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	<title>Portal Cultura PE &#187; BACAMARTEIROS</title>
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		<title>Cultura popular reforça interesse nas novas gerações</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:24:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio prazo. No domingo (1º) apresentaram-se nesse polo a Banda de Pife Zabumba São Sebastião, de Arcoverde (Sertão), e o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 33, de Tacaimbó (Agreste), grupos que reúnem integrantes das mais variedades idades, novos e veteranos.</p>
<p>O legado dessas expressões tem se mostrado perene nas mãos de mestres, que mantêm viva a tradição popular; e de jovens que se interessam em aprender e dar continuidade a trabalhos que em alguns casos datam de mais de um século de existência. Em Buíque, no domingo, dia em que o Mercado Público não funciona, as apresentações no polo País das Culturas Populares Zuzuzada, na Praça Major França, no Centro do município.</p>
<p>Apesar de fundada em 2018, a Banda de Pife Zabumba São Sebastião acumula décadas de experiência em sua formação. Surgiu da ideia do jovem Lula Moreira reunir os mestres Dão do Pife, 82 anos (68 deles dedicado às bandas de pífanos); Zé da Zabumba, 73 (40 de experiência); e o Delegado do Pife (também integrante da Banda de Pífano Santa Luzia). Antes mesmo de existir oficialmente o grupo viveu a experiência de tocar nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro (2016). Dois anos depois lançou o álbum Barro Vermelho e não parou mais. No Festival Pernambuco Meu País 2024, mostrou os temas desse disco e outros tradicionais do gênero.</p>
<p>Com quase 40 integrantes e três décadas de existência, o Batalhão 33 destacou 18 membros para a performance no festival sob o comando do contramestre Claudionor Martins da Silva, cujo pai, Bento, fundou o grupo. Neste há jovens como Pedro, 12 anos, sobrinho de Claudionor, até veteranos como Israel, 72, tio do contramestre.</p>
<p>Acompanhado do trio João Pé de Serra (sanfona, zabumba e triânglo), o Batalhão 33 performou no palco da Zuzuada e seguiu para o campo detrás do Mercado Público para realizar os tradicionais tiros de bacamarte.</p>
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		<title>Marcos do Pífano e Batalhão 21 esquentam almoço no Mercado Público de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:53:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do Pífano e o Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano.</p>
<p>A história recente do veterano Marcos do Pífano já contamos faz pouco tempo, aqui no Cultura PE, mas nunca é demais relembrar. É surpreendente que apenas agora, aos 62 anos de idade e 53 de carreira, o instrumentista esteja fazendo sua estreia na carreira solo. Marcos passou os últimos quarenta anos tocando com outros músicos, principalmente João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e só este ano está fazendo suas primeiras apresentações autorais.</p>
<p>A tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes, formado principalmente por garotos, seus alunos. O repertório traz temas próprios e alguns outros de Sebastião Biano. No Mercado Público de Buíque, o grupo fez o roteiro tradicional começando a apresentação no palco do pátio principal e em seguida desfilando entre feirantes e clientes do centro comercial popular do município.</p>
<p>Logo depois foi a vez do Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano fazer o mesmo percurso, ao som de seu próprio trio pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo. Fundado em 1922, o grupo trouxe para Buíque 24 de seus 30 componentes. Assim como em outros grupos similares, há participantes de todas as idades.</p>
<p>No 21, a mais jovem é Esmerala Eronice da Silva, de 17 anos; o mais experiente em atividade é Miguel da Silva, 78. Em atividade. Porque o grupo, agora sob o comando de José Gilson, 62 (bacamarteiro desde os 12), continua sob a égide de um dos cofundadores do batalhão, José Mandu, 102 anos. Após a performance por dentro do mercado, o Batalhão 21 encerrou sua participação em Buíque com os tradicionais tiros dos bacamartes nos fundos do centro comercial.</p>
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		<title>Encontro de grupos de Arcoverde e de Abreu e Lima instiga jam session em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:53:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Era &#8220;só&#8221; para ser duas apresentações, da Banda de Pífano Santa Luzia, de Arcoverde (Sertão), e do Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru, de Abreu e Lima, município ao norte da Região Metropolitana do Recife. Mas que esteve no Mercado Público de Buíque (Agreste), na hora do almoço desta sexta-feira (30), ainda pôde conferir, como bônus, uma apresentação dos músicos dos dois conjuntos. O encontro aconteceu na estreia da oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024.</p>
