<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; bailarina</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/bailarina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Demanda do Graal Dançado]]></category>
		<category><![CDATA[apca]]></category>
		<category><![CDATA[Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[armorial]]></category>
		<category><![CDATA[bailarina]]></category>
		<category><![CDATA[Brincadeira de Mulato]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Newton Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[Castanho sua Cor e Terra]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[condado]]></category>
		<category><![CDATA[coreógrafa]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Estrela de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Grial]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Katz]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Biu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[pedro salustiano]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Mulher Vestida de Sol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106509</guid>
		<description><![CDATA[Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Morena Nascimento encena Rêverie na Caixa Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/morena-nascimento-encena-reverie-na-caixa-cultural/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/morena-nascimento-encena-reverie-na-caixa-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 13:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bailarina]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[morena nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[rêverie]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=23947</guid>
		<description><![CDATA[A bailarina Morena Nascimento está de volta ao Recife para apresentar, na Caixa Cultural, nesta sexta-feira (24) e sábado (25), seu novo espetáculo: Rêverie &#8211; sonho de desastre cósmico com final feliz (ou an uncontrolled response). Criado pela própria dançarina e por Carolina Bianchi, o solo, que já passou pela Alemanha, França e algumas cidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23948" aria-labelledby="figcaption_attachment_23948" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/reverie-morena-nascimento-caixa-cultural-recife-fotos-vitor-vieira.jpg"><img class="size-medium wp-image-23948" alt="O solo, que já passou pela Alemanha, França e algumas cidades brasileiras, fala de ilusões e devaneios, com intensa carga dramatúrgica" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/reverie-morena-nascimento-caixa-cultural-recife-fotos-vitor-vieira-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">O solo já passou pela Alemanha, França e algumas cidades brasileiras, e fala de ilusões e devaneios</p></div>
<p>A bailarina Morena Nascimento está de volta ao Recife para apresentar, na Caixa Cultural, nesta sexta-feira (24) e sábado (25), seu novo espetáculo: <em>Rêverie &#8211; sonho de desastre cósmico com final feliz (ou an uncontrolled response)</em>. Criado pela própria dançarina e por Carolina Bianchi, o solo, que já passou pela Alemanha, França e algumas cidades brasileiras, é inspirado em fotomontagens e colagens da alemã Grete Stern (1904-1999), radicada em Buenos Aires, depois da Segunda Guerra Mundial, e propõe uma reflexão sobre desilusões e devaneios, a partir de fragmentos de cenas com textos em português, inglês, alemão e espanhol.</p>
<p><em>Rêverie</em> é uma palavra francesa que significa devaneio, sentimento bastante explorado no espetáculo. A opção pelo nome em francês se deu pela sonoridade. Em cena, Morena Nascimento veste figurino inspirado na Alemanha pós-guerra (saia cinza, blusa branca e sapato marrom) e ocupa variados espaços do palco, sendo flagrada em diferentes posições e expressões, com os cabelos molhados e soltos. O efeito dramático se intensifica com o <em>blackout</em> (num jogo de revela-esconde), que gera a sensação de fotomontagem e, através da dança, reproduz sonhos e estados de espírito.</p>
<p>A dançarina brasileira integrou a companhia da coreógrafa alemã Pina Bausch (1940-2009), durante três anos. Morena também atuou no documentário <em>Pina</em> (2011), de Win Wenders. As sessões acontecem às 20h e os ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia) serão vendidos a partir das 12h, com entrada pela da rua do Bom Jesus.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Espetáculo Rêverie &#8211; Sonho de desastre cósmico com final feliz imaginado por uma atriz e uma bailarina ou anuncontrolled response<br />
</em>Quando: sexta-feira (24) e sábado (25), às 20h<br />
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)<br />
Onde: Caixa Cultural Recife - Avenida Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Praça do Marco Zero - Recife &#8211; Centro<br />
Informações: (81) 3425-1900 / 3425-1915</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/morena-nascimento-encena-reverie-na-caixa-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

