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	<title>Portal Cultura PE &#187; As Bodas de Umbigolina Goiabenta</title>
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		<title>&#8216;Francisco, El Hombre&#8217; fez show pra ficar na história da banda e do FIG</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 15:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias Como diz o apresentador Napoleão Assunção de forma curta e objetiva sobre o Palco Som na Rural do FIG 2017, “o melhor de tudo aqui neste lugar é a diversidade cultural”. E ela tomou conta do polo localizado no Parque Euclides Dourado na noite desta segunda-feira (25), com o espetáculo teatral As [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51479" aria-labelledby="figcaption_attachment_51479" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9649.jpg"><img class="size-medium wp-image-51479 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9649-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Muita gente se apertou para ver de perto a Francisco, El Hombre, banda que tem conquistado fãs numa escala meteórica em toda América Latina</p></div>
<p style="text-align: right;"> Por Marcus Iglesias</p>
<p>Como diz o apresentador Napoleão Assunção de forma curta e objetiva sobre o Palco Som na Rural do FIG 2017, <em>“o melhor de tudo aqui neste lugar é a diversidade cultural”</em>. E ela tomou conta do polo localizado no Parque Euclides Dourado na noite desta segunda-feira (25), com o espetáculo teatral<strong> As Bodas de Umbigolina Goiabenta</strong> (BA), e fechou com chave de ouro com uma apresentação marcante da banda <strong>Francisco, El Hombre</strong>, uma das bandas independentes de maior destaque no cenário atual. A programação teve ainda shows instigados do <strong>Projeto Armazém</strong> e do mestre da cultura popular e amigo de Naná Vasconcelos, o <strong>Mestre Lourimbau</strong>, com sua ancestralidade empolgante.</p>
<div id="attachment_51469" aria-labelledby="figcaption_attachment_51469" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8739.jpg"><img class="size-medium wp-image-51469" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8739-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Joice Agle desenvolve há anos uma pesquisa profunda sobre a arte clownesca, a bufonaria e as máscaras da &#8216;commedia dell&#8217;arte&#8217;</p></div>
<p><strong>As Bodas de Umbigolina Goiabenta</strong> é um monólogo de palhaçaria da atriz Joice Aglae Brondani (BA) e trata de uma palhaça solitária &#8211; situação intrínseca à condição humana &#8211; que busca preencher esse vazio através e situações e amigos imaginários. Perguntada sobre como surgiu a personagem, a atriz corrige a questão e diz que na verdade, neste caso, o que é foi levado ao palco foi uma máscara. Joice desenvolve há anos uma pesquisa profunda sobre a arte clownesca, a bufonaria e as máscaras da <em>commedia dell&#8217;arte</em>. <em>“Eu trabalho com uma linha de palhaço que você vai descobrindo e montando dentro de você. Essa máscara surgiu mais ou menos em 1995, quando eu fiz o meu primeiro curso de palhaço. Com o tempo fui descobrindo as várias facetas de como ela reage a cada espetáculo. Desde lá ela me acompanha, e soa meio como esquizofrenia, mas é assim mesmo. Você fala que é ela, mas ao mesmo tempo é você. Os psicólogos adoram esse assunto”,</em> diz, aos risos.</p>
<div id="attachment_51470" aria-labelledby="figcaption_attachment_51470" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8774.jpg"><img class="size-medium wp-image-51470" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8774-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças e adultos de várias idades foram assistir à apresentação teatral no Som na Rural</p></div>
<p>Risada foi uma coisa que não faltou durante a apresentação. Crianças e adultos de vários idades caíram na gargalhada com as presepadas que a atriz fazia no palco, e elevaram o astral do lugar com a interação que tiveram com a peça. Neste sentido, a atriz não poupou elogios ao público que foi assisti-la durante o Festival de Inverno de Garanhuns. <em>“Quando eu envio a proposta eu explico que se não tiver nenhuma interação com a plateia ela tem 45 minutos. Mas quando acontecem, a peça pode durar uma hora, deixo esses 15 minutos para o improviso. Se as pessoas derem pano, eu vou jogando, e a gente teve aqui um público muito generoso e receptivo. Tive que me segurar pra não ir mais longe, porque sabia que tinha hora pra acabar”,</em> brinca Joice Aglae que levará a montagem para Salvador nesta semana.</p>
