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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bairro do Recife</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 abre inscrições para o credenciamento da imprensa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 16:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116349" alt="CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER-607x151.jpg" width="607" height="151" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), convoca os profissionais de comunicação para o credenciamento da imprensa interessada na captação de imagens das apresentações durante o período carnavalesco dos palcos do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (jardim do centro cultural Cais do Sertão) e Olinda (Praça do Carmo).</p>
<p>O credenciamento de imprensa se dará por meio de <a title="Credenciamento Frontstage Pernambuco Meu País no Carnaval | RECIFE e OLINDA" href="https://docs.google.com/forms/d/1iF1fq4VFWOfRgcqfR7jIu5B0a7tnsWtat2nBbNXac_o/edit#responses" target="_blank"><strong>formulário eletrônico</strong></a>. O credenciamento se faz necessário aos profissionais de imprensa que, durante o expediente de trabalho, queiram ter acesso ao frontstage para captação de imagens em ambos os palcos e para participação de coletiva de imprensa com os artistas na Sala de Imprensa, exclusivamente, do palco Olinda, com a devida autorização prévia da organização do evento.</p>
<p>A organização do evento conta com a compreensão e a colaboração de todas e todos para uma ótima cobertura e está à disposição para informações adicionais ou esclarecimentos.</p>
<p>CRITÉRIOS – Podem se credenciar para o Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 profissionais de comunicação atuantes nas mais diversas mídias. Para tanto, seguem alguns critérios:</p>
<p>1. O credenciamento será concedido exclusivamente a empresas e profissionais de comunicação que deverão exercer atividade de cobertura jornalística durante o Carnaval;</p>
<p>2. Entende-se como empresas de comunicação: jornais, revistas, canais de televisão, emissoras de rádio, agências de notícias, portais e blogs jornalísticos com, no mínimo, dois anos de existência e comprovada atividade;</p>
<p>3. Entende-se como profissional de comunicação: funcionários de uma determinada empresa do setor como TVs, rádios e jornais; jornalistas independentes ou freelancers que estejam prestando serviço a algum meio de comunicação; comunicadores responsáveis pelas informações divulgadas em revistas, portais e blogs;</p>
<p>4. Não serão aceitos pedidos de credenciamento de profissionais ou empresas que estejam prestando serviços de assessoria de imprensa, assim como assessores de empresas ou órgãos governamentais que não sejam diretamente ligados ao evento;</p>
<p>5. Não serão credenciados os profissionais responsáveis por aplicativos para smartphones de qualquer natureza;</p>
<p>6. No pedido de credenciamento cada empresa ou profissional independente deve enviar:</p>
<p>a) Nome completo;<br />
b) Veículo de comunicação;<br />
c) Função;<br />
d) Número de identidade;<br />
e) Número do registro profissional (quando houver);<br />
f) Número de telefone (WhatsApp, preferencialmente, para inclusão no grupo de imprensa credenciada);<br />
g) E-mail.</p>
<p>*O preenchimento deve ser feito por meio do formulário eletrônico.</p>
<p>Para acompanhar a programação completa e outras informações sobre o Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 acesse o site <a title="Cultura PE" href="https://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Cultura PE</strong></a> ou a conta no <a title="@culturape" href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>.</p>
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		<title>Festival Cena Peixinhos abraça Bairro do Recife com shows e batalhas de rima autorais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116236" aria-labelledby="figcaption_attachment_116236" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá.jpg"><img class="size-medium wp-image-116236" alt="Hugo Muniz/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Hugo-Muniz-foto-Banda-Eddie-celebra-35-anos-no-Festival-Cena-Peixinhos-2025-com-a-participação-da-Orquestra-do-Frevo-do-Babá-607x438.jpg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie</p></div>
<p>O Festival Cena Peixinhos preserva a tradição de celebrar a música pernambucana autoral com uma diversidade de artistas e bandas na programação. Neste mês de fevereiro realiza sua 16ª edição trazendo shows gratuitos para o Centro do Recife, no Cais da Alfândega (em frente à escultura do caranguejo), a partir das 19h. O encontro na rua reúne as apresentações de Afroito, Capim Santo, Carranza, Coco Raízes de Arcoverde, DJ Big + batalhas de rima (nos intervalos), Eddie (festejando 35 anos), com a participação da Orquestra de Frevo do Babá, além da Viruz abrindo as apresentações.</p>
<p>Assim como nos anos anteriores, o Cena Peixinhos ocupa o Bairro do Recife justamente por nascer com o DNA do manguebeat, tendo a arte independente em sua essência. O tema deste ano é Salve o Nascedouro, sendo um pedido de socorro para o Nascedouro de Peixinhos, equipamento público com mais de 100 anos de história e que fica nos limites entre Recife e Olinda.</p>
<p>A realização do festival é da Mouras Produções Artísticas, com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), e apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>“Em um único palco e data, as atrações dialogam a partir de suas identidades e ritmos, como coco, rock, reggae e hip hop. Musicalmente a programação une artistas e grupos das antigas e da atualidade possibilitando uma vivência de compartilhamento entre produções artísticas e musicais”, declara o produtor cultural e coordenador do festival, Harryson Moura.</p>
