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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ato-desato</title>
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		<title>Clara Moreira inaugura primeira exposição individual na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 21:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/fc_05_margem_2kpx.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85466" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/fc_05_margem_2kpx-573x486.jpg" width="573" height="486" /></a></p>
<p>“Ato-desato”. Corpos que realizam movimentos, ações e gestos. Todos eles construídos por traços poéticos e afetivos que refletem sobre o próprio processo criativo e a prática do desenho. Essa é uma possível síntese para enxergar a nova exposição da recifense Clara Moreira. Ato-desato entrará em cartaz na Galeria Amparo 60, Zona Sul do Recife, nesta sexta-feira (18), sendo a primeira mostra individual com obras totalmente inéditas realizadas pela artista visual e desenhista. A curadoria é de Sofia Lucchesi.</p>
<p>Realizada em uma parceria com a SpotArt, a mostra conta com um espaço expositivo montado na antessala da galeria. Em 2020, Clara foi apontada como uma das 20 artistas de destaque no Brasil em editorial da SP-Arte e, no mesmo ano, foi selecionada pelo programa Convida, do Instituto Moreira Salles, e para o Salão Único de Artes do Sesc Pernambuco. Antes disso, expôs ao lado de Tereza Costa Rêgo (1929 &#8211; 2020) e Juliana Lapa em Antes do cio dos gatos, na Amparo 60, e diversas outras exposições coletivas no Recife, além ter realizado duas mostras individuais, uma em Portugal e outra no Palácio da Artes, em Belo Horizon te (MG), como retrospectiva de seu trabalho com desenhos manuais utilizados em cartazes de cinema.</p>
<p>Em &#8220;Ato-desato&#8221; será possível ver uma boa amostra da natureza poética que caracteriza o trabalho da artista, com dezoito desenhos em diversos formatos (incluindo um autorretrato em tamanho natural). Clara também é conhecida pelo uso minucioso do lápis de cor, com resultados que se encontram entre a delicadeza e a força, a precisão técnica e a liberdade artística, o realismo e o sonho, mas principalmente, como num gesto que convida ao diálogo: <em>&#8220;gosto de imaginar que o desenho é como uma carta ou um poema, que será lido por alguém que o vê, mas essa pessoa participa ativamente na leitura, compondo também com a sua própria subjetividade, por isso sempre procuro deixar uma pista e um segredo dentro de cada desenho, para que ele possa ser um convite ao pensamento vivo&#8221;</em>.<em> &#8220;Para mim, o meu corpo é como uma linguagem que posso acionar através do desenho, assim como pássaros, fitas de cetim, lágrimas, mas também geometria, composição, cor: são gramáticas entrecruzadas que procuro utilizar na &#8216;escrita&#8217; desses desenhos. Nesta exposição, estou tentando colocar todos esses personagens para uma pequena coreografia que acontece no momento presente, em que estamos todos mergulhados, e nesta sala, no Recife e que quer envolver e se aproximar do público, quer conversar&#8221;</em>.</p>
<p><em>“Ato-desato fala sobre o desenho em si, a prática de estar sempre desenhando. Clara tem um desenho realista, mas sem compromisso com a realidade pragmática, e com uma imensa liberdade gestual e poética. É o ato de desenhar, mas com um certo ‘desato’, que são os desvios que caracterizam a própria criação artística”</em>, diz a curadora Sofia Lucchesi. <em>“Também existe um desejo de se conectar que perpassa o conjunto de obras dessa exposição. Essa intimidade que ela traz do fazer artístico e das suas vulnerabilidades presentes nele têm um poder de acessar o coletivo. É possível acessar sentimentos comuns a uma coletividade tanto quando olhamos para os seus autorretratos quanto ao nos debruçarmos sobre as obras em que aparecem ações em grupo”</em>.</p>
<p>A exposição faz parte do projeto Mirada, idealizado pela galerista Lúcia Costa Santos em parceria com a SpotArt. A ideia é, a partir da mirada, do olhar, de um espaço expositivo reduzido, quase uma vitrine, ampliar o alcance das obras. A artista também vai apresentar uma serigrafia, outra característica presente em todas as mostras do projeto. A iniciativa nasceu durante a pandemia e tem um caráter virtual muito forte, com uma série de ações online, aliado à possibilidade do presencial. Esta será a quarta exposição do projeto, que vai se estender ao longo de 2021.</p>
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