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	<title>Portal Cultura PE &#187; “Ato”</title>
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		<title>Gonzagão ficaria orgulhoso</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 11:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5341" aria-labelledby="figcaption_attachment_5341" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984286282_3c280b7591_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5341" alt="Galeguinho de Gravatá abriu a noite (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984286282_3c280b7591_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Galeguinho de Gravatá abriu a noite (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Shows que abriram o Palco Nação Cultural, em Gravatá, foram de homenagens à altura do mestre</em></p>
<p>Por Duda Martins</p>
<p>Emerson Luiz, 16 anos, ruivo e de aparelho nos dentes, estava terça-feira (11/9) assistindo ao cortejo dos grupos populares que iniciaram as atividades do Festival Pernambuco Nação Cultural em Gravatá. Ele também acompanhou o desfile dos blocos líricos no dia seguinte, dançando e cantando as músicas saudosas. Ontem (13/9) à tarde, riu e se encantou com a apresentação de “Ato”, peça que o grupo Magiluth apresentou a céu aberto na Praça 10 de Novembro. Poucas horas depois, começava o primeiro show no Palco Nação Cultural, na noite em homenagem a Luiz Gonzaga. Um garoto ensaiava passos de forró quando a primeira atração ainda nem havia dado os primeiros acordes. Emerson Luiz não perdeu nada: “Só deu tempo de eu ir em casa, tomar banho e vir para cá. Eu adoro quando tem essas coisas aqui. E amanhã sou eu que vou me apresentar aí nesse palco”, confessou orgulhoso.</p>
<p>O garoto se referiu à sua participação no grupo Canta Gravatá, que abre a festa de hoje (14/9). Mas um dia de cada vez. Quem vem acompanhando o festival e todas as atividades só tem tempo mesmo de tomar banho e sair de casa novamente. Não fosse assim, ele teria perdido uma linda noite que lembrou o nome e o legado do Rei do Baião. Galeguinho de Gravatá entrou em cena com um público ainda tímido, mas colocou todo mundo para arrastar o pé no salão, tocando os clássicos “Sala de reboco”, “Cenário de amor” e “O Gonzagão”.</p>
<p>Toinho do Baião (Vitória de Santo Antão) subiu ao palco em seguida, caracterizado como o próprio Lua. E tudo lembrava ele: roupa, acessórios, músicas, voz e até trejeitos. Acompanhado de uma zabumba, um triângulo e uma sanfona, o cantor de voz potente fez um show com mais de 15 músicas de Gonzaga, das mais famosas às mais desconhecidas. No repertório, “Boiadeiro”, “Carolina”, “Cigarro de paia” e “Sala de reboco”.</p>
<p>Esta última, aliás, também foi cantada pela cantora Anastácia, amiga íntima e parceira de Luiz Gonzaga que também compôs a grade de artistas da noite. Animada, não parou de cantar um só momento, a não ser quando fazia questão de enaltecer o parceiro: “Estou muito feliz de estar aqui. O mundo precisa conhecer Luiz Gonzaga e saber que ele foi o grande rei do forró”. Outro momento foi quando relembrou a sua primeira composição gravada pelo mestre: “Sanfona sentida”, “Uma declaração de amor para a sanfona”, brincou.</p>
<p>O jovem sanfoneiro Cezzinha não deixou a peteca cair, mesmo entrando na madrugada: “Obrigado a vocês que saem de suas casas para prestigiar a cultura pernambucana”, agradeceu ao público. Cezzinha de fato é músico. E dos bons. O show atestou que a carreira do pernambucano é de esforço e dedicação. É muito provável que, em pouco tempo, seja considerado um dos maiores sanfoneiros do País. Além de um repertório refinado, que vai de Gonzaga, passando por Sivuca, Jackson do Pandeiro e Nando Cordel, o ponto alto do seu show foi quando mostrou o domínio com a sanfona num solo instrumental de chorinho. Os dedos ágeis na complexa melodia chegaram aos ouvidos dos espectadores, lembrando os acordes dos seus mestres. “Olha pro céu” encerrou a noite, que acabou no melhor do forró.</p>
