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	<title>Portal Cultura PE &#187; Associação Respeita Januário</title>
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		<title>Vídeo-documentário ‘Caboclinho’</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 13:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Realizado entre 2011 e 2013, durante pesquisas de campo para a composição do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o vídeo-documentário ‘Caboclinho’ retrata o universo dessa manifestação cultural que representa através da dança, música e religiosidade, a cultura indígena do Brasil. O registro audiovisual é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, contando com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Realizado entre 2011 e 2013, durante pesquisas de campo para a composição do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o vídeo-documentário ‘Caboclinho’ retrata o universo dessa manifestação cultural que representa através da dança, música e religiosidade, a cultura indígena do Brasil. O registro audiovisual é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, contando com a parceria da Associação Respeita Januário e apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan.</p>
<p style="text-align: justify;">Originados a partir de reminiscências do Toré e da Jurema Sagrada, que foram reelaboradas juntamente com outras influências culturais, os Caboclinhos possuem variantes em localidades da Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Minas Gerais, ocorrendo em maior número na Zona da Mata Norte e na Região Metropolitana de Pernambuco. No Estado, destacam-se por sua relação com elementos religiosos ligados às tradições da Jurema Sagrada, sobretudo no culto às entidades espirituais chamadas de caboclos e encantados. Durante o período carnavalesco as tribos de caboclinhos realizam seus rituais de proteção e saem às ruas com suas danças ao som de ritmos característicos (guerra, perré, baião e macumba de caboclo), no seu bailado repleto de significados e resistência, e que abrilhantam o carnaval do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando a participação de mestres da manifestação, que no dia 24 de novembro de 2016 foi reconhecida com o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o documentário revela curiosidades envolvendo as origens de alguns dos grupos, através de depoimentos de Severino Amaro Gomes (presidente da Tribo Tupi Guarani), José Alfaiate (presidente do Caboclinhos 7 Flexas do Recife), Zuleide Alves da Silva (presidente do Caboclinhos Oxossi Pena Branca), Hilton Souza Falcão (vice-presidente do Caboclinhos Kapinawá) e Nelson Cândido Ferreira (presidente do Caboclinhos 7 Flexas de Goiana).</p>
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		<title>Centro Bongar abre inscrições para oficinas culturais</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 18:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação Respeita Januário]]></category>
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		<category><![CDATA[OCUPE – Oficinas Culturais de Pernambuco]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43335" aria-labelledby="figcaption_attachment_43335" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-de-Condado-Foto-Roberta-Guimarães.jpg"><img class="size-medium wp-image-43335" alt="Foto: Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-de-Condado-Foto-Roberta-Guimarães-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">O Mestre Biu Alexandre, do Cavalo Marinho Estrela de Ouro da cidade de Condado, é um dos facilitadores das atividades oferecidas.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de promover oportunidades de aperfeiçoamento nos segmentos de música e cultura popular, tanto para estudantes como ao público em geral, o Centro Cultural Grupo Bongar, em parceria com a Associação Respeita Januário, o Sesc-PE e o Paço do Frevo, inicia nesta terça-feira (7) o evento <strong>‘OCUPE – Oficinas Culturais de Pernambuco’</strong>. A iniciativa, composta por atividades de formação em cavalo-marinho, ritmos afro-brasileiros e percussão, conta com a facilitação de mestres e fazedores de cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta primeira edição serão realizadas oficinas de Cavalo Marinho, com o mestre Biu Alexandre, de Condado; Coco da Xambá, com o Grupo Bongar, da Comunidade Xambá; Toques de Candomblé, com o ogan Tãozinho, do terreiro Nanã Burunku, em Olinda; uma vivência do Frevo, no Paço do Frevo; e uma Vicência no Terreiro Xambá, em Olinda. As oficinas serão ministradas no Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia é que o evento seja realizado anualmente, neste período que antecede o Carnaval. Na oficina de Cavalo-Marinho, os participantes terão contato não só com a música, mas também com a dança e o teatro. Mestre Biu Alexandre utilizará alguns personagens, durante a oficina. A oficina do Coco da Xambá abordará a história do Coco, suas mais diversas vertentes e sua dança. Durante a oficina de Toques de Candomblé, os participantes terão contato com os toques dos mais diversos Orixás, cultuados por religiões de matriz africana e ainda terão, no final das oficinas, uma vivência no Toque para Oxum, que será realizado no Terreiro Xambá, no dia 19 deste mês, das 16h às 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento para <strong>cada oficina</strong> custa o valor de<strong> R$ 100</strong>. Caso o interessado deseje cursar <strong>as três atividades</strong>, o valor total fica por <strong>R$ 250</strong>. Os demais eventos são gratuitos para os participantes das oficinas. As inscrições podem ser realizadas através dos telefones: <strong>(81) 99811-1473</strong> (Carlos Sandroni) e <strong>(81) 99927-6258</strong> (Marileide Alves).</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação:</strong></p>
