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	<title>Portal Cultura PE &#187; artesã</title>
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		<title>Morre Mestra Luiza dos Tatus, ícone do Artesanato de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 18:37:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106039" aria-labelledby="figcaption_attachment_106039" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106039" alt="Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Luiza dos Tatus</p></div>
<p>É com uma tristeza avessa à alegria que Luiza dos Tatus irradiava que o Artesanato de Pernambuco lamenta a morte da mestra artesã, ocorrida nesta terça-feira (24), aos 64 anos de idade, devido a uma parada cardiorrespiratória, enquanto trabalhava, no Sítio Rodrigues, distrito de Água Fria, no município de Belo Jardim, Agreste pernambucano.<br />
Nascida Luiza Maria da Silva, em 6 de janeiro de 1959, Luiza dos Tatus ficou assim conhecida pelas representações em cerâmica de bichos da fauna de onde vivia &#8211; os tatus, sobretudo, mas também tartarugas, cobras, lagartixas e iguanas. O corpo da artesã é velado em sua residência e sepultado às 17h desta quarta-feira (25), no cemitério do distrito de Água Fria.<br />
Sua criação começou a se materializar no barro quando ainda era criança, aos 9 anos, como loiceira, herdeira de mulheres que por gerações preservam o ofício. Da fabricação de utilitários para os bichos que agora a eternizam, Luiza dos Tatus expandiu seu trabalho por orientação da artista Ana Veloso, em meados dos anos 2000, e então sua obra se espalhou.<br />
O talento de Luiza dos Tatus conquistou um reconhecimento sem fronteiras. E contribuiu para o desenvolvimento de sua família e de sua comunidade; também para a consolidação de Belo Jardim enquanto território criativo na arte cerâmica; e ainda para a sofisticação lúdica e plural do Artesanato de Pernambuco. Em 2020 recebeu o título de mestra.<br />
A 23ª Fenearte, realizada em julho deste ano, dedicou à Mestra Luiza dos Tatus um de seus vídeos. Com a graça e a ternura que acompanhavam seu talento ela contou que nutria o sonho de participar da feira até conseguir, em 2011, quando diz haver se sentido uma criança, perdida na imensidão do evento, mas encontrando-se: “Isso aqui [a Fenearte] fez eu me reconhecer. Eu não sabia o que era uma artesã. Não sabia se era a peça ou se era eu. Mas, graças a Deus, agora eu sei que sou eu a artesã e a artista das minhas peças&#8221;.<br />
“A morte de Mestra Luiza dos Tatus nos entristece muito, mas nos leva também a enaltecer sua existência e sua trajetória. Com os tatus a artesã nos conectou &#8211; e permanecerá a nos conectar &#8211; com nossa própria terra. O artesanato tem a especialidade de representar, com beleza e de forma singela, quem somos e o que é nosso. E Mestra Luiza contribuiu para isso com alegria, sensibilidade, talento e uma dedicação de mais de 50 anos. Sua obra não passará e nos impulsiona a fazer cada vez mais pelo Artesanato de Pernambuco”, diz Camila Bandeira, diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).<br />
Mestra Luiza dos Tatus agora cintila como um ícone perene do Artesanato de Pernambuco, da cultura e do povo pernambucano.</p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Maria Amélia da Silva</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 19:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/MARIAAMELIA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97235" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/MARIAAMELIA-490x486.jpg" width="490" height="486" /></a></p>
<p>É com profundo pesar e tristeza que comunicamos o falecimento de Maria Amélia da Silva, artesã, ceramista, mestra do barro, titulada em 2011 como Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Maria Amélia nasceu no município de Tracunhaém, Zona da Mata de Pernambuco, em 1924. Aos 8 anos de idade, e sob a influência de seu pai, o louceiro João Bezerra da Silva – conhecido como Mestre Didi &#8211; a artista se inspirava nas telas que figuravam santos católicos espalhadas pela feira livre do município, que veio a ser sua marca enquanto artesã.</p>
<p>Destacam-se as imagens de São João do Carneirinho, Nossa Senhora do Rosário, Rainha do Céu, São Francisco, Santa Luzia, São José e São Pedro. Com mantos pregueados, expressões faciais simples e comovedoras, suas peças medem de 50 a 70 centímetros, facilmente identificadas, constituem referência para o surgimento do artesanato em barro na cidade de Tracunhaém.</p>
<p>Com 98 anos, era a artista com mais tempo de atividade em nosso Estado. A Secretaria de Cultura de Pernambuco lamenta e manifesta solidariedade a todos os familiares, amigos e admiradores.</p>
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