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	<title>Portal Cultura PE &#187; Banda Marsa</title>
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		<title>Muta lança seu primeiro CD solo na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 13:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cantor e compositor pernambucano Muta lança o seu primeiro CD solo, Chego Perto, neste mês de outubro. O disco passeia por diversas sonoridades, como dub, bossa nova, samba, bolero, brega, entre outras, mostrando a versatilidade do artista, que passou por bandas como Inferninho Samba Orquestra (2010), Ínsula (2008) e Chocalhos e Badalos (2002), além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor e compositor pernambucano <a href="https://www.facebook.com/JulianoMuta" target="_blank"><b>Muta</b></a> lança o seu primeiro CD solo, <i>Chego Perto</i>, neste mês de outubro. O disco passeia por diversas sonoridades, como dub, bossa nova, samba, bolero, brega, entre outras, mostrando a versatilidade do artista, que passou por bandas como <em>Inferninho Samba Orquestra</em> (2010), <em>Ínsula</em> (2008) e <em>Chocalhos e Badalos</em> (2002), além de, atualmente, fazer parte do grupo de samba e choro <em>Fio da Meiota</em>. Antes, o músico utilizava o nome artístico Juliano Muta, mas, para o seu voo solo, decidiu usar apenas o sobrenome de origem nipônica &#8211; Muta. <i>Chego Perto</i> apresenta 11 faixas, sendo dez composições autorais, duas em parcerias com Pedro Saldanha, e uma com Leo Vila Nova, além de uma música instrumental de Filipe Barros (BARRO).</p>
<div id="attachment_30949" aria-labelledby="figcaption_attachment_30949" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Breno César</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/muta-breno-cesar.jpg"><img class="size-medium wp-image-30949" alt="Divulgação/Breno César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/muta-breno-cesar-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Chego Perto&#8221; foi produzido de forma independente, contando com diversas parcerias musicais</p></div>
<p>O disco ganha o palco no dia 23 de outubro (sexta-feira), a partir das 19h, com show na Torre Malakoff (Bairro do Recife) e acesso gratuito. A abertura da noite ficará por conta da banda Marsa, que também prepara seu disco de estreia. Na ocasião, o CD <i>Chego Perto</i> estará à venda para aqueles que não abrem mão do objeto físico, que teve projeto gráfico assinado pela artista visual Bárbara Melo e fotografia de Breno César.</p>
<p>Ao lado de Muta, que canta, toca violão e guitarra semiacústica, <i>Chego Perto</i> foi gravado por um grande time de músicos: Filipe Barros (guitarras, vozes e sintetizador), Rogério Samico (baixo, teclado, programações e sintetizador), Thiago Fournier (baixo acústico), Thiago Suaruagy (bateria), Lucas Araújo (bateria), Moab Nascimento (trombone), Alexandre Rodrigues – “Copinha” (clarinete e sax) e Diego Santana (teclado). As músicas também contam com participações especiais do cantor Carlos Ferrera, das cantoras Isadora Melo e Marina Silva, dos percussionistas Leo Vila Nova (em, praticamente, todas as faixas do disco) e Lucas dos Prazeres (Orquestra dos Prazeres) e do sanfoneiro Júlio Cesar. Todos estarão no show de estreia.</p>
<p>Produzido sem patrocínios públicos ou privados,<em> Chego Perto</em> contou com a generosidade de vários amigos e parceiros musicais de Muta. A produção musical do CD é do próprio cantor, ao lado de Filipe Barros (BARRO), músico da Bande Dessinée, e Rogério Samico, da banda Marsa. O disco foi gravado nos estúdios Carranca e SALAC1NCO, sob coordenação técnica de Rogério Samico. Mixagem e a masterização foram de Leo D (Mister Mouse), garantindo a qualidade sonora.</p>
