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	<title>Portal Cultura PE &#187; Baile do Menino Deus</title>
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		<title>Baile do Menino Deus volta a ser encenado no Marco Zero</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 14:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de dois anos de exibição on-line, o &#8220;Baile do Menino Deus &#8211; uma brincadeira de Natal&#8221; retorna ao Marco Zero do Recife para encantar o público no Natal. Em sua 19ª edição, o espetáculo, dirigido por Ronaldo Correia de Brito, será encenado nos dias 23, 24 e 25 de dezembro (sexta-feira, sábado e domingo), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97785" alt="Hans Manteufell/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Depois de dois anos de exibição on-line, o &#8220;Baile do Menino Deus &#8211; uma brincadeira de Natal&#8221; retorna ao Marco Zero do Recife para encantar o público no Natal. Em sua 19ª edição, o espetáculo, dirigido por Ronaldo Correia de Brito, será encenado nos dias 23, 24 e 25 de dezembro (sexta-feira, sábado e domingo), sempre às 20h. O acesso é gratuito.</p>
<p>A peça, que vem incorporando elementos da linguagem popular nacional na celebração do Natal, celebra a autenticidade de uma data que simboliza a vida, o amor e o renascimento. O Baile do Menino Deus é considerado uma ópera popular nordestina contando a história mais famosa do mundo &#8211; o nascimento de Jesus Cristo &#8211; com o sotaque, a dança e a música da região, pautando-se em tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino no Brasil.</p>
<p><em>“Neste ano de 2022, quando completa 19 anos na Praça do Marco Zero e 39 anos de encenações pelo Brasil inteiro, o Baile retoma o formato que o consagrou: o de espetáculo de rua. Para esse retorno, muita coisa foi mudada na cenografia, figurinos e adereços. Permaneceram o texto original com acréscimos, a música original de Antônio Madureira com arranjos novos e composições novas. A dramaturgia e a encenação são inteiramente novas”</em>, revela Ronaldo Correia de Brito, diretor do espetáculo, que também assina o texto ao lado de Assis Lima.</p>
<p>Entre as novidades, o Baile tira a orquestra do fosso e a leva para cima do palco, participando das cenas junto ao coro adulto e infantil que circula com os personagens principai<em>s. “Duas passarelas atravessam a plateia, permitindo a passagem de músicos, bailarinos e atores pelo meio do público, num diálogo mais próximo com as pessoas. O palco também cresceu e até uma ponte, que lembra a nossa cidade do Recife, foi incorporada ao cenário”</em>, acrescenta Ronaldo.</p>
<p>A premiada diretora de teatro Cibele Forjaz é a encenadora convidada deste ano. Sua presença chega para trazer um olhar mais contemporâneo para o retorno do Baile. <em>“Desejo trabalhar o encontro entre a grande tradição das culturas populares com outras formas do teatro contemporâneo. Ronaldo é um grande conhecedor deste estilo com foco nas visualidades e na parte performática com uma participação da platéia&#8221;</em>, explica. A encenadora complementa que veio para <em>&#8220;provocar e trazer novas propostas e ideias que serão trabalhadas desde os ensaios com esse grupo que já é uma grande família&#8221;</em>.</p>
<p><strong>ELENCO -</strong> Novas vozes se somam ao elenco cantando as músicas da trilha, tendo como solistas confirmados os músicos e cantores pernambucanos Lucas dos Prazeres, Bela Maria, Adiel Luna e ainda o músico mineiro Maurício Tizumba como convidado especial. E de legado dos anos em que o espetáculo foi transmitido como filme, o evento também vai contar com um telão ao vivo para que o público possa ver mais detalhes de cada momento. Como participantes do musical, nomes já conhecidos da cena pernambucana, como Silvério Pessoa, Isadora Melo, Carlos Filho, Márcio Fecher e Arilson Lopes,e Sóstenes Vidal, que interpreta o Mateus há 19 anos.</p>
<p>A nova edição do Baile ainda traz as crianças do coro infantil agora atuando juntas ao Mateus, e não apenas cantando como anteriormente.<em> “Todo o elenco de atores, cantores, músicos, bailarinos estará mais junto ao público. José e Maria até participam da celebração do nascimento, em meio aos músicos e cantores”</em>, complementa o diretor.</p>
<p>CELEBRAÇÃO &#8211; O Baile do Menino Deus recupera formas de celebrar o Natal, que sobreviveram e se guardaram sobretudo no Nordeste, a exemplo de reisado, lapinha, pastoril, cavalo marinho, guerreiro, chegança, boi de reis, brincadeiras e tradições que fogem ao monotemático “Natal Congelado” com neve de isopor, pinheiros, renas, trenós e Papai Noel. O Baile é uma saga que recorre a sortilégios, brincadeiras, invocação de criaturas fantásticas (como a Burrinha Zabilin, o Jaraguá e o Boi),  música e dança.</p>
<p>Em suas edições presenciais, o espetáculo costuma reunir mais de 70 mil pessoas nas noites de Natal no Recife, sendo parte do calendário de eventos do estado. Durante os anos de restrições pela pandemia de Covid-19, o Baile realizou experiências cinematográficas como um musical filmado em locações expressivas da capital pernambucana, sendo exibido posteriormente em plataformas digitais e na TV aberta.</p>
<p>Neste ano, o Baile do Menino Deus conta com a Lei de Incentivo à Cultura, é apresentado pela Prefeitura do Recife e Rede com o copatrocínio da Toyolex, Sherwin-Williams, Tramontina e Copergás, apoio da InBetta, Globo Recife e Eletromidia, com realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Baile do Menino Deus &#8211; uma brincadeira de Natal&#8221;<br />
Quando: 23 a 25 de dezembro de 2022 (sexta-feira, sábado e domingo), às 20h<br />
Local: Praça do Marco Zero do Recife &#8211; Recife Antigo &#8211; Recife / PE<br />
Acesso gratuito<br />
Mais informações: <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a></p>
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		<title>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; é tema da próxima live promovida pela Secult-PE no YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/baile-do-menino-deus-e-tema-da-proxima-live-promovida-pela-secult-pe-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[festa devoção e arte no baile do menino deus (o baile que virou filme)]]></category>
