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	<title>Portal Cultura PE &#187; BALANÇO</title>
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		<title>Governo de Pernambuco injeta R$ 42 milhões no ciclo junino em todo o Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 18:27:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118725" aria-labelledby="figcaption_attachment_118725" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco2-foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-118725" alt="Cortejo Brincantes de Pernambuco foi uma das ações do Governo de Pernambuco durante o ciclo junino. Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco2-foto-Daniela-Pedrosa-Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejo Brincantes de Pernambuco foi uma das ações do Governo de Pernambuco durante o ciclo junino. Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p>Festa de cores, música, quadrilhas e comidas deliciosas, o São João é o ciclo festivo mais esperado por muitos pernambucanos e se espalha por todo o Estado. E o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), investe na realização de uma das festas mais tradicionais do Estado, que revela a alma do povo pernambucano por meio da sua rica cultura, tendo ainda grande impacto econômico e no turismo.</p>
<p>São convênios, apoios a municípios, contratações artísticas e ações como o Brincantes nas Escolas e os cortejos Brincantes de Pernambuco, que contemplam mais de 100 municípios, somando R$ 42 milhões de investimento das pastas estaduais da Cultura e do Turismo no ciclo junino em 2025.</p>
<p>“Um ciclo junino que investe recursos em municípios de todas as regiões do Estado, apoiando os festejos locais e prestigiando a cultura popular, de forma transparente e democrática. Esse é o São João da nossa gestão, que reforça o compromisso da governadora Raquel Lyra e da Secult com a essência cultural de Pernambuco, fazendo um grande evento que valoriza nossas raízes e movimenta a economia e o turismo”, define a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>Uma das principais ferramentas de apoio aos municípios é a contratação das atrações artísticas das programações locais, que garantem a festa. Mais de 95% das atrações contratadas pelo Governo de Pernambuco para o ciclo junino de 2025 foram selecionados por meio de edital público, garantindo um processo transparente e privilegiando as tradições do período, com trios de forró pé de serra, quadrilhas juninas, grupos de xaxado, bacamarteiros, bandas de pífanos, bois e outros.</p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco aportou recursos em municípios que promovem grandes festejos juninos, como Caruaru, Gravatá, Surubim, Carpina, Arcoverde e Santa Cruz do Capibaribe, além de Petrolina, Limoeiro, e Araripina, entre outros. Além de apoios aos municípios, a Fundarpe investiu em eventos e encontros tradicionais do calendário junino, a exemplo da 20º Caminhada do Forró do Recife, a 60ª Edição do Coco de Xambá, em Olinda, o IV Encontro Estadual de Cavalo Marinho de Condado e a 13ª Caminhada de Forró de Arcoverde, além de vários eventos das tradicionais comidas gigantes de Caruaru e muitos outros em diferentes cidades espalhadas por todos os cantos de Pernambuco. A pasta de Cultura investiu ao todo R$ 27 milhões.</p>
<p>“O ciclo junino de 2025 reafirmou o compromisso do governo Raquel Lyra com a valorização da cultura popular e a interiorização das políticas públicas de cultura, através do apoio às festas tradicionais em todas as regiões do Estado, a consolidação dos cortejos, além das ações em 150 escolas da rede estadual de ensino. São ações que refletem uma gestão comprometida com a preservação, difusão e dinamização do patrimônio imaterial pernambucano, que pulsa nas ruas, palcos e terreiros de todo Estado”, avalia a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>A Setur-PE e a Empetur também investiram pesado para fazer do São João de Pernambuco 2025 um momento inesquecível. Ao todo, R$ 15 milhões já foram destinados ao ciclo junino, que segue até o dia 13 de julho com ações por todo o Estado. “É um marco para o turismo e para a cultura de Pernambuco. O trabalho liderado pela nossa governadora Raquel Lyra tem dado bons resultados, ano após ano. Nosso São João cresceu em participação popular, movimentação econômica e projeção nacional. Estamos falando de uma festa que movimenta o Estado inteiro, do Sertão ao Litoral, com geração de emprego e renda para milhares de pernambucanos”, comemorou o secretário de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba.</p>
<p>Para o presidente da Empetur, Eduardo Loyo: “O São João de 2025 mostrou, com números e emoção, o poder transformador do turismo em Pernambuco. Vivemos uma temporada histórica, em que a ocupação hoteleira chegou ao limite, a circulação de visitantes se espalhou por todas as regiões e a economia local foi fortemente impulsionada. Esse resultado é reflexo direto do trabalho sério e comprometido do Governo Raquel Lyra, que tem feito do turismo uma prioridade estratégica para o desenvolvimento do Estado”.</p>
<p>Ao todo, o Governo de Pernambuco apoiou diretamente mais de 100 municípios, com ações de Cultura, Turismo, Segurança e Saúde, fazendo de Pernambuco, no período junino, a capital do Brasil.</p>
<p><b>Brincantes nas escolas</b></p>
<p>O Brincantes nas Escolas é uma parceria da Secretaria de Cultura e Fundarpe com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE) que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o ambiente escolar. No São João 2025, foram nove dias de programação, contemplando 82 municípios de todas as regiões do Estado, entre 10 e 26 de junho.</p>
<p>Ao todo, 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois visitaram 150 escolas da rede estadual de ensino. Entre os grupos estão a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano e Reisado do Inhanhum, entre outros, que se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas, valorizando as expressões culturais locais.</p>
<p>É o segundo ano do projeto, que significa também acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+.</p>
<p><b>Cortejos Brincantes de Pernambuco</b></p>
<p>Após circular pelo REC’n&#8217;Play, em 2023, no Festival Pernambuco Meu País, em 2024, e nos dois últimos ciclos carnavalescos, o Cortejo Brincantes de Pernambuco chegou pela primeira vez ao período junino. O projeto aportou, em 2025, nos municípios de Limoeiro (21 de junho), Salgueiro (22), Arcoverde (23) e Carpina (28).</p>
<p>A ação leva bacamarteiros, quadrilhas juninas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois, que saem em cortejo pelas ruas das cidades contempladas proporcionando a turistas e à população em geral uma verdadeira imersão nas variadas manifestações da cultura pernambucana.</p>
<p><b>Casa da Cultura</b></p>
<p>A Casa da Cultura – Luiz Gonzaga, equipamento gerido pelo Governo do Estado, por meio da Secult-PE e Fundarpe, celebrou o ciclo junino com uma programação especial e gratuita. De 17 a 21 de junho, o espaço foi tomado por apresentações de bandas de pífano, trios de forró e pé-de-serra e bacamarteiros, além de exposições de moda e artesanato.</p>
<p>Turistas, visitantes e excursionistas curtiram as apresentações dos trios Mistura Nordestina,Tareco e Mariola e Amizarte; da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba; do duo João do Pife e a Banda Dois Irmãos; da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo – Soba; e dos Batalhões 74 e 19 – Flor de Lis.</p>
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		<title>Caruaru viveu dias de cultura pulsando por toda a cidade com o Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/joãogomeseduardocunha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112188" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/joãogomeseduardocunha-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Se o país é Pernambuco, Caruaru virou a capital da cultura no último final de semana. As centenas de atrações espalhadas pelos 19 polos do Festival Pernambuco Meu País, realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio Secretaria de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, em diversos pontos da cidade fizeram a capital do Agreste pulsar vida e arte por três dias, dos grandes shows no Pátio de Eventos aos cortejos da nossa cultura popular, passando ainda pelo cinema, artes visuais, gastronomia, teatro, dança, circo, moda e outras expressões culturais.</p>
<p>O palco Pernambuco Meu País, localizado no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, reuniu quase 100 mil pessoas nos três dias, segundo dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE). A noite de abertura contou com o espetáculo homônimo ao festival, homenageando Naná Vasconcelos e Abelardo da hora, seguido pela cumbia da Academia da Berlinda, as canções marcantes de Lenine e o pagode romântico do carioca Dilsinho, um grande encontro de ritmos que marcou tanto quem estava na plateia, como quem estava em cima do palco.</p>
<p>“Eu me sinto muito privilegiado de participar de um festivais multiculturais como esse. Eu mesmo sou muito fã do Lenine, por exemplo, e assisti o show dele. E agora tendo essa oportunidade de levar minha música para lugares novos é o que me mantém vivo, tocar em palcos com vários artistas de vários segmentos, que acabam fazendo parte da minha identidade musical”, afirmou o cantor Dilsinho pouco antes do show.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/dilsinhosilla.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112186" alt="Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/dilsinhosilla-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>E a segunda noite mostrou porque Caruaru é conhecida como a capital do Forró. Do próprio solo caruaruense veio a Zé do Estado para abrir a noite, que ainda contaria com a recifense Forró na Caixa, a poderosa sanfona do sergipano Mestrinho, e o piseiro do ilustre filho de Serrita que atende por João Gomes.</p>
