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	<title>Portal Cultura PE &#187; Barbarize</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País encerra edição em Buíque com celebração à diversidade sonora pernambucana</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 20:26:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O último dia do Festival Pernambuco Meu País 2025, realizado neste domingo (3), em Buíque, foi marcado por uma imersão nas sonoridades que traduzem a riqueza musical de Pernambuco. Entre os países das Culturas Populares, Música e Música Instrumental, o público vivenciou experiências que conectaram tradição, inovação e emoção em apresentações memoráveis, na Praça Major [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119505" aria-labelledby="figcaption_attachment_119505" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119505" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.38-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>O último dia do Festival Pernambuco Meu País 2025, realizado neste domingo (3), em Buíque, foi marcado por uma imersão nas sonoridades que traduzem a riqueza musical de Pernambuco. Entre os países das Culturas Populares, Música e Música Instrumental, o público vivenciou experiências que conectaram tradição, inovação e emoção em apresentações memoráveis, na Praça Major França, no coração da cidade.</p>
<p>A programação começou às 15h, no País das Culturas Populares, com o Pastoril Estrela Celeste, do município de Pedra, encantando o público com música, dança e cantos tradicionais. Em seguida, foi a vez do Afoxé Yá Omi Ogunté, de Arcoverde, que reuniu o público com sons fundamentados nas religiões de matrizes africanas. Com o toque envolvente do ijexá e vestimentas em azul e branco, o grupo levou à praça a força do afoxé e suas raízes ancestrais. “Estamos muito felizes em trazer a nossa cultura religiosa, entendendo que é de extrema importância desmistificar o nosso sagrado e trazer toda a herança cultural do candomblé para acesso de todos. Ficamos encantados com a recepção do público, que interagiu com a gente, cantou junto, levantou as mãos e dançou. Com toda certeza, retornaremos para a nossa cidade com a energia imensa que recebemos aqui”, celebrou Maurício Honório, vocalista e fundador do grupo.</p>
<p>Finalizando a programação do polo, o grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda &#8211; um dos berços expoentes do ritmo coco &#8211; esquentou os presentes, que caíram na dança. A apresentação contou com bailarinos que interagiram com o público, fazendo com que crianças, jovens e adultos entrassem na roda.</p>
<p>O País da Música já engatou a programação em sequência e propôs ser uma vitrine da música autoral pernambucana. Às 18h, o garanhuense Zeh Lucas levou ao palco uma fusão de rock psicodélico, alternativo e soul, com sotaque regional, apresentando faixas autorais que conquistaram o público, como a já conhecida “Coisinha”. Na sequência, às 19h20, Joanathan Richard, de Caruaru, revisitou seus 33 anos de carreira com um show de blues e rock, emocionando os presentes com clássicos como “Johnny B. Goode”, numa viagem nostálgica que homenageou lendas como Elvis Presley.</p>
<div id="attachment_119506" aria-labelledby="figcaption_attachment_119506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-04-172130.png"><img class="size-medium wp-image-119506" alt="o grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda - um dos berços expoentes do ritmo coco - esquentou os presentes, que caíram na dança I Foto: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-04-172130-607x409.png" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo A Cocada, da comunidade do Amaro Branco, em Olinda &#8211; um dos berços expoentes do ritmo coco &#8211; esquentou os presentes, que caíram na dança I Foto: Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>A noite na Praça Major França atingiu seu auge por volta das 20h com o show de Barbarize, que lotou a praça e fez o público vibrar com sons urbanos genuinamente pernambucanos, com o seu “afro trap”. Sob o comando dos vocalistas Bárbara Vitória e YuriLumin, o grupo apresentou um repertório de ritmos afrodiaspóricos, passando pelo afrobeat e reggaeton, e fez referência à cena manguebeat com a faixa “Mangue”, que evocou os acordes da Nação Zumbi e o legado de Chico Science. Bailarinos e coreografias interativas completaram a apresentação, transformando o espaço em uma grande celebração da cultura urbana.</p>
