&#8221; | Universidade de Bolton – China)</p>
<p>4: Essas flores, esses vasos, essas suas mentiras &#8211; Sexta, 12/09, 18h &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Channel Unknown (2025 – Eric Arce | 3&#8217;11&#8221; | Massachusetts College of Art and Design – Estados Unidos)<br />
● The Night of the Wasp (2024 – Nacho Rodríguez, Andreina Quirós | 18&#8217;00&#8221; | Universidade da Costa Rica – Costa Rica)<br />
● Ancient Magic (2025 – Bean D Hill | 3&#8217;17&#8221; | Savannah College of Art and Design – Estados Unidos)<br />
● Memories for Sale (2025 – Lilly Maldonado | 12&#8217;00&#8221; | Tecnológico de Monterrey CCM – México)<br />
● The Zero Line (2025 – Chaman Ramesh Kishan | Universidade Estadual Dada Lakhmi Chand de Artes Performáticas e Visuais – Índia)</p>
<p>5: Nossos corpos se envolvendo foi tão bom &#8211; Sábado, 13/09, 14h &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● Otro (2025 – Pablo Chacón | 5&#8217;42&#8221; | Pontifícia Universidade Javeriana – Colômbia)<br />
● I’ve Come to See You (2025 – Julius Lagoutte Larsen | 14&#8217;32&#8221; | La Fémis – França)<br />
● 缓行龟 (The Turtle That Moves Slowly) (2025 – Charmaine Joon See Chua | 4&#8217;46&#8221; | LASALLE College of the Arts – Singapura)<br />
● Aurore (2024 – Robin Lesourd, Tristan Caire | 20&#8217;00&#8221; | EICAR Lyon – França)<br />
● In Absence (2025 – Teguh Santoso | 4&#8217;44&#8221; | Jogja Film Academy – Indonésia)<br />
● Forty (2024 – Sogol Izadifard | 17&#8217;11&#8221; | College of Art – Irã)<br />
<strong>Sessões Especiais</strong></p>
<p>Sessão Olhares Pernambucanos &#8211; Sábado 13/09, 17h15 &#8211; Cinema São Luiz</p>
<p>● A Estrela-ilha e o Peixe-pássaro (2024) &#8211; Áquila Félix e Nadí Silva l 14&#8242; | UFPE (PE)<br />
● A reunião (2024) &#8211; Lucas Marçal, l 8&#8242; | UFPE (PE)<br />
● Nova Aurora (2024) &#8211; Victor Jiménez, l 18&#8242; | UFPE (PE)<br />
● Todo Amor do Mundo (2024) &#8211; Caio Arruda, l 19&#8242; | UNIAESO (PE)<br />
● Magritte (2024) -Tom Nogueira, l 15&#8242; | UFPE (PE)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
7ª MOV &#8211; FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO DE PERNAMBUCO<br />
De 9 a 14 de setembro | Teatro do Parque, Cinema da UFPE e Cinema São Luiz</p>
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		<title>Trupe Pernambuco Meu País embeleza as ruas de Pesqueira nesta quinta (14)</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 02:27:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embelezando as ruas e atraindo jovens, crianças e adultos, a Trupe Pernambuco Meu País aportou na cidade de Pesqueira, na praça da Rosa, pontualmente às 16h30. Foi uma verdadeira invasão cultural com o cortejo pelas ruas da cidade anunciando a chegada do festival. Na Trupe, personagens da dança, do circo e do teatro. As atrações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Embelezando as ruas e atraindo jovens, crianças e adultos, a Trupe Pernambuco Meu País aportou na cidade de Pesqueira, na praça da Rosa, pontualmente às 16h30. Foi uma verdadeira invasão cultural com o cortejo pelas ruas da cidade anunciando a chegada do festival.</p>
<p>Na Trupe, personagens da dança, do circo e do teatro. As atrações foram a Orí Cia. de Dança, Trupe Vivarte, Pernaltas da Trupe da ASSARTIC, Performance de Charlene dos Santos e Guilherme Milleron, além é claro do Som na Rural azeitando a máquina dos brincantes que marcharam em direção ao pátio de eventos, onde está o Palco Pernambuco Meu País.</p>
<p>A professora Camila Galindo levou seu filho João para assistir ao desfile de abertura do festival e “Eu estou achando muito lindo, muito diferente. Nunca tivemos algo assim nessa cidade. Trouxe meu filho aqui para assistir e ele está encantado”, disse Camila.</p>
<p>Já a aposentada Maria de Lourdes festejou a chegada do Pernambuco Meu País em Pesqueira. “Está maravilhoso, moro aqui na praça da Rosa. Nunca vi algo parecido aqui. E bem pertinho de casa. Estou ansiosa para acompanhar a festa aqui”, falou.</p>
<p>A Trupe caminhou por entre as ruas de Pesqueira, subindo as ladeiras da via principal, e em cada espaço ia deixando confetes e o brilho do festival Pernambuco Meu País.</p>
<p>Além da Trupe, diariamente, as culturas populares ganham destaque na programação com cortejos de maracatus, bois, afoxés, escolas de samba, bacamarteiros e quadrilhas em pontos distintos da cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mestra Ana Lúcia leva a força e a poesia das tradições do coco e da cultura popular pernambucana a Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ana Lúcia Nunes da Silva, a Mestra Ana Lúcia, é coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, é também Patrimônio Vivo de Pernambuco, e aos 81 anos se prepara para viajar pela primeira vez ao exterior para mostrar seu repertório e trocar experiências com outros artistas. A partir de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Lúcia Nunes da Silva, a Mestra Ana Lúcia, é coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, é também Patrimônio Vivo de Pernambuco, e aos 81 anos se prepara para viajar pela primeira vez ao exterior para mostrar seu repertório