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	<title>Portal Cultura PE &#187; autorretratos</title>
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		<title>Caixa Cultural recebe a mostra “Autorretratos – Documentários Autobiográficos”</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 14:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29227" aria-labelledby="figcaption_attachment_29227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/jonas-mekas-fonte_CPV_divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-29227" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/jonas-mekas-fonte_CPV_divulgacao-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O americano Jonas Mekas abre a programação, com o filme &#8220;Walden: diaries, notes and sketches&#8221; (1967)</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">A partir desta terça (18), a Caixa Cultural Recife será palco da mostra de cinema inédita “<strong>Autorretratos – Documentários Autobiográficos</strong>”, que irá exibir e discutir produções consagradas pela crítica cujos diretores são o foco de suas câmeras. Num amplo panorama de obras brasileiras e estrangeiras, a mostra será composta por 13 longas, seis telefilmes, um média e cinco curtas-metragens. Também haverá palestra e debate sobre o subgênero do cinema. A produção é da curitibana Haver Filmes, com curadoria do cineasta Aristeu Araújo. As entradas custarão R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Confira  a programação completa.</p>
<p>As artes plásticas e a literatura, há tempos, produzem obras confessionais ou, no mínimo, autobiográficas. São autorretratos, diários, romances, poemas e contos que vêm ao mundo com o seu autor no lugar do protagonista. Para o cinema, no entanto, essa é uma vereda que começou a ser explorada apenas a partir da década de 1960, com a modernização da linguagem cinematográfica pós Nouvelle Vague. São produções com forte preocupação poética e temas ligados à profundidade existencial.</p>
<p>O cineasta norte-americano Jonas Mekas é considerado, pelos teóricos do cinema, um dos grandes precursores das produções autodocumentais. Será justamente o autor quem abrirá a mostra, com o seu filme <em>Walden: diaries, notes and sketches</em> (1967), uma espécie de estopim para um jeito até então novo de filmar.</p>
<p>Mekas filma seu dia a dia criando uma trama, um entrelaçado de imagens, aparentemente desconexa, mas de força poética absolutamente singular. São filmes-diário, filmes-esboço, como o título de seu primeiro experimento na área já demonstra. A importância de Mekas para o cinema é gigantesca. Ele abre uma porta e, através dela, passamos a ver outro mundo. Contudo, um mundo que, em geral, apresenta-se de forma soturna. É que grande parte destas obras surge para que seus realizadores possam lidar com seus próprios abismos.</p>
<p>Depois de Mekas, serão exibidos os seis telefilmes do diretor judaico-brasileiro David Perlov, que produziu para TV a obra <em>Diários</em>. São seis filmes-diário, narrados em primeira pessoa, que mostram sua vida depois que se mudou para Israel entre os anos de 1973 e 1983.</p>
<p>A mostra também exibirá o premiadíssimo <em>E agora? Lembra-me</em> (Portugal, 2014), de Joaquim Pinto. A obra é inédita no circuito comercial brasileiro e conquistou mais de uma dezena de prêmios, sendo um dos grandes destaques dos festivais de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira e de Locarno.</p>
<p style="text-align: left;">Além dele, também estão na lista de longas-metragens <em>33</em> (Kiko Goifman &#8211; Brasil, 2002), <em>Los Rubios</em> (de Albertina Carri &#8211; Argentina, 2003), <em>Passaporte Húngaro</em> (de Sandra Kogut &#8211; Brasil, 2003), <em>Tarnation</em> (de Jonathan Caouette &#8211; EUA, 2004), <em>Insônia</em> (de Alan Berliner &#8211; EUA, 2007), <em>Santiago</em> (de João Moreira Salles &#8211; Brasil, 2007),<em> As Praias de Agnès</em> (de Agnès Varda &#8211; França, 2008), <em>Constantino</em> (Otávio Cury &#8211; Brasil, 2012), <em>Os Dias com Ele</em> (Maria Clara Escobar &#8211; Brasil, 2012), <em>Mataram o Meu Irmão</em> (Cristiano Burlan &#8211; Brasil, 2013) e <em>Elena</em> (de Petra Costa &#8211; Brasil, 2013).</p>
<p style="text-align: left;"><em>Elena</em> angariou os prêmios de direção, montagem, direção de arte e melhor filme pelo júri popular – todos na categoria de filmes documentais –, no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. <em>Mataram o Meu Irmão</em> foi o grande vencedor do 18º &#8220;É Tudo Verdade&#8221;, com os prêmios de melhor filme pelo júri e voto do público.</p>
<div id="attachment_29228" aria-labelledby="figcaption_attachment_29228" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Elena-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29228" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Elena-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Elena&#8221;, de Petra Costa, conquistou diversos prêmios em festivais brasileiros e também está na programação</p></div>
<p style="text-align: left;">
Os curtas-metragens escolhidos são todos brasileiros e contemporâneos: <em>Canoa quebrada</em> (de Guile Martins, 2009), <em>Babás</em> (Consuelo Lins, 2010), <em>Oma</em> (Michael Wahrmann, 2011), <em>Ariel</em> (Mauro Baptista Vedia e Claudia Jaguaribe, 2006) e o <em>O Chapéu do Meu Avô</em> (Julia Zakia, 2004).</p>
<p style="text-align: left;">Por fim, aq &#8220;Autorretratos – Documentários Autobiográficos” exibirá o média-metragem <em>O Espelho de Ana</em> (de Jessica Candal &#8211; Brasil, 2011), filme curitibano patrocinado pela própria Caixa Cultural e que se aproxima de sua realizadora para falar sobre a questão do feminismo na sociedade atual.</p>
<p><strong> Palestra e debates<br />
</strong><br />
Na próxima sexta (21), das 19h30 às 20h30, a pesquisadora, crítica e professora Ilana Feldman ministra palestra sobre &#8220;O cinema autodocumental&#8221;. Ela é doutora em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris VIII, tendo desenvolvido a tese “Jogos de cena: ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo”. Atualmente, Ilana faz pós-doutorado em Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, com pesquisa sobre cinema, testemunho e autobiografia a partir da obra do cineasta brasileiro-israelense David Perlov.</p>
<p>Já no dia 27 de agosto, das 19h30 às 21h, acontece o debate &#8220;Nossos Autodocs”, com Cristiano Burlan, diretor de cinema e teatro e diretor de <em>Mataram meu irmão</em>; Raquel Valadares, formada em Cinema pela UFF, documentarista e diretora dos filmes <em>Corpo de Bollywood, O Povo Quer Cinema</em> (2008), filmado na Índia, e <em>Homem-Carro</em> (2014); e Aristeu Araújo, cineasta e crítico de cinema, além de curador da mostra “Autorretratos – Documentários Autobiográficos&#8221;.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/programação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29229" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/programação-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></strong></p>
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