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	<title>Portal Cultura PE &#187; Banda Fim de Feira</title>
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		<title>Banda Fim de Feira leva ‘Bomba Cordão’ para Arcoverde</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 19:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O Sesc da cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, recebe neste sábado (22), às 20h, a Banda Fim de Feira, que circula com a turnê de lançamento do seu novo algum, o DVD ‘Bomba Cordão’, celebrando 10 anos de carreira. O músico Clayton Barros e a Banda de Pífanos Zé [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Fim-de-Feira-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41327" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Fim-de-Feira-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><em></em>O Sesc da cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó, recebe neste sábado (22), às 20h, a Banda Fim de Feira, que circula com a turnê de lançamento do seu novo algum, o DVD ‘Bomba Cordão’, celebrando 10 anos de carreira. O músico Clayton Barros e a Banda de Pífanos Zé do Estado também fazem parte da programação do show, que inclui ações culturais dedicadas à valorização do ritmo de forró.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto musical agrega ritmos como o coco, o forró e o baião, num repertório dedicado à música do estado, além de contar com poesia de cordel. Atividades como oficinas de pífanos e percussão também serão desenvolvidas ao longo da programação.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 10 (comerciários) e R$ 20 (público).</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><em><b>Turnê de lançamento do DVD Bomba Cordão em Arcoverde, da Banda </b><strong>Fim de Feira</strong></em><br />
Com Banda de Pífanos Zé do Estado e Clayton Barros<br />
<b>Quando: </b>Sábado, 22 de outubro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 20h<br />
<strong>Local:</strong> Sesc Arcoverde<br />
<b>Ingressos:</b> R$ 20 (comerciários ) | R$ 10 (público)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>‘De Repente ao Rap’ entre as novidades do Museu Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 13:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Possuindo a proposta de unir repentistas e poetas populares com o dinamismo musical do rap, o projeto De Repente ao Rap será iniciado no próximo dia 29 de março, no Museu Cais do Sertão, bairro do Recife, agregando um novo do espaço cultural em sua programação aberta ao público. O projeto, que é bimestral, deve [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Museu-Cais-do-Sertao-foto-Costa-Neto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22044" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Museu-Cais-do-Sertao-foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo a proposta de unir repentistas e poetas populares com o dinamismo musical do rap, o projeto <em>De Repente ao Rap</em> será iniciado no próximo dia 29 de março, no Museu Cais do Sertão, bairro do Recife, agregando um novo do espaço cultural em sua programação aberta ao público. O projeto, que é bimestral, deve acontecer sempre no último domingo de cada mês, alternando com a programação do <em>Conexão Cais</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua primeira edição, o público terá as apresentações dos repentistas Pinto e Maturi, além do Grupo Arrete. As apresentações começam a partir das 16h, na Praça do Juazeiro, área externa do museu. De autoria do rapper Zé Brown, a atividade pretende “juntar o urbano do rap com a música sertaneja e ainda fazer uma parceria com Zé Brown, que já tem um histórico de projetos que seguem essa linha de divulgação dos ritmos culturais do Estado junto com o rap”, explica Maria Rosa, supervisora de programação do Museu Cais do Sertão.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda neste mês de março, o espaço cultural estará possibilitando para 60 professores de letras da rede estadual de ensino, a oficina <em>Literatura de Cordel: O que é &amp; Como faz?</em> A atividade começa nesta quinta-feira (12), no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h, e prossegue nos dias 26 de março, 09 e 16 de abril, com foco na valorização da poética popular do Sertão, através dos folhetos de cordel e importantes aspectos deste processo de criação.</p>
<p><strong>Confira a programação completa do museu no mês de março:</strong></p>
<p>- <strong>Oficina <em>Literatura de Cordel: O que é &amp; Como faz?</em></strong><br />
Dias: 12/03, 26/03, 09/04 e 16/04 (quintas)<br />
Horários: das 9h às 12h e das 14h às 17h<br />
Local: Área interna do museu</p>
<p>- <strong>Exposição <em>Trajetória Sustentável</em></strong><br />
Dias: 12/03 (quinta) a 10/05 (domingo)<br />
Horários: de terça a sexta, das 10h às 18h; aos sábados, das 15h às 18h; e domingos, das 15h às 19h<br />
Local: Torre Malakoff</p>
<p>- <strong>Lançamento do DVD <em>Bomba Cordão</em> da Banda Fim de Feira</strong><br />
Dia: 22/03 (domingo)<br />
Horário: 16h<br />
Local: Área externa do museu</p>
<p>- <strong>Projeto <em>De Repente ao Rap</em></strong><br />
