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	<title>Portal Cultura PE &#187; audiovisual</title>
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		<title>Projeto oferece oficinas gratuitas de audiovisual para 120 pessoas e promove inclusão social no setor</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123653" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0035-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /><br />
</a>Foto: Divulgação</p>
<p>Um projeto que une formação, memória e transformação social está sendo realizado com três ciclos de oficinas gratuitas voltadas para o audiovisual, contemplando, de forma 100% gratuita, 120 participantes e oferecendo ainda 30 bolsas de apoio no valor de R$ 300,00. A iniciativa é realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo e tem como principal objetivo democratizar o acesso ao cinema e ampliar a presença de grupos historicamente sub-representados no setor.</p>
<p>O público prioritário inclui pessoas negras, pessoas trans, estudantes de escolas públicas, pessoas idosas, pessoas com deficiência e também profissionais do audiovisual que desejam se atualizar. Mais do que uma ação formativa, o projeto se configura como um espaço de inclusão, troca de saberes e fortalecimento de trajetórias, reconhecendo as desigualdades ainda existentes no acesso à cultura e à formação técnica no Brasil.</p>
<p>Toda a condução pedagógica é realizada exclusivamente por mulheres, reforçando o posicionamento político e simbólico da iniciativa ao valorizar a presença feminina no cinema. As oficinas são ministradas por profissionais de diferentes regiões e áreas do audiovisual:</p>
<p><strong>1ª Etapa (já finalizada):</strong> Gabriela Akashi (SP) – Primeira Assistência de Fotografia | Clebia Sousa (PE) – Preparação de Elenco<br />
<strong>2ª Etapa (em execução):</strong> Amanda Menelau (PE) – Assistência de Direção | Marila Cantuária – Caminhando em Stop Motion<br />
<strong>3ª Etapa (06, 07 e 08 de maio de 2026):</strong> Priscila Nascimento(PE) – Captação de áudio e pós-produção | Alba Azevedo(PE) – Produção Executiva</p>
<p>O projeto é idealizado pela diretora e diretora de fotografia Keity Carvalho(BA) e realizado pela Curumim Produções(PE). Conta com o apoio pedagógico de Catarina Andrade (PE) Recebe incentivo da Lei Governo Federal &#8211; MinC | Secretaria de Cultura de Pernambuco (SECULT/PE) | Paulo Gustavo PNAB – Ações Criativas para o Audiovisual. Conta ainda com apoio estrutural do Porto Digital, parceria com o SENAC/Fecomércio e apoio do Estúdio Casona, proporcionando um ambiente que integra inovação, educação e prática profissional.</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em>Inspirado na trajetória de Alice Guy-Blaché, considerada a primeira cineasta da história, o projeto também assume uma responsabilidade histórica: resgatar, difundir e refletir sobre o apagamento das mulheres na narrativa oficial do cinema. Pioneira desde o final do século XIX, Alice Guy-Blaché foi uma das primeiras pessoas a dirigir filmes de ficção, contribuindo diretamente para a construção da linguagem cinematográfica. Apesar de sua relevância, seu legado foi durante décadas invisibilizado.</p>
<p>Ao trazer sua história como eixo central, a iniciativa propõe não apenas uma homenagem, mas um reposicionamento simbólico: reconhecer as mulheres como protagonistas da história do audiovisual e criar condições concretas para que novas narrativas sejam construídas por diferentes vozes.</p>
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		<title>Projeto Documentando comemora 17 anos com temporada pelo agreste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-documentando-comemora-17-anos-com-temporada-pelo-agreste/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Documentando]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto Documentando, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123497" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Há 17 anos fortalecendo o audiovisual de Pernambuco, o projeto <em><strong>Documentando</strong></em>, assinado pelo cineasta Marlom Meirelles, inicia sua 7ª edição promovendo oficinas itinerantes pelo Agreste pernambucano, de 13 de abril até 30 de maio de 2026. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto passará pelas cidades de Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha e Bezerros nesses dois meses.</p>
<p>Criado em 2009, o Documentando tem contribuído para a interiorização da produção audiovisual independente no estado de Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme. É o cinema como ferramenta de transformação social.</p>
<p>Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso a conceitos e vanguardas da história do cinema, os estudantes são provocados a refletir sobre suas vivências e pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Ao final de cada oficina é produzido um documentário com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos.</p>
<p>São mais de 100 documentários produzidos ao longo destes 17 anos, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema nacionais, que podem ser assistidos gratuitamente pelo público no site do projeto. Videoaulas e palestras virtuais gratuitas também podem ser conferidas na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123496" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.14-607x433.jpeg" width="607" height="433" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Ao longo das 6 edições anteriores, foram mais de 3.000 estudantes contemplados em mais de 100 oficinas oferecidas, com mais de 50 cidades brasileiras percorridas e 8 Estados diferentes, além de uma oficina nos Estados Unidos. Este ano, a culminância do projeto será uma mostra com exibição dos filmes produzidos que acontecerá na cidade de Bezerros após a conclusão das aulas da temporada. A arte dessa temporada foi idealizada pelo artista Max Motta.</p>
