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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ave Sangria</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País abre edição de Serra Negra com uma noite de grandes encontros musicais</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O legado da vida e obra de mestres da cultura popular, o rock setentista do udigrudi pernambucano, a ciranda de Itamaracá e o rock nacional foram as grandes estrelas desta primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Bezerros. O Pátio de Eventos de Serra Negra, já charmoso e aconchegante por si só, ficou ainda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119587" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O legado da vida e obra de mestres da cultura popular, o rock setentista do udigrudi pernambucano, a ciranda de Itamaracá e o rock nacional foram as grandes estrelas desta primeira noite do Festival Pernambuco Meu País em Bezerros. O Pátio de Eventos de Serra Negra, já charmoso e aconchegante por si só, ficou ainda mais bonito com a grande festa da cultura que aporta pela segunda vez no local, voltando à cidade após a edição 2024. A noite contou com shows do Espetáculo Pernambuco Meu País, de Ave Sangria, Lia de Itamaracá, Barão Vermelho e Ana Carolina.</p>
<p>Para a governadora Raquel Lyra, que marcou presença no evento, o festival se consolidou e retorna à Serra Negra com muita alegria. Antes de chegar ao palco, ela circulou pelo pátio conversando com comerciantes e público. “Depois de mais de uma hora de caminhada vi que aqui tem gente de tudo quanto é cidade, de todas as idades, todas felizes por poderem curtir um festival multicultural como esse. É lindo ver o quanto a gente tem a força da nossa cultura, da nossa tradição, da nossa história gerando emprego e renda para a população”, ressaltou a governadora.</p>
<p>Sentimento este endossado pela secretária de cultura do Estado, Cacau de Paula. “Depois do sucesso que foi 2024, passando por oito cidades, a edição 2025 tem celebrado essa diversidade do festival em dez cidades, ampliando a interiorização da cultura. E Serra Negra em especial, pelo friozinho, que vira um atrativo a mais além do festival, de tantas linguagens que são contempladas, convida as pessoas. Os hotéis estão lotados, as pousadas, as casas também e todo mundo está vivendo esse grande festival. Estamos juntando grandes artistas regionais e nacionais, nomes daqui de Bezerros, então com certeza vai ser uma edição de sucesso aqui”, pontuou a gestora.</p>
<div id="attachment_119588" aria-labelledby="figcaption_attachment_119588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/lia-foto-juana-carvalho.jpg"><img class="size-medium wp-image-119588" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/lia-foto-juana-carvalho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, se apresentou em Serra Negra</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Noite de shows e celebração da cultura</strong> &#8211; Quem primeiro subiu ao palco foi o elenco do Espetáculo Pernambuco Meu País, que tradicionalmente abre as noites de todas as cidades, sempre às sextas. Com direção musical de Maciel Salu e coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, a apresentação é pautada pela vida e obra dos três homenageados do festival: Mestre Salustiano, Severina Lopes e Manoel Eudócio. Do cavalo marinho ao coco, do maracatu à tradição do barro, música e dança se costuram entre as linguagens que são uma grande celebração da cultura popular pernambucana.</p>
<p>E esse espírito de festa dos ritmos locais permaneceu no palco com o show de Lia de Itamaracá. A diva da ciranda se apresentou pela primeira vez em Bezerros, trazendo a tradição litorânea da ciranda para o Agreste. “Estou muito feliz, é muito carinho que sinto e muita responsabilidade. A ciranda vai ao mundo. E se a ciranda não vai ao mundo, eu viro minha ciranda.” Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia chega aos 81 anos ainda com o vigor de quem ama o que faz, e faz pelo coletivo, salvaguardando uma das manifestações culturais mais autênticas de Pernambuco, levando a ciranda por onde passada.</p>
<p>Logo na sequência foi a vez da banda Ave Sangria de se apresentar. Grupo icônico do rock progressivo pernambucano dos anos 1970, ele continuam encantando as novas gerações com suas letras sagazes e melodias hipnotizantes. Mais de 50 anos depois, as canções de Ave Sangria continuam ecoando nas playlists dos pernambucanos e levando crianças e adolescentes a comparecerem ao show. “A gente cantou a nossa realidade, o que a gente sentia, o que a gente pensava em relação ao mundo. E acredito que isso, desde 1974 até agora, toca os jovens. Eu agora mesmo recebi o presente de uma menininha que devia ter no máximo 12 anos de idade. Então você vê que a coisa continua, ainda atinge a juventude hoje. Eu acho que está nessa autenticidade o segredo da história”, contou o vocalista Marco Polo após o show.</p>
<p>Continuando na força do rock, Barão Vermelho colocou o Pátio de Eventos da Serra para dançar e cantar em uníssono seus maiores sucessos, clássicos da música brasileira como “Exagerado”, “Puro Êxtase”, “Maio Abandonado” e “Bete Balanço”. Foi um show para ficar na historia, celebrar o legado de Cazuza e da pluralidade da música brasileira. Assim como o de Ana Carolina, que encerrou essa primeira noite do PEMP na Serra Negra. A cantora trouxe para o evento seu show de 25 anos de carreira, com repertório e projeções que reafirmam que ela é um dos maiores nomes da música nacional. Não faltou hits como “Encostar na tua”, “Garganta”, “Confesso”, “Pra rua me levar”, “Rosas’ e “A canção tocou na hora errada”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119587" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/show-ana-carolina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<div id="attachment_119589" aria-labelledby="figcaption_attachment_119589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/barao-vermelho.jpg"><img class="size-medium wp-image-119589" alt="Foto: Juana Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/barao-vermelho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Barão Vermelho abraçou Pernambuco em show em Bezerros</p></div>
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		<title>Carlinhos Brown faz Carnaval fora de época no Festival de Inverno de Garanhuns 2023</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 07:02:22 +0000</pubDate>
