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	<title>Portal Cultura PE &#187; ARTIGO</title>
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		<title>Artigo científico destrincha o Mapa Cultural de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 20:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[9º Fórum de Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[O Mapa Cultural de Pernambuco, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi tema de um artigo científico apresentado durante o 9º Fórum de Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco. O trabalho desenvolvido por Jéssica Miranda, assessora da Gerência de Planejamento da Secult-PE/Fundarpe, estabelece relação de importância da plataforma de mapeamento dos atores e ações de cultura com a análise [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi tema de um artigo científico apresentado durante o <a href="http://www.liber.ufpe.br/conferencias_dci/index.php/forumIX/IXForum" target="_blank"><strong>9º Fórum de Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco</strong></a>. O trabalho desenvolvido por Jéssica Miranda, assessora da Gerência de Planejamento da Secult-PE/Fundarpe, estabelece relação de importância da plataforma de mapeamento dos atores e ações de cultura com a análise e o levantamento de dados do setor em Pernambuco. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/PRODUCAO-E-USO-DA-INFORMAÇÃO-UMA-ANALISE-SOBRE-O-MAPA-CULTURAL-DE-PERNAMBUCO-AUTORIA-JESSICA-MIRANDA.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o texto na íntegra.</p>
<p>“Eu vinha observando o mapa e coletando dados sobre seu uso, pensando na produção e no uso das informações. Por isso, resolvi produzir o artigo”, explicou Jéssica Miranda, que apresentou o trabalho científico na semana passada, no evento que aconteceu no Departamento de Ciência da Informação da UFPE, onde ela estuda Biblioteconomia.</p>
<p>Segundo a autora do texto, o Mapa Cultural de Pernambuco tem importância fundamental para o setor de produção cultural de Pernambuco. “Essa é uma área ainda não muito explorada pela área de coleta e análise de dados. Esse é um tema muito demandado e o mapa é fundamental para suprir essa necessidade. O que vemos é que há muita coleta qualitativa em relação à cultura, mas a parte quantitativa fica muito restrita a alguns projetos. Além disso, a plataforma é uma ferramenta de democratização de acesso e criação de eventos para os profissionais da área”, avalia Jéssica.</p>
<p>&#8220;Este estudo é de pesquisa etnometodológica e faz uso de uma revisão bibliográfica sobre o tema Produção e Uso da Informação, com foco no uso e produção de informações culturais no contexto digital. Além disso, apresenta dados sobre os agentes cadastrados na plataforma e observa as interações do sistema, investigando a produção e disseminação de conteúdos culturais, bem como as estratégias de comunicação utilizadas para engajar e dialogar com seus usuários”, detalha Valentine Herold, coordenadora do Mapa.</p>
<div id="attachment_70124" aria-labelledby="figcaption_attachment_70124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/mapa-cultural-de-pernambuco-valentine-herold-foto-Rodrigo-Ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-70124" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/mapa-cultural-de-pernambuco-valentine-herold-foto-Rodrigo-Ramos-607x448.jpg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Coordenadora do Mapa Cultural de Pernambuco, Valentine Herold destaca a importância do artigo para potencializar os recursos e as ferramentas da plataforma</p></div>
<p><strong>MAPA CULTURAL DE PERNAMBUCO</strong><br />
Lançado em 2017, a plataforma digital colaborativa nasceu a partir da articulação nacional do então Ministério da Cultura (Minc), com desenvolvimento do Instituto Tim. A plataforma é livre, gratuita, colaborativa e está mapeando as iniciativas culturais de todo o Estado. Atrelado à Secretaria da Cultura do Estado do Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, o objetivo da plataforma é traçar, em conjunto, o cenário cultural pernambucano, considerando e permitindo o acesso às informações sobre eventos, programas, espaços e agentes culturais.</p>
<p>O sistema pode ser alimentado tanto pela população em geral, que se cadastra como agente de cultura (individual ou coletivo) e pode divulgar suas próprias programações, como pelo Governo do Estado e municípios, que inserem informações sobre os equipamentos culturais, programações oficiais, editais de fomento, entre outras ações.</p>
<p>Atualmente, conta com 4025 agentes cadastrados, 105 projetos e oportunidades disponíveis e 295 espaços listados, entre museus, teatros, cinemas, galerias, centros culturais, entre outros.</p>
