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	<title>Portal Cultura PE &#187; bate-papo</title>
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		<title>14º Animage tem início com o melhor da produção nacional e internacional</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 16:32:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 14ª edição do Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco acontece de 1º a 6 de outubro, no Recife. A programação, gratuita e para todas as idades, ocupa o Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby), Cinema da UFPE, Parque da Macaxeira e Praça da Lagoa do Araçá. O Animage está entre os mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113706" aria-labelledby="figcaption_attachment_113706" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/CartazAnimage2024-FEED.jpg"><img class="size-medium wp-image-113706" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/CartazAnimage2024-FEED-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Getúlio Maurício assina o cartaz do Animage 2024</p></div>
<p>A 14ª edição do Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco acontece de 1º a 6 de outubro, no Recife. A programação, gratuita e para todas as idades, ocupa o Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby), Cinema da UFPE, Parque da Macaxeira e Praça da Lagoa do Araçá. O Animage está entre os mais relevantes festivais de cinema de animação da América Latina, priorizando originalidade, autoralidade e diversidade na programação.</p>
<p>Confira <a title="Programação completa do Animage 2024" href="https://drive.google.com/file/d/1di3coDPxsBsVIB0ZKOpOefU5kLKVah8J/view?usp=drive_link" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o livreto com a programação completa do Animage 2024</p>
<p>Confira <a title="Grade de programação" href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1DFpsb1jTE7Y-m2FnLRLFioNBkEGz0V18RMVijIIYcfo/edit?usp=drive_link" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a grade de programação</p>
<p>Confira <a title="Filmes selecionados para a Mostra Competitiva de Curtas" href="https://drive.google.com/file/d/18jF4aMqph2pFNNYiWM-Wz6VMfPtqwCKO/view?usp=drive_link" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os filmes selecionados para a Mostra Competitiva de Curtas</p>
<p>O Festival Animage tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura); Sistema de Incentivo à Cultura (SIC), Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), Secretaria Municipal de Cultura e Prefeitura da Cidade do Recife. Conta ainda com apoio do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA), Camões: Centro Cultural Português em Brasília, Instituto Cervantes de Recife, ABCA, Teatro do Parque, Cinema da Fundação Derby e Cinema da UFPE.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo (LPG) Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) e governo federal. A realização é assinada por Rec-Beat Produções e Leão Produções.</p>
<p>O Animage reúne o que há de mais expressivo e atual na animação mundial. A programação exibe produções em curtas e longas-metragens, com destaque para a Mostra Competitiva de Curtas, que distribui prêmios em nove categorias. Há ainda mostras especiais de curtas e longas e atividades voltadas para o compartilhamento de conhecimento, como oficinas, masterclass e bate-papos com realizadores nacionais e internacionais.</p>
<p>A 14ª edição celebra a arte da animação em grande estilo. A noite de abertura do Animage exibe a estreia latino-americana do documentário em longa-metragem Miyazaki, L’Esprit de la Nature, de Léo Favier, sobre o mestre da animação e diretor japonês Hayao Miyazaki, nesta terça-feira (1º), no histórico Teatro do Parque.</p>
<p>A seleção de longas-metragens é um dos destaques do Animage e este ano inclui cinco obras. São exibidos também o clássico da animação japonesa Akira, do diretor Katsuhiro Ôtomo, com versão restaurada em 4k; e El Sueño de la Sultana, aclamada produção espanhola de Isabel Herguera. O festival traz outras duas estreias marcantes no Brasil: Boys Go To Jupiter, do experiente animador americano Julian Glander; e Four Souls of Coyote, longa-metragem premiado do húngaro Áron Gauder.</p>
<p>As mostras especiais deste ano apresentam temas inéditos, como a celebração dos 100 anos da Animação Portuguesa, a Mostra Cubana, a Mostra Andreas Hykade e a Mostra Pernambuco. Elas se juntam às já consagradas Mostra Africana, Mostra Brasil e Mostra Erótica, além do retorno da Mostra Parque, que volta a oferecer sessões ao ar livre em espaços públicos e periféricos da cidade.</p>
<p>“O Animage, em sua 14ª edição, reafirma nosso compromisso com a inovação e a diversidade reunindo perspectivas únicas da animação de todo o mundo. Seguimos firme no propósito de promover um espaço rico em diálogos e aprendizado, para todos os públicos, fortalecendo a posição do festival entre os mais importantes do País&#8221;, comenta Antonio Gutierrez, Gutie, criador e diretor do festival.</p>
<p>NÚMEROS – Em sua 14ª edição, o Animage traz na programação um total de 138 filmes, sendo cinco longas e 133 curtas-metragens, de 43 países, dos quais 21 produções brasileiras. O festival exibe um total de 45 sessões em cinco locais da cidade.</p>
<p>Os curtas estão distribuídos pela Mostra Competitiva e em mais nove mostras especiais. A Mostra Competitiva soma 71 filmes em competição, de 32 países, sendo nove brasileiros, com oito seleções para o público adulto e duas para o infantil. As atividades formativas trazem uma masterclass, cinco bate-papos e três oficinas.</p>