<p>Na sequência, quem assumiu o palco foi Jéssica Caitano, rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú. Misturando embolada, repente, rap e hip hop com beats eletrônicos e instrumentos tradicionais da cultura popular, a artista encerrou a programação do País da Música em grande estilo, reafirmando o poder criativo da música pernambucana contemporânea.</p>
<div id="attachment_119507" aria-labelledby="figcaption_attachment_119507" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.37-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119507" alt="A rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú, Jéssica Caitano I Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-04-at-16.56.37-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A rapper, cantora, compositora e percussionista de Triunfo, no Sertão do Pajeú, Jéssica Caitano I Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Paralelamente, o País da Música Instrumental trouxe um momento de introspecção e encantamento na Paróquia São Félix de Cantalice, a partir das 20h, com o Quinteto Camará. A apresentação, em homenagem aos 95 anos do Conservatório Pernambucano de Música, revelou ao público a riqueza tímbrica dos instrumentos de metal, destacando a originalidade das partituras e proporcionando uma experiência sonora de alta qualidade. O espetáculo emocionou os presentes e reforçou a potência da música instrumental produzida no Estado.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País, que segue agora para Serra Negra, em Bezerros, é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País finaliza passagem por Buíque com shows do Coco Raízes de Arcoverde, Barbarize, Jéssica Caitano, Hungria e Xamã</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-pernambuco-meu-pais-finaliza-passagem-por-buique-com-shows-do-coco-raizes-de-arcoverde-barbarize-jessica-caitano-hungria-e-xama/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 18:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119471" aria-labelledby="figcaption_attachment_119471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-03-154015.png"><img class="size-medium wp-image-119471" alt="Foto: Ruth Luna/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-03-154015-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ruth Luna/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Após dias de programação intensa, com mais de 100 atrações culturais gratuitas apresentadas, o Festival Pernambuco Meu País finaliza a passagem por Buíque com shows do Coco Raízes de Arcoverde, Barbarize, Jéssica Caitano, Hungria e Xamã. Neste domingo (3), a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País exalta as diferentes vertentes da música falada.</p>
<p>A partir das 17h30, o palco Pernambuco Meu País ganha vida com o tradicional Samba de Coco Raízes de Arcoverde, seguido da potência sonora de Barbarize, o ritmo forte e poético de Jéssica Caitano, o hip hop e o rap de Hungria, e o flow marcante de Xamã, encerrando a noite com muita energia. Durante os intervalos, o Som na Rural, com o DJ Tiger, mantém o clima pulsante.</p>
<p>Mais cedo, a programação já se espalha pela cidade com atividades para todas as idades. No País das Brincadeiras, a Praça Major França se transforma num espaço lúdico e teatral, com apresentações infantis como “A Vaca Minuciosa”, “Canções Cancionetas” e “Caçarolas e Riso Interior”, entre 14h e 17h. Ainda na praça, o País das Conexões Urbanas recebe, a partir das 16h, os espetáculos “Dos Terreiros ao Palco” e “Pavão Misterioso”, que refletem sobre ancestralidade e narrativas populares com linguagem contemporânea.</p>
<p>O País das Culturas Populares também entra em cena com manifestações tradicionais que enaltecem a identidade do povo pernambucano. O Pastoril Estrela Celeste, o Afoxé Yá Omi Ogunté e o grupo A Cocada se apresentam entre 15h e 17h, trazendo música, dança e espiritualidade afro-brasileira para o centro do evento. À noite, a música continua no País da Música, com shows de Zeh Lucas e Joanatan Richard, a partir das 18h, na Praça Major França, além do concerto do Quinteto Camará Instrumental, na Paróquia São Félix de Cantalice, às 20h.</p>