<p>- <strong>Oficina de Cavalo Marinho</strong><br />
<strong>Período:</strong> de 7 a 10 de fevereiro<br />
<strong>Horário:</strong> das 14h às 17h<br />
A oficina será ministrada pelo Mestre Biu Alexandre, do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado – PE), fundado em 1979. Nessa oficina, o mestre irá transmitir saberes e práticas que relacionam a música, a dança e os aspectos cênicos das figuras no brinquedo do Cavalo Marinho, que é uma das mais importantes tradições culturais da Zona da Mata de Pernambuco.<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Bongar Rua Severina Paraíso da Silva, 5330, São Benedito &#8211; Olinda/PE (atrás do Terminal Xambá)</p>
<p>- <strong>Oficinas de Ritmos Afro-Brasileiros</strong><br />
<strong> Período:</strong> de 13 a 16 de fevereiro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 12h<br />
Ministrada pelo percussionista Iraquitan Gomes, mais conhecido por Tãozinho, ogan do Terreiro Nanã Burunku (Olinda-PE). Na oficina, o mestre irá transmitir conhecimentos musicais através do canto nagô e da sonoridade dos instrumentos percussivos – em especial, os tambores que no candomblé possuem funções sagradas no ritual religioso. Será trabalhado um amplo repertório de ritmos de matriz africana.<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Bongar Rua Severina Paraíso da Silva, 5330, São Benedito &#8211; Olinda/PE (atrás do Terminal Xambá)</p>
<p>- <strong>Oficina de Percussão</strong><br />
<strong> Período:</strong> de 13 a 16 de fevereiro<br />
<strong>Horário:</strong> das 14h às 17h<br />
A tradição do Coco da Xambá é reconhecida por sua batida peculiar, uma prática musical encontrada no Terreiro da Nação Xambá. Já reconhecido no cenário musical pernambucano, o grupo Bongar vem realizar oficina que visa à preservação e divulgação deste bem cultural ao ensinar sobre a origem desta manifestação na Nação Xambá, os aspectos rítmicos, a instrumentação percussiva e a relação entre a música, a dança e a religiosidade.<br />
<strong>Local:</strong> Centro Cultural Bongar Rua Severina Paraíso da Silva, 5330, São Benedito &#8211; Olinda/PE (atrás do Terminal Xambá)</p>
<p><strong>Eventos:</strong></p>
<p>- <strong>Dia 17/02 (sexta-feira)</strong><br />
Manhã | Local: Paço do Frevo – Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife<br />
9h-10h &#8211; Visita guiada<br />
10h-11h &#8211; Vivência com a dança do Frevo<br />
11h-12h &#8211; A Hora do Frevo TARDE<br />
Tarde | Local: Centro Cultural Bongar – Olinda/PE<br />
14h &#8211; Apresentação da Associação Respeita Januário &#8211; ARJ<br />
15h-17h &#8211; Encerramento das Oficinas</p>
<p>- <strong>Dia 19/02 (Domingo)</strong><br />
Local: Casa Xambá – Olinda/PE<br />
16h &#8211; Toque de Oxum</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filme &#8216;Cavalo-Marinho&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 15:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo parte do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o filme ‘Cavalo-Marinho’ (2014), registra em 19 minutos, performances, coreografias e musicais da brincadeira popular manifestada especialmente no ciclo natalino brasileiro. As gravações, que resultam de pesquisas promovidas por técnicos da Fundarpe, contaram com a coordenação da então gerente de Preservação do Patrimônio Cultural da entidade, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fazendo parte do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), o filme ‘Cavalo-Marinho’ (2014), registra em 19 minutos, performances, coreografias e musicais da brincadeira popular manifestada especialmente no ciclo natalino brasileiro. As gravações, que resultam de pesquisas promovidas por técnicos da Fundarpe, contaram com a coordenação da então gerente de Preservação do Patrimônio Cultural da entidade, Célia Campos.</p>
<p style="text-align: justify;">A trajetória do folguedo, embasada em registros históricos e depoimentos de mestres da cultura popular, como Mariano Teles, do Cavalo-Marinho de Mestre Batista, é demonstrada no vídeo a partir de 12 grupos ativos, espalhados pela Zona da Mata Norte, Região Metropolitana do Recife, além das cidades de Pedras de Fogo e João Pessoa, na Paraíba.</p>
<p style="text-align: justify;">Os saberes e modo de perpetuação da tradição, também são explorados, contando com a participação do mestre rabequeiro Luiz Paixão; do artesão Zé de Nininha, que produz instrumentos musicais utilizados pelo folguedo; e Seu Martelo, do Cavalo-Marinho Estrela de Ouro.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme é uma realização do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Associação Respeita Januário, contando com apoio do Iphan e do Ministério da Cultura. A intenção da obra, que foi produzida entre os anos de 2010 e 2012, teve como objetivo o registro do folguedo como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.</p>
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