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		<title>Artigo de Raimundo Carrero: A fragmentação do humano com estudantes de Salgueiro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 15:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>
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		<description><![CDATA[A “Fragmentação do Humano” é o título de um livro escrito pelo jornalista Marcelo Pereira, com programação gráfica e diagramação de Gisele Abad, produção de Andrea Mota, sobre a minha obra literária, com fotos de Roberta Guimarães. Este livro foi distribuído com os estudantes da Escola de Referência Urbano Gomes de Sá, quarta-feira passada, durante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58708 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a></p>
<p>A “Fragmentação do Humano” é o título de um livro escrito pelo jornalista Marcelo Pereira, com programação gráfica e diagramação de Gisele Abad, produção de Andrea Mota, sobre a minha obra literária, com fotos de Roberta Guimarães. Este livro foi distribuído com os estudantes da Escola de Referência Urbano Gomes de Sá, quarta-feira passada, durante debate que deu continuidade às comemorações dos meus 70 anos, em Salgueiro, cidade onde nasci, vivi a infância e a adolescência. Aprendi música, e onde conclui os meus primeiros estudos no Colégio Estadual, hoje Colégio Carlos Pena Filho.</p>
<p>Foi um debate estimulante e belo, promovido pela Fundarpe, sob a orientação da presidente Márcia Souto,  coordenação de Marcia Branco e equipe, com a participação da banda As Severinas, grupo dedicado ao forró de pé de serra, liderado por Isabella de São José do Belmonte, uma jovem professora com entusiasmo inegável pela literatura, pela música e pela juventude, a quem dedica sua melhor formação.</p>
<p>Os estudantes demonstraram muito entusiasmo sob orientação das professoras e me provocaram o tempo todo com perguntas e afirmações que tornaram o debate ainda mais quente. Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola. Pareceu-me um educandário-modelo, a partir do Governo estadual, com orientação do governador Paulo Câmara e dos secretários de Educação e de Cultura.</p>
<p>Os estudantes demonstraram, inclusive, preocupação com os destinos da literatura brasileira, perguntando sobre vários autores e seus livros. A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro. Vi, colado à parede, um cartaz, em que se anunciava a realização, para breve, de uma oficina de teatro com estímulo a atores e atrizes. E, naturalmente, para futuros dramaturgos, lembrando que a primeira coisa séria que escrevi foi uma peça de teatro sobre a história de Salgueiro, com a orientação da então professora Creuza Pereira, hoje deputada federal.</p>
<p>Sempre que vou a Salgueiro, independente de homenagens, fico entusiasmado, sobretudo na área educacional, onde percebo, com grande ênfase, a participação do Governo de Pernambuco, na gestão de Paulo Câmara. O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o elo entre a educação e a cultura.</p>
<p>Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula.</p>
<p><em>*Raimundo Carrero é escritor e jornalista, e participou na última quinta-feira (15) de uma edição do Outras Palavras na sua cidade natal</em></p>
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		<title>Artigo: Política Cultural, processo permanente de construção</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 19:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo do secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja &#160; Nos recentes debates sobre o financiamento da cultura, aspecto fundamental da política cultural &#8211; como de resto para qualquer política pública -, em meio a uma maioria de propostas que entram no debate e sugerem caminhos, surgiram algumas ideias que, no meu entendimento, podem ser consideradas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong><em>Artigo do secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<div id="attachment_32591" aria-labelledby="figcaption_attachment_32591" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Djair Freire</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/marcelino-3.jpg"><img class="size-full wp-image-32591" alt="Djair Freire" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/marcelino-3.jpg" width="239" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Secretário Marcelino Granja</p></div>
</div>
<div>
<p>Nos recentes debates sobre o financiamento da cultura, aspecto fundamental da política cultural &#8211; como de resto para qualquer política pública -, em meio a uma maioria de propostas que entram no debate e sugerem caminhos, surgiram algumas ideias que, no meu entendimento, podem ser consideradas como de negação do real.</p>
