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	<title>Portal Cultura PE &#187; Baobá Stereo Club</title>
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		<title>Entre a música e a canção, sonoridades diversas conquistam o público</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 21:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cena da música instrumental cresce e público se torna cada vez mais receptivo às músicas não cantadas Por Joana Pires Um dos espaços mais especiais do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) está localizado no Parque Ruber Van Der Linden, também conhecido como o Pau Pombo, no centro da cidade. O Palco Instrumental, reduto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Cena da música instrumental cresce e público se torna cada vez mais receptivo às músicas não cantadas</p>
<p>Por Joana Pires</p>
<div id="attachment_6307" aria-labelledby="figcaption_attachment_6307" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-41.jpg"><img class="size-full wp-image-6307" alt="Banda Anjo Gabriel foi um dos destaques do Palco Instrumental (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-41.jpg" width="598" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Anjo Gabriel foi um dos destaques do Palco Instrumental (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)</p></div>
<p dir="ltr">Um dos espaços mais especiais do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) está localizado no Parque Ruber Van Der Linden, também conhecido como o Pau Pombo, no centro da cidade. O Palco Instrumental, reduto de bandas de gêneros diversos que têm em comum o fato de não tocarem músicas cantadas (pelo menos durante o show), tem conquistado a cada noite um público mais cativo, interessado nas sonoridades e na comunhão entre música e natureza que o encontro entre o palco e o parque oferece.</p>
<p>Na noite desta quinta-feira (19/7), conversei com dois integrantes das bandas Baobá Stereo Club e Anjo Gabriel sobre a música instrumental – tida pelo senso comum como um tipo de música difícil – e sua identificação com o público. Bruno Gold, pianista da Baobá, falou um pouco sobre a recente trajetória da banda em festivais como o FIG. Já Marco da Lata, baixista da Anjo Gabriel, comentou a receptividade crescente à música do grupo. Veja na entrevista abaixo, o que os dois têm a dizer sobre a música que fazem e o momento que vivem:</p>
<p><strong>A música instrumental tem um espaço importante no FIG, com um público fiel, mas ao mesmo tempo diversificado. Como vocês perceberam a receptividade ao som que vocês fazem?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: A gente saiu de São Paulo, depois de ter feito muito show em lugares abertos, em parques, etc. O público geralmente estava passando e acabava parando para conhecer a música. Hoje foi nossa primeira vez em Pernambuco e já num festival, a receptividade foi muito boa, as pessoas pediram mais música, isso é legal.</p>
<p>Marco: Eu já morei em Garanhuns, então tenho uma relação diferente com a cidade, mas esse palco é diferente de tudo. As pessoas estão envolvidas. Eu cometi o erro de trazer pouco material para cá, mas todos os que trouxemos foram vendidos, a recepção ao nosso som foi muito boa.</p>
<p><strong>Qual a importância dos festivais nesse cenário e como tem sido a participação de vocês?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: Esse é o nosso 3º festival ainda. Começamos no final do ano passado, no festival da PUC, depois no Vivo Open Air. Mas festival é o momento de ter contato com públicos diferentes.</p>
<p>Marco: A parte legal do festival é justamente esse público diverso. É importante chegar num lugar como esse e mostrar a música instrumental como uma linguagem universal. A gente tem um quê de improviso muito grande e muito do que a gente toca depende da sintonia com o público.</p>
<p><strong>A música instrumental é uma música difícil?</strong></p>
<p dir="ltr">Bruno: Não. Acho que o jeito que a gente olha para a música instrumental é  como se ela fosse uma forma de conversar com muita gente. A gente tem influência pop e de muitos outros ritmos e isso facilita.</p>
<p>Marco: Não sei se a música instrumental é difícil, mas as nossas cantadas também não são muito fáceis (risos). O fato é que há uma cultura da canção. Quem fica só na música em si encontra às vezes um pouco mais de dificuldade em se comunicar.</p>
<p>Como vocês vêem a relação entre a música instrumental e o público não especializado hoje em dia?</p>
<p dir="ltr">Bruno: Está começando a ter mais abertura para esse tipo de música. Em São Paulo, existe já uma cena cultural para isso e as pessoas estão mais receptivas. Falta conquistar a mídia para que o público possa conhecer mais coisa e sair mais de casa em busca disso.</p>
<p>Marco: É um público novo que tem surgido, acompanhando essa avalanche de bandas instrumentais. Ver esse crescimento é bom.</p>