<p><b>COMPOSIÇÕES</b><b> – </b>O single<b> </b><i>Domingo</i>, lançado na web no último dia 7/10, foi inspirada na crônica <i>Tardes de domingo</i>, do escritor e filósofo romeno Emil Cioran. Muta explica um pouco sobre a ideia da música: “<i>Para os ocidentais, o domingo sempre teve uma carga muito pesada, um clima depressivo, mas eu acho domingo o dia mais feliz, porque as pessoas conseguem viver o que elas querem, nada as obriga, as pessoas podem vivenciar a vida com intensidade, sem a cobrança dos dias, por isso fiz essa música</i>”.</p>
<p>Ouça o single <i>Domingo</i>, uma das faixas do álbum, já foi disponibilizada gratuitamente<i>: </i><br />
<iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player?url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F227325532&player_height=&player_height_multi=&player_width=&player_type=visual&color=&auto_play=false&show_comments=true&show_user=true&buying=&sharing=&download=&show_artwork=&show_playcount=&hide_related=false"></iframe> Todas as faixas já estão disponíveis em plataformas de streaming e também para compra no <em>iTunes</em>.</p>
<p><i>Chego Perto</i>, música que dá título ao CD, é baseada em uma história do realismo fantástico, na qual uma casa se torna navio. <i>Paraquedas</i> mistura elementos do brega com <i>dub</i> e conta com a participação de Isadora Melo, jovem talento que desponta no cenário musical, amiga de Muta das noites de samba no bar Retalhos. <i>Mulher é rei</i> resulta da mistura entre xote e <i>dub</i>, com a participação da voz marcante do cantor Carlos Ferrera, que, assim como Muta, integra o grupo de compositores Bloco Musga, criado para encontros e trocas de experiências em composição. <i>Vulnerável</i> é o típico bolero ‘dor de cotovelo’. <i>Tricotê</i> é um <i>foxtrot </i>que<i> </i>conta a história de uma mulher malandra, que gosta de dar dribles nos homens. O bem humorado folk <i>Latinha de Ervilha</i> conta sobre o desespero de um homem que não encontra o seu remédio tarja preta no armário. <i>Calada</i> fala do clima misterioso da noite, em clima de <i>surfmusic</i>. A cantora Marina Silva coloca a sua voz em quatro faixas &#8211; <i>Paraquedas</i>, <i>Vulnerável</i>, <i>Calada</i> e <i>Roendo o ócio</i>, canção composta por Muta em parceria com Leo Vila Nova, que remonta aos tempos da banda Ínsula, da qual ambos participaram. Lucas dos Prazeres marca presença dividindo com Leo Vila Nova as percussões de <i>Regalo</i>, faixa instrumental do disco.</p>
<p><b>TRAJETÓRIA</b> – Muta convive desde criança com o universo musical, acompanhando os pais em farras e serestas, onde a música era sempre o principal pretexto dos encontros. Aprender a tocar violão foi uma consequência inevitável, e o menino passou a levar o ofício a sério precocemente. Muta exercita o trabalho de compositor desde 1998, criando canções de estilos diversos, buriladas ao longo dos anos. No seu CD solo, ele reuniu composições dos últimos sete anos, a maioria inéditas, com exceção de <i>Roendo o Ócio</i>, parceria com Leo Vila Nova, que já tinha sido gravada no EP da banda Ínsula, em 2009, ganhando agora nova roupagem. Muta também integra, desde 2013, a banda Fio da Meiota, onde interpreta sambas clássicos e “lados B”, conquistando público fiel nas noites do bar Retalhos, na esquina da Rua do Lima com Rua da Aurora. Muta também compõe músicas para peças de teatro, tendo sido ganhador, junto com Leo Vila Nova, do Prêmio Apacepe de Melhor Trilha Sonora, pelo espetáculo adulto <i>H(EU)stória &#8211; O Tempo em Transe</i>, no festival Janeiro de Grandes Espetáculos 2014. Atualmente, o músico está desenvolvendo a trilha para a peça <i>PA(Ideia) &#8211; A Pedagogia da Libertação</i>, em parceria, mais uma, vez com Leo Vila Nova e, ainda, Tiago West e Glauco César II. Além da música, Juliano trabalha como jornalista.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><b><br />
</b><b>Show de lançamento do CD <i>Chego Perto</i>, de Muta</b><br />
<i>com Muta, Marsa e DJ Incidental<br />
</i>23/10 (sexta), a partir das 19h<br />