<div id="attachment_51472" aria-labelledby="figcaption_attachment_51472" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8850.jpg"><img class="size-medium wp-image-51472" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8850-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Banda recifense apresentou no FIG 2017 um pouco do que virá no primeiro disco, previsto para ser lançado no Carnaval do ano que vem</p></div>
<p>Formada por Wagner Albino (guitarra e voz), Antônio Regueira (voz e guitarra), Wander Albino (bateria), Filipe Lima (baixo), a banda de rock alternativo de Pernambuco <a href="https://www.facebook.com/projetoarmazem/" target="_blank"><strong>Projeto Armazém</strong></a> voltou aos palcos do FIG 2017 depois de quatro anos distante de Garanhuns.<em> “A gente tocou em 2013 aqui no Palco Pop e estamos bem realizados com esse show de hoje porque era uma vontade antiga da banda tocar no Som na Rural. De lá pra cá, a gente teve a oportunidade de tocar em outros estados, como Paraná, Ceará, Piauí e Rio de Janeiro, e pegar um pouco dessa experiência de estrada que serve muito para o amadurecimento”,</em> opina Wagner Albino. Com faixas do primeiro EP, o <strong>Velório da Lucidez</strong>, o show bem montado, com harmonias e sequências de baterias geniais, também bebe muito do novo disco que está em fase de pré-produção e deve ser lançado no Carnaval do ano que vem.</p>
<div id="attachment_51473" aria-labelledby="figcaption_attachment_51473" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8979.jpg"><img class="size-medium wp-image-51473" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_8979-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de quatro anos longe do FIG, Projeto Armazém se reencontra com o público do festival</p></div>
<p>Sobre o Palco Som na Rural, que um mérito seja dado. Napoleão, o apresentador, é uma atração à parte. Mais do que isso, é um formador de público de alta qualidade. Nos intervalos das atrações, não só colocava música pernambucana para tocar, como também contava um pouco sobre a história da canção e da banda que estava sendo executada nos autofalantes. “<em>Essa daqui, lá do Recife, acabou de lançar esse novo EP, chamado <strong>Deixar Tu Loks</strong>, que está em todas as plataformas de streaming na internet. Eles misturam carimbó com música pernambucana e deu nesse resultado”,</em> explicou Napoleão, pedindo para a mesa de som colocar o disco pra tocar. Nos outros intervalos, saciou a sede dos ávidos em conhecer novas músicas dando destaques aos projetos de Julio Samico e o Circo Voador, Sasquat Man e Carranca. <em>“Eu sempre faço questão de explicar direitinho quem é, quem compôs. Eu exploro o máximo daquela banda no palco porque o público precisa conhecer melhor a música do nosso estado”,</em> disse o apresentador, que também é locutor da <a href="https://www.facebook.com/nopedoouvido/" target="_blank">Rádio No PE do Ouvido</a>, uma das parceiras do FIG 2017.</p>
<div id="attachment_51488" aria-labelledby="figcaption_attachment_51488" class="wp-caption img-width-576 aligncenter" style="width: 576px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9006.jpg"><img class="size-medium wp-image-51488" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9006-576x486.jpg" width="576" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O apresentador do Som na Rural, Napoleão Assunção, é uma atração à parte ao estimular a formação de novos públicos através da divulgação dos últimos lançamentos da música pernambucana</p></div>
<p>Terceira atração da noite, o baiano <a href="https://www.facebook.com/MestreLourimbau/" target="_blank"><strong>Mestre Lourimbau</strong></a> é uma daquelas figuras que exala respeito e ancestralidade. Simples, de voz serena e uma paz de espírito forte, o mestre de 69 anos ousa ao ressignificar o lendário e ríspido berimbau no seu uso numa nova música popular, um tanto virtuosa e erudita, mas voltada para o povo. Fundindo o som de seu instrumento ao jazz e à MPB, Lourimbau levou ao público o show do disco <strong>A Arte de Mestre Lourimbau</strong> e suas novas composições, acompanhado por um conjunto musical composto por contrabaixo (Marcelo Seco), guitarra (Bau Carvalho) e percussão (Mamá).</p>
<div id="attachment_51475" aria-labelledby="figcaption_attachment_51475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9214.jpg"><img class="size-medium wp-image-51475" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9214-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lourimbau levou ao público o show do disco ‘A Arte de Mestre Lourimbau&#8217; e suas novas composições</p></div>
