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	<title>Portal Cultura PE &#187; artistas</title>
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		<title>Governo de Pernambuco abre inscrições para os Ciclos Carnavalesco e Junino de Pernambuco 2026 (CAJU)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:13:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120814" aria-labelledby="figcaption_attachment_120814" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120814" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), anuncia a abertura das inscrições para a seleção de propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor as programações dos festejos dos Ciclos Carnavalesco e Junino de Pernambuco 2026 (CAJU). A convocatória disponibiliza submissões a partir desta quinta-feira (16), seguindo até as 16h59 do dia 14 de novembro, por meio do <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2807/#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
<p dir="ltr">“Estar na linha de frente da valorização da nossa cultura popular é um compromisso do Governo de Pernambuco. E é com esse espírito que realizamos mais uma ação conjunta, que fortalece a formação dos nossos ciclos festivos, como o Carnaval e o São João. O ‘CAJU’ propõe uma construção coletiva, abrindo caminhos e facilitando a participação de artistas, grupos e agremiações de todo o estado, com menos burocracia e mais acesso. É assim que a gente apoia, chega junto e movimenta a economia criativa em praticamente todos os municípios pernambucanos”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">A convocatória é voltada à seleção de propostas artísticas para compor as programações dos festejos carnavalescos e juninos realizados ou apoiados pelo Governo do Estado, que buscam fortalecer, difundir e valorizar a produção cultural local. “A iniciativa integrada visa ampliar o acesso da população a diferentes linguagens culturais, além de fomentar trocas efetivas entre artistas, comunidades e saberes, incentivando a circulação de agentes culturais em diversos territórios de Pernambuco”, explica a diretora de Ações Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">O edital contempla artistas individuais, grupos, bandas, trios, coletivos e companhias, desde que seus representantes estejam devidamente habilitados. Podem participar Pessoas Físicas com mais de 18 anos, naturais de Pernambuco ou domiciliadas no estado há pelo menos um ano; Pessoas Físicas que possuam o título de Cidadania Pernambucana concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe); Microempreendedores Individuais (MEIs) com Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE) compatível com a proposta inscrita; além de Pessoas Jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, desde que possuam natureza cultural e atue em áreas como produção musical, agenciamento artístico ou segmentos afins.</p>
<div id="attachment_120815" aria-labelledby="figcaption_attachment_120815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120815" alt="A convocatória objetiva selecionar propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor a programação dos festejos de Carnaval e São João do próximo ano I Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A convocatória objetiva selecionar propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé-de-serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor a programação dos festejos de Carnaval e São João do próximo ano I Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Refletindo a riqueza e diversidade dos ciclos festivos de Pernambuco, as categorias artísticas propostas pelo processo se dividem em dois blocos: para o Carnaval, serão selecionadas propostas nas áreas de Culturas Populares de Tradição Carnavalesca, Culturas Populares Diversas, Orquestras (de palco, de sopro e de frevo), Dança de Tradição Carnavalesca, Música de Difusão de Repertório Carnavalesco e Outros gêneros musicais. Já no ciclo junino, as categorias incluem Culturas Populares de Tradição Junina, Culturas Populares Diversas, Música de Difusão de Repertório Junino, Trios Pé-de-Serra, Quadrilha Junina e Outros gêneros musicais.</p>
<p dir="ltr">As propostas deverão ser inscritas exclusivamente por meio da plataforma Mapa Cultural de Pernambuco, mediante o cadastro do proponente como Agente Individual — mesmo no caso de propostas coletivas. Com isso, apenas inscrições vinculadas a perfis individuais serão aceitas, independentemente da natureza da proposta apresentada. Para os casos de dúvidas ou problemas técnicos com a plataforma, o suporte será prestado exclusivamente por meio do WhatsApp (81) 3184-3018 e pelo e-mail <a href="mailto:contato.mapacultural@secult.pe.gov.br">contato.mapacultural@secult.pe.gov.br</a>,  de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h. Já sobre informações, dúvidas e outros esclarecimentos sobre a documentação exigida, os contatos podem ser feitos pelo e-mail <a href="mailto:contactacaofundarpe@gmail.com">contactacaofundarpe@gmail.com</a>, e o telefone (81) 3184-3015, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
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		<title>“Trupe Pernambuco Meu País” ganha as ruas de Salgueiro e anuncia a chegada do festival itinerante na cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 04:11:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119192" aria-labelledby="figcaption_attachment_119192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119192" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-01-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“Amanhã é festa, mas hoje já tem magia!” – Este foi o lema que anunciou a chegada do Festival Pernambuco Meu País 2025 no primeiro município-sede desta edição: Salgueiro.  A largada foi dada nesta quinta-feira (24), por um arrastão cultural promovido pela “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganhou as principais vias da cidade, levando música, cor e alegria para todos os públicos. Em um cortejo de mais de duas horas de duração, artistas de linguagens como circo, dança, teatro, música e poesia fizeram o prenúncio da imersão cultural e da celebração ao orgulho pernambucano dos próximos dias.</p>
<p dir="ltr">“A Trupe chegou nesta segunda edição do festival sendo uma novidade para a cidade de Salgueiro, que também é uma novidade no nosso circuito, recebendo o evento pela primeira vez. Com toda esta celebração de estreias, diversos artistas saíram no dia que antecede a abertura do festival, fazendo com que a população entrasse no universo imaginário e sentisse um pouco do gostinho do que vai ser viver todo o Festival Pernambuco Meu País”, explicou a diretora de Ações Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Com concentração e saída marcados em um dos principais pontos do município, a Roda do Prefeito (Girador do Prado), na Avenida Antônio Angelim, ao final da tarde, diversos artistas já se preparavam &#8211; ao ar livre, em seus camarins móveis -, fazendo os últimos ajustes de maquiagem, figurino e som para a saída oficial. Performances convidativas já chamavam a atenção dos passantes, ao som dos ritmos tradicionais do Estado, como o frevo, maracatu, coco e mais. Toda a trilha do espetáculo foi amplificada e abrilhantada pelo Som na Rural, projeto itinerante, já conhecido no Estado, por circular transformando espaços públicos em cenários culturais.</p>