<p>Entre as atrações com mais anos de existência estão o Samba de Coco Raízes de Arcoverde, grupo do Sertão do Estado, e as bandas Eddie, Capim Santo e Carranza, todas de Olinda (PE). Além dessas, Afroito (Olinda); DJ Big, (Recife), nos intervalos da programação, dando palco para as batalhas de rima; e a banda Viruz (Recife) com uma apresentação de hip hop.</p>
<p>“Afroito está representando a nova cena, com uma identidade ancestral e afrofuturista, além de ser da periferia de Olinda. O Festival Cena Peixinhos também resgata e respeita a ancestralidade sendo um caminho para potencializar ainda mais a arte negra. Sem arte morre-se de realidade”, acrescenta o produtor.</p>
<p>DJ Big celebra o espaço para o hip hop no Cena Peixinhos, sobretudo para artistas das batalhas de rima de Pernambuco. “A vivência de estar no palco é algo necessário para as pessoas que estão levando suas ideias por meio de palavras e versos, música e poesia no dia a dia dos encontros de rima nas periferias e nos centros das cidades. Esses e essas artistas necessitam estar na programação de festivais no geral”, comenta o coordenador do festival.</p>
<p>Com a autoria da produtora cultural Ana Beatriz Bronzeado, a identidade visual do Festival Cena Peixinhos 2025 é mais do que um conjunto de elementos: é pensada para uma vivência afetiva e de luta. “O ponto de partida é entender o que faz desse festival resistente. A ideia central nasce da própria essência e história do Cena Peixinhos. Recife e Olinda têm uma energia efervescente, em que tradição e inovação caminham juntas. O objetivo é traduzir esse encontro de tempos, ritmos e expressões em uma identidade visual e de comunicação, direta com o público, de essência vibrante e diversa da cultura afropernambucana”, explica a autora.</p>
<p>Um dos temas centrais da arte de divulgação é a torre do relógio do Nascedouro de Peixinhos. “Busquei uma fusão entre a resistência e a potência criativa da cultura popular, um patrimônio que traz histórias e memórias. Ao lado dela a cultura afro-pernambucana segue abrindo caminhos e possibilidades, ressignificando os espaços e gerando encontros”, destaca a produtora.</p>
<p>A pauta é conectar arte, cultura e pessoas. “O conceito foi pensado a partir de uma junção de diversas formas da arte em que diferentes gerações, estilos e linguagens se encontram para criar algo novo, pulsante e resistente. É importante que a identidade seja pensada de uma forma que gere conexão com o público, fortalecendo sua mensagem e transformando o festival em algo memorável”, pontua a artista.</p>
<p>O Festival Cena Peixinhos existe desde 2010 com o objetivo de celebrar a cultura e a música locais, além de ser um espaço de resistência. A inspiração visual também está nas origens do festival, no território onde nasceu como manifesto social e continua. Sua primeira edição aconteceu no Nascedouro de Peixinhos (antigo Matadouro), na divisa de Olinda e do Recife, um espaço que simboliza essa fusão cultural e há mais de uma década mantém viva a essência”, lembra a produtora.</p>
<p><strong>COMBINAÇÃO -</strong> Ana Beatriz Bronzeado também explica sobre as cores, tipografia e elementos gráficos: “São tons vibrantes dos blocos de Carnaval, o azul do Capibaribe e o amarelo do pôr do sol na orla de Olinda. Já a tipografia e os elementos gráficos resgatam a cultura urbana, periférica e preta com uma abordagem contemporânea que se adapta tanto aos meios digitais quanto aos impressos”, conta.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>16º Festival Cena Peixinhos -</strong> <em>quarta-feira (19), a partir das 19h, no Cais da Alfândega (Bairro do Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>22º Festival Preamp anuncia line-up da Mostra Musical, conexão entre as tradições e as novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 16:11:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116034" aria-labelledby="figcaption_attachment_116034" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silla Cadengue/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53509149420_ecf6479207_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116034" alt="Silla Cadengue/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53509149420_ecf6479207_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival Preamp</p></div>
<p>O Festival Preamp 2025, em sua 22ª edição, tem a satisfação de trazer ao público mais uma programação da Mostra Musical Preamp. Um recorte do que há de novidade na cena musical de Pernambuco levando artistas contemporâneos e no início da carreira para o palco armado no Cais do Alfândega, no Bairro do Recife, ao lado de outras atrações com mais tempo e experiência de estrada. Os shows estão marcados para a sexta-feira (21) e sábado (22) da próxima semana, naquele clima enérgico típico das semanas pré-carnavalescas no Recife. Na ocasião, o Preamp conta com um line-up de peso, com 18 shows gratuitos que fazem jus ao tema do evento deste ano: “Minha memória é feita de passado, mas meu coração é cheio de futuro&#8221;. A reflexão provocou um diálogo entre a tradição da cultura pernambucana com o que há de mais tecnológico nas ferramentas de produção musical e técnica hoje em dia.</p>
<p>O Festival Preamp 2025 é realizado pela Articulação Musical Pernambucana (AMP), com patrocínio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura do Recife e Fundação de Cultura Cidade do Recife. Tem o apoio cultural do Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Também conta com a parceria do Ministério da Cultura (MinC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Uniaeso, Compaz Recife, Museu Cais do Sertão, FriSabor, Babylon Station, Frutteto, Fino Nordeste Bolo de Rolo, MHZ Produções e Born Light.</p>
<p>Na sexta-feira (21), a partir das 18h, a 22ª edição do Festival Preamp recebe no palco as atrações: Afoxé Oyá Alaxé, Jambre, TremSete, Marcelo Cavalcante, Zendo, Platônicca e Joyce Alane, com DJ Nadejda nos intervalos.</p>