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<p>Como um bom baiano, fundador da Timbalada e um dos criadores do samba-reggae e da axé music, Carlinhos Brown tem a energia esfuziante do Carnaval correndo em suas veias. Hiperativo e comunicativo, o cantor, compositor, arranjador, produtor e artista plástico (esta sua faceta menos conhecida) comandou sua folia fora de época no encerramento da noite do último sábado no Palco Mestre Dominguinhos da 31º Festival de Inverno de Garanhuns. A multidão que lotou a praça cantou, dançou, pulou, se esbaldou durante toda a apresentação, que só terminou porque há uma determinação para encerrar o show às 3h.</p>
<p>Carlinhos Brown trouxe um espetáculo padrão internacional. Dele não se pode esperar um show menos do que superperformático. E foi o que ele fez, tirando de sua toca seus maiores hits: canções da fase mais pop solo, o som dos tambores da Bahia, fase Tribalistas e tributo a Tim Maia e Lulu Santos. Teve até resposta à declaração de amor de um casal que lhe entregou um papel falando das bodas recentes, a quem dedicou Amor I Love You! E quando parecia que havia chegado no ápice, Brown atacou com um set que chamou de &#8220;esse é o meu Carnaval&#8221;. Foi incrível!</p>
<p><strong>ELAS E ELE -</strong> O clima de prévia de bloco de Carnaval de Olinda já havia começado mais cedo, com Ave Sangria e Paulo Miklos, que incendiram a plateia com os seus sucessos. Pela quarta vez no FIG e com uma banda formada 80% por mulheres, o titã Paulo Miklos fez um show no padrão de quando está com os demais companheiros. Foram 13 canções dos Titãs, na mesma vibe, com direito ainda a um bis. De seu trabalho solo, cantou Sabotage Está Aqui, tributo ao saudoso rapper com quem contracenou no filme O Invasor (2001); e o seu novo single, É Assim que Eu Sei. A Praça Mestre Dominguinhos quase veio a baixo.</p>
<p>E emoção  e entrega também não faltaram no show da Ave Sangria, claro! Marco Polo (voz) e Almir Oliveira (guitarra e voz) seguem firmes levando adiante o legado da banda criada há 50 anos. No FIG 2023, apresentaram-se superreforçados por Breno Lira (guitarra), Juliano Holanda (baixo), Junior Do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) e desfilando as canções de seu primeiro álbum, homônimo, de 1974, e algumas de Vendavais (2019). Loucura total dos fãs, que ficaram pedindo mais.</p>
<p>Comemorando 20 anos de criação e o seus retorno aos palcos após 10 anos, Volver mostrou alguns de seus principais sucessos dessa trajetória de duas décadas, extraídos dos álbuns Canções Perdidas num Canto Qualquer (2005), Acima da Chuva (2008) e Próxima Estação (2011), além do no novo single, Volver de Novo. E a galera cantou junto e se emocionou.</p>
<p>O Palco do Mestre Dominguinhos também tem propiciado oportunidade para Garanhuns mostrar o valor de seus artistas, tocando para amigos e amigas e para o turista que vêm ao FIG 2023. Neste sábado, Zeh Lucas mostrou suas canções, principalmente de seu EP Paradeiro e alguns standards. E convidou Alexandre Revoredo para uma participação especial.</p>
<p>Já a Jam 212 atacou com um repertório variado de hits internacionais e nacionais, de Limão com Mel e Reginaldo Rossi, passando por Ultraje a Rigor, Roberto Carlos, Victor &amp; Leo, Bob Marley e REM, até Coldplay e Lady Gaga. &#8220;A gente é assim: eclético&#8221;, explicou o vocalista Daniel Sales. Foi o primeiro baile da noite, que só poderia terminar mesmo com muito axé e a versão baiana do frevo Vassourinhas com Carlinhos Brown.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ave Sangria comanda show no palco do Teatro do Parque</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2022 15:02:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos principais expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, a banda pernambucana Ave Sangria comanda, no próximo domingo (22), às 18h, um show no Teatro do Parque. A apresentação marca o retorno da Ave Sangria aos palcos, após a perda do guitarrista Paulo Rafael, falecido em 2021. Marco Polo e Almir &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_93742" aria-labelledby="figcaption_attachment_93742" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Image.jpeg"><img class="size-medium wp-image-93742" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Image-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Polo e e Almir vão receber no palco a nova formação da banda</p></div>
<p>Um dos principais expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, a banda pernambucana Ave Sangria comanda, no próximo domingo (22), às 18h, um show no Teatro do Parque.</p>
<p>A apresentação marca o retorno da Ave Sangria aos palcos, após a perda do guitarrista Paulo Rafael, falecido em 2021. Marco Polo e Almir &#8211; remanescentes da formação original do grupo &#8211; vão receber a nova formação da banda, que conta agora com a participação dos músicos Juliano Holanda, Gilú Amaral, Júnior do Jarro e Breno Lira.</p>
<p>No palco, o público poderá conferir os grande os sucessos do grupo, como &#8220;Seu Waldir&#8221;, &#8220;Hei! Man&#8221;, &#8220;O Pirata&#8221; e &#8220;Dois Navegantes&#8221;. Os ingressos custam R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show da Banda Ave Sangria<br />
Quando: 22 de maio de 2022 (domingo), às 18h<br />
Onde: Teatro do Parque (R. do Hospício, 81 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada), pelo Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/evento/show-da-banda-ave-sangria-em-homenagem-a-paulo-rafael/1533248" target="_blank"><strong>https://www.sympla.com.br/evento/show-da-banda-ave-sangria-em-homenagem-a-paulo-rafael/1533248</strong></a>)</p>
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		<title>Pernambuco lamenta morte do músico Paulo Rafael</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 11:23:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam a morte do músico Paulo Rafael, de 66 anos. Sua passagem ocorreu na madrugada desta segunda-feira, dia 23 de agosto, por complicações no fígado causadas pelo câncer. Paulo Rafael foi um dos maiores representantes da geração udigrudi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87202" aria-labelledby="figcaption_attachment_87202" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/guitarrista-paulo-rafael-ave-sangria-foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-87202" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/guitarrista-paulo-rafael-ave-sangria-foto-victor-jucá-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Rafael era guitarrista da lendária banda Ave Sangria</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam a morte do músico Paulo Rafael, de 66 anos. Sua passagem ocorreu na madrugada desta segunda-feira, dia 23 de agosto, por complicações no fígado causadas pelo câncer.</p>