<p>A Banda de Pífano Santa Luzia, do município vizinho, tocou praticamente em casa. Velha conhecida dos buiquenses, destilou seu repertório autoral de uma tradição que data de 1939. Francisco Batista de Santana (zabumba) e seu irmão, José, mais conhecido como o Delegado do Pife, mantêm viva com a família o legado do pai, que herdou do avô e que foi iniciado pelo bisavô. Com os irmãos tocam ainda os sobrinhos Rian (maracá) e Carla Cristina (prato), e o neto de Franscisco, João (tarol).</p>
<p>A proposta no País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró é os grupos se apresentarem no antigo palco do pátio e desfilarem pelo Mercado Público performando entre feirantes e clientes. No intervalo entre os dois shows, porém, aconteceu o inusitado: o quinteto arcoverdense se encontrou com o trio musical Trinca Cultural Pé de Serra, contratado para acompanhar os Bacamarteiros Mandacaru e fizeram juntos uma inesperada jam session de autêntico forró.</p>
<p>Depois foi a vez dos bacamarteiros darem seu recado. Fundado em 2000, o conjunto conta com 32 componentes e destacou 17 integrantes, com idade entre 5 e 72 anos, para se apresentarem em Buíque, pela primeira desde sua criação, sob o comando de sua presidente, Marleide Tenório. Após a apresentação no pátio e o desfile no mercado, a performance terminou com os tradicionais pipocos dos bacamartes, nos fundos do centro comercial popular, numa verdadeira salva de boas-vindas ao Festival Pernambuco Meu País em Buíque.</p>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Cortejos simultâneos marcam despedida do País das Culturas Populares em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 22:48:10 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112074" aria-labelledby="figcaption_attachment_112074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112074" alt="Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-19.46.59-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejos desfilaram pelas ruas da cidade de Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">O País das Culturas Populares se despediu de Caruaru em grande estilo e com três desfiles do Cortejo Brincantes simultaneamente, ao longo deste domingo (11). Os eventos fizeram parte da programação do Festival Pernambuco Meu País na cidade.</p>
<p dir="ltr">Maracatus, troças carnavalescas, caboclinhos, bacamarteiros e orquestras exaltaram a cultura pernambucana enquanto encantavam ao público em três diferentes endereços: Estação Ferroviária, Monte Bom Jesus e Alto do Moura.</p>
<p dir="ltr">A estudante Jade, de 15 anos, teve esse primeiro contato com os representantes da cultura em um dos desfiles. E aprovou o que viu.</p>
<p dir="ltr">“Está sendo maravilhoso. É a primeira vez que eu venho e está sendo lindo, cheio de cores e com muitas pessoas. É muito gratificante ver tudo isso”, disse.</p>
<p dir="ltr">O mesmo aconteceu com Dagmar, que mora na cidade há cinco anos e espera ansiosamente pela segunda edição do festival. “Amo a cidade e esse evento deveria ter mais vezes. Vamos seguir, porque cultura é tudo”, enfatizou.</p>
<p dir="ltr">No Alto do Moura, Macuca esteve sendo representada por Rudá Rocha, que citou o nome de dois importantes artistas que foram responsáveis por “abrir o caminho” para o que está acontecendo atualmente.</p>
<p dir="ltr">“Participar deste cortejo no Alto do Moura está sendo bem gratificante para a Macuca, porque tem relação com a cultura popular e promove a música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Toda iniciativa para fomentar a cultura popular e interagir com música contemporânea, é sempre muito salutar. Cultura vive disso, e vai se movendo com o tempo. Essa oxigenação no estado todo é muito saudável”, avaliou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>Festival O Canto da Sereia marca 80 anos de ciranda e resistência de Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 19:39:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107611" aria-labelledby="figcaption_attachment_107611" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ytallo Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-107611" alt="Ytallo Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Lia-de-Itamaracá-foto-Ytallo-Barreto-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá</p></div>
