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	<title>Portal Cultura PE &#187; Banda de Pífano Zé do Estado</title>
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		<title>Caruaru reafirma posição como capital do forró no segundo dia do Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 17:12:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112067" aria-labelledby="figcaption_attachment_112067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112067" alt="Banda de Pífano Zé do Estado" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda de Pífano Zé do Estado</p></div>
<p dir="ltr">Não é atoa que a princesa do agreste também leva o nome de capital do forró. No segundo dia de apresentações gratuitas no palco principal do Festival Pernambuco Meu País, uma multidão se reuniu em Caruaru para ouvir, cantar e dançar as diversas faces do forró na noite deste sábado (10), no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga. Caruaru é a quinta cidade a receber o festival que é ofertado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Quem começou a festa foi um dos Patrimônios Vivos de Caruaru, a Banda de Pífano Zé do Estado, que trouxe ao público releituras de clássicos como “Você Pensa” e “Casamento da Raposa Com o Rouxinol”, de Alceu Valença; e “Essa ciranda quem me deu foi Lia”, de Lia de Itamaracá. “Foi uma emoção muito grande ver o público formando e dançando a ciranda, muito lindo mesmo. Para falar a verdade, deu até vontade de chorar”, disse o mestre Zé Gago, líder da banda.</p>
<div id="attachment_112069" aria-labelledby="figcaption_attachment_112069" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112069" alt="Forró na Caixa" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Forró na Caixa</p></div>
<p dir="ltr">Em seguida, como quem abre uma caixinha presente, o público foi agraciado pela apresentação da banda recifense Forró na Caixa, que com seu jeitinho único de flertar com a MPB, animou ainda mais a festa entoando com o toque da zabumba hits como “Uma Tigresa” de Caetano Veloso, “Reconvexo” de Maria Bethânia, “Ciranda de Maluco” de Otto e outros. “Aqui é a terra do forró, para a gente apresentar nosso show aqui em um festival tão importante como esse e com um público tão lindo foi uma contemplação. A gente pode dizer que o Forró na Caixa faz uma música popular brasileira de rabeca”, afirmou Martins, um dos vocalistas do grupo.</p>
<div id="attachment_112070" aria-labelledby="figcaption_attachment_112070" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112070" alt="Mestrinho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.05.55-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestrinho</p></div>
<p dir="ltr">Depois foi a vez de Mestrinho subir ao palco. Discípulo de Dominguinhos, o artista parece que já nasceu com a sanfona nas mãos e foi com ela que encantou a plateia. Seu talento e paixão pela música ficaram evidentes em cada acorde, trazendo ao público um show repleto de emoção. Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Flávio José e, claro, Dominguinhos, fizeram parte da playlist do show. “É importante a gente mostrar ao jovem a nossa cultura; é isso que vai fazer a nossa cultura expandir e brilhar ainda mais”, afirmou.</p>
<div id="attachment_112071" aria-labelledby="figcaption_attachment_112071" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.20.41.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112071" alt="João Gomes" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-11-at-14.20.41-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">João Gomes</p></div>
<p dir="ltr">Para finalizar com chave de ouro, João Gomes chegou com a pegada do vaqueiro e ninguém conseguiu ficar parado ao ouvir o ritmo contagiante do piseiro. A participação do artista foi iniciada por um dos seus grandes hits “Meu Pedaço de Pecado”. E claro que não pode faltar “Dengo”, “Me Ama Sem Pausa”, “Mete Um Block Nele” e ainda releituras em piseiro de canções de Pitty, Tiê e Vanessa da Mata.</p>
