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	<title>Portal Cultura PE &#187; Barbara Collier</title>
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		<title>Livro memorial sobre o SPA das Artes de Pernambuco é lançado no Mamam</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 17:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pesquisadora e artista plástica pernambucana Bárbara Collier lança na próxima quarta-feira (20), às 19h, o livro SPA DAS ARTES: memória, legitimação e afeto, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam). A publicação, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é o resultado da pesquisa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67464" aria-labelledby="figcaption_attachment_67464" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/spa-das-artes.png"><img class="size-medium wp-image-67464" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/spa-das-artes-607x422.png" width="607" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">No dia do lançamento da publicação haverá uma mesa-redonda que contará com a participação de João Roberto Peixe (ex-secretário de Cultura da Cidade do Recife) e Bruna Pedrosa (coordenadora da 10ª edição do SPA) e Oriana Duarte (artista plástica)</p></div>
<p>A pesquisadora e artista plástica pernambucana Bárbara Collier lança na próxima quarta-feira (20), às 19h, o livro <strong>SPA DAS ARTES: memória, legitimação e afeto</strong>, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam). A publicação, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é o resultado da pesquisa de mestrado realizada por Collier sobre o SPA das Artes, evento criado em parceria com artistas pernambucanos que, ao longo de 11 edições, priorizou ações de incentivo à arte contemporânea e diversas atividades como oficinas, palestras, bate-papo com artistas e incentivo a produção de projetos artísticos experimentais inéditos.</p>
<p>A pesquisa revela o surgimento do SPA das Artes, sendo parte de uma política pública que priorizava a participação da população na construção das suas ações, o modo de funcionamento do SPA e como os trabalhos foram estruturados ao longo das edições. No livro, a autora ressalta a importância do SPA como um importante meio para a legitimação profissional de diversos artistas que transitaram entre as suas diversas edições e como o evento afetou a relação dos artistas com seus pares e com a cidade. No final do livro, há um catálogo inédito que reúne parte das obras realizadas por artistas pernambucanos que contaram com o incentivo da prefeitura para realizações das obras durante o evento.</p>
<p><em>&#8220;O livro é um recorte importante e inédito da produção de arte contemporânea do nosso Estado no começo deste século. E, além do registro histórico, ele faz uma análise da importância que foi o evento para a cidade e para os seus artistas. A obra ressalta como o SPA afetou de forma positiva o seguimento de artes visuais na cidade do Recife, contribuindo não só para legitimação desses artistas como fomentando aproximações afetivas com a cidade, com o mercado, com a gestão pública e os demais artistas que dele participaram&#8221;</em>, conta a autora da publicação.</p>
<p>O evento de lançamento contará com uma mesa-redonda que reunirá João Roberto Peixe (ex-secretário de Cultura da Cidade do Recife) e Bruna Pedrosa (coordenadora da 10ª edição do SPA) e Oriana Duarte (artista plástica). A obra terá distribuição gratuita.</p>
<p>Bárbara Collier é artista plástica, produtora cultural, pesquisadora e mestra em Teoria das Artes Visuais pela UFPE. Atuou no SPA das Artes em diversas funções, sendo coordenadora da última edição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro SPA DAS ARTES: memória, legitimação e afeto &#8211; Bárbara Collier<br />
Quando: 20/3 (quarta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Rua da União, n°88, Boa Vista, Recife-PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Mostra &#8216;Delas&#8217; ressalta o talento de artistas visuais pernambucanas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 19:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sua quarta edição, a mostra Delas retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46043" aria-labelledby="figcaption_attachment_46043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego.jpg"><img class="size-medium wp-image-46043" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/pecado-original-teresa-costa-rego-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">A peça &#8216;Pecado Original&#8217;, de Tereza Costa Rêgo, estará na exposição Delas</p></div>
<p>Na sua quarta edição, a mostra<strong> Delas</strong> retorna para A Casa do Cachorro Preto, em Olinda, com o trabalho de vinte artistas pernambucanas e uma homenagem à artista olindense Tereza Costa Rêgo. No mês em que se intensificam as mobilizações por igualdade de gênero, a exposição coletiva se coloca como um espaço dedicado a mostrar o talento de artistas mulheres da cena local, que ainda hoje esbarram na desigualdade gerada pelo machismo em todas as esferas da sociedade. A mostra abre ao público nesta quinta (9), às 19h, e fica em cartaz até 27 de março.</p>
<p>A visitação pode ser feita de quinta a domingo, das 16h às 22h, e as obras estão disponíveis para aquisição. Participam da mostra artistas pernambucanas ou residentes no estado das mais variadas técnicas e diversos estilos, como Amelia Couto, Barbara Collier, Bia Melo, Carol Huang, Clara Moreira, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Conchita, Dani Acioli, Fefa Lins, Gio Simões, Joana Liberal, Juliana Lapa, Kátia Fugita, Laura Costa Rêgo, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Simone Mendes, Tatiana Móes e Valéria Rey Soto.</p>