<p>Paulo Rafael foi um dos maiores representantes da geração udigrudi do Estado. Instrumentista inquieto e extremamente técnico, ele fez parte da formação original da banda Ave Sangria, referência do rock psicodélico brasileiro, e acompanhou por décadas o cantor Alceu Valença, além de participar de inúmeros projetos artísticos em quase 50 anos de carreira.</p>
<p><em>&#8220;Foi um dos caras mais carinhosos e conciliadores com quem já convivi. Conheci Paulo há mais de 40 anos e sempre admirei sua capacidade inventiva na música. Era um exemplo de como lidar com a fama e com o mundo artístico de forma profissional, mas sem perder a paixão pelo que fazia. Perdi um amigo e também um dos meus ídolos&#8221;</em>, declara Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe. <em>&#8220;E um ídolo não apenas meu, mas dos meus dois filhos também. Isso dá um exemplo do talento de Paulinho, que atravessou gerações. Pernambuco e o Brasil perderam um dos maiores músicos de todos os tempos&#8221;</em>, completa Canuto.</p>
<p>Para o secretário Gilberto Freyre Neto, o guitarrista trazia a marca da cultura pernambucana. <em>&#8220;A mistura que ele fazia no seu trabalho, juntando o rock com os elementos da cultura popular, tem a cara de Pernambuco&#8221;</em>, disse o gestor.</p>
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		<title>Ave Sangria ressurge com novas canções no palco da música psicodélica</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66844" aria-labelledby="figcaption_attachment_66844" class="wp-caption img-width-536 aligncenter" style="width: 536px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg"><img class="size-full wp-image-66844 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg" width="536" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’ foram as músicas inéditas tocadas no palco do GTR</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo Rafael (guitarra), Almir Oliveira (violão), Juliano Holanda (baixo), Júnior do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) – cantou e tocou para seus fãs cinco das onze músicas inéditas que estarão no álbum a ser lançado em abril deste ano.</p>
<p>‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’, segundo Almir, foram as músicas inéditas apresentadas no palco do GTR. Sobre o novo single, que conta com um lyric vídeo disponível na internet, o violonista do Ave Sangria explica que é a primeira vez que a música foi gravada em estúdio, “mas em 1974 tocamos ela no Perfumes y Baratchos, no Teatro de Santa Isabel, e o registro daquele show ficou gravado numa fita k-7, transformado posteriormente em LP e CD, que foi até o Marco da Lata e o pessoal do Anjo Gabriel quem organizou pra gente”. A ilustração do single e da capa é assinada por Neilton Carvalho, ilustrador e guitarrista do Devotos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RxNSEBVT1l4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Naquela época, em 1974, nos éramos jovens e os mais velhos encarceraram nossa obra musical. Agora, em 2019, nós somos os mais velhos e os jovens nos libertaram desse cárcere. Foram eles que trouxeram a gente de volta. Então o que estamos fazendo é retribuir o que fizeram pela gente. Não houve mídia, empresário, nada disso. Foi a juventude, através da internet, que, fez isso aqui acontecer: um segundo disco, 45 anos depois de lançado o primeiro”, comemora o violonista do Ave.</p>
<p>Depois de anos sem tocar tantas músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação à aceitação deste novo disco. “Você sempre fica, né? Eu acho que a reação foi muito boa. Lembro que quando a gente cantava uma música nova, as pessoas ficavam paradas, prestando atenção. E aos poucos elas iam começando a repetir vocalmente o que era um refrão de volta. Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada. E isso é muito bom, porque é uma das poucas bandas que quando canta alguma coisa todo mundo canta junto”, opina Marco Polo.</p>
<div id="attachment_66829" aria-labelledby="figcaption_attachment_66829" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-66829 " alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de anos sem tocar com frequência músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação às músicas desse novo disco</p></div>
<p>“Ave Sangria é isso, uma banda que interage com as pessoas ao mesmo tempo em que brinca e critica tudo. A gente está num mundo extremamente reacionário, e a primeira vez que lançamos um disco foi em plena ditadura militar. Agora voltamos com um novo CD em pleno empoderamento da extrema-direita. Parece uma sina, uma necessidade da gente de quebrar o pau e dizer que a gente merece coisa melhor. É isso que o Ave Sangria faz”, filosofa o vocalista da banda, fazendo uma comparação entre os momentos políticos e sociais dos dois discos.</p>
<p>O convite para realizar a produção musical deste novo trabalho, conta Juliano Holanda, surgiu por conta da relação íntima que ele que tem com a banda enquanto músico e pessoa. “Sou amigo deles. Meu pai dividiu casa com Almir e Ana, que é filha de Almir, e minha amiga de infância. Brinco que Almir me cevou durante esse tempo, porque sempre convivi com a música do Ave Sangria. E quando houve convite, a princípio, era pra que eu me apresentasse apenas em um show no Teatro de Santa Isabel pra tocar baixo. Aquilo foi tomando um caminho natural de seguir fazendo as apresentações, mas não era a ideia do início”.</p>
<div id="attachment_66842" aria-labelledby="figcaption_attachment_66842" class="wp-caption img-width-460 aligncenter" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Instagram</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir.jpg"><img class="size-medium wp-image-66842 " alt="Reprodução/Instagram" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir-460x486.jpg" width="460" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem&#8221;, explica Almir, sobre a atual formação da banda</p></div>
<p>A formação atual, com três músicos da expoente cena pernambucana (Juliano Holanda, Júnior do Jarro e Gilú Amaral) também foi se constituindo de forma natural. “(Júnior) Do Jarro já tocava bateria com eles, quando o Anjo Gabriel se apresentava antes do Paulinho voltar para a banda. Na verdade, era uma formação com o Anjo Gabriel, Almir e Marco Polo. E foi natural manter Júnior do Jarro na história. Gilú tem uma história bem diversa e conhecia bem o som deles. No final são três fãs que dão o sangue em cima do palco”.</p>