<p><em>“Eu acho essa cidade Garanhuns muito aconchegante. Estar aqui e com uma plateia como vocês me deixa muito satisfeito, fico feliz em ter um público tão jovem e bonito me assistindo”,</em> declarou no palco o mestre, antes de tocar as músicas autorais <strong>Tábua da Lei</strong> e <strong>Identidade</strong>, além de uma versão de <strong>Deixa a Gira Girar</strong>, fechando a apresentação.</p>
<div id="attachment_51474" aria-labelledby="figcaption_attachment_51474" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9065.jpg"><img class="size-medium wp-image-51474" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9065-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ancestralidade e respeito à música popular marcaram a passagem do Mestre Lourimbau no FIG 2017</p></div>
<p>Com o anúncio de que a próxima banda seria a <a href="https://www.facebook.com/franciscoelhombreOFICIAL/" target="_blank"><strong>Francisco, El Hombre</strong></a>, o público se espremeu mais perto do palco. Muita gente se apertava para ver de perto a banda que tem conquistado fãs numa escala meteórica em toda América Latina com a proposta de integração dos ritmos do continente.</p>
<p><strong>Francisco, El Hombre</strong> é formada por Juliana Strassacapa, Mateo Piracés-Ugarte, Sebastián Piracés-Ugarte, Andrei Martinez Kozyreff e Rafael Gomes.  Construído a partir da revolução que a banda iniciou com o lançamento do <strong>Soltasbruxa</strong> (2016), disco mais politizado e maduro que o EP <strong>La Pachanga!</strong> (2015). O show foi marcado pela postura de embate nas questões atuais da sociedade, como o avanço do fascismo no mundo, a revolução feminista e a simples mensagem de amor incondicional a todos os povos. De que a América Latina é um povo só.</p>
<div id="attachment_51476" aria-labelledby="figcaption_attachment_51476" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9320.jpg"><img class="size-medium wp-image-51476" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9320-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Canções do primeiro disco &#8216;Soltasbruxa&#8217; (2016), como Calor da Rua, Bolso Nada, Tá com Dólar, Tá com Deus e LoboLoboLobo! fizeram parte do show</p></div>
<p>A presença de palco é de deixar os queixos caídos com tanta explosão e pulso acentuado das músicas, feitas de fato para não deixar ninguém quieto. <em>“Essa é a terceira que viemos ao Nordeste, e na primeira vez rodamos a região apenas pegando carona na BR-101 com o violão nas costas. Nesses primeiros shows tínhamos um público pequeno, umas 20 ou 30 pessoas em média. É uma honra enorme participar de um festival com o palco cheio e num parque lindo como esse”,</em> comentou o vocalista, para depois instigar a plateia falando sobre a proposta do conjunto. “<em>Aqui é integração latino-americana, brasileiro falando espanhol, espanhol falando português. Um dos homenageados deste festival é Belchior, a quem devemos muito. Este show é por este motivo dedicado a ele”, r</em>essaltou Mateo Piracés Ugarte, declamando um trecho de <strong>Palo Seco</strong> e puxando na sequência a música que dá nome à banda e que faz parte do EP lançado em 2015.</p>
<div id="attachment_51478" aria-labelledby="figcaption_attachment_51478" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9552.jpg"><img class="size-medium wp-image-51478" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9552-607x425.jpg" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">A força feminina ganhou voz na canção Triste, Louca ou Má, cantada pela vocalista Juliana Strassacapa num dos pontos altos da apresentação</p></div>
<p>Em uníssono, o coro feminino deu gritos libertários durante a música <strong>Triste, Louca ou Má</strong>, cantada pela vocalista Juliana Strassacapa, ponto alto da apresentação. &#8220;Que um homem não te define / Sua casa não te define / Sua carne não te define / Você é seu próprio lar&#8221; foram entoados como um mantra libertador. A energia de empoderamento que emanou por todos os cantos da plateia foi algo sincero e único, um momento de união e de entendimento do resgate do papel da mulher na sociedade. Outras canções fizeram parte da apresentação, como a faixa-título do álbum da banda, além das animadíssimas <strong>Calor da Rua</strong>, <strong>Bolso Nada </strong>(que no disco teve a participação da Liniker), <strong>Tá com Dólar, Tá com Deus</strong> e <strong>LoboLoboLobo!,</strong> entre as as tantas que integram o disco e o primeiro EP. Antes de terminar o show, entoaram <strong>O Meu Sangue Ferve Por Você</strong>, do cantor Sidney Magal, transformando o Palco Som na Rural numa verdadeira noite de celebração da música latina.</p>
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