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	<title>Portal Cultura PE &#187; autor</title>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
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		<title>Romance Extremo-Oeste, da Cepe Editora, está na final do Prêmio Jabuti 2023</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 20:07:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106320" aria-labelledby="figcaption_attachment_106320" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leonardo Wen/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance.jpg"><img class="size-medium wp-image-106320" alt="Leonardo Wen/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-de-Paulo-fehlauer-autor-de-Extremo-Oeste-credLeonardoWen-Romance-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Fehlauer, autor de Extremo-Oeste</p></div>
<p>A Cepe Editora é finalista da 65ª Edição do Prêmio Jabuti com <a title="EXTREMO-OESTE" href="https://editora.cepe.com.br/livro/extremo-oeste" target="_blank"><em>Extremo-Oeste</em></a>, primeiro romance do paranaense Paulo Fehlauer. Vencedor do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, o livro concorre na categoria Autor Estreante (Eixo Inovação) com outros quatro trabalhos. A lista com as cinco obras selecionadas por categoria, na nova fase da premiação, foi anunciada nesta terça-feira (21) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).<br />
“Fiquei muito feliz de estar entre os cinco finalistas. É muito gratificante. A gente escreve pensando em um leitor imaginário e um reconhecimento como esse é uma forma de perceber que esse leitor não é só imaginário e que o livro encontra leitores, leitores bastantes qualificados. Para um autor estreante a indicação acaba sendo um grande estímulo para continuar produzindo, escrevendo e publicando novos romances”, afirma Paulo Fehlauer.<br />
Para Diogo Guedes, editor da Cepe, “<em>Extremo-Oeste</em> é uma estreia na literatura como poucas: por meio de fotografias, cartas e fragmentos, Paulo Fehlauer constrói uma narrativa sobre a ausência, ou sobre os rastros de uma amizade. Ficamos muito contentes com a indicação da obra entre os finalistas do Jabuti, o que é um reconhecimento da qualidade da obra e também do papel do Prêmio Cepe Nacional de Literatura”.<br />
No Jabuti 2020, a Cepe venceu o Livro do Ano e a categoria Poesia com <em>Solo para Vialejo</em>, de Cida Pedrosa.<br />
<em>Extremo-Oeste</em>, escrito ao longo dos últimos dez anos, é ambientado em Guaíra, cidade do extremo-oeste do Paraná que, ao longo dos séculos, foi ocupada pelos indígenas, invadida pelos espanhóis e impactada pela hidrelétrica de Itaipu. Nas 224 páginas do romance o autor relata a anatomia de uma amizade de infância e seu inesperado fim. A narrativa, contada entre viagens, fugas e autoexílios, aborda traumas históricos, memórias e as buscas pessoais empreendidas pelo personagem principal.<br />
Paulo Fehlauer nasceu em Marechal Cândido Rondon, oeste do Paraná, em 1982, e reside em São Paulo (SP). Graduado em jornalismo e mestre em estudos literários pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é fotógrafo, produtor audiovisual e artista visual. Em 2008 fundou o Coletivo Garapa, com o qual desenvolve uma trajetória artística que inclui trabalhos exibidos em instituições como Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) e Instituto Moreira Salles. Agora é finalista do Jabuti, considerado o mais importante prêmio literário do Brasil.<br />
O autor concorre com <em>A Tessitura da Perda</em>, de Cristianne Lameirinha (Editora Quelônio); <em>O Céu no Meio da Cara</em>, de Júlia Portes (NAU Editora); <em>Síngulas Brasilis Fantásticas</em>, de Valentim Biazotti (Editora Penalux); e <em>Sismógrafo</em>, de Leonardo Piana (Edições Macondo).<br />
Em 2023 o Jabuti registrou 4.245 obras inscritas. Os livros vencedores em cada uma das 21 categorias, distribuídas em quatro eixos, serão anunciados em 5 de dezembro, no Theatro Municipal de São Paulo.</p>
<div id="attachment_106580" aria-labelledby="figcaption_attachment_106580" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Extremo-Oeste-.jpg"><img class="size-medium wp-image-106580" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Extremo-Oeste--353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Extremo-Oeste</p></div>
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		<title>Sidney Rocha lança romance O Inferno das Repetições no Mepe</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 17:16:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105582" aria-labelledby="figcaption_attachment_105582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-105582" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/LEOPOLDO-CONRADO-NUNES_2_DIVULGAÇÃO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Sidney Rocha</p></div>
<p>No próximo dia 10, a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), será lançado <em>O Inferno das Repetições</em> (Iluminuras, 230 páginas), livro do premiado escritor Sidney Rocha, vencedor de prêmio literários como Jabuti, Osman Lins e Guerra Junqueiro de Lusofonia (Portugal), entre outros. É o sexto romance do autor, além de outros títulos, de contos, publicado pela mesma editora.<br />
Depois de mais de uma década dedicado à trilogia <em>Cromane</em>, Sidney traz com esse livro um novo projeto literário, que mantém o tom provocativo que acompanha a obra do escritor e, por várias razões, tem sido muito esperado pelos leitores e leitoras e pela crítica.<br />
Neste mês o suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), oferece sua capa, além de resenha e análise do romance. Na resenha, o crítico literário Cristhiano Aguiar reforça um ponto importante na obra de Sidney Rocha, também presente em <em>O Inferno das Repetições</em>, que é se posicionar contra o lugar-comum: &#8220;Ao negar o senso de lugar a obra de Sidney Rocha se posiciona orgulhosamente na contramão do tempo presente&#8221;.<br />
Na mesma edição a análise da psiquiatra e psicanalista Suzana Boxwell aponta para as entrelinhas desse romance corajoso: “Há ainda, nesse romance de Rocha, o horror e terror sociais de várias gerações de silêncios na América Latina”.<br />