<p>Já no polo Pernambuco Meu País Descentralizado, no Vale do Catimbau, o público poderá conferir, a partir das 19h, apresentações de Encantaria, Paulo Matricó e Gean Ramos, levando arte, poesia e música.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o @festivalpernambucomeupais e no @culturape.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DESTE DOMINGO (3) EM BUÍQUE:</strong></p>
<p>Palco Pernambuco Meu País I Pátio de Eventos</p>
<p>17h30 – Samba de Coco Raízes de Arcoverde<br />
18h20 – Barbarize<br />
19h50 – Jéssica Caitano<br />
21h40 – Hungria<br />
23h30 – Xamã<br />
Som na Rural e DJ Tiger (nos intervalos)</p>
<p>País das Brincadeiras | Praça Major França</p>
<p>14h | Espetáculo A Vaca Minuciosa<br />
15h | Espetáculo Canções Cancionetas e Caçarolas<br />
17h | Espetáculo Riso Interior</p>
<p>País das Conexões Urbanas | Circo, no País das Brincadeiras</p>
<p>16h | Espetáculo Dos Terreiros ao Palco<br />
18h | Espetáculo Pavão Misterioso</p>
<p>País das Culturas Populares I Praça Major França</p>
<p>15h | Pastoril Estrela Celeste<br />
16h | Afoxé Yá Omi Ogunté<br />
17h | A Cocada</p>
<p>País da Música I Praça Major França</p>
<p>18h | Zeh Lucas<br />
19h20 | Joanatan Richard</p>
<p>País da Música Instrumental I Paróquia São Félix de Cantalice</p>
<p>20h | Quinteto Camará Instrumental</p>
<p>Pernambuco Meu País Descentralizado I Vale do Catimbau</p>
<p>19h | Encantaria<br />
20h | Paulo Matricó<br />
21h20 | Gean Ramos</p>
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		<title>Grupos de forte personalidade fazem noite autoral consistente no País da Música</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 06:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma indie pop em constante evolução; uma all-star band que mistura hip hop com soul music, samba e rock; e uma promessa afropop da cultura periférica que se tornou uma realidade impactante. No polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País o que mais sobrou foi profissionalismo na noite desta sexta-feira (26), a primeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma indie pop em constante evolução; uma all-star band que mistura hip hop com soul music, samba e rock; e uma promessa afropop da cultura periférica que se tornou uma realidade impactante. No polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País o que mais sobrou foi profissionalismo na noite desta sexta-feira (26), a primeira no município de Gravatá, no Agreste do Estado, com as participações dos grupos Diablo Angel, Viruz e Barbarize no palco-caminhão.</p>
<p><strong>Leia também: <a title="Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo" href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/manifestacoes-populares-aquecem-gravata-sob-um-calor-convidativo/" target="_blank">Manifestações populares aquecem Gravatá sob um calor convidativo</a></strong></p>
<p>Das origens ainda com letras em inglês ao aprimoramento do repertório com canções em português, Diablo Angel, a banda caruaruense-recifense capitaneada pela cantora e guitarrista Kira Aderne destilou seu repertório próprio com acrescido de versões bem particulares de músicas como A Feira de Caruaru (Onildo Almeida) e O Xote das Meninas (Luiz Gozaga &amp; Zé Dantas).</p>
<p>A segunda banda a subir ao palco foi a Viruz, que trilha um caminho ousado, feito por poucos com perfeição: o do hip hop misturado a jazz, soul music, samba e rock. Mas uma verdadeira all star-band que tem os veteranos Bráulio Araújo no contrabaixo, Ebel Perrelli na bateria, e Riva Le Boss na guitarra faz parecer brincadeira. Dom Pablo é o frontman do projeto, que agregou muito valor com a entrada do tecladista Felipe Maia. Em Gravatá mostrou seu repertório autoral com participações especiais da vozes de Isabela de Holanda e Albino Paru.</p>
<p>Uma das atrações mais aguardadas do País da Música, a Barbarize, projeto multiartístico idealizado por Bárbara Vitória e Yuri Lumin, fez o palco ficar pequeno para tamanhas ideias e intervenções. É dueto; banda com baixo, guitarra, percussão e DJ; coreografia com dançarinos. Tudo junto e misturado e acontecendo harmoniosamente. Não deu outra: a plateia deixou de ser apenas público espectador e virou pista.</p>