Torre Malakoff | Praça do Arsenal da Marinha, s/n &#8211; Bairro do Recife<br />
Acesso gratuito<br />
Preço do CD | R$ 10,00</p>
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		<title>Palco Pop: do sampler ao coco dos mestres</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 17:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semelhante ao caldeirão de um mago do som, o Palco Pop juntou Banda Marsa, Radiola Serra Alta, Isadora Melo e A Matinada. Ingredientes diversos para encantar o público eclético, de diferentes idades e locais de origem, que veio ao Parque Euclides Dourado curtir a noite musical do FIG 2015, nesse domingo, 19/7. A lua crescente, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Semelhante ao caldeirão de um mago do som, o Palco Pop juntou Banda Marsa, Radiola Serra Alta, Isadora Melo e A Matinada. Ingredientes diversos para encantar o público eclético, de diferentes idades e locais de origem, que veio ao Parque Euclides Dourado curtir a noite musical do FIG 2015, nesse domingo, 19/7. A lua crescente, brilhando por entre os eucaliptos, parecia emanar boas energias para todos e todas que se divertiam, celebrando a cultura.</p>
<p>Vencedores do Festival Pré AMP 2015 e com disco quase pronto para ser lançado, a Banda Marsa sacudiu a abertura da noite com um som cheio de influências afro-brasileiras. Do palco, semelhante a um terreiro pop, propagou-se um canto com tempero negro, acompanhado por guitarras e atabaques que contagiaram o público. As pessoas dançaram já na primeira canção. Muita gente rodando e jogando os braços como nas celebrações aos orixás, mesmo quando o som enveredou para a seara do samba, carimbó ou regue estilizados.</p>
<div id="attachment_27692" aria-labelledby="figcaption_attachment_27692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Costa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa.jpg"><img class="size-medium wp-image-27692" alt="Paulo Costa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Com atabaques e guitarras, Banda Marsa sacudiu Palco Pop com influências afros.</p></div>
<p><em>“Nossos percussionista tocaram em terreiro, temos também músicos de chorinho e de rock. Essa e a panela do Marsa que trouxemos pra o Festival de Inverno. O FIG pra mim é especial demais, tem gente do litoral ao sertão, muitas influências e percepções diferentes. Viemos tocar, assistir e trocar experiências”, disse Martins, cantor e um dos compositores do grupo.</em></p>
<p><em>“Venho sempre ao Palco Pop por causa da diversidade da música, como esse batuque da banda Marsa que é uma mistura de ritmos muito boa”, vibrou Luiz Leite, de Garanhuns, 41 anos.</em></p>
<p><em>“Acho essa mistura incrível, faz a gente dançar, não dá pra ninguém ficar parado. E tudo isso mostra um pouco da cultura negra da gente”, falou, sem parar de dançar, Palas Camila, do Recife, 23 anos.</em></p>
<p><em>“A gente, aqui, vê muito tipo de música diferente. Por isso, sempre venho ao Palco Pop. Posso até não entender direito o que eles tocam, mas acho interessante”, comentou Marizélia Correia, de Garanhuns, 55 anos.</em></p>
<p>De repente, o lugar foi tomado por um clima de suspense. Batida eletrônica ressoou. Palco vazio&#8230; Uma voz surgiu sem que as pessoas vissem de onde vinha. Um poema no estilo cordel ecoou no palco. Bits de computador começaram a vibrar junto com um grito de aboio, som de triângulo e zabumba. Personagens da Radiola Serra Alta entraram, fazendo coreografias, surpreendendo a plateia. O público entende a química e entra na dança. Uns fizeram passos do hip hop, outros tentam o xaxado enquanto batem cabeça.</p>
<p>Os integrantes do grupo, de Triunfo, não revelam suas identidades, apresentam-se sempre mascarados, semelhantes ao careta e à &#8220;véinha&#8221;, mascarados que tomam as ruas no Carnaval de sua cidade, no Sertão do Pajeú. O show teve participação especial da raper, Jessica Caetano, e do raper Clécio Rimas.</p>