<p>De acordo com Sheila Oliveira, organizadora da exposição, a ideia surgiu como forma de aproveitar o potencial d’A Casa do Cachorro Preto para falar sobre temas fundamentais para a transformação da sociedade, neste caso a igualdade de gênero.<em> “A gente tem um público e um núcleo de artistas muito jovem, e com o mês de março consideramos que era importante fazer uma mobilização para mostrar que temos muitas mulheres artistas de alta qualidade técnica. A ideia foi dar espaço para que elas pudessem se expressar sobre o tema do feminismo através da sua técnica artística”</em>, explica.</p>
<p>Na primeira edição de <strong>Delas</strong>, em 2014, foram dez participantes. <em>“No segundo esse número subiu para 15. Ano passado tivemos 17 e nesta edição contamos com 20 artistas. Isso mostra que a questão não é inexistência de mulheres talentosas, e sim de espaço para que elas possam expor suas obras”</em>, ressalta Sheila, que há anos namorava a ideia de convidar Tereza Costa Rêgo para ser a homenageada da mostra. <em>“Decidimos escolhê-la este ano, em primeiro lugar, porque Tereza Costa Rêgo é uma mulher que inspira pela trajetória e pela obra. Em segundo, por conta do simbolismo da sua obra, que tem muito a ver com a questão do feminino. E em terceiro porque ela é nossa vizinha, olindense, e sempre foi um sonho nosso fazer algo com essa grande artista. Pra nós d’A Casa do Cachorro Preto este é um importante momento”</em>.</p>
<div id="attachment_46044" aria-labelledby="figcaption_attachment_46044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa.jpg"><img class="size-medium wp-image-46044 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/obra-clara-moreiraa-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Peça &#8216;sem título&#8217; de Clara Moreira, desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão</p></div>
<p>A mostra vai contar com uma instalação que retrata o bordel imaginário de Tereza Costa Rêgo e outro ambiente com a obra Pecado Original, que resumem bem a concepção da exposição coletiva. “<em>Neste ano, especialmente, a gente terá algumas referencias de pessoas que têm trabalhos junto a Tereza, como Laura Costa Rêgo, sua filha, e Conchita, cunhada dela”</em>, revela a organizadora da mostra.</p>
<p>Uma das artistas participantes, Clara Moreira, de 33 anos, é autora de uma peça <em>sem título</em>, um desenho 35x51cm, feito em lápis de cor em papel-algodão. A obra ilustra uma espécie de intervenção na paisagem do Parque das Esculturas do Recife, no qual o corpo de uma mulher se sobrepõe ao objeto fálico batizado por Francisco Brennnand de Torre de Cristal.</p>
<p><em>“No momento eu não quero dar palavras sobre o desenho. Eu como artista tenho mais interesse em saber o que as pessoas estão formulando sobre ele e quero curtir esse momento dos retornos. Por isso que não tem título. Qualquer um que eu colocasse iria delimitar o campo das interpretações. Acho que o eco a ser ouvido é mais importante que só o meu. O significado quem dá é quem viu. E como artista estou muito nesse lugar. Foram muitas reações, e a principio até pensei que pudesse haver controvérsias. Mas incrível que as pessoas estão enxergando como uma intervenção na paisagem”,</em> explica Clara Moreira, que vê muita importância na realização da mostra.<em> “Não tem como negar que a gente vive essa desigualdade estrutural. Acho que essas ações afirmativas que dão voz aos grupos abafados são bem vindas. Espero que as pessoas aproveitem pra conhecer um pouco do trabalho de todas essas artistas mulheres”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_46042" aria-labelledby="figcaption_attachment_46042" class="wp-caption img-width-390 aligncenter" style="width: 390px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1.jpg"><img class=" wp-image-46042 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/nathalia-belicas1-40x70-1-487x486.jpg" width="390" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração &#8216;Bélicas&#8217;, feita com nanquim em papel, da artista Nathalia Queiroz</p></div>
<p>Já a ilustradora Nathalia Queiroz, de 31 anos, participa pela terceira vez da mostra <strong>Delas</strong>, desta vez, com a peça &#8216;Bélica&#8217;, um desenho feito com nanquim sobre papel, produzida por ela no ano passado. <em>“Essa ilustração mostra duas mulheres abraçadas, como se fossem um casal, mas que seguram armas. O que me inspirou a criar este desenho foi uma situação recorrente que acontecia quando eu namorava uma menina e a gente se abraçava publicamente como um casal normal. Era comum alguém soltar uma gracinha, como se as duas juntas fossem um combo e não um casal que quisesse estar junto, e aquilo muito me irritava. Mulheres que se amam, mas que precisam andar armadas o tempo todo”.</em></p>
<p>Nathalia Queiroz também comemora as conquistas que a exposição trouxe às participantes nos últimos anos. <em>“É uma mostra que está cada dia mais madura. Eu mesma quando faço um comparativo com os outros anos reconheço um amadurecimento de todas as artistas que já passaram por lá, e as que estão chegando agora trazem trabalhos muito fortes em termos de conteúdo e posicionamento político”</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Abertura da exposição Delas &#8211; A Mostra das Mulheres</em></strong><br />
Quinta (9) | 19h<br />
A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99, Cidade Alta – Olinda)<br />
Gratuito</p>
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