Dia: 29/03 (domingo)<br />
Horário: 16h<br />
Local: Praça do Juazeiro, área externa do museu</p>
<p><strong>Museu Cais do Sertão</strong><br />
Endereço: Av. Alfredo Lisboa, s/nº, Bairro do Recife, (antigo Armazém 10 do Porto do Recife)<br />
Telefone: (81) 3089-2974<br />
Horário de funcionamento &#8211; segunda-feira: fechado; terça: das 9h às 21h; de quarta a sexta-feira: das 9h às 17h; sábado: das 13h às 19h; domingo: das 11h às 19h<br />
Ingressos: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia-entrada)</p>
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		<title>O forró e suas várias facetas</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 15:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira noite do FPNC Sertã Central, o mais autêntico gênero nordestino deu as cartas Por Leonardo Vila Nova Ainda nem chegamos ao mês do São João, e o forró – gênero principal dos festejos juninos – já demarcou terreno em São José do Belmonte. Na primeira noite da programação de shows do FPNC Sertão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na primeira noite do FPNC Sertã Central, o mais autêntico gênero nordestino deu as cartas</em></p>
<p><em><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ainda nem chegamos ao mês do São João, e o forró – gênero principal dos festejos juninos – já demarcou terreno em São José do Belmonte. Na primeira noite da programação de shows do FPNC Sertão Central, nesta sexta (24), a cidade foi ao palco montado no Estádio Carvalhão, para conferir diversos artistas que fazem do gênero sua principal forma de expressão. Cada um à sua maneira mostrou que no forró as possibilidades de reinvenção são tamanhas e que o gênero vem agregando à sua linguagem uma diversidade de elementos e de olhares.</p>
<div id="attachment_29479" aria-labelledby="figcaption_attachment_29479" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819371558_5c280490c8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29479" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819371558_5c280490c8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jackson da Sanfona &amp; Paixão Nordestina</p></div>
<p>Coube à prata da casa abrir a noite forrozeira. Com sete anos e meio de estrada, a Banda Paixão Nordestina &amp; Jackson da Sanfona fazem um som em que os instrumentos elétricos têm papel de destaque na sonoridade que já se tornou marca de boa parte dos grupos surgidos dos anos 1990 pra frente. O trio zabumba, triângulo e sanfona (esta empunhada pelo idealizador do projeto, o músico belmontense Jackson) ganham a companhia pesada da guitarra, baixo, bateria e de um naipe de metais. Essa particularidade abre espaço para que outras vertentes musicais, que não o forró, ganhem espaço no repertório. Foi assim com a presença de “Telegrama”, de Zeca Baleiro, no set list, ou “Lindo lago do amor”, de Gonzaguinha, encerrando o show da banda. Alguns clássicos indispensáveis, como “Anunciação” e “Frevo mulher”, também marcaram presença.</p>
<div id="attachment_29481" aria-labelledby="figcaption_attachment_29481" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820608706_61b939937e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29481" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820608706_61b939937e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Joãozinho de Exú</p></div>
<p>Joãozinho do Exu é uma das figuras mais celebradas em São José do Belmonte. Compositor com 25 anos de estrada, ele também segue a linha de forró conectada a um formato mais elétrico, o que desperta particular interesse nos mais jovens. No entanto, consegue fazer isso tanto com canções próprias (gravadas por nomes diversos, que vão de Dominguinhos a  Limão Mel) quanto com músicas de alcance nacional, a exemplo de “Xote dos milagres”, da banda Falamansa. “O forró pode ganhar novas influências, podem surgir novos grupos, mas sempe será zabumba, triângulo e sanfona. Isso ninguém tira. É importante inovar, e eu procuro inovar, mas sem deixar nossa raiz se perder. É o que eu procuro fazer, principalmente pelo fato de ter nascido na terra de Luiz Gonzaga”, disse Joãozinho.</p>
<div id="attachment_29482" aria-labelledby="figcaption_attachment_29482" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819918540_7f2b4a24b9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29482" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8819918540_7f2b4a24b9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Claudiana de França</p></div>
<p>Tambem é possível observar que os formatos mais contemporâneos das bandas podem se colocar a serviço das canções mais tradicionais. Quem reza por essa cartilha é a cantora Claudiana de França, segunda atração da noite. Nascida em Parnamirim, sua essência musical foi apurada a partir da influência boêmia do pai, grande apreciador de música. E uma das principais referências do seu som é Luiz Gonzaga, presença constante na radiola de casa. Isso pode ser observado na escolha do seu repertório, que teve sua primeira metade completamente dedicada às músicas do Rei do Baião, com clássicos como “Xote das meninas”, “Cintura fina” e “Vem, morena”. A partir daí, ela abre espaço para as canções de autores mais recentes, a exemplo de Flávio Leandro, que se apresenta na noite de hoje, em Belmonte.</p>