<p>Já a última noite foi dedicada à MPB e a celebração das grandes vozes da música brasileira. A pernambucana Joanah Flor fez a abertura da noite, que ainda contaria com a gaúcha Filipe Catto fazendo um arrebatador show celebrando Gal Costa, além da veterana Ana Carolina cantando os sucessos de Cássia Eller e os seus, e Maria Gadú encerrando a programação caruaruense do palco.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/mariagadydani.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112190" alt="Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/mariagadydani-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Um país das artes</strong></p>
<p>Mais cedo ali perto, a Estação Ferroviária recebia o País das Culturas Populares, com uma programação voltada ao poder das expressões culturais populares do estado. País este que também estendeu suas fronteiras para diversos pontos da cidade, como o Alto do Moura, o Marco Zero da cidade, o Monte Bom Jesus e a Feira de Caruaru, que receberam diversos cortejos de Cultura Popular, abraçando expressões do maracatu, boi, caboclinhos, bacamarte, ciranda, blocos carnavalescos, cirandas, bandas de pífanos e diversas outras expressões.</p>
<p>No último dia, por exemplo, o Boi da Macuca fez um cativante cortejo pelas vias do Alto do Moura, levando o público para celebrar uma das grandes forças da cultura popular pernambucana. “Participar deste cortejo no Alto do Moura está sendo bem gratificante para a Macuca, porque tem relação com a cultura popular e promove a música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Toda iniciativa para fomentar a cultura popular e interagir com música contemporânea, é sempre muito salutar. Cultura vive disso, e vai se movendo com o tempo. Essa oxigenação no estado todo é muito saudável”, avaliou o diretor da Macuca, Rudá Rocha.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/macuca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112189" alt="Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/macuca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Outros pontos icônicos de Caruaru também se transformaram em novos países. O polo gastronômico da Feira de Caruaru se transformou no País da Cultura Alimentar, com chefes de cozinha, pesquisadores e professores encantando os transeuntes com cheiros, sabores e muitos conhecimentos sobre a culinária pernambucana, nordestina e brasileira, a partir de vozes como a da chef Carmen Virgínia e da pesquisadora Rozélia Bezerra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/carmendani.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112185" alt="carmendani" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/carmendani-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Ali pertinho, a Casa Rosada virou o País das Matrizes do Forró, como não poderia deixar de ser diferente na capital do ritmo, trazendo baião, xaxado, xote e outras vertentes para os três dias de festival. Já a ETE Nelson Barbalho abriu suas portas para o País do Cinema, com uma programação que incluiu mostras universitárias, de animação, além de exibição de filmes temáticos em parceria com a Secretaria da Mulher e a Secretaria de Meio-Ambiente e Sustentabilidade.</p>
<p>De volta a Estação, o palco-caminhão também virou nosso País da Música, com dias dedicados ao rock, pop e rap locais, agitando as noites do espaço. Por lá, passaram nomes como Bione, Okado do Canal, DJ Big, Saga HC e Romero Ferro. Fazendo fronteira com o espaço também tivemos o País do Circo Lona Alakazam, com dias inteiros dedicados a palhaçaria, ilusionismo, acrobacias e outros desdobramentos das artes circenses, recebendo nomes como nossa patrimônio vivo Índia Morena.</p>
<p>Também perto tivemos os países das Conexões Criativas e das Conexões Visuais, instalados na Estação Ferroviária, com exposições de artes visuais e fotografia, além de intervenções como as de light painting e desfile de moda. Por sua vez, a dança e o teatro estiveram presentes no País das Artes Cênicas e País das Conexões Urbanas, espalhados por teatros e praças da cidade, com apresentações como os espetáculos “Sopro d´Água”, “Na Bagagem Poesia” e “A Fantástica Fábrica de Brega Funk”.</p>
<p><strong>PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong> &#8211; O Festival Pernambuco Meu País passará também pelos municípios de Triunfo (16 a 18 de agosto), Arcoverde (23 a 25 de agosto) e Buíque (30 de agosto a 1º de setembro). Ao longo da programação, serão realizados shows, espetáculos teatrais e circenses, exposições visuais, mostras de cinema, intervenções artísticas e muitas outras atividades de linguagens como artesanato, design e moda, gastronomia e literatura, de forma gratuita, para todas as idades.</p>
<p>O objetivo é promover a conexão de linguagens artísticas pernambucanas e nacionais e apresentar à população do estado e turistas, de forma lúdica e comunicativa, uma conexão entre as regiões, cidades, identidades, gêneros, conceitos artísticos e dinâmicas do fazer de um povo que, historicamente, tem sua cultura como parte da identidade de estado-país. Ao todo, o Festival Pernambuco Meu País contará com 80% de artistas locais, beneficiando 700 mil pernambucanos de forma direta.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) em conjunto com a Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Contando ainda com apoios das prefeituras das oito cidades que receberão o evento, assim como das Secretarias de Meio Ambiente (Sema-PE), de Saúde (SES-PE), da Mulher (SecMulher-PE), de Defesa Social (SDS) e de Turismo (Setur-PE), além da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), do Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e também da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe).</p>
<p>Para mais informações, acesse www.cultura.pe.gov.br/festivalpernambucomeupais ou a conta no Instagram @festivalpernambucomeupais.</p>
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		<title>Secult-PE avalia 2023 como ano de retomada</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 13:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107514" alt="01_01" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_01-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O ano de 2023 está sendo considerado um marco de retomada para a área econômico-produtiva da Cultura em todo país. A volta do setor ao status de Ministério proporcionou a implementação de ações e políticas públicas voltadas para o incentivo e fomento da Cultura. O segundo semestre, especialmente, mostra que o setor passou a ser tratado com visão estruturante e de longo prazo. Para além dos editais sazonais e emergenciais, o lançamento da PNAB – Política Pública Aldir Blanc, veio para deixar claro o caminho que o Governo Federal pretende manter a respeito da atuação duradoura em Cultura. Em Pernambuco, os efeitos foram facilmente vistos na área também.</p>
<p>Neste primeiro ano de Governo, a Secretaria de Cultura aprofundou seu propósito cultural a partir de eixos estratégicos com objetivo da construção de uma política de estado que promova as expressões artísticas em suas diversas linguagens, fundamentada nas raízes da nossa cultura e que garanta a preservação e conservação da memória do patrimônio histórico, arqueológico, paisagístico, artístico, documental e cultural do estado. Com a intenção de garantir permanência e constância das ações de apoio aos trabalhadores do setor cultural, de fomento de iniciativas e de promoção da cultura a todos os pernambucanos, cuidou de elaborar, construir e executar essas políticas de forma democrática, inclusiva, com respeito às diferenças de raça e territorialidades e com a participação não só de gestores públicos, mas também dos fazedores de cultura.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107515" alt="01_02" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_02-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>“Os repasses via Lei Paulo Gustavo, por exemplo, significam um aporte de R$ 101 milhões na cultura de Pernambuco. Outro marco histórico foi a implantação da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, deixando de ser um incentivo emergencial e passando a ter caráter de despesa obrigatória, não podendo sofrer qualquer corte ou contingenciamento. Estão previstos R$ 15bi a serem repassados para estados, municípios e Distrito Federal até 2027. Para o receber os recursos era preciso cadastrar os planos de ação com informações como metas e as ações previstas na plataforma Transfere Gov. E Pernambuco foi um dos Estados que conseguiu 100% de adesão dos municípios. Para alcançar esse resultado, a Secult realizou um trabalho de busca ativa e auxílio aos gestores municipais, no intuito de buscar a democratização e a universalização do acesso à cultura”, explicou Cacau de Paula Secretária de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Outro ponto importante para se destacar é a adoção definitiva de políticas afirmativas e de cotas étnico-raciais no ranqueamento de classificação de editais e convocatórias, além da descentralização de investimentos garantindo que todas as macrorregiões do estado sejam contempladas em proporção justa e eficiente.</p>
<p>Houve, ainda, investimento de mais <b>de R$ 5 milhões nas culturas populares</b> nos editais da LPG, sendo um edital exclusivo de Salvaguarda das Culturas Populares, dos Povos e Comunidades Tradicionais, além de um recorte dentro do edital de Audiovisual envolvendo a temática dos Patrimônios Vivos e o Cinema São Luiz e o Theatro Cinema Guarany receberão mais de <b>R$ 4 milhões para melhorias e reformas.</b></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107516" alt="01_05" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_05-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Foram iniciados, também, os trâmites para a implantação do Mecenato Cultural de Pernambuco – MCP. O programa de renúncia fiscal surge como uma resposta às demandas do setor cultural e criativo pernambucano, abrindo-se como mais um mecanismo de fomento, em consonância com o Objetivo Estratégico 2.4 do Plano Estadual de Cultura. Amparado na Lei Nº 16.113 (2017) o MCP é uma modalidade do Sistema de Incentivo à Cultura de Pernambuco que busca fortalecer a expressão cultural através do estímulo e preservação das formas artísticas. As empresas podem destinar uma parte do imposto devido ao Estado para projetos culturais aprovados pelo programa, permitindo que utilizem recursos que seriam destinados ao pagamento de ICMS para investir em projetos, iniciativas culturais e artísticas, como espetáculos teatrais, realização de exposições, festivais, manutenção de espaços e equipamentos culturais. O Governo poderá renunciar até R$ 32 milhões/ano, o que Segundo demonstra estudos analisados, gerará um impacto financeiro na economia de 3 vezes o valor renunciado.</p>