<p>“A cada nova temporada do Documentando, a gente reafirma um compromisso que vai além do audiovisual: o de provocar escuta, despertar olhares e criar caminhos para que novas vozes contem suas próprias histórias. Ver esse projeto se consolidar como uma referência em Pernambuco é entender que formar realizadores também é transformar territórios.”, afirmou o realizador.</p>
<p>Marlom é cineasta, diretor das séries “Questão de Gênero” e “Sertão Virgolino”, está na pré-produção de seu primeiro longa-metragem “A Boa Vista Não Me Ilude Mais”, a ser gravado no segundo semestre de 2026. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e coordenou outros projetos de formação, a exemplo do “Cabeça de Cinema”, que promoveu 12 cursos de iniciação audiovisual para estudantes da rede pública de ensino da Região Metropolitana do Recife, numa ação que integrou o projeto CineCabeça. Também idealizou e produziu o curso História do Cinema Pernambucano, resultado de uma densa pesquisa sobre os ciclos de cinema do Estado.</p>
<p><strong>Oficinas em Abril</strong></p>
<p>Ao todo, 300 estudantes serão beneficiados. Em 2026, o Documentando passa pelas cidades: Surubim, João Alfredo, Brejo da Madre de Deus, Cachoerinha e Bezerros. Após a realização das oficinas presenciais, haverá um módulo online para atender a demanda espontânea. As inscrições acontecerão através do site do projeto.</p>
<p>Os participantes das oficinas não precisam possuir conhecimentos prévios na área, já que durante o curso, todos serão iniciados nas técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de receber informações necessárias sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123498" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-09-at-11.48.09-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Cada oficina tem 20h/aula, com encontros presenciais e atividades virtuais, a exemplo de videoaulas e palestras, onde profissionais comentam sobre suas experiências, as oportunidades de inserção no mercado e distribuição dos filmes. Em cada oficina, os alunos realizam, na parte prática, um documentário com duração de cerca de 10 a 15 minutos, abrangendo aspectos socioculturais e históricos dos municípios, como personalidades, manifestações culturais, valores materiais ou imateriais, etc. A temática é escolhida através de exercícios coletivos.</p>
<p><strong>Temporadas anteriores</strong></p>
<p>Com 17 anos de história, seis edições realizadas, uma em execução, além de temporadas especiais e participação em festivais e projetos audiovisuais, entre os benefícios gerados pelo projeto, está o estímulo crescente da produção audiovisual em Pernambuco, algo com reflexo direto no aumento de novos realizadores em festivais e mostras audiovisuais em todo o Estado.</p>
<p>Além, claro, da função social que o projeto desempenha, ao transformar a produção documental em uma ferramenta de promoção de visibilidade, reconhecimento e cidadania, sobretudo para os grupos em situações mais vulneráveis.</p>
<p>O projeto Documentando é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, parceria do Cineclube Angu, e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
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		<title>7º Curta na Serra divulga filmes selecionados e celebra edição histórica com recorde de inscrições</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/7o-curta-na-serra-divulga-filmes-selecionados-e-celebra-edicao-historica-com-recorde-de-inscricoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
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		<category><![CDATA[curta na serra]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Tarciso Augusto/Divulgação Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da 7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123342" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Tarciso Augusto/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da <strong>7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre</strong>. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, o festival promoverá três dias de programação gratuita, reunindo exibições de filmes, homenagens, debates, oficinas e atividades formativas, conectando realizadores e público em um dos cenários mais emblemáticos do Agreste pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, com incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o Curta na Serra se diferencia por sua capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros, formatos e territórios, trazendo narrativas de todas as regiões do país. Nesta edição histórica, o festival bateu recorde de participação, com 1.194 filmes inscritos, número que reafirma sua relevância crescente no cenário audiovisual brasileiro e a confiança dos realizadores no projeto.</p>
<p dir="ltr">A seleção deste ano está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 7º Curta na Serra é assinada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), editor do site CineVitor e apresentador do podcast Plano Geral, que buscou reunir obras que dialogam com a diversidade estética e temática do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando tanto a produção regional quanto os múltiplos olhares que atravessam o país.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação composta por curtas-metragens de ficção, documentário, animação e experimental, o festival convida o público a mergulhar em diferentes experiências cinematográficas. Em formato híbrido, além das sessões presenciais realizadas ao ar livre no Anfiteatro de Serra Negra, parte dos filmes também será exibida on-line, ampliando o alcance da programação e fortalecendo a difusão do audiovisual independente brasileiro.</p>