</div>
<p>Primeiramente, porque parecem negar a crise do capitalismo e seus reflexos sobre a gestão dos governos. As dificuldades do presente não passariam, então, da &#8220;falta de vontade política&#8221;.</p>
<p>Em segundo lugar, porque há uma mistura de todos os tipos de problemas, entre momentâneos e crônicos. É preciso analisar a história, perceber a evolução dos fenômenos e como os desafios estão sendo enfrentados hoje. Não há como negarmos o legado fundamentalmente positivo dos últimos dez/doze anos. O que precisamos é atualizar a pauta. Diante da crise &#8211; que é real, sim! &#8211; o desafio é garantir as conquistas e nos prepararmos para novo ciclo de crescimento que, mais dia, menos dia, virá!</p>
<p>E em terceiro, creio que devemos evitar argumentos que parecem querer confundir ou encerrar a discussão, não amadurecê-la. Aqui faço referência às ideias de que &#8220;não existe política cultural&#8221;, ou de que &#8220;o financiamento do Estado à cultura é baseado em parcerias privadas&#8221;, ou ainda de que &#8220;o entretenimento cultural é que pauta a política pública&#8221;. Nada disto é verdade!</p>
<p>Hoje, não existe recurso privado para a política cultural em curso no estado (não confundir com financiamento da cultura em geral). Assim como não é o entretenimento &#8211; que sempre existirá e o que devemos fazer é lutar pela sua qualidade de valores &#8211; que orienta esta política.</p>
<p>Dizer que falta política cultural hoje em Pernambuco é negar, por exemplo, o Funcultura, com apoio de R$ 40 milhões anuais à produção independente. É fechar os olhos para as Convocatórias do Ciclo Carnavalesco e do São João que, historicamente, têm garantido a presença da nossa cultura popular e a participação de uma esmagadora maioria dos artistas pernambucanos nas festividades.</p>
<p>Na minha opinião, compartilhar tais informações por tomá-las como verdade é negar conquistas importantes como o Prêmio Pernambuco de Literatura, os editais do Ciclo das Paixões, os novíssimos prêmios Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia e o Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação Cultural. É negar a instalação do novo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural e o processo em curso para eleição do igualmente novo Conselho de Políticas Culturais, ambas instâncias paritárias, de controle e participação social.</p>
<p>É não considerar o esforço que estamos fazendo na busca por alternativas de financiamento à cultura, como prova o debate em torno das mudanças do Sistema de Incentivo à Cultura. É desconsiderar ações estruturantes, que não são meros eventos, que deixam marcas na formação cultural da nossa gente, como o Festival de Cinema de Triunfo e o Festival de Inverno de Garanhuns, por exemplo.</p>
<p>É diminuir a enorme conquista que foi a aquisição, pelo Governo do Estado &#8211; em pleno cenário de crise financeira -, dos equipamentos digitais de som e projeção do Cinema São Luiz.</p>
<p>É negar ainda a política estadual de valorização dos nossos Patrimônios Vivos e a existência de uma agenda permanente de ocupação dos nossos equipamentos culturais, como a Torre Malakoff, o Teatro Arraial, a Casa da Cultura, o Museu do Trem, o Espaço Pasárgada e tantos outros espaços que seguem abertos aos moradores e turistas. Além, claro, de tantas outras ações governamentais que dialogam com as políticas de Cultura, como as ações da Cepe Editora, do Programa de Artesanato Pernambucano, do Cais do Sertão, entre outras.</p>
<p>Negar tudo isso é muito perigoso. Compreendemos a Cultura como um espaço de luta pelo progresso social. Desvalorizar o que temos, especialmente neste momento, é mais que uma tentativa de impingir uma visão negativista, é perder a oportunidade de unir as forças progressistas da sociedade num momento crucial da vida do Brasil. E isto, nós que tanto lutamos pela cultura brasileira, não podemos deixar acontecer.</p>
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		<title>Confira artigo do secretário estadual de Cultura sobre ampliação do SIC</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/confira-artigo-do-secretario-estadual-de-cultura-sobre-ampliacao-do-sic/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/confira-artigo-do-secretario-estadual-de-cultura-sobre-ampliacao-do-sic/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2015 14:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais parcerias para o Sistema de Incentivo à Cultura em Pernambuco Numa atitude corajosa, que demonstra seu compromisso com a Cultura, o Governo de Pernambuco propõe mais democracia e recursos para o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC). Nosso projeto de Lei fortalece o Funcultura e cria novas modalidades de financiamento, como o Mecenato, Microprojeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32593" aria-labelledby="figcaption_attachment_32593" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Djair Freire</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/marcelino-3.1.jpg"><img class="size-full wp-image-32593" alt="Djair Freire" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/marcelino-3.1.jpg" width="239" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Secretário Marcelino Granja</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center"><b><br />