<p>Artista icônica da cultura popular brasileira, Lia de Itamaracá chega plena e gloriosa a seus 80 anos de vida. Uma longevidade que a consagra decana da cultura popular de Pernambuco. Uma artista que carrega os símbolos de um Brasil profundo e que nos fala de identidade, cultura popular, celebração, raça, feminismo e da sabedoria que só recebemos quando ouvimos os mais velhos. A nova idade de Dona Lia é comemorada com uma festa à altura das dimensões que sua arte carrega. O aniversário, nesta sexta-feira (12), marca a abertura do festival O Canto da Sereia, que segue até o domingo (14), na Praia de Jaguaribe, em Itamaracá (PE), no Litoral Norte do Estado. Em sua terceira edição, o festival chega em um formato especial que dialoga com todas as linguagens artísticas que Lia inspira com sua ciranda: música, dança, religiosidade, audiovisual, moda, literatura e muita festa.</p>
<p>O Festival O Canto da Sereia conta com incentivo do 6º Edital do Programa de Fomento à Produção em Música de Pernambuco do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2021/2022 e apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Também conta com apoio da Prefeitura de Itamaracá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, do Sesc Pernambuco, e da Prefeitura de Natal (RN).</p>
<p>“Eu estou achando tudo uma maravilha. Estou muito feliz, alegre e me sentindo muito amada, porque estou recebendo em vida essa homenagem e esse reconhecimento de todos que conhecem minha luta e minha história”, afirma Lia de Itamaracá.</p>
<p>As atrações acontecem em pelo menos três polos instalados na Praia de Jaguaribe: Palco Som na Rural, Palco Lia de Itamaracá, Palco Estrela de Lia (instalado no palhoção em que funciona o Centro Cultural Estrela de Lia). A abertura, na sexta, conta com um mutirão de grafitagem com os grupos Cores do Amanhã e Cores Femininas, a partir das 10h, no Centro Cultural Estrela de Lia, na areia da Praia de Jaguaribe.</p>
<p>Um grande cortejo de cultura popular &#8211; com afoxés, maracatus, caboclinhos e orquestras de frevo &#8211; toma as ruas de Jaguaribe, ainda na sexta, a partir das 15h. Desfilam os grupos Afoxé Alafin Oyó, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho, Caboclinho União 7 Flexas de Goiana. Com Lia de Itamaracá, esses grupos são titulados Patrimônios Vivos de Pernambuco.</p>
<p>Também integram o cortejo outros conceituados representantes da Cultura Popular de Pernbambuco: Maracatu de Baque Solto Estrela Dourada de Buenos Aires, Caboclinho Tribos Carijós Recife, Bloco de Samba Reggae Obirim, Bonecos Gigantes Mestres da Cultura, Grupo Cores Sonoras e Grupo de Dança 30+. Após os desfiles, os grupos começam a subir no Palco Estrela de Lia a partir das 17h para suas apresentações.</p>
<p>Também na sexta, no Palco Som na Rural, a partir das 20h, o público confere o show dos cirandeiros Mestre Bi e Ciranda Bela Rosa e Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte. A noite se encerra com a aniversariante e anfitriã do festival, Lia de Itamaracá. No palco que leva seu nome, a partir das 21h, ela apresenta o show Ciranda de Ritmos recebendo convidados especiais como As Filhas de Baracho, Fuxico de Feira com o flautista Carlos Zen, a cantora Daúde e o cantor e multi-instrumentista, Sérgio Pererê.</p>
<p>O sábado é marcado por mais apresentações da cultura popular. A programação começa às 8h, no Palco Som da Rural, em que é realizada a cerimônia Odoyá Iemanjá, conduzida pelo babalorixá Pai Milton de Xangô, do Centro Espírita Baba Ogodô (SP). Na sequência há a apresentação do projeto Cafurnas Fulni-Ô, dedicado a divulgar cantos tradicionais desse povo originário. O evento conta ainda com a presença da cacica Valquíria Kyalonan Karaxuwanassu, do povo karaxuwanassu, de Igarassu.</p>
<p>No palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia, às 11h, o Coletivo ZeKeu de palhaçaria apresenta o espetáculo Circuson. No palco do Som na Rural, a partir das 10h, começam as apresentações musicais com o Afoxé Oyá Alaxé, comandado pela ialorixá Maria Helena Sampaio. Na sequência há a apresentação de Dona Totinha do Coco, Os Netos de Anjinha, Nossa Cultura tem Som e As Netas de Selma.</p>
<p>No Palco Lia de Itamaracá, a partir das 13h, apresentam-se Coco do Amaro Branco, Viola Luz, Maracatu Nação Pernambuco e um espetáculo especial para o lançamento da <em>Coletânea de Cirandas de Pernambuco</em>, com a participação de Noé da Ciranda e convidados, e Josivaldo Caboclo e convidados. O encerramento da noite ocorre com o show de Natascha Falcão. Recifense radicada no Rio de Janeiro, Natascha teve seu álbum <em>Ave Mulher</em> indicado na 24º edição do Grammy Latino na Categoria Artista Revelação. Seu show, que transita por gêneros como coco, ciranda, maracatu, frevo e manguebeat, conta no festival com a participação de Lia.</p>
