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	<title>Portal Cultura PE &#187; As Severinas</title>
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		<title>&#8220;Nos Braços da Rima&#8221; é o novo single do trio As Severinas e do Quinteto Violado</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 15:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em parceria com o Quinteto Violado, As Severinas lançam nesta semana o single &#8220;Nos Braços da Rima&#8221;. Viabilizada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a faixa integra o EP “Xamêgo de Fulô” e foi composta pelo jovem músico Islan, da cidade de São José do Egito, em Pernambuco. “Nos Braços da Rima” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/q3cnPWD-cDM" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em parceria com o Quinteto Violado, As Severinas lançam nesta semana o single &#8220;Nos Braços da Rima&#8221;. Viabilizada com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a faixa integra o EP “Xamêgo de Fulô” e foi composta pelo jovem músico Islan, da cidade de São José do Egito, em Pernambuco.</p>
<p>“Nos Braços da Rima” é uma celebração a força da poesia popular do sertão pernambucano, fortemente presenta na obra dos dois grupos e que interagem nessa canção, no verso tradicional das Severinas que se mistura ao repente moderno do Quinteto Violado. A letra da música aponta esse caminho e revela essa ligação em comum dos dois grupos: “Se tudo é fruto do verso / Me diga pra onde ir / Que sigo sem levar medo / Na hora que for partir / Me carregue nos braços da rima / Me leve pra todo lugar / E no canto que houver poesia / Uma hora eu irei me encontrar”. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Banda As Severinas lança o EP &#8220;Xamego de Fulô&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 17:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda As Severinas (formada por Marília Correia na zabumba; Isabelly Moreira no vocal, declamações e triângulo; e Monique D’Angelo, na sanfona e vocal) lança, nesta terça-feira (15), o single “Xamego de Fulô”, que abre as portas para o EP de mesmo nome, em celebração aos 10 anos de carreira do grupo. E na véspera [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YLy0kgJel-k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A banda As Severinas (formada por Marília Correia na zabumba; Isabelly Moreira no vocal, declamações e triângulo; e Monique D’Angelo, na sanfona e vocal) lança, nesta terça-feira (15), o single “Xamego de Fulô”, que abre as portas para o EP de mesmo nome, em celebração aos 10 anos de carreira do grupo. E na véspera do São João, no próximo dia 23 de junho (quarta-feira), As Severinas fazem o lançamento do EP completo com seis faixas, nas principais plataformas de música e no YouTube, para todo mundo poder dançar em casa, acessando da forma que preferir. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A faixa de abertura é da autoria da sanfoneira e vocalista da Banda, Monique D’Angelo e tem a participação poética da violeira repentista Fabiane Ribeiro. O EP terá três músicas autorais e outras três dos compositores Islan, Assisão, além de uma parceria de Maviael Melo e Rodrigo Sestrem, que também participa tocando pífano.</p>
<p>Para este álbum, As Severinas mantém o estilo regional, poético e dançante; dando destaque à sanfona, à zabumba e ao triângulo com o tempero, para lá de especial, da poesia declamada. A surpresa da vez está nas participações musicais: estarão presentes no EP o aclamado grupo Quinteto Violado, a consagrada forrozeira Anastácia e a artista sergipana Thais Nogueira.</p>
<p>Para Monique D’Angelo, a dificuldade maior para concluir o projeto foi gravar em meio ao contexto da pandemia da covid-19, mas o trabalho valeu a pena e agora ela está feliz com o resultado. “Tivemos algumas dificuldades para entrar em estúdio, mas conseguimos, no final das contas, atingir nossos objetivos. Para tanto, tomamos todos os cuidados necessários, utilizamos máscaras, higienizamos nossas mãos e utensílios com álcool, enfim, tomamos todas as precauções para gravarmos em segurança”.</p>
<p>A sanfoneira também acrescentou: “o público pode esperar canções escolhidas com muito carinho, faixas animadas, daquelas que os pés começam a se ´bulir´ de imediato. E ainda temos participações muito especiais, para apimentar esse trabalho”.</p>
<p>O álbum tem a direção musical conjunta de As Severinas, do produtor Karl Marx e do multi-instrumentista Elói Oliveira. Os arranjos foram feitos por Elói em parceria com o sanfoneiro Sílvio Ferraz, além de contar com o percussionista Vein e a participação especial da percussionista Negadeza. A direção artística é da integrante Isabelly Moreira e a produção é de Karl Marx.</p>