<p>No sábado (22), a partir das 16h, a programação conta com um cortejo do Maracatu Nação Camaleão e convidados, com saída da Praça do Arsenal em direção ao palco no Cais do Alfândega. Em seguida acontecem os shows de Edun Ará Sang, Caetana, Briê, Voz Nagô, Etnia, Barbarize, Plugins e Otto, fechando a noite, com discotecagem de DJ Infa Vermelho.</p>
<p>Segundo Fábio Cavalcante, coordenador geral do Preamp 2025, os 22 anos de trajetória consolidam o festival como um ambiente democrático e de intercâmbio entre músicos e técnicos reforçando o compromisso do festival com o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor da música em Pernambuco.</p>
<p>“A proposta deste ano foi promover uma reflexão sobre a relação entre o passado e o futuro. Sobre a necessidade de preservarmos a identidade musical pernambucana, mas em paralelo explorarmos novos sons, formatos e métodos de produção, de distribuição e de consumo musical. A programação da Mostra Musical Preamp 2025 é um retrato dessa ideia reunindo atrações que carregam nossas tradições ou que flertam com gêneros mais modernos. Todas de muita qualidade e com características marcantes que reforçam a potência da música pernambucana”, ressaltou Fábio Cavalcante.</p>
<p><strong>CURADORIA -</strong> A Mostra Musical Preamp 2025 divulgou um edital aberto que contou com mais de 200 inscrições de artistas dos mais variados gêneros musicais. Por meio de uma curadoria formada por produtores e curadores convidados, o festival chegou às seis atrações que integram a programação: Jambre, TremSete, Marcelo Cavalcante, Caetana, Briê e Voz Nagô.</p>
<p>Elas recebem uma mentoria voltada ao desenvolvimento de suas carreiras artísticas com profissionais renomados. Além disso, as três mais bem pontuadas pela curadoria garantiram vaga na programação do Carnaval do Recife deste ano.</p>
<p>Dani Carmesim, que é cantora e compositora com mais de dez anos dedicados à música, foi uma das curadoras da mostra. Sua primeira vez participando de um festival do outro lado da história, dessa vez na missão de analisar as atrações que estão na programação.</p>
<p>“Foi muito importante para mim também, como artista, como cantora, compositora, ter esse olhar mais técnico. O Preamp sempre dá oportunidades para os artistas que estão começando e os que estão há muito tempo na estrada como eu. E fortalece a cena não só na questão de levar novas bandas ao palco, mas também na formação, no aprimoramento do trabalho técnico desses artistas”, comentou a artista, que compõe a curadoria da mostra junto a Renato L. e João Cavalcanti.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA MUSICAL PREAMP 2025 -</strong> <em>sexta-feira (21), a partir das 18h; e sábado (22), a partir das 16h (com cortejo do Maracatu Nação Camaleão e convidados &#8211; saída da Praça do Arsenal da Marinha em direção ao palco), no Cais do Alfândega (Bairro do Recife). Acesso gatuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (21)</strong></p>
<p>18h &#8211; Afoxé Oyá Alaxé<br />
19h &#8211; Jambre<br />
19h50 &#8211; TremSete<br />
20h40 &#8211; Marcelo Cavalcante<br />
21h30 &#8211; Zendo<br />
22h20 &#8211; Platônicca<br />
23h40 &#8211; Joyce Alane<br />
Intervalos &#8211; DJ Nadejda</p>
<p><strong>Sábado (22)</strong></p>
<p>16h &#8211; Maracatu Nação Camaleão (cortejo com convidados)<br />
18h &#8211; Edun Ará Sangô<br />
18h50 &#8211; Caetana<br />
19h40 &#8211; Briê<br />
20h30 &#8211; Voz Nagô<br />
21h20 &#8211; Etnia<br />
22h20 &#8211; Barbarize<br />
23h20 &#8211; Plugins<br />
0h20 &#8211; Otto<br />
Intervalos &#8211; DJ Infa Vermelho</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">As atrações</span>:</strong></p>
<p><strong>Briê</strong><br />
A artista sobe ao palco com o show INSANA, seu primeiro solo que entrelaça a música, dança e espiritualidade num espetáculo poderoso., inspirado no EP visual homônimo lançado em janeiro deste ano. A obra autoral apresenta cinco faixas: Mel, Foice (feat. Bell Puã), Insana, Deusa e Sopro (feat. Siba Puri), que contaram com a produção musical de Ed Wav e misturam gêneros como reggae, hip-hop, brega romântico, brega funk e afrobeat. Nessa pegada, Briê transita entre o amor e a desilusão, superação e liberdade, conectando-se à sua força feminina e à vivência como mãe em puerpério ao lado de um balé reconhecido. Neste caldeirão artístico, ela cria seu próprio universo, um lugar onde a ancestralidade e a tecnologia se encontram e se fundem.</p>
<p><strong>TremSete</strong><br />
Diretamente do UR-11, TremSete chega quebrando tudo e mostrando pra o público porque, com apenas 16 anos, já é considerada a rainha do grime, conquistando seu espaço com muita originalidade e atitude. Desde o lançamento de Baratino do Carai, seu primeiro EP, em collab com Zoe Beats, TremSete não parou mais. O trabalho ultrapassou 10 mil streamings orgânicos e tomou conta de outros festivais como o Rec’n’Play, Brasil Grime Show e do projeto Destalado. Agora, com contrato assinado com a Super Trap Records, a artista segue crescendo e promete um show pesado no Cais do Alfândega;</p>
<p><strong>Voz Nagô</strong><br />
O grupo apresenta a essência da força da ancestralidade e da musicalidade afro-nordestina, com uma formação exclusivamente feita por mulheres negras, e carrega em sua trajetória a potência dos afoxés, maracatus e batuques. Criado em 2009, pelo mestre Naná Vasconcelos, o Voz Nagô tornou-se referência na cena musical e já dividiu momentos históricos com Angelique Kidjo, Milton Nascimento, Elba Ramalho, Lenine e tantos outros nomes da música mundial. Neste ano, se prepara para lançar seu primeiro álbum e seguir firme na missão de exaltar as tradições afro.</p>
<p><strong>Marcelo Cavalcante</strong><br />