<p>A promoção da acessibilidade, interiorização e fortalecimento da periferia na busca de democratizar políticas culturais por meio de uma relação dialógica entre estado e artistas e coletivos da periferia, está comprometida com a transformação social e com o intuito de fortalecer o pleno exercício dos direitos humanos, políticos e culturais, dando voz e escutando segmentos artísticos marginalizados, que nem sempre foram contemplados pelas políticas públicas.</p>
<p>Foram realizadas ações como o Fala Periferia, para fortalecer relações entre estado e artistas/coletivos da periferia. Já os Cine Clubes Dignus levaram o audiovisual para escolas em ações educativas e o Projeto Viva(mente)! Foi criado com o objetivo de promover acesso aos equipamentos culturais de pessoas em situação de vulnerabilidade social e psíquica.</p>
<p>Para o próximo ano, está prevista a implementação de um Calendário de Festivais do Estado e a execução de premiações multilinguagens. Será criada uma série de eventos com o objetivo de aumentar a diversidade cultural, e consequentemente, movimentar a economia criativa. Já os prêmios buscam reconhecer, valorizar, incentivar e difundir trajetórias e novos talentos da cultura popular pelo reconhecimento de suas práticas artísticas de criação, fruição, inovação assim como pela transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos técnicos, artísticos e culturais.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107518" alt="01_03" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_03-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Outros três momentos se destacaram em 2023: a parceria com o MinC na realização de encontros com patrocinadores e fazedores de cultura sobre a Lei Rouanet; a participação de Pernambucanos no Mercado das Indústrias Criativas, eu aconteceu em Belém do Pará, de 08 a 12 de novembro e a realização da 5ª Conferência Estadual de Cultura, de 24 a 26 de novembro, em Gravatá-PE.</p>
<p>MinC, em parceria com Secult-PE e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco &#8211;  Adepe, realizou eventos, no Recife, para divulgação dos efeitos positivos da Instrução Normativa do Decreto de Fomento Cultural. Foram revogadas regras estabelecidas pela gestão anterior que dificultavam o acesso aos recursos da Lei da Rouanet e foram estabelecidos procedimentos para garantir agilidade, transparência, nacionalização do fomento, democratização do acesso às artes e segurança jurídica. Os encontros reuniram cerca de 80 empresários, patrocinadores e contadores e mais de 400 fazedores de cultura. Os eventos foram transmitidos pelas redes sociais da Cultura PE com audiência 13.620.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107517" alt="01_04" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/01_04-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Conhecido como uma grande plataforma de transações comerciais e de formalização de parcerias culturais, o Mercado das Indústrias Criativas reuniu centenas de empreendedores culturais de todo o país, empresas e convidados internacionais, em dezenas de rodadas simultâneas de negócios. Foram 17 países, como Argentina, Colômbia, México, Moçambique, África do Sul, Portugal, França, Alemanha e Dinamarca. 14 empreendedores pernambucanos foram selecionados via edital federal para o evento promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). A Adepe e a Secult-PE se uniram para apoiar e potencializar as oportunidades de negócios dos  pernambucanos com treinamento ainda em Recife, confecção de catálogo digital em Português, Inglês e Espanhol, além de presença durante o evento.</p>
<p>Com ampla participação da sociedade civil e de representantes das mais diversas linguagens artísticas, a 5ª Conferência Estadual de Cultura (CEC-PE) foi um espaço de formulação de políticas culturais guiado pelo tema “Democracia e Direito à Cultura” – temática instituída pelo Ministério da Cultura (MinC) para a 4ª Conferência Nacional de Cultural, da qual a etapa estadual é integrante. Ao todo, participaram mais de 330 delegados e delegadas, representantes de 86 municípios pernambucanos e de linguagens artísticas, que elegeram 40 delegados e delegadas (27 da sociedade civil e 13 governamentais) e aprovaram 14 propostas que representarão Pernambuco na etapa nacional promovida pelo MinC, prevista para março de 2024.</p>
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		<title>Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura apresenta propostas ao MinC</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 20:19:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura reuniu-se nesta terça-feira (7), na sede do Ministério da Cultura (MinC), em Brasília. Os participantes foram recebidos pela ministra Margareth Menezes, que conduziu os trabalhos ao lado dos secretários estaduais da Cultura e dirigentes de instituições de 23 unidades federativas das cinco regiões do Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98889" aria-labelledby="figcaption_attachment_98889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulinho DF/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/corte-foto-reunião.jpg"><img class="size-medium wp-image-98889" alt="Paulinho DF/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/corte-foto-reunião-607x414.jpg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário Silvério Pessoa (primeiro da esquerda) representou Pernambuco no encontro, que aconteceu em Brasília</p></div>
<p>O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura reuniu-se nesta terça-feira (7), na sede do Ministério da Cultura (MinC), em Brasília. Os participantes foram recebidos pela ministra Margareth Menezes, que conduziu os trabalhos ao lado dos secretários estaduais da Cultura e dirigentes de instituições de 23 unidades federativas das cinco regiões do Brasil, dentre eles, Silvério Pessoa, gestor que representou Pernambuco no encontro.</p>
<p>Além da retomada do MinC, os gestores puderam discutir a preparação da Conferência Nacional de Cultura, bem como a execução das Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2. <em>&#8220;O MinC está com uma equipe muito bem preparada. Os estados e municípios vão receber um assessoria especializada para executar o orçamento previstos nas duas leis. Saímos daqui com muito otimismo para reconstrução de uma agenda para cultura do país&#8221;</em>, diz o secretário de Cultura de Pernambuco, Silvério Pessoa.</p>
<p>No encerramento, foi entregue à ministra Margareth Menezes a Carta de Brasília, na qual os gestores celebram “com as melhores expectativas” o nascimento do novo MinC e, com ele, o  &#8220;início de ciclo virtuoso para a valorização da cultura brasileira&#8221;. Veja a carta <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Carta-de-Brasília-07_02.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> na íntegra.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CoX7JMiA7g7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/CoX7JMiA7g7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p></a>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/CoX7JMiA7g7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe (@culturape)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>PROPOSIÇÕES -</strong> O Fórum considera imprescindível que o MinC priorize e empreenda esforços para a provação dos projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional especialmente, o Marco Regulatório do Fomento à Cultura (PL 3905/2021) e a regulamentação do Sistema Nacional de Cultura (PL 9474/2018).</p>
<p>Ambos são temas de grande urgência e relevância que buscam, de forma complementar, normatizar as relações entre os entes federativos, estabelecer as diretrizes para a política e a garantia dos direitos cultura.</p>
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		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe divulgam balanço das ações executadas nos últimos anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-divulgam-balanco-das-acoes-executadas-nos-ultimos-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 12:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=98178</guid>
		<description><![CDATA[Está no ar a revista de balanço da Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe. A publicação está dividida em quatro grandes capítulos, um para cada ano do último ciclo da gestão pública, com os destaques da política cultural no Estado. A edição conta ainda com artigos que dão conta dos marcos das ações em cada coordenadoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/capa-revista-cultura-PE.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-98188" alt="capa revista cultura PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/capa-revista-cultura-PE-607x453.png" width="607" height="453" /></a></p>
<p>Está no ar a revista de balanço da Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe. A publicação está dividida em quatro grandes capítulos, um para cada ano do último ciclo da gestão pública, com os destaques da política cultural no Estado.</p>
<p>A edição conta ainda com artigos que dão conta dos marcos das ações em cada coordenadoria de linguagem artística, além do Funcultura e outros segmentos, como Patrimônio Cultural. Na parte final da publicação, reeditamos uma síntese dos quatro primeiros anos do governo Paulo Câmara (2015/2018), que já havia sido publicada em 2018, apenas em <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/balanco-2015-2018-a-cultura-pernambucana-em-um-novo-momento/" target="_blank"><strong>formato eletrônico</strong></a>, no Portal Cultura PE.</p>