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		<title>APR Club agita Torre Malakoff com Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/apr-club-agita-torre-malakoff-com-abulidu-barbarize-e-janete-saiu-para-beber/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:25:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Abril pro Rock dá continuidade às celebrações de seus 30 anos com a volta do APR Club, que traz uma grade musical pernambucana de origem periférica. As atrações são Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber. Todos os shows acontecem no domingo (1º), na Torre Malakoff, com entrada gratuita. A programação começa, às 15h30, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105460" aria-labelledby="figcaption_attachment_105460" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Fotografia-divulgação.png"><img class="size-full wp-image-105460" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Fotografia-divulgação.png" width="552" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">As bandas Janete Saiu para Beber, Barbarize e Abulidu</p></div>
<p>O Abril pro Rock dá continuidade às celebrações de seus 30 anos com a volta do APR Club, que traz uma grade musical pernambucana de origem periférica. As atrações são Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber. Todos os shows acontecem no domingo (1º), na Torre Malakoff, com entrada gratuita. A programação começa, às 15h30, com um bate-papo sobre formação de público (desafios e estratégias).<br />
O APR Club é uma realização da Astronave Iniciativas Culturais e conta com o apoio da Pitú e da Torre Malakoff, além do incentivo do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria de Cultura e do Governo de Pernambuco.<br />
“Os grupos musicais escolhidos pela curadoria do APR Club já estavam no nosso radar. Inclusive, no ano passado, citei Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber no <em>Metrópolis</em>, programa da TV Cultura, após ser perguntado sobre o atual cenário de artistas e bandas que dialogam com o manguebeat, que completou 30 anos em 2022”, lembra o produtor do Abril pro Rock, Paulo André (confira <a title="30 Anos do Manguebeat" href="https://cultura.uol.com.br/programas/metropolis/videos/11474_30-anos-do-manguebeat-10-06-22.html" target="_blank">aqui</a> na íntegra).<br />
Para o debate, o também curador Paulo André convida Cannibal, cantor, instrumentista e compositor da banda Devotos; Isaar, cantora, compositora e batuqueira; Daniel Lima, jornalista e administrador; Nívea França, assessora, produtora cultural e fundadora da produtora Ventre; e Diego Do’Urden, do Darkside Studio/Mystifier Infested Blood.<br />
“É de extrema importância entender o tempo e o espaço que a gente vive. Então o bate-papo dá a oportunidade de saber e conhecer o que vem acontecendo atualmente nas diversas cenas musicais pernambucanas a partir do compartilhamento de experiências próprias”, ressalta Paulo André.<br />
Barbarize, formada pela dupla Bárbara Espíndola (Babi) e Yuri Lumin, desde 2018, faz o primeiro show da noite do APR Club. É da comunidade do Bode, no Pina (Zona Sul do Recife), com uma linguagem e performance periférica misturando música, dança e teatro. Com estética afrofuturista, traz mensagens de resistência, reconhecimento, pertencimento e valorização.<br />
Em seguida, a banda Abulidu apresenta seus Códigos Periféricos com Hélio Abulidu (cantor e compositor), Paulinho Folha (violão e voz), Thúlio Xambá (percussão e voz), Arnaldo do Monte (percussão), Rogério A. Martins (guitarra) e Raphael César (baixo). O grupo afropernambucano antirracista, como se considera desde que nasceu, em dezembro de 2019, evidencia crítica social e política, histórias de Pernambuco, arte brasileira, amor, beleza ancestral e empoderamento de matrizes africanas.<br />
Assim como Barbarize e Abulidu, a banda Janete Saiu para Beber propaga a periferia pernambucana com seu punk/garage rock e ritmos da cultura popular trazendo críticas sociais nas letras. Sua raiz é do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Surgida em 2009, a banda é formada por César Braga (vocal), Kin Noise (guitarra), Pedro Attack (baixo), Niel Melo (bateria), Eudes Júnior (percussão) e Erivaldo Romão (percussão).</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO -</strong> Em cartaz desde o dia 5 de setembro, a Poster Arte Design IX tem seu encerramento neste domingo (1º). Com entrada gratuita, a 9ª edição da exposição do Abril pro Rock está montada na Sala Alcir Lacerda, no Observatório Cultural Torre Malakoff.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>APR Club 2023 -</strong> <em>domingo (1º), a partir das 15h30, na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>BaianaSystem leva público ao êxtase na 8º noite do 31º FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2023 13:23:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#BaianaSystem]]></category>
