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	<title>Portal Cultura PE &#187; ayodê frança</title>
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		<title>História ilustrada &#8220;Oluyiá no Quilombo dos Palmares&#8221; ganha site</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 20:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/site.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85965" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/site-607x458.jpg" width="607" height="458" /></a></p>
<p>&#8220;Oluiyá no Quilombo dos Palmares&#8221; é um site com um texto ilustrado que conta a narrativa das aventuras vividas por Oluiyá, uma garotinha do Quilombo dos Palmares. É uma história dirigida ao público infanto-juvenil, cujo a protagonista é uma adolescente negra no século XVII, em Pernambuco. A história foi escrita pelo romancista histórico Paulo Santos e ilustrada pelo artista Ayodê França. Por meio desse projeto, a história foi publicada em formato digital com website próprio, graças aos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Essa história narra as peripécias da menina que, aos onze anos de idade, em 1689, é obrigada a abandonar seu Mocambo do Macaco – uma das aldeias que formavam o já centenário Quilombo do Palmares – junto com a sua família e outros moradores, após o ataque uma grande tropa de soldados.</p>
<p>Depois de romper léguas e léguas através das densas florestas da Zona da Mata Sul, os retirantes descobrem, finalmente, um local belíssimo, no alto de um morro, onde reconstroem suas casas, plantações, oficinas, e retomam suas vidas e costumes (que são descritos). E quando são de novo atacados, não têm que fugir novamente, pois Zumbi fizera erguer uma grande cerca em torno da aldeia, muito bem construída, que os protege bem. Dois anos depois, contudo, um exército de nove mil homens – o maior, até então, já formado no Brasil – ataca e derrota Palmares, finalmente.</p>
<p>Por sorte, Oluyiá e sua família conseguem escapar, indo viver no Quilombo do Cumbe, na Paraíba. E a garota, após algum tempo muito triste, fica sabendo que um novo líder, chamado Camoanga, assumira o comando da resistência, em Pernambuco. Então, alegra-se de novo, lembrando-se do que lhe dissera seu pai, o ferreiro Amaro: Zumbi era imortal e Palmares continuaria invencível porque encarnavam o sonho de liberdade, e os sonhos são a coisa mais poderosa que existe.</p>
<p>Essa história é a quinta da série “Pernambukids”, que narra episódios importantes da História de Pernambuco, tendo sempre um adolescente como protagonista. As quatro anteriores foram publicadas em formato impresso pela Editora Kubzac, sendo a primeira delas, “Joaninha no Arraial do Bom Jesus” premiada pela Academia Pernambucana de Letras, em 2015. Para conferir o site, acesse: <a href="https://www.oluyia.art.br/" target="_blank"><strong>www.oluyia.art.br</strong></a>.</p>
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		<title>Ayodê França lança série de ilustrações &#8220;Divindades Ancestrais&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:58:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Divindades Ancestrais (@divindadesancestrais) O artista Ayodê França lança a série &#8220;Divindades Ancestrais”, com ilustrações de orixás e estampas. O objetivo do projeto é ampliar o espaço ocupado pela iconografia das religiões de matriz africana no imaginário coletivo, afirmando a importância das raízes africanas na construção das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CNubvzBFkvb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CNubvzBFkvb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O artista Ayodê França lança a série &#8220;Divindades Ancestrais”, com ilustrações de orixás e estampas. O objetivo do projeto é ampliar o espaço ocupado pela iconografia das religiões de matriz africana no imaginário coletivo, afirmando a importância das raízes africanas na construção das identidades individuais e coletivas. Os orixás que fazem parte da série são Ogum, Oxum, Oxalá, Xangô, Exu, Iemanjá, Obaluaiê, Oxóssi, Iansã e Oxumaré. As ilustrações são lançadas diariamente através do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ayode_franca/" target="_blank"><strong>@ayode_franca</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/divindadesancestrais/" target="_blank"><strong>@divindadesancestrais</strong></a>. Todas as imagens são disponibilizadas para download gratuitamente para diversos usos, em alta resolução, através do site <a href="http://bit.ly/DivindadesAncestrais" target="_blank"><strong>bit.ly/DivindadesAncestrais</strong></a>.</p>