<p>Hoje, além de ter produzido o novo álbum, Juliano Holanda conta que, assim como Jarro e Gilú, também se sente parte da banda. ”Não é aquela coisa de músicos contratados. Todo mundo interage, e há uma cumplicidade e respeito e admiração mútua. Acho que esse show e o disco são muito fruto disso”. A mesma opinião é compartilhada pelo músico Almir. “Somos a mesma banda. O entrosamento é fundamental, tanto fora do palco com dentro. Há uma sintonia e felicidade muito grande. É na cozinha que está o tempero e a sustância”.</p>
<div id="attachment_66830" aria-labelledby="figcaption_attachment_66830" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283.jpg"><img class="size-medium wp-image-66830" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada&#8221;, opina Marco Polo, vocalista do Ave</p></div>
<p>Almir detalha que não foram realizados tantos ensaios antes do show no Guaiamum Treloso Rural porque reunir a banda é uma verdadeira engenharia. E que o entrosamento visto entre os seis músicos no palco se dá simplesmente por conta da sintonia entre eles. “Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem. Uns tem mais experiência, outros estão vindo como novo gás e novas ideias. A mola propulsora está mais vibrante”, ressalta Almir.</p>
<p>Sobre o disco, Juliano explica que ele surgiu a partir de dois caminhos espontâneos: uma necessidade criativa dos artistas e também uma demanda do mercado fonográfico. “Quando a gente começou a se apresentar havia sempre o interesse de tocar músicas novas. E depois que estabelecemos uma parceria com a Sunset Produções, tivemos que ter um disco novo para justificar uma nova turnê”. Ainda segundo ele, o selo de lançamento está em negociação, mas a produção do novo CD foi feita de forma independente.</p>
<p>Na pré-produção, o Ave Sangria não sabia por onde começar. Havia em mãos um material de composições dos anos 80 e 90, e em paralelo o problema dos universos pós Ave Sangria: os antigos integrantes evoluíram para lugares muito distintos. “Ficamos um mês tentando harmonizar os três artistas até chegar numa opção. Depois de feito, parece que foi fácil, mas não foi. Descobrimos que eles tinham musicas inéditas não gravadas da época que eram uma banda e ensaiavam juntos na década de 70. Principalmente umas composições conjuntas de Almir e Marco Polo. Fomos atrás delas, e Marco tinha várias gravadas em k-7”, lembra Juliano Holanda.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Depois de um tempo discutindo sobre quais trilhas percorrer, a banda entendeu que seria interessante que o novo disco tivesse uma estrutura parecida com a do primeiro. “Criei então um processo que chamamos de Leis e Diretrizes, e a diretriz básica era que só teria no segundo disco o que tivesse no primeiro. Como se estivéssemos em 1974. E quando a gente viu o material era muito bom. Podia ter gravado um disco com 30 músicas, se quisesse”, brinca Holanda.</p>
<p>O disco foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio de Carlos Trilha, para criar uma situação que fosse semelhante a do primeiro. As músicas foram gravadas e mixadas de forma analógica, usando uma mesa SSL, no estúdio que foi do Legião Urbana. Todos os músicos gravaram as músicas juntos, cada um numa sala, e em dez dias o álbum estava pronto. “Acho que tem uma tônica muito forte em relação à produção do primeiro para esse, porque o anterior não teve muito tempo pra ser produzido, nem tanto cuidado e carinho como esse”, avalia o produtor musical. “Gravamos, na verdade, 13 músicas, e duas serão lançadas posteriormente como outros singles”, conclui Juliano Holanda.</p>
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		<title>Guaiamum Treloso Rural cresce atento às revelações artísticas do Nordeste</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 15:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia]]></category>
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		<category><![CDATA[GRT 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Guiamum Treloso Rural]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A Fazenda Bem-Te-Vi, em Aldeia, será mais uma vez palco do Guaiamum Treloso Rural (GTR), festival que chega à sua quarta edição apostando na atração da juventude, no impulsionamento de novos artistas e também em shows de artistas nacionalmente reconhecidos. Entre as atrações, destaque para a banda ícone da música independente pernambucana, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66557" aria-labelledby="figcaption_attachment_66557" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Ave-Sangria.jpg"><img class="size-medium wp-image-66557 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Ave-Sangria-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mais cultuadas bandas da psicodelia pernambucana, Ave Sangria sobe ao palco com canções inéditas do novo disco &#8220;Vendavais&#8221;, a ser lançado em abril deste ano</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>A Fazenda Bem-Te-Vi, em Aldeia, será mais uma vez palco do <strong><a href="https://www.facebook.com/guaiamumtrelosorecife" target="_blank">Guaiamum Treloso Rural (GTR)</a></strong>, festival que chega à sua quarta edição apostando na atração da juventude, no impulsionamento de novos artistas e também em shows de artistas nacionalmente reconhecidos. Entre as atrações, destaque para a banda ícone da música independente pernambucana, a <em>Ave Sangria, </em>que tocará músicas inéditas do disco &#8216;Vendavais&#8217;; <em>Cordel do Fogo Encantado</em> e<em> Baco Exu do Blues</em> (BA). Dividido em três palcos e com uma programação que começa às 14h, o GTR terá, ao todo, 19 atrações de diversos estilos musicais e de várias regiões do País que se apresentam no próximo dia 9 de fevereiro. Os ingressos já estão <a href="https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009" target="_blank"><strong>à venda</strong></a>.</p>
<p>Produzido por Felipe Cabral e Eduardo Pereira, o GTR apresenta uma maioria de artistas do Nordeste como Vieira (PB), Escurinho (PB), Sereia Problema (AL), Torre (PE), Kalouv (PE), Phalanx Formation (PE) e Luísa e os Alquimistas (RN). <em>“Essa aposta se deu principalmente pensando no potencial que as bandas podem oferecer e menos por uma questão de logística. Prova disso é que a programação do GTR conta com grandes nomes da música nacional no festival, como Ave Sangria, Baco Exu do Blues &#8211; escolhido com o melhor disco do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APC) – e o Cordel do Fogo Encantado, também escolhido pelo voto popular na APC como melhor show do ano”</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3PoosTlNYmQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Segundo Felipe Cabral, o critério para a escolha dessas atrações é trazer uma garotada mais nova para o festival. <em>“E essa opção se deu não só pelo viés financeiro, mas sim de potencial artístico que elas podem oferecer. Teremos uma banda de Curitiba, a Marrakesh (PR), e esse custo não é baixo. Mas eles têm um som psicodélico muito bom e que vai se somar a outros que vão rolar no festival”</em>.</p>