<p>Acesse <a href="https://issuu.com/home/published/revista_cultura_pe_27.12.2022" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a publicação na íntegra. Boa leitura!</p>
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		<item>
		<title>Encerramento do 13º Festival de Cinema de Triunfo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encerramento-do-13o-festival-de-cinema-de-triunfo/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 18:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<category><![CDATA[13º Festival de Cinema de Triunfo]]></category>
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		<category><![CDATA[encerramento]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de dois anos sem realização, o Festival de Cinema de Triunfo retornou ao Theatro Cinema Guarany para a sua 13º edição, exibindo curtas e longas metragens de todo o Brasil no Sertão do Pajeú. Com cinco dias de programação, o Festival voltou a celebrar o audiovisual brasileiro. Além das exibições de filmes e mostras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dois anos sem realização, o Festival de Cinema de Triunfo retornou ao Theatro Cinema Guarany para a sua 13º edição, exibindo curtas e longas metragens de todo o Brasil no Sertão do Pajeú.</p>
<p>Com cinco dias de programação, o Festival voltou a celebrar o audiovisual brasileiro. Além das exibições de filmes e mostras competitivas de curtas e longas-metragens, o festival contou também com debates e oficinas. Aperte o play e confira um pequeno balanço do evento.</p>
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		<title>Secult-PE avalia o FIG como o festival da retomada, da circulação da arte, da cultura e da alegria em todo Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-avalia-o-fig-como-o-festival-da-retomada-da-circulacao-da-arte-da-cultura-e-da-alegria-em-todo-estado/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 19:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2022]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais do que números superlativos, a edição do Festival de Inverno de Garanhuns tem como marca indelével a volta de um sentimento de prazer único que só a apreciação da arte e a experiência cultural proporcionam. Depois de dois anos de pandemia e de paralisação de todas as atividades, sobretudo as que proporcionam aglomeração (como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95754" aria-labelledby="figcaption_attachment_95754" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-mestre-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95754" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-mestre-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em média, 1,4 milhão de pessoas circularam pela cidade nos últimos dias</p></div>
<p>Mais do que números superlativos, a edição do Festival de Inverno de Garanhuns tem como marca indelével a volta de um sentimento de prazer único que só a apreciação da arte e a experiência cultural proporcionam. Depois de dois anos de pandemia e de paralisação de todas as atividades, sobretudo as que proporcionam aglomeração (como é a característica intrínseca dos eventos), a tradução do êxito do FIG 2022 está definitivamente no que ele proporcionou aos seus milhares de apreciadores: o prazer de rever seus artistas preferidos, mas também todas as possibilidades de se abrir ao desconhecido: artistas, estéticas, tendências, pensamentos.</p>
<p>Estar no FIG é respirar arte vinte e quatro horas por dia, é portanto aprender, transformar pensamentos e impregnar-se das melhores emoções e experiências. Esse ano, o festival saltou para oferecer em torno de 850 atrações, distribuídas em 25 espaços de programação, espalhados por toda cidade. Da manhã até a madrugada, sob uma temperatura que podia chegar aos 15º, o público pode conferir atrações de todos os segmentos da cultura: música, cultura popular, artes visuais, design, moda, fotografia, cinema, gastronomia, artesanato, teatro, circo, dança e literatura. Em paralelo, uma robusta programação de formação cultural, com workshops, seminários e oficinas. Desde seus primeiros anos, o FIG sempre foi uma plataforma de construção de novos saberes e fazeres.</p>
<p>Um investimento ainda maior do Governo de Pernambuco garantiu para essa edição especial de 30 anos mais de 850 contratações artísticas &#8211; envolvendo um universo de milhares de artistas e grupos majoritariamente pernambucanos. Por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), tendo como parceiro a Prefeitura de Garanhuns, o FIG 2022 deu a largada com a programação no Palco Mestre Dominguinhos, polo com a maior concentração de público e que teve a esplanada lotada em vários dias. Segundo a organização, a média diária de plateia foi na casa dos 45 mil pessoas. Durante os 17 dias, a organização estima que cerca de 1,4 milhão de pessoas circularam pela cidade, um recorde de público do festival.</p>
<p>Em polos como a Lona de Circo Índia Morena, Praça da Palavra, Cine Eldorado, Armazém das Artes e Negócios, Polo Estação, Centro de Produção Cultural Tecnologia e Negóciosdo Sesc (com ações de Gastronomia, Dança, Plataforma FIG), e Galeria Casa Galpão houve lotação de público em diversas sessões. O 30º FIG termina consagrado como o mais importante evento do calendário artístico e cultural de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_95755" aria-labelledby="figcaption_attachment_95755" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diogo Fernandes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-mestre-dominguinhos-foto-diogo-fernandes-secult-pe-fundarpe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95755" alt="Diogo Fernandes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-mestre-dominguinhos-foto-diogo-fernandes-secult-pe-fundarpe-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Maior polo cultural do FIG, o Palco Mestre Dominguinhos registrou recorde de público em vários dias do evento</p></div>
<p><em>“A qualidade artística do FIG é inquestionável, mas o que mais me impressiona é essa potência que o FIG é enquanto um evento que promove a troca, a união, a reunião, o compartilhamento de ideias, a circulação de múltiplas estéticas, e acima de tudo, dentro de um clima de paz, de amizade, de irmandade, é um evento que promove uma transformação em quem nele mergulha. O FIG é um formador de novos públicos e contribui para uma compreensão maior sobre a formação da identidade do nosso povo”</em>, destaca Oscar Barreto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p><strong>PARCEIROS -</strong> Este ano, o FIG também contou com os apoios da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco (Setur-PE), por meio da Empetur, Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe) e Moda Autoral de Pernambuco (Mape), Conservatório Pernambucano de Música, além da parceria com Sesc-PE e Sebrae-PE.</p>
<p>Como novidade este ano, foram oferecidas programações especiais e ações descentralizadas nos distritos de Iratama, Miracica e São Pedro, em Garanhuns, além da volta do Polo Castainho, no Quilombo Castainho (Zona Rural do município). Outro local que teve destaque na 30ª edição do FIG foi o CPC/Sesc, espaço recém-inaugurado no município que foi palco de uma série de atrações das linguagens de teatro, dança, gastronomia e audiovisual, assim como ações de formação e a Plataforma FIG.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO -</strong> Em 2022, o FIG reafirmou seu perfil formador, seu compromisso com a produção do conhecimento e com o papel transformador da cultura na vida das pessoas. Na sua 30ª edição, o Governo de Pernambuco em parceria com o Sesc-PE, a UFAP, Aesga – Casa dos Saberes, a Funase, o Quilombo de Castainho e coletivos indígenas, promoveu seminários, rodas de diálogo, palestras e exposições. Alguns exemplos de oficinas a serem oferecidas são sobre grafite e pintura; montagem de brinquedos; de break e dança de rua; restauro de roupas; seleção de modelos; culinária pernambucana; rimas e métricas; acrobacia; fotojornalismo para eventos; contação de histórias; técnica de palco e som; elaboração de projetos culturais e criação de podcasts.</p>
<p><strong>PLATAFORMA -</strong> A programação na Plataforma FIG, espaço de circulação da produção cultural pernambucana em conexão com outros territórios e novos mercados de negócios, também mereceu destaque. Este ano, a Plataforma FIG contou com uma série de workshops de produção artística e direitos autorais e as mesas de discussão: Do mangue ao meta (verso); Do off-line para o digital – a transição da comunicação e religando os sons – festivais de música: a retomada. As ações contaram com a participação de artistas, jornalistas, articuladores culturais e representantes de festivais de diferentes pontos do Brasil.</p>
<p><strong>CULTURA POPULAR -</strong> Começando no dia 22 e seguindo até o 31 de julho, a programação do Polo de Cultura Popular veio com destaques como os Patrimônios Vivos de Pernambuco Mestre Galo Preto, a Troça Cariri Olindense, Clube Elefante de Olinda e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo. Ao todo, 80 atrações das mais diversas expressões da Cultura Popular subiram no palco localizado no Centro Comercial de Garanhuns.</p>
<p><strong>HOMENAGEADOS -</strong> Seguindo a tradição de homenagear grandes nomes da cultura pernambucana e nacional, o 30º Festival de Inverno de Garanhuns prestou uma série de tributos a artistas e movimentos culturais importantes. Dentre eles, os 30 anos do Movimento Manguebeat; Banda de Pífanos Folclore Verde do Castainho; o bailarino e Patrimônio Vivo do Estado André Madureira; a atriz Geninha da Rosa Borges, o fundador do Boi da Macuca, Zé da Macuca, os músicos Henrique Annes, Guitinho da Xambá e Paulo Rafael, falecidos recentemente; e a Patrimônio Vivo do Estado Índia Morena, que teve seu nome estampado na lona de circo do FIG. Já a Praça da Palavra, espaço literário do FIG, recebeu o nome da escritora mineira Maria Carolina de Jesus, autora responsável pela célebre obra “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, publicada em 1960.</p>