<p>“O Animage é um convite para uma oportunidade única de vivenciar a arte da animação em sua forma plena, com todos os detalhes evidenciados pela tela grande e realçados pelo som em potência máxima. Em nosso atual contexto social, sair de casa e encontrar pessoas para ver filmes no cinema é um passeio cada vez mais importante”, comenta o curador geral do festival, Júlio Cavani.</p>
<p>A pluralidade do festival também é evidenciada pela curadoria. Além do responsável geral, Júlio Cavani, a 14ª edição traz um time de curadoras e curadores que participaram das escolhas das mostras especiais e na seleção da Mostra Competitiva: Fernando Galrito (Portugal), Nara Aragão (PE), Kalor (PE), Ivette Ávila Martín (Cuba), Camila Monart (PE), Felipe Soares (PE), Pâmela Peregrino (RJ) e Radhi Meron (SP).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO –</strong> Nesta edição, o Animage faz a estreia latino-americana de três filmes longa-metragem internacionais, além de promover uma sessão histórica de um grande clássico do cinema de animação. Na Mostra Competitiva, o consolidado circuito competitivo internacional do festival reúne as mais novas produções de animação em curta-metragem e premia os melhores filmes em nove categorias.</p>
<p>Ano a ano, a Mostra Competitiva tem recorde crescente de inscrições. Para esta edição foram 2,2 mil inscrições de cem países. Destas, foram selecionados 71 filmes, de 32 países, sendo nove de realizadores brasileiros. A comissão de seleção do circuito competitivo 2024 foi composta por Camila Monart (PE), Felipe Soares (PE), Nara Aragão (PE), Pâmela Peregrino (RJ) e Radhi Meron (SP).</p>
<p>A premiação principal, definida pelo júri do festival, é a de Melhor Curta: Grande Prêmio Animage, que, além da estatueta, recebe prêmio em dinheiro no valor de R$ 4 mil. O júri também indica os melhores nas categorias Curta Infantil, Curta Brasileiro, Direção, Roteiro, Direção de Arte, Técnica e Som, que recebem o Troféu Animage. O público também escolhe o Melhor Filme: Prêmio do Público, definido pela audiência do festival, por meio de voto direto nas sessões. O júri oficial desta edição do Animage, que indica os premiados da Mostra Competitiva, é composto por Camila Kater (SP), Dandara Palankof (PE) e Fernando Galrito (Portugal).</p>
<p><strong>MOSTRAS ESPECIAIS –</strong> A 14ª edição do Animage exibe nove mostras especiais, algumas já tradicionais no festival e outras inéditas. Cada uma traz uma seleção temática de filmes curta-metragem reunindo uma ampla vitrine da produção autoral do cinema de animação no Brasil e no mundo. São elas: Mostra 100 Anos da Animação Portuguesa, Mostra Parque, Mostra Erótica, Mostra Africana, Mostra Cubana, Mostra Andreas Hykade, Mostra Brasil, Mostra Pernambuco e Sessão Índigo.</p>
<p><strong>BATE-PAPOS, OFICINAS E MASTERCLASS –</strong> Todas as atividades formativas com trocas de conhecimentos, oferecidas pelo Animage são abertas ao público geral. Os bate-papos e a masterclass têm entrada livre. Já para as oficinas é necessário fazer inscrição.</p>
<p>Ministrada pelo português Fernando Galrito, a masterclass Animação, Arte Total aborda os 100 anos da animação portuguesa e sua trajetória pessoal no mundo da animação. Acontece no Cinema da Fundação (Derby), nesta quarta-feira (2). A ação tem o apoio do Camões: Centro Cultural Português em Brasília.</p>
<p>Os bate-papos reúnem os realizadores convidados desta edição para uma troca direta com o público sobre temas variados, trajetórias pessoais e fomento para o setor sob três abordagens: Animação Africana e da Diáspora, com Catapreta, Pâmela Peregrino e Kalor; Como Me Tornei um Profissional da Animação, com Camila Kater, Carlon Hardt, Chia Beloto, Eduardo Padrão e Radhi Meron; e Fomento para o Cinema de Animação no Brasil, com Adriana Pinto (ABCA), Camila Bandeira (Adepe), Luciana Campelo (FCCR) e Nara Aragão.</p>
<p>Esta edição oferece ainda três oficinas, que acontecem na Fundação Joaquim Nabuco para todos os públicos. Narrativas Outras: Do Desenvolvimento ao Roteiro, ministrada pela curadora Kalor; e Animando Pinceladas, ministrada pelo diretor de animação Daniel Bruson, acontecem de terça (1º) a sexta-feira (4). Animação em Ação é ministrada, de quarta (2) a sexta-feira (4), por Andreas Hykade, premiado diretor alemão, convidado especial desta edição. A ação tem o apoio do Consulado Geral da Alemanha no Recife e Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA).</p>
<p><strong>CONVIDADOS –</strong> Este ano, o festival reúne grandes nomes do cinema de animação brasileiro e alguns internacionais, presentes nas sessões e em conversas com o público. Entre os presentes estão Fernando Galrito, Andreas Hykade, Daniel Bruson, Pâmela Peregrino, Marcus Vinicius Vasconcelos, Renato Duque, Carlon Hardt, Valentina Homem, Tatiana Bond, Juliana Barretto, Luiza Pugliesi, Pedro Brum, Daniel Oliveira Garcia, Pricilla Maria, ADriana Pinto, Eliete Della Violla, Catapreta, entre outros.</p>
<p><strong>ARTE 2024 –</strong> A cada edição, o Animage pauta sua comunicação visual a partir da obra de um artista convidado. Este ano o recifense Getúlio Maurício é o artista escolhido para fazer a arte. Em seu trabalho Getúlio explora signos da cultura popular e do folclore da sua região de origem.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Animage: 14º Festival Internacional de Animação de Pernambuco –</strong> <em>de terça-feira (1º) a dkmingo (6), no Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby), Cinema da UFPE, Parque da Macaxeira e Praça da Lagoa do Araçá. Ingressos gratuitos (distribuídos uma hora antes de cada sessão)</em></p>