<p>“O recorde de inscrições reafirma a relevância que o Curta na Serra conquistou ao longo dos anos. Receber filmes de todas as regiões do país demonstra a confiança dos realizadores no projeto e fortalece nossa missão de interiorizar o acesso ao cinema, promovendo encontros entre diferentes realidades e ampliando o diálogo do público com a produção audiovisual brasileira”, destaca Marlom Meirelles, idealizador e diretor do festival.</p>
<p dir="ltr">No Panorama Nacional, filmes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo, Goiás e Ceará compõem um mosaico de temáticas e linguagens. Já o Panorama Pernambuco evidencia a força da produção local com obras que dialogam com identidade, memória, território e experimentação estética. A mostra Videoclipes amplia o diálogo entre cinema e música, reunindo trabalhos de diferentes regiões do país. A Sessão Especial complementa a programação com títulos que aprofundam a diversidade temática e regional da edição.</p>
<p dir="ltr"><strong>MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">A programação do festival também contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, reafirmando o compromisso do Curta na Serra com a formação de novos realizadores e com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, especialmente no interior do Brasil. As atividades promovem encontros entre cineastas, produtores, estudantes e o público, ampliando o impacto cultural do evento para além das telas.</p>
<p dir="ltr">Realizado a aproximadamente 960 metros de altitude, em meio à paisagem natural da Serra Negra, o Curta na Serra se consolidou como um dos festivais de cinema ao ar livre mais relevantes do país. Ao ocupar um território marcado pela força da cultura popular pernambucana, o evento transforma o distrito em ponto de encontro do audiovisual brasileiro, promovendo descentralização, democratização do acesso à cultura e circulação de obras contemporâneas em um contexto geográfico único. Mais do que um festival, o Curta na Serra é uma experiência coletiva que une cinema, arte e identidade em plena Serra Negra.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira os filmes selecionado para o 7º Curta na Serra:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA NACIONAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ABANDONAR UM CAVALO, Arthur Pereira Maciel (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DEPOIS DE VOCÊ, de Gustavo Marques (GO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">FARPA, de Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (CE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PEDRA-MAR, de Janaína Lacerda (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">RESSONÂNCIA, de Anna Zêpa (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SAMBA INFINITO, de Leonardo Martinelli (RJ)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA PERNAMBUCO | Mostra competitiva</strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AQUI É LONGE DE LÁ, de Samuel Marinho</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">BABALU É CARNE FORTE, de Xulia Doxágui</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DYNAMITE SOM: O FUTURO É LAMENTO NEGRO, de Lia Letícia e Pedro Severien</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">LANÇA-FOGUETE, de William Oliveira</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>VIDEOCLIPE | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ALUMEIA: LUANA FLORES &amp; JULIANA LINHARES, de Luana Flores (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">CANA QUEIMADA DE DESEJOS: SÁVIO SABIÁ, de Ricardo Sékula e Sávio Sabiá (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">MERGULHO: NAYRI, de Juh Almeida (BA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NAS COISAS TÃO MAIS LINDAS: CAIKE SOUZA, de Caio Arruda (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PARACETAMONO: SR. COIMBRA, de Tássia Araújo (PI)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PONTE AÉREA: PEDRO MANN, de Renan Salotto (RJ/SP)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>SESSÃO ESPECIAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A NAVE QUE NUNCA POUSA, de Ellen Morais (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AMERICANA, de Agarb Braga (PA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DA ALDEIA À UNIVERSIDADE, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">HISTÓRIAS DO ALTO, de Carlos Kamara (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O BICHO QUE EU TINHA MEDO, de Jhonatan Luiz (DF)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O PINTOR, de Victor Castilhos (RS)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PUPÁ, de Osani (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">QUANDO EU FOR GRANDE?, de Mano Cappu (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SANTO GRAAL, de Giselle Gonçalves e João Oliveira (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SOB O CÉU DE ANALÂNDIA, de João Folharini (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TENTE SUA SORTE, de Guenia Lemos (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">VERMELHO DE BOLINHAS, de Joedson Kelvin e Renata Fortes (CE)</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/7o-curta-na-serra-divulga-filmes-selecionados-e-celebra-edicao-historica-com-recorde-de-inscricoes/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Inscrições do Funcultura Audiovisual 2025/2026 se encerram nesta sexta (6)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encerram-se-nesta-sexta-6-as-inscricoes-para-o-funcultura-audiovisual/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encerram-se-nesta-sexta-6-as-inscricoes-para-o-funcultura-audiovisual/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=123225</guid>