<p>O projeto de artes visuais “Divindades Ancestrais” é realizado por Ayodê França, com o incentivo da Lei Aldir Blanc / Governo Federal, através do edital lançado pelo Governo de Pernambuco, Secretaria de Cultura, Fundarpe. Ayodê França é artista plástico, ilustrador, designer, tatuador e realizador audiovisual negro, criado na periferia de Olinda, no bairro de Peixinhos.</p>
<p><em>“A temática da ancestralidade neste trabalho é uma forma de afirmar para mim e para quem eu puder alcançar, que nós negros não somos descendentes de escravos, somos filhos de povos escravizados. A história dos nossos ancestrais não começa no dia em que eles foram sequestrados de África para serem comercializados nas américas. Os ritos, costumes e mitologias, que sobreviveram ao esforço brutal de apagar nossa história e identidade, são a prova de que esse é apenas um recorte, um momento, dentro de uma trajetória muito maior, mais rica e bela, do que as que nos é apresentada”</em>, explica Ayodê França.</p>
<p>Para contribuir para a difusão das culturas de matriz africana, Ayodê França criou 20 ilustrações, duas para cada orixá. São criações autorais com representação de cada orixá, iconografia das divindades e estampas. Os desenhos foram feitos manualmente em papel couché 200g, utilizando técnica mista, e posteriormente foram digitalizados. As ilustrações são disponibilizadas em alta resolução para uso gratuito e irrestrito nas mais diversas aplicações.</p>
<p>As imagens podem compor peças de vestuário (impressão em camisas, batas, vestido); decoração (poster, capas para almofada, cortinas, jogos americanos); acessórios (bottons, bolsas, ecobags); divulgação (cartazes, panfletos, publicações); uso pessoal (proteção de tela e papel de parede para área de trabalho digital).</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> Ayodê França é artista plástico, ilustrador, designer, tatuador e realizador audiovisual negro, criado na periferia de Olinda, Pernambuco. Na literatura, Ayodê assina ilustrações para diversos livros. O mais recente, lançado em 2020, é o livro infanto-juvenil “O Tapete de Carneiro no Quarto de Meditação”, de Jonas Ribeiro. Em 2017, foi responsável pela adaptação dos poemas de Miró da Muribeca para História em Quadrinhos no livro “Tô Miró”. Nas artes plásticas, participou da Cow Parade Recife 2017, com a obra “Quimera Submarina” e apresentou seus trabalhos nas exposições “Supostamente Racional” (2013) e “Entre-tanto” (2015).</p>
<p>No cinema de animação, foi roteirista, diretor e animador dos curtas-metragens “O mundo de Clara” (2019), &#8220;Súbito&#8221; (2015), “Abrupto” (2012) e “Depois do Sonho”. Também trabalhou nos curtas “Bolhas” (Mateus Alves, 2018), “A Orelha encantada” (Paulo Leonardo, 2017), &#8220;Irmã” (Lorena Arouche e Camila Lapa, 2016), “Uma balada para Rocky Lane” (Djalma Galindo, 2016), “O gaivota” (Raoni Assis, 2014), “Hotel do Coração Partido” (Raoni Assis, 2006).</p>
<p>Como ilustrador e designer criou ilustrações e cartazes para diversos eventos da Casa do Cachorro Preto e também para o Festival RecBeat (2017). Na área de vestuário, seus desenhos já foram impressos em camisetas das marcas Crioula (com sede em Salvador) e Cão sem Plumas (sediada no Recife).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ilustrações &#8220;Divindades Ancestrais&#8221;, por Ayodê França<br />
Site: <a href="http://bit.ly/DivindadesAncestrais" target="_blank"><strong>bit.ly/DivindadesAncestrais</strong></a></p>
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		<title>Festival Rec-Beat divulga primeiras novidades de sua 22ª edição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-rec-beat-divulga-primeiras-novidades-de-sua-22a-edicao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-rec-beat-divulga-primeiras-novidades-de-sua-22a-edicao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 19:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O grupo colombiano Los Pirañas, o quinteto paulistano QuartaBê e a rapper cubana La Dame Blanche são as primeiras atrações confirmadas da 22ª edição do Festival Rec-Beat, que acontece entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Cais da Alfândega. Um dos mais importantes festivais independentes de música do país, o Rec Beat atrai anualmente um público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44876" aria-labelledby="figcaption_attachment_44876" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-01-24-às-18.20.49.png"><img class="size-medium wp-image-44876" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-01-24-às-18.20.49-607x350.png" width="607" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Festival atrai anualmente um público superior a 120 mil pessoas</p></div>