<div id="attachment_119194" aria-labelledby="figcaption_attachment_119194" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-02.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119194" alt="Ainda na concentração, a “Trupe Pernambuco Meu País” fez os últimos ajustes de figurino e maquiagem ao ar livre, em seus camarins móveis " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-02-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ainda na concentração, a “Trupe Pernambuco Meu País” fez os últimos ajustes de figurino e maquiagem ao ar livre, em seus camarins móveis</p></div>
<p dir="ltr">Por volta das 17h, foi a hora do show começar no palco mais democrático de todos – a rua. Puxados por performances dos artistas Charlene dos Santos e Guilherme Milleron, as atrações Orí Cia de Dança, Trupe Vivarte e os Pernaltas da Trupe, da ASSARTI, foram tomando a cidade. Fazendo pausas estratégicas de interação com o público, incluindo acrobacias e inserção de pirotecnias, ao longo do percurso, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival. A parada final se deu na altura do Museu do Couro, espaço que também sediará polos culturais durante o evento.</p>
<p dir="ltr">Para a aposentada Socorro Dantas, moradora do município há mais de 30 anos, o cortejo marca uma nova inserção das artes na cidade. “É uma ação muito bonita, uma novidade que nós não tínhamos em Salgueiro, e que nós devemos prestigiar, por ser um desfile que traz cultura, grandeza, e só enriquece o município e o Estado como um todo. Aqui, na nossa cidade, nós nos sentimos muito privilegiados em assistir a um espetáculo como este”, ressaltou.</p>
<div id="attachment_119195" aria-labelledby="figcaption_attachment_119195" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119195" alt="Fazendo acrobacias e inserindo pirotecnias ao espetáculo, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fazendo acrobacias e inserindo pirotecnias ao espetáculo, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Segundo o coordenador de Atividades Culturais da Fundarpe, Ary Valença, responsável pela curadoria e direção do projeto, a estreia da Trupe marcou um pontapé do festival em clima de felicidade coletiva. “Estamos ascendidos e muito aquecidos, inclusive para os próximos que virão, com a receptividade do público, que, como prometido, participou inteiramente do espetáculo, de forma emocionante, participativa e muito festiva, assim como o povo de Pernambuco. Fomos recebidos de braços abertos por Salgueiro e assim contamos que seja com as outras cidades que vamos percorrer”, vibrou.</p>
<p dir="ltr">A “Trupe Pernambuco Meu País” segue pelos municípios-sedes do festival: Buíque (31/07), Bezerros (7/08), Pesqueira (14/08), Gravatá (21/08), Arcoverde (28/08) e finaliza em Caruaru (4/09). Mais informações sobre os desfiles e a cobertura pelos municípios-sedes poderão ser encontradas no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a> e pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Exposição Bois de Vitalino abre as portas para visitação</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 15:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Card-Vernissage-Bois-de-Vitalino1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117519" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Card-Vernissage-Bois-de-Vitalino1-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Terá início hoje (24), a partir das 19h30, a exposição Bois de Vitalino, que revisita e homenageia o legado do Mestre Vitalino &#8211; considerado um dos maiores artistas da história da arte do barro no Brasil, na Casa da Mulher Artesã, no Alto do Moura, em Caruaru. Na ocasião, será realizada a Vernissage, que contará com a presença dos artistas participantes, equipe e convidados. A atividade cultural, incentivada pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco &#8211; Funcultura, seguirá aberta para visitação gratuita até o dia 31 de maio.</p>
<p dir="ltr">A exposição Bois de Vitalino é composta por 10 esculturas em cerâmica, réplicas da tradicional obra de Mestre Vitalino, desenvolvidas pelo seu neto, Emanuel Vitalino, e customizadas por artistas pernambucanos do Agreste Central:  Anderson Castanha, com a obra Africanizar; Clécio Lacerda, com a obra Vida Vitalina; Dan, com Boi Colorido; Djhou Letter, com Do Barro ao Contemporâneo; Emilly Monteiro, com Festejo Vitalino; Helô Germany, com Boi Vital; Marcílio Carvalho, com A Alma do Boi; Maria das Nuvens, com Sob os Olhos de Vó; Osmar Jorge, com Boi Sol Fulô; e Sandro Lima, com O Boi Voador do Sonhador Menino Vitalino.</p>
<p dir="ltr">O idealizador e produtor Evandro Lunardo afirma que esta é uma celebração que presenteia o público com expressões artísticas potentes do Agreste pernambucano. “Depois de várias etapas construtivas na iniciativa, vamos fazer essa linda homenagem ao Mestre Vitalino de Caruaru. A exposição Bois de Vitalino se conecta com o seu legado e promove um diálogo entre as artes visuais tradicionais e contemporâneas”, destaca.</p>
<p dir="ltr">Na perspectiva da democratização das artes e da fruição artística para todos, Bois de Vitalino ainda conta com audiodescrição das 10 obras, buscando se tornar acessível, também, para o público de pessoas com deficiência visual</p>
<p dir="ltr">Este é um projeto da Lunardo Produções Artísticas, incentivado pelo Governo de Pernambuco, e também conta com apoio da Prefeitura de Caruaru, através da Fundação de Cultura, e da Circullus.</p>
<p dir="ltr"><strong>Seleção</strong></p>
<p dir="ltr">Os 10 trabalhos que compõem Bois de Vitalino foram selecionados num universo de 40 propostas, pelo curador e expografista da exposição, Humberto Botão. Através de chamamento público, artistas de cidades do Agreste Central interessados em participar enviaram suas propostas, que foram selecionadas através de análise técnica, artística e conceitual.</p>
<p dir="ltr">“É uma alegria ver materializar-se as propostas que selecionamos. Como já disse anteriormente, a seleção foi um processo difícil, diante da alta qualidade do que foi apresentado. No entanto, o resultado entregue é ainda mais impactante! Sem dúvida, essa é uma exposição de revisita o legado de Mestre Vitalino, mas quem também contribui com o que está por vir, com a contemporaneidade da produção artística pernambucana”, assegura o curador, Humberto Botão.</p>
<p dir="ltr"><strong>Educativo</strong></p>