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		<description><![CDATA[O tradicional espetáculo “Baile do Menino Deus”, que junta uma multidão no Marco Zero todos os anos, acabou virando filme por conta da pandemia. Para falar da realização, a Secretaria de Cultura de Pernambuco apresenta a live com o escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, que assina a obra original em parceria com Assis [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89838" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43-393x486.jpg" width="393" height="486" /></a></p>
<p>O tradicional espetáculo “Baile do Menino Deus”, que junta uma multidão no Marco Zero todos os anos, acabou virando filme por conta da pandemia. Para falar da realização, a Secretaria de Cultura de Pernambuco apresenta a live com o escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, que assina a obra original em parceria com Assis Lima, e a cineasta Tuca Siqueira, que dirigiu o filme. Será na próxima terça-feira (14) às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) e também no perfil do Facebook (<strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong>). A mediação ficará a cargo do ator, fotógrafo e assessor de Artes Circenses da Secretaria, Jorge Clésio.</p>
<p>O espetáculo Baile do Menino Deus, que é encenado desde 1983 e nasceu em formato de livro, traz a história do nascimento de Jesus contada através de elementos tipicamente nordestinos, como o reisado, a lapinha, o pastoril, o cavalo marinho e vem encantando o público através de gerações. Em 2021, não haverá espetáculo por conta da pandemia.</p>
<p>Para virar filme, o roteiro foi reescrito e os arranjos musicais foram refeitos, novos solistas foram convidados e até uma nova orquestra foi formada. Na montagem, o Recife vira não só cenário, mas também um personagem. A obra conta com a participação de vários artistas, incluindo Lia de Itamaracá e Chico César.</p>
<p>O filme, que será lançado no site <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a> no dia 23 de dezembro, às 20h, e exibido na TV Globo no dia 26 às 14h, com transmissão gratuita e classificação livre, é uma produção da Relicário, de Carla Valença, com criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência de Amanda Menelau e Tomás Brandão.</p>
<p>Para Ronaldo Correia de Brito, o Baile se transformar em filme garante a sobrevivência da obra dentro de um novo formato. <em>“Mais perto do texto teatral, da música e da encenação para que foi concebido. Trata-se de uma renovação de linguagem em tempos de pandemia. O que não se renova tende a desaparecer”</em>, acredita. O roteiro para este filme foi escrito em parceria com Tuca Siqueira.</p>
<p><em>“Em 2021, o Baile se expande em cenário real reforçando o teatro enquanto território do sonho”, diz a cineasta. “Acho que o Recife escolheu o Baile. Numa caminhada com parte da equipe, projetamos as cenas imaginadas, sentindo a pulsação dos lugares escolhidos por nós. Foi assim que definimos as locações do filme e que se construiu o cenário dessa história”</em>, conta a diretora Tuca Siqueira.</p>
<p>O Baile conta com a Lei de Incentivo à Cultura e é apresentado pela Fundação de Cultura do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, com patrocínio da Toyolex, Copergás, Sherwin Williams, Porto de Suape e Tramontina. Tem ainda copatrocínio da Rede, apoio do Itaú Cultural, Globo, STN, InBetta e realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p><strong>Webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221;</strong><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221; traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
<p>O Cultura em Rede está dedicando a programação de dezembro para manifestações culturais pernambucanas típicas do Ciclo Natalino. Veja os temas dos próximos programas:</p>
<p><strong>21/12 &#8211; Azul e Encarnado: o simbolismo no Pastoril</strong><br />
<strong>28/12 &#8211; Ancestralidade: a Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Convidado | Ronaldo Correia de Brito</strong><br />
Dramaturgo, contista, romancista, cronista e médico atuante. Autor de Galileia, romance que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura/2009, como melhor livro do ano. Nasceu no Ceará, mas reside no Recife há 52 anos. Publicou diversos livros e peças, entre elas, &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, “Bandeira de São João”, “Arlequim de Carnaval” e “O Pavão Misterioso”.</p>
<p><strong>Convidada | Tuca Siqueira</strong><br />
Roteirista e diretora pernambucana com diversos prêmios e incursões em curadorias, laboratórios de projetos, júri de festivais e oficinas ministrando aulas em diferentes áreas do audiovisual. Formada em Comunicação (UFPE), atuou como fotojornalista e se especializou em Estudos Cinematográficos (UNICAP) acumulando estudos em outros centros como a EICTV (Cuba). Transitando pelo documentário e a ficção, dirigiu curtas, séries e os longas-metragens “A Mesa Vermelha” e “Amores de Chumbo”.</p>
<p><strong>Mediador | Jorge Clésio</strong><br />
Artista, professor de teatro, fotógrafo de cena e gestor público na área da Cultura. Integrou a equipe da Representação Nordeste do extinto Ministério da Cultura, como assessor para Assuntos da Funarte. Atualmente, é assessor de Artes Circenses na Secult-PE. É encenador dos espetáculos “Inês!” e “Constança!”. No Curso de Interpretação da Escola Hipérion, montou, com os alunos, as peças “A cantora careca”, “A lição” e “Valsa nº 6”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Festa, devoção e arte no Baile do Menino Deus: o baile que virou filme”<br />
Quando: 14 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; ganha versão audiovisual, dirigida pela cineasta Tuca Siqueira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/baile-do-menino-deus-ganha-versao-audiovisual-dirigida-pela-cineasta-tuca-siqueira/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 16:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espetáculo &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, que é encenado todos os anos no Marco Zero, ganha um novo formato para a edição de 2021. Com produção da Relicário, de Carla Valença, criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89725" aria-labelledby="figcaption_attachment_89725" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/IMG_0119.jpg"><img class="size-medium wp-image-89725" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/IMG_0119-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, a cirandeira Lia de Itamaracá é uma das personagens novas do espetáculo</p></div>