		<category><![CDATA[31º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<description><![CDATA[Atração mais aguardada da 8ª noite do 31º FIG, a banda BaianaSystem encheu o polo Mestre Dominguinhos com um público fiel que sabia todas as músicas na ponta da língua e na ponta dos pés, contagiando todos os presentes com a energia do soundsystem. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Atração mais aguardada da 8ª noite do 31º FIG, a banda BaianaSystem encheu o polo Mestre Dominguinhos com um público fiel que sabia todas as músicas na ponta da língua e na ponta dos pés, contagiando todos os presentes com a energia do soundsystem. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujas batidas parecem provocar uma espécie de reação espontânea e involuntária no corpo. Foi assim que a esplanada começou a tremer sob os pulos de um público em frenesi, que encheu o polo na última sexta-feira (28), logo nas primeiras pancadas da abertura com a música “Reza Forte”, do disco “Oxeaxeexu”, de 2021, que deu a tom do show.</p>
<p dir="ltr">Em seguida veio “A mosca” que, apesar de ser mais recente, já causa comoção entre o público. Ocasionalmente, o fundador da banda Roberto Barreto solava na guitarra baiana, conectando o axé ao som de novas sonoridades urbanas, sem deixar de revisitar as raízes da música soteropolitana, sedimentada por diferentes manifestações como o ijexá, afoxé, samba reggae e blocos afros. As tradições pernambucanas também foram lembradas pelo vocalista Russo Passapusso, que exaltou o legado de Gonzaga de Garanhuns, um dos homenageados do festival. Músicas como “Sulamericano” eram estendidas por rimas improvisadas pelo vocalista Russo Passapusso, que versava sobre igualdade social e democracia.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto, também foram cantados outros sucessos como “Lucro” e “Capim Guiné”, que falam, respectivamente, sobre especulação imobiliária e aproximações entre o nordeste brasileiro e a África. A primeira delas contou com a participação da cantora chilena Cláudia Manzo, que reforça a performance da banda em várias canções desta turnê. A todo momento, o público era convidado a formar uma espécie de rodinha de pogo para descarregar a energia, que estava alta quando a plateia era provocada por músicas como “Cabeça de Papel” e “Dia de Caça”.</p>
<p dir="ltr">“A gente veio para receber esse banho de cultura e também fazer uma troca com o público. Pra gente é a maior animação possível poder divertir, pensar, levar as ideias e plantar cultura. Terra de Dominguinhos, gente!”, disse Russo Passapusso, sobre a experiência de tocar no FIG. A banda encerrou a noite com o hit “Playsom”, que incendiou a Praça Mestre Dominguinhos.</p>
<p dir="ltr"><strong>DIVERSIDADE DE BEATS </strong></p>
<p dir="ltr">As demais atrações da última sexta-feira seguiram a linha dos baianos e levaram batidas de diversas propostas musicais para o Polo Mestre Dominguinhos. O rapper Gabriel O Pensador encantou todos com o seu carisma e contou com o coro em uníssono de milhares de pessoas quando cantou músicas como “Cachimbo da Paz”, “Astronauta” e “Palavras Repetidas”, que pregou o amor com samples de “Pais e Filhos”, da Legião Urbana.</p>
<p>Os beats pernambucanos de novos artistas do Estado também impressionaram o público, como aconteceu nos shows da cantora Uana e da banda Barbarize. Em diálogo com a música pop e o cenário do Estado, as duas atrações apresentaram misturas inovadoras de brega funk , trap, contando até com alfaias e berimbau, como no caso da Barbarize,  sempre com o reforço de muita dança inspirada pelo twerk. A abertura do palco com o grupo garanhuense Amor Eterno garantiu a dose de romantismo do dia, balançando a plateia com o melhor do pagode.</p>
<p><strong>NESTE SÁBADO</strong></p>
<p dir="ltr">O sábado também promete mais uma vez, a Praça Mestre Dominguinhos com sua capacidade máxima para os shows da representante da cena pós-manguebeat Volver, a icônica Ave Sangria, o titã Paulo Miklos e o esfuziante Carlinhos Brown, que vem com sua banda completa e muita energia. A programação do polo começa às 18h e vai até a madrugada.</p>
