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	<title>Portal Cultura PE &#187; assentamento roncador</title>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, projeto fortalece cadeia produtiva de mulheres de São Benedito do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 15:37:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89075" aria-labelledby="figcaption_attachment_89075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fran Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/IMG_2299.jpg"><img class="size-medium wp-image-89075" alt="Fran Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/IMG_2299-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As mulheres do Assentamento Roncador, localizado em São Benedito do Sul, participaram de uma série de oficinas para o fortalecimento da cadeia produtiva local</p></div>
<p>Um encontro entre mulheres da Região Metropolitana do Recife e do Assentamento Roncador, em São Benedito do Sul, vem proporcionando uma intensa troca de saberes e de experiências através do projeto Mulheres em Rede, que tem como objetivo criar e fortalecer redes de mulheres e inseri-las na cadeia produtiva de produtos acessíveis.</p>
<p>Incentivado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultuta, o projeto &#8220;Mulheres em Rede&#8221;, que atua por meio de oficinas que possam oportunizar caminhos para uma possível autonomia financeira das mulheres, deu início às formações no Assentamento Roncador em julho deste ano e vai encerrar suas atividades no local no próximo domingo (14), quando as mulheres que participaram das atividades apresentarão os produtos feitos nas oficinas e com os quais pretendem empreender e criar novas possibilidades de renda. No dia, haverá show do grupo Pifeirinha. O evento  é restrito a moradores e demais envolvidos com o projeto.</p>
<p>&#8220;Mulheres em Rede&#8221; tem como idealizadoras a pesquisadora e produtora cultural Karuna de Paula, a artesã Cristiane Acioli, a realizadora audiovisual e produtora cultural Fran Silva e a educadora popular em saúde Aline Tertuliano, profissionais envolvidas em torno de saberes e práticas ligadas ao artesanato, à agroecologia e à ginecologia natural, e também conta com a artista visual Bela Faria, responsável pela identidade visual dos produtos.</p>
<p><strong>Oficinas: caminhos abertos -</strong> De julho a outubro foram realizadas as oficinas “Território, ancestralidade e saberes”, facilitada por Karuna de Paula; “Produção de velas artesanais, licores e compotas”, facilitada por Cristiane Acioli; e “Produção de fitoelaborados”, facilitada Aline Tertuliano. O registro audiovisual do projeto foi feito e está sendo editado por Fran Silva. O resultado será exibido no Assentamento Roncador.</p>
<p>A oficina “Território, ancestralidade e saberes” propôs promover o reconhecimento dos saberes e potencialidades – ancestrais – das mulheres do assentamento rural, trabalhando com elas o mapeamento de projetos possíveis baseados em seus sonhos e talentos; a de “Produção de velas artesanais, licores e compotas” considerou o mercado de velas em Pernambuco, que carece de artesãos, e a demanda das próprias mulheres para a aprendizagem de licores e compotas; já a &#8220;Oficina de fitoelaborados”, levou em conta que nos últimos anos a fitocosmética natural vem crescendo, principalmente através dos movimentos agroecológicos e da permacultura, que vêm construindo mudanças nas relações de produção-consumo, com princípios ecológicos e mais justos.</p>
<p>As oficinas foram concebidas para que as participantes aprendessem desde o modo de produção, até os processos de distribuição ou venda dos produtos, os quais contam com uma marca própria, valorizando o Assentamento e a união das mulheres.<em> “As mulheres têm força de vontade de trabalhar, de crescer e essa foi uma oportunidade de mão cheia, trouxe vida para o Assentamento”</em>, pontuou Nany, moradora do Roncador e uma das participantes das oficinas.</p>
<p><strong>LOCALIDADE -</strong> O Assentamento Roncador está situado nas terras onde funcionou o Engenho Roncador, o qual fez parte da indústria açucareira que monopolizou a economia e as terras nordestinas por quase 200 anos. No final da década de 1990, com o apoio do ITERPE, 30 famílias, ou 30 parceleiros, como são chamados, compraram a propriedade do antigo dono para trabalhar na terra e produzir seu sustento. Devolveram ao local o plantio nativo, cujo cultivo é dirigido à subsistência e ao comércio; o excedente é doado. São necessários projetos e ações que fomentem o desenvolvimento e a geração de renda no local.</p>
<p>Saiba mais no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mulheres.em.rede/" target="_blank"><strong>@mulheres.em.rede</strong></a>.</p>
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