<p>De acordo com o produtor, outro show de grande potencial é o de Ana Frango Elétrico (RJ), com participação de uma pernambucana, a Duda Beat. <em>“A ideia de convidar a Duda Beat para essa participação especial é fazer com que as pessoas conheçam novas atrações. A nossa ideia é inovar para que outros artistas possam ser impulsionados por pessoas que já estão consolidadas. Duda Beat e Ana Frango Elétrico são duas cantoras da mesma geração e de estados diferentes que vão se juntar para fazer um som bacana”</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TTi99a0ZceI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ele também destaca a realização de um &#8216;after party&#8217; após a programação, <em>“com nenhum som ligado e apresentações de grupos da cultura popular como o Maracatu Casa Forte, as Sambadas de Camaragibe e a Orquestra de Frevo do Maestro Oséas”</em>.</p>
<p><strong>Ações especiais em Camaragibe –</strong> A população camaragibense ganha mais atenção este ano. Uma das vantagens é o Ingresso Cultural Camaragibe, encontrado na Fundação de Cultura da cidade. <em>“São 200 unidades que custam, cada uma, R$ 30. O ingresso atual do Guaiamum Treloso varia de R$ 70 a R$ 140, e a proposta é dar uma oportunidade para a comunidade de Camaragibe, que não tem acesso a esses eventos, descobrir coisas novas”</em>, detalha Felipe. Para adquirir essa entrada, basta a pessoa comprovar que mora na região.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gFUuxGOsMow" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A outra ação em parceria com a Prefeitura de Camaragibe são as oficinas de Frevo, Teatro Popular, Reciclagem em Pneus e Adereços Carnavalescos. A proposta é aproximar a população das linguagens artísticas, com turmas de 25 integrantes e idade mínima de 14 anos. Os interessados que ainda queiram participar podem procurar a Fundação de Cultura de Camaragibe, das 9h às 15h, na Vila da Fábrica.</p>
<p>“<em>Estas oficinas partem de entendimentos simples e oficina de frevo, por exemplo, segue esse raciocínio. Atualmente a relação da música com a juventude, na maioria do pessoal, está no brega-funk e na swingueira. A gente quer ensinar aos nossos jovens a dançar o frevo e que eles possam conhecer os passos. Além disso, as turmas serão convidadas a participarem do festival também”</em>, explica Felipe Cabral.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Neste sentido, Felipe revela ainda que, dentro de um planejamento para outros próximos anos, o festival tende a abraçar cada vez mais outras linguagens artísticas além da música. <em>“O GTR surgiu de uma troça carnavalesca, mas a gente pensa que o festival se prolongue e dentro de Aldeia aconteçam eventos de gastronomia, mostras de cinema, lançamentos de livros, e exposições de artistas plásticos. Esse é um embrião que está começando agora e eu acredito que num planejamento para os próximos quatro anos a gente tenha um festival que aconteça durante toda a semana e termine no final dela com muita música na Fazenda Bem-Te-Vi”</em>.</p>
<p><strong>Mais novidades</strong> &#8211; Neste ano, o GTR terá novos visuais, decorações e ações, como uma praça de alimentação diversificada, inclusive com opções veganas. Outra novidade é o plantio de um bosque dentro da Comunidade do Rachão, em Aldeia, com espécies nativas da região batizado de <em>Mr. Fryer</em>, com a consultoria de Zenaide Nunes Magalhães, arquiteta urbanista e vice-presidente da Rede Brasileira de Jardins Botânicos, e Eduardo Lins, biólogo especialista em licenciamento ambiental e em elaboração de planos de manejo.</p>
<div id="attachment_66559" aria-labelledby="figcaption_attachment_66559" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Felipe-Cabral.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66559" alt="Felipe Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Felipe-Cabral-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor Felipe Cabral revela que, dentro de um planejamento para outros próximos anos, o festival tende a abraçar cada vez mais outras linguagens artísticas além da música</p></div>
<p><em>“Mr. Fryer foi um americano que praticamente trouxe a educação sustentável para Aldeia. Uma pessoa que tem uma grande importância na região que a gente mora, e tivemos a ideia de fazer o ingresso verde, e um percentual dele vai ajudar no reflorestamento de uma área na comunidade”,</em> conta o produtor do GTR. A extensão do bosque será de cinco mil metros quadrados e abrigará espécies como Ipê Amarelo e Pau Brasil, entre outras. “<em>Quando formos realizar esse replantio vamos convidar algumas escolas públicas e privadas de Aldeia para uma grande festa”.</em></p>
<p>Ainda na perspectiva da sustentabilidade, Felipe lembra que o público pode utilizar o Expresso Treloso. “<em>É um ônibus que sai dos shoppings Recife, RioMar, Plaza e Tacaruna, com passagem ao preço de R$ 20&#8243;. </em>Com essa ação, explica Felipe Cabral, espera-se diminuir a emissão de CO² em Aldeia, já que os ônibus fretados utilizaram um combustível menos poluente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Guaiamum Treloso Rural 2019</strong><br />
Local: Fazenda Bem-Te-Vi – Estrada de Aldeia, km 13, Camaragibe – PE<br />
Ingressos: 3º Lote: R$60,00 (meia), R$85,00 (Ingresso verde) e R$120,00 (inteira)<br />
Ingressos Expresso Treloso: R$20,00 – Shopping Plaza, Shopping Recife e Shopping Tacaruna<br />
Link para compra online: <a href="https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009" target="_blank"><strong>https://www.sympla.com.br/guaiamum-treloso-rural-2019__341009</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p><strong>Sábado (9 de fevereiro) | 14h</strong></p>
<p>Palco Pitú<br />
Vieira (PB)<br />
Sereia Problema (AL/PE)<br />
Torre (PE)<br />
Fontes (RJ)<br />
Luisa e Os Alquimistas (RN)<br />
Phalanx Formation (PE)</p>
<p>Palco Devassa<br />
Kalouv (PE)<br />
My Magical Glowing Lens (ES)<br />
Ana Frango Elétrico (RJ)<br />
Ave Sangria (PE)<br />
BK (RJ)<br />
Baco Exu do Blues (BA)<br />
MC Carol (RJ)</p>
<p>Palco Naná Vasconcelos<br />
Escurinho (PE)<br />
Marrakesh (PR)<br />
Jaloo (PA) convida MC Tha (SP)<br />
Carne Doce (GO)<br />
Dadá Boladão (PE)<br />
Cordel do Fogo Encantado (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>OFICINAS</strong></span></p>