<p>O EP estará disponível em todas as plataformas de música e, assim como o documentário já lançado sobre a história da Banda, ficará disponibilizado gratuitamente no canal do YouTube: <a href=" https://www.youtube.com/c/AsSeverinas" target="_blank"><strong>www.youtube.com/AsSeverinas</strong></a>.</p>
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		<title>Documentário celebra os 10 anos de carreira do trio “As Severinas”</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 20:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os fãs de “As Severinas”, e aqueles que querem conhecer mais da trajetória do trio musical de mulheres pajeuzeiras, já podem assistir ao documentário &#8220;As Severinas &#8211; 10 anos&#8221;, disponível no canal do YouTube da banda. Sob a direção de Eduardo Crispim; Isabelly Moreira (triângulo, vocais e declamações), Monique D&#8217;Angelo (vocal e sanfona) e Marília [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/YwfmTlKdoxg" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Os fãs de “As Severinas”, e aqueles que querem conhecer mais da trajetória do trio musical de mulheres pajeuzeiras, já podem assistir ao documentário &#8220;As Severinas &#8211; 10 anos&#8221;, disponível no canal do YouTube da banda. Sob a direção de Eduardo Crispim; Isabelly Moreira (triângulo, vocais e declamações), Monique D&#8217;Angelo (vocal e sanfona) e Marília Correia (zabumba) detalham como a espontaneidade e a amizade foram a base para surgimento da banda há 10 anos e para o seu amadurecimento ao longo desse tempo. O documentário “As Severinas &#8211; 10 anos&#8221; conta com os recursos da da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e apoio da Fundação Cultural Cabras de Lampião.</p>
<p>O universo do pé de serra, forró, cantoria de viola, xote, xaxado, baião está presente na obra do trio como lembram os depoimentos de músicos, produtores e amigos e amigas no documentário, a exemplo do poeta Antonio Marinho e do Patrimônio Vivo de Pernambuco, o poeta Dedé Monteiro, além da artista Luna Vitrolira. A edição também traz registros de shows e uma conversa descontraída com As Severinas.</p>
<p>&#8220;Nós buscamos cultivar as nossas raízes, refazendo o modo de cantar a obra de artistas consagrados como Marinês, Anastácia, Dominguinhos e tantos outros nomes. Também introduzimos trabalhos que gostamos, como Vander Lee, Elton Moraes, Chico César, e por aí vai, dando uma nova roupagem, misturando as formas”, comenta Isabelly Moreira. Os shows do trio também são marcados por declamações de poetas populares, com versos autorais e de Rafaelzinha, Simone Passos, Mocinha de Passira, João Paraibano e tantos mais.</p>
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		<title>Outras Palavras celebra em Salgueiro os 70 anos de Raimundo Carrero</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 15:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quando a equipe do Outras Palavras confirmou que a segunda edição de 2018 seria realizada numa escola em Salgueiro, no Sertão Central do estado, não houve dúvidas sobre quem seria o escritor a ser convidado. Filho da terra, escritor e jornalista, Raimundo Carrero é um dos autores pernambucanos de maior destaque pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58721" aria-labelledby="figcaption_attachment_58721" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286024_fb7c553d3a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58721 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286024_fb7c553d3a_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Recebido com muitos aplausos, Raimundo Carrero conversou, brincou e se divertiu dentro do ambiente escolar ao falar sobre o que mais gosta de fazer: escrever</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Quando a equipe do <strong>Outras Palavras</strong> confirmou que a segunda edição de 2018 seria realizada numa escola em Salgueiro, no Sertão Central do estado, não houve dúvidas sobre quem seria o escritor a ser convidado. Filho da terra, escritor e jornalista, Raimundo Carrero é um dos autores pernambucanos de maior destaque pelo Brasil e mundo afora graças à autoria de diversas obras, muitas delas premiadas. A atividade teria também o propósito de seguir em frente com as celebrações dos recém comemorados 70 anos de vida deste mestre da nossa literatura.</p>
<p>O encontro foi realizado na última quinta-feira (15), com a presença de mais de cinquenta alunos, na EREM Professor Urbano Gomes de Sá, que abriu as portas para convidados como estudantes da EREM Carlos Pena Filho e representantes da GRE Sertão Central. Outra atração prevista para o dia foi o grupo de forró pé-de-serra As Severinas, natural de São José do Egito.</p>