<p>Ainda no sábado, o festival conta com uma sessão do Cineclube O Canto da Sereia, no Palco Estrela de Lia, a partir das 17h30. As sessões trazem diversas produções de audiovisual, em especial videoclipes e documentários que têm Lia de Itamaracá e sua ciranda como protagonistas. Em cartaz estão as produções <em>Encantada, Dorme Pretinho e Pescador e Lia</em> (Lia Leticia), <em>Mar de Lia</em> (Hannah Godoy), <em>Ciranda Feiticeira</em> (Lula Gonzaga &amp; Tiaggo Delácio), <em>Mar de Fogo</em> (Bárbara Ramona), <em>Janaína</em> (Ytallo Barreto), <em>Lia Azul</em> (Ytallo Barreto &amp; Michelle Assumpção) e <em>África de Itamaracá</em> (Hilton Lacerda).</p>
<p>O domingo (14), último dia do festival, começa com uma atividade formativa. A Oficina Construção de Maraca com Coletivo Chama Griô é oferecida no palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia. A partir do meio-dia, o Palco Som na Rural começa a festa com uma apresentação do Trans Coco de Igarassu. O grupo foi criado no terreiro de candomblé Ilê Axé Oxum Opará, em Igarassu (PE), combate a transfobia e luta pelo respeito às diferenças por meio da religião e da cultura. A programação da Rural inclui ainda, às 14h, um espetáculo de teatro da Trupe do Patrimônio de caráter pedagógico de educação para o patrimônio cultural no intuito de despertar e provocar nas pessoas um olhar para o patrimônio cultural de seu próprio lugar.</p>
<p>Também está na programação o desfile de moda Manto de Lia, produzido pela Cabrochas. O desfile, que começa às 16h, conta com trilha sonora do músico alemão Henri Schappert e com figurinos de Lia de Itamaracá. A ideia é exibir a produção de diversos estilistas que criaram suas produções inspirados na rainha da ciranda. O encerramento do palco, a partir das 18h, acontece com a DJ, cantora e compositora Catarina Dee Jah.</p>
<p>No palco Lia de Itamaracá os shows começam, às 11h, com o novo projeto musical que junta Isaar e Waldir Afonjah. Lia volta ao palco do festival mais uma vez, às 14h, para apresentar o show <em>Ciranda do Mundo</em>, baseado no disco mais recente da artista, <em>Ciranda sem Fim</em>, produzido por DJ Dolores, que participa mais uma vez do show, com uma pegada mais eletrônica em que Lia ousa por outros gêneros e sonoridades. A cirandeira ainda convida o artista Novíssimo Edgar, músico, compositor, poeta, artista visual e performer, que também dialoga com a música de Lia na medida em que seu trabalho sonoro explora futurismos a partir das identidades negras e indígenas.</p>
<p>O DJ Macaxeira, do Club Metrópole, coloca o povo para dançar enquanto aguarda o encerramento do festival com a banda Nação Zumbi. O show da NZ dentro do Festival O Canto da Sereia representa a ligação de Lia com o movimento manguebeat que, a partir dos anos 1990, levou a artista a tocar para plateias cada vez mais diversas e circular por palcos de todo o País fazendo com que a ciranda ultrapassasse os limites geralmente colocados para a chamada cultura popular. Lia vem mostrando ao mundo que a ciranda é um gênero da MPB como todos os demais e ela sua representante mais constante, fiel e ao mesmo tempo que não teme experimentar, dialogar com artistas de outras matrizes e gerações.</p>
<p><strong>CAMPANHA -</strong> Lia merece, né minha gente?! Não é qualquer artista que chega tão poderosa aos 80 anos, dominando lindamente o palco, com uma voz impecável e um porte imponente que tanto nos ensina sobre resiliência e ancestralidade. O Festival Canto da Sereia é o primeiro em 2024 que traz a marca da homenagem a essa artista tão gigante de nossa cultura. Por esse motivo, durante o festival, é inaugurada uma campanha em apoio às ações culturais e sociais promovidas por Lia de Itamaracá por meio de seu Centro Cultural Estrela de Lia.</p>
<p>O Festival O Canto da Sereia inaugura a campanha Celebre com Lia: 80 anos. Diversos motes compõe a campanha, que está sendo feita para ajudar na manutenção de dois espaços culturais importantes que celebram sua história: O Centro Cultural Estrela de Lia e a Embaixada da Ciranda, em Itamaracá. Na página da artista no <strong><a title="@liadeitamaracaoficial" href="https://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial/" target="_blank">Instagram</a></strong> as pessoas podem encontrar as informações sobre a doação.</p>
<p><strong>OUTRAS CELEBRAÇÕES -</strong> Outros grandes eventos e homenagens marcam o ano de Lia 80. Até o Carnaval sua agenda é marcada por diversas celebrações. Grande homenageada do Carnaval do Recife, junto a Chico Science, Lia encerra, no dia 12 de fevereiro, o Carnaval da capital pernambucana com um novo espetáculo repleto de convidados especiais no Palco do Marco Zero.</p>