Músico, compositor e produtor pernambucano, Marcelo Cavalcante se destaca por sua versatilidade e profunda conexão com os ritmos da cultura nordestina. Com uma trajetória marcada pela pesquisa e reinterpretação do frevo, coco, maracatu e ijexá, ele já acompanhou grandes nomes como Mestre Ferrugem, Dona Glorinha do Coco e Dona Cila do Coco, além de se apresentar em festivais como a Feira da Música de Fortaleza e o Festival Contemporâneos na Caixa Cultural.Fundador do projeto Samba do Carcará, que revisita canções marcantes do período da Ditadura Militar, Marcelo também tem uma forte atuação no teatro e na música autoral.</p>
<p><strong>Caetana</strong><br />
A multiartista Caetana carrega consigo toda a potência da arte, representando a diversidade e a força da cultura nordestina. Primeira cantora trans a gravar um frevo no Brasil, apresenta o show Futuro Caetana Afronordestina, fusão única de maracatu, coco de roda, ciranda e muito mais, criando uma experiência musical vibrante que mistura tradição e inovação. Caetana foi citada na Rolling Stone Brasil como uma das 25 vozes que representam o futuro da música no Brasil. Além disso, seu álbum de estreia, o Afronordestina, recebeu destaque em diversas publicações musicais como a Revista Noize.</p>
<p><strong>Jambre</strong><br />
A banda mistura o peso e a nostalgia do rock setentista com elementos das latinidades, música pop, os batuques das religiões de matriz afro-indígena e referências da cultura popular. O resultado é uma sonoridade autêntica e plural que rompe as convenções do rock tradicional. Formada em 2021, por Antonio Nolasco (guitarra e vocal), Luiz de Aquino (baixo e vocal), Henrique Falcão (percussões), Saw Lima (bateria) e Ciro Gonçalves (guitarra), a Jambre vem conquistando espaço nos palcos e fortalecendo o cenário underground da Região Metropolitana do Recife. Com um single lançado e apresentações marcantes no Iraq, Darkside, Usina Energisa (PB), Festival REC’n’Play, Festival das Juventudes e Teatro Luiz Mendonça, a Jambre segue expandindo suas conexões com novas possibilidades.</p>
<p><strong>Afoxé Oyá Alaxé</strong><br />
O grupo celebra 20 anos de resistência, ancestralidade e cultura afro-diaspórica com o espetáculo Ilê Idilê Mimó – Terreiro da Família Sagrada. No palco, a batida dos tambores e a dança nagô ecoam a força dos ancestrais, reafirmando a importância da cultura negra, da religiosidade de terreiro e da luta por representatividade. O afoxé é mais do que um grupo musical: é um movimento de transformação social que fortalece a identidade negra através de projetos como Afoxé: O Poder da Palavra Negra, a Quinta Nagô e o Balé Nagô Ajô (BNA). No palco, a batida dos tambores e a dança nagô ecoam a força dos ancestrais, reafirmando a importância da cultura negra, da religiosidade de terreiro e da luta por representatividade.</p>
<p><strong>Edun Ará Sangô</strong><br />
Criado por Leonardo Salomão, o grupo reúne músicos negros e irmãos de terreiro do Recife, trazendo um espetáculo vibrante que ecoa a tradição iorubá, a fé nos orixás e a potência da cultura afro-brasileira. Com um repertório que mescla batidas afro-brasileiras e influências do continente africano, o grupo celebra a herança cultural e espiritual de Xangô, orixá da justiça e do fogo. No palco, Negra Dany, Ninha Meneses, Thúlio Xambá, Madson Japa e Beto Xambá unem música e dança para conectar o público a uma experiência de fé, resistência e identidade. O legado de Leonardo Salomão segue vivo em cada apresentação do grupo, honrando suas composições como Olhar de Fé, Yaô, Respeita Meu Axé e Oyá Dolú, com a energia dos tambores ancestrais e a celebração da cultura afro-brasileira em sua essência.</p>
<p><strong>Platônicca</strong><br />
A artista vem conquistando espaço na cena musical pernambucana com sua sonoridade envolvente e letras que mergulham nas complexidades do amor e dos relacionamentos. Misturando referências do reggae, pop, afrobeat e ritmos nordestinos, Platônicca cria uma identidade única, traduzindo emoções em canções que conquistam o público. Com um trabalho que transita entre a doçura e a intensidade das relações humanas, Platônicca já se apresentou em importantes festivais e eventos, como o Festival de Inverno de Garanhuns e o Carnaval do Recife, dentre outros, ganhando reconhecimento pela originalidade de suas composições e pela força de suas performances ao vivo. Seu repertório reflete a riqueza da cultura nordestina, ao mesmo tempo em que dialoga com sonoridades globais, conectando passado e futuro.</p>
<p><strong>Barbarize</strong><br />
Diretamente comunidade do Bode, no bairro do Pina, no Recife, o duo Bárbara Vitória e YuriLumin agora estão acompanhados de uma banda poderosa e um espetáculo intenso, quente e pulsante. Barbarize não é só um show, é um manifesto de resistência e celebração. Com letras afiadas, beats envolventes e presença de palco avassaladora, essa performance transforma o show no território de liberdade e conexão ancestral, com a energia das ruas e a força da periferia.</p>
<p><strong>Plugins</strong><br />
Da Zona Oeste do Recife para o mundo, a Plugins vai detonar tudo com sua mistura insana de rap, hardcore e new metal. A banda construiu sua trajetória nos palcos dos maiores festivais do Nordeste, sempre entregando shows carregados de energia e composições abordando questões sociais como desigualdade, resistência e a realidade das periferias. Depois dos petardos Campo Minado e Deu Errado, eles se preparam para lançar o EP Sangue e Suor no Corre, uma promessa de grito de guerra para quem vive e luta na quebrada. Uma das músicas, o novo single Foda-se, com participação de Lua (Mennarca HC), será apresentado no show.</p>
<p><strong>Etnia</strong><br />