<p dir="ltr">Além do viés artístico, a exposição também possui um recorte educacional. Além das visitas mediadas, que serão guiadas pela equipe da mediação educativa, ainda serão realizadas quatro palestras com temáticas culturais, em formato presencial, sempre aos sábados, das 15h às 18h, na Casa da Mulher Artesã, com entrada gratuita.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>Confira a programação:</em></strong></p>
<p dir="ltr">• 03 de maio: Curadoria e Expografia para Artesanato e Artes Visuais, com o curador Humberto Botão;</p>
<p dir="ltr">• 10 de maio: Comunicação e Divulgação de Projetos Culturais, com a assessora de imprensa Amanda Nascimento;</p>
<p dir="ltr">• 25 de maio: Produção e Gestão Cultural na linguagem de Artesanato, com o produtor cultural Evandro Lunardo;</p>
<p dir="ltr">• 31 de maio: Bois de Vitalino, com o ceramista Emanuel Vitalino.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição Bois de Vitalino</strong></p>
<p dir="ltr">24 de abril até 31 de maio de 2025</p>
<p dir="ltr">Casa da Mulher Artesã – Av. Almerindo Lins da Veiga Pessoa &#8211; Alto do Moura, Caruaru &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><em>Entrada gratuita</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>“Revinda”: Espetáculo de dança retrata dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 18:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117479" alt="Foto: Filipe Gondim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rebeca-Gondim-crédito-foto-6-Filipe-Gondim_batcheditor_fotor-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A dor de uma mulher negra diante da perda do filho está no centro do espetáculo “Revinda”, nova criação da passista de frevo, pesquisadora e professora de dança pernambucana, Rebeca Gondim. O projeto, que reúne dança, música e poesia para retratar dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico do país, tem estreia marcada para o próximo sábado (26), na praça da UR-06, bairro do Ibura, no Recife, às 17h30, e segue em circulação por seis bairros da periferia da cidade até o fim de maio.</p>
<p dir="ltr">O nome do espetáculo, que significa “regresso ao ponto de onde partiu”, diz muito sobre o próprio projeto, que começou a nascer em 2015, como uma performance de dez minutos com o título de &#8220;Terezinha&#8221;, homenagem a Tereza Maria da Conceição, a mulher que teve o filho morto pela polícia enquanto brincava na frente de casa, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Em 2019, &#8220;Terezinha&#8221; amadureceu e se transformou no espetáculo &#8220;Revinda&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Cinco anos depois, &#8211; incentivado pelo Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura e pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura &#8211; PNAB Recife &#8211; o projeto regressa às origens, na rua, cercado de gente por todos os lados. Para a idealizadora, Rebeca Gondim, a nova versão reflete as mudanças e os aprendizados da artista, adquiridos no período pandêmico, entre eles a necessidade de “se aquilombar”.</p>
<p dir="ltr">“Em Terezinha eu estava só em cena. E nessa volta agora eu busquei a força que vem do coletivo. Trouxe meu irmão, Filipe Gondim, que veio com o trabalho visual, a fotografia e a poesia que eu recito em cena. Convidei artistas que me inspiram, trouxe meus pais para os laboratórios de criação, Léo Bulhões, grande amigo que fez a trilha sonora da versão audiovisual, entre tantas pessoas próximas, que vieram formar essa encruzilhada de histórias comigo chamada Revinda”, conta a artista.</p>
<p dir="ltr">Com direção e preparação corporal de Maria Agrelli, “Revinda” ainda busca valorizar a produção cultural local, tendo artistas das próprias comunidades convidados, promovendo uma confluência de narrativas, histórias e sonhos, que resulta num novo espetáculo a cada apresentação. Para a estreia, participarão nomes como Lua Maria, cantora e percussionista, Daniel Semsobrenome, dançarino, e Pajé IB, multiartista do movimento hip-hop local.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação itinerante</strong></p>
<p dir="ltr">No próximo dia 03 de maio, o espetáculo sob o Morro da Conceição. Já no dia 10 de maio,  chega em Água Fria e segue nos dias 17, 24 e 31/05, respectivamente, para o Alto Santa Terezinha, Bomba do Hemetério e Beberibe. Todas as apresentações serão gratuitas, sempre às 17h30, com acessibilidade em Libras. Mais detalhes sobre a programação estão disponíveis através do <a href="https://www.instagram.com/rebecagondim__/">link</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>Confira a ficha técnica:</em></strong></p>
<p dir="ltr">Criação e direção: Rebeca Gondim e Maria Agrelli</p>
<p dir="ltr">Trilha sonora: DJ Phino e Léo Bulhões</p>
<p dir="ltr">Luz: João Guilherme de Paula</p>
<p dir="ltr">Percussão: Bárbara Regina</p>
<p dir="ltr">Comunicação visual: Filipe Gondim e Laura Morgado</p>
<p dir="ltr">Produção: Júnior Melo e Renata Teles</p>
<p dir="ltr">Interpretação de Libras: Joselma Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO: </strong></p>
<p dir="ltr"><strong>“Revinda”</strong></p>
<p dir="ltr">26 de abril – SÁBADO, às 17h30, no Ibura (Praça da UR-06) – <em><strong>ESTREIA </strong></em></p>
<p dir="ltr">(Sábados de maio no Morro da Conceição, Água Fria, Bomba do Hemetério, Alto Santa Terezinha, Beberibe no mesmo horário)</p>
<p dir="ltr"><em>Acessibilidade em Libras</em></p>
<p dir="ltr"><em>Classificação: <strong>Livre</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Convocatória dos Ciclos Carnavalesco e Junino 2025 chegam ao resultado final</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 20:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114918" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), divulgou, nesta sexta-feira (10), o resultado final da Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025.</p>
<p>Confira <a title="Resultado final" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Resultado-Final-Convocat%C3%B3ria-para-os-Ciclos-Carnavalesco-e-Junino-2025.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado final.</p>
<p>Confira <a title="Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-do-ciclo-carnavalesco-e-ciclo-junino-de-pernambuco-2025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital.</p>
<p>A Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025 recebeu ao todo 2.325 inscrições válidas de artistas, grupos culturais e fazedores de cultura em geral. Desse total, 1.190 propostas foram habilitadas e 1 mil foram consideradas inabilitadas.</p>
<p>Depois da divulgação do resultado preliminar, na fase de recurso foram recebidos 827 pedidos de revisão dos quais 710 foram julgados deferidos e apenas 117 foram indeferidos.</p>
<p>Após a análise dos recursos, a convocatória obteve 1.911 propostas habilitadas e 398 inabilitadas. Entre as habilitadas, 326 propostas foram inscritas para o Ciclo Carnavalesco, 205 para o Ciclo Junino e 1.380 para os ambos os ciclos.</p>