e trocar experiências com outros artistas. A partir de 13 de agosto, o projeto “Todo o Mundo Tem um Amor” promove uma série de ações em Portugal, com a mestra e alguns integrantes de seus dois grupos, Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco, incluindo shows, oficina e residência artística. A iniciativa conta com o incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Discípula de Dona Jovelina, uma das grandes referências do coco em Pernambuco, ela também aprendeu desde cedo com o pai, Severino Nunes, a complexidade da dedicação às manifestações criadas e mantidas pelo povo. No Alto do Sarapião, ao lado do Farol de Olinda, no bairro do Amaro Branco, onde vive desde o nascimento, a dedicação à cultura popular é um exercício diário para a Mestra Ana Lúcia, que já está nos preparativos para a viagem além-mar.</p>
<p>Há décadas, é ela quem transmite esses ensinamentos para novas gerações, perpetuando a potência das tradições que carregam histórias formativas da identidade do povo pernambucano, principalmente de raízes afro-brasileiras e indígenas. “Todo o Mundo Tem um Amor”, projeto que leva o nome de uma de suas músicas, amplia o alcance da transmissão de seus conhecimentos e vivências para outras culturas o que, segundo ela, é uma felicidade, pois perpetua um legado que se expressa na música, no corpo e na oralidade. Com a mestra viajam sua filha Totoca e seus netos Cintia e Matheus, e ainda Simeia e Tito. Eles representam dois grupos capitaneados por ela, o Raízes do Coco e o Estrelinhas do Coco.</p>
<p>“É uma alegria muito grande para mim poder, aos 81 anos, me apresentar pela primeira vez em outro país. Quero levar a bandeira de Pernambuco da forma que sempre fiz: com sinceridade e orgulho da nossa cultura. É um reconhecimento importante depois de tantos anos de trabalho e dedicação. No final das contas, é o amor pela cultura que me move, assim como também movia minha mãe, meu pai e meus avós”, afirma a mestra.</p>
<p>Sua jornada por Portugal começa no dia 13 de agosto, na cidade do Porto, com uma residência artística com o Coco dos Quatro Cantos, formado em 2024 por brincantes de coco de roda de diferentes cantos do mundo. Edvandro Santos, que é do Rio de Janeiro, mas vive no Porto, onde integra o grupo de caráter internacional e agregador, reforça a importância do encontro com o ícone da cultura pernambucana. A iniciativa busca reforçar o repasse geracional proposto pelo projeto, com a mestra compartilhando os aspectos do coco de roda e de suas experiências.</p>
<p>“Nosso principal objetivo como grupo é fazer coco na sua essência, trazer à Europa o brinquedo e o motivo dele ser tão importante para a cultura brasileira, levantando o estandarte dos mestres e mestras. A vinda da Mestra Ana Lúcia é, antes de tudo, uma honra muito grande. Estamos muito felizes por poder dar esse passo de mostrar aos europeus quem é a mestra e também que a nossa geração reconhece a sua importância. A expectativa é ouvi-la, conversar, entender, aprender. Alegria, honra e gratidão definem o que sentimos”, pontua Edvandro, que irá se juntar ao grupo da mestra durante toda a turnê.</p>
<p>“Para ser mestre, você precisa ter alunos. E, graças a Deus, eu tive muitos e continuo tendo. Formei muita gente e isso me orgulha. Já estou na quarta geração, ensinando até às netas das minhas pastoras. O coco, o pastoril, o Acorda Povo, tudo isso é motivo para a gente se alegrar. Também trabalhei com teatro, o que mostra que a gente pode dialogar com muita gente, com muitas artes”, reforça a mestra.</p>
<p>Após as trocas com o Coco dos Quatro Cantos, a mestra e os artistas pernambucanos se juntam ao grupo internacional para um show no Terra Solta, uma quinta pedagógica localizada atrás de uma estação de trem, no centro da cidade, com palco ao ar livre.</p>
<p>No dia 14 de agosto, Ana Lúcia segue para Coimbra, onde se apresenta no Salão Brazil do Jazz ao Centro Clube, com músicas dos repertórios do Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco. Posteriormente será exibido o filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, dirigido por Rui Mendonça e Zé Diniz, lançado em 2024 e que registra essa procissão festiva marcada pelo sincretismo religioso de tradições afro-brasileiras e católicas, que toma conta das ruas do bairro do Amaro Branco durante o período junino.</p>
<p>O encerramento da turnê acontecerá em Reguengos de Monsaraz, onde a Mestra Ana Lúcia promoverá uma oficina de Dança e Oralidade, além de se apresentar no 25º Festival Andanças. O festival, que acontece dentro de um contexto de sustentabilidade ambiental, celebra grupos e mestres de cultura popular de vários lugares do mundo, a partir da compreensão de que a música e a dança são ferramentas de aprendizagem e intercâmbio entre gerações, saberes e culturas.<br />
<strong>Registros e diálogos</strong></p>
<p>Durante toda a turnê, serão realizados registros audiovisuais que, posteriormente, darão origem a um filme. Esta obra audiovisual com as vivências em Portugal será exibida em cinco escolas públicas de Pernambuco, com a presença da Mestra Ana Lúcia e dos integrantes do Estrelinhas do Coco. A proposta é, também através dessas gravações, contribuir com a salvaguarda e a difusão do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco, celebrando ainda a força das artistas mulheres, representadas pela mestra.</p>