Nascida no bairro de Peixinhos, Olinda, a banda traz na alma a essência do manguebeat e das comunidades do Brasil. Seu novo espetáculo presta homenagem a um dos maiores nomes da música popular brasileira, o eterno Bezerra da Silva, o embaixador dos morros e favelas. Com muita ginga, irreverência e identidade, a Etnia promete um show vibrante, com a poesia das ruas conectada com os ritmos de resistência que marcaram gerações.</p>
<p><strong>Maracatu Nação Camaleão</strong><br />
Fundado em 1990, pelo mestre Márcio Carvalho, o Maracatu Nação Camaleão se consolidou como um símbolo da cultura pernambucana e da resistência popular. Sua origem é o bairro de Varadouro, em Olinda, e as raízes do candomblé, transformando a tradição em celebração vibrante e sem fronteiras. O Nação Camaleão já se apresentou no Fórum Mundial das Culturas, em Barcelona; no Notting Hill Carnival em Londres; e em diversos estados do Brasil. Suas oficinas e ensaios abrem espaço para que novos talentos</p>
<p><strong>Zendo</strong><br />
Com um som que mistura o pop, a cultura hip-hop e as raízes pernambucanas, Zendo é um dos nomes mais promissores da cena musical atual. Campeão da seletiva Let’s Play 2023, o artista tem conquistado cada vez mais destaque, levando suas vivências como um corpo LGBT para o palco, com letras que falam de amores, desamores e empoderamento. Seu EP de estreia, Âmago (2024), é uma jornada de autoconhecimento e versatilidade apresentada nas seis faixas que revelam sua arte única e intensa. Zendo já é um ícone em ascensão e, com o reconhecimento como o Prêmio da Música de Pernambuco, mostra que está só começando.</p>
<p><strong>Joyce Alane</strong><br />
Nascida no Recife e criada em Moreno, Joyce Alane começou sua trajetória musical ainda muito jovem, com aulas de canto no Conservatório de Música do Recife e um grande apoio da mãe. Apesar de interromper sua formação para focar nos estudos, Joyce Alane encontrou na internet, durante a pandemia, o caminho para sua grande virada. Com vídeos de covers e versões do brega, criou um quadro no qual escrevia músicas personalizadas a partir de palavras enviadas pelos seus seguidores. Indicada ao Prêmio Multishow 2023 e com parcerias, como Deixa Ir (Idiota Raiz), ao lado de João Gomes, sua voz tem ecoado por todo o Brasil. O aguardado primeiro álbum, Tudo É Minha Culpa, traz 11 faixas autorais e uma sonoridade única.</p>
<p><strong>Otto</strong><br />
Não há limites para a musicalidade de Otto, cantor, percussionista e compositor pernambucano que atravessou três décadas de carreira e experimentou de tudo um monte. Do maracatu ao brega, do manguebeat ao samba, rock, eletrônica e tantas outras referências, criou uma sonoridade inconfundível destacada em obras como o lendário disco Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos, que celebra 15 anos numa turnê incrível que revisita o álbum e seus maiores sucessos. Com mais de 30 anos de carreira, Otto continua a impressionar com sua energia e uma presença de palco arrebatadora. Não há dúvidas: Otto é um dos maiores nomes da música brasileira e segue mostrando que não há fronteiras no seu universo artístico.</p>
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		<title>CicloFrevo promove ação bicicletiva e oficina gratuita no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 18:52:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116188" aria-labelledby="figcaption_attachment_116188" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Pastich/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Marcos-Pastich-Foto-CicloFrevo-dá-vida-às-vias-cicláveis-e-ciclofaixas-do-Recife-por-meio-de-um-desfile-bicicletivo-e-oficina-gratuita.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116188" alt="Marcos Pastich/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Marcos-Pastich-Foto-CicloFrevo-dá-vida-às-vias-cicláveis-e-ciclofaixas-do-Recife-por-meio-de-um-desfile-bicicletivo-e-oficina-gratuita-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">CicloFrevo</p></div>
<p>Com cultura popular, dança, música e poesia, o CicloFrevo dá vida às vias cicláveis e ciclofaixas do Recife por meio de um desfile bicicletivo e oficina gratuita, neste domingo (16), das 16h às 17h, aberto ao público em geral. A iniciativa tem a produção da Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana autoral, sendo parte das ações Ciclos Culturais, que acontecem ao longo de todo o ano, com 12 apresentações no total e incentivo do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) no Estado, via Governo de Pernambuco.</p>
<p>O desfile bicicletivo do frevo é realizado de maneira independente, assim como a oficina na Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife, às 16h30. A formação ocorre nos pontos fixos de parada durante o percurso, paralelamente às performances do circuito. O objetivo é levar as pessoas que assistem ao CicloFrevo para participarem da ação formativa. A direção geral dos Ciclos Culturais é do produtor cultural pernambucano e oficineiro de frevo Jose Valdomiro, mais conhecido como Minininho.</p>
<p>“Celebramos os ciclos culturais o ano inteiro, pois acreditamos na cultura popular como ferramenta que compõe a identidade cultural do povo pernambucano. Os Ciclos Culturais do CicloFrevo são parte da manutenção das práticas e do bem imaterial, que está inteiramente associado à arte no geral”, afirma.</p>
<p>O Dia do Frevo, patrimônio cultural imaterial da humanidade, foi celebrado recentemente, em 9 de fevereiro. O CicloFrevo também festeja o ritmo centenário.</p>
<p>“A oficina é voltada para o público presente nos pontos fixos durante o trajeto, acontecendo em praças, parques, pátios, feiras e mercados públicos. Para além da história e dos passos do frevo, a formação traz temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa, sendo assim uma construção que toca em diversas camadas artísticas”, declara.</p>
