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	<title>Portal Cultura PE &#187; baque virado</title>
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		<title>Governo de Pernambuco dá início à produção do dossiê de candidatura do maracatu nação a Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 19:40:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115886" aria-labelledby="figcaption_attachment_115886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115886" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto do Dendê</p></div>
<p>A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (AMO). Na ocasião, as duas instituições solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>A aprovação do encaminhamento da candidatura pelo governo brasileiro à Unesco aconteceu durante a 105ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no dia 4 de setembro de 2024. Com a aprovação, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ficou autorizada para a produção do dossiê de candidatura de acordo com os modelos fornecidos pela Unesco, que compreendem o formulário escrito e os vídeos de defesa de candidatura e de anuência dos detentores. A preparação do material, já iniciado, é acompanhado diretamente pela Superintendência do Iphan em Pernambuco e pelos detentores por meio de suas entidades representativas.</p>
<p>A preparação do dossiê de candidatura ficou sob a responsabilidade da Fundarpe, que, em 2024, promoveu (por meio do Processo SEI nº 0040300055.002978/2024-03 e do Processo PE Integrado nº 3244.2024.AC.DL.0032.Fundarpe) a dispensa de licitação para contratação de empresa especializada de serviços de produção audiovisual para a elaboração do vídeo de candidatura do maracatu nação (valor investido: R$ 43.573,75).</p>
<p>A previsão é que o dossiê de candidatura seja finalizado ainda em fevereiro, sendo encaminhado ao Iphan para ser protocolado junto ao Secretariado da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade até 31 de março de 2025.<br />
Para a captação de imagens e anuências a Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe visita, até o próximo domingo (2), sedes, ensaios e reuniões envolvendo nações de maracatu nos municípios do Recife e de Olinda, Igarassu e Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco a candidatura deve seguir critérios como: o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo. A inscrição do bem também deve contribuir para a visibilidade e a conscientização sobre a importância do patrimônio cultural imaterial e suas contribuições ao desenvolvimento sustentável encorajando o diálogo e refletindo a criatividade humana.</p>
<p><strong>O MARACATU NAÇÃO –</strong> Também conhecido como maracatu de baque virado, o maracatu nação é uma manifestação artística da cultura popular, sobretudo carnavalesca, da Região Metropolitana do Recife. Nela um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado por um conjunto musical percussivo. Composto majoritariamente por negros e negras, os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século 20 demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>O maracatu nação é uma forma de expressão da cultura negra que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que mistura música (percussiva com predominância das alfaias) e dança, considerada como uma forma de expressão pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>Aquele inverno gostoso chega valendo em Bezerros, com direito a boas surpresas</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 02:18:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sábado no povoado de Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano) normalmente já é animado. Imagine com evento. Ainda mais se tratando do Festival Pernambuco Meu País. Os moradores locais encerram a semana de trabalho; os turistas e moradores de temporadas vão chegando. Até o clima parece que entendeu. Frio, garoa, chuva, neblina, cerração. Todo o pacote para quem queria curtir aquele inverno gostoso. Só faltou nevar. E começou logo cedo. O primeiro polo a encarar o inverno de verdade foi o do palco-caminhão, já na abertura, com o País das Culturas Populares.</p>
<p>No início foi só o friozinho, repare, às 13h. Rolou tranquilo para a primeira atração, o Maracatu Nação Encanto do Dendê. Fundado em 1998, na comunidade de Vista Alegre, município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), o Encanto do Dendê é de baque virado e não faz parte da tradição ancestral, como mesmo disse. Porém, faz por merecer o reconhecimento.</p>
<p>Para Bezerros trouxe sua corte e grupo percussivo com integrantes de todas as gerações. O repertório musical contemplou os temas do EP <em>Dendê: Mancha que Não Sai</em>, que o grupo lança nesta segunda-feira (22). A plateia dançou ao lado das personagens-chave da agremiação.</p>
<p>No momento em que Zeca Cirandeiro começou a se apresentar a chuva disse: estou aqui. Infelizmente não houve aquela tradicional roda de ciranda. O público se abrigou sob as cobertas próximas, a maioria dos bares e restaurantes, mas não arredou o pé. Ficou vendo de longe e se balançando ao som das rimas de Zeca, que, com seu grupo, manteve a pisada no palco sem titubear.</p>