<div id="attachment_29483" aria-labelledby="figcaption_attachment_29483" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8821451946_7e47b6de8e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29483" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8821451946_7e47b6de8e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Adelmário Coelho</p></div>
<p>Além do formato das bandas – que se reflete no som que chega ao público – e o diálogo do repertório com outros gêneros, uma característica marcante de alguns forrozeiros é o investimento na produção do show como um todo. Exemplo claro disso é Adelmário Coelho, que encerrou a noite desta sexta. Natural de Curaçá (BA), ele percorre o Nordeste apresentando um forró que ganha força não só musicalmente, mas visualmente. Cenário, figurino e iluminação: tudo isso salta aos olhos durante seu show, aliado a um corpo de bailarinos que vai cerzindo em suas coreografias o repertório do cantor, impressionando a plateia, que se vê instigada a acompanhar a dança.</p>
<p>No entanto, veio da penúltima atração a proposta mais “ousada”, digamos. A banda recifense Fim de Feira tem como base o autêntico forró, mas consegue traçar um amplo arco de diálogos com elementos diversos. Eles atacam de jazz, coco, carimbó, reggae e rock, sem perder de vista um minuto sequer que é o forró quem comanda a farra. De um repertório que tem como base os dois discos da banda – “A revolução dos pebas” e o recente “De todo jeito a gente apanha”- eles conseguem passear por territórios distintos da música – indo de “Pagode russo” a “Eleanor Rigby”, dos Beatles. Tudo isso, sendo dito num linguajar popular – refletido na presença constante da poesia de cordel ao longo do show.</p>
<div id="attachment_29484" aria-labelledby="figcaption_attachment_29484" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820822340_e5dba77f2c_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29484" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/8820822340_e5dba77f2c_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fim de Feira</p></div>
<p>A ousadia reside no fato de seguirem uma linhagem iniciada por cânones como Ary Lobo, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, mas pouco explorada no forró atualmente, se permitindo mostrá-la a públicos dos mais diversos, como cariocas, europeus ou belmontenses. “A origem de tudo está no forró, no baião, no coco. Essa matriz é imprescindível no nosso trabalho, e procuramos, naturalmente, aliar novas linguagens a isso. A partir desses artistas que são nossas grandes referências, nós aprendemos que é importante essa raiz estar presente, contanto que possamos trazer nossas referências particulares, e uma bagagem da música universal também, o que acaba fincando uma marca registrada à cada artista, que vem a se chamar de ‘originalidade’. Jackson do Pandeiro tinha uma postura totalmente rock’n’roll. É bem essa postura. Essa é a nossa matriz”, explicou Bruno Lins, vocalista da Fim de Feira.</p>
<p><strong>A voz do Sertão</strong></p>
<div>
<div id="attachment_29486" aria-labelledby="figcaption_attachment_29486" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/aboiadores-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29486" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/aboiadores-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aboidores Chico Justino e Cícero Mendes</p></div>
<p>Uma agradável surpresa marcou a noite desta sexta, no Estádio Carvalhão. A dupla de aboiadores Chico Justino e Cícero Mendes se apresentou, nos intervalos dos shows, para cantar toadas que já são uma prévia do que virá neste domingo (26), com a Cavalgada da Pedra do Reino. Vindos de Serrita, em seus versos certeiros de improviso, marcados pela voz rasgante, eles louvaram a cidade de São José do Belmonte, o Festival Pernambuco Nação Cultural e o homem nordestino. Arremataram a plateia, ao fechar uma de suas toadas com a frase “quem nunca veio ao Sertão, da vida não curte nada!”</p>
</div>
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		<title>Belmonte inteira vai dançar forró</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 19:05:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Vila Nova Do inglês for all, que quer dizer “para todos”, o forró faz jus ao nome e é um dos ritmos mais populares do Brasil, juntando todas as idades e classes sociais, sem qualquer distinção. E é essa “democracia cultural” que vai dar a tônica do FPNC Sertão Central, na cidade São José [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4716" aria-labelledby="figcaption_attachment_4716" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Fim-de-Feira.jpg"><img class="size-medium wp-image-4716" alt="O grupo Fim de Feira é uma das principais atrações desta sexta (24) / Foto: Beto Figueirôa " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Fim-de-Feira-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Fim de Feira é uma das principais atrações desta sexta (24) / Foto: Beto Figueirôa</p></div>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Do inglês <em>for all</em>, que quer dizer “para todos”, o forró faz jus ao nome e é um dos ritmos mais populares do Brasil, juntando todas as idades e classes sociais, sem qualquer distinção. E é essa “democracia cultural” que vai dar a tônica do FPNC Sertão Central, na cidade São José do Belmonte, durante o fim de semana. Nesta sexta (24/5) e sábado (25/5), diversas atrações se revezarão no palco do Estádio Carvalho para promover aquele “rala-bucho” danado, como bem gosta todo bom pernambucano.</p>
