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	<title>Portal Cultura PE &#187; baque solto</title>
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		<title>Encontro dos Maracatus de Baque Solto celebra cultura, história e ancestralidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 16:17:43 +0000</pubDate>
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<p>A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), reúne mais de 30 grupos culturais.</p>
<p>Em 2025 a festa, que tem como tema O Som do Maracatu É o Coração de Nazaré, é realizada nos dias 3 e 4 de março. Destaque desta edição é o retorno do evento, após muitos anos, para Praça João XXII, conhecida como Praça da Catedral. A programação é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>O evento, que é tradição no calendário estadual de cultura, homenageia este ano o mestre Barachinha, do Maracatu Estrela Brilhante de Buenos Aires; e a mestra Gil, primeira poeta popular de versos de improviso, que ocupou, por décadas, o papel de mestra no Maracatu Feminino Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam).</p>
<p>No Encontro dos Maracatus de Baque Solto 2025 participam mais de 30 grupos de diferentes cidades da região. Além de Nazaré da Mata, integram a programação maracatus rurais dos municípios de Vitória de Santo Antão, Tracunhaém, Timbaúba, Carpina, Aliança, Condado, Lagoa de Itaenga, Buenos Aires, Chã de Alegria, Itambé, Ferreiros, Glória do Goitá, Araçoiaba, Lagoa do Carro e Itaquitinga.</p>
<p>A cultura popular do maracatu rural, segundo relatos históricos, surgiu na região canavieira, em meados do século 19, nos engenhos de cana-de-açúcar da região, pelos povos africanos trazidos à força para o Brasil e que trabalhavam escravizados.</p>
<p>Com a Abolição da Escravatura, em 1888, muitas dessas pessoas foram para a cidade grande. As que ficaram no interior e nas localidades rurais ganharam pequenos pedaços de terra para construírem sua casa, porém, continuaram trabalhando na lavoura de cana-de-açúcar. Os negros, após libertados, passaram a ser, juntamente com índios, caboclos e brancos pobres, protagonistas criadores da história e da cultura brasileiras.</p>
<p>Apesar de todo o sofrimento causado pelas péssimas condições de trabalho e moradia que estão ligadas à escravidão, a população negra contribuiu muito para o desenvolvimento do Brasil e ajudou na formação de nossa cultura, através das suas danças, músicas e costumes, como fazem os bricantes dos grupos de maracatus de baque solto, que resistem até os dias atuais, atravessando várias gerações.</p>
<p>Em Nazaré da Mata há 19 grupos. A brincadeira popular, que surgiu no terreiros dos canais, tem em sua representação figuras e personagens que remetem à cultura africana, indigena e europeia, a exemplo da Corte. Caterina (ou Catita), Mateus e a Burra são os abre-alas da brincadeira.</p>
<p>Em seguida entram em cena dois cordões de Caboclos de Lança, que são comandados pelo Mestre de Caboclaria, juntamente com dois cordões de Baianas (baianal) e os Caboclos a Reamar (também chamados de Caboclo de Pena). Integram o grupo o Estandarte, o Porte-Estandarte e os componentes da Corte. A Dama do Buquê, Rainha e Rei, Escravo com o Palio, Menino da Boneca (ou Dama do Passo) e a Boneca de Pano Preta.</p>
<p>Para além da beleza dos personagens, outra marca registrada é o Mestre, Contramestre e a Orquestra. Essa Orquestra é composta pelo terno, formado pelos instrumentos caixa, ganzá e bombinho, cuíca ou porca, além do gongué.</p>
<p>A Orquestra (ou Terno), também é composta por instrumentos de sopro como saxofone, trompete, trombone, pistão e clarinete.</p>
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		<title>Condado recebe a 1ª Sambada de Maracatu: uma celebração à cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 18:44:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114926" aria-labelledby="figcaption_attachment_114926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro.jpg"><img class="size-medium wp-image-114926" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Maracatu-Leão-de-Ouro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Leão de Ouro</p></div>
<p>O município de Condado (PE) é palco de um marco histórico na cultura popular com a realização da 1ª Sambada de Maracatu. O evento, organizado pelo Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, celebra a riqueza do maracatu de baque solto oferecendo oficinas gratuitas de música, poesia e dança, além de apresentações que seguem as tradições dessa manifestação única da Zona da Mata Norte pernambucana.</p>
<p>A iniciativa conta com o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco, Lei Paulo Gustavo (LPG), Ministério da Cultura (MinC) e governo federal e visa fortalecer a memória e identidade cultural da região promovendo o diálogo entre as gerações.</p>