<p>Para essa ação o CicloFrevo reúne sete passistas e intérpretes: Bruna Renata, Maria Lucrécia (Fia Cachinhos), Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando, Wanderley Aires e Washington José. Também na equipe técnica, uma diversidade de profissionais de Pernambuco: Salatiel Bernardo (bicicleta sonora), Antônio Pastich e Wanderley Aires (ambos à frente da fotografia e vídeos), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Adriano Alves (mídias sociais) e Marcela Rabelo (identidade visual).</p>
<p>“A celebração da vida e o motivo do sorriso, da descontração, da leveza e da brincadeira, a partir da dança, da música e da poesia, são momentos proporcionados pelo CicloFrevo. Nossas inspirações estão nas performances do gênero, nas referências das próprias comunidades e nos modos das relações com a periferia”, pontua.</p>
<p>Este ano a Lúden Cia. de Dança realizou o espetáculo <em>CicloFrevo É Brega</em> pelas vias cicláveis, ciclofaixas e mercados públicos do Recife. A companhia existe desde 2008 com o propósito de contribuir, por meio das expressões da cultura popular, especialmente das danças, para o fortalecimento, divulgação e preservação dos patrimônios culturais e imateriais da humanidade, tais como o frevo e o brega.</p>
<p><strong>AGENDÃO -</strong> O CicloFrevo circula o ano inteiro, preservando sua continuidade de atividades. Entre as ações para 2025 estão desfile bicicletivo do frevo; oficina de frevo; desfile bicicletivo junino; espetáculo junino com danças (coco, xaxado, ciranda e quadrilha junina); desfile bicicletivo misto (carnavalesco, juninho e natalino); desfile bicicletivo natalino; espetáculo Onde Está o Boi do Ciclofrevo.</p>
<p>Com o CicloFrevo, que começou a rodar via Lei Aldir Blanc 2020, a Lúden tem conquistado espaço de atuação no cenário cultural pernambucano. Este projeto consiste em apresentações itinerantes de passistas-ciclistas em vias cicláveis. De 2022 até agora, fez espetáculos com diversas temáticas: <em>Onde Está o Boi do CicloFrevo</em>, encenado no período de natal; Junino no São João da Capital, apresentado no ciclo junino do Recife e de Caruaru.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>CicloFrevo: Ciclos Culturais -</strong> <em>domingo (16), das 16h às 17h (oficina na Avenida Rio Branco, Bairro do Recife, às 16h30)</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Realização: Lúden Cia. de Dança<br />
Produtor e oficineiro do frevo: Jose Valdomiro (Minininho)<br />
Bicicleta sonora: Salatiel Bernardo<br />
Passistas e intérpretes: Bruna Renata, Maria Lucrécia (Fia Cachinhos), Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando, Wanderley Aires e Washington José<br />
Fotografia e vídeos: Antônio Pastich e Wanderley Aires<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Mídias sociais: Adriano Alves<br />
Identidade visual: Marcela Rabelo</p>
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		<title>Homem da Meia-Noite é recebido por milhares de foliões no Marco Zero</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 14:55:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Homem da Meia-Noite, Patrimônio Vivo de Pernambuco, embarcou no Catamaran junto com os blocos líricos homenageados do Carnaval por volta das 16h deste domingo (2). De lá navegaram pela Bacia do Pina, acompanhados por outras três embarcações do Catamaran, até o Marco Zero, no Bairro do Recife, que ficou lotado para receber o calunga [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Homem da Meia-Noite, Patrimônio Vivo de Pernambuco, embarcou no Catamaran junto com os blocos líricos homenageados do Carnaval por volta das 16h deste domingo (2). De lá navegaram pela Bacia do Pina, acompanhados por outras três embarcações do Catamaran, até o Marco Zero, no Bairro do Recife, que ficou lotado para receber o calunga no aniversário de 93 anos. O Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apoiou o evento, com contratação de atrações culturais, reafirmando o compromisso com o fomento e a valorização da cultura popular do Estado.</p>
<p>O cortejo foi acompanhado pelos Blocos da Saudade, das Flores, Batutas de São José, Flor da Lira, Cordas &amp; Retalhos e O Bonde. O Homem da Meia-Noite seguiu pelas ruas do Bairro do Recife até a Praça do Arsenal da Marinha. No Paço do Frevo foram recebidos pelo cantor Getúlio Cavalcanti e pelo Coral Edgar Moraes com uma belíssima apresentação.</p>
<p>Em seguida os carnavalescos Cid Cavalcanti, que assina o traje, e Josué Francisco, que representam os blocos O Bonde e Cordas &amp; Retalhos, entregaram o baú com a roupa que o calunga vai usar no desfile no Sábado de Zé Pereira. Até o Carnaval o fraque fica guardado a sete chaves. Depois o Homem da Meia-Noite cantou os parabéns com a Orquestra do Maestro Carlos celebrando sus 93 anos com direito a um bolo gigante.</p>
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		<title>Exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira é inaugurada no ritmo do maracatu na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 15:47:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi inaugurada na noite desta quinta-feira (21), no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. O vernissage contou com apresentação da Nação do Maracatu Encanto do Pina, da comunidade do Bode, da Zona Sul do Recife, na qual o fotógrafo é um dos percussionistas. A abertura da mostra para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o hopmenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