<div id="attachment_58722" aria-labelledby="figcaption_attachment_58722" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286154_6fc1d2ce2d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58722 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286154_6fc1d2ce2d_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">“O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o ele entre a educação e a cultura&#8221;, escreveu Raimundo Carrero em artigo publicado nesta segunda (19)</p></div>
<p style="text-align: left;">Recebido com muitos aplausos, Raimundo Carrero deu logo as cartas no início de sua fala, queria ter ali um debate tranquilo e dinâmico. <em>“Falem também porque eu detesto ficar falando só. Vocês têm todo direito de não gostar do que eu digo e falar. A democracia se realiza nesse plano. Eu sou aqui um escritor conversando com vocês. Se não concordam comigo, tudo bem, mas tenham pelo menos um argumento, que a gente então vai debater. O melhor dessa conversa é que haja um intercâmbio entre nosso papo”.</em></p>
<div id="attachment_58724" aria-labelledby="figcaption_attachment_58724" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125287474_94855ecf6e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58724 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125287474_94855ecf6e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Contador nato de contos e causos engraçados, fez em Salgueiro todo mundo cair na risada com explicações sobre alguns vícios de linguagem que o povo brasileiro adota</p></div>
<p>Contador nato de contos e causos engraçados, fez todo mundo cair na risada com explicações sobre alguns vícios de linguagem que o povo brasileiro adota. <em>“Por exemplo, nunca digam ‘eu me acordo’. A gente simplesmente acorda. Já imaginaram a gente se remexendo, pra se acordar? Isso não existe! Outra coisa que é dizer que ‘os presentes aplaudiram’. Basta dizer que aplaudiram, até porque não tem como os ausentes fazerem isso. E por último, um dos piores pra mim, é quando dizem que ‘a chuva caiu ontem’, ou algo do tipo. A chuva naturalmente cai, se ela subir, teremos então outro fenômeno”,</em> brincou, sob as gargalhadas dos jovens, que cantaram parabéns para o autor no final da conversa</p>
<div id="attachment_58723" aria-labelledby="figcaption_attachment_58723" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286514_3d95ca3de7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58723 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286514_3d95ca3de7_k-607x420.jpg" width="607" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro&#8221;, opina Carrero</p></div>
<p style="text-align: left;">Em <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/artigo-de-raimundo-carrero-a-fragmentacao-do-humano-com-estudantes-de-salgueiro/" target="_blank"><strong>artigo publicado nesta segunda-feira (19) inicialmente no Diario de Pernambuco, e na íntegra no Cultura.PE</strong></a>, Raimundo Carrero contou como foi sua experiência de levar a literatura como um exercício saudável e prazeroso aos jovens que ali estavam na sua frente.<em> “Os estudantes demonstraram muito entusiasmo sob orientação das professoras e me provocaram o tempo todo com perguntas e afirmações que tornaram o debate ainda mais quente. Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola”.</em></p>
<div id="attachment_58726" aria-labelledby="figcaption_attachment_58726" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286794_337505478b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58726 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286794_337505478b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola&#8221;, refletiu o autor em seu artigo</p></div>
<p style="text-align: left;">Uma das alunas citadas por Raimundo, chamada Lucineide, disse que era um prazer recebe-lo na escola e perguntou como ele fazia, quando criança e naquela época, para escrever. “<em>As coisas naquele tempo eram diferentes e mais complicadas. Como você conseguiu produzir tanta coisa daquele jeito?”,</em> quis saber a estudante. <em>“Primeiro fico muito envaidecido diante da sua pergunta. A gente nunca deve esperar a oportunidade. A gente deve fazer a oportunidade, construindo, elaborando. Hoje, não se conformem em terminar apenas a escola. Tentem de tudo, até o doutorado se for possível”,</em> respondeu o autor.</p>
<div id="attachment_58707" aria-labelledby="figcaption_attachment_58707" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962602897_85dff9e24e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58707 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962602897_85dff9e24e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os estudantes buscaram saber de Raimundo Carrero quais eram suas inspirações e os próximos projetos em que está envolvido, entre outras questões</p></div>