<p>O espetáculo &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, que é encenado todos os anos no Marco Zero, ganha um novo formato para a edição de 2021. Com produção da Relicário, de Carla Valença, criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência de Amanda Menelau e Tomás Brandão, a montagem se torna filme, tendo o Recife como cenário e personagem. A câmera percorre pontos históricos, revelando a poesia e o encantamento da cidade. O filme também ganhou novos solistas, como a rainha da ciranda Lia de Itamaracá e o cantor paraibano Chico César. A transmissão será para todo o Brasil, no site (<a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/2021/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br/2021</strong></a>) e canal do YouTube do &#8220;Baile do Menino Deus (<a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a>), a partir do dia 23 de dezembro (quinta-feira), às 20h. A transmissão é gratuita e a classificação é livre.</p>
<p>Vendedores ambulantes, uma cigana por Gabi da Pele Preta, Romã Romã por Silvério Pessoa, o Jaraguá pelo músico mineiro Maurício Tizumba, o Anjo por Lucas dos Prazeres, o Boi pelo famoso forrozeiro Flávio Leandro e por Carlos Filho são alguns dos personagens que compõem o auto que terá novos arranjos e nova orquestra, dirigida por Rafael Marques.</p>
<p>A dramaturgia também foi reescrita e traz elementos contemporâneos como o <em>hip hop</em> de Okado do Canal, que com a sua trupe de 16 dançarinos chegam ao Teatro Santa Isabel à procura do Menino que acaba de nascer, junto com crianças e dois Mateus, interpretados por Arilson Lopes e Sóstenes Vidal.</p>
<p><em>&#8220;Em 2021, o Baile se expande em cenário real reforçando o teatro enquanto território do sonho&#8221;</em>, pontua a cineasta Tuca Siqueira. <em>&#8220;A celebração do nascimento de uma criança poderia acontecer em qualquer lugar, mas o Recife é palco para essa festa narrada pelo espetáculo há 17 anos então, essa transição de retomada após isolamento pandêmico percorre algumas ruas do centro. Acho que o Recife escolheu o Baile e numa caminhada com parte da equipe projetamos as cenas imaginadas sentindo a pulsação dos lugares escolhidos por nós. Foi assim que definimos as locações do filme e que se construiu o cenário dessa história”</em>, avalia Tuca.</p>
<p>Criado há 40 anos, o texto do Baile faz parte da Trilogia das Festas Brasileiras, série de peças que retratam as manifestações populares brasileiras, sobretudo do Nordeste, em que se incluem Bandeira de São João e Arlequim de Carnaval. O telefilme longa metragem da ópera popular nordestina, que conta a história mais famosa do mundo &#8211; o nascimento de Jesus Cristo &#8211; resgata o sotaque, a forma de fazer, dançar e cantar do brasileiro, pautando-se nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às diversas culturas do Brasil.</p>
<p><strong>ROTEIRO -</strong> Neste ano, José será Marcio Fecher e Maria a atriz e cantora Isadora Melo. Maria mora na cidade de Nazaré, que não fica na Galileia palestina, mas na zona canavieira da Mata Norte de Pernambuco. Ela sonha cursar faculdade. José trabalha como carpinteiro em uma das muitas fábricas de móveis da região, que fabricam os conhecidos “móveis de Gravatá”. Casados, Maria está grávida e vem com José ao Recife comprar enxoval para o bebê. Descem do ônibus em um terminal na rua do Sol, que olha para o Capibaribe e a rua da Aurora. O casal vai ao Mercado de São José, anda pelas ruas das Calçadas, Direita e São José do Ribamar. Já é noite quando eles atravessam uma das muitas pontes do Recife, avistam músicos tocando, uma solista cantando e um dançarino brincando com uma Burrinha de Cavalo Marinho. Maria sente as dores do parto e é amparada por José. Em contraponto, dois Mateus e cinco crianças procuram a casa onde irá nascer um Menino Deus. Encontram brincantes, olham prédios em volta, imaginam lugares onde o Menino e seus pais possam estar, mas nada. Já é noite, quando eles finalmente avistam a casa sonhada, onde uma estrela brilha. Sem saber que se trata de um teatro, esbarram em sua porta fechada e tentam abri-la através de rezas e sortilégios.</p>
<p><em>“Nesta edição Maria teve o seu filho e junto com o marido José se encontra em situação de rua, ao abrigo do alpendre da casa de espetáculos. Quando, depois de rezas e peripécias, os Mateus e as crianças conseguem abrir a porta da casa/teatro, José, Maria e o Menino, que antes estavam “invisíveis”, se revelam. Imaginados pelos Mateus e as crianças como os donos da casa, mas sem atinar com o significado que lhes é atribuído, o casal e a criança participam de um jogo em que são levados ao palco do teatro por seres encantados, comuns à tradição dos índios Pancararus. A narrativa ganha força quando a cena teatral se revela o lugar de encontro e acolhimento, de magia e sagrado. A história retoma um começo que findará num Baile e numa Despedida”</em>, explica Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p><em>&#8220;Neste ano de 2021, em meio às dúvidas das restrições do convívio social por conta da pandemia, resolvemos ousar ainda mais, trazendo algo novo para o público. Tivemos que nos desconstruir para abrir caminho a uma nova possibilidade, já que não seria possível ainda encenar o espetáculo presencialmente na Praça do Marco Zero. Como resultado desta dúvida, conseguimos o feito de fazer um filme inédito e surpreendente, a partir do encontro potente do teatro e do audiovisual, que chegou com uma força criativa grandiosa, revelando uma narrativa diferente de todos os outros anos, tendo como cenário lugares do Recife e um elenco primoroso&#8221;</em>, fala Carla Valença, diretora de produção.</p>