<p>Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com investimento de R$ 10,8 milhões, o FIG 2023 reforçou a valorização do artista pernambucano, que compõe os 20 polos do festival, que prossegue até o próximo dia 31. São 398 atrações culturais. Desse total, 89,70% (357) selecionados pela convocatória são pernambucanos; e 10,30% (41) são de outros estados. Profissionais de Libras e de audiodescrição estão presentes em shows e espetáculos para oferecer mais inclusão ao público. E no Palco Mestre Dominguinhos há o Camarote da Acessibilidade, recebendo a pessoas com deficiência inscritas no Pernambuco Conduz.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espetáculo “Barbarize Aquilombando no Transborda” estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 20:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Barbarize]]></category>
		<category><![CDATA[Barbarize Aquilombando no Transborda]]></category>
		<category><![CDATA[duo]]></category>
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		<category><![CDATA[SESC Santo Amaro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Marco Camarotti]]></category>

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		<description><![CDATA[Com teatro, música, dança, performance, poesia e moda, o duo Barbarize apresenta sábado (27), a partir das 20h, o espetáculo “Barbarize Aquilombando no Transborda”, no palco do Teatro Marco Camarotti, sediado no Sesc Santo Amaro. Além da estreia da montagem, haverá o lançamento do single “KiCalor”, produção musical de YuriLumin, que traz uma sonoridade embalada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/credito-da-foto-Thays-Medusa-@olhadamedusa4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89463" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/credito-da-foto-Thays-Medusa-@olhadamedusa4-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Com teatro, música, dança, performance, poesia e moda, o duo Barbarize apresenta sábado (27), a partir das 20h, o espetáculo “Barbarize Aquilombando no Transborda”, no palco do Teatro Marco Camarotti, sediado no Sesc Santo Amaro.</p>
<p>Além da estreia da montagem, haverá o lançamento do single “KiCalor”, produção musical de YuriLumin, que traz uma sonoridade embalada pelo afrofunk. Durante o show, ao vivo, e também ao mesmo tempo no canal Barbarize, no YouTube, haverá o lançamento do videoclipe da música, gravado na praia do Pina.</p>
<p>A direção do espetáculo &#8220;Barbarize Aquilombando no Transborda&#8221; é de Foster e a responsável pelo figurino é Patrícia Souza. A música estará disponível no Spotify, no dia 27. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), e estarão à venda na recepção do Sesc Santo Amaro, no dia do espetáculo, a partir das 18h. Mais informações no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/barbarizeja/" target="_blank"><strong>@barbarizeja</strong></a>.</p>
<p><strong>BARBARIZE -</strong> O duo foi criado em 2018, e conta com a produção de Jéssica Jansen, Michele Monteiro e Pedro Stilo, moradores da comunidade do Bode e integrantes do Coletivo Pão e Tinta. É um projeto no movimento afrotrap, surgido através da imigração Africana para a Europa, que culminou posteriormente na mescla do rap/hip hop europeu com a musicalidade tradicional africana. Outra influência forte é a cultura funk brasileira com a sua musicalidade, representação e visibilidade da negritude e da periferia na cena musical nacional.</p>
<p>Já o dueto é formado por YuriLumin, que tem 25 anos e há oito anos atua na área artística com teatro, música, cinema, dança, sendo premiado em diversos festivais de Break; e por Bárbara Espíndola, 25 anos, conhecida como Barbarize, que assina junto com Yuri a composição das músicas do álbum e atua na área de pesquisa artística, performance, construção de roteiro, direção e edição de vídeos, sendo ambos produtores do Coletivo Pão e Tinta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia do espetáculo “Barbarize Aquilombando no Transborda” e lançamento do single “KiCalor”<br />
Quando: 27 de novembro de 2021 (sábado), às 20h<br />
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Onde: Teatro Marco Camarotti &#8211; Sesc Santo Amaro (R. Treze de Maio, 455 &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE)<br />
Pré-save do single “KiCalor”: disponível nas plataformas digitais Spotify, Deezer e Apple Music.</p>
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