Mais parcerias para o Sistema de Incentivo à Cultura em Pernambuco</b></p>
<p>Numa atitude corajosa, que demonstra seu compromisso com a Cultura, o Governo de Pernambuco propõe mais democracia e recursos para o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC). Nosso projeto de Lei fortalece o Funcultura e cria novas modalidades de financiamento, como o Mecenato, Microprojeto e o financiamento reembolsável, o CredCultura. O debate está aberto: deflagramos um ciclo de escutas com todos os segmentos culturais, no Recife, Caruaru, Serra Talhada e Petrolina. Já fizemos onze reuniões, que envolveu mais de 300 pessoas, entre produtores culturais, artistas, realizadores e fazedores de cultura. Já temos uma agenda de encontros também com empresas, contadores e gestores municipais e acadêmicos.</p>
<p>Disponibilizamos a minuta da Lei no<strong> <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/sugestoes-dos-fazedores-de-cultura-do-estado-melhoram-proposta-de-reformulacao-do-sic/" target="_blank">Portal Cultura.PE</a></strong> para colher sugestões. Já podemos aferir que a maioria dos produtores e artistas apoia este projeto que diversifica o SIC. Também garantimos que não ocorrerá retrocessos no Funcultura, por determinação expressa do Governador. Tenho explicado, nos encontros com a sociedade civil, que a demanda da produção independente por financiamento público para a cultura ultrapassa hoje os R$ 300 milhões anuais.</p>
<p>São demandas apresentadas nos projetos que concorrem ao próprio Funcultura (em torno de R$ 160 milhões anuais), os diretamente realizados pela Secult/Fundarpe, como Carnaval, Semana Santa, São João, FIG e demais festivais, além dos apoios que chegam diretamente, tanto na Secult/Fundarpe quanto em outros órgãos governamentais. O governo, claro, não consegue atender a esta demanda. É hora de fazermos mais parcerias.</p>
<p>Hoje, pelo Funcultura, financiamos a produção independente, em boa parte constituída de empresas culturais com fins lucrativos, principalmente no setor do Audiovisual, onde chega a 50% dos beneficiários. Também as pessoas físicas beneficiadas representam o interesse privado. Ora, se podemos repassar recursos públicos para empresários culturais com fins lucrativos, por que não podemos receber recursos de empresas de outros segmentos para auxiliar o Estado a financiar a produção cultural independente?</p>
<p>A produção cultural de Pernambuco é diversa, espalhada no Estado, composta por pequenos, médios e grandes projetos. Muitos com características que não atraem o interesse do patrocínio privado, já outros que podem atrair esse interesse,  especialmente pela associação de marca da incentivadora ao produto artístico, caso seja de interesse do produtor cultural. Assim, cabe a existência de uma política pública que seja capaz de estabelecer parcerias.</p>
<p>A política pública não pode excluir ninguém de ter a oportunidade de apoio! Por isso nosso Sistema deve ser diverso, com mecanismos que se complementem e atendam a todos os tipos de projetos culturais do Estado. E que seja capaz de buscar mais recursos, condição indispensável para o êxito de qualquer política pública! Nossa proposta estabelece controle social e de mérito sobre a escolha dos projetos, fiscalização sobre a liberação de recursos e contrapartidas adicionais das empresas financiadoras, não dedutíveis do ICMS, para o Funcultura e o CredCultura, aumentando os recursos públicos!</p>
<p>Essa é uma grande diferença do Mecenato da Lei Rouanet (atualmente em processo de revisão) para o Mecenato que está sendo proposto em Pernambuco, pois além disso, nossa proposta integra o Mecenato ao Sistema como um todo, inclusive fortalecendo o Funcultura.</p>
<p>O debate tem avançado muito bem, com sugestões que já estão sendo incorporadas à proposta, que já está na sua terceira versão. Conclamamos a todos e todas para debater a minuta do PL. Leiam, escrevam pra gente, participem das escutas. Essa é uma construção coletiva que só tende a melhorar a vida cultural dos pernambucanos.</p>
<p><strong>Marcelino Granja<br />
<em>Secretário de Cultura de Pernambuco</em></strong></p>
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