<p>O grupo colombiano<strong> Los Pirañas,</strong> o quinteto paulistano <strong>QuartaBê</strong> e a rapper cubana <strong>La Dame Blanche</strong> são as primeiras atrações confirmadas da 22ª edição do Festival Rec-Beat, que acontece entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Cais da Alfândega. Um dos mais importantes festivais independentes de música do país, o Rec Beat atrai anualmente um público superior a 120 mil pessoas durante os quatro dias de Carnaval do Recife. Sua principal característica é a aposta no novo, ao mesmo tempo estabelecendo conexões com a história da nossa música e a nova produção musical ibero-americana.</p>
<p>A programação gratuita traz nomes nacionais e internacionais que sobem no tradicional palco montado, ar livre, no Cais da Alfândega, local histórico da cidade. Primeira atração confirmada deste ano, a banda Los Pirañas é natural de Bogotá e traz o encontro entre cumbia, o trance distorcido, afrobeat, chicha, vallenato, raspa, a champeta criolla e outras sonoridades africanas. O som é deliberadamente estridente, com ritmo frenético e experimental, buscando a improvisação ao mesmo tempo que é música feita para dançar.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/p5uYNYLm4zU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o quinteto QuartaBê é formado por integrantes da banda Claras e Crocodilos, de Arrigo Barnabé. O promissor e inventivo quinteto paulistano lança mão de referências que vão do free jazz escandinavo  ao afrobeat, do choro ao pop, para revelar aspectos não tão explorados da multifacetada música do compositor, arranjador, maestro e multi-instrumentista brasileiro Moacir Santos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/h0e4EqkxSiY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O grupo vem arrancando elogios da crítica e do público com shows, lançou em setembro de 2015 o disco que registra este seu primeiro trabalho, <em>Lição  número 1: Moacir</em>. Ainda em homenagem a Moacir, o grupo se prepara para lançar em março de 2017 o EP <em>DP</em>, com participações de Arrigo Barnabé,  Tulipa Ruiz, Mc Soffia, Juçara Marçal e Tim Bernardes.</p>
<p>Nome da nova geração da música feita em Cuba, La Dame Blanche, terceira atração confirmada, conecta o hip hop com a tradicional sonoridade da ilha.Hoje baseada na França, ela traz ainda elementos de cumbia, reggae e dancehall, tudo embalado por uma voz de cantora de jazz. No ano passado, ela lançou o aguardado segundo disco, batizado de <em>La Dame Blanche 2</em>, onde explorou ainda mais suas raízes latinas e o intercâmbio com o hip hop. Seu pai, Jesus “Aguaje” Ramos, é um trombonista conhecido e diretor da Orquestra Buena Vista Social Club. Vários de seus parentes fazem parte da nata da música tradicional cubana. A programação completa do Rec-Beat deve ser divulgada até o dia 15 de fevereiro.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pGw-SCb_7HY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>IDENTIDADE VISUAL</strong> - A cada edição, o Rec-Beat convida um artista para criar uma obra inédita representando a sua interpretação conceitual do festival. Este ano, o ilustrador e quadrinista pernambucano Ayodê França é o autor da ilustração que pautará a identidade visual do festival. Nela, Ayodê conta que buscou representar a importância da diversidade e experimentação do Rec-Beat, que sempre apresenta ao seu público uma experiência nova, fugindo do óbvio e subvertendo às expectativas.</p>
<div id="attachment_44878" aria-labelledby="figcaption_attachment_44878" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-01-26-às-16.13.15.png"><img class="size-medium wp-image-44878 " alt="Identidade visual é assinada pelo ilustrador pernambucano Ayodê França" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-01-26-às-16.13.15-318x486.png" width="318" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual é assinada pelo ilustrador pernambucano Ayodê França</p></div>