<p><em>“Uma marca desta edição é a diversidade. A possibilidade que o Governo de Pernambuco dá ao público de poder assistir espetáculos nas mais diversas linguagens é o que mais me emociona e me impulsiona a coordenar este festival, porque acredito muito na força transformadora da cultura. A força do FIG está não apenas no entretenimento que promove – shows, concertos, espetáculos, exposições, capacitações, seminários e encontros diversos -, mas também no fato de ser uma vitrine do que de mais atual está sendo produzido pelos artistas nacionais, das mais variadas linguagens da arte. E a força que o FIG tem enquanto impulsionador da cultura, da economia da cultura e para trabalhar o olhar do público”</em>, avalia André Brasileiro, curador e coordenador-geral do FIG 2022.</p>
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		<title>22ª Fenearte movimenta mais de R$ 40 milhões em 12 dias de evento</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/22a-fenearte-movimenta-mais-de-r-40-milhoes-em-12-dias-de-evento/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[22ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[BALANÇO]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Nacional de Negócios do Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[fenearte]]></category>

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		<description><![CDATA[A 22ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) chega a seu último dia neste último domingo (17) com registro de grande público e artesãos celebrando boas vendas nos 12 dias de evento. A feira celebrou os 30 anos do Manguebeat, movimento que surgiu em Pernambuco e reverberou no mundo inteiro. Nesta edição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95078" aria-labelledby="figcaption_attachment_95078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hélia Scheppa/SEI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Fenearte-2-Hélia-Scheppa-SEI-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-95078" alt="Hélia Scheppa/SEI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Fenearte-2-Hélia-Scheppa-SEI-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Feira Nacional de Negócios do Artesanato atraiu 300 mil pessoas, durante 12 dias de evento</p></div>
<p>A 22ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) chega a seu último dia neste último domingo (17) com registro de grande público e artesãos celebrando boas vendas nos 12 dias de evento.</p>
<p>A feira celebrou os 30 anos do Manguebeat, movimento que surgiu em Pernambuco e reverberou no mundo inteiro. Nesta edição histórica, a Feira enalteceu a riqueza cultural do artesanato e o seu potencial de negócios com uma extensa programação: salões de arte, exposições, desfiles de moda, oficinas gratuitas, rodas de conversas, aulas de gastronomia, visitas guiadas e uma ampla grade de atrações artísticas promovida pela Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; Fundarpe.</p>
<p>Este ano marcaram presença cerca de 5 mil expositores distribuídos em 700 espaços, em uma área de 30 mil m². Com investimento de R$ 7 milhões, o evento gerou cerca de 2,5 mil postos de trabalho temporários e uma movimentação financeira que superou os R$ 40 milhões. Considerando a pluralidade da produção artesanal do Estado, a robusta participação de Pernambuco na Fenearte foi de 80%. Outros expositores de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal marcaram presença nesta vigésima segunda edição apresentando um rico panorama da produção artesanal do país. Contando ainda com o setor internacional que trouxe 26 países, entre eles Angola, Japão, China, Egito, Emirados Árabes, Filipinas, Peru, Turquia e Tailândia.</p>
<p><strong>OFICINAS -</strong> Mestres do artesanato compartilharam seus ofícios com diversas gerações em oficinas gratuitas, gerando, assim, rodas de diálogo e a prática das mais diversas atividades, indo muito além da teoria. Ao todo, 1.286 pessoas participaram de 14 oficinas. E foram elas: Iniciação na Arte da Xilogravura; Oficina de Xilogravura; Canivete Recifense; O Som do Barro; Modelagem Manual: Entrelaçando História Através do Barro; String Ar; Confecção de Saberes do Mamulengo; Serigrafia Artesanal Manguetown; Personalize com Serigrafia; Sementes e ráfia, estética natural através de BioJóias; Caranguejo com Cérebro &#8211; O manifesto; Cianotipia: impressões artesanais com a luz do sol; Renda Renascença; Lembrando e fazendo a revolução: oficina de lambe – lambe e Pingouin.</p>
<p><strong>RODADA DE NEGÓCIOS -</strong> O Sebrae/PE divulgou o resultado dos negócios realizados ao longo de três dias de feira. Participaram 40 lojistas e 40 artesãos. Por meio de 70 encontros, a movimentação financeira total foi superior a R$ 1,5 milhão, entre compras efetivas no evento e negociações.</p>
<p><strong>PRÊMIO ACLAMAÇÃO -</strong> E como todo grande evento, não poderiam faltar as premiações que são o reconhecimento dos talentos, trabalhos e esforços dos artistas e artesãos. Mais de 22 mil pessoas votaram no Prêmio Aclamação de voto popular e escolheram suas peças favoritas no 17° Salão de Arte Popular Ana Holanda, no 6° Salão de Arte Popular Religiosa e na 15° Galeria de Reciclados. As obras vencedoras foram, respectivamente: &#8220;Movimento Manguebeat e Mestre Vitalino é arte e cultura&#8221;, do artista Emanuel Rodrigues, com 998 votos; Zé Galdino que criou o trabalho “Deus Negro”, que recebeu 1.028 votos e “Os Reis do Sertão” do artista Júlio Rocha com 4.882 votos. Os três receberam troféus entregues pelo governador Paulo Câmara.</p>
<p><strong>PRAÇAS DE DESCANSO -</strong> Espaços “instagramáveis” e ponto alto da feira, as praças de descanso espalhadas no percurso foram bastante elogiadas. A iniciativa é fruto de uma parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) Seção Pernambuco, que selecionou seis projetos criados por estudantes de arquitetura para ambientação das praças de descanso. Três projetos ficaram nos três primeiros lugares: Praça 1 (Centro Universitário Unibra); Praça 3 (Centro Universitário Unibra) e Praça 2 (Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE).</p>
<p><strong>COZINHA FENEARTE -</strong> Pelo segundo ano consecutivo, a Cozinha Fenearte foi um dos destaques dentro da programação, apresentando aulas de gastronomia ministradas por 16 chefs pernambucanos. Foram receitas inspiradas na temática Mangue, apresentadas ao vivo, cheias de sabor e criatividade, com dicas culinárias valiosas de quem domina o que faz. Esta edição recebeu chefs renomados como Negralinda; Natalia Bar do Cabo; Edson Fly; Claudemir Barros; Yuri Machado; Cesar Santos; Luiz Carlos; Rapha Vasconcelos; Alfredo Candido; Nina Bukhardt; Thiago das Chagas; Renan Yamachida; Danilo Vieira; Luiz Paz; Gi Nacarato e o Buffet Pizza Maker Down, comandado por jovens com síndrome de down.</p>
<p><strong>PASSARELA FENEARTE -</strong> A produção pernambucana de moda autoral foi fortemente representada na feira. A Passarela Fenearte apresentou as criações de estudantes de moda, estilistas locais e projetos sociais que trouxeram coleções elaboradas tendo o Manguebeat como inspiração. A abertura contou com o desfile da Loja de Moda Autoral de Pernambuco – Mape contando com show do cantor pernambucano Almério. Na programação da Passarela, seguiram-se os desfiles do Senac Recife; Instituto Mix; UNIFBV; Unicost; Unifavip; UFPE Caruaru; Senai Paulista; GRAUP; Secretaria da Mulher de Pernambuco – por meio dos projetos Arte da Terra / Raízes da Arte e da Cooperativa de Costura e Confecção de Paudalho / Entre elas; Quilombolas de Conceição das Crioulas; Ventos e Deriva.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> Este ano, as ações de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência foram ampliadas na Fenearte. Foram oferecidas visitas guiadas gratuitas com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, com deficiência sensorial ou com distúrbios de atenção. Ao todo, 123 pessoas com deficiência participaram das visitas guiadas na soma de todos os dias da Feira. Outro reforço foi a disponibilização de cadeiras de rodas para facilitar o acesso e o passeio no Pavilhão. Muita simpatia reforçou o serviço diferenciado do Projeto Pizza Maker Down, que trouxe profissionais com Síndrome de Down que produziram e comercializaram pizzas de diversos sabores no Mezanino. Também foi disponibilizada programação com transcrição em braile. Além disso, dentro da política de acessibilidade da Fenearte, este ano, 10% da equipe contratada para trabalhar no evento possui deficiência e atua no apoio de diversas áreas da feira.</p>
<p><strong>SUSTENTABILIDADE -</strong> Todo o material reciclável produzido pela feira foi coletado pela Cooperativa Palha de arroz/Secretaria da Mulher do Recife: A Cooperativa Ecovida Palha de Arroz é primeira cooperativa exclusivamente formada por mulheres no Brasil e atua na área da reciclagem desde 2016. O galpão está localizado no bairro de Campo Grande no Recife.</p>
<p><strong>REALIZAÇÃO -</strong> A Fenearte é uma realização do Governo do Estado por meio da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe) / Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC); da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur) / Secretaria Estadual de Turismo; da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria Estadual de Cultura.</p>
<p>Patrocinadores: Copergás, Bradesco e Jeep I Stellantis. Apoio: Rede Globo, Shopping Tacaruna, Sebrae, CIPEC, AGE, Coca-Cola, Shopping RioMar, Programa do Artesanato Brasileiro, Conselho de Arquitetura e Urbanismo e Artesanato de Pernambuco</p>
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		<item>