<p>O projeto “Todo Mundo Tem um Amor” é uma realização da Buruçu, que já promoveu outras iniciativas de difusão internacional da cultura pernambucana, como o &#8220;Meu Balão Vai Voar em Portugal&#8221;, que levou Mestre Barachinha e o Maracatu Estrela de Tracunhaém ao país europeu, e “PE em Moçambique”, intercâmbio do Coco Raízes de Arcoverde com artistas moçambicanos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Projeto “Todo o Mundo Tem um Amor”, com Mestra Ana Lúcia</p>
<p>Período: de 13 a 26 de agosto de 2025, em Portugal</p>
<p>13/08 &#8211; Residência artística e Show com Coco dos Quatro Cantos, no Terra Solta, Porto</p>
<p>14/08 &#8211; Show e Exibição do filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, no Salão Brazil do JACC &#8211; Jazz ao Centro Clube, Coimbra</p>
<p>16/08 &#8211; Oficina de Dança e Oralidade e Show, no 25º Festival Andanças, em Reguengos de Monsaraz</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Serra Negra vibra com cultura popular e música autoral no Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição e contemporaneidade em uma série de shows que ocuparam o entorno da Igreja São Francisco Xavier, próximo ao pórtico luminoso, ponto central do distrito.</p>
<p>Só neste domingo foram três apresentações no palco Culturas Populares e quatro no País da Música. De tarde, reisado, coco e afoxé ditaram o ritmo com o Reisado Imperial, Coco de Zé Teté e o Afoxé Babá Orixalá Funfun.</p>
<p>O Clube Carnavalesco Misto Reisado Imperial, fundado como troça, no dia 11 de janeiro de 1951, passando para categoria de clube no ano de 1993. Inicialmente, o presidente da agremiação iniciou as atividades como folclore, entre eles: Reisado, Marujada, Ciranda, Pastoril e Coco de Roda, com a colaboração de quinze pessoas.</p>
<p>O Reisado Imperial é uma referência na promoção das tradições carnavalescas da cidade, celebrando a rica cultura popular de Pernambuco. Já o Afoxé Babá Orixalá Funfun, é oriundo de Olinda, vem do Ilê Axé Oxum Karê, Terreiro de Matriz Africana, Nação Nagô, integra o grupo artístico do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, trazendo jovens negros e afro­descendentes com autoestima na matriz africana e na cultura popular, Babá Orixalá Funfun significa Pai Orixalá Funfun, o termo funfun quer dizer, orixás ligados à criação do mundo e que vestem branco.</p>
<p>“Foi a nossa segunda vez aqui no Festival Pernambuco Meu País, fazendo esse show maravilhoso e trazendo a cultura negra, a cultura de terreiro, tão diversa, trazendo alegria e muito axé aqui pra Serra Negra”, disse Pablo Orixalá, babalorixá e cantor do afoxé.</p>
<p>Encerrando o Culturas Populares, o mestre Zé de Teté trouxe seu coco pisado para sambar em Serra Negra. Narrando o cotidiano de sua gente e seu lugar, embalando num ritmo de genuína tradição de brasilidade, com o coco de roda. A música de Zé de Teté reforça as tradições ancestrais de qualquer indivíduo pernambucano comprometido com suas origens e formação cultural.</p>
<p>No palco do País da Música, o protagonismo foi das mulheres. Isadora Melo, Isabela Moraes e Larissa Lisboa encantaram o público com suas vozes, composições e presença. Isadora apresentou o show “Festança”, com versões autorais e releituras de sucessos do pop e do forró, levando o público a cantar junto, dançar e se emocionar. Isabela, com mais de 20 anos de carreira, emocionou com canções sobre o amor, acompanhada de uma formação intimista, com sanfona e guitarra. Encerrando a noite e o festival, Larissa Lisboa mostrou por que é um dos nomes mais promissores da nova cena musical pernambucana, misturando forró e composições autorais com carisma e potência.</p>
<p>“Estou muito feliz, tocando pela primeira vez aqui em Bezerros. É um privilégio tocar minhas músicas aqui em uma cidade que eu não conhecia. Só tenho a agradecer!”, disse a cantora.</p>
<p>Países também agitaram o sábado (9)</p>
<p>No sábado (9), o festival já havia movimentado a cidade com apresentações que mesclaram e reverenciaram diferentes manifestações populares e musicais. A tarde começou com o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, grupo centenário de Nazaré da Mata, que levou para Serra Negra toda a força da sua batida e do colorido de seus personagens. O som ancestral ecoou com a força de um legado cultural que atravessa gerações.</p>
<p>“Ações como o Pernambuco Meu País mostram que a nossa cultura está sendo mais valorizada, integrando a programação de um evento que vem para enriquecer a nossa história e trazer as culturas de diversas localidades, como a nossa, a da Zona da Mata, para outros lugares. Aqui, tivemos a oportunidade de brincar, de trazer crianças, jovens e adultos &#8211; que ainda não conheciam Serra Negra e, agora, conhecem e assistem outras manifestações -, para se apresentarem”, comentou o porta-estandarte Josivaldo, mais conhecido pelo grupo como “Picolé”.</p>
