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	<title>Portal Cultura PE &#187; Balé da Cidade de Campina Grande</title>
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		<title>Balé da Cidade de Campina Grande em dose dupla no FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 16:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[Balé da Cidade de Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
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		<description><![CDATA[O trabalho do Balé Cidade de Campina Grande (PB) é marcado por poesia e resistência. Criado em em 1999 pela bailarina e coreógrafa Myrna Maracajá, com o nome de Companhia de Dança do Teatro Severino Cabral, o grupo leva à cena coreografias marcadas pelo experimentalismo, toques regionais e diálogo constante com o universal, estendendo as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho do Balé Cidade de Campina Grande (PB) é marcado por poesia e resistência. Criado em em 1999 pela bailarina e coreógrafa Myrna Maracajá, com o nome de Companhia de Dança do Teatro Severino Cabral, o grupo leva à cena coreografias marcadas pelo experimentalismo, toques regionais e diálogo constante com o universal, estendendo as possibilidades da dança contemporânea em suas obras. Nesta 26ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, os paraibanos apresentam dois espetáculos: <em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em>, nesta quarta-feira (27), e <em><strong>A Feira</strong></em>, quinta-feira (28).<em></em></p>
<div id="attachment_38537" aria-labelledby="figcaption_attachment_38537" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/a-feira1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38537" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/a-feira1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A Feira&#8221; marcou ponto de virada na trajetória do grupo</p></div>
<p>Ao longo de sua trajetória, o Balé passou por várias fases até se estabelecer em uma linha mais ligada à experimentação. Essa nova fase tem como divisor o espetáculo A Feira, que leva aos palcos em um misto de dançar e teatro a obra da dramaturga potiguar Lourdes Ramalho e presta homenagem à feira de Campina Grande, tradicional ponto de comércio e encontros da cidade. Esse processo foi aprofundado em <em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em>, de 2015, que conta com a supervisão do bailarino e coreógrafo Romero Mota.</p>
<div id="attachment_38538" aria-labelledby="figcaption_attachment_38538" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas12.jpg"><img class="size-medium wp-image-38538" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas12-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Frestas, Fôlego e Pele&#8221; aprofunda pesquisa de linguagem do balé</p></div>
<p>&#8220;O processo de montagem de <em><strong>Frestas&#8230;</strong></em> foi bem delicado, primeiro porque Romero Mota decidiu que queria trabalhar, além dos bailarinos da companhia, outros corpos que não fossem viciados nos códigos do balé clássico e da dança contemporânea. Ele queria quebrar isso e optou por bailarinos de danças urbanas.  Para isso, ele teve que adaptar esses corpos ao processo do espetáculo, então o processo sofreu várias intervenções do coreógrafo e dos bailarinos, pois o que nos queríamos era que todos também pudessem contribuir trazendo suas vivências e experiências para a proposta do espetáculo&#8221;, explica o produtor-executivo Erasmo Rafael.</p>
<div id="attachment_38539" aria-labelledby="figcaption_attachment_38539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38539" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas2-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Obras expandem as possibilidades da dança contemporânea</p></div>
<p>Para Erasmo,  os dois espetáculos representam bem o momento do grupo para o crescimento do Balé Cidade de Campina Grande e são os projetos ideais para apresentar no Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>&#8220;Participar do FIG é um motivo de orgulho, pois esse festival sempre seleciona o melhor do que se produz no pais, então pra gente é muito gratificante e enriquecedor para o currículo dos bailarinos. Um festival que oferece todos os segmentos, e ainda gratuitamente, contribui para que haja a formação de público e distribuição de bens culturais às camadas mais populares que muitas vezes não têm condições nem acesso a ver bons espetáculos&#8221;, reflete.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Quarta-feira, 27/7</p>
<p>18h<br />
<em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em><br />
Balé da Cidade de Campina Grande (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>Quinta-feira, 28/07</p>
<div data-canvas-width="28.751899999999996">18h</div>
<div data-canvas-width="128.15599999999998"><em><strong>Mundo ao Redor</strong></em></div>
<div data-canvas-width="160.0984">Adriana Carneiro (PE)</div>
<div data-canvas-width="160.0984"></div>
<div data-canvas-width="28.336">18h30</div>
<div data-canvas-width="57.132"><em><strong>A Feira</strong></em></div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)</div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996"></div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">* Os ingressos são distribuídos às 14h, com no máximo duas fichas por pessoa, e estão sujeitos à lotação do teatro.</div>
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