<p>Na hora do coco de Mestra Totinha, representante da Ilha de Itamaracá, a coquista entrou logo repetindo o verso &#8220;Cadê o povo daqui?&#8221;. Não deu outra. O povo respondeuse reaproximando aos poucos. A garoa persistiu e a mestra a desafiou com os versos de <em>Cacimba de Beber</em>: &#8220;Chove chuva miudinha/ chuva fina não me molha/ se você não me quiser/ outro quer e você olha./ Chove chuva miudinha/ na cacimba de beber/ esse povo tem inveja desse nosso bem querer.&#8221; Olha para isso. E foi além: &#8220;Está chovendo, mas a gente não deixa o coco morrer não. A gente leva para frente. Com chuva e tudo&#8221;. A plateia entendeu e chegou junto.</p>
<p>Na saideira, o Afoxé Elegbará mostrou a força dos grupos que costumam reverenciar os orixás. Com a bênção de Xangô (ou, no sincretismo religioso, de São Pedro, se preferir), a chuva deu uma trégua e voltou a ter dança com integrantes do Elegbará em meio aos espectadores. A essa altura, com o fim de tarde próximo, a maioria das pessoas já chegava mais prevenida, com guardachuvas, sombrinhas e capas de chuva.</p>
<p><strong>ATRAÇÃO SURPRESA -</strong> Parecia tudo terminado quando o palco foi ocupado por um aluno e cinco alunas do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Joaquim Claudiano de Oliveira. As crianças, que participam do projeto literário Cultura na Escola, recitaram versos de literatura de cordel contando a origem da história de Bezerros e de Serra Negra deixando o público bestinha de tão emocionado. Foi lindo.</p>
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		<title>Saberes Carnavalizados leva cultura popular para estudantes de 50 escolas da rede pública</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 17:57:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108203" aria-labelledby="figcaption_attachment_108203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108203" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programa Saberes Carnavalizados leva cultura popular para as escolas</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva para 50 escolas de todas as regiões do Estado, de terça (6) a quinta-feira (8), o programa Saberes Carnavalizados. Neste período de retorno às atividades escolares, que coincide com a semana pré-carnavalesca, estudantes da rede pública de ensino têm contato com artistas e grupos da cultura popular em uma imersão de convivência direta com as manifestações mais representativas do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Idealizado pela Seduc em parceria com a Fundarpe, Saberes Carnavalizados foi projetado com o objetivo de tornar público, dar visibilidade, valorizar e fomentar o acesso gratuito à comunidade escolar de 50 instituições de ensino da rede estadual, distribuídas entre as 16 regionais, do trabalho realizado por agremiações culturais de Pernambuco das seguintes modalidades: clubes de frevo, blocos de pau e corda, clubes de boneco, caboclinhos, afoxés, maracatus de baque solto, maracatus de baque virado, ciranda, samba de véio, escolas de samba, tribos de índios, bois, ursos, grupos de mascarados, entre outras formas de expressão. As atividades acontecem, de 6 a 8 de fevereiro, em 50 escolas indicadas pelos gestores das 16 GREs integrando a programação pedagógica-cultural das instituições.</p>
<p>A iniciativa visa ainda proporcionar benefícios educacionais, tendo em vista que as expressões culturais têm com relação ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes, possibilitando o acesso à cultura a toda comunidade escolar e contribuindo para cultivar valores, salvaguardar os nossos bens patrimoniais, reinventar as tradições e fortalecer o sentimento de pertencimento e as identidades. Também contribuir para revelar talentos, desenvolver habilidades e a convivência entre os diferentes por meio de uma ação coletiva.</p>
<p>A ação parte de apresentação dos personagens e do histórico do grupo por um representante da agremiação à comunidade escolar, em formato de roda de conversa, numa área de convivência na unidade escolar. A atividade é mediada por um docente ou coordenador pedagógico, que facilita o diálogo de estudantes e professores com os brincantes. Na sequência, toda a comunidade é convidada a interagir com os grupos por meio de apresentações e performances.</p>
<p>A ideia é que a experiência seja retomada na sala de aula, em momento posterior à atividade prática, não necessariamente no mesmo dia, em diálogo com as diretrizes curriculares. Esse movimento de construção e reconstrução dos saberes pedagógicos por meio das interfaces das práticas culturais contraria a lógica de modelos de educação hierarquizante e permite que ideias pré-concebidas sobre as culturas populares sejam repensadas e compreendidas considerando suas singularidades.</p>
<p>Isso permite ainda que Saberes Carnavalizados tenha um papel importante para a ampliação do fazer pedagógico nas escolas pernambucanas, sobretudo, porque apresenta a temática do patrimônio cultural a partir das múltiplas experiências do vivido/imaginado das comunidades, por meio das expressões culturais, estabelecendo relações próprias em que os sujeitos criam novas formas de entendimentos, subjetividades e sociabilidades.</p>
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