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		<title>Projeto promove encontro on-line sobre fotopinturas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 22:35:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o projeto “Eternizando memórias: da fotopintura ao digital” irá promover um encontro on-line sobre a importância da fotopintura no Brasil, além de exibir os resultados da produção de fotopinturas utilizando manipulação digital em selfies. O evento virtual acontece no próximo dia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Postagem-Insta-e-Facebook.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-89634" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Postagem-Insta-e-Facebook-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o projeto “Eternizando memórias: da fotopintura ao digital” irá promover um encontro on-line sobre a importância da fotopintura no Brasil, além de exibir os resultados da produção de fotopinturas utilizando manipulação digital em <em>selfies</em>. O evento virtual acontece no próximo dia 9/12 (quinta-feira), às 19h, via Google Meet (<strong><a href="https://meet.google.com/wbm-idmk-eys" target="_blank">meet.google.com/wbm-idmk-eys</a></strong>).</p>
<p>O bate-papo será conduzido pela pela artista visual e pesquisadora Debora Teixeira, que atua nas áreas de fotografia e artes visuais, e contará ainda com a participação da professora Daniela Bracchi, doutora em Semiótica, com forte atuação nas áreas de fotografia e arte contemporânea e atuou no projeto como orientadora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encontro &#8220;Eternizando Memórias: da fotopintura ao digital&#8221;<br />
Quando: 9 de dezembro de 2021 (quinta), às 19h<br />
Transmissão pelo Google Meet: <strong><a href="https://meet.google.com/wbm-idmk-eys" target="_blank">meet.google.com/wbm-idmk-eys</a></strong></p>
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		<title>Na Bienal do Livro, Secult-PE promove bate-papo sobre mercados de games e animação</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 19:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, na próxima segunda-feira (11), às 15h, um bate-papo sobre games e animação no estande Nordeste &#8211; Território Encantado, montado na Bienal do Livro de Pernambuco. A ideia é falar sobre esse mercado, valorizar os profissionais e os produtos do segmento e incentivar os jovens para atuarem no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, na próxima segunda-feira (11), às 15h, um bate-papo sobre games e animação no estande <em>Nordeste &#8211; Território Encantado</em>, montado na Bienal do Livro de Pernambuco. A ideia é falar sobre esse mercado, valorizar os profissionais e os produtos do segmento e incentivar os jovens para atuarem no mercado. Participam da conversa Vito Quintans (um dos criadores do jogo &#8220;Sertão Profundo&#8221;, sócio e diretor de arte do estúdio de jogos &#8220;Narsvera&#8221;) e Rodrigo Branco (coordenador do Grupo Estratégico de Jogos da Câmara do Audiovisual). A mediação será feita pela jornalista Silvana Marpoara.</p>
<p>O paraibano Vito Quintans é ilustrador e desenvolve, junto com mais dois amigos, o jogo “Sertão Profundo”, que traz temáticas nordestinas, como botijas e caboclos de lança. <em>“A gente queria fazer um jogo que tivesse como pano de fundo a nossa cultura”</em>, conta ele, que não se identificava com aquele folclore em que aparecem personagens como o saci pererê, que tanto é disseminado. O game feito em animação 3D está em fase de desenvolvimento e deve ser lançado no final de 2022, mas, até lá, estão sendo lançados outros jogos menores dentro desta temática da cultura nordestina.</p>
<p>Já Rodrigo Branco enfatiza que os mercados de games e animação ainda estão muito separados aqui em Pernambuco e que deveriam ser mais conectados.<em> “Todo jogo tem animação. Deveria haver uma troca maior entre esses dois mercados. Vamos debater como esses dois mercados podem se encaixar mais, como criar mais opções de emprego para a animação em geral e para a animação de games”</em>, diz Branco.</p>
<p><em>“O bate-papo sobre games e animação é mais uma oportunidade de conhecer melhor esses dois segmentos, dentro do mercado audiovisual, que têm se destacado bravamente entre os jovens realizadores e o público. Os games já atingem números bem superiores aos do cinema, por toda característica do produto e a logística do consumo de jogos (no celular, por exemplo) enquanto os filmes, mesmo com os streamings, ainda ficam muito na dependência da tela grande. E o cinema de animação também acaba ganhando maior destaque do que as ficções e documentários por conta dos meios de produção (sem a necessidade do ator), que tem transformado Pernambuco num grande polo desse tipo de material além de conquistar um público mais amplo (das crianças aos adultos)”</em>, relata Silvana Marpoara.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Bate-papo &#8220;Game e Animação &#8211; A Cultura em Movimento&#8221;<br />
Convidados: Vito Quintans (um dos criadores do jogo &#8220;Sertão Profundo&#8221;, sócio e diretor de arte do estúdio de jogos &#8220;Narsvera&#8221;) e Rodrigo Branco (coordenador do Grupo Estratégico de Jogos da Câmara do Audiovisual da ADEPE)<br />