<p><em>&#8220;A narrativa está bem realista, completamente diferente de tudo que já foi feito até hoje, inclusive totalmente diferente da filmagem feita no ano passado. O teatro entra como uma parte lúdica do cenário e o filme traz uma narrativa muito mais de um cotidiano, de uma cidade. Tudo que usamos como referência de cenário para o Marco Zero, a gente este ano está filmando na realidade”</em>, revela Sephora Silva, que assina a cenografia do Baile.</p>
<p>Todos os elementos arquitetônicos que inspiraram o cenário do Marco Zero, como as diferentes épocas de arquitetura que o Recife tem, como os bairros mais antigos, o próprio Teatro de Santa Isabel, a Praça da República e o Mercado de São José, foram pontos de locação no filme. <em>“Mas quando o filme chega no Teatro de Santa Isabel é o momento que o filme transforma a história do real para o lúdico. A cenografia do Santa Isabel remete a do Marco Zero, mas bastante minimalista, com a ideia de um cenário que começou a ser montado e não foi acabado, uma ideia de suspensão, que foi algo que a pandemia trouxe pra gente e pro Teatro, que ficou parado e sem espetáculos”</em>, reforça Sephora.</p>
<p>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; recupera formas de celebrar o Natal, que sobreviveram e se guardaram sobretudo no Nordeste, à exemplo de reisado, lapinha, pastoril, cavalo marinho, guerreiro, chegança, boi de reis, brincadeiras e tradições que fogem ao monotemático “Natal Congelado” com neve de isopor, pinheiros, renas, trenós e Papai Noel. O Baile é uma saga que recorre a sortilégios, brincadeiras, invocação de criaturas fantásticas – como a Burrinha Zabilin, o Jaraguá e o Boi – e muita música e dança.</p>
<p><strong>PARCEIROS -</strong> O Baile conta com a Lei de Incentivo à Cultura, apresentado pela Fundação de Cultura do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, com patrocínio da Toyolex, Copergás, Sherwin Williams, Porto de Suape e Tramontina, Co-patrocínio da Rede, Apoio do Itaú Cultural, Globo, STN, InBetta e realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p>A produção do Telefilme Baile do Menino Deus é assinada pela REC, produtora recifense com o pensamento voltado para a criação e produção de conteúdo audiovisual, dos sócios Chico Ribeiro e Ofir Figueiredo. Entre as suas principais produções estão Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes, Tatuagem, de Hilton Lacerda, Viajo porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Karim Ainouz e Marcelo Gomes, Para Ter Onde Ir, de Jorane Castro e diversos outros longas.</p>
<p>Em 2020, o Baile que costuma reunir em sua edição presencial cerca de 70.000 pessoas, se abriu para a primeira experiência cinematográfica sendo exibido em plataformas digitais e TV aberta, com exibição que foi vista por mais de 3 milhões de pessoas, só nos primeiros dias.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Filme “Baile do Menino Deus – Uma Brincadeira de Natal”<br />
Estreia no dia 23 de dezembro de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão gratuita: <a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a> | <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/2021/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br/2021</strong></a><br />
Exibição no dia 25 de dezembro, às 14h10, pela TV Globo PE e Globoplay</p>
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		<title>Baile do Menino Deus ganha versão em filme e será transmitido em plataformas digitais e TV</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 18:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74118" aria-labelledby="figcaption_attachment_74118" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hans Manteufell/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-74118" alt="Hans Manteufell/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo-filme será exibido nos dias 23, 24, 25 e 26 de dezembro </p></div>
<p>Em um momento de isolamento social vivido no mundo inteiro, o Baile do Menino Deus convida os brasileiros para “abrirem suas portas” para a chegada do “Menino Divino”. Espetáculo natalino, produzido pela Relicário Produções, e dirigido por Ronaldo Correia de Brito, que reúne milhares de turistas e conterrâneos no Marco Zero do Recife há 17 anos, se prepara para contar a história mais famosa do mundo de uma forma desafiadora. Este ano, o espetáculo que faz uma leitura lúdica do nascimento de Jesus Cristo, chegará nas casas dos brasileiros entre os dias 23 a 26 de dezembro, através de um espetáculo filme em plataformas digitais e TV. O filme também estará disponível pelo site, em formato com libras e audiodescrição.</p>
<p>O espetáculo que nunca termina, sempre principia e se recria, conta com apoio e patrocínio do Ministério do Turismo, através da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo de Pernambuco, da Prefeitura do Recife, da Rede do Grupo Itaú, Aché Laboratórios, Sherwin-Williams, Tramontina, STN Nordeste, Inbetta, Copergás e Globo PE.</p>
<p>O longa inédito da grande ópera popular nordestina, que se orienta nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às mais diversas culturas do Brasil, começa a ser gravado a partir desta quinta-feira (12) e conta com direção geral de Tuca Siqueira (&#8220;Amores de Chumbo&#8221; e &#8220;Fashion Girl&#8221;) e direção de fotografia de Pedro Sotero (premiado em Cannes, com o filme &#8220;Bacurau).</p>
<p>Produtora, roteirista e diretora de cinema, a pernambucana Tuca Siqueira iniciou sua carreira em 2003. Sua trajetória conta com diversas séries, filmes e documentários premiados. Entre eles, “Amores de Chumbo”, seu primeiro longa de ficção, considerado uma verdadeira pérola cinematográfica pela crítica.</p>
<p><em>“Eu tive a sorte de ter pais que sempre me levaram ao teatro e minha relação com a consciência do coletivo sempre foi muito forte por causa do meu envolvimento com a dança e o teatro, desde pequena&#8221;</em>, conta Tuca. <em>&#8220;Acho que isso foi o que me levou para o audiovisual que é uma arte tão coletiva. Assisti o Baile pela primeira vez no ano passado. Me emocionou muito pela ousadia e coragem política de se apresentar uma Maria negra e um José rastafari. Tudo isso me dá muito mais orgulho de ter recebido o convite para dirigir o espetáculo. Foi um presente pra mim e será uma grande surpresa para o público&#8221;</em>, finaliza.</p>