		<description><![CDATA[  Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para as inscrições no Funcultura Audiovisual. Gerido pelo Governo do Estado através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Audiovisual contempla 14 categorias, em um valor total de R$ 11,31 milhões a serem investidos. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123226" aria-labelledby="figcaption_attachment_123226" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/o-ultimo-azul-meio-amargo-2-1024x576-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-123226" alt="&quot;O Último Azul&quot;, de Gabriel Mascaro, é um filme que recebeu o incentivo do Funcultura" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/o-ultimo-azul-meio-amargo-2-1024x576-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O Último Azul&#8221;, de Gabriel Mascaro, é um filme que recebeu o incentivo do Funcultura</p></div>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><b> </b></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para as inscrições no Funcultura Audiovisual. Gerido pelo Governo do Estado através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Funcultura Audiovisual contempla 14 categorias, em um valor total de R$ 11,31 milhões a serem investidos. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por meio do Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br) até às 16h59 do dia 6. O edital e seus anexos podem ser acessados <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-audiovisual-20252026" target="_blank">aqui</a>. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Podem participar do Funcultura Audiovisual somente os produtores culturais, pessoas físicas ou pessoas jurídicas domiciliados em Pernambuco há pelo menos 1 (um) ano e que estiverem, na data da inscrição de seus projetos, regulares e ativos no Cadastro de Produtor Cultural (CPC). </span><span style="font-size: medium;">O resultado será divulgado até 31 de julho de 2026.</span></p>
<p>O edital deste ano é o 20º do Funcultura Audiovisual<!-- Val, o único lugar em que achei essa informação foi na p. 6 do edital, e lá consta da seguinte forma:</p>
<p>Por meio deste Edital o Funcultura disponibilizará recursos financeiros no valor total de<br />
R$11.310.000,00 (onze milhões trezentos e dez mil reais) para o 20º Edital do Programa de<br />
Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco.</p>
<p>Agora to com dúvida: Tu acha q a gente deve divulgar aqui esse dado? Pensando que ele pode ser melhor apurado com Clarice depois e que, divulgando posteriormente, a gente pode ter mais controle sobre a efeméride e a forma como a pauta sai na imprensa. Se for tirar esse dado daqui, tem que tirar também do subtítulo do texto. --><!-- Outra opção que pensei é manter o dado e incluir, talvez, uma fala de Renata Borba sobre a efeméride, mas ela tá em viagem né? Não sei... --><span style="font-size: medium;"> e mantém as alterações implantadas em 2025 – com destaque para a ampliação dos tetos de investimento em categorias estratégicas, como o longa-metragem. A medida adequa os valores à realidade do setor, fortalecendo a produção local e ampliando a circulação das obras, reforçando o lugar que o Funcultura ocupa – o de apoiador de iniciativas que levam o nome e a imagem de Pernambuco além das fronteiras do Estado e do país.</span></p>
<p>“<span style="font-size: medium;">Contemplamos uma demanda do setor ao aumentar, no ano passado, o valor dos aportes, e isso foi mantido neste ano. Além disso, o resultado sairá em julho, com meses de antecedência em relação a edições anteriores do Funcultura Audiovisual”, destaca Clarice Andrade, Diretora de Fomento – Fundarpe e Presidente da Comissão Especial de Editais do Funcultura.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">No total, são 14 categorias contempladas: longa-metragem (total de R$ 2,6 milhões); produtos para televisão (R$ 2 milhões); curta-metragem e média-metragem (R$ 2 milhões); difusão (R$ 1,1 milhão); formação (R$ 700 mil); desenvolvimento do cineclubismo (R$ 600 mil); Revelando os pernambucos (R$ 600 mil); jogos eletrônicos (R$ 100 mil); pesquisa e preservação (R$ 180 mil); desenvolvimento de longa-metragem (R$ 260 mil); desenvolvimento de produtos para TV (R$ 330 mil); obra seriada de curta duração (R$ 200 mil); finalização e distribuição de longa-metragem (R$ 600 mil); websérie/webcanal (R$ 40 mil).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><strong>O FUNCULTURA</strong> – Com um total de R$ 39 milhões em investimentos neste ano, o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE) é o principal mecanismo de fomento e difusão da produção cultural no Estado. Além do Audiovisual, ele também abrange os editais Funcultura Música, o Funcultura Geral, o Funcultura Patrimônio Cultural e Microprojeto Cultural, cujas inscrições começam em diferentes datas no mês de abril.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">Implantado pelo Governo de Pernambuco, a partir do diálogo com a sociedade civil, o Funcultura PE está inserido no Sistema de Incentivo à Cultura (SIC-PE) e permitiu um grande avanço na política cultural pernambucana, tornando-a mais democrática e plural.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;">O fundo tem um modelo de gestão compartilhada, que envolve a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Fundarpe, instituições culturais e entidades da sociedade civil representativas da classe artística.</span></p>
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		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo aprofundou debates sobre territórios, ancestralidade e futuros possíveis no quarto dia de programação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/16o-festival-de-cinema-de-triunfo-aprofundou-debates-sobre-territorios-ancestralidade-e-futuros-possiveis-no-quarto-dia-de-programacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult´PE O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122278" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult´PE</p>