<p>Com foco na inclusão social e na preservação cultural, o projeto garante acessibilidade para todos os públicos e convida a comunidade a mergulhar em uma experiência autêntica e transformadora. As oficinas acontecem na próxima terça-feira (10), nos períodos da tarde (a partir das 14h) e noite (às 19h). Ambas são ministradas por Mestre Letinho. A sambada comemorativa está programada para a próxima quinta-feira (14), às 21h, em frente à sede do Maracatu Leão de Ouro.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Sambada de Maracatu –</strong> <em>de 10 a 14 de dezembro, no Ponto de Cultura Maracatu Leão de Ouro, no município de Condado (PE). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Maracatu de baque solto se despede de sua primeira mestra</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:56:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108513" aria-labelledby="figcaption_attachment_108513" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil.jpg"><img class="size-medium wp-image-108513" alt="Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Gil</p></div>
<p>A cultura popular do maracatu rural de Pernambuco está de luto. Morreu, nesta sexta-feira (16), Mestra Gil, 54 anos, integrante do Maracatu de Baque Solto Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), na Zona da Mata Norte do Estado. A artista, mulher negra que por mais de 15 anos ecoou seu talento e voz a favor das mulheres e da cultura de raiz, silenciou seu apito e baixou sua bengala &#8211; importantes ícones de sua trajetória. O falecimento ocorreu no Hospital das Clínicas, no Recife, onde ela estava em tratamento de saúde. Deixa cinco filhos e quatro netos.</p>
<p>Mestra Gil, como era conhecida, foi pioneira na história do maracatu rural ao liderar, pela primeira vez, o Maracatu Feminino Coração Nazareno, fundado em 8 de março (Dia Internacional da Mulher) de 2004. Com ele fez história. Ingressou como bandeirista até ocupar o posto de mestra, no ano seguinte. À frente da agremiação, viajou o Brasil participando de Carnavais, festivais, encontros, sambadas, mostras e eventos culturais, apresentando seus versos de improviso e comunicando a força, o talento e a garra das mulheres pretas e periféricas na cultura popular.</p>
<p>No Maracatu Coração Nazareno, Mestra Gil foi pioneira ao participar da gravação de dois álbuns. No primeiro, em 2004, imprimiu seus primeiros versos registrados na memória cultural do País. Em 2009, com apoio do Ponto de Cultural Engenhos dos Maracatus, coordenado pela Amunam, lançou o segundo, em que buscou dedicar-se às temáticas sociais, ambientais, culturais e de empoderamento feminino.</p>
<p>Mestra Gil também foi fonte de inspiração para pesquisadores, produtores culturais e cineastas, no Brasil e no exterior, contribuindo com sua percepção da importância das mulheres estarem onde elas quiserem. Ao longo de mais de uma década participou de vários documentários, livros, revistas, entrevistas para TVs, jornais, sites e portais.</p>
<p>“Em 2024 o Maracatu Coração Nazareno chega à marca de 20 anos. Nessa jornada Mestra Gil teve uma importante contribuição para todas nós, mulheres da Mata Norte, de Pernambuco e do Nordeste. Ela foi a porta-voz das mulheres e da sociedade levando nossas reflexões aos palcos por onde passou. Mestra Gil estará viva em nossas memórias. Jamais esqueceremos de seu legado cultural”, destacou a coordenadora e idealizadora do Maracatu Feminino Coração Nazareno, Eliane Rodrigues.</p>
<p>Mestra Gil foi casada com Mestre Zé Duda, do Maracatu Rural Estrela de Ouro, de Aliança (Mata Norte), que faleceu em 2 de junho de 2023. O Garganta de Ouro foi responsável por incentivar e apoiar a carreira de Mestra Gil na cultura popular do maracatu rural.</p>
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		<title>Saberes Carnavalizados leva cultura popular para estudantes de 50 escolas da rede pública</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 17:57:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108203" aria-labelledby="figcaption_attachment_108203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108203" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programa Saberes Carnavalizados leva cultura popular para as escolas</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 50 escolas de todas as regiões do Estado, de terça (6) a quinta-feira (8), o programa Saberes Carnavalizados. Neste período de retorno às atividades escolares, que coincide com a semana pré-carnavalesca, estudantes da rede pública de ensino têm contato com artistas e grupos da cultura popular em uma imersão de convivência direta com as manifestações mais representativas do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Idealizado pela Seduc em parceria com a Fundarpe, Saberes Carnavalizados foi projetado com o objetivo de tornar público, dar visibilidade, valorizar e fomentar o acesso gratuito à comunidade escolar de 50 instituições de ensino da rede estadual, distribuídas entre as 16 regionais, do trabalho realizado por agremiações culturais de Pernambuco das seguintes modalidades: clubes de frevo, blocos de pau e corda, clubes de boneco, caboclinhos, afoxés, maracatus de baque solto, maracatus de baque virado, ciranda, samba de véio, escolas de samba, tribos de índios, bois, ursos, grupos de mascarados, entre outras formas de expressão. As atividades acontecem, de 6 a 8 de fevereiro, em 50 escolas indicadas pelos gestores das 16 GREs integrando a programação pedagógica-cultural das instituições.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm com relação ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar os nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os diferentes por meio de uma ação coletiva.</p>