<p><strong>VIRTUOSI NA SERRA –</strong> Também nesta quinta, o Virtuosi na Serra recebeu duas apresentações que chamaram a atenção do público que vai à Igreja de Santo Antônio em busca de música erudita. Às 16h30, o grupo Iamaká apresentou um espetáculo com referências à literatura medieval e à música renascentista. Peças com flauta doce deram o tom de um universo quixotesco, representado teatralmente. Às 21h, a referência à cultura cigana se fez presente através do violino de Gilles Apap e dos Transylvanian Mountain Boys, que tocaram também algumas canções brasileiras como a Valsa sem nome, de Baden Powell, e Carinhoso, de Pixinguinha. Foram aplaudidos várias vezes de pé por toda a Igreja.</p>
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		<title>Banda Gaiamálgama, de Garanhuns, empolgou Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD Por Diego Gouveia Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Já o Chimpanzé Clube Trio aproveitou a noite no Parque Pau-Pombo para lançar CD</p>
<p>Por Diego Gouveia</p>
<p>Música medieval e rock instrumental. Jazz, ritmos latinos, música nordestina. Na terça-feira (18/7), o Palco Instrumental do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), evento promovido pelo Governo do Estado em parceira com a Prefeitura Municipal, recebeu quatro bandas e múltiplas linguagens. Apresentaram-se: Gaiamálgama, Rivotrill, Chimpanzé Clube Trio e Jaguaribe Carne.</p>
<p>No show da banda garanhuense Gaiamálgama, o público ficou pertinho do palco para conferir de perto o espetáculo. A banda se apropriou dos termos que significam terra e mistura de culturas para fundamentar sua principal estratégia: divulgar ritmos de vários lugares do mundo.</p>
<p>Compõem o grupo seis instrumentistas e cinco performáticos integrantes, que cantam, dançam e interpretam. As vestimentas remetem à Idade Média. Na apresentação, um dialeto, criado pela própria companhia, é usado para dar vida a canções tradicionais de outros países. Hungria, Índia e povos da região da Galícia são homenageados por Zhara Lins, Michele Noronha, Elnatã Souto, João Paulo Ferreira e Diorges Albuquerque.</p>
<p>O grupo existe há seis anos e é muito respeitado na cidade. “Ensaiamos muito para mostrar ao público o melhor do nosso trabalho”, disse Diorges Albuquerque. Durante a apresentação, ele interpreta a deusa hindu Kali e mostra um número de dança bastante ousado e criativo. O público vibrou com o desempenho da banda. A enfermeira Angélica Raposo saiu de Caruaru para curtir o FIG. “Fiquei surpresa com a atuação deles. Passaram por várias linguagens, utilizando diversos povos e culturas. Isso enriquece bastante nosso conhecimento”, explica.</p>
<p>Enganou-se quem achou que a banda com nome semelhante ao de um calmante iria tocar músicas lentas. Rivotrill entrou com batida forte no palco do Pau-Pombo e não decepcionou quem já acompanha o trabalho do grupo. O estudante recifense Felipe Acioly já tinha ouvido falar que o trio inovava nas suas composições. “Eles são muito criativos. O jazz é livre. Há tons do rock progressivo e nuances de vários outros ritmos”, comenta.</p>
<div id="attachment_6360" aria-labelledby="figcaption_attachment_6360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54.jpg"><img class="size-medium wp-image-6360" alt="Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-54-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres, na performance da banda Rivotrill (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>Na sequência, a banda paulista Chimpanzé Clube Trio comemorou dez anos de carreira com o lançamento do CD “Tudo veio do nada” no FIG. Angelo Kanaan (bateria), Felipe Crocco e Luiz Miranda (revezando-se no contrabaixo e na guitarra) trouxeram para o público um rock com sotaque funk, passando pelo reggae, samba e jazz. “Esse nosso trabalho é marcado pelo improviso. Gravamos sem ensaio ou qualquer pós-produção. Em setembro, lançaremos um novo álbum. Dessa vez, o CD será gravado no estúdio”, antecipou Luiz Miranda.</p>
<div id="attachment_6361" aria-labelledby="figcaption_attachment_6361" class="wp-caption img-width-331 aligncenter" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg"><img class="size-full wp-image-6361" alt="Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-55.jpg" width="331" height="475" /></a><p class="wp-caption-text">Músico do Chimpanzé Clube Trio, de SP (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p style="text-align: left;">Viola, guitarra, violão, zabumba e vozes-percussivas. Com Jaguaribe Carne, o passeio pelos ritmos populares e memórias dos irmãos Osmar e Paulo Ró ganha uma versão multimídia e instrumental. Criado na década de 1970, o grupo mostrou familiaridade com a música e com o palco. Conquistaram facilmente a audiência, que agora se prepara para os shows desta quinta-feira (19/7).</p>
<div id="attachment_6362" aria-labelledby="figcaption_attachment_6362" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56.jpg"><img class="size-medium wp-image-6362" alt="Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-56-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de Jaguaribe Carne (Foto: Tom Cabral/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Palco Instrumental (quinta-feira, 19/7)</p>
<p dir="ltr">17h – O Sam3a<br />
18h – Baobá Stereo Club<br />
19h – Anjo Gabriel<br />
20h – Sgüep Trio</p>
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