<p>O edital tem o objetivo de promover a valorização e o fortalecimento da cultura pernambucana nas 12 Microrregiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, por meio da habilitação de propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé de serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor as programações dos festejos carnavalescos e juninos.</p>
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		<title>Grande maioria dos recursos na Convocatória dos Ciclos Carnavalesco e Junino é deferida</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grande-maioria-dos-recursos-na-convocatoria-dos-ciclos-carnavalesco-e-junino-e-deferida/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 21:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114918" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), tornou público, nesta segunda-feira (6) o resultado após a análise do recurso da Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025.</p>
<p>Confira <a title="Resultado após a análise do recurso" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/resultado-do-julgamento-dos-recursos-cac-2025.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado após a análise do recurso.</p>
<p>Confira <a title="Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-do-ciclo-carnavalesco-e-ciclo-junino-de-pernambuco-2025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital.</p>
<p>A Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025 recebeu ao todo 2.325 inscrições válidas de artistas, grupos culturais e fazedores de cultura em geral. Desse total, 1.190 propostas foram habilitadas e 1 mil foram consideradas inabilitadas.</p>
<p>Após a divulgação do resultado preliminar, na fase de recurso foram recebidos 827 pedidos de revisão dos quais 710 foram julgados deferidos e apenas 117 foram indeferidos.</p>
<p>O edital tem o objetivo de promover a valorização e o fortalecimento da cultura pernambucana nas 12 Microrregiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, por meio da habilitação de propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé de serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor as programações dos festejos carnavalescos e juninos.</p>
<p>O resultado final da convocatória é tornado público, nesta sexta-feira (10), no Diário Oficial do Estado (DOE), no Mapa Cultural de Pernambuco e no Portal Cultura PE.</p>
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		<title>Sai o resultado preliminar da Convocatória dos Ciclos Carnavalesco e Junino 2025</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sai-o-resultado-preliminar-da-convocatoria-dos-ciclos-carnavalesco-e-junino-2025/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 22:41:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114918" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Secult_Convocatória-do-Ciclo-Junino-Carnavalesco-2025_KV_Feed-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), divulgou, nesta quinta-feira (5) o resultado preliminar da Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025, que recebeu, ao todo 2.325 inscrições válidas de artistas, grupos culturais e fazedores de cultura em geral. Desse total, 1.190 propostas foram habilitadas e 1 mil foram consideradas inabilitadas.</p>
<p>Confira <a title="Resultado preliminar" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/2025-Resultado-Preliminar-CAC.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o resultado preliminar.</p>
<p>Confira <a title="Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-do-ciclo-carnavalesco-e-ciclo-junino-de-pernambuco-2025/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todos os documentos relacionados ao edital.</p>
<p>Agora os proponentes não habilitados têm o prazo desta sexta-feira (6) até as 16h59 do dia 17 de dezembro de 2024 para entrarem com recurso, via plataforma <strong><a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a></strong>. Vale lembrar que é preciso entrar no site, acessar a aba Oportunidades, realizar o login e ir até sua linha do tempo. Nesta vai aparecer a opção Recurso, em que pode ser efetuado o pedido.</p>
<p>A análise dos recursos acontece no período de 18 a 31 de dezembro e é realizada pelo Núcleo de Documentação da Fundarpe. O resultado após a análise dos recursos é divulgado no dia 6 de janeiro de 2025, no Diário Oficial do Estado (DOE), no Mapa Cultural de Pernambuco e no Portal Cultura PE. Já o resultado final é tornado público no dia 10 de janeiro, nos mesmo meios de divulgação.</p>
<p>A Convocatória do Ciclo Carnavalesco e Ciclo Junino de Pernambuco 2025 tem o objetivo de promover a valorização e o fortalecimento da cultura pernambucana nas 12 Microrregiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, por meio da habilitação de propostas de artistas, grupos, coletivos, orquestras, trios pé de serra, quadrilhas juninas e agremiações tradicionais para compor as programações dos festejos carnavalescos e juninos.</p>
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		<title>Conheça 10 grandes destaques das artes visuais de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conheca-10-grandes-destaques-das-artes-visuais-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 21:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se incorporando a estéticas igualmente plurais. A diversidade é encontrada em técnicas, suportes, discursos, cores, texturas e uma grande gama de elementos.</p>
<p>Conheça dez desses nomes que vêm deixando sua marca nas artes visuais pernambucanas:</p>
<p><strong>Thalyta Monteiro e o corpo no mundo</strong></p>
<p>Artista de Belo Jardim, Thalyta Monteiro vem se dedicando à arte há alguns anos, em especial desde quando começou sua formação no curso de artes visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), concluído em 2018, começando um caminho pela pesquisa antes de sua imersão no fazer artístico de fato. A partir de então, realiza um trabalho atravessado por seu cotidiano, a relação de seu corpo no mundo, no território em que habita, suas relações com sonhos, lembranças e pessoas. Nesse caminhar, a recorrência da natureza e da imaterialidade dos sentimentos é algo sempre presente nesse fazer artístico.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105210" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Dentro dessa experiência artística vem se dedicando ao que chama de “processo manual e ritualístico da pintura e da linoleogravura”. Cada trabalho, a partir de seu processo de pesquisa, é o que dita qual será seu suporte. Suas obras vêm abraçando materiais que passam por pedaços de ruínas, objetos vestíveis de pedras e raízes, além de experimentações com fotoperformances.</p>
