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	<title>Portal Cultura PE &#187; artista</title>
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		<title>José Paulo inaugura a mostra &#8220;Cidade Caiada&#8221; na Galeria Janete Costa</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 15:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista plástico José Paulo abre, nesta quinta-feira (28), às 19h, a exposição Cidade Caiada, na Galeria Janete Costa. Na mostra, que conta com o apoio da Galeria Amparo 60, o pernambucano aborda poeticamente as relações sociais e subjetivas que produzem reflexões sobre os modos e as maneiras de habitar, ver, sentir a cidade, nosso lugar de viver, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artista plástico José Paulo abre, nesta quinta-feira (28), às 19h, a exposição <em>Cidade Caiada</em>, na Galeria Janete Costa. Na mostra, que conta com o apoio da Galeria Amparo 60, o pernambucano aborda poeticamente as relações sociais e subjetivas que produzem reflexões sobre os modos e as maneiras de habitar, ver, sentir a cidade, nosso lugar de viver, na contemporaneidade. Para isso, Zé Paulo criou uma instalação utilizando várias peças de mobiliários de construção civil – bancos, mesas, armários, cavaletes, camas, lixeiras, birôs, escadas, entre outras. Esse conjunto de peças, que marcam a experiência comum de sociabilidade, sobretudo de homens, do mundo do trabalho foi adotado pelo artista.</p>
<p>A adoção desses “objetos” preserva intrinsecamente seu olhar atento para a cidade, que revela uma preocupação em relação ao ambiente urbano e a intensas modificações que esse espaço vem sofrendo por meio de ações de demolições e construções constantes e recorrentes. Outro dado a ser levado em consideração em relação ao processo de apropriação e ajuntamento dessas peças, que juntas formam uma coleção temática sobre um aspecto contemporâneo da vida nas grandes cidades brasileiras, é seu caráter universal, ou seja, são “peças” que podem ser encontradas em qualquer espaço urbano que abrigue dinâmicas urbanas. A coleção guarda em si subjetividades, memórias, tipos de relações específicas das sociabilidades e do trabalho marcadas por uma experiência efêmera. Além de serem objetos, individualmente, reconhecíveis em qualquer parte do mundo.</p>
<div id="attachment_25416" aria-labelledby="figcaption_attachment_25416" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Francisco Baccaro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1698.jpg"><img class="size-medium wp-image-25416 " alt="Francisco Baccaro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/IMG_1698-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista criou instalações na Janete Costa que refletem as maneiras de habitar, ver, sentir a cidade na atualidade</p></div>
<p>José Paulo, portanto não iniciou o trabalho ontem. Há tempos que o artista vem desenhando imaginariamente essa instalação que reunirá no espaço da Galeria Janete Costa todos os objetos já citados. Essas peças serão todas dispostas no espaço expositivo formando a configuração de um trecho de cidade. Serão todos caiados e dispostos tanto horizontalmente quanto verticalmente. Como se fosse uma maquete urbana. Os objetos, individualmente, são geométricos e o artista pretende “brincar” com essa configuração visual e “montar” uma instalação se valendo dessa natureza das peças.</p>
<p>Ao caiar todas as peças, há uma intenção em trazer à tona os vários significados do verbo caiar e de suas demais derivações conceituais. Estratégia poética que se vale do uso de palavras e fragmentos de textos como em seu trabalho Repetir, repetir, repetir, Quimera, entre outros, já presentes em seu repertório de produções. Caiar, verbo transitivo direto, pode ser usado como pintar com cal diluída em água, só ou misturada com cola e/ou tinta; branquear, encobrir, velar, disfarçar, mascarar. Dessa maneira o ato de cair às peças é simbólico e estético. Aponta para a renovação de algo, e, simultaneamente, para o ato de mascarar e velar também. Muitas camadas interpretativas estão latentes nessa experiência que José Paulo pretende fazer ancorar na Galeria Janete Costa.</p>
<p><strong>José Paulo</strong><br />