Mediação: Silvana Marpoara (jornalista e professora)<br />
Quando: 11 de outubro de 2021 (segunda-feira), às 15h<br />
Local: Nordeste &#8211; Território Encantado<br />
&#8212;<br />
13ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco<br />
Quando: De 1º a 12 de outubro de 2021<br />
Onde: Centro de Convenções<br />
Horário: Das 10h às 21h<br />
Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia-entrada) e R$ 7 (ingresso social para quem levar um livro não didático ou 1kg de alimento não perecível). Gratuidade: estudantes da rede pública de ensino fundamental (desde que uniformizado), estudantes em excursão escolar agendada, crianças até 10 anos, professores da rede pública e privada de ensino, policiais militares, civis e do corpo de bombeiros.</p>
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		<title>Exposição “Plantas Mágicas” promove lançamento virtual de seu catálogo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-plantas-magicas-promove-lancamento-virtual-de-seu-catalogo/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 19:11:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O uso medicinal e ritualístico da flora pernambucana serviu de inspiração para a exposição “Plantas Mágicas de Pernambuco”, das artistas visuais e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, está em cartaz no Museu Cais do Sertão, no Recife. Nesta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81652" aria-labelledby="figcaption_attachment_81652" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/MariaEduarda-Belém-e-Sofia-Lobo-na-Exposição-Plantas-Mágicas.-Foto-Ricardo-Lima.jpeg"><img class="size-medium wp-image-81652" alt="Ricardo Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/MariaEduarda-Belém-e-Sofia-Lobo-na-Exposição-Plantas-Mágicas.-Foto-Ricardo-Lima-607x319.jpeg" width="607" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo vão comandar a live, que será mediada por Clarice Andrade</p></div>
<p>O uso medicinal e ritualístico da flora pernambucana serviu de inspiração para a exposição “Plantas Mágicas de Pernambuco”, das artistas visuais e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, está em cartaz no Museu Cais do Sertão, no Recife. Nesta quarta-feira (27/01), às 19h,  no canal <strong><a href="http://youtube.com/caisdosertao" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/caisdosertao&amp;source=gmail&amp;ust=1611846009459000&amp;usg=AFQjCNGJYZy0c_30Zr3MbgnJ3brgyEyz9A">youtube.com/caisdosertao</a></strong>, elas promovem uma <em>live</em> onde explicam todo o processo de criação, mostram fotos da pesquisa, da exposição já montada e lançam o catálogo que será disponibilizado digitalmente. Além disso, convidaram o consultor do projeto, o botânico Ulysses Paulino de Albuquerque para conversar sobre as plantas medicinais. A mediação será de Clarice Andrade, coordenadora de conteúdo do museu, e a transmissão contará com intérprete de libras.</p>
<p>Aberta no último dia 14, “Plantas Mágicas” é o resultado de um longo processo de pesquisa onde Maria Eduarda e Sofia reuniram arte, design, moda, botânica e sabedoria popular para criar estampas originais. A série, em exposição na Sala Moxotó até o dia 23 de fevereiro, foi desenvolvida de maneira híbrida, inicialmente num processo manual, com a confecção de pequenas gravuras de plantas e elementos. Em seguida, o material foi digitalizado e então criadas as composições e trabalhadas as cores, dando origem às 12 estampas que têm nomes de plantas como baba-de-jiboia (babosa), jurema, mulungu, sargaço, romã-do-reino (romã com pimenta do reino) ou mesmo de receitas de usos como banho, defumador, fumo, garrafada, lambedor, reza e abre-caminhos. Como suporte expositivo as artistas elegeram 20 túnicas que foram estampadas e penduradas em estruturas de madeira de autoria do artesão Mestre Abias, de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife.</p>
<p><strong>Origem -</strong> De acordo com as artistas visuais e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, a ideia do projeto surgiu a partir desse encanto gerado por um dos costumes mais antigos da história da humanidade: o uso das plantas no tratamento de males do corpo e da alma.</p>
<p>Costume presente há gerações nas famílias pernambucanas, as mezinhas (receitas caseiras), chás, garrafadas, lambedores, cataplasmas (emplastros) e banhos-de-cheiro fazem parte de uma série de procedimentos populares que empregam plantas medicinais nativas ou introduzidas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento do catálogo e bate papo sobre “Plantas Mágicas de Pernambuco”<br />
Quando: quarta-feira, dia 27 de janeiro, às 19h<br />
Plataforma: <strong><a href="http://youtube.com/caisdosertao" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/caisdosertao&amp;source=gmail&amp;ust=1611846009459000&amp;usg=AFQjCNGJYZy0c_30Zr3MbgnJ3brgyEyz9A">youtube.com/caisdosetao</a></strong><br />
Aberta ao público</p>
<p>Redes sociais do projeto:<br />
<strong><a href="https://www.instagram.com/plantasmagicaspe/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/plantasmagicaspe/&amp;source=gmail&amp;ust=1611846009459000&amp;usg=AFQjCNEIMepuwReluCDzOh1REgDBD4DcnQ">@plantasmagicaspe</a></strong><br />
<a href="https://www.facebook.com/plantasmagicasdepernambuco" target="_blank"><strong>facebook.com/plantasmagicasdepernambuco</strong></a></p>