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		<title>Torre Malakoff inaugura exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, de July B.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:59:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114572" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o homenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País no REC&#8217;n&#039;Play começa com Quarta-Feira de Multicores</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 05:30:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi o contrário de uma Quarta-Feira de Cinzas (aquela, ingrata). Maracatu, forró, brega, frevo, tecnologia, criatividade e inovação&#8230; Adivinhe: o que tudo isso tem a ver? É o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival, no Bairro do Recife, onde, nesta quarta-feira (6), apresentaram-se o Maracatu Encanto do Dendê, os cantores Jáder e Otto (este com participação especial de Junio Barreto) e a banda Estesia (abrilhantada pelo maestro Spok). Uma noite de multicores visuais e sonoras prestigiada em peso pelo público. O evento segue até sábado (9), ancorado no cais da Avenida Alfredo Lisboa, entre o Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 11) e o Centro de Artesanato de Pernambuco (Armazém 10).</p>
<p>A cultura popular, tanto em sua veia tradicional, quanto no que se convencionou a chamar de pop, tornou-se uma marca da experiência Pernambuco Meu País, nas oito edições em que o percorreu o Agreste e o Sertão pernambucano, de julho a setembro deste ano. Em sua estreia no Recife não poderia ser diferente.</p>
<p>Coube ao Maracatu Encanto do Dendê, uma das atrações da etapa no município de Bezerros fazer as honras so start na capital. Gerado no período de 1998 a 2010, em Jaboatão dos Guararapes, esse maracatu nação ressurgiu em 2020, em plena pandemia, reivindicando sua voz pela religiosidade e cultura de periferia. Sob o comando de Mestre Danilo, um grupo de 54 integrantes, com idade entre 2 e 70+, deu seu recado colocando para gerar o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival.</p>
<p>Pernambuco Meu País e REC&#8217;n'Play Festival, aliás, parece a combinação perfeita para atrair uma plateia inteligente, que não chegou ali por acaso. Pela reação das pessoas, elas conheciam bem os artistas e lá estavam por eles e pelas propostas deles.</p>
<p>O cantor Jáder subiu ao palco na sequência, apresentando um repertório que passeou por forró com influência de techno brega, seguindo de releituras de bastiões como Petrúcio Amorim e Accioly Neto, e do chamado forró das antigas das bandas Cavalo de Pau e Magníficos, até João do Morro. Tudo isso embalado &#8211; e bote embalado nisso, em todos os sentidos -, com muita alegria, diversão e ironia.</p>
<p>Já Otto, todo mundo sabe, são quatro letras que dispensam apresentação. Um ano após sua estreia com om show em que faz tributo ao Rei do Brega, Reginaldo Rossi, o galego está cada vez mais instigado. E, junto com sua banda de virtuosos, ainda mais azeitado. Começou já disparando sucessos como Tão Sofrido, Um Romance Que Ninguém Leu, Leviana, Eu Queria Te Odiar e Quando Você Foi Embora. Parecia o show perfeito. Aí chamou Jáder para fazer Em Plena Lua de Mel, depois emendou Desterro e A Raposa e as Uvas. Aí foi a vez de Junio Barreto, que cantou Garçom e suas autorais (Coração Preto e Passione). Sim, era o show perfeito.</p>
<p>A partir de então Otto entrou num modo que definiu como &#8220;outro nível&#8221; de Reginaldo Rossi, a banda imparável em ritmo de medley e pout-pourri: As Quatro Estações; Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme; Amor, Amor, Amor; Itamaracá; Recife Minha Cidade; e, para encerrar, Deixa De Banca (Borogodá), mais uma vez com Junio e com Victor Camarotti. Uma loucura. Só estando lá para realmente entender o que aconteceu. E o espaço entre o Cais do Sertão e o Centro de Artesanato completamente tomado. Extasiante.</p>
<p>E uma Quarta-Feira de Multicores como essa não poderia terminar diferente. É claro que rolou o frevo. Mas de uma forma diferente. Frevo estilo REC&#8217;n'Play, reconstruído à moda Estesia, banda synth pop que também transita pelos ritmos pernambucanos. E como transita. Para o Palco Pernambuco Meu País trouxe ninguém menos como convidado especial o maestro Spok. E tome Madeira que Cupim Não Rí, tome Hino de Batutas, Último Regresso, Voltei Recife. Isso encaixado entre temas próprios e releituras personalíssimas como a versão transcendental de Chorando e Cantando, sucesso de Geraldo Azevedo, além de Ciranda de Maluco, Fui Humilhado e Louca, hits de Otto, Academia da Berlinda e Banda Kitara, respectivamente.</p>
<p>Foi só o primeiro dia do Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival. Até sábado (9) muitas surpresas vão rolar.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País aporta no REC&#8217;n&#039;Play com shows e cortejos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 19:44:29 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114296" aria-labelledby="figcaption_attachment_114296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hanna Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/53072807442_0075806439_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-114296" alt="Hanna Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/53072807442_0075806439_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e compositor Otto</p></div>
<p>Por mais um ano o Governo de Pernambuco está presente no REC&#8217;n'Play Festival, evento de tecnologia, criatividade e inovação que acontece nesta quarta-feira (6) até sábado (9), no Bairro do Recife. E, desta vez, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) trazem um reforço e tanto para a programação: além do tradicional Cortejo Brincantes de Pernambuco, aporta no Recife Antigo o Palco Pernambuco Meu País, uma das experiências de maior sucesso no Estado em 2024. A ação, que percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão, chega à capital levando uma mistura de ritmos ao público nos quatro dias do festival. E as novidades não param por aí: a última noite do Carnaval do Conhecimento recebe, além do Cortejo Brincantes, o inédito Cortejo da Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda no Recife, com toda emoção dos toques dos maracatus.</p>