<p dir="ltr">O público não se contentou apenas em dançar; João Gomes recebeu flores, uma cartinha e um boné durante o show. Além disso, o cantor também é um sucesso entre o público infantil. Em um momento adorável, sete crianças subiram ao palco para lhe dar abraços. O artista falou sobre a sua relação com as crianças e o sentimento de estar em Caruaru. “Tá cheio de criança, né? É uma responsabilidade com certeza. Estou muito feliz de estar aqui cantando no mesmo dia que Mestrinho, a pessoa número um de Dominguinhos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bois, mazurca, pifeiros e bacamarteiros fazem parte do FPNC Caruaru</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Mazurca de Agrestina está na programação do Festival Pernambuco Nação Cultural de Caruaru, que começou nesta terça (14/5) e segue até o próximo dia 19. A manifestação popular foi introduzida na região do agreste pernambucano pelos avós de uma senhora chamada Dona Amara, já falecida. Foi em sua casa, durante as festas juninas, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4885" aria-labelledby="figcaption_attachment_4885" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/bacamarteiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4885" alt="Encontro de bacamarteiros acontece neste sábado (18). Foto: Daniela Nader / Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/bacamarteiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de bacamarteiros acontece neste sábado (18). Foto: Daniela Nader / Secult-PE</p></div>
<p>A Mazurca de Agrestina está na programação do Festival Pernambuco Nação Cultural de Caruaru, que começou nesta terça (14/5) e segue até o próximo dia 19. A manifestação popular foi introduzida na região do agreste pernambucano pelos avós de uma senhora chamada Dona Amara, já falecida. Foi em sua casa, durante as festas juninas, que a brincadeira começou e depois virou um grupo, pronto para levar adiante a tradição. Dona Amara é considerada até hoje uma das responsáveis por preservar esta manifestação, pois foi através de sua memória que as loas, aprendidas com os antepassados, foram sendo repassadas às novas gerações.</p>
<p>A mazurca é tocada apenas com um pandeiro e um ganzá, acompanhados por palmas e pisadas. Enquanto o pandeiro dita o ritmo, a loa (letra) rouba a cena. Surgida no tempo da escravidão, a mazurca nasceu de uma adaptação feita pelos índios e negros da dança polonesa que viam nas Casas-Grandes. O público poderá conferir essa riqueza cultural de Caruaru na sexta-feira (17/5), às 17h, no Bairro das Rendeiras, quando se apresentarão também os grupos: Mazurca Pé Quente, Boneco de Barro e o Bojo da Macaíba.</p>
<p>Nesta quarta (15/5), é dia de conferir a brincadeira dos boizinhos. O encontro, que acontece no Bairro das Rendeiras, às 17h, reunirá o Boi Surubim, o Boi Tira-teima, o Boi Mimoso, o Boi Mirim e o Boi Treme Terra. O enredo do desfile é mais ou menos assim: o boi da pastorinha se perde e ela sai à sua procura pelos arredores, encontrando vários personagens: Mateus e Catirina, Bastião, a dona do boi, o padre, o doutor, o sacristão, Mané Gostoso, o Fanfarrão, entre outros. No final, o boi é sempre morto e ressuscitado. O Encontro de Bois contará com a participação do mestre pifeiro caruaruense João do Pife.</p>
<p>Além da mazurca e do boi, outras expressões populares típicas da região também se apresentarão no FPNC. Os tradicionais bacamarteiros dispararão seus tiros ao som da zabumba, triângulo, sanfona e pífanos, com os grupos Capitão Gilberson, 139 Batalhão e Humberto Boni, no Alto do Moura, no sábado (18/4), às 14h. E no mesmo dia e local, um pouco mais tarde, às 15h, o som das flautas indígenas será tocado pelas bandas de pífano Flor de Taquary, Alvorada, Princesa do Agreste, Zé do Estado e Pífano Cultural. Encerrando a programação de cultura popular, em Caruaru, a escola de samba Gigantes do Samba desfilará no Bairro do Centenário, sábado (18/5), às 17h.</p>
<p>Programação de Cultura Popular:</p>
<p>Quarta, 15/5, 17h - Encontro de Bois<br />
Atrações: Boi Surubim, Boi Tira-teima, Boi Mimoso, Boi Mirim, Boi Treme Terra, com participação de João do Pife.<br />
Local: Bairro das Rendeiras (Praça Central em frente a Igreja Católica)</p>
<p>Sexta, 17/5, 17h – Encontro de Mazurcas<br />
Atrações: Mazurca de Agrestina, Mazurca Pé Quente, Boneco de Barro e Bojo da Macaíba<br />