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		<title>Transmissão da live “Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?”</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 21:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O canal oficial da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/SecultPE) vai transmitir ao vivo, nesta terça-feira (20), a partir das 19h, o bate-papo Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?. Com as participações de Pedro Xavier, autor do desenho final do projeto; Sílvio Amorim, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP); do historiador George Cabral, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O canal oficial da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) vai transmitir ao vivo, nesta terça-feira (20), a partir das 19h, o bate-papo <strong>Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?</strong>.</p>
<p>Com as participações de <strong>Pedro Xavier</strong>, autor do desenho final do projeto; <strong>Sílvio Amorim</strong>, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP); do historiador <strong>George Cabral</strong>, e mediação da jornalista Michelle Assumpção, o debate vai mostrar todos os passos até a normatização da bandeira. O trabalho, que começou com uma pesquisa na internet sobre os elementos do símbolo estadual, passou por buscas nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro e chegou até os registros da Revolução de 1817, mostrou que havia disparidades que iam desde as cores do arco-íris até o formato e o tom do sol que é visto nos diversos desenhos. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Lei de padronização da Bandeira de Pernambuco é tema de live no YouTube da Secult-PE</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81282" aria-labelledby="figcaption_attachment_81282" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/PEDRO-ALBUQUERQUE-XAVIER-002-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-81282" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/PEDRO-ALBUQUERQUE-XAVIER-002-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O designer Pedro Albuquerque foi o responsável pelo manual de normatização da Bandeira de Pernambuco</p></div>
<p>Para a maioria dos pernambucanos, é inconfundível a combinação de cores e imagens que compõem o maior símbolo do Estado. A padronização da Bandeira de Pernambuco, sancionada por lei pelo governador Paulo Câmara, em dezembro do ano passado, preservou de uma vez esse desenho presente no imaginário da população. Para debater a importância dessa medida, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a conversa virtual<strong> &#8220;Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?&#8221;</strong>, com <strong>Pedro Xavier</strong>, autor do desenho final do projeto, <strong>Sílvio Amorim</strong>, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), e o historiador <strong>George Cabral</strong>. A transmissão será no próximo dia 19 de janeiro (terça-feira), às 19h, no <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1610651231803000&amp;usg=AFQjCNF83r2jtI8LNaBqSrUegzdQQBb5AQ">youtube.com/SecultPE</a></strong>, com mediação da jornalista <strong>Michelle Assumpção</strong>.</p>
<p>A conversa vai mostrar todos os passos até a normatização da bandeira. O trabalho, que começou com uma pesquisa na internet sobre os elementos do símbolo estadual, passou por buscas nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro e chegou até os registros da Revolução de 1817, mostrou que havia disparidades que iam desde as cores do arco-íris até o formato e o tom do sol que é visto nos diversos desenhos. Para definir a versão final, Pedro Xavier buscou respeitar o imaginário do pernambucano.</p>
<p><em>“A questão aqui não é apenas a normatização técnica, mas dar embasamento à memória popular, ao que o povo reconhece como sendo sua bandeira, como sendo o manto do Estado. Não estamos mudando a bandeira, mas dizendo que, a partir de agora, a bandeira hasteada no palácio do governo, numa escola pública, no interior, em qualquer lugar, oficialmente, é a mesma. Não é questão de determinar, por exemplo, que um artesão que for imprimir uma bandeira numa canga de praia vai ter que fazer desse jeito. Mas, agora, sabemos que essa bandeira tem um desenho para registros oficiais”</em>, explicou o designer autor do desenho final.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Manual-Bandeira-Pernambuco-Normatizacao-2020.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o Manual da normatização da Bandeira de Pernambuco, e <a href=" http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/BANDEIRA_RGB_V2-1.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>, a versão final da normatização.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Bate-papo virtual &#8220;Bandeira de Lei &#8211; Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?&#8221;, com Pedro Xavier, Sílvio Amorim, George Cabral e mediação de Michelle Assumpção<strong><br />
</strong>Quando: 19 de janeiro (terça-feira), às 19h<br />
Onde: <strong><a href="http://youtube.com/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1610651231803000&amp;usg=AFQjCNF83r2jtI8LNaBqSrUegzdQQBb5AQ">youtube.com/SecultPE</a> </strong></p>