<div id="attachment_5342" aria-labelledby="figcaption_attachment_5342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984373390_970c09c2fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5342" alt="Toinho do Baião subiu ao palco caracterizado de Gonzaga (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984373390_970c09c2fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Toinho do Baião subiu ao palco caracterizado de Gonzaga (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5343" aria-labelledby="figcaption_attachment_5343" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984515270_80c76bfaa0_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5343" alt="Anastácia foi só elogios ao amigo e parceiro Lua (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984515270_80c76bfaa0_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anastácia foi só elogios ao amigo e parceiro Lua (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5344" aria-labelledby="figcaption_attachment_5344" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984622735_5cea293966_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5344" alt="Cezzinha impressionou com a sanfona (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984622735_5cea293966_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cezzinha impressionou com a sanfona (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Sobre sede, poder e palhaços</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 10:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[“Ato”]]></category>
		<category><![CDATA[“O que tenho a oferecer”]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo leva montagem premiada à Praça 10 de Novembro, e encanta o público em Gravatá Por Julya Vasconcelos Um palhaço usa uma cartola, empunha um jornal diário e traz pesadas malas de viagem a tiracolo. Um outro veste roupas bem menores que seu corpo, não tem qualquer coisa que seja sua e é sujeitado a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5347" aria-labelledby="figcaption_attachment_5347" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5347" alt="A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984014970_37a4267c27_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A estética do clown se alia ao teatro crítico de Beckett na montagem do Magiluth (Foto:Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Grupo leva montagem premiada à Praça 10 de Novembro, e encanta o público em Gravatá</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Um palhaço usa uma cartola, empunha um jornal diário e traz pesadas malas de viagem a tiracolo. Um outro veste roupas bem menores que seu corpo, não tem qualquer coisa que seja sua e é sujeitado a todo tipo de humilhação. Um terceiro se mantém todo o tempo sentado em cima de um andaime, orquestrando os jogos de poder. O quarto palhaço, carente e sedento, acompanha a todos os jogos com um ar penoso de ignorância.</p>
<p>Sem dizerem uma única palavra durante todo o espetáculo, os quatro personagens da peça “Ato”, do Grupo Magiluth, vão sendo construídos através de um trabalho minucioso de linguagem corporal. Baseada no texto “Ato sem Palavras”, do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, a peça traz situações que envolvem poder, dominação, exploração e carência dentro de um ambiente inóspito e quente, onde a água é preciosa e nem todos podem tê-la.</p>
<p>“Ato” é basicamente um embuste para o espectador que vê a “trupe” entrando em cena com rostos pintados e gestos desajeitados. Não se enganem, pois esse seres sem nome, meio desbotados e de narizes vermelhos são muito mais que palhaços. São homens, são fracos e muitas vezes sádicos e cruéis quando detêm o poder.</p>
<p>A peça foi levada ontem, às 17h, para a Praça 10 de Novembro, em Gravatá, dentro da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural. Os atores chegaram ao cenário depois de caminhar pela ruas da cidade e um bom público, interessado, composto sobretudo por alunos das escolas próximas, acompanhou o espetáculo.</p>
<div id="attachment_5348" aria-labelledby="figcaption_attachment_5348" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5348" alt="Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984025015_4be4e281c4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os personagens andam pelas ruas de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Hoje tem mais artes cênicas rua! Confira abaixo a programação, que está acontecendo sempre na Praça 10, gratuitamente:</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
17h – Dança – Mostra Coreográfica<br />
“O que tenho a oferecer” (Orunmillá Santanna/Recife)<br />
Coreografia João do Esfregão | “Malena”| “Sambalé” (Rogério Alves/Recife)<br />
Balé clássico | Dança de salão | Dança contemporânea (Wanderson José/Gravatá)<br />
Maracatu | Caboclinho | Frevo (Cia de Dança Gravatá Art)</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
17h – Teatro de Rua<br />
Polo Marginal (Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel)</p>
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