<p dir="ltr">O 16º Festival de Cinema de Triunfo seguiu ampliando espaços de reflexão e escuta ao longo de sua programação. Nesta quarta-feira (17), o quarto dia do evento foi marcado por ações formativas realizadas pela manhã e pela tarde, além de exibições de curtas-metragens no histórico Theatro Cinema Guarany, com encerramento da programação noturna às 20h, com a exibição do documentário <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo.</p>
<p dir="ltr"><strong>FORMAÇÃO -</strong> A agenda formativa teve início das 9h às 12h, na Fábrica de Criação Popular José Manoel Sobrinho, com a masterclass <em>Um Novo Cinema Indígena? Reflexões sobre Produção Audiovisual e Autoagenciamento dos Povos Originários</em>, ministrada pela artista e pesquisadora Fulni-ô Feane Monteiro. A atividade aprofundou o debate sobre o surgimento de novas narrativas indígenas no audiovisual brasileiro e os processos de autodeterminação dos povos originários por meio da imagem e do cinema.</p>
<p dir="ltr">“A oficina serviu para pensar sobre o cinema indígena contemporâneo, a representação dos povos indígenas na mídia, de forma geral. Foi muito rica e construtiva, porque tivemos vários debates sobre esse autogerenciamento dos povos indígenas no cinema”, explicou a oficineira.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122279" alt="Foto - Luiz Felipe Bessa - Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Luiz-Felipe-Bessa-Secult-PE1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O movimento formativo do festival também se expandiu para além do centro de Triunfo. Em uma iniciativa inédita de descentralização, o evento levou oficinas aos quilombos Águas Claras e Santa Rosa, em parceria com a Gerência de Educação e Direitos Humanos (GEDH/Secult-PE). Ministradas por Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, as atividades têm como foco o fortalecimento das identidades quilombolas, o estímulo à autonomia criativa e a ampliação do acesso a ferramentas de elaboração de projetos culturais.</p>
<p dir="ltr">“Hoje realizamos a oficina de elaboração de projetos em nosso espaço, que aconteceu na cozinha. Achei ideal, porque o nosso foco é a gastronomia. Receber a oficina aqui é um sonho para a nossa comunidade, pois aprender a elaborar projetos é um desejo antigo nosso. Eu mesma tenho muito interesse: já fiz algumas oficinas, mas até o momento ainda não consegui colocar em prática. Essa oficina, porém, traz muito conhecimento e novos aprendizados, que serão muito importantes tanto para mim quanto para minhas colegas. Temos um grupo de 12 mulheres que trabalham aqui na comunidade, recebem as pessoas e cozinham”, celebrou Gildenice Ferreira, nascida e criada na comunidade quilombola de Águas Claras, e que também compõe o Júri popular dessa edição do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122280" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Ainda na quarta-feira, das 14h às 16h, a museóloga Rosélia Adriana acompanhou estudantes das escolas municipais em visitas guiadas aos museus e às casas de mestres da cultura popular, promovendo o contato direto dos jovens com a memória viva do território e com os saberes tradicionais de Triunfo. Os estudantes passaram pelo Museu do Cangaço de Triunfo, no Atelier Chico Santeiro, patrimônio vivo de Pernambuco, que produz esculturas sacras em madeira, além da Casa dos Caretas, que preserva a memória dessa manifestação cultural triunfense.</p>
<p dir="ltr">MOSTRAS &#8211; No período da noite, o festival apresentou a mostra Cinemas para Incendiar Outros Mundos, reunindo obras que provocam reflexões urgentes sobre futuros possíveis, distopias, memórias, territorialidades, ancestralidades e tensões contemporâneas. Foram exibidos os curtas <em>Sertão 2138</em>, de Deuilton B. Junior;<em> Quando em Tuas Veias</em>, de Roberta Laleska e Felipe Espíndola; <em>Cana Queimada de Desejos</em>, de Sávio Sabiá e Ricardo Sékula; <em>Um Dia de Todos os Dias</em>, de Fábio Narciso; <em>Boiuna</em>, de Adriana de Faria; <em>Recife – Enquanto os Monstros Dormem</em>, de Widio Joffre; e <em>Ecos do Tempo</em>, de Renato Izaias. Juntas, as obras abordam temas como tecnologia, colapso urbano, poesia periférica, encantamento amazônico, racismo cotidiano e resistência coletiva, ampliando o repertório do cinema brasileiro ao centralizar corpos e vozes historicamente silenciados.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122281" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult-PE (11)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-11-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“Era um sonho estar aqui hoje. Falando brevemente sobre o filme: ele foi realizado por estudantes da UFPE, mas gravado no Sertão do Pajeú. O filme nasce do desejo de ver na tela aquilo que muitas vezes não aparece com tanta frequência no cinema. Nossa protagonista é uma mulher negra, e a obra é uma ficção científica ambientada no Sertão pernambucano, um território e um gênero que sempre me interessaram, mas que raramente vejo dialogar entre si.”, destacou o diretor Deuilton B. Junior, responsável pelo filme <em>Sertão 2138</em>.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação do dia, às 20h, foi exibido o longa-metragem <em>Uma Estrada que Corta o Território do Xerente</em>, de Túlio de Melo. O documentário indígena convidou o público a refletir sobre território, pertencimento e ancestralidade, além dos impactos da ação humana sobre as terras tradicionais.</p>
<p dir="ltr"><strong>PRAÇA -</strong> Outro destaque foi o início da programação da sessão <em>Cinemas de Brincar</em>, que acontece na Praça do Avião nos dias 17, 18 e 19, a partir das 19h, apresentando uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação, com obras de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas. A programação da quarta-feira destacou ficções que tratam de experiências negras, indígenas e rurais.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Festival de Cinema de Triunfo segue até o próximo sábado (20), com uma programação que inclui mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos.</p>