O artista é nascido em Recife, formado em arquitetura pela Universidade Federal de Pernambuco, e tem ao longo de sua trajetória artística trabalhos com diversas linguagens e poéticas. Dentre as linguagens que utiliza, estão a pintura, o desenho, a construção de objetos e esculturas em grandes formatos, além da aproximação com a fotografia e o vídeo, que se instalam no trabalho como articuladores nos processos de criação, mas cada vez com mais força como trabalhos visuais e imagens autônomas. O artista vem lançando mão do uso de alguns materiais como o ferro, o barro, a cerâmica que entram na realização dos trabalhos de maneira operacional, experimental e conceitual. Daí a realização de objetos/esculturas em grande formato que a essas materialidades.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição Cidade Caiada, de José Paulo<br />
Quando: de 28 de maio a 28 de junho<br />
Horário: Terça – grupos previamente agendados<br />
Quarta à sexta das 12h às 20h<br />
Sábados e domingos: 14h às 20h<br />
Onde: Galeria Janete Costa/Parque D. Lindu - Avenida Boa Viagem, s/n – Boa Viagem – Recife/PE<br />
Agendamento de visitas: <strong>educativojanetecosta@gmail.com</strong><br />
Tel.: (81) 3355-9831 ou 3355-9832</p>
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		<title>Livro Cartografia das Artes Plásticas no Recife dos anos 1980: Deslocamentos Poéticos e Experimentais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 17:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Editora Universitária UFPE]]></category>
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		<description><![CDATA[Título: Cartografia das Artes Plásticas no Recife dos anos 1980: Deslocamentos Poéticos e Experimentais Tipo de produto: Livro Classificação: Artes visuais. História da Arte Pernambucana Nome do proponente: Simone Ferreira Luizines Autora:  Joana D´arc de Sousa Lima Descrição: Escrito com graça e leveza, este livro nos leva de volta aos anos 1980. Eles não teriam constituído uma &#8220;década [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/capa_Cartografia-das-artes-plasticas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20692" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/capa_Cartografia-das-artes-plasticas-374x486.jpg" width="374" height="486" /></a></p>
<p><strong>Título: </strong>Cartografia das Artes Plásticas no Recife dos anos 1980: Deslocamentos Poéticos e Experimentais<strong><br />
</strong><strong>Tipo de produto: </strong>Livro<br />
<strong> Classificação:</strong> Artes visuais.<strong> </strong>História da Arte Pernambucana<br />
<strong> Nome do proponente: </strong>Simone Ferreira Luizines<br />
<strong> Autora:  </strong>Joana D´arc de Sousa Lima<br />
<strong> Descrição: </strong>Escrito com graça e leveza, este livro nos leva de volta aos anos 1980. Eles não teriam constituído uma &#8220;década perdida&#8221;, como se tornou usual tratá-los, mas sim um tempo de experimentações e liberdade, no reencontro da sociedade brasileira com a democracia. Isso valeria particularmente para o campo das artes plásticas no Recife, sobre o qual a obra se debruça. Ali floresceram ateliês, grupos artísticos e atividades coletivas, costuradas por relações de amizade, com espaço para atividades diferenciadas e criativas num momento em que as artes ainda não estavam plenamente engolfadas pela lógica do mercado e do espetáculo. Com base em extensa pesquisa documental e 44 entrevistas realizadas com artistas do período, a autora retoma o fio da memória da &#8220;geração 80&#8243; que não poderia ser reduzida, nas artes plásticas, ao &#8220;retorno a pintura&#8221;, em suposta oposição às artes da década de 1970. Três grupos receberam atenção especial: Carasparanambuco, Formiga Sabe que Roça Come e Quarta Zona de Arte, mas o livro ilumina toda a cena multifacetada das artes no Recife, em seus aspectos simultaneamente históricos, culturais e políticos. O olhar atento sobre o local, contudo, não ignora suas ligações com o restante do país, destacando-se por exemplo a influência da obra do carioca Hélio Oiticica tanto sobre os &#8220;estabelecidos&#8221; como sobre os &#8220;outsiders&#8221; pernambucanos.  Ao esboçar uma &#8220;cartografia das artes pláticas no Recife&#8221;, a autora não deixa de fazer ao mesmo tempo um painel das tendências das artes plásticas e da crítica de arte brasileira nos anos 1980, que demonstra terem sido muito mais diversificadas do que restringe o período à &#8220;revitalização da pintura&#8221;. Em suma, a obra é fundamental não apenas para os especialistas em artes, mas também para todos os interessados na transição à democracia no Brasil. A autora analisa com talento e sensibilidade um momento de &#8220;passagem&#8221;, evidenciando as conexões históricas entre as artes e a sociedade.<br />
<strong>Ano de lançamento: </strong>2014<br />
<strong>Edição: </strong>1ª<strong><br />
</strong><strong>Editora: </strong>Universitária UFPE<strong><br />
</strong><strong>Preço (R$): </strong>R$ 40,00<strong><br />
