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	<title>Portal Cultura PE &#187; As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento</title>
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		<title>Cais do Sertão discute a participação feminina no Manguebeat</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 19:27:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70100" aria-labelledby="figcaption_attachment_70100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70100" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Karina Buhr será uma das convidadas do bate-papo</p></div>
<p>Entre a lama e o mangue, a fonte de inspiração para um dos movimentos contraculturais mais importantes de Pernambuco. A partir dessa paisagem tão significativa, e agregando ainda elementos visuais de forte apelo social, a música pernambucana, depois de um bom tempo, ganhou a cena brasileira dos anos 90. O manguebeat promoveu reflexões e permitiu que as demandas urgentes das periferias de Olinda e do Recife saíssem do campo das ideias e adentrassem as emissoras de rádio e o dia a dia da população em geral.</p>
<p>Do encontro com as diversas expressões artísticas, o manguebeat mobilizou toda uma cadeia de profissionais de áreas variadas da cultura pernambucana. E muitos desses ofícios também foram desempenhados por mulheres. Tratando-se de um movimento de tamanha importância para o coletivo, torna-se importante, portanto, discutir a popularização do manguebeat também a partir da perspectiva de gênero. Pensando nisso, o Cais do Sertão traz, nesta quinta-feira (25), em seu canal no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a>), às 20h, bate-papo reunindo as cantoras Karina Buhr e Stela Campos e a artista visual Isabela Farias.</p>
<p>As convidadas remetem ao tempo de atuação na década de 1990, no auge do manguebeat, em paralelo com a atualidade, a partir do tema “As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento”. O debate conta ainda com mediação da jornalista Michelle Assumpção, que abre para a observação o papel da Imprensa na divulgação de artistas e movimentos culturais.</p>
<p><em>“Refletir sobre os movimentos artísticos tem sido de grande valia para o Cais do Sertão ao longo deste tempo. Nos permitimos ir do sertão ao litoral e avistar o mangue. Neste debate, em que se exalta a conjuntura musical do manguebeat, lançamos olhar sobre quem também contribuiu para conhecimento coletivo”</em>, analisa a gestora do museu, Maria Rosa Maia.</p>
<p>O manguebeat pode ser conferido ainda a partir das playlists temáticas no perfil do Spotify do Cais. Nesta semana, o DJ Dolores vasculhou as memórias, os afetos e as paisagens sonoras que compõem a musicalidade da década de 1990.</p>
<p>No perfil, os entusiastas da cultura popular podem acessar também seleções que destrincham o Sertão e o legado de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O agregador dispõe do mesmo modo de seleções dedicadas a Naná Vasconcelos, Marinês, Faces do Subúrbio e Genival Lacerda.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento&#8221;, com as participações de Karina Buhr, Stela Campos Isabela Farias e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 25 de março de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a></p>
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