<p>A presença da cirandeira também já é certa no Baile Municipal do Recife, após vir do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde será tema do samba enredo de duas escolas de samba – respectivamente Império da Tijuca, no dia 9 de fevereiro, e Nenê de Vila Matilde, no dia 11. Este ano ela também abre o Carnaval de Natal e é homenageada do Carnaval da Ilha de Itamaracá e do Carnaval do Estado de Pernambuco junto aos cantores Alceu Valença e Claudionor Germano.</p>
<p>Todas essas celebrações multifacetadas não apenas honram a vida e a carreira da renomada artista, mas também proporcionam momentos de cultura e entretenimento para todos os participantes. Enriquece a experiência dos presentes e deixa uma marca inesquecível em todos que tiverem a oportunidade de presenciar tais eventos, presencialmente ou pela cobertura da mídia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">FESTIVAL O CANTO DA SEREIA<br />
</span></strong><br />
<em><strong>SEXTA-FEIRA, 12</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA &#8211; Palhoção do Centro Cultural Estrela de Lia</strong></p>
<p>10h &#8211; Mutirão de grafite com Cores do Amanhã e Cores Femininas<br />
15h &#8211; Início dos cortejos de cultura popular com apresentação no palco, a partir das 17h<br />
Afoxé Alafin Oyó<br />
Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu<br />
Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho<br />
Maracatu de Baque Solto Estrela Dourada de Buenos Aires (Zona da Mata PE)<br />
Caboclinho União 7 Flexas de Goiana<br />
Caboclinho Tribos Carijós Recife<br />
Bonecos Gigantes Mestres da Cultura<br />
Bloco de Samba Reggae Obirim<br />
Grupo Cores Sonoras<br />
Grupo de Dança 30+<br />
18h30 &#8211; Abertura oficial do festival com corte do bolo para Lia de Itamaracá</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL &#8211; Praia de Jaguaribe, em frente ao Centro Cultural Estrela de Lia</strong></p>
<p>20h &#8211; Mestre Anderson Miguel e Ciranda Raiz da Mata Norte e Ciranda do Mestre BI</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ &#8211; em frente à Embaixada da Ciranda</strong></p>
<p>21h &#8211; Lia de Itamaracá com show Ciranda de Ritmos. Participação: Fuxico de Feira com Carlos Zens, Daúde, Sérgio Pererê e As Filhas de Baracho}</p>
<p><em><strong>SÁBADO, 13</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA</strong></p>
<p>11h &#8211; Coletivo ZeKeu de palhaçaria no espetáculo Circuson<br />
17h30 &#8211; Cine Clube</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL</strong></p>
<p>8h &#8211; Cerimônia Odoya Yemanjá<br />
9h30 &#8211; Cafurnas Fulni-Ô<br />
10h &#8211; Afoxé Oya Alaxé<br />
14h30 &#8211; Dona Totinha do Coco<br />
16h30 &#8211; Os Netos de Anjinha<br />
20h &#8211; Nossa Cultura Tem Som<br />
21h30 &#8211; As Netas de Selma</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ</strong></p>
<p>13h &#8211; Coco do Amaro Branco<br />
15h30 &#8211; Viola Luz<br />
19h &#8211; Maracatu Nação Pernambuco<br />
20h30 &#8211; Ciranda do Mestre Josivaldo Caboclo e convidados e Noé da Ciranda e convidados no lançamento da Coletânea Cirandas de Pernambuco<br />
22h &#8211; Natascha Falcão com participação de Lia de Itamaracá</p>
<p><em><strong>DOMINGO, 14</strong></em></p>
<p><strong>PALCO ESTRELA DE LIA</strong></p>
<p>11h &#8211; Oficina Construção de Maraca com Coletivo Chama Grio</p>
<p><strong>PALCO SOM NA RURAL</strong></p>
<p>12h &#8211; Trans Coco de Igarassu<br />
14h &#8211; Trupe do Patrimônio<br />
16h &#8211; Desfile de Moda com peças da coleção de Lia de Itamaracá<br />
18h &#8211; Catarina Dee Jah</p>
<p><strong>PALCO LIA DE ITAMARACÁ</strong></p>
<p>11h &#8211; Isaar e Valdir Afonjah<br />
14h &#8211; Lia de Itamaracá Banda com a banda Ciranda do Mundo, DJ Dolores e Novíssimo Edgar<br />
17h &#8211; DJ Macaxeira (Club Metrópole)<br />
19h &#8211; Nação Zumbi</p>
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		<item>
		<title>SECULT-PE de ANDADA: aprendizagem que humaniza e fortalece parcerias</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 23:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[BACAMARTEIROS]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[secult-e de andada]]></category>
		<category><![CDATA[Silvério Pessoa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco dá início nesta sexta-feira (17) ao projeto SECULT-PE de ANDADA. A primeira parada acontece no município de Caruaru, onde o secretário Silvério Pessoa é recebido pelos representantes da Associação dos Bacamarteiros do município. Desde já considerado um marco na relação com a comunidade de fazedores da cultura, em todas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Logo_andada.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99728" alt="secult-pe de andada" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Logo_andada-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco dá início nesta sexta-feira (17) ao projeto SECULT-PE de ANDADA. A primeira parada acontece no município de Caruaru, onde o secretário Silvério Pessoa é recebido pelos representantes da Associação dos Bacamarteiros do município.</p>