<p>Oficina de Frevo<br />
Facilitador: João Paulo Lira<br />
Local:     Guarany Esporte Clube &#8211; Vila da Fábrica &#8211; 09h às 11h<br />
Escola Municipal São José &#8211; Vera Cruz – Aldeia<br />
14h às 16h &#8211; Segundas e quarta-feiras</p>
<p>Oficina de Reciclagem de Pneus<br />
Facilitador: Tony Baé<br />
Local: Cras de Vera Cruz &#8211; Aldeia<br />
09h às 12h &#8211; Segundas, quartas e sexta-feiras</p>
<p>Oficina Adereços Carnavalescos<br />
Facilitadora: Eliane Medeiros.<br />
Local:     Sede das Mulheres Guerreiras &#8211; no Largo do Japão &#8211; 09h às 11h<br />
Sede do Amante das Flores- Centro de Camaragibe<br />
19h às 21h &#8211; Terças e quinta-feiras</p>
<p>Oficina de Teatro Popular<br />
Facilitador: José Brito<br />
Local: Centro de Criatividade Musical Raminho do Trombone<br />
Sede da Banda &#8211; Alto da Boa Vista<br />
14h às 17h &#8211; Terça- feiras e sábados</p>
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		<title>Espetáculo de teatro de rua circula por oito cidades pernambucanas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 11:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Sangria]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo do estado]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Polo]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Marginal - Opereta de Rua]]></category>

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		<description><![CDATA[Após realizarem vários ensaios abertos no Recife e em Olinda, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel dá início à terceira etapa do projeto de circulação estadual da peça Pólo Marginal – Opereta de Rua, conhecida por usar músicas do Ave Sangria durante a encenação. A temporada gratuita levará o espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35518" aria-labelledby="figcaption_attachment_35518" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Miguel Igreja/|Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-foto-miguel-igreja-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-35518" alt="Miguel Igreja/|Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-foto-miguel-igreja-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8216;Pólo Marginal &#8211; Opereta de Rua&#8217; volta a circular pelo Estado, deste vez com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Após realizarem vários ensaios abertos no Recife e em Olinda, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel dá início à terceira etapa do projeto de circulação estadual da peça <strong>Pólo Marginal – Opereta de Rua</strong>, conhecida por usar músicas do Ave Sangria durante a encenação. A temporada gratuita levará o espetáculo a oito municípios, contemplando comunidade quilombola e distritos, já a partir deste sábado (16), às 19h, em São José do Belmonte. No dia seguinte, no domingo (17), segue para Triunfo, com sessão às 17h.</p>
<p>A montagem em teatro de rua é baseada na obra do poeta e jornalista pernambucano Marco Polo, vocalista do Ave Sangria, com roteiro e encenação de Carlos Salles (<em>in memoriam</em>) e assistência de direção de Rodrigo Torres. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, e é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Social (IDS).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MxP8Us_rgD0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O enredo apresenta a história de um grupo de poetas-piratas-saltimbancos que resolve ocupar as praças das cidades para levar o poder da palavra, a poesia como forma de alimentar a alma das pessoas de sentimento, sensibilidade e emoção. Dentro deste ambiente lúdico, as músicas da Ave Sangria executadas ao vivo dão um tom especial à apresentação. “<em>Sem dúvida a parte musical é um dos pontos altos da montagem, que existe antes mesmo de Marco Polo retomar a banda. Inclusive ele próprio recentemente comentou numa entrevista que a gente foi importante pra estimular ele a voltar a com a Ave Sangria”,</em> festeja Rodrigo Torres, ator e produtor da montagem.</p>
<p>Além de Rodrigo, outros oito artistas participam da peça: Cris Santos, Maria Dias, Pedro Félix, Roberta Lúcia, Sandro Sant’na, Celso José e Walgrene Agra. Com versos livres, por vezes rimados, os piratas declaram sua paixão com poemas fortes e lancinantes, dramatizando monólogos que abordam várias facetas do poeta como a solidão, tristeza, fugacidade e o vazio existente em cada um de nós.</p>
<p><em>“A escrita de Marco Polo é bem rebuscada, e é verdade que são poemas muito simbólicos, mas as músicas são bem empolgantes. Mesmo que as pessoas não se prendam pela palavra, elas se prendem pelo visual. Temos uma direção de arte bem bacana, com figurinos e maquiagem bem elogiados”</em>,  detalha Rodrigo .</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja-1.jpg"><img class=" wp-image-35519 alignright" alt="pólo marginal - opereta de rua fotografia miguel igreja (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja-1-607x404.jpg" width="425" height="283" /></a></p>
<p>De acordo com o produtor da peça, <strong>Pólo Marginal – Opereta de Rua</strong> existe desde 2010, e de lá pra cá não parou de circular em nenhum momento. <em>“Nesses seis anos participamos de mostras, festivais, e fomos contemplados com dois editais, um deles da Funarte e outro do Funcultura. Já estamos com outro projeto aprovado também pelo Funcultura voltado pra circulação urbana, que seria pra Região Metropolitana do Recife, e estamos aguardando apenas o recurso pra começar a produção”</em>, revela.</p>
<p>A atual circulação estadual conta com apoio das prefeituras municipais e do SESC Garanhuns. A equipe técnica é ainda formada por Felipe Santos (registro de imagens), Josi Rodrigues (contrarregra), Rodrigo Torres (coordenação de produção), Celso José (produção executiva), além de Josi Rodrigues, Maria Dias e Walgrene Agra (assistência de produção).</p>
<p>O Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel está em atividade desde 2007 e já levou às ruas montagens como <strong>Do Moço e do Bêbado Luna</strong>, inspirada na obra do saudoso poeta Erickson Luna, e desenvolveu o projeto <strong>Trupe do Patrimônio</strong>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Espetáculo Pólo Marginal – Opereta de Rua</em><br />
Sábado (16) | 19h<br />
Pátio de Eventos Cacau do Banco, em São José do Belmonte<br />
Domingo (17) | 17h<br />
Pátio de Eventos Maestro Madureira, em Triunfo<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação completa da circulação estadual do espetáculo Pólo Marginal – Opereta de Rua:</strong></p>
<p>30 de abril de 2016 | 17h<br />