<p dir="ltr">Em sua 16ª edição, o festival se consolida como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Mais informações estão disponíveis no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival de Cinema de Triunfo abre 16ª edição no Theatro Cinema Guarany</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 12:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122199" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p>O Theatro Cinema Guarany, equipamento cultural restaurado e adaptado com acessibilidade, foi palco da abertura do 16º Festival de Cinema de Triunfo, neste domingo (14), numa cerimónia conduzida pela atriz triunfense Bruna Florie e com a apresentação de grupos como os Caretas de Triunfo. Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o festival segue até o próximo sábado (20), com mostras de filmes, oficinas, ações educativas e encontros formativos. A noite de abertura encerrou com uma sessão do  filme Último Azul, de Gabriel Mascaro, recentemente premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim.</p>
<p>A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, ressaltou a importância do Festival de Cinema de Triunfo como espaço de formação, difusão e valorização do audiovisual, além de reforçar o compromisso do Governo do Estado com a preservação dos equipamentos culturais.</p>
<p>“O audiovisual pernambucano vive um grande momento, fruto de políticas estruturantes como o Funcultura e de ações recentes como a Lei Paulo Gustavo. E o  Festival de Cinema de Triunfo é uma política pública que transforma vidas. Esse é o nosso maior legado: fortalecer identidades, estimular a criação e garantir que a cultura siga viva e pulsante. Está aberto o 16º Festival de Cinema de Triunfo. Aproveitem”, comentou a secretária de Cultura do Estado.</p>
<p><strong>THEATRO CINEMA GUARANY -</strong> Durante a cerimônia de abertura, foi destacado o papel histórico e simbólico do Theatro Cinema Guarany, construído em 1922 e tombado como patrimônio cultural de Pernambuco. O equipamento é sede permanente do Festival de Cinema de Triunfo e referência para a difusão do audiovisual no Sertão.</p>
<p>A abertura também marcou a apresentação das ações de requalificação do Theatro Cinema Guarany iniciadas, em 2024, pelo Governo de Pernambuco. As intervenções incluíram a modernização dos sistemas de projeção e sonorização, adequações de acessibilidade, implantação de equipamentos de prevenção e combate a incêndio, além da melhoria das condições de conforto e segurança para o público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122200" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (6)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a><span style="color: #333333;">F</span><span style="color: #333333;">oto: Juana Carvalho/Secult-PE</span></p>
<p>“É motivo de grande satisfação ver o Guarany hoje bem cuidado, bem gerido e plenamente acessível, resultado de um trabalho conjunto e de uma sensibilidade institucional com o patrimônio cultural de Triunfo. O Festival de Cinema de Triunfo é uma conquista da cidade e um símbolo da nossa identidade cultural”, celebrou André Vasconcelos, secretário de Turismo, Cultura, Desenvolvimento e Eventos de Triunfo.</p>
<p>O Sesc Triunfo também integra a rede de parceiros do festival, colaborando com ações culturais e formativas que fortalecem a programação e ampliam o acesso do público às atividades. “Participamos da programação do festival por meio da Mostra dos 25 anos, além de oficinas, fortalecendo nossa prática de criação popular. Que o público aproveite não só o cinema, mas também a cidade, seus museus e pontos turísticos”, destacou Lisandra Ferreira, gerente do Sesc Triunfo.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO NO FESTIVAL -</strong> A abertura incluiu homenagem aos estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Alfredo de Carvalho, que participaram de oficina de captação e edição de filmes com celular. e receberam certificados e o Troféu Realizadores do Futuro, em reconhecimento ao curta-metragem produzido como resultado da atividade formativa realizada pelos ministradores Simon Films e Eduardo Cunha: Natalia do Espírito Santo, obra desenvolvida a partir de uma lenda urbana da região de Triunfo, que dialoga com a memória, o imaginário local e a tradição oral do município.</p>
<p>O Festival de Cinema de Triunfo chega à sua 16ª edição consolidado como um dos principais eventos audiovisuais do interior de Pernambuco, promovendo o encontro entre realizadores, estudantes, público e profissionais do setor, além de fortalecer o cinema como linguagem artística, educativa e ferramenta de transformação social. Para mais informações, acesse a página no Instagram @festivaldecinemadetriunfo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122201" alt="Fotos de Juana Carvalho - Secult-PE (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fotos-de-Juana-Carvalho-Secult-PE-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a><span style="color: #333333;">F</span><span style="color: #333333;">oto: Juana Carvalho/Secult-PE</span></p>
<p><strong>OFICINAS -</strong> As atividades formativas do festival reúnem, entre 16 e 19 de dezembro, uma programação diversa que inclui o workshop “Territórios de afetos”, conduzido por Rafael Nascimento, que propõe uma imersão criativa em narrativas negras e LGBTQIAP+ no Sertão; oficinas de elaboração de projetos e portfólios culturais nos quilombos Águas Claras e Santa Rosa, com Sandra Silva e Iyadirê Zidanes, voltadas ao fortalecimento das identidades quilombolas; a masterclass de Feane Monteiro sobre o novo cinema indígena e o autoagenciamento dos povos originários; um roteiro cultural com estudantes das escolas municipais guiado pela museóloga Rosélia Adriana; e a oficina do Coletivo #CineRuaPE, com Priscila Urpia e Bruna Tavares, dedicada às estratégias de retomada dos cinemas de rua e sua importância como espaços culturais ativos.</p>