<p><em>“Isso aqui é som eletrônico dialogando com a cultura popular nordestina. Acho que o FIG é inclusão de gente, como nós que viemos lá do Sertão, mostrar nosso som aqui”, explicou um dos integrantes do grupo, oculto em sua identidade secreta, mascarado de careta.</em></p>
<p><em>“Gosto muito desse som meio xaxado meio coco, sei lá, dessa mistura toda, juntando essas coisas da gente com os computadores. Gosto muito do FIG. Por mim teria mais vezes ao ano”, pontuou Sara Régia, do Recife, 24 anos.</em></p>
<p><em>“Tô curtindo esse batuque. Não conhecia esse pessoal (da Radiola Serra Alta). Isso aqui valoriza todas as culturas”, comentou Everaldo Dantas, de Garanhuns, 53 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27709" aria-labelledby="figcaption_attachment_27709" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult=PE/|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27709" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo fez sua estreia solo no FIG 2015, no Palco Pop.</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>O palco mudou de pele. Saíram o aporte eletrônico e a batida eletrônica para dar lugar a um espaço mais intimista com baixo acústico, bandolim, violão e acordeon. Surgiu Isadora Melo. Calma e firme. Imponente e jovem cantora do Recife. Tem simplicidade e, ao mesmo tempo, presença de palco marcante com visual que lembrou as damas do jazz ou da nossa MPB, mas, com jeito brejeira. Isadora Melo, que foi vocalista da Orquestra Contemporânea de Olinda, fez sua estreia solo no FIG 2015. Soltou a voz. Transitou por compositores pernambucanos. O público se aproximou do palco, ouviu atento&#8230; Aplaudiu.</p>
<p><em>“Canto porque isso faz com que eu me conheça mais. Meu avô me dava CD de Francisco Alves e Maísa, Jacó do bandolim e Elizete Cardoso. Esse show e uma celebração da música, que gera som, silêncio e tensão. Acho o FIG uma oportunidade pra gente viver as vanguardas e as tradições musicais, esses paço aqui traduz isso”, discorreu Isadora Melo.</em></p>
<p><em>“Achei Isadora fantástica: potência com suavidade. O FIG também é fantástico, principalmente a mescla musical que o festival faz”, comentou Cyreno Gonçalves Neto, do Recife, 56 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27710" aria-labelledby="figcaption_attachment_27710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27710" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z-607x423.jpg" width="607" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Mestres da cultura popular que formam A Matinada se apresentaram no Palco Pop</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>Em seguida, A Zona da Mata pernambucana invadiu Garanhuns ao ritmo sincopado do coco de A Matinada. Galo Preto, mestre tradicional, saiu puxando uma cantiga sobre a beira da praia. O público mergulhou de cabeça na sua batida. Mais uma vez, o Palco Pop juntou artistas e público de várias gerações, o novo e a tradição, no palco e na plateia. Quatro coquistas de gerações diferentes, como os veteranos Ciço Gomes, Galo Preto, Zé de Teté e Biu Caboco fizeram seu samba ao lado de Adiel, da nova safra de coquistas. Os pandeiros percutiram, o samba de coco quebrou; e toda gente no Palco Pop dançou e cantou em diversas rodas por toda plateia.</p>
<p><em>“Um acontecimento desse não e brincadeira. O Galo Preto, velho com quase 82 anos, cantando; E gente quase criança cantando junto e dançando. Isso é um presente”, emocionou-se Galo Preto.</em></p>
<p><em>“Sou o mais novo coquista da turma, aprendendo demais com todos eles, os mestres, figuras de lugares e idades e de vertentes de coco diferentes. Cada um de nós mostrou pra toda essa gente a riqueza do coco. E aviso logo: na próxima sexta (24/7), no palco Dominguinhos, lançarei meu disco aqui no FIG: Baionada”, ressaltou Adiel Luna.</em></p>