<p>Desde já considerado um marco na relação com a comunidade de fazedores da cultura, em todas as áreas, o programa tem como objetivo o conhecimento in loco das manifestações e seus personagens em uma troca de conhecimentos e experiências, visando a descentralização e a interiorização das atividades da gestão pública da governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Para Silvério Pessoa, o SECULT-PE de ANDADA é uma ação de aprendizagem fora do ambiente burocrático. &#8220;O gabinete é um local onde há uma confluência de atendimentos, de expectativas, de escutas, de encaminhamentos, de deliberações. Tradicionalmente é um espaço onde não se consegue ampliar, expandir, toda essa conexão&#8221;, analisa o secretário. &#8220;O SECULT-PE de ANDADA tem a intenção principalmente de uma aprendizagem mútua, da Secult-PE e do secretário, com povos e vértices da cultura popular pernambucana. Espaços físicos que se organizaram e que nesse encontro vai haver uma reciprocidade de aprendizagem&#8221;, projeta.</p>
<div id="attachment_98806" aria-labelledby="figcaption_attachment_98806" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/52650290459_f903792243_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-98806" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/52650290459_f903792243_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para Silvério Pessoa, o SECULT-PE de ANDADA é uma ação de aprendizagem fora do ambiente burocrático</p></div>
<p>Ainda de acordo com Silvério, com a nova proposta a Secult-PE aprende com a escuta, revelando suas principais linhas de atuação e seus papéis, e, ao mesmo tempo, proporciona um processo de humanização dos encontros e atendimentos. &#8220;A Secult-PE indo ao encontro das sedes, das associações, das casas dos brincantes, onde a cultura popular pulsa, é uma demonstração não só de parceria, de colaboração mútua, mas também de humanização do processo das políticas públicas&#8221;, afirma. &#8220;Essa é a essência do SECULT-PE de ANDADA: aprendizagem, solidariedade, cordialidade, fortalecimentos de amizades e parcerias&#8221;, define.</p>
<p>Na programação desta sexta-feira (17), Silvério e o presidente da Associação dos Bacamarteiros de Caruaru e Região, Janduir Santos, relembram a trajetória do folguedo e da entidade e falam sobre a importância da participação da cultura popular nas Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc, principalmente no que diz respeito à desburocratização do acesso aos editais. Na oportunidade também é apresentada a ideia do primeiro encontro de expressões culturais de periferia de Pernambuco, que ocorre ainda neste semestre.</p>
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		<item>
		<title>Everardo Norões lança o novo livro &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221; na APL</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/everardo-noroes-lanca-o-novo-livro-garrafas-que-sonham-macacos-na-apl/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 15:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[APL]]></category>
		<category><![CDATA[BACAMARTEIROS]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[Everardo Norões]]></category>
		<category><![CDATA[Garrafas que sonham macacos]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerado pelos críticos um dos principais contistas e poetas do Brasil, o cearense radicado no Recife Everardo Norões, 78 anos, terá seu novo livro publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe): &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221;, publicação com 19 contos inéditos e 144 páginas. O lançamento acontece na próxima segunda-feira (21), às 19h, na Academia Pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Garrafas-que-sonham-macacos-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97291" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Garrafas-que-sonham-macacos-1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>Considerado pelos críticos um dos principais contistas e poetas do Brasil, o cearense radicado no Recife Everardo Norões, 78 anos, terá seu novo livro publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe): &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221;, publicação com 19 contos inéditos e 144 páginas. O lançamento acontece na próxima segunda-feira (21), às 19h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), nas Graças.</p>