<p dir="ltr">Em sua trajetória vê como grande desafio manter a constância nos trabalhos diante da realidade imposta aos trabalhadores da cultura do País, atuando também como arte educadora, assim como também manter os estudos. Ao mesmo tempo enxerga como uma conquista a possibilidade de poder manter sua pesquisa e produção artística vendo-a chegar em pessoas por meio de projetos e espaços que nunca imaginou que poderia alcançar. Um desses mais recentes foi a exposição r e at a r, montada na Galeria Galpão dentro da programação do 31º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Alisson Nogueira: a memória, o arquivo e a luta contra o esquecimento</strong></p>
<p>Natural do povoado de Vermelhos, em Lagoa Grande, interior de Pernambuco, Alisson Nogueira via a arte entrar em casa desde a infância, por intermédio de sua mãe, desde as pinturas que ela fazia nas salas de aula em que trabalhava, também passando pela costura de roupas e tecidos, além dos trabalhos com ornamentação de eventos. Viveu em um ambiente permeado por sons de máquinas de costura, cheiros de tinta e materiais de desenho. Desde pequeno tinha afeição por desenho, poesia e música.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105213" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a></p>
<p>Mas o fazer arte nem sempre foi uma realidade. Passou muito tempo da vida, por mais que tivesse um desejo pulsante e estímulos externos, acreditando que trabalhar como artista não era uma realidade condizente com a sua, buscando o que chama de “caminhos mais formais”. Mas sempre com processos criativos fazendo questão de marcar presença nessa caminhada, o que o leva a iniciar a graduação em artes visuais no ano de 2017, em Petrolina.</p>
<p>Desde então Alisson desenvolve um trabalho partindo da investigação e da reflexão entre arquivo, território, saber popular e narrativas autobiográficas e familiares. Atualmente realiza o que chama de “reflexões obsessivamente dentro do campo da pintura a óleo”, lidando com uma das técnicas mais tradicionais e buscando construir uma semântica própria dentro do imaginário das questões que lhe são urgentes em uma cruzada contra o esquecimento. Ele retrata cenas da história de sua família, assim como o que chama de “memórias íntimas atreladas a um imaginário popular nordestino-bicha-latino americano.</p>
<p dir="ltr">Entre os grandes desafios da trajetória está a busca constante por espaços expositivos formais, aparelhos culturais e políticas locais voltadas às artes visuais, na luta “geográfica e simbólica” para construir diálogos com espaços para além da internet. Entre seus orgulhos estão a realização de exposições como Antes do Meu Primeiro Adeus, seu trabalho de conclusão de curso, assim como a participação em exposições coletivas, como Vamo Logo que Lá Fora Já Tão Chamando no Museu da Imagem e do Som de Campinas, o Salão Sesc de Arte Contemporânea – Único 2020 (Sesc-PE) e a 9° edição da Mostra Flutuante de Artes Visuais Antes que Tudo Vire Cinzas, (Sesc Petrolina).</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105212" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Ratinho e a renovação do barro caruaruense</strong></p>
<p>Rafael Costa Pereira, Ratinho, teve seu primeiro contato com o barro ainda criança, na beira do Rio Ipojuca, onde fazia suas primeiras esculturas ao lado de amigos. Logo em seguida, em uma ida à feira para levar o almoço de sua avó, deparou-se com uma máscara de la ursa vermelha, que despertou seu fascínio, descobrindo logo que era feita de barro, papel e cola. Começou então a fazer as suas por conta própria e vender no Carnaval aos 12 anos de idade. Esses foram alguns dos primeiros episódios que plantaram a semente do fazer artístico dentro de si.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105215" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Ao trabalhar como auxiliar em um projeto de fotografia de um amigo subiu o Alto do Moura e conheceu Mestre Vitalino. O barro vermelho, cuja queimada foi explicada pelo mestre, foi mais que um elemento de fascínio: tornou-se o grande estopim para sua caminhada artística. Hoje em dia possui 208 peças autorais criadas, sempre fugindo da repetição, pois “não sente prazer em criar o que já foi criado”. Do barro também partiu para as telas, sejam aquelas que recebem tinta como as que recebem luz, atuando como roteirista e cineasta.</p>
<p>Em seu trabalho com o barro busca inovar na materialidade trazendo elementos como ossos bovinos e dentes caprinos: “Gosto de trazer o que está morto para a vida novamente em uma nova matéria, a partir da arte”. Hoje se orgulha de conseguir sustentar sua família com seu fazer artístico e de ter obras suas em acervos de importantes colecionadores, assim como sua presença anual em grandes feiras, como a Fenearte.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105214" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p><strong>Marcela Camelo e os novo suportes para a imagem</strong></p>
<p>Cria de Garanhuns, Marcela não consegue apontar um ou outro caminho que a levou para a arte sendo uma verdadeira confluência de encontros na vida que a colocaram nesse lugar. De um ponto de vista subjetivo vê influências da própria forma a qual enxerga a vida, identificando-se com o ato de criar e partilhar, além da busca por liberdade e coragem. Já por um lado mais objetivo teve uma aproximação por meio do contato com iniciativas formativas,  como as oficinas promovidas pelo Festival de Inverno de Garanhuns, ou o contato próximo com a resistência de expressões da cultura popular, como as rezadeiras e a banda de pífanos de Trapiá, comunidade rural de origem de seu pai.</p>
<p>E seu caminhar desde então na arte é múltiplo, passando por expressões e suportes plurais. Contudo, dedica-se a experimentações em vídeo, com videoarte e videoinstalações. Atualmente vem realizando pesquisas com imagens autoestereoscópicas – método de exibição de imagens em três dimensões sem a necessidade de suportes como óculos ou capacetes –, em especial com suportes chamados lenticulares. Nessa caminhada, na qual enxerga a própria técnica como uma estética em si, busca fugir da literalidade entrando em questões da região de seu convívio, passando por questões de gênero e discussões políticas e explorando artefatos analógicos e digitais.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105216" alt="marcelacamelo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo-607x366.jpeg" width="607" height="366" /></a></p>
<p dir="ltr">Atualmente vê como grandes desafios a precarização dos espaços e de algumas dinâmicas de determinados campos da arte. Ela busca ativamente subverter esse cenário construindo “um próprio campo nas experiências coletivas e na própria arte-educação”. No momento vem realizando uma conciliação de uma metodologia de pesquisa artística com a acadêmica.</p>