		<title>Em ano difícil, Fundarpe avalia como positiva a retomada dos investimentos na cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-ano-dificil-fundarpe-avalia-como-positiva-a-retomada-dos-investimentos-na-cultura/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2021 16:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[BALANÇO]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo canuto]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da fundarpe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=90097</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo num período de dificuldades por conta da Covid-19, a classe artística do Estado recebeu do Governo de Pernambuco um olhar atento às necessidades de um setor que foi economicamente afetado pelas restrições sociais causadas pela pandemia. Ao longo de todo o ano de 2021, em especial no segundo semestre, foram realizadas várias ações promovidas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90098" aria-labelledby="figcaption_attachment_90098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Marcelo-Canuto_Foto-de-PH-ReinauxFundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-90098" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Marcelo-Canuto_Foto-de-PH-ReinauxFundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto faz balanço das ações desenvolvidas ao longo de 2021</p></div>
<p>Mesmo num período de dificuldades por conta da Covid-19, a classe artística do Estado recebeu do Governo de Pernambuco um olhar atento às necessidades de um setor que foi economicamente afetado pelas restrições sociais causadas pela pandemia. Ao longo de todo o ano de 2021, em especial no segundo semestre, foram realizadas várias ações promovidas pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com o objetivo de dar suporte e assistência financeira ao setor cultural, um dos mais prejudicados com a pandemia.</p>
<p>Mais recentemente, com o avanço da vacinação e diminuição dos casos de Covid-19 em Pernambuco, foi promovida uma série de iniciativas em prol da retomada das ações culturais em Pernambuco, com investimentos em diversos municípios do Estado e a realização de atividades nos equipamentos culturais, fomentando manifestações artísticas ligadas à cultura popular e a grupos e artistas ligados aos ciclos do Carnaval e São João. Somando apenas os investimentos na cadeia produtiva do setor, a Fundarpe investiu R$ 48,7 milhões em 2021. Se forem incluídos os gastos com custeio (custos de manutenção dos equipamentos e folha salarial, entre outros), chega-se a R$ 70 milhões executados este ano.</p>
<p><em>“Após a fase mais aguda da pandemia, a Fundarpe retomou gradativamente as atividades culturais tendo como foco as manifestações da cultura popular pernambucana e na cena artística local, a descentralização das atividades e o respeito às exigências de controle sanitário por parte do Governo de Pernambuco”</em>, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p><em>“O ano foi proveitoso em relação à preservação do patrimônio, com a aprovação de três manifestações como Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil, título concedido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional): o Repente, a Ciranda do Nordeste e as Matrizes de Forró. Agora Pernambuco conta com 14 das 52 manifestações culturais registradas pelo Iphan, o que destaca a força cultural daqui”</em>, ressalta Canuto.</p>
<p><em>“Também tivemos a titulação dos vencedores da 16ª edição do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE) durante a 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. O edital do RPV-PE passará a contar anualmente, a partir de 2022, com dez bolsas vitalícias (que correspondem a R$ 1.600,00 para pessoa física e R$ 3.200,00 para grupos) voltadas para mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana”</em>, celebra Canuto.</p>
<p>“O Governo, por meio da Fundarpe, promoveu ainda auxílios emergenciais para artistas e grupos do Ciclo Carnavalesco e do Ciclo Junino, somando mais de R$ 5,5 milhões em investimentos diretamente na ponta. Além disso, tivemos cinco editais do Funcultura (Audiovisual, com dois; Geral; Música e Microprojeto Cultural), totalizando R$ 37 milhões em investimentos na cadeia produtiva do Estado”, destaca Canuto.</p>
<p>Outra importante iniciativa foi a premiação de dois editais para a cadeia produtiva da cultura em Pernambuco, o 5º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia (categorias Teatro Adulto; de Animação; para Infância; Mestres/Mestras; e Grupos/Comunidades), com R$ 150 mil em premiações, e o 6º Prêmio Ayrton de Almeida de Carvalho de Preservação Cultural, com as categorias: Formação (Ações Educativas); Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural, totalizando R$ 90 mil.</p>
<p>Confira abaixo mais detalhes:</p>
<p><strong>RETOMA CULTURA -</strong> A retomada se deu a partir de várias iniciativas realizadas a partir de novembro, como o Natal das Tradições, distribuído em 12 municípios do Estado, e que tem o objetivo de prestar um apoio e fomento às tradições da cultura popular para a comemoração do Natal.</p>
<p>A Fundarpe também apoiou programações tradicionais em todas as regiões pernambucanas, como o Balaio Cultural (Sertão), Sambada de Pontezinha (RMR), 21º Encontro de Coco (RMR), 42º Festival de Violeiros de Gravatá (Agreste), Festival Viva Gonzagão, em Exu (Sertão), entre outros.</p>
<p>Outro evento importante realizado na semana passada foi o I Encontro das Cirandas de Pernambuco, na Casa da Cultura, reunindo mais de 35 grupos e dezenas de mestres ligados à manifestação. Aproveitando a oportunidade, houve a celebração e entrega do título de Patrimônio Cultural Imaterial oferecido pelo Iphan.</p>
<p>Em relação aos equipamentos culturais, a retomada se deu de forma gradativa, inicialmente com a reabertura dos espaços em julho deste ano, tendo o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Torre Malakoff como espaços que reabriram com exposições, e o Teatro Arraial Ariano Suassuna com espetáculos teatrais.</p>
<p><em>“Ainda nos nossos equipamentos culturais, neste mês de dezembro contratamos 38 atrações locais para se apresentarem no palco do Som na Rural instalado na Estação Central Capiba / Museu do Trem, no Museu do Estado de Pernambuco e na Casa da Cultura”</em>, ressalta o presidente da Fundarpe. Como destaques, a iniciativa contou com apresentações de Cavalo Marinho Boi Pintado, Afoxé Ogbon Obá, Flaira Ferro, Gabi da Pele Preta, Beto do Bandolim, Bia Villa-Chan, Ciel Santos, Mestre Anderson Miguel, Beto Hortis, entre outros nomes.</p>
<p><strong>FENEARTE -</strong> A participação da Fundarpe na 21ª Fenearte merece atenção especial. No evento que registrou cerca de 180 mil visitantes em seus dez dias de realização, a Fundação preparou uma programação cultural diversa com 50 artistas locais, representantes da cultura popular do Estado, além de oferecer ao público um espaço na feira para contar a história dos nossos Patrimônios Vivos.</p>
<p><em>“Todas as nossas ações culturais seguiram os protocolos de vigilância sanitária exigidos pelo Governo do Estado para que cada evento acontecesse com total segurança, como a solicitação do comprovante de vacinação completo e uso de máscaras, resguardando todos os que se fizeram presentes”</em>, avalia Canuto.</p>
<p><strong>EDITAL EMERGENCIAL DO CARNAVAL -</strong> No dia 30 de abril de 2021, foram pagos 494 auxílios emergenciais para artistas e grupos do Ciclo Carnavalesco de Pernambuco, promovido pelo Governo do Estado. O investimento foi de R$ 2,6 milhões do Tesouro Estadual. Neste edital foram contemplados artistas e grupos ligados ao ciclo carnavalesco, divididos nas categorias Cultura Popular (308), Dança (9) e Música (176).</p>
<p>“Esse auxílio promovido pelo Governo de Pernambuco atendeu prioritariamente as manifestações típicas do Ciclo Carnavalesco, como grupos de afoxé, blocos líricos, bois, caboclinhos, cavalo marinho, cirandas, clubes de alegorias, coco, escolas de samba, maracatus, tribos, troças, ursos, entre outros”, conta Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>EDITAL EMERGENCIAL JUNINO -</strong> Artistas e grupos que se apresentaram no Ciclo Junino de 2019 receberam um auxílio emergencial, promovido pelo Governo de Pernambuco. “Ao todo, 387 proponentes pernambucanos foram contemplados pelo auxílio que visava beneficiar artistas e grupos culturais da tradição junina de todo o Estado, impedidos de promover suas atividades por conta da pandemia da Covid-19”, explica o presidente da Fundarpe.</p>
<p>Foram distribuídos mais de R$ 2,9 milhões de recursos do Tesouro Estadual no Auxílio Emergencial do Ciclo Junino de Pernambuco. As propostas aprovadas no edital estavam divididas nas categorias: Cultura Popular, Dança e Música. Os valores, pagos em parcela única, variaram do piso de R$ 3 mil ao teto de R$ 15 mil &#8211; de acordo com o edital, o valor do Auxílio Emergencial Ciclo Junino de Pernambuco correspondeu a 60% do último cachê recebido pelo artista ou grupo cultural, por meio de contratação realizada pela Fundarpe ou Empetur nos Ciclos Juninos. Os artistas e grupos selecionados representam 56 municípios pernambucanos, cobrindo todas as regiões do Estado.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO IMATERIAL -</strong> Este ano, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Iphan) aprovou o registro de três bens: o Repente; a Ciranda do Nordeste; e as Matrizes de Forró, bem como também aprovou a revalidação do Frevo e da Feira de Caruaru.</p>
<p>Com o registro, o Repente, a Ciranda do Nordeste e as Matrizes de Forró ficam inscritas no Livro das Formas de Expressão e têm garantido o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda de um conjunto de bens culturais, saberes, fazeres e formas de expressão que representa.</p>
<p>Pernambuco agora soma 14 bens imateriais registrados dentre os 52 titulados pelo Iphan: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengos, Caboclinho e Literatura de Cordel, Ciranda do Nordeste, Repente e Matrizes do Forró.</p>
<p><em>“As informações referentes às recomendações de salvaguarda dos bens registrados, como melhoramento de sede, espaços para apresentação, oficinas, entre outras ações que o fortaleçam, estão contidas nos inventários. Isto é um instrumento que o Estado, e os próprios grupos, possuem a partir de agora para trabalhar pela permanência e fortalecimento dos grupos”</em>, afirma o presidente da Fundarpe.</p>