<p>A ação parte de apresentação dos personagens e do histórico do grupo por um representante da agremiação à comunidade escolar, em formato de roda de conversa, numa área de convivência na unidade escolar. A atividade é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, toda a comunidade é convidada a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias pré-concebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Saberes Carnavalizados tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo, porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
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		<title>Nazaré da Mata recebe Roda de Mestres Poesias em Seis</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 14:28:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O passado, o presente e o futuro encontram-se, neste domingo (26), em frente à sede do Maracatu Leão Misterioso, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte pernambucana. A partir das 11h tem início a Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo. A história secular do Maracatu de Baque Solto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106604" aria-labelledby="figcaption_attachment_106604" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106604" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Paulo</p></div>
<p>O passado, o presente e o futuro encontram-se, neste domingo (26), em frente à sede do Maracatu Leão Misterioso, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte pernambucana. A partir das 11h tem início a Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo. A história secular do Maracatu de Baque Solto (MBS) está presente na poesia e no diálogo entre seis mestres, todos de uma mesma raiz familiar, unidos pelo afeto e pelo amor à cultura popular.<br />
São estrelas comprometidas não apenas com a brincadeira de hoje, mas com passar a tradição para as próximas gerações, com as adaptações que a contemporaneidade pede, sem esquecer de todos os que deram origem a essa arte. No sábado (25), a Roda de Mestres é registrada em vídeo para que cada vez mais pessoas possam se encantar e vivenciar o maracatu rural, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil desde 2014. O projeto tem incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
O anfitrião do grande encontro é o mestre João Paulo, do Leão Misterioso de Nazaré da Mata, o Papa do Maracatu, o próprio Leão, que além de emocionar por meio de seu trabalho, sempre fez questão de revelar novos talentos da cultura popular, como fez com o irmão e os primos. Zé Joaquim, do Leão Coroado de Buenos Aires; Barachinha, do Estrela Dourada da mesma cidade; Veronildo do Águia Misteriosa, de Nazaré da Mata; Edmilson João, do Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga; e Pedrinho Gabriel, do Leão Formoso, também de Nazaré da Mata, são os mestres que marcam presença na roda.<br />
“Convidamos todo mundo a participar da Roda de Mestres. Um momento de brincadeira e de alegria, mas também de reivindicações, afirmações e defesas dessa cultura. Muitos temas são debatidos entre nós, mestres de uma mesma família, irmão e primos”, convoca mestre João Paulo.<br />
Alexandre Veloso é o coordenador do projeto cultural Sonoras, do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso, do qual a Roda de Mestres faz parte. De acordo com ele, o registro em vídeo é importante para a preservação da memória dessa dança, música e poesia. “Todo o projeto constitui uma grande oportunidade de registro histórico das formas de cantar desses mestres, que são diferentes, apesar de eles virem de uma mesma escola. E o nome Sonoras se refere ao cantar da poesia, nosso foco principal. Nesse contexto o mestre João Paulo é como uma fonte primária. Ele vai deixar um legado junto com sua família. As pessoas vão poder aprender mais, por meio dos próprios mestres, sobre o cantar maracatu”, comenta.<br />
O Papa do Maracatu trouxe seu irmão e primos para cantar marcha, samba, versos e rimas de maracatu. Primeiro introduziu o irmão como contramestre e depois passou a bengala, o apito e o chapéu para que assim surgisse o mestre Zé Joaquim. Com seu estilo marcante, com uma poesia organizada, canta contando histórias, crônicas. Com o mesmo início de contramestre, degrau de aprendizado no meio maracatuzeiro, Mestre Barachinha também foi iniciado e apresentado aos terreiros, sedes e praças, mundo afora, primeiro respondendo e depois cantando, liderando e se tornando um grande mestre.<br />
Veronildo, Edmilson João e Pedrinho Gabriel também são primos do anfitrião que se tornaram mestres pela experiência que adquiriram após anos de dedicação ao maracatu de baque solto.<br />
A Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo é uma das quatro atividades públicas promovidas pelo projeto cultural Sonoras do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso. Ainda serão realizados dois ensaios e uma sambada de pé de parede. Um dos ensaios já tem data marcada: 13 de janeiro de 2024.</p>
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