Largo da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, na Comunidade Quilombola Timbó, em Garanhuns</p>
<p>1º de maio de 2016 | 17h<br />
Praça Estácio Coimbra (Praça da Fonte), em São Caetano</p>
<p>14 de maio de 2016 | 20h<br />
Quadra do Morro da Conceição, no bairro de Casa Amarela, no Recife</p>
<p>15 de maio de 2016 | 17h<br />
Praça do Carmo, em Olinda</p>
<p>21 de maio de 2016 | 20h<br />
Praça Abelardo Sena (Praça do Surfista), em Ribeirão</p>
<p>22 de maio de 2016 | 17h<br />
Praça Central de Chã de Sapé, em Itaquitinga</p>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-pernambuco-experimental-tem-duplo-lancamento-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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		<title>A fênix do rock marcou encontro de gerações no Palco Pop</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-fenix-do-rock-marcou-encontro-de-geracoes-no-palco-pop/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 18:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[Adolescentes e até roqueiros da terceira idade estiveram lado a lado na noite do FIG 2015, que teve como destaque a lendária banda pernambucana, Ave Sangria. O grupo, semelhante à fênix, pássaro mitológico que renasce das cinzas, renova-se ao longo de mais de 40 anos de atividade. A diversidade de gerações também deu o tom [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Adolescentes e até roqueiros da terceira idade estiveram lado a lado na noite do FIG 2015, que teve como destaque a lendária banda pernambucana, Ave Sangria. O grupo, semelhante à fênix, pássaro mitológico que renasce das cinzas, renova-se ao longo de mais de 40 anos de atividade. A diversidade de gerações também deu o tom do Palco Pop, onde a veterana Ave voou alto, junto com bandas mais recentes: Graxa, do bairro Jiquiá, Recife, e The Baggios, de Sergipe. O sábado, 18/7, foi marcante para quem enfrentou a forte chuva para assistir aos shows.</p>
<p>Graxa balançou a noite com um som que lembra o rock dos anos 70 misturado ao swing funk da geração Woodstock. O vocalista, compositor, guitarrista e funcionário de oficina mecânica, Ângelo Souza, 29 anos, o Graxa, compara o FIG a uma linha de produção que evolui com o passar dos anos. <em>“Acho massa o FIG que junta bandas e grupos recentes com os das antigas, como Ave Sangria, que traz o som de uma geração que marca minha música. Essa mistura é muito boa pra todo mundo”</em>, pontua Graxa. O grupo lançou uma fita cassete este ano para divulgá-lo na web e chegar mais junto aos fãs e ao mercado. Graxa adianta que tem planos para dois discos no ano que vem.</p>
<p><em>“O show do Graxa aqui no FIG teve uma desempenho bem diferente, com ele meio que dançando com a guitarra. O FIG é o momento mais esperado do ano porque traz muita cultura, muita coisa que a gente não vê. E essa mistura de bandas é a cara do Festival de Inverno”</em>, comenta com empolgação, Emile Euzébio, 24 anos, de Garanhuns.</p>
<p><em>“Vim para ver Graxa, que já conhecia de vídeos da Internet e queria sacar ao vivo. E, claro, para não perder o Ave Sangria. As bandas do show de hoje têm tudo a ver, presente e passado juntos, talvez até o futuro. Poder ver isso, pra mim é histórico”</em>, diz Emersom Padilha, 29 anos, de Maceió.”</p>
<p>A noite seguiu com The Baggios, de Sergipe. Com formação inusitada, apenas guitarra e bateria, a banda se diz influenciada pelo som dos anos 70. <em>“Meu primo me apresentou o Ave Sangria, isso me marcou e também deu certo norte ao nosso som. Nunca imaginei estar ao lado deles em um mesmo palco. Ave e Lula Côrtes são muito queridos e admirados em Aracaju”</em>, revelou Gabriel Carvalho, 24 anos, baterista da banda. Na apresentação, além de músicas próprias, The Baggios ousa com uma versão em português de Money, do Pink Floyd, e são ovacionados pelo público. A banda lançou DVD em celebração aos 10 anos de estrada e planeja lançamento do terceiro disco para 2016.</p>
<div id="attachment_27639" aria-labelledby="figcaption_attachment_27639" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19194376934_979ecc7860_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27639" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19194376934_979ecc7860_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A sergipana The Baggios se apresentou pela primeira vez no festival</p></div>
<p><em>“O som do The Baggios, que são novos, me lembra de músicas antigas. Acho que este encontro de gerações no FIG é muito legal porque agrada a turma de hoje e de ontem, e pode até gerar algo novo, no futuro. O FIG dá essa oportunidade de cada um curtir o que gosta, além de encontrar muitos amigos e amigas”</em>, diz Ronaldo Patrício, 49 anos, do Recife.</p>
<p><em>“Já conhecia o The Baggios, mas estou no FIG também por causa de Antônio Carlos Nóbrega e Lenine, que tocaram ou vão tocar em outros palcos</em>”, comenta João Ricardo, 44 anos, de Paulo Afonso.</p>
<div id="attachment_27630" aria-labelledby="figcaption_attachment_27630" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Marco-Polo-em-grande-noite.jpg"><img class="size-medium wp-image-27630" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Marco-Polo-em-grande-noite-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Polo, da Ave Sangria, em total sintonia com o público.</p></div>
<p>Na sequência dessa noite histórica, Ave Sangria nem tinha sido anunciada e a multidão já começava a se apertar junto ao palco, disputando o melhor ângulo para assistir ao show. Quando a banda entrou, a energia aumentou, assobios e gritos ecoaram e o voo da Ave começou em clima de confraternização e alegria. O palco refletiu também a diversidade de gerações da plateia. Novos integrantes dividiram o som com veteranos, como Almir de Oliveira, baixista desde a primeira formação, que tocou violão essa noite. <em>“Acho isso aqui incrível! Não poderia imaginar que, 40 anos depois da banda acabar, a gente estaria num palco com tanta gente nova. Essa mesma galera que tirou Ave Sangria do cárcere cultural que vivemos durante muito tempo, depois da ditadura. Os jovens nos colocaram hoje, aqui”</em>, comemorou Almir.</p>
<p>O clima esquentou com Marco Polo cantando, <em>“Aqui estamos juntos ao por do sol&#8230;”</em>, fazendo o contraponto com a chuva pesada que caía do lado de fora do Palco Pop. Em seguida, a multidão cantou junto e dançou ao som de Geórgia, clássico da banda. O grupo prestou homenagem a Ivinho, seu ex-guitarrista, falecido aproximadamente há um mês, tocando tema instrumental da autoria dele. Ao final, depois que o clima pegou o fogo com as distorções da guitarra, parecia que tudo tinha se acabado. Mas, Ave Sangria é feito fênix, ressurgiu com mais força pra fazer o bis, cantando O pirata: <em>“Só resta eu com a minha faca e a minha nau&#8230;”</em></p>