<p>Everardo, que é colaborador fixo do jornal literário Pernambuco (Cepe) há cinco anos, não publicava um livro de contos há mais de dez anos.<em> “Sou um escritor sucinto, tanto na poesia como nos contos”</em>, afirma, acrescentando que ambos os gêneros literários se assemelham justamente por possuírem linguagem enxuta. <em>“Você trabalha com poucas letras. Gosto de escrever pouco, retirando tudo de dispensável”</em>, revela o escritor, que foi vencedor do então Prêmio Portugal Telecom da Língua Portuguesa &#8211; atual Prêmio Oceanos -, em 2014, com o livro de contos &#8220;Entre Moscas&#8221; (Confraria do Vento, 2013).</p>
<p>Os 19 contos reunidos no livro foram escritos ao longo de três anos e, segundo o autor, têm em comum situações do cotidiano feitas para reflexão do leitor, uma característica da crônica. <em>“Estamos tão acostumados com o trivial que acabamos por achar ‘normal’ o que de fato não é”</em>, declara o escritor, que escreve também sobre a maneira como enxerga a arte, a política e a literatura e sua influência na vida. <em>“Às vezes as pessoas não se chocam com o próprio comportamento em determinadas situações”</em>, avalia Norões, chamando atenção também para a incompatibilidade entre pensamento e ações, o que é inerente aos seres humanos. <em>&#8220;Talvez seja essa a origem do bolsonarismo”</em>, arrisca Norões, que atualmente reside em Portugal.</p>
<p>No último conto, Garrafas que sonham macacos, há referência a Colinas como elefantes brancos, do escritor americano Ernest Hemingway. <em>“É sobre o encontro entre duas pessoas em que parece que algo acontece ou que nada acontece”</em>, explica Norões.</p>
<p>Um certo asco acomete o leitor no conto &#8220;O grande cuspe&#8221;. Na narração em primeira pessoa, um passageiro de um carro avista um cuspe escorrendo pela lataria de um ônibus parado no trânsito. A cusparada é um pretexto micro asqueroso para falar do macro: a cidade. <em>“O sol cospe chumbo enquanto a ‘coisa’ desloca-se de forma estranha, entre lesma e lagarto. É a metáfora de minha cidade, lugar sujo e cheio de pequenos indivíduos desgovernados, micróbios afogando-se num imenso rio cor de pus. Fosse um filme, teria como trilha sonora buzinas, motores a explosão, gritos de vendedores ambulantes e tiros”</em>.</p>
<p>Já em o &#8220;Alemão comido por urubus&#8221;, o título é literalmente sobre o que conta a narrativa. Tal como a dualidade <em>“paradoxal e emblemática” do idioma alemão, o autor reflete sobre a contradição de percepções do silêncio no barulho. “Súbito, descobri que havia uma espécie de silêncio feito pelo barulho de animais invisíveis. Um silêncio cheio de sons, semelhante ao que acontece na esfera da ótica quando a soma de todas as cores inventa o território do branco”</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> Everardo Norões nasceu no Crato, Ceará, em 1944. Exilado político, viveu na França, Argélia e Moçambique. Vive atualmente em Recife. É autor de vários livros de poesia, entre os quais &#8220;A rua do padre inglês&#8221;, &#8220;Retábulo de Jerônimo Bosch&#8221;, &#8220;Poeiras na réstia&#8221;. Colabora em várias revistas literárias do Brasil. Seus poemas foram traduzidos para o francês, espanhol, catalão e quíchua. Também tradutor, é conhecido na França sobretudo por seus poemas para o francês publicados nas revistas<em> Gare maritime</em> (Maison de la Poésie de Nantes) e <em>Bacchanales</em> (Maison de la Poésie de Grenoble).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Garrafas que sonham macacos&#8221; &#8211; Everardo Norões<br />
Quando: 21 de novembro de 2022 (segunda-feira), das 19h às 22h<br />
Onde: Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1593, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço: R$ 30 (impresso); R$ 12 (e-book)</p>
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		<title>Prêmio Ariano Suassuna valoriza dramaturgos e mestres da cultura popular</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2015 14:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Incentivar a produção dramatúrgica de Pernambuco, por meio da publicação de textos inéditos e preservar a memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios são os objetivos do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, lançado neste sábado (25), pelo governador Paulo Câmara, pelo secretario de Cultura Marcelino Granja e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Incentivar a produção dramatúrgica de Pernambuco, por meio da publicação de textos inéditos e preservar a memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios são os objetivos do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, lançado neste sábado (25), pelo governador Paulo Câmara, pelo secretario de Cultura Marcelino Granja e pela presidente da Fundarpe Márcia Souto, durante o último dia do 25º Festival de Inverno de Garanhuns. Familiares de Ariano, como o neto João Suassuna e a filha Marina Suassuna, estiveram presentes na cerimônia.</p>