<p>Em seguida, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, do Cabo de Santo Agostinho, subiu ao palco para apresentar sua mistura de coco de roda, zabumba e o som único do pífano. A apresentação teve ainda a participação especial de um trio de bacamarteiros, promovendo um encontro entre diferentes expressões populares. O momento mais emocionante veio com a execução do Hino de Pernambuco nos pífanos, encerrando a apresentação sob aplausos.</p>
<p>Fechando o País das Culturas Populares no sábado, o Afoxé Oxum Pandá encantou o público com uma apresentação de forte beleza cênica e espiritual. Fundado em 1995 nas ladeiras de Olinda e hoje radicado em Recife, o grupo trouxe o ritmo do Ijexá e reverenciou Oxum, orixá da fertilidade e do amor, com bailarinos vestidos de branco e dourado em uma performance carregada de axé.</p>
<p>À noite, no País da Música, Nika Macedo abriu os trabalhos com um forró pé de serra enérgico, misturando violão, triângulo e zabumba com uma levada envolvente. Em seguida, Gabi da Pele Preta e Revoredo emocionaram com o espetáculo “Encruzilhada Agreste”, um encontro poético e musical que homenageia o Agreste e suas raízes culturais, com canções autorais e releituras marcadas por resistência e identidade.</p>
<p>Fechando a noite de sábado, o cantor, compositor e instrumentista Luciano Magno trouxe um show que transita por diversos gêneros musicais. Em sua apresentação, homenageou grandes nomes da música pernambucana e destacou a pluralidade sonora que caracteriza sua carreira.</p>
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		<title>País da Música celebra a diversidade da música contemporânea no PE Meu País</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2025 01:40:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, Agreste de Pernambuco, no palco País da Música quem ditou o ritmo foram as novas vozes do cenário musical pernambucano. Nailson Vieira, Vitória do Pife e Bruna Alimonda foram os representantes de uma safra de ouro da música local. Cada um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, Agreste de Pernambuco, no palco País da Música quem ditou o ritmo foram as novas vozes do cenário musical pernambucano.</p>
<p>Nailson Vieira, Vitória do Pife e Bruna Alimonda foram os representantes de uma safra de ouro da música local. Cada um com seu estilo próprio, os jovens demonstraram o porquê de serem considerados uma geração de ouro da música pernambucana.</p>
<p>Nailson abriu os trabalhos com sua mistura pop de cultura popular, ritmos dançantes e a poesia da Mata Norte. O músico aqueceu o público do frio da Serra com seu gingado e o som forte do trombone.</p>
<p>“É uma alegria imensa em meio ao frio transmitir calor para o público daqui de Bezerros. Só tenho a agradecer o Governo do Estado por estar fomentando a cultura popular e por apresentar o nosso som pra quem não conhece ainda”, disse o músico de Nazaré da Mata.</p>
<p>Vitória do Pife entrou logo em seguida e ficou claro o motivo dela ser considerada um sopro de renovação na tradição do pífano, um dos principais símbolos da música feita em Caruaru. Com elementos pop e a valorização dos ritmos nordestinos, Vitória se mostrou segura e com uma presença de palco magnética.</p>
<p>A pifeira escolhou realizar um show de música autoral com canções que estarão em seu vindouro disco, planejado para outubro deste ano. “É uma maneira de testar as canções e ensaiar ao mesmo tempo”, riu Vitória. “Foi um privilégio tocar aqui nesse friozinho da serra e contar com o calor do público pra aquecer o fuá”, concluiu.</p>
<p>Por fim, Bruna Alimonda, cantora, compositora e atriz pernambucana bailou sobre o amor e seus devaneios, com repertório fundado em seu primeiro álbum solo Estado Febril. Capitaneado pelo single Me beija na rua, o show exibiu uma mescla de influências musicais que abrangem ritmos latino-americanos e a tradicional MPB, em conjunto com referências ao brega romântico recifense.</p>
<p>Bruna é compositora de muitas das canções do grupo que integra, Abacaxepa e em comum com Nailson e Vitória representa uma safra rica e fértil na cena musical pernambucana.</p>
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		<title>Segundo dia do Pernambuco Meu País celebra a riqueza cultural do Estado</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 12:33:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, será uma celebração da riqueza cultural de Pernambuco. No Palco Pernambuco Meu País, grandes shows demonstrarão a riqueza e a pluralidade da música brasileira e pernambucana, do agito da BaianaSystem a ancestralidade do Afoxé Alafin Oyó, passando pelo trap pop de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Serra Negra, distrito de Bezerros, será uma celebração da riqueza cultural de Pernambuco. No Palco Pernambuco Meu País, grandes shows demonstrarão a riqueza e a pluralidade da música brasileira e pernambucana, do agito da BaianaSystem a ancestralidade do Afoxé Alafin Oyó, passando pelo trap pop de Mago de Tarso.</p>
<p>Além disso, são mais de 10 polos e ações que movimentam os cantos do distrito, com cultura popular, artes visuais, circo, teatro, artesanato, economia criativa, gastronomia, Rede PE e outras expressões culturais e artísticas. Além disso, o Palco Pernambuco Meu País continua em Taquaritinga do Norte, no Festival Café Cultural.</p>