<p><em>“Nunca tinha ouvido esse som, essas figuras do coco. Achei massa. Acho muito proveitoso tá aqui porque a gente saca muita coisa que não conhecia”, confessou Eduardo Cabral, de Garanhuns, 20 anos.</em></p>
<p><em>“O FIG costuma ser muito bom. Faz oito anos que venho. Adoro e priorizo o Palco Pop. É bom pra quem é de fora e pra quem é de Garanhuns que recebe muita coisa nova. O Palco Dominguinhos é outro espaço bacana. Também vi exposições de artes plásticas”, comentou Juliana Lins do Recife, 31 anos.</em></p>
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		<title>Vencedora do Pré-AMP, banda Marsa se apresenta no MEPE</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 15:33:55 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23349" aria-labelledby="figcaption_attachment_23349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Martins/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/20150311114408611857a.jpg"><img class="size-medium wp-image-23349" alt="Martins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/20150311114408611857a-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Marsa é a próxima atração do Ouvindo e Fazendo Música no MEPE</p></div>
<p>Vencedora do Pré-AMP 2015, festival de música do Recife voltado para bandas com trabalhos autorais, a banda Marsa é a atração deste sábado (11) do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado, localizado no bairro das Graças, no Recife. Na ocasião, o grupo apresentará as canções que encantaram o público e jurados do Pré-AMP em fevereiro passado, época da realização do festival. Os ingressos custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia ou clientes Santander) e o show terá início às 17h.</p>
<p>Segundo Thiago Martins, vocalista da banda, há uma grande expectativa da banda para a apresentação no museu. “Acho incrível essa história de música no museu. Venho acompanhando os shows realizados nesse projeto e é tudo muito interessante. Sobretudo porque é no MEPE, um lugar tão bonito e tão intimista. E percebi também que já rola um público certo nessa ação, que participa dos shows independentemente do artista”, comenta Thiago.</p>
<p>De acordo com o vocalista, o show no MEPE será uma prévia do disco que a Marsa vai gravar no próximo mês, como premiação por ter sido a vencedora do Pré-AMP. “Nosso show será todo autoral, com duração média de uma hora, e na ocasião vamos apresentar algumas músicas inéditas, num formato que já levamos para espaços como o Capibar e a Casa de Seu Jorge”, explica. Além da gravação, mixagem e prensagem do seu primeiro disco, a Marsa vai também compor a programação do 25º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IMG_0359-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20960" alt="Valeska Cavalcante/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/IMG_0359-1-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a></p>
<p>O grupo é formado por Thiago Martins (voz e guitarra), Rodrigo Samico (guitarra e voz), Rogério Samico (baixo, sintetizador e voz), Carlos Amarelo (bateria e percussão) e Rodrigo Félix (percussão e voz), e tem menos de um ano de formação. Na verdade o grupo foi criado por sugestão de Martins e Rodrigo Samico, que já tinham algumas canções compostas. “A gente faz parte do Sagaranna, mas tínhamos a vontade de criar outros sons. Quando surgiu isso do Pré-Amp foi a ‘deixa’ que a gente precisava, e aqui estamos nós”, brinca Thiago.</p>
<p><strong>Programação do Ouvindo e Fazendo Música no MEPE -</strong> O mês de abril ainda reserva algumas emoções musicais no Museu do Estado. No dia 18 será a vez da cantora Aninha Martins se apresentar, enquanto que no dia 25 Jefferson Gonçalves sobe no palco do MEPE.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Marsa<br />
Sábado (11), às 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Telefone: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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