<p>Em sua trajetória venceu prêmios, como o do 48º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, além de sua participação em eventos como a Bienal de Países de Língua Portuguesa, uma residência na Bienal de Cerveira, em Portugal, além da participação em exposições de galerias do Sesc e outros espaços. Também integrou o coletivo Branco do Olho, no qual teve grandes aprendizados a partir da aproximação com outros artistas. “As artes plásticas me encorajaram a entrar na universidade, cursar a licenciatura, percorrer um caminho que me proporcionasse autonomia e me levou para a educação”, relata.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105217" alt="marcelacamelo2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Brenda Bazante: de modelo a criadora</strong></p>
<p>A jornada de Brenda Bazante na arte começa em 2013, quando realizou seu primeiro trabalho como modelo vivo, trabalhando com nomes como Vi Brasil e Chico Ludemir, em espaços como o Centro de Articulação dos Saberes Artísticos, o Grupo Risco e outras iniciativas que estreitaram seu contato com o fazer artístico. Impulsionada por isso, começou sua graduação em artes visuais no ano de 2015 dando início a uma caminhada que passaria por diversos suportes, discursos e vivências.</p>
<p>Nos primeiros anos interessou-se pela arte cinética culminando na exposição Galhos, formada por diversas esculturas cinéticas que, ao se moverem, representavam árvores, pássaros, borboletas e outros elementos presentes em árvores criminalmente podadas ao longo do ano de 2016. Ela foi montada em espaços como o Museu do Homem do Nordeste, o Engenho Massangana e a Torre Malakoff.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105218" alt="brendabazante" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante-312x486.jpeg" width="312" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Já a partir de 2020 decide colocar em diálogo sua arte com suas vivências enquanto uma mulher trans. “A partir de narrativas autobiográficas passei a criar a partir de minhas experiências tendo a performatividade trans e travesti como tema central”, explica. A partir de então passou a introduzir tanto as imagens de seu corpo quanto suportes e técnicas diversas no processo criativo. Entram em cena a papietagem e o papel machê, a fotomontagem, a pintura com lápis de cor, tinta acrílica e giz pastel oleoso e o bordado. Nesse processo criativo tanto o figurativo quanto o abstrato são abraçados.</p>
<p>Atualmente deseja expandir os horizontes de sua prática artística alcançando espaços nacionais e internacionais assim como o do mercado da arte. É o que a leva a explorar novas técnicas e suportes com um desejo de se aprofundar na fotografia, pintura e escultura, assim como também planeja expandir seu ateliê pessoal. Como maior conquista fala sobre seu amor pela prática que vem desenvolvendo, além do carinho por trabalhos como Galhos e suas andanças por Pernambuco, além da participação em diversos projetos artísticos importantes pelo estado.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105219" alt="brendabazante2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2-421x486.jpeg" width="421" height="486" /></a></p>
<p><strong>Abiniel Nascimento: dos álbuns de família às performances contra-históricas</strong></p>
<p>Mais do que registros, as fotos dos álbuns de fotografias de sua avó parteira contavam um amontoado de histórias para Abiniel, que sempre as absorveu plantando as primeiras sementes de seu interesse por narrativas familiares e territoriais. Em 2013 começa sua caminhada artística por meio da fotografia. Alguns anos depois expande seus horizontes e, a partir de 2017, começa a fazer seu trabalho circular, principalmente por meio da performance, influenciado por sua entrada na universidade, onde inicia seus processos curatoriais e de pesquisa em arte.</p>
<p>Atualmente seu grande interesse reside na utilização da arte enquanto uma ferramenta narrativa contra-histórica. Utiliza seus processos para entender seu lugar no mundo enquanto uma coletividade, assim como também desenvolve uma busca em tensionar imaginários da história da arte dita oficial e seus cânones, entendendo se tratar de um imaginário que foi construído pelo atropelamento das narrativas originárias do país.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105221" alt="7. Maquinário da ausência (vista da obra)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">A partir de então sua obra é atravessada por conceitos como existência e extinção, visibilidade e invisibilidade, memória e esquecimento. Morte e vida sempre atravessam seus trabalhos.</p>
<p>Com suas caminhadas dentro da fotografia e da performance seu trabalho acaba então sendo bastante influenciado pelo corpo e pela imagem. Seus suportes abarcam materiais orgânicos e aparelhagem performáticas, com a fotografia e o audiovisual entrando em cena, assim como os arquivos enquanto matéria de investigação, reprodução e “dessignificação”.</p>
<p>Enquanto artista independente trava a já conhecida luta por espaços e circulação de suas criações, assim como também por apoio para se dedicar às pesquisas que resultam em suas obras. Mas, dentro desse cenário de desafios, orgulha-se de criar “possibilidades críticas de entendimento do mundo”, além de estar em contato com pessoas com quem pode compartilhar essa trajetória, circulando por residências, exposições, salões de arte, publicações e debates.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Mitsy Queiroz e a materialidade da fotografia analógica</strong></p>
<p>O mergulho que Mitsy Queiroz empreende na fotografia analógica é um abraço completo a tudo que ela, enquanto material físico no mundo, possui. A obsolescência, as avarias, o emprego das circunstâncias contrárias a seu favor são alguns dos elementos incorporados em seu trabalho e suas narrativas, mediando sua aproximação com a arte. “Ser um artista trans racializado é compreender que os processos criativos de arte e vida são inseparáveis. Nossas metodologias de vida são muito próximas àquelas que empregamos em nosso fazer artístico”, explica.</p>
<p>Seu interesse pela fotografia veio de sua participação em fotoclubes, enquanto espaços de trocas de saberes e perspectivas sobre o ato de fotografar, grande faísca em seu desejo de mergulho nessa linguagem. Realiza trabalhos nesse sentido, há mais de uma década, em um processo que concilia seu fazer artístico e acadêmico, que se retroalimentam.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105222" alt="As ilhas alagadas do Pina (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3-479x486.jpeg" width="479" height="486" /></a></p>
<p>A partir de então desenvolve esses trabalhos colocando em reflexão a materialidade da fotografia analógica estabelecendo conexões também com seu estar e o de seu corpo no mundo. Por exemplo: um álbum de infância tem sua própria imagem transformada pela presença de fungos, uma transformação que acaba dialogando com as expectativas do que viria a ser Mitsy.</p>