<p>É um dia todo de atividades, tem o País das Brincadeiras voltado às crianças com espetáculos infantis. Já para quem gosta de comer, o País da Cultura Alimentar traz experiências gastronômicas com o que há de melhor na nossa culinária. Quem curte um bom forró, o País das Matrizes do Forró está instalado no Mercado Municipal Barra Branca, a partir das 15 horas.</p>
<p>Os artistas que carregam a nossa identidade têm seu espaço garantido no País das Culturas Populares, montado ao lado da Igreja São Francisco Xavier. Ainda terá muita música nos Países das Matrizes do Forró e da Música. Também estará presente no festival o Rede PE, com serviços, formação e orientações de órgãos do Estado para o público do festival.</p>
<p>“É um dia inteiro com atividades, movimentando comércio, turismo e economia com a nossa cultura. Vamos tomar as ruas de Serra Negra com as diversas formas de arte que reinam em Pernambuco e aquecer o frio do distrito com o calor da nossa cultura popular. Ainda haverá representantes do que há de mais bonito na nossa música popular brasileira e, claro pernambucana”, disse a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
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		<title>Iza do Amparo celebra 40 anos em Olinda expondo série iniciada nos anos 70</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2025 13:47:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma dezena de obras geradas pela fertilidade criativa de Iza do Amparo está em exposição, até 22 de junho, a mostra “Artista-Menor Iza do Amparo: A Vida que se Desdobra em Mais Vida”, no Museu Regional de Olinda (Mureo). Ela encerra um ciclo de exposições que comemoram os 40 anos do Ateliê Iza do Amparo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Iza-do-Amparo-3-Foto-Catarina-Aragão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118182" alt="Iza do Amparo 3 - Foto Catarina Aragão" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Iza-do-Amparo-3-Foto-Catarina-Aragão-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Uma dezena de obras geradas pela fertilidade criativa de Iza do Amparo está em exposição, até 22 de junho, a mostra “Artista-Menor Iza do Amparo: A Vida que se Desdobra em Mais Vida”, no Museu Regional de Olinda (Mureo). Ela encerra um ciclo de exposições que comemoram os 40 anos do Ateliê Iza do Amparo, importante berço da Olinda dos ateliês artísticos, como o Sítio Histórico da cidade é hoje conhecido. Trata-se do projeto “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos”, realizado graças ao Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco.</p>
<p>As obras que Iza do Amparo vai expor são parte da série “Sistemas”, que consiste em trabalhos em que ela varia geometria e assimetria, algo que ela desenvolve desde o início da carreira, ainda na Bahia, na década de 70, antes de se estabelecer em Olinda. Algumas dessas obras pertencem ao acervo da Número Galeria, do marchand Eduardo Gaudêncio, de quem a artista é parceira desde 2015. A galeria também assina o projeto expográfico da mostra.</p>
<p>“Essa série marca a minha unidade como Maria Luiza [a pessoa, no registro] e Iza [a artista, na obra], e é também uma passagem: elas correram paralelas e juntas, tangenciando-se algumas vezes, distanciando-se em outras. Mas, a série me tirou a identidade única. Eu sou duas. E sou uma”, conta Iza do Amparo, que costuma dizer, ainda, que ela é a própria casa-ateliê que, em 2022, completou quatro décadas de portas abertas e constante fruição artística.</p>
<p>Nascida Maria Luiza Mendes Lins, na Fazenda São Bento, no município de Conde, Norte da Bahia, entre os dias 5 e 7 de setembro de 1946, Iza do Amparo chegou a Olinda em fevereiro de 1982, com o então companheiro, o artista Humberto Magno (1954-2021), e juntos fundaram a casa-ateliê. Era um momento efervescente nas artes plásticas em Pernambuco &#8211; especialmente, no Sítio Histórico de Olinda, onde estavam estabelecidas dezenas de ateliês.</p>
<p>Iza do Amparo e Humberto Magno, ao lado de nomes como Ismael Caldas, Jairo Arcoverde e Montez Magno, eram participantes de um grupo, que, nas palavras do artista Raul Córdula, “contestaram o status quo da elite da arte no Recife”.</p>
<p>Curadore de “Artista-Menor Iza do Amparo: A Vida Que Se Desdobra em Mais Vida”, Ana Gabriella Aires relaciona “os pequenos gestos” de Iza, os gestos cotidianos, como “colar, dobrar, pintar”, de improviso e repetição, com os quais esta “artista-menor” empreende suas obras, a um projeto de vida que contraria a ambição pelo maior, formado desde a infância da artista, vivida à beira do rio Itapicuru, na Bahia. Uma vida que, já ali, se desdobrava com o que se tinha à mão e com as próprias mãos, de forma concreta. Daí o verso do poema “Cão sem Plumas”, de João Cabral de Melo Neto, no título da mostra.</p>
<p><strong>40 anos de uma casa-ateliê</strong></p>
<p>Há mais de 40 anos, Iza do Amparo é matriarca de uma casa-ateliê onde em todo esse tempo seus moradores (se) criaram e (se) criam compartilhando experimentações artísticas. Uma casa também de portas abertas para a rua e lembrada por seus frequentadores como um lugar de acolhimento, fruição artística e referencial na vida cultural do Sítio Histórico de Olinda.</p>