<p style="text-align: left;">No seu artigo, publicado nesta segunda-feira (19), ele opina com empolgação. <em>“Pareceu-me um educandário-modelo, a partir do Governo estadual, com orientação do governador Paulo Câmara e dos secretários de Educação e de Cultura”. E mais tarde complementa. “O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o ele entre a educação e a cultura (&#8230;). A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro&#8221;<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">E prosseguiu. &#8220;<em>Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula”.</em></p>
<div id="attachment_58710" aria-labelledby="figcaption_attachment_58710" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962614547_8311a8861c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58710 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962614547_8311a8861c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula”, escreveu Carrero</p></div>
<p style="text-align: left;">Durante a apresentação do grupo, e poetiza e cantora Belinha aproveitou para falar de um assunto muito pertinente naquele dia. “<em>Quero tocar num assunto que o Brasil inteiro está falando na data de hoje e pedir um minuto de silêncio em nome da ativista política e vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco. Mais uma mulher, negra, assassinada por Deus sabe quem, e isso reflete a opressão que nós mulheres sofremos na sociedade. Neste momento, levamos todas juntas aqueles tiros, e devemos estar atentas e fortes pois a democracia vive um período muito frágil”,</em> disse ela.</p>
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		<title>Palco Forró do FIG evidenciou a boa tradição nordestina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-forro-do-fig-evidenciou-a-boa-tradicao-nordestina/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Na madrugada de sexta-feira, 28/7, o público do Palco Forró do 27º Festival de Inverno de Garanhuns se esquentou mesmo a 16ºC. É que a programação, que iniciou às 23h, colocou todo mundo pra dançar aquele “dois pra lá dois pra cá” que todo nordestino sabe. Três atrações fizeram o povo tirar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Na madrugada de sexta-feira, 28/7, o público do Palco Forró do 27º Festival de Inverno de Garanhuns se esquentou mesmo a 16ºC. É que a programação, que iniciou às 23h, colocou todo mundo pra dançar aquele “dois pra lá dois pra cá” que todo nordestino sabe. Três atrações fizeram o povo tirar o pé do chão: Forró Pesado de Garanhuns, As Severinas e Flávio Leandro.</p>
<p dir="ltr">O trio feminino As Severinas (Marília Correia, Isabele Moreira e Monique D’Ângelo), que possui seis anos de estrada, misturam música e declamação de poesia popular em suas apresentações. Elas tocam e cantam um repertório para todos os públicos, em especial, os jovens. Com clássicos do forró pé-de-serra e releituras de músicas da MPB em ritmo de forró, a vocalista Monique tem uma voz forte e uma energia que contagia. Em seu primeiro FIG, as moças do Sertão do Pajeú trouxeram uma banda, incrivelmente, entrosada. “Foi pleno e maravilhoso tocar, pela primeira vez no FIG. No início da nossa carreira, não pensávamos que chegaríamos a atingir o público que temos hoje, especialmente porque foi um projeto pensado para funcionar em um tempo determinado. Hoje, percebo que não apenas os jovens se interessam pelo nosso trabalho como públicos de todas as idades, algo que não imaginávamos. O retorno tem sido favorável e o nosso maior sentimento é o de gratidão”, diz Monique.</p>
<div id="attachment_51879" aria-labelledby="figcaption_attachment_51879" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36105045051_55434d2e09_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51879" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36105045051_55434d2e09_z-607x373.jpg" width="607" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">As Severinas encantam e agitam o público</p></div>
<p dir="ltr">Em seus shows e declamações, As Severinas buscam abordar temáticas em louvação e defesa da mulher nordestina guerreira. “Nos tempos em que vivemos, nos deparamos com machismo e violência. Como mulheres e artistas e obrigação nossa levar essa mensagem a um público cada vez maior e que coisa boa poder dizer isso para as pessoas. Como é bom dizer ‘não’ ao preconceito e pregar o amor ao próximo”, declara Monique.</p>