<p dir="ltr">Contudo, a linguagem fotográfica não encerra seus desejos de criação, com uma dedicação também a expressões como videoarte, instalações, desenhos, cadernos de criação e escrita poética. Seu trabalho o colocou em diálogos e trocas que classifica como “muito generosas” com o público, participando também de debates, mesas redondas e outras formas de troca pedagógica.</p>
<p>Seu trabalho também já circulou em diversos espaços pelo País, com participação em residências artísticas como na ocasião do Sesc Confluências em 2018-2019; em feiras de arte como SP-Arte e SP-Foto em 2020; e em programas de comissionamento de obra como Solar dos Abacaxis 2022 para exposição no MAM-Rio e o programa Atos Modernos 2021-2022, que inaugurou uma parceria da Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105223" alt="Películas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong> Yuri Bruscky, a imaterialidade e o som</strong></p>
<p>A música foi a porta de entrada para Yuri na arte. Durante a adolescência tocava em bandas punk e editava fanzines, começando o trabalho com colagens. Pouco depois entrou em contato com a poesia concreta incorporando ações plásticas em suas ações artísticas. Assim desenvolve sua trajetória, tendo o som como articulador de tudo, indo para além de contextos estritamente musicais, com experimentações em diversos suportes e linguagens (instalações, performances, livros de artista, intervenções urbanas, discos-objeto).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105225" alt="Yuri Bruscky - O Grande Acordo Nacional (disco-objeto, 2018) (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1-561x486.png" width="561" height="486" /></a></p>
<p>“Parte considerável do meu trabalho orbita em torno das interseções entre ruído, linguagem, mediações tecnológicas e práticas cotidianas. Me interessa bastante perceber as dinâmicas comunicativas, políticas e tecnológicas que dão tessitura ao mundo da vida cotidiana que partilhamos intersubjetivamente. E como pensá-las a partir dos meios e mediações do som e da linguagem”, explica Bruscky. A partir de então ele exercita esse interesse entre a imaterialidade e a incorporação da própria estrutura e forma como elementos expressivos, utilizando a metalinguagem, “modos e processos não convencionais de produção e fruição”.</p>
<p>Nesse caminhar ele busca construir espaços de experimentação e redes de intercâmbio e colaboração de maneira a interferir de modo pujante no debate público da cultura e da política. Mantém, desde 2010, o selo/editora Estranhas Ocupações, por meio do qual lança discos e publicações e organiza performances. Também é cocriador dos festivais de arte sonora Rumor e Muído, assim como do seminário e programa de residências artísticas (Entre) Lugares Sonoros, e coautor do livro História da Poesia Visual Brasileira.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105224" alt="Yuri Bruscky - Heterotopia (A escuta em situação) (2019)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Lu Ferreira e o jazz como guia artístico</strong></p>
<p>A aproximação da arte de Lu Ferreira, artista nascido em Jaboatão dos Guararapes, residindo em Olinda há três anos, nasce de sua aproximação e fascinação pela “inutilidade das coisas”. Desde antes de se ver como um artista possuía um forte interesse pela ideia do inútil, enxergando sentidos em tudo aquilo que poderia ser classificado como sem sentido, a partir de novos olhares e diálogos.</p>
<p>Diante desse olhar, que busca retirar as coisas de restrições e limitações, encontrou na liberdade estética e conceitual do jazz um fio condutor para suas criações que o permite trafegar por diferentes sensações, cores, texturas, suportes e linguagens. “O jazz dá uma liberdade por diferentes sensações, texturas, sentimentos, cores. É daí que vem meu trabalho Objetos não ditos e inauditos e aquilo que não se fala, não se explica, partindo dessa minha relação com a música”, afirma.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105227" alt="Objetos Não Ditos e Inauditos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p>Ele desenvolve trabalhos que bebem na fonte do dadaísmo, da pintura, das instalações, da colagem e da poesia concreta. Nesse sentido sua obra investiga uma gama de elementos que vão desde a ordem, células do corpo humano, corpos transitando pela cidade, a transmutação de objetos (em especial, desenvolve um trabalho com a fita crepe nesse sentido), além de tudo aquilo que não pode ser dito, mas que se expressa na tela.</p>
<p>“O artista se apropria da inutilidade e hoje a arte discute a inutilidade, que não é mais viável no senso comum. A gente dá vazão a isso, dá importância. Meu trabalho deságua nessa relação objeto-cultura-dadaísmo em outras plataformas”, explica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105226" alt="lu2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a></p>
<p><strong>Caetano Costa, a palavra, o corpo e a reinvenção dos materiais</strong></p>
<p>Se hoje Caetano Costa tem seu fazer artístico transitando por diferentes linguagens e suportes há elementos de sua infância na cidade de Paulista que já demonstraram essa aptidão. Do pai eletricista pegava escondido a caixa de ferramentas e reinventava objetos que encontrava pela rua e no quintal de casa. Da mãe professora veio o encanto pela palavra, passando a escrever textos e poemas ilustrados por colagens. Na adolescência se aproximou do teatro, o que o coloca também em contato com a performance, além de sempre frequentar os eventos de cultura popular do bairro.</p>
<p>Caetano chegou a cursar design de moda, mas decidiu que sua criatividade necessitava de mais suportes e partiu então para as artes visuais. “Era um campo que eu flertava, mas não acreditava que era para mim. Essa ideia de uma persona artística me parecia muito distante para um jovem de periferia como eu”, relembra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105228" alt="cae" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"> Assim deu continuidade a curiosidade de infância pelos objetos de seu entorno enquanto suportes de criação. Ele enxerga esse gesto como uma forma de fugir da ideia de que o artista precisa esperar um momento de inspiração para criar. A criação é um exercício e trabalhar com os materiais que se tem disponíveis – inclusive o próprio corpo – é uma forma de seguir exercitando isso.</p>