<p><strong>CINEMA NA PRAÇA -</strong> A sessão Cinemas de Brincar, que acontece na Praça do Avião nos dias 17, 18 e 19 de dezembro, a partir das 19h, apresenta uma seleção de filmes voltados à infância e à imaginação, reunindo obras de realizadoras, coletivos, escolas e comunidades indígenas e quilombolas. A programação de quarta-feira destaca ficções que tratam de experiências negras, indígenas e rurais; na quinta, entram em foco produções comunitárias feitas em oficinas e processos coletivos, com crianças narrando e recriando seus territórios; e, na sexta, os filmes exploram a imaginação como prática contínua, por meio do desenho, da brincadeira e do pertencimento. A curadoria propõe um cinema acessível e plural, atento às múltiplas formas de criar e existir.</p>
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		<title>Curta-metragem &#8220;Retomada&#8221; sobre indígenas em contexto urbano tem lançamento em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:19:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Erlânia Nascimento/Divulgação Neste sábado, 6 de dezembro, o curta-metragem Retomada, que narra a luta de mulheres indígenas em contextos urbanos, estreia com exibição, debate e shows. O lançamento acontece em Olinda, na Casa do Cachorro Preto (rua Treze de Maio, nº 99, bairro do Carmo), a partir das 17h, com entrada gratuita. Retomada tem incentivo público, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Erlânia-Nascimento-foto-A-artista-Siba-Puri-convida-a-também-cantora-e-compositora-Briê-no-show-da-celebração-de-lançamento-do-filme-Retomada-na-Casa-do-Cachorro-Preto-em-Olinda..jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121837" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Erlânia-Nascimento-foto-A-artista-Siba-Puri-convida-a-também-cantora-e-compositora-Briê-no-show-da-celebração-de-lançamento-do-filme-Retomada-na-Casa-do-Cachorro-Preto-em-Olinda.-607x340.jpg" width="607" height="340" /><br />
</a>Foto: Erlânia Nascimento/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Neste sábado, 6 de dezembro, o curta-metragem <em>Retomada</em>, que narra a luta de mulheres indígenas em contextos urbanos, estreia com exibição, debate e shows. O lançamento acontece em Olinda, na Casa do Cachorro Preto (rua Treze de Maio, nº 99, bairro do Carmo), a partir das 17h, com entrada gratuita. <em>Retomada</em> tem incentivo público, com o financiamento do edital Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio dos recursos do Ministério da Cultura, Governo Federal, Governo do Estado de Pernambuco e Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">A programação reúne as apresentações musicais pernambucanas autorais de Siba Puri, com a participação da cantora e compositora Briê, e do grupo Semente de Maracá, da cultura popular e do ritmo do coco, apresentando sua música recém-lançada, chamada de <em>Vozes das Semente</em>s, dentro do repertório.</p>
<p dir="ltr">As protagonistas do documentário são as pernambucanas Monique Xavier (professora de dança, performer e cantora), Siba Puri (cantora, compositora e musicista) e Selly Tarairiú (artista visual, fotógrafa e realizadora audiovisual). A direção do documentário, com classificação indicativa livre e 12 minutos de duração, é assinada por Erlânia Nascimento, que também é de Pernambuco. Já a ideia surge da retomada indígena da cearense Lia Braga, da etnia Guanacé e criada no Recife.</p>
<p dir="ltr">Também estão no elenco do filme mais artistas mulheres: Belle Mota e Joyce Santana, ambas pernambucanas. Além da produção executiva, Lia Braga assume o argumento da criação autoral, enquanto Erlânia Nascimento atua nas funções do roteiro, direção de fotografia, cores e finalização da obra audiovisual. A coletividade está presente, com o envolvimento entre uma diversidade de profissionais para a realização.</p>
<p dir="ltr"><em>Retomada</em> mostra a existência dos caminhos indígenas que se unem com resistência, formando uma rede de corpos-territórios, a partir da ideia de acolhimento e de compartilhamento de narrativas da ancestralidade. O movimento, além de territorial, também é um resgate da identidade indígena e ancestral, e também da arte, da cultura, da educação, sempre fortalecendo pautas de gênero e da política social.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">O filme também reúne recursos de acessibilidade como interpretação em Libras para a comunidade surda; Audiodescrição (AD) para pessoas com deficiência visual (cegas ou com baixa visão), intelectual ou neurodivergentes; Legendas para pessoas surdas e ensurdecidas (LSE).</p>
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		<title>Inscrições abertas para o 4º LabPajeú</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:29:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o 4º Laboratório de Roteiros no Sertão do Pajeú &#8211; LabPajeú com consultoria do roteirista e cineasta pernambucano Hilton Lacerda. Com incentivo do Fundo de Incentivo à Cultura – Funcultura (Audiovisual), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121474" aria-labelledby="figcaption_attachment_121474" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121474" alt="Foto: LabPajeú/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Foto-divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: LabPajeú/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Estão abertas as inscrições para o 4º Laboratório de Roteiros no Sertão do Pajeú &#8211; LabPajeú com consultoria do roteirista e cineasta pernambucano Hilton Lacerda. Com incentivo do Fundo de Incentivo à Cultura – Funcultura (Audiovisual), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e realização da Pajeú Filmes, a atividade busca aperfeiçoar roteiros no interior do Pernambuco, colaborando para o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual.  As inscrições são totalmente gratuitas e podem ser realizadas até 28 de novembro de 2025, no <a href="https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA">link</a> disponível nas redes sociais do LabPajeu (<a href="instagram.com/labpajeu">@labpajeu</a>) e da Pajeú Filmes (<a href="instagram.com/pajeufilmes">@pajeufilmes</a>).</p>