<p dir="ltr">Flávio Leandro é um expoente da música nordestina. Com mais de 20 anos de carreira, ele ganha o palco sendo através da animação ou da emoção. Com voz arrebatadora, ele é acompanhado por metais, flauta transversa, bateria, contrabaixo e guitarra tendo a zabumba, a sanfona e o triângulo como protagonistas instrumentais. Compositor de músicas memoráveis cantadas por grandes nomes da música regional, seu show tem alta qualidade onde a poesia ganha vez e voz cantada. “É muito prazeroso trabalhar o forró que é uma matriz cultural nordestina e falar de amor é uma obrigação minha enquanto artista, nós somos como fotógrafos do cotidiano. A cada vez que subo no palco a sensação é diferente e a satisfação é muito grande. É como se fosse a primeira vez”, diz o artista. Em seu segundo FIG, Flávio conquistou o público com seu carisma que interagiu e cantou com ele.</p>
<div id="attachment_51880" aria-labelledby="figcaption_attachment_51880" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36238727955_58a874fa5d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51880" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36238727955_58a874fa5d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flávio Leandro canta com o grande coro formado pelo público</p></div>
<p dir="ltr">O jovem talento de Garanhuns, Mateus Cordeiro, fez uma participação no show cantando uma música com Flávio. “É uma responsabilidade muito grande cantar com ele que é um compositor e cantor que eu admiro muito. Poucas pessoas cantam e compõem como ele”, diz Mateus.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Outras Palavras levou música e literatura à escola de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clara Albuquerque O Projeto Outras Palavras desenvolveu ações especiais durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Na tarde do dia 28/7, foi a vez da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra receber o escritor Joseilson Ferreira, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura. O momento, ainda, foi marcado por uma animada apresentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Clara Albuquerque</em></p>
<p>O Projeto Outras Palavras desenvolveu ações especiais durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Na tarde do dia 28/7, foi a vez da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra receber o escritor Joseilson Ferreira, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura. O momento, ainda, foi marcado por uma animada apresentação do trio As Severinas.</p>
<div id="attachment_51901" aria-labelledby="figcaption_attachment_51901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrio Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51901" alt="Rodrio Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Joseilson Ferreira</p></div>
<p dir="ltr">Joseilson Ferreira contou como foi a construção criativa de seu último trabalho e, também, leu algumas de suas poesias. Durante a conversa, estudantes e professores da escola se aproximavam para falar de suas impressões e esclarecer dúvidas. O escritor fala sobre sua versatilidade em escrever do infantil à poesia sensual. “Eu considero livros como filhos, cada um com uma personalidade diferente. Então, tenho livros eróticos e infantis. A gente tem que trabalhar com cuidado para atingir o leitor”, conta ele, que também falou de sua relação com o avanço da tecnologia dentro de seu processo de produção e o mercado literário. “Quando iniciei, não tinha internet. Hoje, a facilidade é maior tanto para armazenar a produção quanto para encontrar o nicho do mercado literário. Há mais concursos literários hoje do que antes. Ficar isolado não é negócio. É interessante que continue havendo prêmios como o Pernambuco Literatura”, diz ele. Joseilson está trabalhando em um livro de contos, atualmente, e conta que, pela primeira vez está escrevendo no computador. “Todos os meus livros foram escritos a mão. Era um processo onde eu gastava muito papel, depois datilografava. Hoje em dia, é muito mais fácil com o computador. Consegui me adaptar com esse livro mais recente e está dando certo”, conta ele.</p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt" style="display: inline !important;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51874" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a></dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">O escritor Joseilson Ramos conversa com estudantes</dd>
</dl>