<p>Depois do show, Almir Oliveira, adiantou: <em>“Tá pintando possibilidade de gravarmos outro disco, com músicas antigas que não gravamos naquela época, lá pelos anos 70, e composições novas&#8217;&#8221;.</em></p>
<p>A agitação marcou até a saída do show, com muita gente ainda cantando e dançando pela garoa que caía. Todo mundo em clima de celebração.</p>
<p><em>“Curti muito, vim assistir ao Ave Sangria porque muitos amigos disseram que era legal”</em>, vibrou Bruna Pimentel, 15 anos, de Garanhuns. <em>“A música quando é boa se perpetua. Minha geração talvez tenha visto menos shows do Ave Sangria que a turma de hoje, porque a censura nos tirou esse direito, quando proibiu a música Seu Valdir”</em>, avaliou emocionado, Fernando Santos, 65 anos, de Olinda.</p>
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		<title>Abril Pro Rock em noite “udigrudi” neste sábado (18)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 20:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Abril Pro Rock 2015 acontece nos dias 24 e 25 deste mês, mas prepara, para esse fim de semana, um “esquenta” todo especial. No próximo sábado (18), uma atmosfera 1970’s tomará conta do Baile Perfumado (Prado), no Recife, com a presença de personagens que fizeram seu som à época, além de jovens artistas que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Abril Pro Rock 2015</strong> acontece nos dias 24 e 25 deste mês, mas prepara, para esse fim de semana, um “esquenta” todo especial. No próximo sábado (18), uma atmosfera 1970’s tomará conta do Baile Perfumado (Prado), no Recife, com a presença de personagens que fizeram seu som à época, além de jovens artistas que trazem em seus genes um pouco dessa herança “udigrudi”. A partir da 22h, sobem ao palco da casa de shows a lendária <strong>Ave Sangria</strong>, o cantor <strong>Paulo Diniz</strong> e a lenda perdida <strong>Flaviola</strong>, revigorados através da redescoberta do público jovem, que também será representado na noite nos shows da <strong>Aninha Martins</strong>, da banda <strong>Caapora</strong> e do cantor e compositor <strong>Almério</strong>. O Abril Pro Rock 2015 conta com apoio do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<div id="attachment_19715" aria-labelledby="figcaption_attachment_19715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111.jpg"><img class="size-medium wp-image-19715" alt="Rapha Oliveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mito do udigrudi recifense, Ave Sangria levanta mais um voo no Baile Perfumado, neste sábado (18)</p></div>
<p>Marco Polo (voz), Ivinho (guitarra), Almir de Oliveira (violão), Paulo Rafael (violão) se juntam a Juliano Holanda (baixo), Do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) para personificar a Ave Sangria, a mais cultuada representante do movimento udigrudi. O grupo se reuniu com esta formação, em 2014, para celebrar os 40 anos do seu, então, último show, em 1974, no Teatro de Santa Isabel. De lá pra cá, já se apresentou no Macuca Jazz Festival (Correntes), no Psicodália (Curitiba) e na casa de shows Estelita. Volta, com gás total, no APR 2015, e promessa de disco novo pela frente! Podem aguardar clássicos como <em>Lá fora</em>, <em>Cidade grande</em>, <em>Por quê?</em>, <em>Georgia, a carniceira</em>, <em>Seu Waldir</em> e tantos outros.</p>
<p>Paulo Diniz foi um sucesso avassalador nos anos de 1970, quando, com sua inconfundível voz, rasgada, ousou ao ter em seu set list composições que versavam sobre amor, com pegada mais pop, até poemas musicados de cânones da literatura, como Manuel Bandeira, Carlos Drummond, Gregório de Matos, Ferreira Gullar, Augusto do Anjos, Adélia Prado, entre outros. Suas músicas ecoaram pelas rádios de todo o Brasil e até hoje mantém forte presença no cancioneiro popular e na memória afetiva de vários brasileiros. <em>Pingos de amor</em>, <em>E agora, José?</em>, <em>O meu amor chorou</em>, <em>Como?</em>, entre outros estão cravados no repertório de Paulo Diniz.</p>
<p><em>Flaviola e o Bando do Sol</em> foi o único disco gravado por Flávio Lira, em 1974, com lançamento pelo selo Solar. Ele também faz parte da geração de músicos que sacudiram Recife nos anos 1970. Contemporâneo da Ave Sangria e Alceu Valença, Flaviola mergulhou no universo de hibridrismos onde dialogavam música nordestina, rock’n’roll, folk, psicodelia, dando vida a uma obra que se tornou referência até os dias é hoje. Uma lenda perdida que voltará aos palcos, no APR2015, para um show antológico, onde se apresentará acompanhado de Zé da Flauta, Juliano Holanda e Juvenil Silva.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eYVjZPNlfsM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Nova geração</strong><br />
Boa parte dos artistas da cena musical independente de Pernambuco bebeu dessa fonte que jorrou nos anos 1970 e que vem desaguando até hoje. E para fazer jus à “genética musical”, três deles foram escalados para dividir a noite com os mais experientes. A cantora Aninha Martins, nome de peso da Cena Beto, vai colocar toda visceralidade e interpretação a serviço do show que apresentará, parte dele com músicas do seu repertório e algumas canções do saudoso Lula Côrtes, também representante do udigrudi.</p>
<div id="attachment_9354" aria-labelledby="figcaption_attachment_9354" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/aninha-martins.jpg"><img class="size-medium wp-image-9354" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/aninha-martins-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Além de canções do seu repertório, Aninha Martins reviverá composições de Lula Côrtes</p></div>
<p>A banda Caapora, que dialoga com uma ampla gama de elementos – música regional, rock, latinidades, entre outros -, vai apresentar o repertório do disco <em>Verde Vingança</em>, lançado no ano passado. Também se apresenta o cantor e compositor Almério. Dono de uma timbre particular, o performático artista também exibe em seu show reminiscências da ousadia típica daquela época.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Abril Pro Rock Rock 2015 – Noite “udigrudi”</em><br />
<em> com Almério (PE), Aninha Martins (PE), Caapora (PE), Flaviola (PE), Ave Sangria (PE) e Paulo Diniz (PE)</em><br />
Sábado (18), a partir das 22h<br />
Baile Perfumado | Rua Carlos Gomes, , Prado – Recife/PE<br />
R$60 (inteira) / R$ 30 (meia-entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (social)</p>
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