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	<title>Portal Cultura PE &#187; As linhas tortas dos imprestáveis</title>
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		<title>Livro póstumo e inédito do jornalista e cineasta Amin Stepple será lançado pela Cepe em março</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 15:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p><em>As linhas tortas dos imprestáveis</em> é o primeiro livro do jornalista e cineasta Amin Stepple Hiluey, paraibano que trocou Campina Grande pelo Recife. Ele escreveu os contos, definiu o título, fez o<em> layout</em> com amigos e queria publicar em vida a sua criação. Não deu tempo. Vítima de câncer, Amin morreu em dezembro de 2019, aos 69 anos, e deixou a tarefa para a família. O lançamento, pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), será no dia 9 de março (quinta-feira), a partir das 19h, no Bar Central, localizado, em Santo Amaro, no centro do Recife.</p>
<p>Com 144 páginas, ilustradas pelo jornalista Ivan Maurício, o livro reúne 14 contos que falam de vida e de morte com o humor sofisticado e a ironia fina tão características de Ami<em>n. “São histórias divertidas, com um humor muito forte e, ao mesmo tempo, pesadas”</em>, afirma Anarruth Corrêa, pedagoga e viúva do jornalista. <em>“Os textos mostram o que ele estava sentindo naquele período, a perenidade da vida o incomodava, mas ele não falava abertamente, escrever os contos foi uma forma de dizer o que ele sentia e não verbalizava”</em>, declara Anarruth Corrêa.</p>
<p>Nas histórias inventadas por Amin, todas de ficção, há o personagem que é crucificado e esquecido na cruz (<em>O chocalho fatídico dos ossos</em>), há o relato impagável de um coveiro num cemitério para sepultamento de heterônimos (<em>Belas tumbas</em>), há uma convenção de sósias de Franz Kafka, realizada anualmente na data de morte do escritor (<em>Escrava sexual</em>), há uma morte que tinha medo da morte e virava o rosto ao passar pela frente de casa funerária (<em>Sais relaxantes para madame</em>).</p>
<p><em>“Muita coisa que está nos contos são da vivência dele, é um livro de autoficção, o universo dele está presente nas histórias”</em>, destaca Anarruth. <em>“E como era cineasta, os contos são muito imagéticos. Ele escreve e você consegue imaginar a cena”</em>, declara a pedagoga, ao citar como exemplo o último texto do livro, <em>A longa noite de nitrato</em>, ambientado numa sala de exibição de cinema mudo. <em>“Kafka, Nélson Rodrigues e Oswald de Andrade, esses três grandes escritores, eram fortes referências para ele”</em>, conta ela.</p>
<p>Jornalista que tinha o cinema como paixão, Amin Stepple começou a escrever peças de teatro e contos, esporadicamente, quando saiu do jornalismo e passou a atuar com marketing publicitário, diz Anarruth. Em 2018, já doente, organizou <em>As linhas tortas dos imprestáveis</em> para publicação. No fim de outubro de 2019, internado, fez as últimas correções no texto. <em>“Amin era pura emoção e tinha um senso de justiça muito aguçado, tudo isso está presente no livro”</em>, afirma.</p>
<p>Como diz o jornalista Paulo Cunha na apresentação do título:<em> “Amin era capaz de produzir textos surpreendentes. Em parte, o escrito reproduzia sua fala cortante, como se cada frase saísse como uma sentença conclusiva e mordaz. Mas, para além da voz, o texto é ainda mais poderoso, com o aspecto de uma lâmina afiada: força narrativa, personagens incríveis, descrições que nos levam a paisagens nunca suspeitadas. Você pode nunca ter cruzado e muito menos trocado duas palavras com ele, mas ler seus textos basta: estão ali a alma e o corpo”</em>.</p>
<p>A publicação de<em> As linhas tortas dos imprestáveis</em> é uma homenagem a Amin Stepple, declara o jornalista Ítalo Rocha, contemporâneo de faculdade e amigo do cineasta por mais de 40 anos. <em>“Amin tinha uma visão anarquista da vida, era muito informal e tinha um humor sarcástico, nos contos ele cria situações inusitadas e personagens bem diferenciados”</em>, afirma Ítalo Rocha, que fez o texto do livro com a trajetória profissional do autor. O oftalmologista e escritor Alvacir Raposo, um dos primeiros leitores dos contos, escreveu o posfácio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Amin-Stepple-JPG.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99212" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Amin-Stepple-JPG-436x486.jpg" width="436" height="486" /></a></p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> Amin Stepple Hiluey começou a carreira de jornalista no Diario de Pernambuco. Foi correspondente da extinta revista Visão, editor-chefe do NETV 2ª Edição na TV Globo e um dos fundadores do Rei da Notícia (jornal alternativo de conteúdo anarquista). Como cineasta, foi um dos pioneiros do Super-8 em Pernambuco (Isso é o que é, Tempo nublado e Creuzinha não é mais tua). Juntamente com Fernando Spencer, fez roteiro, produção e direção do premiado documentário História de amor em 16 quadros por segundo. Dirigiu e roteirizou com Lírio Ferreira o ﬁlme em 16 mm That’s a lero-lero, foi roteirista do longa País do desejo e colaborou no roteiro de Árido movie.</p>
<p>Serviço<br />
Lançamento do livro &#8220;As linhas tortas dos imprestáveis&#8221;<br />
Quando: 9 de março de 2023 (quinta-feira), às 19h<br />
Local: Bar Central (Rua Mamede Simões, Santo Amaro, Recife)<br />
Aberto ao público</p>
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