<div id="attachment_28170" aria-labelledby="figcaption_attachment_28170" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/premio-ariano.jpg"><img class="size-medium wp-image-28170" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/premio-ariano-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O governador Paulo Câmara assinando decreto que instituiu o Prêmio Ariano Suassuna</p></div>
<p>Inspirado na forte contribuição de Ariano, tanto no campo das artes quanto da gestão pública de Cultura, o edital será publicado anualmente e, nesta primeira edição, distribuirá R$ 151 mil em prêmios. O resultado será divulgado sempre a cada dia 16 de junho, data de aniversário do mestre Ariano.</p>
<p>Antes de assinar o decreto que cria o prêmio, o governador Paulo Câmara circulou pelo Parque Euclides Dourado e visitou o Pavilhão do Artesanato que, neste ano, movimentou negócios em torno de R$ 40 mil. O governador conversou com artesãos e recebeu, do mestre Luiz Benício, do Vale do Catimbau (Buíque), uma escultura de São Francisco, talhada em madeira ecológica.</p>
<p>“A cultura pernambucana foi devidamente enriquecida e as pessoas tiveram a oportunidade de, nesses dez dias, vivenciar suas fortes expressões. Qualquer homenagem ao mestre Ariano é pouco, por tudo que ele fez pela cultura de Pernambuco e do Brasil, não vamos nos cansar de homenageá-lo pelo que irá representar para as novas gerações” pontuou o governador.</p>
<p>Paulo Câmara também assinou um decreto que deu o nome de Ariano Suassuna para uma Escola Técnica que será construída em Garanhuns até 2016.</p>
<p>O secretário Marcelino Granja ressaltou que a ideia do prêmio partiu do governador Paulo Câmara, no sentido de homenagear Ariano e, ao mesmo tempo, valorizar a arte e a cultura. “Destaco a sensibilidade do governo nesse assunto importante que é a cultura. Outro aspecto é a contribuição de Ariano para a cultura nacional. Ariano passou por diversas fases do Brasil e nunca perdeu a esperança. Nesse momento de crise que vivemos no Brasil, esperança é artigo caro. O Festival de Inverno de Garanhuns não poderia fazer melhor homenagem; a Dona Luzilá, por um lado, uma grande escritora que marca sua história pela defesa dos direitos da mulher, e Ariano, por ser um mestre capaz de unir o popular e o erudito nesta percepção incansável de ter na arte erudita brasileira a raiz popular que dá substância, continuidade e garantia que a cara do povo vai estar na cara da arte nacional”, falou o secretário.<br />
<strong><br />
O PRÊMIO</strong> &#8211; No segmento Dramaturgia, o prêmio está dividido nas categorias Teatro Adulto, Teatro de Formas Animadas e Teatro Para Infância e Juventude. Haverá duas premiações para cada uma delas, sendo R$ 10 mil para os primeiros lugares e R$ 7 mil para os segundos lugares, totalizando R$ 51 mil. Além do prêmio em dinheiro, os autores (primeiros e segundos lugares de cada uma das três categorias) terão seus textos publicados em meios impressos e eletrônicos (e-books). Poderão concorrer a este prêmio escritores residentes em Pernambuco há, no mínimo, um ano.</p>
<p>No segmento Culturas Populares serão distribuídos oito prêmios entre duas categorias: Mestre dos Saberes e Fazeres e Grupos-Comunidades. Para cada categoria haverá quatro prêmios, sendo um para cada macrorregião do Estado: Mata, Agreste, Sertão e Região Metropolitana. Na categoria Mestre dos Saberes, os mestres selecionados receberão premiação no valor de R$10 mil. Já na segunda categoria, os grupos e as comunidades serão beneficiados com o valor de R$ 15 mil cada um, distribuídos entre as quatro macrorregiões. No total, serão distribuídos R$ 100 mil em prêmios nesta categoria.</p>
<p>Poderão concorrer mestres da cultura popular residentes em Pernambuco e grupos/comunidades do estado. As inscrições poderão ser feitas por meio oral, escrita e também online. Todas as candidaturas do Prêmio Ariano Suassuna serão julgadas por uma comissão de avaliação mista, formada por especialistas convidados e técnicos da Secult e Fundarpe.</p>
<p>“Todas as regras de participação do prêmio serão detalhadas em edital próprio, que será lançado em breve pela Secretaria de Cultura e Fundarpe. Estamos felizes porque este prêmio vai promover uma renovação das publicações de textos dramatúrgicos, revelar novos profissionais deste setor, e oferecer um incentivo a mais a mestres e mestras da nossa cultura, evidenciando sua criação e dando visibilidade a este segmento que tanto significa para nossa política pública de Cultura”, afirma Márcia Souto, presidente da Fundarpe.</p>
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