<p dir="ltr">O escritor, ainda, deu dicas aos jovens que pensam em começar a escrever. “Tem que ter uma bagagem de leitura apurada e crítica. Algumas pessoas têm o seu modo particular de criação. Eu, por exemplo, preciso de silêncio. Outro recurso que utilizo é tomar nota das situações que presencio, achei necessário para este trabalho com contos e romances. Tudo o que aparece eu anoto. O segredo é nunca desistir e fazer por amor e não por dinheiro. Quando você consegue viver de Literatura é muito bom, quando não é como um hobby que você tem que levar com profissionalismo. Estudar e ler muito. Para ter domínio do que se escreve tem que se entender, se preparar”, explica ele. Para o trabalho de estímulo que pode ser realizado em sala de aula, Joseilson também expôs seu pensamento a respeito. “Precisamos trabalhar a realidade do aluno porque ele não vai zerado para a escola. É interessante, também, que as escolas realizem concursos internos. Fora isso, a internet tem muito material em vídeo e entrevistas com outros autores que estimulam. Minha inspiração, por exemplo, é João Cabral de Melo Neto.</p>
<p dir="ltr">Quando questionado sobre que rumo tomar diante de um momento marcado por falta de investimentos federais na cultura, Joseilson responde que “o caminho é não acreditarmos que estamos em um abismo cultural. Nunca houve tantos concursos como os de hoje em dia. Não vivemos em uma crise cultural, precisamos resgatar a imagem cultural que temos e que, muitas vezes, a mídia mascara. Muitos projetos que fomentam a cultura literária estão em andamento como o Outras Palavras e feiras literárias”. Sobre o alto consumo de literatura internacional, no Brasil, o escritor opina que “concorrer com a literatura internacional é complicado porque o investimento que eles têm em divulgação é muito alto, cabe a nós tomarmos a decisão quando estivermos em uma livraria”.</p>
<p dir="ltr">A diretora da escola, Josivânia Bezerra, fez os seus agradecimentos. “É com muita alegria que recebemos esse momentos. Gostaria de agradecer a todos que vieram e à Fundarpe por levar a cultura para o interior do estado”, diz ela que entregou, em seguida, uma lembrança representativa ao escritor, ao trio musical e à vice presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade. “Para nós da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe é um prazer imenso estar aqui e sermos acolhidos por vocês com esse projeto que tem o objetivo principal de integrar a Cultura e a Educação desde 2015. Já passamos por muitas cidades no interior do estado como Petrolina, Água Preta e Canhotinho. Estamos felizes porque as edições do projeto têm ajudado a fortalecer a cultura literária local com o público jovem e, neste processo, contamos com escritores pernambucanos e expoentes da cultura popular do estado como é o caso do trio As Severinas que trazemos, com todo o prazer, pela segunda vez, ao projeto. Em qualquer momento, é só nos convidar que teremos o prazer de voltar”, diz ela. Em seguida, a vice-presidente entrega, nas mãos da diretora da escola, um kit com livros do acervo da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_51875" aria-labelledby="figcaption_attachment_51875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51875" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade representa a Fundarpe durante o evento</p></div>
<p dir="ltr">Ao final da conversa com o escritor, o trio As Severinas encantou a todos com uma apresentação de poesia popular regada a muito forró pé-de-serra. Com seis anos de estrada, as jovens artistas possuem uma maneira peculiar de fazer shows. “Eu acho maravilhoso esse trabalho que está sendo desenvolvido pelo projeto Outras Palavras, especialmente porque o nosso trabalho começa na parte literária. Eu e Monique escrevemos e declamamos, a música é uma desculpa pra levar a poesia para as pessoas”, diz Isabele Moreira, uma das integrantes do trio. Durante a apresentação, as meninas do Pajeú pernambucano intercalavam poesias autorais e de poetas populares do estado com clássicos do forró e algumas releituras executadas no ritmo, a exemplo da música Esquadros, da Adriana Calcanhoto. Também contaram um pouco de sua intimidade com a poesia popular que veio como herança dos pais, além de sua trajetória artística e a proposta de inserir, no mercado, mais mulheres tocando instrumentos regionais. “O nome do grupo é uma homenagem a uma série de figuras como Severina Branca, Severino Bil, Bil de Crisanto e a Vida Severina de João Cabral de Melo Neto. Nossa proposta envolve não só fazer o forró redondo da rádio, nós queríamos uma coisinha a mais. Foi aí que resolvemos brincar com os xotes dos outros. A gente toca o que a gente gosta e coincide do povo gostar, se fosse diferente não seria verdadeiro”, diz Isabele. A última música que o trio executou colocou o público para dançar um arrasta-pé. Elas foram bastante aplaudidas.<em id="__mceDel"> </em></p>
<div id="attachment_51876" aria-labelledby="figcaption_attachment_51876" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51876" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">As Severinas colocam todos pra dançar</p></div>