<p>“O REC&#8217;n'Play está chegando cheio de economia criativa, tecnologia e, este ano em especial, está também carregado de cultura”, comemora a presidente da Fundarpe, Renata Borba. “O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, está montando o Palco Pernambuco Meu País com muita música e muita cultura popular. Fechando com chave de ouro, no sábado (9), tem o Cortejo Brincantes e encerrando com a grande Noite dos Tambores Silenciosos.”</p>
<p>A ideia dos cortejos surgiu exatamente no REC&#8217;N'PLAY Festival, na edição 2023, com a realização do primeiro Cortejo Brincantes de Pernambuco, que depois ganhou o Estado no Carnaval 2024 e se consolidou no sucesso das oito etapas do Festival Pernambuco Meu País.</p>
<p>Já a experiência Pernambuco Meu País traz para o REC’n’Play Festival uma amostra de toda a diversidade cultural que encantou as oito cidades por onde passou, com o melhor da cena pop, mas, sobretudo, enaltecendo principalmente a cultura popular do Estado. No Recife o palco está armado na Avenida Alfredo Lisboa, entre o Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 11) e o Centro de Artesanato de Pernambuco (Armazém 10).</p>
<p>Na quarta-feira (6), a partir das 17h30, sobem no Palco Pernambuco Meu País o Maracatu Nação Encanto do Dendê, de Jaboatão dos Guararapes; o músico Jáder; o cantor Otto, com participação especial de Junio Barreto; e a banda Estesia, com participação especial do maestro Spok.</p>
<p>Na quinta (7), a partir das 16h50, é a vez do grupo Samba de Coco Raízes de Arcoverde, do Sertão, seguido do rapper Zé Brown e do também cantor Mago de Tarso.</p>
<p>Na sexta (8), às 16h30, apresentam-se o Afoxé Oxum Pandá, de Olinda, e as cantoras Karynna Spinelli, do Recife, e Mãeana, do Rio de Janeiro.</p>
<p>Ainda no palco, no sábado (9), a partir das 16h30, há o espetáculo Rústico, da Cia. Barnabô, de São Paulo, atração viabilizada por meio de uma parceria com Festival de Circo do Brasil. Às 19h, o Pernambuco Meu País recebe a chegada do Cortejo Brincantes e, às 20h30, promove a louvação à Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda no Recife.</p>
<p>A concentração dos cortejos ocorre na Avenida Alfredo Lisboa, próximo ao Armazém 14, com saídas às 18h (Brincantes) e 19h30 (Tambores), passando pela Rua Mariz e Barros, Rua do Apolo e Avenida Rio Branco, rumo ao palco.</p>
<p>Do Cortejo Brincantes participam os grupos Lulinha e os Bonecos Gigantes de Pernambuco, Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda, Boi Maracatu (de Arcoverde), Maracatu Águia Dourada (Nazaré da Mata), Urso do Bairro Novo de Ribeirão, Clube de Alegorias e Críticas O Homem da Meia-Noite, Nação do Maracatu Aurora Africana (Jaboatão) e Sambadeiras: Samba de Ladeira.</p>
<p>Já o Cortejo Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda no Recife é representado pelos grupos olindenses de maracatu Carnavalesco Misto Leão Coroado, Nação Tigre, Nação Pernambuco, Nação Camaleão, Maracambuco, Baque Virado Nação de Luanda e Nação Estrela de Olinda.</p>
<p>“A experiência Pernambuco Meu País traz para o REC’n’Play essa conexão dos saberes e fazeres culturais do nosso Estado em um intercâmbio entre nossos artistas, de várias regiões, com os de outras partes do País”, explica a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. “É uma experiência importante para a formação de público e a valorização da identidade do povo pernambucano.”</p>
<p>Para a realização do Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival o Governo do Estado está investindo, por meio da Secult-PE e Fundarpe, um montante de R$ 700 mil.</p>
<p><strong>PERNAMBUCO MEU PAÍS –</strong> Realizado de 12 de julho a 1º de setembro último, o Festival Pernambuco Meu País reuniu 800 atrações culturais em 3.800 horas de apresentações, 1.200 quilômetros percorridos em oito municípios e um público estimado em 322 mil pessoas. Os números finais do Festival Pernambuco meu País mostram a grandiosidade do evento artístico-cultural, do porte de uma nação. Por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), foram investidos R$ 30,5 milhões do governo estadual no evento. Estima-se que mais de um milhão de pessoas tenham sido alcançadas pelo festival, que movimentou 93% da rede hoteleira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO PALCO PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></span></p>
<p><strong>QUARTA FEIRA (6/11)</strong><br />
17h30 &#8211; MARACATU NAÇÃO ENCANTO DO DENDÊ<br />
18h20 &#8211; JADER<br />
19h40 &#8211; OTTO &#8211; com participação especial de JUNIO BARRETO<br />
21h20 &#8211; ESTESIA &#8211; com participação especial do MAESTRO SPOK</p>
<p><strong>QUINTA FEIRA (7/11)</strong><br />
16h50 &#8211; SAMBA DE COCO RAÍZES DE ARCOVERDE<br />
17h40 &#8211; ZÉ BROWN<br />
18h40 &#8211; MAGO DE TARSO</p>
<p><strong>SEXTA FEIRA (8/11)</strong><br />
16h30 &#8211; AFOXÉ OXUM PANDÁ<br />
17h20 &#8211; KARYNNA SPINELLI<br />
18h20 &#8211; MÃEANA (RJ)</p>
<p><strong>SÁBADO (9/11)</strong><br />
16h30 &#8211; RÚSTICO &#8211; CIA. BARNABÔ (SP)<br />
19h00 &#8211; CHEGADA DO CORTEJO BRINCANTES DE PERNAMBUCO (Lulinha e os Bonecos Gigantes de Pernambuco / Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda / Boi Maracatu / Maracatu Águia Dourada / Urso do Bairro Novo do Ribeirão / Clube de Alegorias e Críticas O Homem da Meia-noite / Nação do Maracatu Aurora Africana / Sambadeiras)<br />
20h30 &#8211; LOUVAÇÃO NOITE PARA OS TAMBORES SILENCIOSOS DE OLINDA EM RECIFE (Maracatu Carnavalesco Misto Leão Coroado / Maracatu de Baque Virado Nação De Luanda / Maracatu Nação Estrela de Olinda / Maracatu Nação Camaleão / Maracatu Nação Maracambuco / Maracatu Nação Pernambuco / Maracatu Nação Tigre)</p>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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