<p>Diretor de fotografia desde 2006 no Recife, lugar onde desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, Pedro Sotero fotografou filmes que incluem três seleções oficiais no festival Cannes, à exemplo de  “Aquarius”, “Bacurau” e “O Som ao Redor”. Em 2018, ganhou o prêmio de melhor fotografia no SSIFF, com longa argentino “Rojo” e em 2019,  trabalhou na pesquisa, roteiro e fotografia do filme instalação SWINGUERRA, obra selecionada para representar o Brasil na Bienal de Veneza e finalista do prêmio ABC 2020.</p>
<p>Entre os solos da peça, outro destaque é Silvério Pessoa, que estará em quatro atos. A rede de artistas do Baile também conta com a participação do Bongar, grupo de percussionistas e cantores do Terreiro Xambá, que apresentará, o talento Guilherme, percussionista de apenas cinco anos, filho de Guitinho de Xambá, que traz toda a representatividade negra que vem do Quilombo Urbano do Portão do Gelo, para o espetáculo. O corpo de baile, composto por onze bailarinos, também está renovado, bem como o figurino e a cenografia.</p>
<p>Carla Valença e Ronaldo Correia de Brito oficializaram a ideia de transformar o espetáculo em filme no mês de agosto. O conceito veio da diretora de arte Sephora Silva. <em>“Estremecemos só em pensar, mas partimos para o desafio de realizar três produções, dentro de uma mesma e gigante produção, que é a do Baile, para não deixar o público sem o espetáculo”</em>, comenta Ronaldo.</p>
<p>A proposta do espetáculo filme do Baile é encenar a apresentação da mesma forma que ela é todos os anos no Marco Zero, usando a linguagem do cinema sem perder nenhuma característica própria da montagem, mas trazendo novidades. <em>&#8220;O Baile é um espetáculo de rua que se integra com a cidade no espaço do Marco Zero e trazendo o cenário para dentro do teatro a gente quis trazer a cidade como cenário para o fundo do teatro&#8221;</em>, conta Sephora Silva. <em>&#8220;Incorporamos projeções com imagens reais da cidade e animações. Serão 8 cenas com projeções, desde o céu divino na cena do anjo, imagens diferentes de dia com um morro colorido, teremos um sertão verde próspero e animações com desenhos de Joana Lira. Também teremos um momento com uma mensagem muito importante nas cenas dos caboclinhos com a projeção da floresta amazônica e trazendo uma alerta às queimadas&#8221;</em>.</p>
<p>Preocupados com a segurança dos artistas e de todos os profissionais envolvidos na produção, as gravações do Baile contam com todos os critérios de segurança, exigidos em tempos de pandemia e uma equipe médica formada por cinco profissionais e dois consultores foram contratados para criar um protocolo de segurança e prevenção à Covid19.</p>
<p><em>“É um desejo mais antigo de fazer o espetáculo num formato de filme&#8221;</em>, conta Carla Valença. <em>&#8220;Estamos felizes e ansiosos, a oportunidade de realização chegou. Quando se deu a pandemia do coronavírus, eu e Ronaldo nos reunimos com muitas pessoas com o objetivo de vislumbrar caminhos e agregar profissionais com a expertise do teatro e do audiovisual, já prevíamos a possibilidade de não poder acontecer presencialmente”</em>. O filme também estará disponível pelo site em formato com libras e audiodescrição. Confira um teaser do espetáculo abaixo:</p>
<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/w3eKnhilM4Y" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Baile do Menino Deus &#8211; O Filme<br />
Transmitido nos 23, 24 e 25 de dezembro pelo <a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus?gl=BR" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a><br />
E dia 26 de dezembro pela TV Globo<br />
O espetáculo-filme terá libras e audiodescrição no site <a href="http://www.bailedomeninodeus.com.br/2020/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a></p>
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		<title>Baile do Menino Deus comemora 16 anos, com lançamento de livro e nova temporada</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 17:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56541" aria-labelledby="figcaption_attachment_56541" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hans Von Manteufell/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/85_Hans_Von_Manteufell-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-56541" alt="Hans Von Manteufell/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/85_Hans_Von_Manteufell-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo faz uma releitura da história do Natal usando elementos da cultura nordestina</p></div>
<p>O Baile do Menino Deus é o verdadeiro natal pernambucano, capaz de levar turistas de todo o Brasil para Recife, a fim de assistirem, em meio a mais de 70 mil pessoas, o espetáculo dirigido por Ronaldo Correia de Brito e produzido por Carla Valença, da Relicário Produções. A edição de 2019, que acontecerá entre os dias 23 e 25 de dezembro, será a 36ª apresentação do grupo, sendo que há 16 anos a encenação é realizada, gratuitamente, no Marco Zero. O evento é uma tradição lúdica de final de ano, sendo que a cada nova montagem, são reveladas surpresas. Este ano, por exemplo, será a estreia do grupo Bongar, na peça dos Santos Reis, e também subirá ao palco o cantor Carlos Filho que interpretará a música Ciganinha. O corpo de baile, composto por onze bailarinos, também está renovado, bem como o figurino e a cenografia.</p>
<p>Dentre todas as mudanças, a grande novidade é a estreia do Bongar, grupo de percussionistas e cantores do terreiro Xambá, que apresentará um percussionista de apenas cinco anos, o Guilherme, um talento precoce. Guitinho de Xambá, integrante do grupo originado em Olinda, comenta sobre a participação do artista mirim e a presença desta representatividade negra que vem do Quilombo Urbano do Portão do Gelo: “Para nós, da cultura negra, estar presente no Baile é muito simbólico e desafiador. E estamos levando conosco Guilherme, uma criança de apenas 5 anos, que toca os tambores da Xambá com muita propriedade, responsabilidade e respeito. Vai ser um momento lindo.” Quanto a expectativa para a apresentação, ele conta: “Participar do Baile do Menino Deus é uma honra e uma experiência ímpar, pois trata-se de uma das maiores produções cênicas de Pernambuco, que envolve também música, literatura, memória, com mais de três décadas de existência. O que mostra quão importante é o Baile para a população não só do Recife, mas de Pernambuco”.</p>