<p>A celebração deste tempo — que, mais do que um bom punhado de anos, significa uma trajetória longeva de criação na convivência com os outros — se dá com o circuito “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos”, que estreou em julho de 2024, com a mostra “Artista-Cientista Paulo do Amparo: Das Manufeituras à Zoada do Teu Momento”.</p>
<p>Em outubro, o circuito deu continuidade com a mostra “Artista-Prática Catarina DeeJah — De Que País Vem Este Carnaval? Se o Oriente Nasce em Meu Quintal”. E em janeiro foi a vez de exibir “Artista-Reincidente Humberto Magno: Vestígios de Estranha Civilização” sobre o trabalho do artista com quem Iza do Amparo gestou e criou seus filhos e o ateliê — quando juntos chegaram a Olinda, em 1981.</p>
<p>Curadora do projeto, Ana Gabriella Aires enfatiza que este circuito é “uma oportunidade de conhecer ou rever Iza, Humberto, Paulo e Catarina em quatro exposições articuladas pelo que são eles de artistas-etcétera. E o quanto isso que, parece, sempre foram e vão juntos sendo, vai-se transformando pelo que conviveram ou convivem, família que são”.</p>
<p>Ela explica o nome do projeto: “Artista-etcétera, conceito emprestado do artista, escritor, curador e crítico Ricardo Basbaum, refere-se à situação do artista que ‘questiona a natureza e a função de seu papel como artista’ e que possui ‘fortes ligações com os circuitos locais em que estão inseridos’”.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
“Artista-Menor Iza do Amparo: A Vida que se Desdobra em Mais Vida”<br />
Visitação: até 22 de junho — de terça a quinta, das 14h às 16h; com monitoria de quinta a domingo, das 14h às 16h<br />
Onde: Museu Regional de Olinda — Rua do Amparo, 128, Sítio Histórico de Olinda</p>
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		<title>Nota de pesar: Luiz Carlos Melo dos Santos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 19:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento do artesão Luiz Carlos Melo dos Santos, 40 anos. Nascido em Caruaru, Luiz Carlos alcançou reconhecimento como artesão ao transformar sucata metálica em delicadas obras de arte. Começou sua história no artesanato [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_NotaDePesar_LuizCarlosMelo.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117599" alt="Secult_NotaDePesar_LuizCarlosMelo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_NotaDePesar_LuizCarlosMelo-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento do artesão Luiz Carlos Melo dos Santos, 40 anos.</p>
<p>Nascido em Caruaru, Luiz Carlos alcançou reconhecimento como artesão ao transformar sucata metálica em delicadas obras de arte. Começou sua história no artesanato em 2007, após participar de um curso de reciclagem de sucatas, onde descobriu sua habilidade para criar esculturas a partir de materiais reaproveitados.</p>
<p>Inicialmente, produzia pequenas peças de animais, como escorpiões, aranhas e formigas. Com o tempo, ampliou seu repertório para esculturas maiores e mais complexas, como cavalos, dragões e personagens inspirados na cultura nordestina, como cangaceiros e sanfoneiros.</p>
<p>Luiz Carlos participou de diversas edições da Fenearte, a maior feira de artesanato da América Latina, onde conquistou reconhecimento e prêmios, como o da Galeria de Reciclados. Suas obras também estão expostas permanentemente em instituições como o Museu do Barro, em Caruaru, o Museu da Sulanca, em Santa Cruz do Capibaribe, e o Museu do Tietê, em São Paulo.</p>
<p>O artista deixa um filho e um vasto legado de criatividade, eternizado nas centenas de esculturas que produziu. Luiz Carlos também sonhava em transformar seu espaço de trabalho em uma escola de arte para capacitar jovens da região.</p>
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		<title>“Tempo Bruto” resgata memória visual da cena artística pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao projeto “Tempo Bruto”, que será lançado oficialmente neste sábado, dia 12 de abril, a partir das 19h, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro, Recife. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, contemplado pelo Edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de Obras (Lei Paulo Gustavo), do Governo do Estado de Pernambuco, foi idealizado e tem coordenação geral de Irma Brown.</p>
<p>Mais de 350 fitas magnéticas (VHS, Super-VHS, Hi-8 e Mini-DV) foram digitalizadas em um minucioso processo técnico conduzido pelo restaurador audiovisual Tuka Maia (Deivison Antônio dos Santos). O resultado é um acervo audiovisual composto por imagens que documentam eventos culturais emblemáticos, performances artísticas, festas, espaços culturais e personagens que marcaram uma geração.</p>
<p>“Eu sempre tive muito contato com câmera desde criança, meu pai é fotógrafo até hoje. Mas crucial mesmo foi na época do grupo Molusco Lama e da produtora Telefone Colorido, no final dos anos 1990. Aí eu passei a meio que filmar tudo, como eu tenho também o hábito de fotografar muita coisa diferente e tal, dentro de alguns assuntos que se repetem, né? Salto alto, um inseto, uma farra, uma exposição, os assuntos meio que se repetem”, conta o artista que já fez inúmeras exposições coletivas e individuais em várias cidades do País.</p>