<p dir="ltr">O Projeto Outras Palavras visitou mais de 300 escolas, teve mais de 600 participantes e mais de 4 mil livros do acervo da Fundarpe doados para os acervos das escolas visitadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Escritoras discutem protagonismo feminino na cultura pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 21:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Outras Palavras, iniciativa da Secult-pe/Fundarpe em parceria com a Secretaria de Educação, encerra suas atividades de 2016 nesta terça-feira (20), com as escritoras Socorro Lacerda e Cida Pedrosa. As duas vão conduzir a mesa O Papel da Mulher na Cultura de Pernambuco: qual o seu protagonismo?  no Teatro Arraial, a partir das 18h. Na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43294" aria-labelledby="figcaption_attachment_43294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/montagem-escritoras.jpg"><img class="size-medium wp-image-43294" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/montagem-escritoras-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Lacerda e Cida Pedrosa</p></div>
<p>O projeto Outras Palavras, iniciativa da Secult-pe/Fundarpe em parceria com a Secretaria de Educação, encerra suas atividades de 2016 nesta terça-feira (20), com as escritoras Socorro Lacerda e Cida Pedrosa. As duas vão conduzir a mesa <em>O Papel da Mulher na Cultura de Pernambuco: qual o seu protagonismo? </em> no Teatro Arraial, a partir das 18h. Na ocasião, também haverá apresentação artística do grupo As Severinas e Maviael Melo.</p>
<p>Segundo a escritora Socorro Lacerda, que também é chefe de gabinete da Secult-PE, a discussão vai girar em torno do protagonismo das mulheres principalmente no acesso às políticas públicas. &#8220;O protagonismo feminino na cultura ainda é muito tímido. Só recentemente pudemos ver nascer políticas públicas paras mulheres por meio de editais do Governo do Estado que apresentam recorte de gênero. Essas ações são essenciais para as mulheres que viveram muito tempo na invisibilidade possam atuar e mostrar sua capacidade inventiva que elas fazem tão bem através da arte, já que, historicamente, os homens sempre apareceram mais enquanto fazedores culturais.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com ela, &#8220;a sociedade precisa ser enriquecida com essa criatividade feminina. Temos uma voz, um corpo, algo a declarar em relação à arte. Mas é preciso que as políticas assistam isso. Inserir esse debate em programas como o Outras Palavras é uma forma de levar pra juventude essa provocação.&#8221;</p>
<div id="attachment_43295" aria-labelledby="figcaption_attachment_43295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José Jaime Junior</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/26796720295_13244ce9b6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-43295" alt="José Jaime Junior" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/26796720295_13244ce9b6_z-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Lacerda entrevista o escritor Bruno Liberal no projeto Outras Palavras</p></div>
<p><strong>Outras Palavras</strong><br />
Em 2016, o Outras Palavras atingiu um público de 4.879 estudantes da rede pública do Estado, incluindo Região Metropolitana do Recife, Sertão e Agreste. Ao todo, foram distribuídos 3.814 livros em 85 escolas, entre publicações de contos, poesia, romance e narrativa de patrimônios culturais para integrar o acervo de bibliotecas e outras instituições públicas.</p>
<p>Mais do que incentivar o hábito da leitura entre os estudantes, o projeto visa estimular a leitura de obras de autores pernambucanos e levá-los até as instituições como forma de contribuir para atividades de fruição e formação de público leitor. Um total de 15 escritores visitaram as escolas por meio do Outras Palavras só este ano. Além deles, 10 Patrimônios Vivos e grupos de cultura popular marcaram presença.</p>
<div id="attachment_43296" aria-labelledby="figcaption_attachment_43296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Outras-palavras-57-607x402.jpg"><img class="size-full wp-image-43296" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Outras-palavras-57-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, vice presidente da Fundarpe e coordenadora do Outras Palavras, ao lado de Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>&#8220;Nesse ano, o projeto atingiu mais escolas, estudantes e regiões no Estado. Contamos também com a participação expressiva de escritores premiados e de vários Patrimônios Vivos, que, com sua presença, abrilhantaram ainda mais nossos eventos nos colégios. Em 2017, pretendemos visitar as regiões que ainda não foram contempladas pelo Outras Palavras, como a Mata Sul, a Mata Norte, o Sertão-Central, o Sertão-Itaparica, o Sertão-Araripe e o Agreste-Central, e a grande novidade é que vamos nos integrar ao projeto Mãe-Coruja, do Governo do Estado, e vamos visitar unidades da Funase&#8221;, contou a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, coordenadora do projeto.</p>