<p dir="ltr">Serão disponibilizadas 10 vagas, com prioridade para pessoas residentes no interior do estado, respectivamente Sertão, Agreste e Zona da Mata, mas também podem participar pessoas da RMR e de estados do Nordeste. No ato da inscrição a candidata ou candidato deverá enviar uma ideia em argumento de filme, uma carta de intenções e a sua minibio ou minicurrículo. O regulamento completo, com mais informações estão disponíveis no formulário de inscrição. Os selecionados serão divulgados até o dia 15 de dezembro de 2025.</p>
<p dir="ltr">Em seu novo formato, o 4º LabPajeú terá apenas 2 encontros presenciais imersivos intercalados, de segunda a sexta, com 26h cada, que acontecerão no formato presencial, na cidade de Afogados da Ingazeira, para que haja a maturação dos projetos individuais dos participantes ao longo do processo. Mais uma vez, a proposta é que ao final do laboratório cada participante tenha um roteiro pronto para participar de editais de captação de recursos.</p>
<p dir="ltr">Também serão disponibilizadas bolsas, por encontro presencial, como ajuda de custos para despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação de participantes não residentes em Afogados da Ingazeira. O participante poderá indicar na inscrição se gostaria ou não da bolsa, sob a obrigatoriedade de participação nos encontros presenciais do 4º LabPajeú.</p>
<p dir="ltr">Já passaram pelo LabPajeú projetos de curtas-metragens, longas e séries aprovados nos editais de incentivo e que já circulam mostras e festivais de cinema. Na sua 3º edição, com consultoria de Letícia Simões, realizada em 2024/2025, participaram projetos da zona da mata, sertão e de Campina Grande (PB). Além da consultoria, o LabPajeú também organiza workshops com profissionais do audiovisual, disponíveis no youtube da Pajeú Filmes e fechados apenas aos participantes do projeto.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Hilton Lacerda </strong></p>
<p dir="ltr">Com mais de 20 anos de experiência, ele roteirizou clássicos do cinema como Baile Perfumado &#8211; 1996 (Dir. Paulo Caldas e Lírio Ferreira, Amarelo Manga &#8211; 2002 (Dir. Cláudio Assis), Árido Movie &#8211; 2005 (Dir. Lírio Ferreira), Baixio das Bestas &#8211; 2006 (Dir. Cláudio Assis), A Festa da Menina Morta &#8211; 2008 (Dir. Matheus Nachtergaele), Febre do Rato – 2011 (Dir. Cláudio Assis), Big Jato – 2015 (dir. Cláudio Assis), Piedade – 2020 (dir. Cláudio Assis), entre outros. Com o documentário Cartola – Música Para os Olhos, assinou sua primeira direção de longa-metragem (roteiro e direção em parceria com Lírio Ferreira). Com os filmes Tatuagem (2013) e Fim de Festa (2020), assina argumento, roteiro e direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>Inscrições abertas para o 4º LabPajeú </strong></p>
<p dir="ltr">Prazo: 28/11/25</p>
<p>Link para inscrição: <a href="https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA">https://forms.gle/UdHWF9ziuj9wEu6MA</a></p>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo tem resultado preliminar dos filmes selecionados divulgado</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fest Cine de Triunfo]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[  O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado preliminar dos filmes selecionados para o 16º Festival de Cinema de Triunfo, realizado entre os dias 14 e 20 de dezembro, em Triunfo, Sertão de Pernambuco. Os filmes farão parte das mostras competitivas: curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_120946" style="width: 475px;">
<dt class="wp-caption-dt"><span style="font-size: 11px;"> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-min.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121096" alt="resultado-preliminar-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-min-388x486.png" width="388" height="486" /></a></span></dt>
</dl>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, divulga o resultado preliminar dos filmes selecionados para o 16º Festival de Cinema de Triunfo, realizado entre os dias 14 e 20 de dezembro, em Triunfo, Sertão de Pernambuco. Os filmes farão parte das mostras competitivas: curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem dos Sertões; curta e média-metragem nacional; curta e média-metragem infanto-juvenil; curta-metragem experimental; e longa-metragem nacional.</p>
<p>Confira o resultado completo<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/resultado-preliminar-dos-filmes-selecionados.pdf"> aqui</a>.</p>
<p>Os filmes selecionados disputarão o tradicional Troféu Caretas, além dos Prêmios do Júri Oficial e do Júri Popular. O melhor longa-metragem receberá R$ 6 mil, enquanto os melhores curtas de cada categoria serão premiados com R$ 4 mil. O prêmio para o melhor filme experimental será de R$ 2 mil. Também serão entregues troféus Caretas para melhor direção, fotografia, montagem, roteiro, produção, direção de arte, trilha sonora, som, ator e atriz, tanto para longas quanto para curtas. O Troféu Fernando Spencer será concedido ao melhor personagem entre as obras concorrentes.</p>
<p>Dúvidas sobre a documentação exigida e demais informações podem ser esclarecidas pelo e-mail <a href="mailto:16festivaldecinemadetriunfo@gmail.com">16festivaldecinemadetriunfo@gmail.com</a> ou pelo telefone/WhatsApp (81) 3184-3015, disponível de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.</p>
<p>O 16º Festival de Cinema de Triunfo é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe, e reforça o compromisso do Estado com o fortalecimento do audiovisual e a promoção da diversidade cultural em todas as regiões.</p>
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