Suzana ainda destaca a importância de uma obra como essa de Sidney, neste momento da humanidade, um romance que trata de problemas reais como a perda da memória: “O horror. Estudos recentes apontam para números distópicos: cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças desse tipo. O horror. Em 30 anos o número triplicará, dizem os especialistas. O horror. Outros milhões vivem, sem saber, na realidade infernal da perda de cognição e memória. Esse horror do esquecimento está presente no novo romance de Sidney Rocha. Paradoxalmente este é também um romance sobre a lucidez. &#8216;Tenho apenas meia consciência&#8217;, diz Omar, o personagem-narrador, em uma das definições mais duras dos atestados existenciais dessas criaturas – sobretudo ele, Omar, atormentado pelo malévolo deus das repetições. São castigos. Traumas inibidos. Silenciados. São cortes. Não ao modo dos diretores de cinema, mas dos anatomistas&#8221;.<br />
O romance será lançado também, em novembro, na Livraria da Tarde, em São Paulo, com bate-papo com o autor e presenças do editor da Iluminuras, Samuel Leon, e do escritor pernambucano Marcelino Freire em uma promoção da Capivara Cultural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do romance <em>O Inferno das Repetições</em> (editora Iluminuras, 230 páginas) –</strong> <em>terça-feira (10), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, 960, Graças. Telefone: 81-31843170). Livro também em pré-venda no site da editora <a title="O INFERNO DAS REPETIÇÕES - pré-venda" href="https://www.iluminuras.com.br/o-inferno-das-repeticoes" target="_blank">Iluminuras</a></em></p>
<div id="attachment_105583" aria-labelledby="figcaption_attachment_105583" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Iluminuras/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa.png"><img class="size-medium wp-image-105583" alt="Iluminuras/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-e-contracapa-486x486.png" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Contracapa e capa do romance O Inferno das Repetições</p></div>
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		<title>Bernardo Brayner fala sobre o processo criativo do seu novo livro no Café Castigliani</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 17:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Autobreugrafia]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Brayner]]></category>
		<category><![CDATA[Café Castigliani]]></category>

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		<description><![CDATA[Bernardo Brayner está finalizando a escrita de um novo livro que mistura ficção, biografia e ensaio. Neste sábado (23/3), o autor compartilha sobre o seu processo criativo junto ao editor Antonio Marcos Pereira. O desenvolvimento da obra contou com bolsa de criação literária do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67575" aria-labelledby="figcaption_attachment_67575" class="wp-caption img-width-362 alignright" style="width: 362px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Bernardo-Brayner_foto-Chico-Barros-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67575 " alt="Chico Barros/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Bernardo-Brayner_foto-Chico-Barros-2-362x486.jpg" width="362" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No projeto literário &#8220;Autobreugrafia&#8221;, o autor mistura ficção, biografia e ensaio</p></div>
<p>Bernardo Brayner está finalizando a escrita de um novo livro que mistura ficção, biografia e ensaio. Neste sábado (23/3), o autor compartilha sobre o seu processo criativo junto ao editor Antonio Marcos Pereira. O desenvolvimento da obra contou com bolsa de criação literária do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. O bate-papo acontece, a partir das 17h, na unidade do Parnamirim do Café Castigliani. O acesso é gratuito. Não é preciso fazer inscrição prévia.</p>
<p>Num clima intimista, a ideia é conversar sobre a concepção original da obra, as referências do escritor, suas conversas com o editor e como a criação literária se desenvolveu até chegar a um manuscrito, que se transformará em livro. A publicação já está garantida, também com o incentivo do Funcultura.</p>
<p>Na obra, o escritor Bernardo Brayner deseja fazer um olhar para dentro, mas em vez de narrar os grandes acontecimentos como costuma acontecer na maioria das biografias, se dedica às coisas miúdas, aos pequenos acontecimentos, misturando memórias de infância, ficção e ensaio.</p>
<p>O título do projeto de criação literária &#8211; “Autobreugrafia” &#8211; faz referência a união entre as palavras abreugrafia e autobiografia. A abreugrafia foi um método de exame de imagem criado na década de 30 pelo médico Manoel de Abreu para diagnóstico da tuberculose e doenças pulmonares. Apesar do projeto ter sido denominado “Autobreugrafia&#8221;, o livro deverá ter outro título devido às transformações do processo criativo.</p>
<p>Inicialmente, o livro deveria ser uma ampliação do texto de sua autoria “Autobiographie”, publicado em versão bilíngue (português e alemão) na revista alemã Alba, na qual narra uma vida através de negações, uma biografia em negativo. No entanto, durante o processo criativo, a obra ganhou um novo formato e novas referências como o livro “W ou a memória da infância”, de Georges Perec (1936-1982) e “Cena Interior”, de Marcel Cohen (1937), ambos franceses e judeus, com origens na Polônia e na Turquia.</p>
<p><strong>O escritor</strong><br />
Bernardo Brayner nasceu no Recife. Publicou o conto “Um animal estranho” pela editora e-galáxia, o ensaio “Nunca vi as margens do Rio Ybbs” pela Zazie Editora, além do texto “Autobiographie” na revista alemã Alba. Seu livro “Tudo é grande demais para a pobre medida da nossa pele” será lançado pela editora Papéis Papéis Selvagens.</p>
<p><strong>O editor</strong><br />
Antonio Marcos Pereira é professor de literatura na UFBA, escreve crítica literária e trabalha como co-editor da Editora Papéis Selvagens.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Conversa sobre criação literária com Bernardo Brayner e Antonio Marcos Pereira<br />
Quando: 23/3 (sábado), às 17h.<br />
Onde: Castigliani &#8211; Estrada do Encanamento, 323 &#8211; Parnamirim &#8211; Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
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