<p>No caso da Ciranda do Nordeste, o pedido para registro no Iphan foi feito por meio da Secult-PE e Fundarpe, órgãos responsáveis, respectivamente, pela solicitação formal e pela produção do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC).</p>
<p>No âmbito estadual, este ano, a Fundarpe encaminhou o pedido de abertura de registro no Estado de alguns bens imateriais, tais como: Renda Renascença; Bandas de Pífano; Trezena de Santo Antônio de Garanhuns; Matrizes do Forró; (bem registrado por conta do registro nacional); Festa de Nossa Senhora do Morro da Conceição; Bandas Filarmônicas de Pernambuco; Bonecos Gigantes de Belém de São Francisco &#8211; Zé Pereira e Vitalina; e Festa de Nossa Senhora do Carmo.</p>
<p><em>“Este reconhecimento a nível estadual faz parte da política do Governo de Pernambuco, regulamentada por Lei, em 2018, com o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, uma legislação bastante parecida com a estabelecida por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), a nível federal”</em>, reforça Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO VIVO -</strong> O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE) chegou em 2021 à sua 16ª edição e, em agosto desde ano, a Fundarpe anunciou os seis novos selecionados no concurso anual de Registro de Patrimônios Vivos de Pernambuco. Os escolhidos receberão diploma com o título de “Patrimônios Vivos de Pernambuco” e bolsa mensal vitalícia no valor de R$ 1.600,00 (no caso de pessoa física) e R$ 3.200,00 (quando for grupo, entidade, agremiação ou associação).</p>
<p>Dentre os mais de 90 candidatos inscritos no certame, foram selecionados em 2021: Mestre Luiz Antônio (Barro – Caruaru), Maria Jacinta Sampaio da Silva (Mestra de Reisado – Santa Maria da Boa Vista), Marliete Rodrigues (Barro – Caruaru), Velho Xaveco (Pastoril – Recife), Mãe Beth de Oxum (Coco – Olinda), Caboclinho União 7 Flexas (Goiana). Desde sua criação, 75 Patrimônios Vivos foram registrados.</p>
<p>Outro destaque neste ano foi o aumento do número de bolsas anuais concedidas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana, por meio do edital do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, que foi ampliado de seis para dez em 2022. A mudança faz parte da Lei 17.489/2021, de autoria do Governo de Pernambuco e aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em novembro deste ano.</p>
<p><em>“Este momento é importante pois vemos a expansão dessa política pública em reconhecimento aos mestres da cultura popular e tradicional. O Registro do Patrimônio Vivo é um marco na história de Pernambuco e reafirma nosso compromisso com a salvaguarda dos saberes e fazeres da cultura popular e tradicional, evidenciando os grupos, mestres e mestras na transmissão geracional, e na vivência das comunidades que mantêm vivas as tradições da cultura pernambucana”</em>, celebra Marcelo Canuto.</p>
<p>O anúncio do Projeto de Lei 17.489/2021 foi feito este ano pelo governador Paulo Câmara no Dia Nacional do Patrimônio, celebrado no dia 17 de agosto, durante a programação da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Também em agosto deste ano, a Universidade de Pernambuco (UPE) promoveu a inédita entrega dos títulos de Notório Saber em Cultura Popular a mestres e mestras pernambucanos. Dos 25 contemplados, 21 também detém o título de Patrimônio Vivo, concedido pela Fundarpe. Os contemplados com o título são de áreas diversas de expressão como artesanato, música, dança, poesia, teatro, luta corporal, doçaria, saúde e educação.</p>
<p><strong>PREMIAÇÕES -</strong> O 6° Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (Nas categorias Formação, Acervos Documentais e Memória Cultural e Promoção e Difusão), capitaneado pela Fundarpe, teve processo de inscrições 100% digital e contou com 67 inscrições de 35 municípios pernambucanos. Ao todo, a iniciativa distribuiu R$ 90 mil entre os projetos vencedores.</p>
<p>Já em novembro deste ano foi anunciado o resultado do 5º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. Ao todo, foram selecionados 18 premiados nas categorias Teatro Adulto; de Animação; para Infância; Mestres/Mestras; e Grupos/Comunidades. As premiações variam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.</p>
<p><em>“Com estes prêmios contribuímos para o fortalecimento da cena teatral no Estado, além de cuidar dos mais antigos, os mestres e mestras que formam a base da nossa Cultura e são nosso patrimônio maior. Pernambuco mantém o compromisso com a valorização da expressão cultural, oferecendo não apenas visibilidade, mas incentivo financeiro para que a arte seja colocada em prática”</em>, disse o presidente da Fundarpe.</p>
<p><strong>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</strong> A 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu importantes encontros sobre a salvaguarda dos patrimônios materiais e imateriais de Pernambuco, com forte presença de gestores municipais, produtores culturais ligados ao Funcultura, professores da rede pública, pesquisadores e público interessados no assunto. O evento ocorreu entre os dias 16 e 24 de agosto e permanece disponível no canal <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong> para consulta.</p>
<p>A iniciativa, realizada pela Fundarpe e Secult-PE, trouxe este ano o tema “Estações do Patrimônio: Redes, Memórias e Afetos”. Por conta da pandemia, pela segunda vez a programação da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco teve todas as suas ações transmitidas nos canais da Secult-PE e Fundarpe no Youtube.</p>
<p><em>“A grande audiência que o evento teve mostra como a Semana do Patrimônio, mesmo diante dessa adversidade que a pandemia tem nos proporcionado, segue sendo um dos eventos mais importantes do calendário estadual voltados para a preservação do patrimônio. É importante destacar a ativa participação do Conselho de Preservação tanto antes, na articulação, quanto durante as atividades do evento”</em>, conta Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>FUNCULTURA 2021 -</strong> <em>“Vale destacar que, em 2021, a Secult-PE e a Fundarpe lançaram os editais do Microprojeto Cultural, Funcultura da Música, Funcultura Audiovisual e Funcultura Geral, totalizando cerca de R$ 37 milhões em investimentos na cadeia produtiva do Estado”</em>, pontua o gestor. Na última quarta-feira, dia 22 de dezembro, o resultado do Funcultura Geral foi divulgado.</p>
<p>Os editais do Funcultura da Audiovisual, da Música e Microprojeto Cultural já tiveram seus resultados divulgados este ano. O Funcultura Geral 2020-2021 teve seu resultado final divulgado ontem e conta com investimentos de R$ 15,68 milhões para incentivar projetos das seguintes linguagens culturais: Artes Integradas, Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, Artesanato, Circo, Cultura Popular e Tradicional, Dança, Design e Moda, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Ópera, Patrimônio, Teatro, Formação e Capacitação e Pesquisa Cultural.</p>
<p>Na sua terceira edição, o Microprojeto Cultural foi voltado para iniciativas de indivíduos, grupos e coletivos, formados por jovens de baixa renda entre 18 e 29 anos, principalmente de cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M). O investimento foi de R$ 640 mil, com um limite de R$ 15 mil para cada projeto.</p>
<p>Os editais do Funcultura Audiovisual contaram com R$ 14,28 milhões de recursos do Governo de Pernambuco e de um aporte da Ancine, fruto de uma articulação entre as duas partes. O valor foi destinado para os projetos aprovados em várias categorias, como longa-metragem (produção e finalização) e produtos para televisão (obra seriada documental, obra seriada ficção, obra seriada animação, telefilme documental e telefilme ficção ou animação). Outras categorias ligadas ao Funcultura Audiovisual são: curta-metragem, games, difusão, formação, desenvolvimento do cineclubismo, Revelando os Pernambucos, pesquisa e preservação, desenvolvimento de longa-metragem, desenvolvimento de produtos para TV, obra seriada de curta duração, finalização e distribuição de longa-metragem e websérie/webcanal.</p>
<p>Com R$ 4,16 milhões para diversas categorias do segmento, o 5º Edital do Funcultura da Música 2020/2021 disponibilizou o montante de: Circulação (R$ 920 mil), Festivais (R$ 750 mil), Gravação (R$ 650 mil), Produtos e Conteúdos (R$ 335 mil), Economia da Cultura (R$ 150 mil) e Manutenção de Bandas de Música (Filarmônicas), Escolas de Bandas de Música e Corais (R$ 250 mil).</p>
<p><strong>DIGITALIZAÇÃO DO FUNCULTURA -</strong> No primeiro ano da digitalização do Funcultura, por meio da Plataforma Prosas (<a href="www.cultura.pe.gov.br/editais-prosas" target="_blank"><strong>www.cultura.pe.gov.br/editais-prosas</strong></a>), os cinco editais lançados pela Secult-PE e Fundarpe tiveram um expressivo aumento no número de inscrições. “Os números mostram o acerto na digitalização por meio da plataforma Prosas. Ao todo, foram 3.404 propostas inscritas, com destaque para o 5º Funcultura da Música, que contou com um total de 855 inscrições, um aumento de 258% em relação ao ano anterior”, destaca Canuto.</p>
<p>Os outros editais 2020-2021 também alcançaram números expressivos no registro das inscrições, como o Microprojeto Cultural, com 274 (crescimento de 112%); e Funcultura Geral, com 1.607 (97% de ampliação). No caso do Funcultura Audiovisual, o aumento foi de 14%, com 668 propostas.</p>
<p><strong>DIÁLOGO COM A SOCIEDADE CIVIL -</strong> Os Conselhos Estaduais de Cultura (Consultivo do Audiovisual, de Preservação do Patrimônio Cultural, de Política Cultural, além da Comissão Deliberativa do Funcultura) mantêm-se ativos e atuantes, com reuniões on-line e abertas. Em julho deste ano, a Fundarpe &#8211; junto à Secult-PE -empossou, os novos membros do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC/PE). Eleitos por meio de um processo democrático e transparente, que contou com a participação de 501 eleitores durante todo o mês de maio, os 40 conselheiros da sociedade civil (20 titulares e 20 suplentes) representam os mais diversos segmentos culturais do Estado e vão atuar no biênio 2021-2023.</p>