<p>Chegava a filmar por horas seguidas. “Mas foi aí que eu tive, tipo, também uma estafa de filmar, um abuso. Parei completamente em 2010. E aí, estou voltando com esse trabalho, que está sendo muito bom de fazer”.</p>
<p>O artista explica que a descoberta do conteúdo das fitas surpreendeu até ele próprio. “Não me lembrava de muita coisa que encontrei nessas gravações. Isso tudo é muito bom, porque são imagens de muitas épocas diferentes, pessoas presentes hoje e pessoas que já se foram, até crianças naquela época que hoje têm seus 40 anos. Está sendo um resgate muito interessante”.</p>
<p>A importância histórica desse acervo vai além do registro pessoal. Para Irma Brown, idealizadora e coordenadora do projeto, trata-se de um legado coletivo: “Fernando era como um cronista visual da cidade, antes das redes sociais. Ele já fazia algo parecido com o que hoje associamos a criadores de conteúdo, mas com um olhar artístico e autoral muito forte. São registros espontâneos, quase fotografias em movimento, que revelam a alma de uma época que poderia ter sido esquecida”, diz Irma que também é artista e que fundou, com Fernando, a Menor Casa de Olinda e a Galeria Maumau.</p>
<p>O acervo inclui eventos importantes da cena cultural independente pernambucana, como SPA das Artes, Festival de Inverno de Garanhuns, exposições no MAC de Olinda e no Museu Murillo La Greca, além de performances em espaços como a Menor Casa de Olinda e o Ateliê Submarino. Fernando também registrou bastidores e shows de bandas e artistas como Textículos de Mary, Backing Ballcats Barbis Vocal&#8217;s, Mundo Livre S.A., Cordel do Fogo Encantado e Jards Macalé. Também não faltam registros da boemia, dos bares e de figuras da noite do Recife e Olinda. Outro destaque vai para as gravações dos programas e comerciais da TV da época.</p>
<p>Para Irma, além do aspecto artístico, há um componente afetivo e histórico fundamental: “Resgatar esse material é preservar parte da memória da cidade, de seus artistas, seus espaços e suas transformações. O acervo mostra também a força dessa cena cultural antes da era digital, numa época em que quase ninguém estava preocupado em documentar sistematicamente”.</p>
<p>Além da exposição com as projeções audiovisuais e obras de Fernando Peres, o evento de sábado contará com gastronomia e bebidas especiais: delícias da Dhuzati, cervejas artesanais da Turvalina e caipirinhas preparadas por Mauricio Castro e equipe. A exposição também poderá ser conferida ao longo do mês de abril com agendamento pelo instagram da Galeria Maumau.</p>
<p>Serviço:</p>
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		<title>Fotobiografia de Naná Vasconcelos é lançada na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Naná Vasconcelos, o homem que fez do berimbau uma extensão do seu corpo, costumava se definir como “o Brasil que o Brasil não conhece.” Percussionista pernambucano de fama internacional, ele morreu em 9 de março de 2016 e era considerado um gênio da música. A notável trajetória do artista está pronta para ser descoberta pelos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116022" aria-labelledby="figcaption_attachment_116022" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Monica-Vendramini.jpg"><img class="size-large wp-image-116022" alt="Foto: Monica Vendramini" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Monica-Vendramini-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Naná Vasconcelos. Foto: Monica Vendramini</p></div>
<p dir="ltr">Naná Vasconcelos, o homem que fez do berimbau uma extensão do seu corpo, costumava se definir como “o Brasil que o Brasil não conhece.” Percussionista pernambucano de fama internacional, ele morreu em 9 de março de 2016 e era considerado um gênio da música. A notável trajetória do artista está pronta para ser descoberta pelos brasileiros na <em>Fotobiografia Naná: Do Recife para o Mundo</em>, organizada pelo designer e jornalista Augusto Lins Soares, que a Cepe Editora lança no dia 14 de fevereiro, às 19h, na Torre Malakoff, localizada no Bairro do Recife, no Centro, com apresentações musicais. É uma homenagem aos seus 80 anos de nascimento, transcorridos em 2 de agosto de 2024.</p>
<p dir="ltr">O livro tem 240 páginas e apresenta Juvenal de Holanda Vasconcelos em mais de 200 fotos de 50 fotógrafos, aproximadamente, numa linha do tempo desde Naná criança até o artista consagrado, vencedor de prêmio Grammy e eleito o melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana de jazz Downbeat, por nove vezes consecutivas, de 1983 a 1991. As imagens são intercaladas por textos biográficos com relatos de fases da vida de Naná, a partir das cidades onde ele viveu: Recife (a terra natal), Paris, Nova York e Recife de novo. Obras de arte criadas para o livro por 12 artistas com atuação em Pernambuco, num tributo ao músico, encerram a fotobiografia.</p>