<p>Ao longo dos seus 36 anos, a peça vem incorporando cada vez mais elementos da linguagem popular nacional na celebração do Natal, justamente uma data marcada por tantos símbolos de cultura estrangeira. A ressignificação que o Baile promove à data aproxima o público ainda mais da celebração. Carlos Filho, que em 2019 terá um novo papel ao cantar o solo da Cigana, ressalta a importância do evento para Recife e também para o desenvolvimento pessoal e convívio dos artistas: &#8220;A grande importância do Baile é sua potência de atingir um público de todas as idades e proporcionar o acesso a um espetáculo ao ar livre, num espaço público tão simbólico para o Recife. Internamente, o Baile também funciona como uma grande ‘companhia’ que seleciona artistas de diversas áreas. É bem rico esse convívio, mesmo que provisório, com parceiros tão diversos que, apesar de morarem na mesma cidade/região, não têm uma outra boa oportunidade de fazer arte juntos&#8221;.</p>
<p>Estas interações entre linguagens artísticas são ressaltadas por Carlos, que também comenta sobre sua experiência de amadurecimento pessoal ao longo dos anos de espetáculo: “É um processo bem intenso pra mim. A direção de Ronaldo é bem criteriosa e ele sabe o que quer. Eu venho do universo da música e ter que dialogar com dança e teatro me coloca numa zona de fricção desconfortável, mas muito instigante. Tanto que ando bem viciado nisso de querer estar nesse lugar o tempo inteiro. Eu atuo em mais de um personagem, ora masculino (anjo), ora feminino (pastora), ora bicho (borboleta) e agora a novidade da cigana/cigano, tudo isso tem me exposto de uma forma que só com o tempo terei precisão para avaliar o crescimento. A sensação é que o Baile aqui não termina, o Baile aqui principia. Sempre&#8221;. Para a construção de seu novo personagem, o artista está em pleno processo de criação: “Farei um cigano/cigana que canta uma música belíssima que já estou apaixonado desde o momento que eu a ouvi. Estou em processo de desenvolvimento com Ronaldo para encontrar, no palco o sentido desta criatura, respeitando o texto, mas revelando ao público algo novo, como acontece a cada ano.&#8221;</p>
<p>Dentre os solos da peça, outro destaque também é Silvério Pessoa, que estará em quatro atos, sendo que há 15 anos integra a rede de artistas do Baile: “Me sinto feliz e orgulhoso por fazer parte desta grande montagem, desta superestrutura e, ao mesmo tempo, por fortalecer e representar essa história lírica, milenar, que emociona”. Sobre fazer parte do evento há tantos anos, ele pontua: “É uma grande responsabilidade, convivemos com músicos eruditos dialogando com o popular, não deixa de ser uma experiência emocional, tem que estar bem para passar a emoção que o Baile exige, no sentido de ser algo marcante nas vidas das pessoas”.</p>
<p>O dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, que está em ritmo de preparação, destaca o coro infantil deste ano, dizendo que talvez seja o melhor que já tiveram. Depois de tantas histórias e montagens, Brito acredita que, apesar do Baile ter se atualizado bastante nos últimos dois anos, sempre houve um respeito para que jamais se afaste da sua dramaturgia original, que lhe dá unidade. Esta observação é corroborada pela Leda Alves (Secretária de Cultura de Recife). “Este é o milagre da encenação. A produção de Carla Valença, da Relicário Produções, transformou o Baile no acontecimento mais importante das festas natalinas do Recife. Como linguagem cênica, não existe nada comparável a este espetáculo, pois trata-se da mescla de várias culturas do nosso estado, numa força única de Pernambuco. Podemos ser vistos por qualquer público, em qualquer espaço do mundo. Pela qualidade de encenação que alcançamos, ganhamos reconhecimento e, hoje, pessoas dos mais diversos lugares do país e do mundo vêm ao Recife assistir ao Baile. Ainda assim, precisamos de um investimento maior para atrair mais turistas, como acontece no Carnaval e na festa de São João. Estamos na campanha e na luta por isso”, finaliza.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO -</strong> A história do Baile do Menino Deus foi transformada em livro e será publicada pela editora CEPE com o título <em>O Baile aqui principia</em>. Ao completar 36 anos de vida, 16 deles tendo como casa a Praça do Marco Zero, no Recife, seus criadores resolveram descrever com minúcias algumas memórias, começando pelas motivações que os levaram a seguir o caminho da criação, em teatro e música, até nascer um auto de Natal tipicamente brasileiro, pautado pelas tradições da cultura nordestina de matriz africana, ibérica e indígena. O dramaturgo Ronaldo Correia de Brito conta em palavras este momento de lampejo, a faísca inicial que o fez refletir sobre a necessidade do Baile.</p>
<p>O livro traz fotografias que revelam as mudanças das montagens ao longo dos anos e as partituras das peças musicais que foram compostas genuinamente para serem apresentadas nos espetáculos. A clareza da história é encontrada nas páginas finais, onde há uma linha do tempo cronológica de 1981 a 2019.</p>
<p>O Baile aqui principia descreve os cinco cenários principais de um espetáculo que tem como intenção trazer todas as vozes, todos os corpos, as cores e os ritmos do Brasil misturados em uma única festa onde se vê índios, negros e brancos cantando, juntos, em louvor ao nascimento do Menino Deus. Tendo como referência o auto religioso tradicional trazido pelos portugueses à nossa cultura, Assis e Ronaldo contam que o Baile é um espaço brincante, que joga com o lúdico, não querendo ser profano, nem apologético religioso.</p>
<p>Junto a fotografias e textos dos autores do espetáculo, foram selecionadas entrevistas e um especial com depoimentos de Ronaldo e Assis Lima, da produtora Carla Valença (Relicário Produções), do músico Antonio Madureira e do diretor de arte Marcondes Lima, assim como resenhas de vários críticos e jornalistas, publicadas originalmente nos principais veículos brasileiros, como Folha de S. Paulo, O Estado de São Paulo e Jornal do Brasil. A escritora Ruth Rocha e o ator, diretor e autor Rubem Rocha Filho também tiveram seus escritos eternizados na obra. Boa parte das páginas foram preenchidas com a pesquisa do crítico literário e professor Cristhiano Aguiar, que realizou um estudo aprofundado sobre o Baile do Menino Deus.</p>