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		<title>Economista, Eduardo Giannetti é o convidado de estreia do projeto “Quinta do Cine PE”</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 19:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nomes importantes do pensamento contemporâneo, principalmente na área de comunicação, vão participar das lives do Cine PE ao longo deste mês de janeiro. Uma atividade virtual que vai substituir o modelo presencial dos seminários. Com a pandemia do Covid-19, a programação será realizada on-line, pelo canal do YouTube do festival (www.youtube.com/channel/UC065jNzpv9EQ5YxCCe7Xjuw), fato que possibilitou convites [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81249" aria-labelledby="figcaption_attachment_81249" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/eduardo-gianetti-1024x717.jpg"><img class="size-medium wp-image-81249" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/eduardo-gianetti-1024x717-607x425.jpg" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Economista, filósofo e escritor, Eduardo Giannetti vai conversar com Alfredo Bertini (idealizador do Cine PE) sobre temas como cultura, economia e ética, além dos desafios de empreender no Brasil</p></div>
<p>Nomes importantes do pensamento contemporâneo, principalmente na área de comunicação, vão participar das lives do Cine PE ao longo deste mês de janeiro. Uma atividade virtual que vai substituir o modelo presencial dos seminários. Com a pandemia do Covid-19, a programação será realizada on-line, pelo canal do YouTube do festival (<a href="https://www.youtube.com/channel/UC065jNzpv9EQ5YxCCe7Xjuw" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC065jNzpv9EQ5YxCCe7Xjuw</strong></a>), fato que possibilitou convites a pessoas que teriam dificuldades de estar no Recife presencialmente, por conta das agendas sempre cheias. Apesar da programação ter ganhado o título de “Quinta do Cine PE”, excepcionalmente, a estreia do projeto acontece nesta quarta-feira (13), às 16h, tendo o economista, filósofo e escritor Eduardo Giannetti como convidado.</p>
<p>A conversa entre Alfredo Bertini, idealizador do Cine PE, e Giannetti deve passear sobre temas como cultura, economia e ética, além dos desafios de empreender no Brasil, um país que convive simbioticamente com crises em todos esses âmbitos. Apesar da densidade dos nomes convidados para as <em>lives</em>, a intenção é que as conversas sejam acessíveis a todos os públicos e, por isso, o formato escolhido foi o de uma conversa-debate.</p>
<p>No dia 21 de janeiro, o convidado da Quinta do Cine PE será o publicitário Washington Olivetto, responsável por campanhas que marcaram a história da publicidade no Brasil. Olivetto começou a trabalhar aos 18 anos e, prestes a completar 70 anos, continua buscando desafios. Desde 2017, o publicitário vive em Londres, de onde deve participar da conversa, marcada para começar as 16h.</p>
<p>O convidado da semana seguinte, 28 de janeiro, também as 16 h, será Guga Kertz. O publicitário, um dos profissionais mais reconhecidos do mercado, sócio e CEO da <em>Suno United Creators</em>, que defende que as incertezas do momento ajudam a perceber a publicidade como um vetor de transformação. A criatividade, segundo ele, vem da insegurança.</p>
<p>Para as conversas com Washington Olivetto e Guga Kertz, Alfredo Bertini terá a companhia dos publicitários Edison Martins e Paulo André Bione. Dois outros nomes da comunicação ainda comporão o quadro de debatedores desses seminários, que trarão à discussão o futuro da comunicação e da cultura, bem como, os novos modelos de negócios na área.</p>
<p>Nessa etapa de programação, o Cine PE sustenta sua aposta no virtual. Nos meses de novembro e dezembro de 2020, o festival realizou os debates relacionados aos filmes exibidos no festival pelo seu canal do YouTube. Os filmes foram exibidos pelos canais de TV fechada (Canal Brasil), aberta (TV Pernambuco) e streaming (pela plataforma dos Canais Globo).</p>
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		<item>
		<title>Bate-papo com os escritores premiados no VI Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 21:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade à série de lives com os escritores premiados no VI Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, oferecido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Cepe Editora, o canal oficial do Youtube da Secult-PE (www.youtube.com/SecultPE) transmite nesta terça-feira (22), a partir das 19h, um bate-papo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à série de <em>lives</em> com os escritores premiados no VI Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, oferecido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Cepe Editora, o canal oficial do Youtube da Secult-PE (<a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) transmite nesta terça-feira (22), a partir das 19h, um bate-papo com Luís Serguilha e João Paulo Parisio, autores, respectivamente, dos livros &#8220;Hamartía&#8221; e &#8220;Retrocausalidade&#8221;. A mediação do encontro ficará a cargo do editor da Cepe, Diogo Guedes. Aperte o play e confira.</p>
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		<title>Ana Maria César lança livro &#8220;Três homens chamados João: Uma tragédia em 1930&#8243;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 17:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até parece obra de ficção o drama de João Pessoa, assassinado pelo adversário político João Dantas, que foi morto na Casa de Detenção do Recife; e a morte de João Suassuna, acusado de cumplicidade no homicídio do então governador da Paraíba, vice na chapa de Getúlio Vargas à presidência da República pela Aliança Liberal. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79293" aria-labelledby="figcaption_attachment_79293" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-79293 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra, editada pela Cepe, fala da Revolução de 30, sob o ponto de vista nordestino</p></div>