<p>Ele diz que buscou transmitir &#8220;a importância de valorizarmos a diversidade como uma das mais belas características dos agrupamentos humanos, responsável por enriquecer as nossas experiências de interação com o outro. No centro, uma figura humana que transcende esteriótipos de gênero com os quais somos atualmente bombardeados, o ser humano para além do óbvio, do nicho, sem gênero, origem ou classe social determinada&#8221;.</p>
<p>Já participaram em edições anteriores artistas visuais como Shiko, Fernando Peres, Raoni Assis e Karina Buhr. O Rec-Beat 2017 tem Patrocínio da Prefeitura do Recife, Incentivo do Funcultura &#8211; Fundo Pernambucano de Incentivo a Cultura/Governo do Estado de Pernambuco, apoio da Copergás, Institut Français e Paço Alfândega. A realização é da Rec-Beat Produções.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Festival Rec-Beat 2017 &#8211; 22ª edição<br />
Dias: 25 a 28 de fevereiro de 2017 (sábado a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 20h (Recbitinho 17h)<br />
Local: Cais da Alfândega, Bairro do Recife<br />
Ao ar livre &#8211; Entrada gratuita<br />
Informações: www.recbeatfestival.com<br />
Telefone: (81) 3231-3422</p>
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		<title>Ayodê França inaugura a exposição &#8220;Entretanto&#8221; em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 13:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ayodê frança]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Cachorro Preto]]></category>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista visual Ayodê França fará, neste sábado (17), a inauguração de sua mais nova exposição, Entretanto, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Com cinco telas em acrílica e 20 ilustrações das mais variadas técnicas, selecionadas em um ano de experimentação, a mostra desvela as diversas facetas criativas de Ayodê, bem como seu relacionamento, limitações, fetiches [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30915" aria-labelledby="figcaption_attachment_30915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mari Pinheiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/mari-pinheiro-ayode-divulg.jpg"><img class="size-medium wp-image-30915" alt="Mari Pinheiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/mari-pinheiro-ayode-divulg-607x323.jpg" width="607" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra &#8220;Entretanto&#8221; reúne ilustrações e telas de acrílica</p></div>
<p>O artista visual Ayodê França fará, neste sábado (17), a inauguração de sua mais nova exposição, <em>Entretanto</em>, n&#8217;A Casa do Cachorro Preto, em Olinda. Com cinco telas em acrílica e 20 ilustrações das mais variadas técnicas, selecionadas em um ano de experimentação, a mostra desvela as diversas facetas criativas de Ayodê, bem como seu relacionamento, limitações, fetiches e inconveniências com a arte.</p>
<p>“Desta vez quero apresentar meus desenhos como se estivesse expondo os mais profundos desejos reprimidos e toda a promiscuidade pra ver o que se revela disso tudo”, é como o artista relata sua fase atual. Ele utiliza um jogo de significados no título da exposição, “<em>Entretanto</em> é o tempo intermediário do que criei e produzi desde a última exposição e também um “porém” que é justamente o que existe entre a obra e quem a aprecia”, explica Ayodê sobre a proposta dos trabalhos que poderão ser conferidos na mostra.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Ayodê França tem 31 anos, é ilustrador, animador e designer. Seu traço estampa vários cartazes, camisetas e logomarcas das atividades da Casa do Cachorro Preto. Seus desenhos animam curtas premiados como Hotel do Coração Partido, Abrupto e O Gaivota. É de Ayodê também as ilustrações do projeto Cine de Bolso nas edições de Brasília Teimosa, Patio de São Pedro e Teatro Santa Isabel, da Editora Paes, o cartaz premiado do Festival Nação Cultural.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura da exposição <em>Entretanto</em>, de Ayodê França<br />
Quando: sábado (17/10), às 18h<br />
Onde: Casa do Cachorro Preto (Rua 13 de Maio, 99 &#8211; Carmo, Olinda-PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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