<p>O livro poderá ser adquirido no evento de lançamento que acontecerá no dia 22 de dezembro de 2019 (domingo), às 16 horas, na Associação Comercial de Pernambuco, em frente ao cenário do Baile. Cada exemplar terá o custo de R$ 30.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
BAILE DO MENINO DEUS – UMA BRINCADEIRA DE NATAL<br />
Datas: 23, 24 e 25/12, às 20h<br />
Local: Praça do Marco Zero (Av. Alfredo Lisboa &#8211; Recife, PE)<br />
Acesso gratuito<br />
Classificação livre<br />
Outras informações: <a href="http://www.bailedomeninodeus.com.br/2019/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a><br />
ACESSIBILIDADE PARA AUDIODESCRIÇÃO E TRADUÇÃO EM LIBRAS.<br />
Envie sua mensagem de solicitação pelo e-mail:<strong> acessibilidade@bailedomeninodeus.com.br</strong></p>
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		<title>Exposição e rodas de conversa integram programação do Baile do Menino Deus 2018</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 19:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baile do Menino Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 2004, a peça Baile do Menino Deus &#8211; Uma Brincadeira de Natal transforma o Marco Zero, no Bairro do Recife, em uma grande celebração artística pelo nascimento de Cristo. Este ano, o espetáculo assinado por Assis Lima e Ronaldo Correia será realizado entre os 23 a 25 de dezembro, a partir das 20h. E para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2004, a peça <strong>Baile do Menino Deus &#8211; Uma Brincadeira de Natal</strong> transforma o Marco Zero, no Bairro do Recife, em uma grande celebração artística pelo nascimento de Cristo. Este ano, o espetáculo assinado por Assis Lima e Ronaldo Correia será realizado entre os 23 a 25 de dezembro, a partir das 20h.</p>
<div id="attachment_65376" aria-labelledby="figcaption_attachment_65376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/baile-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-65376" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/baile-2-607x335.jpg" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição celebra os 15 anos de apresentação ao ar livre</p></div>
<p>E para comemorar a 15ª edição do festival no Marco Zero, serão realizadas rodadas de conversa e uma exposição comemorativa na Associação Comercial de Pernambuco, que ocorre dos dias 16 a 25 de dezembro. O evento conta com figurinos criados por Marcondes Lima, e também com adereços e imagens que contam um pouco da história do espetáculo nesses 15 anos. As rodadas acontecem nos fins de semana com os diretores e criadores do espetáculo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Exposição do Baile do Menino Deus</strong><br />
Data: 16 a 25 de dezembro<br />
Local: Associação Comercial de Pernambuco (Praça Rio Branco, 18 &#8211; Bairro do Recife)<br />
Horário: Dos dias 16 a 22 de dezembro, das 10h às 19h<br />
Dias 23 e 25 de dezembro, das 14h às 23h<br />
No dia 24 de dezembro, das 14h às 20h</p>
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		<item>
		<title>Baile do Menino Deus toma conta do Marco Zero no final de semana de Natal</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/baile-do-menino-deus-toma-conta-do-marco-zero-no-final-de-semana-de-natal/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 21:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baile do Menino Deus]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Criado há 34 anos pelos autores Ronaldo Correia de Brito e Francisco Assis Lima, o Baile do Menino Deus se consolida cada vez mais entre as tradições natalinas do Recife sem perder o frescor de novidade. Há 14 anos, o espetáculo, que tem patrocínio do Ministério da Cultura, Prefeitura do Recife, Governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56540" aria-labelledby="figcaption_attachment_56540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gianny Melo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Gianny-Melo_-BMD_selecionadas-102.jpg"><img class="size-large wp-image-56540" alt="Gianny Melo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Gianny-Melo_-BMD_selecionadas-102-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Nos dias 23, 24 e 25 deste mês, o Marco Zero deve receber milhares de espectadores para o Baile do Menino Deus</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Criado há 34 anos pelos autores Ronaldo Correia de Brito e Francisco Assis Lima, o Baile do Menino Deus se consolida cada vez mais entre as tradições natalinas do Recife sem perder o frescor de novidade. Há 14 anos, o espetáculo, que tem patrocínio do Ministério da Cultura, Prefeitura do Recife, Governo de Pernambuco e Rede, é encenado para milhares de pessoas no Marco Zero sempre trazendo adaptações no seu texto para somar temas atuais a sua história base. Neste ano, a apresentação chega ao Bairro do Recife nos dias 23, 24 e 25 de dezembro inserindo novos discursos sobre respeito, humanidade e igualdade entre os povos na habitual releitura da história do Natal de acordo com a cultura popular nordestina.</p>
<p>“Desde que o Baile veio para o Marco Zero, ele assumiu o formato de cantata cênica e virou uma obra aberta. Isso quer dizer que a gente mantém a sua estrutura básica, mas também acrescenta coisas em função do que está acontecendo no momento. Há três anos, a gente incorporou um poema novo que fala de portas, no sentido de fronteiras, como um apelo por um mundo sem portas. Depois a gente quis trabalhar a questão da mulher no lar, por isso José aparece como alguém que ajuda Maria em casa e está sempre com o Menino no braço”, exemplifica Ronaldo Correia de Brito, sobre a forma como o espetáculo se adapta a novos contextos.</p>
