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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bande Dessinée</title>
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		<title>Filipe Barros: “Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si”</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 19:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seção Eu Indico desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da Bande Dessinée – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15494" alt="Louise Vas/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/FILIPE-BARROS-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>A seção <strong>Eu Indico</strong> desta semana traz o músico e compositor Filipe Barros para recomendar uma obra de outro artista pernambucano. Além do seu trabalho como guitarrista, compositor e vocalista à frente da <a href="http://www.bandedessinee.com.br/" target="_blank"><strong>Bande Dessinée</strong></a> – que está em estúdio gravando o seu segundo álbum, “Chanteclair” – Filipe já produziu o disco “Sem despedida”, do cantor Paes, e também faz parte da banda de Igor de Carvalho. Atualmente, ele também começa a preparar terreno para um novo projeto, que se chamará Barro.</p>
<p>Filipe indica “Limbo”, segundo álbum da banda <a href="https://soundcloud.com/ruadoabsurdo" target="_blank"><strong>Rua</strong></a>, lançado em agosto, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12186" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/BandaRua_Foto_BrenoCésar_-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Tive a chance de ver o primeiro show da Rua no lançamento do disco Do Absurdo. Fiquei muito impressionado com a sonoridade que eles traziam, a instrumentação no palco, a concepção sonora e o cuidado e a devoção ao SOM. Essa primeira impressão da Rua não foi passageira, o novo disco, &#8220;Limbo&#8221;, só confirma que este é o código genético do grupo. Toda energia apresentada no 1º álbum, hoje parece ter mais força e raízes, depurando a sonoridade coletiva.</em></p>
<p><em>Limbo é um convite para um lugar, uma rua, uma avenida onde passa o caos, a calmaria, o absurdo. Sem medo de seguir o impulso criativo, a convicção criativa (por mais turva que ela possa ser), Limbo é o ponto de partida de uma viagem para dentro de si, um olhar sobre o mundo e sobre os nossos tempos contemporâneos e extemporâneos. No meio da torrente sonora, você vai poder ouvir a singularidade desses músicos que têm um refinamento nos seus instrumentos e maturidade de propor uma reinvenção de linguagem. Cavaquinhos lisérgicos, levadas de bateria que te carregam numa cavalgada tortuosa, o baixo que guia o sopro do grave, os sintetizadores, ruídos que te transportam para paisagens sombrias e cotidianas, a mixagem que te mostra espaços e texturas singulares e a voz que te instiga e afaga.</em></p>
<p><em>Nas letras da Rua, vem uma poesia fina, atual, simples, mas com convites para pensar a existência, os dias de hoje, nossa memória e desejos de futuro. Vamos para o Limbo, afinal foi de onde viemos, para onde iremos ou onde passaremos algumas horas nessa Rua</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco de &#8220;Limbo&#8221;, segundo álbum da banda Rua.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157055744&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/157027216&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Palco Pop com sotaque francês</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2013 14:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Bande Dessinée]]></category>

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		<description><![CDATA[Bande Dessinée se apresenta pela primeira vez no FIG, em meio à turnê de divulgação do disco “Sinée qua non” por Leonardo Vila Nova Pela primeira vez se apresentando no Festival de Inverno de Garanhuns, a recifense Bande Dessinée trouxe para o friozinho aconchegante da cidade ares franceses. Em meio à turnê nacional que eles [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-209c-5090-66f9-9c637ba49368"><em>Bande Dessinée se apresenta pela primeira vez no FIG, em meio à turnê de divulgação do disco “Sinée qua non”</em></p>
<div id="attachment_3947" aria-labelledby="figcaption_attachment_3947" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-3947" alt="Bande Dessinée em turnê, com “Sinée qua non” (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-23-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Bande Dessinée em turnê, com “Sinée qua non” (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-86375585-209d-da8d-3a6b-3fbc1f5870d1" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Pela primeira vez se apresentando no Festival de Inverno de Garanhuns, a recifense Bande Dessinée trouxe para o friozinho aconchegante da cidade ares franceses. Em meio à turnê nacional que eles estão levando para oito cidades brasileiras, divulgando o seu primeiro álbum, “Sinée qua non”, uma paradinha estratégica no FIG 2013, em show no Palco Pop (Parque Euclides Dourado).</p>
<p dir="ltr">Para algum possível desavisado, uma banda pernambucana que toca músicas em francês pode soar nada a ver. Porém, não são incomuns os links entre a música brasileira e a francesa. “A música brasileira sempre foi muito canibal, de reprocessar influências de todo o mundo. Na França da década de 1960, existia esse mesmo pensamento. Ao você ouvir um disco de Serge Gainsbourg, France Gall ou Brigitte Bardot, você vai encontrar cumbias, boleros, dubs, reggaes, bossa nova, samba, marchinhas de carnaval. Eles estavam antenados nessa mesma sintonia“, explica Filipe Barros, guitarrista, fundador e principal compositor da banda.</p>
<p dir="ltr">Esse diálogo de culturas também se estabelece no campos das versões criadas a partir de músicas em língua francesa. O famoso “Borogodá”, de Reginaldo Rossi, é uma versão de “Les cornichons”, de Nino Ferrer. Assim como “Tu veux ou tu veux pax”, de Brigitte Bardot, que tem em “Nem vem que não tem”, de Carlos Imperial, o seu correspondente brasileiro. Conexões estabelecidas e sintonizadas, eis que o público se identifica com o som da Bande Dessinée.</p>
<p dir="ltr">Em um show cheio de climas, eles passeiam por diversas nuances musicais. Vão de uma pegada mais rock (como tem se observado nos shows mais recentes da banda), passando por boleros com arranjos super sofisticados, até os ritmos para “xumbregar” (como se diz em bom “pernambucanês”, para dançar agarradinho, cheio de malemolência). Ao longo do show, uma boa parte do repertório do “Sinée qua non”, mais algumas novidades, como as canções “Perdizes” (próximo single da banda, previsto para agosto) e “Navegador”.</p>
<p dir="ltr">Nos momentos finais da apresentação, eles se voltam para um repertório que remete ao início da carreira da banda (lá em 2007), pinçando compositores e artistas que são inspiração da Bande Dessinée. Entre elas, “Moliendo café”, “Paroles paroles” e “Cha cha cha do loup”, com inserções de “Robots”, do Kraftwerk. Em palco e em disco, uma banda que vem desfazendo barreiras entre França e Brasil e ressaltando afinidades nem sempre tão nítidas assim, mas que sempre estiveram ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
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