<p>Até parece obra de ficção o drama de João Pessoa, assassinado pelo adversário político João Dantas, que foi morto na Casa de Detenção do Recife; e a morte de João Suassuna, acusado de cumplicidade no homicídio do então governador da Paraíba, vice na chapa de Getúlio Vargas à presidência da República pela Aliança Liberal. Os desdobramentos deste episódio levaram à deflagração da Revolução de 30, movimento que neste mês completa 90 anos. Oportunamente, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) publica &#8220;Três homens chamados João: Uma tragédia em 1930&#8243;, da escritora Ana Maria César. O lançamento será nesta quinta-feira (22), às 17h30, no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ/featured" target="_blank"><strong>Canal da Cepe no YouTube</strong></a>, com bate-papo entre a autora e o editor Diogo Guedes.</p>
<p>O livro traz um novo foco sobre o mais importante movimento revolucionário brasileiro, ratificando historicamente a vocação libertária de Pernambuco, que protagonizou a Revolução Pernambucana de 1817, a Convenção do Beberibe, a Confederação do Equador e a Revolução Praieira. Para escrevê-lo foram necessários quatro anos de dedicação ao tema, obedecendo à precisão historiográfica. Na pesquisa, a autora privilegiou os jornais locais a fim de captar o entusiasmo, a comoção, o desvario do povo vivendo um novo momento.</p>
<p>Além da perspectiva nordestina da história, e da sacada dos três homens chamados João, um importante diferencial do livro está na riqueza da linguagem narrativa, que se assemelha ao que há de melhor em estilo literário. Essas características, aliadas à capacidade imagética da escritora, conduzem o leitor ao ambiente da época. É como se a própria Ana Maria tivesse vivido os acontecimentos de então. O teor passional e trágico dos acontecimentos também permitiram à autora uma construção mais despojada. Algumas vezes até mesmo poética.</p>
<p><em>&#8220;Chego a ver o tumulto da Rua Nova na tarde de 26 de julho (data do assassinato de João Pessoa). Percebo a agonia de Augusto Caldas (preso injustamente com o cunhado João Dantas) na Casa de Detenção. Sinto o vento que dança nos cabelos de Ritinha (Rita de Cássia Dantas Villar, mãe do escritor Ariano Suassuna), no Porto do Recife, se despedindo de João Suassuna (que foi à capital, Rio de Janeiro, provar sua inocência, e lá foi morto). Ouço o martelar da máquina de escrever de João Dantas em Olinda, escrevendo mais um artigo contra João Pessoa. Acompanho a trajetória de desespero de Anayde Beiriz até o momento final. E então escrevo. Porque o que sou mesmo é escritora&#8221;</em>, define-se Ana Maria.</p>
<p>A fim de apreender armas e munições que pudessem ser usadas numa possível revolta, João Pessoa mandou a polícia revistar as casas dos suspeitos. No dia 10 de julho de 1930 invadiram o escritório do advogado e jornalista João Dantas.</p>
<p>Embora a polícia não tenha encontrado armamento, com a intenção de desmoralizar e atingir a honra de João Dantas, o jornal estatal A União iniciou a publicação dos papéis ali apreendidos, cartas e telegramas de familiares e correligionários, peças de processos de constituintes, promissórias, um diário, &#8220;confidência da mais repugnante politicagem&#8221;, alardeava a folha.</p>
<p>E no dia 26 de julho, o advogado entrou na Confeitaria Glória, no Recife, onde o presidente da Paraíba se encontrava, e matou João Pessoa com três tiros de revólver. A comoção popular levou ao movimento armado em 3 de outubro, considerado vitorioso em 24 de outubro.</p>
<p>Fascinada pela história, a escritora recifense ressalta a ancestralidade paraibana e sertaneja.<em> &#8220;Meus pais eram fervorosos adeptos da Aliança Liberal. Quando eu tinha 12 anos, na Praça João Pessoa, meu pai narrou para mim a Revolução de 1930. Claro que não lembro nada do que ele disse, mas possivelmente aquela narrativa ficou no meu inconsciente como uma epopeia do nosso povo. Agora me sinto em paz. É como se tivesse cumprido um pacto, contar a história do ângulo dos nossos dois Estados&#8221;</em>, destaca Ana Maria.</p>
<p>No prefácio, a professora e escritora pernambucana Margarida Cantarelli, ocupante da cadeira 9 da Academia Pernambucana de Letras, diz que muito já se escreveu sobre a Revolução de 30, mas que a autora conseguiu ir além do que já foi produzido sobre o tema. <em>&#8220;Ana conseguiu trazer fatos e interpretações novos ao que se supunha definitivamente esclarecido ou adormecido&#8221;</em>, diz Cantarelli.</p>
<p>Sobre o teor dramático da história e sua semelhança com a ficção, a acadêmica lembra o filme da cineasta Tizuka Yamasaki, Parahyba Mulher Macho. Em 1983, quando Margarida era chefe da Casa Civil do Governo de Pernambuco, presenciou algumas cenas gravadas nas dependências do Palácio do Campo das Princesas. No elenco, Tânia Alves, como Anayde; Walmor Chagas protagonizava João Pessoa; e Cláudio Marzo, João Dantas.</p>