<p>Para 2017, o entremeio chamado Caboclinho teve alterações na sua música e no seu texto, que dará ênfase à questão indígena ao refletir sobre posse de terra e sua exploração por empresas. Em outro momento, uma personagem também terá um texto sobre empoderamento negro. “Todo o texto do Baile é poético e lírico, mas nós já valorizamos o negro a partir do momento que o colocamos em um lugar de destaque e a maioria dos artistas do espetáculo são negros, não por serem negros, mas pelo talento. A ênfase que damos é que, na verdade, somos um povo mestiço de índio, negro e branco e nenhuma etnia deve prevalecer sob a outra, todos são importantes na nossa formação”, defende o autor, que neste ano também incluiu uma passagem com Ogum que, nas religiões de matriz africana, é tido como o Orixá guerreiro.</p>
<div id="attachment_56541" aria-labelledby="figcaption_attachment_56541" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hans Von Manteufell/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/85_Hans_Von_Manteufell-2.jpg"><img class="size-large wp-image-56541" alt="Hans Von Manteufell" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/85_Hans_Von_Manteufell-2-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo faz uma releitura da história do Natal usando elementos da cultura nordestina</p></div>
<p>“No Baile, sempre existiram os rituais das religiões afro, como o próprio Maracatu, mas na primeira encenação a gente tinha um momento com Xangô, mudamos porque o texto poético é inspirado em uma das orações a Ogum e escolhemos esse texto porque ele abre os caminhos no coração das pessoas contra a repressão, a pobreza, o preconceito. Ele afirma uma força positiva”, explica ele, sobre a alteração que busca trabalhar o sincretismo e a tolerância religiosa. Esse objetivo da apresentar a nossa mistura, inclusive, também já é evidente pelo uso de personagens da cultura popular como o Mateus, o Bumba Meu Boi, o Jaraguá, além de explorar ritmos nordestinos na trilha sonora assinada por Antônio Madureira e executada pela orquestra regida pelo maestro José Renato Accioly.</p>
<p>Apesar de destacar principalmente as expressões culturais do Nordeste, o Baile do Menino Deus é amplamente apresentado em todo o Brasil, contando com encenações em mais de 50 cidades. “Acho que o melhor para um autor é ele ver que uma obra sua virou domínio público ainda vivo. Para mim, isso é a máxima alegria, mas o mais importante é as pessoas terem se apropriado dessa obra. O Baile não é meu, é do público”, comemora Ronaldo o sucesso ao longo dos anos.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE</b></p>
<p>A preocupação para que qualquer espectador possa assistir ao Baile do Menino Deus acrescentou mais uma novidade ao espetáculo deste ano. Além de tradução em libras para surdos e mudos, pela primeira vez, a apresentação também contará com audiodescrição para cegos. “A gente já queria fazer isso há um tempo, mas não é fácil de realizar, por isso, só conseguimos incorporar agora”, explica o autor, sobre o recurso que veio para atender a muitos pedidos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO<br />
</strong></span><strong>Baile do Menino Deus 2017<br />
</strong>Dias 23, 24 2 25 de dezembro | Sempre às 20h<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Marco Zero recebe 11ª edição do Baile do Menino Deus</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 13:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18613" aria-labelledby="figcaption_attachment_18613" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/cc650618dcee9d88ceb45f6403016b05.jpg"><img class="size-full wp-image-18613" alt="Os atores sadora Melo e Zé Barbosa interpretam Maria e José no espetáculo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/cc650618dcee9d88ceb45f6403016b05.jpg" width="600" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores sadora Melo e Zé Barbosa interpretam Maria e José no espetáculo (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Começa nesta terça-feira (23) a temporada 2014 do <em>Baile do Menino Deus &#8211; Uma Brincadeira de Natal</em>. O espetáculo cênico-musical, que chega a sua 11ª edição, será apresentado até quinta-feira (25), sempre às 20h, no Marco Zero, Bairro do Recife. Com texto de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, e trilha sonora de Antônio Madureira, o Baile do Menino Deus leva ao palco personagens fantásticos do universo popular nordestino, como a Burrinha Zabilin, a Estrela, a Ciganinha e o Monstro Jaraguá. No elenco, além de atores, bailarinos e músicos profissionais, doze crianças participam cantando. Dois palhaços populares do Nordeste brasileiro conhecidos por Mateus conduzem a divertida e poética história contando com a ajuda das crianças para encontrar a porta de uma casa especial, onde nasceu Jesus, o Menino Deus. Tudo para celebrar o Natal de um jeito bem brasileiro.</p>
<p>Entre as novidades deste ano, está o cenário que foi totalmente reformulado. A criação de Marcondes Lima ganha releitura pela cenógrafa Séphora Silva, com referências a pontes do Recife e ladeiras de Olinda, além de inéditas projeções tecnológicas do VJ Mozart Santos. A atriz Greyce Braga estréia como uma palhaça nos entreatos, junto com o artista circense italiano Damiano Massaccesi, que veio ao Brasil especialmente para o espetáculo. Os figurinos também foram reformulados e novas músicas passam a integrar a trilha sonora executada ao vivo.</p>
<p>O espetáculo é encenado ao ar livre desde 2004 na Praça do Marco Zero, no Bairro do Recife, com produção da Relicário Produções e patrocínio do Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura do Recife. Milhares de famílias anualmente prestigiam o evento que tem a característica de uma verdadeira ópera popular de rua. Cerca de 60 mil pessoas já conferiram o espetáculo nesses dez anos. Este ano, o Baile do Menino Deus comemora os 31 anos de criação da emocionante e divertida obra, um dos textos mais montados em todo o país.</p>
<p>Assista a um trecho da montagem:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/-lmGkkATti0" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
11º Baile do Menino Deus – Uma Brincadeira de Natal<br />
Quando: de 23 a 25 de dezembro<br />
Horário: às 20h<br />
Local: Praça do Marco Zero, no Bairro do Recife.<br />
Informações: 3222.0025</p>
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