<p>Quem abre o festival nesta noite é a Banda Paixão Nordestina &amp; Jackson da Sanfona, a partir das 20h. Formada no final de 2005, inicialmente era apenas um trio, mas à medida que foi ganhando espaço dentro e fora da cidade, acabou se transformando num grande grupo, que hoje é referência em São José do Belmonte. Sob a batuta de Jackson da Sanfona – idealizador do projeto – a Banda Paixão Nordestina segue levando o nome da cidade natal para todo o Nordeste, colecionando participações em eventos como as festas de São João de Caruaru, Campina Grande (PB), Maracanaú (CE) e Senhor do Bonfim (BA). O xote é o principal ingrediente do seu forró, fazendo todo mundo dançar agarradinho.</p>
<p>Quem também participa da festança nesta sexta é a banda recifense Fim de Feira, que traz um forró com jeitão mais contemporâneo, com um trabalho autoral elogiado em todo o Brasil. A banda foi vencedora do Prêmio da Música Brasileira, em 2009, na categoria Melhor Grupo Regional, apostando no diálogo de tradição e modernidade e numa variedade de ritmos impressionante, o que lhe rendeu, nos últimos anos, passagens pela Europa e Caribe, além de rodar todo o Brasil. Na salada dos músicos, há de um tudo: carimbó, coco, maxixe, cantigas de viola, poesia de cordel e, óbvio, o forró, que dá a liga dessa mistura. O repertório de hoje passeia pela obra da banda, incluindo o seu mais recente CD, “De todo jeito a gente apanha”, lançado no ano passado, com produção de Yuri Queiroga e participações de Silvério Pessoa, Zé Brown e Elba Ramalho.</p>
<p>Ainda passarão pelo palco nesta noite Claudiana de França, Joãozinho do Exu e Adelmário Coelho.</p>
<p><strong>E a festa continua…</strong></p>
<p>Para quem ainda tem disposição para mais uma noite de arrasta-pé, a programação de shows do FPNC Sertão Central continua neste sábado (25/5), no Estádio Carvalho. Quem abre a noite é o grupo Coração de Poeta, de Sertânia, encabeçado pelo artista Kalu Vital. O projeto surgiu em 2011, como uma homenagem ao poeta Walmar Belarmino de Sousa, e traz como principal vertente das suas apresentações o lirismo e a poesia, vestidos por músicas, figurinos e interpretações originais.</p>
<p>Outra figura marcante na programação é o cantor e compositor Flávio Leandro. Natural de Bodocó, o músico compõe desde criança, e tem como fonte de inspiração das suas canções a vida do homem sertanejo. As cantigas dos pássaros, o berro do bezerro, o pisado de milho no pilão, o gemido das rodas de carro de boi, as cigarras, tudo está presente em sua obra. E para musicar essa poesia, não poderia haver melhor ritmo que o forró, transformando-se em canções que ganharam o mundo nas vozes de artistas como Elba ramalho, Flávio José, Santana, Jorge de Altinho, entre outros.</p>
<div id="attachment_29488" aria-labelledby="figcaption_attachment_29488" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/7035521467_895b08bddd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29488" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/7035521467_895b08bddd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Josildo Sá encerra a programação, com seu Samba de Latada</p></div>
<p>Encerrando a programação de shows em São José do Belmonte, quem sobe ao palco é o músico Josildo Sá, que vai mostrar o seu autêntico samba de latada. São 15 anos de carreira desse artista que vem se consagrando por reunir em sua música elementos do forró e do samba – ambos, na década de 40, serviam para designar um tipo de festa popular onde se tocava do baião ao chorinho. Com seu carisma e instigação invejáveis, Josildo consegue agregar ao forró a levada do samba e a malemolência da gafieira, através de uma linguagem que traduz, em contemporaneidade, a tradição nordestina, que pode ser dançada tanto no chão de terra batida como num salão lustrado. No repertório do show, além de canções dos seus discos – incluindo o clássico “Samba de latada”, feito em parceria com o saudoso clarinetista Paulo Moura, Josildo vai interpretar músicas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.</p>
<p>Também subirão ao palco neste sábado, Anchieta Dali e Paulo Matricó e a cantora Márcia Pequeno.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p>Palco Nação Cultural (Estádio Carvalho)<br />
<em>a partir das 20h</em></p>
<p><strong>Sexta-feira, 24/5</strong><br />
- Paixão Nordestina &amp; Jackson da Sanfona<br />
- Claudiana de França<br />
- Joãozinho de Exu<br />
- Fim de Feira<br />
- Adelmário Coelho</p>
<p><strong>Sábado, 25/5</strong><br />
- Coração de Poeta<br />
- Márcia Pequeno<br />
- Anchieta Dali &amp; Paulo Matricó<br />
- Flávio Leandro<br />
- Josildo Sá</p>
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