Local: Bairro das Rendeiras (Praça Central em frente a Igreja Católica)</p>
<p>Sábado, 18/5, 14h - Encontro de Bacamarteiros<br />
Atrações: Capitão Gilberson, 139 Batalhão e Humberto Boni<br />
Local: Alto do Moura (Praça do Artesão)</p>
<p>Sábado, 18/5, 15h - Encontro de Pifeiros<br />
Atrações: Banda de Pífano Flor de Taquary, Banda de Pífano Alvorada, Banda de Pífano Princesa do Agreste, Banda de Pífano Zé do Estado e Banda de Pífano Cultural<br />
Local: Alto do Moura (Praça do Artesão)</p>
<p>Sábado, 18/5, 17h - Desfile da Escola de Samba Gigantes do Samba<br />
Local: Bairro do Centenário (Praça em frente ao CRAS)</p>
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		<title>Encontro de pifeiros reviveu tradição no Alto do Moura</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7917" aria-labelledby="figcaption_attachment_7917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/7218529810_c72e8c6400_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7917" alt="Mestres do pife se encontraram pela tradição (Foto: Daniela Nader)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/7218529810_c72e8c6400_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestres do pife se encontraram pela tradição (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Aos pares, os integrantes das bandas de pífano foram entrando na Igreja de São Sebastião, no Alto do Moura, e fazendo o som agudo dos pífanos ressoar de forma harmônica por toda a parte. Dois a dois, os 20 tocadores fizeram a “venha”, quando tocam e se ajoelham diante do altar, em reverência. Nos bancos da igreja, beatas antigas relembraram o tempo em que as novenas faziam parte da rotina. A tradição, atualmente, já não é forte, mas foi revivida no início da noite desta quinta-feira (17/5), em Caruaru, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural na cidade.</p>
<p>Maria Ernestina reza o terço para Maria durante todos os 31 dias do mês de maio desde que era menina. Hoje, aos 70 anos, se alegrou ao escutar de novo os pifeiros dentro da casa de Deus. “A gente ficou muito feliz e se lembrou dos tempos de antigamente. As novenas eram frequentes e animadas, tinha prenda…”, conta. As prendas, de que ele fala, eram como leilões de comida, que animavam a festa depois do terço rezado.</p>
<p>Quando chegaram à igreja, as quatro bandas de pífano já vinham em cortejo pelas ruas, trazendo junto um punhado de crianças. Banda de Pífano Zé do Estado, Flor de Taquary, Alvorada e Princesa do Agreste. Cada uma com seus pífanos, pratos, zabumbas, caixas e contra surdos. Cada uma com sua história.</p>
<p>Seu José Gago conta que o nome da sua banda veio por causa do seu pai, que também se chamava José. Além de sanfoneiro de oito baixos, Zé (pai) era funcionário público, do Estado. Hoje a banda é formada por ele, quatro irmãos e um agregado, amigo de infância. “Antigamente a gente tocava muita novena. De São Sebastião, de São José, Santo Antônio, São Benedito e, no mês de maio, para Santa Maria”, lembra. Hoje tocam baião, xote, xaxado, frevo, samba e até rock.</p>
<p>Há quase 50 anos junta, a família se define como “simples” e “sem frescura”. “Somos pedreiros e pintores, mas temos a música como paixão. Gostamos demais”, diz Zé Gago, destacando no currículo da banda um show no Central Park, em Nova Iorque, ao lado de Chico Science.</p>
<p>Tocador de pífano desde 1960, Biu do Pífano diz que cumpriu um pedido que sua mãe fez depois de morta. “Ela se foi quando eu tinha 11 anos e veio numa elevação dizer que tudo que eu ia ter na vida ia ser com o pífano. E ela tava certa”, conta. Seu pai, que era tocador e fabricante de pífano, não queria que ele seguisse o seus passos, mas Biu seguiu os conselhos da mãe e hoje comanda a banda Princesa do Agreste.</p>
<p>Embaixo de um coreto, as bandas se apresentaram também individualmente, bem na frente da casa Dona Ivanilda Amara do Santos, que assistiu a tudo de sua cadeira posta na frente de casa. “Meu pai fazia a novena que saía daqui. Gostei demais de poder ver isso de novo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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