</strong><strong>Locais de venda:  </strong>Livraria da Jaqueira (R. Antenor Navarro, 138 &#8211; Jaqueira, Recife &#8211; PE, 52050-010. Telefone: (81) 3265-9455) e Livraria Cultura (shopping Paço Alfândega - Rua Madre de Deus, s/n, Recife &#8211; 50030-110. Recife &#8211; PE).<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
</em></em></em><strong>Tiragem: </strong>1.300<br />
<strong>Distribuição gratuita: </strong>950 exemplares destinados a bibliotecas, museus, universidades, centros culturais. Interessados em obter o livro gratuitamente devem entrar em contato com direto com a autora ou produtora.<strong><br />
</strong><strong>Contatos: </strong>Joana D’Arc de Sousa Lima (Autora) &#8211; <a href="mailto:joanasoleil@hotmail.com">joanasoleil@hotmail.com</a> / 81 3223-0074<br />
Simone Ferreira Luizines (Produtora) &#8211; simoneluizines@hotmail.com</p>
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		<title>Galeria Maumau oferece laboratórios de gibi e jardinagem</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2014 19:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Galeria Maumau está com novas atividades neste mês de agosto. No projeto &#8220;Laboratório Maumau&#8221; são realizadas oficinas de experimentação. Já o edital “Lançamento de artista” selecionará jovens artistas que desejem expor pela primeira vez. Estão abertas até sexta-feira (22) as inscrições para  a oficina &#8220;Gibi de Parede&#8221;, com orientação de Raul Souza e Celso Hartkop. O laboratório [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/cartaz_04_oficina.jpg"><img class=" wp-image-12473 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/cartaz_04_oficina-343x486.jpg" width="240" height="340" /></a>A Galeria Maumau está com novas atividades neste mês de agosto. No projeto &#8220;Laboratório Maumau&#8221; são realizadas oficinas de experimentação. Já o edital “Lançamento de artista” selecionará jovens artistas que desejem expor pela primeira vez. Estão abertas até sexta-feira (22) as inscrições para  a oficina &#8220;Gibi de Parede&#8221;, com orientação de Raul Souza e Celso Hartkop. O laboratório irá incentivar a criação de quadrinhos em formato de cartaz, sem o uso de ferramentas digitais. O laboratório de “Alopração e Jardinagem”, com Fernando Peres, recebe inscrições até 05 de setembro. As aulas serão no próprio espaço físico da Maumau para a experimentação de técnicas criativas de ambientação, mobiliário expositivo, paisagismo, iluminação e comunicação. A Galeria Maumau tem projeto incentivado pelo Funcultura, com programação voltada para a manutenção do ateliê e a criação de site.</p>
<p>O edital “Lançamento de artista” irá selecionar dois artistas iniciantes, que desejem realizar exposição na Galeria Maumau. A equipe do espaço de arte e experimentação irá produzir, montar e divulgar as exposições dos artistas selecionados. A idéia é estimular o artista independente a fazer sua primeira exposição sendo agente ativo, acompanhando e conhecendo o processo do início ao final. Os interessados devem se inscrever até 26 de agosto.</p>
<p>As atividades do Laboratório Maumau  foram iniciadas no dia 11 de agosto com o laboratório “Quase Marcenaria”, com Leila Figueiredo e Romildo Roma. Nesta terça-feira (19), o artista Mauricio Castro inicia a oficina “Panelas de Luz”, na qual panelas, canecos, cuscuzeiras e demais utensílios de cozinha serão os ingredientes de uma receita para construção de instrumentos de iluminação.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Galeria Maumau</strong><br />
<strong>Inscrições gratuitas:</strong> galeriamaumau@gmail.com<br />
<strong>Informações: <a href="http://maumaugaleria.blogspot.com.br/" target="_blank">http://maumaugaleria.blogspot.com.br/</a></strong></p>
<p><strong>Gibi de Parede, com Raul Souza e Celso Hartkop</strong><br />
Criação de quadrinhos em formato de cartaz, sem o uso de ferramentas digitais<br />
<strong>Dias:</strong> De 01 a 05 de setembro. 14h as 18h<br />
<strong>Inscrições até 22 de agosto.</strong></p>
<p><strong>Alopração e Jardinagem, com Fernando Peres</strong><br />
Laboratório de alopração e paisagismo de quintal.<br />
<strong>Dias:</strong> 15, 16,19, 22 e 23 de setembro das 14h as 18h.<br />
<strong>Inscrições até 05 de setembro.</strong></p>
<p><strong>Lançamento de artista</strong><br />
Edital para seleção de 2 artistas iniciantes. O coletivo Maumau irá produzir, montar e divulgar a primeira exposição individual de cada artista contemplado.<br />
<strong>Inscrições até 26 de setembro.</strong></p>
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