<p dir="ltr">“Comecei a pesquisa em junho de 2023 e finalizei em outubro de 2024, minhas fontes são o acervo do artista, os bancos de imagens (públicos e privados) e os acervos dos fotógrafos brasileiros e estrangeiros”, declara Augusto Lins Soares. “Há várias imagens pertencentes a acervos privados que nunca foram publicadas ou são pouco divulgadas, como, por exemplo, Naná na Banda Municipal do Recife (atual Banda Sinfônica do Recife) nos anos 1960 e Naná tocando berimbau no Mercado Modelo, em Salvador (BA), na presença de Jorge Amado, nos anos 1980”, observa.</p>
<p dir="ltr">Na faceta americana, ele aparece tocando berimbau em seu “escritório”, o Washington Square Park, em Nova York, e num momento de folga com o gato de estimação. Da fase europeia, em Paris, Naná é flagrado em hora de lazer, brincando de esconde-esconde numa rua e num café com amigos. No Recife, é fotografado nas inesquecíveis e memoráveis noites de abertura do Carnaval, ao congregar batuqueiros de diversas nações de maracatu. O artista aparece ao lado de vários parceiros musicais, mostrando sua diversidade, como os norte-americanos Collin Walcott e Don Cherry (integrantes da banda Codona, com Naná), os brasileiros Egberto Gismonti, Geraldo Azevedo e Gal Costa, e o argentino Agustín Pereyra Lucena; e também em momentos com as filhas.</p>
<div id="attachment_116023" aria-labelledby="figcaption_attachment_116023" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Roberto-Msotti-Lelli-e-Masotti-Archivio.jpg"><img class="size-medium wp-image-116023" alt="Foto Roberto Msotti - Lelli e Masotti Archivio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Foto-Roberto-Msotti-Lelli-e-Masotti-Archivio-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Roberto Msotti &#8211; Lelli e Masotti Archivio</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Busco selecionar as imagens mais icônicas, impactantes, artísticas, reveladoras, históricas, inéditas, jornalísticas e sedutoras. Ou seja, imagens que contam ao leitor fatos importantes da vida da pessoa fotobiografada”, afirma Augusto Lins Soares, que lançou pela Cepe O Santo Revelado &#8211; Fotobiografia Dom Helder Camara, em 2019, e Sonia em Fotobiografia, dedicada à atriz Sonia Braga, em 2022. Nos textos do livro, ele destaca informações pouco conhecidas do público, como a participação do artista no curta-metragem Berimbau, de Toby Talbot (New Yorker Films, 1971), e a produção do disco Amazonas (Philips, 1973), feita pelo cantor e compositor Raimundo Fagner.</p>
<p dir="ltr">A história de Naná no documentário de Toby Talbot é narrada pelo professor de Etnomusicologia na Tulane University, Daniel B. Sharp, no artigo “Pop Star em Nova York”. O curta, segundo ele, “mostra como Naná transformou o berimbau, expandindo o seu papel tradicional de acompanhamento da capoeira e tornando-o um instrumento solista virtuoso por si só. As imagens de um jovem Naná tocando no filme nos deixam vislumbrar sua considerável habilidade com o berimbau, mesmo no início de sua carreira”, registra Daniel B. Sharp. A produção do disco Amazonas, o segundo álbum autoral de Naná, é detalhada pelo jornalista Renato Contente no texto “Avant-Garde em Paris.”</p>
<p dir="ltr">Para Patrícia Vasconcelos, viúva de Naná e mãe da filha caçula do músico, a fotobiografia é destinada a fãs, estudiosos e pessoas que não conhecem a obra do percussionista. “Achei a ideia fantástica por servir como uma ferramenta de pesquisa sobre a trajetória artística de Naná e necessária para deixar essa história acessível ao público interessado em saber mais sobre esse percurso musical que foi construído com tanto amor à música e muita genialidade. O resultado desse trabalho dará embasamento a outras ações que visem manter a memória e o legado de Naná vivos”, destaca Patrícia, que é curadora do legado do artista. “Presenciei e compartilhei momentos marcantes, como quando ele ganhou o Grammy Latino pelo álbum Sinfonia &amp; batuques”, relata em texto no livro. Ela e a filha, Luz Morena, vieram dos Estados Unidos, onde moram, especialmente para o lançamento do livro.</p>
<p dir="ltr">A dimensão humana e artística de Naná é revelada nas fotos de Deborah Feingold (capa e contra-capa), Lizzie Bravo, Luiz Fernando, Franklin Corrêa, acervo Naná Vasconcelos, acervo Sérgio Kyrillos, acervo Edy Star, Guy le Querrec, Claude Barouh/Acervo Merrie Robin Monroe e outros fotógrafos; nos textos de Augusto Lins Soares (apresentação), dos jornalistas Michelle de Assumpção, Renato Contente e José Teles, do professor Daniel B. Sharp, de Patrícia Vasconcelos e do cantor Milton Nascimento (depoimento publicado pelo Facebook no dia da morte de Naná) e nas obras de arte de Amanda de Souza, Derlon, Heloísa Marques, Jade Matos, Marcelo Silveira, entre outros. O livro tem patrocínio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).</p>
<p> <strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Lançamento da <em>Fotobiografia Naná:  Do Recife para o Mundo</em>, com apresentações do percussionista Gilú Amaral, do flautista e diretor musical César Michiles, da cantora Sumara Ramos e das batuqueiras do grupo olindense Ìyámassé málé -</strong> <em>dia 14 de fevereiro, às 19h, na Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife-PE). Preço do livro: R$ 100 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
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