<p>De acordo com ela, “do ponto de vista da educação, nós utilizamos esse nome, Outras Palavras, porque achamos que, para uma escola ter qualidade social, é necessário que, além das disciplinas da grande curricular comum, os alunos tenham acesso à cultura e às artes. Hoje estamos na contramão da história. O projeto ocupa um lugar de resistência numa conjuntura que questiona a obrigatoriedade da educação artística na grade curricular. Nosso dever é resistir pra seguirmos no caminho e na luta pela transformação, para que nossos jovens possam, de fato, assumir o protagonismo e ser o que quiserem ser&#8221;.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Mesa redonda <em>O Papel da Mulher na Cultura de Pernambuco: qual o seu protagonismo? , </em>com Cida Pedrosa e Socorro Lacerda + apresentação de As Severinas e Maviael Melo<br />
<b>Quando: </b>terça-feira (20), 18h<br />
<b>Onde: </b>Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Pernambuco Nação Cultural celebra o legado do Rei do Baião</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-nacao-cultural-celebra-o-legado-do-rei-do-baiao/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 19:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
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		<description><![CDATA[Fígura ímpar na história da MPB, Luiz Gonzaga foi responsável por popularizar os ritmos nordestinos pelo Brasil afora. Com suas canções, o Mestre Lua levou a musicalidade sertaneja para as rádios e ruas de todo o País. Para celebrar esse legado que até hoje influencia músicos de todas as gerações, o Festival Pernambuco Nação Cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6081" aria-labelledby="figcaption_attachment_6081" class="wp-caption img-width-460 aligncenter" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/LG.jpg"><img class="size-full wp-image-6081" alt="Noite de sábado (28/7) será dedicada ao mestre Luiz Gonzaga com shows de artistas locais e nacionais" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/LG.jpg" width="460" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Noite de sábado (28/7) será dedicada ao mestre Luiz Gonzaga com shows de artistas locais e nacionais</p></div>
<div>
<p>Fígura ímpar na história da MPB, Luiz Gonzaga foi responsável por popularizar os ritmos nordestinos pelo Brasil afora. Com suas canções, o Mestre Lua levou a musicalidade sertaneja para as rádios e ruas de todo o País. Para celebrar esse legado que até hoje influencia músicos de todas as gerações, o Festival Pernambuco Nação Cultural Sertão do Pajeú reservou uma noite especial em sua programação. No sábado (28/7), estilos como forró, xote e baião irão embalar o público em Triunfo.</p>
<p>A festa começa às 18h com as apresentações no Palco Coreto. Quem abre a noite é o grupo As Severinas, formado por Monique D’Angelo (sanfona e vocal), Isabelly Moreira (triângulo e vocal), Marília Correia (zabumba) e Gabrielle Vitória (pandeiro e vocal). As jovens do Pajeú mostrarão um repertório composto de clássicos do forró pé de serra, além de declamações de poesias sobre a cultura e a vida do homem nordestino. Segunda atração da noite no Coreto, o grupo Só Triscando também promete espantar o frio com uma seleção de sucessos de todos os tempos.</p>
<p>Mais tarde no Palco Nação Cultural a homenagem a Gonzagão continua em grande estilo. O cantor e sanfoneiro Lindomar Souza abre a noite com sucessos do forró imortalizados pela interpretação de Gonzaga. Segunda atração na noite, o Baião Polinário traz para o palco clássicos de nomes como Humberto Teixeira, Anastácia, Dominguinhos e, é claro, Luiz Gonzaga. Formado por artistas da jovem cena musical pernambucana, como Jr. Black, Isaar, Rogerman e Zé Brown, o grupo irá contagiar a noite com releituras das canções que têm presença cativa na memória afetiva do público.</p>
<p>Para encerrar esta grande noite o cantor e compositor cearense Fagner trará para o Palco Nação Cultural um verdadeiro desfile de sucessos consagrados ao longo de mais de 30 anos de carreira. Fã assumido de Luiz Gonzaga, com o qual inclusive gravou dois LPs, o músico abrilhantará ainda mais esta homenagem ao Reio do Baião.</p>
<p>Fiquem ligados na programação especial do sábado e bom arrasta-pé!</p>
<p>Sábado, 28/07<br />
Palco Coreto<br />
18h – As Severinas<br />
19h – Só Triscando</p>
<p>Palco Nação Cultural<br />
22h – Lindomar Souza<br />
23h – Baião Polinário</p>
</div>
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