<p>Nesse caminhar tudo pode ser fonte de inspiração: pessoas na rua, sentimentos momentâneos, acontecimentos do mundo, memes, as ferramentas da publicidade e das teorias da comunicação. Tudo pode encontrar vazão no papel, nos tecidos, nas intervenções urbanas, nas performances, na videoarte e nas diversas outras formas de expressão. Seu trabalho já circulou pelo País e pelo mundo, em países como a África do Sul, por exemplo, colocando-o em contato com outros artistas e expandindo seus horizontes criativos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105229" alt="cae2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Festival Sonoridades abre seleção para artistas, grupos e bandas pernambucanas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 16:10:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produtora Pernambuco Produções está com inscrições abertas para seleção das atrações que vão compor as próximas seis edições do Festival Sonoridades. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma iniciativa que se propõe reunir artistas e grupos da cena musical pernambucana para cantar e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/LOGO-SONORIDADES-2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-97790" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/LOGO-SONORIDADES-2-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A produtora Pernambuco Produções está com inscrições abertas para seleção das atrações que vão compor as próximas seis edições do Festival Sonoridades. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma iniciativa que se propõe reunir artistas e grupos da cena musical pernambucana para cantar e celebrar a diversidade rítmica do Estado.</p>
<p>As inscrições poderão ser feitas até o dia 6 de janeiro de 2023 (sexta-feira), por meio do link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe4xIeBOzk2Mk0Z9knCi89FmODulQq4ktcUPJWnUk5SddRVqQ/viewform" target="_blank"><strong>forms.gle/uWW1NrZhGChmZKDYA</strong></a>. A convocatória do evento está disponível <a href="https://drive.google.com/file/d/1Gz5jSGnMuB0wQWJtseBHhNdNdlnegKjS/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Para mais informações, acesse o perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/pernambuco.producoes/" target="_blank"><strong>@pernambuco.producoes</strong></a>.</p>
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		<title>Festival Somar seleciona artistas para compor sua programação</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 18:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com foco no experimento e na interdisciplinaridade, o Festival Somar lança sua primeira edição com chamada pública para os artistas que quiserem compor a programação. O evento terá apresentações culturais, oficinas e bate-papos que acontecerão gratuitamente on-line entre os dias 11 e 15 de abril. As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Priscila-Nascimento-opção-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91288" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Priscila-Nascimento-opção-2-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>Com foco no experimento e na interdisciplinaridade, o Festival Somar lança sua primeira edição com chamada pública para os artistas que quiserem compor a programação. O evento terá apresentações culturais, oficinas e bate-papos que acontecerão gratuitamente on-line entre os dias 11 e 15 de abril. As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de março (quinta-feira), através de um formulário on-line disponível no link: <a href="https://linktr.ee/festivalsomar" target="_blank"><strong>linktr.ee/festivalsomar</strong></a>. O evento conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Os selecionados terão suas apresentações transmitidas on-line através do canal do Festival Somar no Youtube. Serão selecionadas 15 propostas, sendo seis apresentações de música autoral (solo ou banda com até três integrantes), dois profissionais de dança, dois atores, três poetas e dois artistas visuais. Para os participantes, é previsto pagamento de cachês de acordo com cada atividade.</p>
<p>O evento atua em prol da valorização de artistas iniciantes e veteranos da Região Metropolitana do Recife. A curadoria escolherá músicos e/ou bandas com projetos autorais que valorizem instrumentos comuns à cultura pernambucana e ritmos regionais. Cada atração musical fará um <em>pout-pourri</em> de 15 minutos de duração. Os artistas de outras linguagens terão a música como guia para a construção de suas performances e as gravações acontecerão no Instituto Federal de Pernambuco &#8211; Campus Olinda.</p>
<p>De forma coletiva e simultanêa, será criado um material audiovisual com várias linguagens artísticas. E a expectativa da organização é que os artistas se permitam experienciar as possibilidades de criar novas narrativas. A divulgação do resultado da chamada pública aos artistas está prevista para o dia 7 de março.</p>
<p>De artes integradas, o Somar acontece em parceria com o IFPE &#8211; Campus Olinda, sendo também um festival escola. Além da equipe de profissionais contratados, terá participação de alunos matriculados e egressos do Instituto. Os estudantes atuarão como auxiliares na área técnica e de oficineiros, recebendo certificados de participação ao final. A diretora geral do IFPE/Campus Olinda, Luciana Tavares, disse que se sente “honrada e orgulhosa com esta parceria, tendo uma estudante do Campus como idealizadora.”</p>
<p>Priscila Nascimento (foto), autora do projeto, cursa Artes Visuais. Ela conta que<em> “o Festival Somar acredita na força da união de pessoas, intenções, energias, cores e linguagens, como forma de alcançar espaços e gerar visibilidade em meio a qualquer contexto estabelecido. O mesmo surge para que seja defendido o direito a sonhar e criar novas narrativas de futuros belos que trazem esperança de novos agora com muito mais cor e oportunidades”</em>.</p>
<p>A diretora geral do IFPE disse que a concretização do sonho de Priscila só mostra que a instituição, referência no ensino profissionalizante, está no caminho certo.<em> “E também nossos estudantes com certeza tem muito o que nos ensinar”</em>, completa Luciana, que faz questão de apoiar as realizações de seus alunos. <em>“Temos uma perspectiva de empreendedorismo, pretendemos abrir o curso de Produção Cultural e o Festival Somar nos dá oportunidade de experimentar algumas coisas que já pretendemos trazer para o Campus Olinda. Esse é o primeiro de muitos eventos e parcerias que pretendemos fazer”</em>, conta ela.</p>
<p>Além da programação de shows, o Festival Somar também oferece ao público seis oficinas artísticas online de: Inrodução à Aquarela, Desenho, Expressão Corporal, Literatura Performática, Criação de poesia e Confecção de zine e Criação de Criptoarte. Na metade do mês de março, o público pernambucano já poderá se inscrever para participar de forma gratuita das oficinas ofertadas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Inscrições pelo link:  <a href="https://linktr.ee/festivalsomar" target="_blank"><strong>linktr.ee/festivalsomar</strong></a><br />
Exibição do Festival Somar: <strong><a href="https://bit.ly/festivalsomar-youtube" target="_blank">bit.ly/festivalsomar-youtube</a></strong><br />
Dúvidas e informações: festivalsomar@gmail.com | <a href="https://www.instagram.com/festivalsomar/" target="_blank"><strong>@festivalsomar</strong></a></p>
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