<p>Além dos conselhos, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe abriram canais de diálogo, com e-mail e telefones de diversas gerências, para o atendimento aos artistas e produtores da cultura, que nos procuram com dúvidas, esclarecimentos e sugestões. Todos os contatos estão na primeira página do Portal Cultura.PE (<strong><a href="www.cultura.pe.gov.br" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br</a></strong>).</p>
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		<title>Fenearte divulga balanço de sua 21ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 21:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90017" aria-labelledby="figcaption_attachment_90017" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrey Lucas/Fenearte</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/foto-@andreeylucas-6-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-90017" alt="Andrey Lucas/Fenearte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/foto-@andreeylucas-6-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Fenearte movimentou próximo de R$38 milhões ao longo de dez dias</p></div>
<p>A 21ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) encerrou-se neste domingo, (19/12), no Centro de Convenções de Pernambuco. Ao todo, cerca de 180 mil pessoas passaram pela Feira em seus dez dias de realização.<em> “O público que visitou a Fenearte atendeu às nossas expectativas. A Feira tem a dimensão de impulsionar e movimentar o artesanato e demais expressões da economia criativa do estado. Realizamos uma feira segura que seguiu decreto do Governo do Estado, além de protocolo especial feito pela Secretaria Estadual de Saúde”</em>, explicou o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberto Abreu e Lima.</p>
<p>Depois de uma pausa em 2020, o público voltou a percorrer os 21 corredores da maior feira de artesanato da América Latina e pode conferir uma grande homenagem ao Movimento Armorial. Com o tema “É Festa no Reino da Arte”, o evento foi palco para a demonstração mais genuína das nossas riquezas culturais. Arte, decoração, gastronomia, cultura popular, moda e música apresentaram a diversidade de estilos e tradições de todos os estados brasileiros e de 21 países.</p>
<p>Com dez dias de evento, a maior feira de artesanato da América Latina recebeu mais de cinco mil expositores que ocuparam cerca de 700 espaços, numa área de 30 mil m². Com investimentos de R$7 milhões e geração de cerca de 2,5 mil vagas de empregos temporários, a Fenearte movimentou próximo de R$38 milhões ao longo da feira. Sem contar com a dinâmica econômica gerada através da feira que repercute além do seu período de realização.</p>
<p><em>&#8220;É uma enorme satisfação. Estou muito feliz. Logo nos três primeiros dias vendemos metade das peças. E agora, na reta final, vendemos tudo. Isso, para uma feira atípica, representa muito para a gente&#8221;</em>, frisou Mestre Evilásio Leão, filho do Mestre Baé.</p>
<p>O artesanato, a principal estrela da Feira, dividiu espaço com uma programação diversificada que contou com Salão de Arte Popular Ana Holanda, Salão de Arte Popular Religiosa, Galeria de Reciclados, Espaço Janete Costa, Alameda dos Mestres, Passarela Fenearte, Boteco de Cervejas Artesanais da Associação Pernambucana de Cervejarias Artesanais (Apecerva), Exposição Fotográfica “O Caminho do Artesanato de Pernambuco” de Fred Jordão, Projeto Pizza Maker Down, Escolinha de Arte do Recife, Cozinha Fenearte, nova praça de alimentação e oficinas gratuitas.</p>
<p><strong>PLATAFORMA FENEARTE -</strong> Um grande marco desta edição foi o lançamento da Plataforma Fenearte (<a href="https://www.fenearte.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>www.fenearte.pe.gov.br</strong></a>). O portal tem como proposta tornar a feira “disponível” durante os demais dias do ano. A Plataforma abriga informações gerais do evento, mapa, detalhamento dos Mestres e outros expositores, fotos, notícias, vídeos, tutoriais, palestras de conteúdos culturais e uma grande vitrine com Mestres e artesãos da Alameda dos Mestres e setor Individual Pernambuco.</p>
<p><em>“A partir de agora temos a memória da feira com o conteúdo cultural, com o registro dos artesanato pernambucano que participaram dessa edição. A plataforma nasce da vontade de universalizar a imersão cultural da feira e todo conteúdo se transforma em acervo, perpetuando a transmissão de saberes”</em>, detalha a coordenadora da feira, Márcia Souto. <em>“Além disso, é possível conferir informações sobre a edição seguinte e efetivar a inscrição para participação no evento”</em>, finaliza.</p>
<p><strong>RODADA DE NEGÓCIOS -</strong> A Rodada de Negócios realizada pelo Sebrae em Pernambuco gerou cerca de R$5 milhões, entre negócios diretos e previstos para os próximos 12 meses. O número é maior que a expectativa inicial de R$2 milhões. O montante é resultado de 126 encontros efetuados entre 20 empresas compradoras e 106 artesãos. Um relatório final será divulgado pelo órgão nesta segunda-feira (20).</p>
<p><strong>DIVERSÃO E APRENDIZADO -</strong> A intensa programação da feira reforçou o papel da Fenearte como um agente impulsionador da preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>Pela primeira vez, o evento teve sua história contada em um livro. &#8220;Fenearte: Duas décadas da maior feira de artesanato da América Latina&#8221;, escrito pela jornalista Silvia Bessa, é o resultado de um trabalho de valorização cultural feito pela Feira. O livro foi uma parceria com a Editora de Pernambuco &#8211; Cepe.</p>
<p>A Praça de Alimentação foi outra grande novidade. Totalmente repaginada, Inaugurando um espaço mais dinâmico e humanizado, acolheu um novo projeto: a &#8220;Cozinha Fenearte&#8221;. Ao total, foram 16 aulas de gastronomia ministradas por diversos chefs pernambucanos. Além disso, a maior Feira de Artesanato da América Latina contou com mais de 50 apresentações culturais em uma grade montada pela <strong>Fundarpe</strong>.</p>
<p>Na Passarela Fenearte, foram 15 desfiles, em oito dias, com sete turmas de cursos de moda do Estado. A programação contou ainda com 10 oficinas temáticas diárias que totalizaram 138 aulas e mais de mil alunos.</p>
<p><strong>PROTOCOLO SANITÁRIO -</strong> Para garantir a segurança e a saúde dos expositores, visitantes e da organização, a Fenearte seguiu um protocolo específico determinado pelo Governo de Pernambuco por meio de sua Secretaria de Saúde, além das regras de convivência já pré-estabelecidas pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Covid-19. O acesso ao evento aconteceu mediante apresentação do esquema vacinal completo. O uso da máscara foi obrigatório a todos que acessaram o evento. No ponto de vacinação itinerante localizado na área externa, foram aplicadas 1.882 vacinas.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> Este ano as ações de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência foram ampliadas na Fenearte. Ao todo, mais de 600 pessoas utilizaram os serviços que incluíram visitas guiadas gratuitas com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, com deficiência sensorial ou com distúrbios de atenção. Também aconteceram visitas guiadas com intérpretes de Libras para pessoas com deficiência auditiva todos os dias da Feira.</p>
<p><strong>PRÊMIO ACLAMAÇÃO -</strong> Três peças foram escolhidas pelo público, através de voto eletrônico para o Prêmio Aclamação, e foram eles:</p>
<p>- Salão de Arte Popular Ana Holanda: &#8220;O Mamulengueiro &#8211; O Arte não Apaga&#8221; de Edvaldo Manoel Nunes com 837 votos.<br />
- Religioso: &#8220;Nossa Senhora Protetora das Louceiras&#8221; com autoria de Cleonica Otilia da Silva que obteve 690 votos.<br />
- Galeria de Reciclados: &#8220;Cavalgando&#8221; do artista Antônio Carlos Laurentino com 3.484 votos.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES ABERTAS -</strong> Em 2022, a Fenearte volta a ser realizada no mês de julho e, já no primeiro dia de realização da feira, as inscrições foram abertas para a próxima edição. Para acessar o manual com instruções e efetivar a inscrição é necessário acessar o site: <a href="http://www.inscricoesfenearte.pe.gov.br/pt-BR/home/pre_inscricao" target="_blank"><strong>www.fenearte.pe.gov.br</strong></a>. As inscrições acontecem até às 23h59, do dia 20 de janeiro de 2022.</p>
<p><strong>REALIZAÇÃO E PATROCÍNIO -</strong> A Fenearte é uma realização do Governo do Estado por meio da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe) / Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC); da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur) / Secretaria Estadual de Turismo; da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria Estadual de Cultura. Patrocinadores: SUAPE, SADA, Jeep, BNB, Bradesco e Copergás. Apoio: Recife Convention&amp;Visitors Bureau (RCVB), Rede Globo, Shopping Tacaruna, CEPE, Grande Recife, Sebrae, CIPEC, AGE, Coca-Cola, Shopping RioMar, Programa do Artesanato Brasileiro, Conselho de Arquitetura e Urbanismo.</p>
<p><strong>NÚMEROS:</strong></p>
<p>- 10 dias de feira;<br />
- 5 mil expositores;<br />
- 21 ruas;<br />
- 700 espaços, cerca de 80% da feira ocupada por pernambucanos;<br />
- 25 estados, Distrito Federal e 21 países;<br />
-180 mil pessoas circularam pelo Centro de Convenções;<br />
- R$ 38 milhões em negócios;<br />
- R$ 7 milhões em investimentos;<br />
- 2,5 mil empregos diretos e indiretos;<br />
- R$ 5 milhões na Rodada de Negócios do Sebrae;<br />
- 50 apresentações culturais;<br />
- 14 aulas de gastronomia no Cozinha Fenearte;<br />
- 15 desfiles e sete turmas de cursos de moda do Estado;<br />
- 138 aulas nas oficinas com mais de mil participantes;<br />
- 1.882 doses de vacinas aplicadas. Entre elas estão a primeira, a segunda e a dose de reforço.</p>
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