<div id="attachment_79295" aria-labelledby="figcaption_attachment_79295" class="wp-caption img-width-577 aligncenter" style="width: 577px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Ana-Maria.jpg"><img class="size-medium wp-image-79295" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Ana-Maria-577x486.jpg" width="577" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Advogada e escritora, Ana Maria César fez um verdadeira imersão na vida dos personagens nordestinos envolvidos na Revolução de 30</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>NOVAS REVELAÇÕES</strong></span><br />
<em>&#8220;O subtítulo do livro &#8211; uma tragédia em 1930 &#8211; revela o que penso do assassinato dos três homens chamados João. Nessa trajetória, me irmanei com o drama dos personagens e, sobretudo, com o povo, em seu entusiasmo mais verdadeiro e em sua comoção mais aterradora&#8221;</em>, ressalta a autora.</p>
<p>Alguns capítulos foram reticulados, a pedido da escritora, para diferenciá-los dos demais, que tratam de política, dissensões partidárias, processos judiciais. Nesses, cujas páginas receberam uma cor acinzentada, Ana Maria descreve as tragédias, individuais ou coletivas. Optou por enumerar os 40 capítulos nos quais usa epígrafes e frases icônicas tomadas de empréstimo a personagens do livro para servir de abertura de cada capítulo.</p>
<p>Em relação à figura de Anayde, Ana Maria conta que pouco se sabia a seu respeito, apenas que havia morrido no Asilo Bom Pastor, no Recife, após ingerir veneno.<em> &#8220;Falava-se de uma carta que teria endereçada à mãe, antes de morrer, mas que havia desaparecido. No entanto, ao tomar conhecimento do meu trabalho, Margarida Cantarelli disse que o inquérito sobre a morte de Anayde, inclusive a carta que escrevera à mãe, encontravam-se no cofre do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco. A importância desses documentos é trazer à luz da História um fato novo, até então desconhecido, prova de que a História não tem ponto final&#8221;</em>, destaca a autora de<strong> &#8220;Três homens chamados João: Uma tragédia em 1930&#8243;</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOBRE A AUTORA</strong></span><br />
Ana Maria César é pernambucana do Recife. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Recife (atual UFPE) e em Letras Neolatinas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica de Pernambuco. Publicou livros de ensaios, poesia, memórias, ficção e história, incluindo, pela Cepe Editora, A faculdade sitiada e Último porto de Henrique Galvão. É membro da Academia Pernambucana de Letras, da Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro (onde exerceu a presidência em três gestões), da Academia Recifense de Letras e da União Brasileira de Escritores (UBE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento do livro &#8220;Três homens chamados João: Uma tragédia em 1930&#8243;, com participação da autora, Ana Maria César, e o editor da Cepe, Diogo Guedes<br />
Quando: 22 de outubro (quinta-feira), às 17h30<br />
Endereço: Inscreva-se no canal da Cepe no YouTube, <a href="http://bit.ly/canalcepe" target="_blank"><strong>bit.ly/canalcepe</strong></a><br />
O livro impresso está condicionado ao retorno das atividades presenciais do parque gráfico da Cepe, suspensas em função do isolamento social imposto pela pandemia no novo coronavírus.</p>
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		<title>Siba fala da experiência do lançamento do disco &#8220;Coruja Muda&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 22:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Fina Produção promove, na próxima terça-feira (15), às 19h, o encontro “O mercado fonográfico pela experiência de lançamento do disco Coruja Muda”. A ação vai contar com a participação do cantor e compositor pernambucano Siba; da produtora cultural e diretora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78514" aria-labelledby="figcaption_attachment_78514" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Clara Gouvêa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/siba-Foto-Clara-Gouvêa-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-78514" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/siba-Foto-Clara-Gouvêa-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Siba comanda bate-papo sobre o seu disco mais recente, &#8220;Coruja Muda&#8221;, lançado no primeiro semestre de 2020</p></div>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Fina Produção promove, na próxima terça-feira (15), às 19h, o encontro<strong> “O mercado fonográfico pela experiência de lançamento do disco Coruja Muda”</strong>.</p>
<p>A ação vai contar com a participação do cantor e compositor pernambucano <strong>Siba</strong>; da produtora cultural e diretora da Fina Produção, <strong>Melina Hickson</strong>; e <strong>João Noronha</strong>, proprietário do EAEO Records, sócio dos Três Selos e produtor musical do disco “Coruja Muda”.</p>
<p>O encontro, que é gratuito e com tradução simultânea em Libras, será por meio da plataforma Zoom e vai abordar as experiências e decisões tomadas ao longo do processo de produção e lançamento do disco “Coruja Muda”, traçando um paralelo com o atual mercado fonográfico brasileiro. Como este mercado está se comportando? Quais as suas variáveis, seus desafios, seu presente e seu futuro.</p>
<p>Para participar, acesse: <a href="https://www.sympla.com.br/o-mercado-fonografico-pela-experiencia-de-lancamento-do-disco-coruja-muda__949016" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/o-mercado-fonografico-pela-experiencia-de-lancamento-do-disco-coruja-muda__949016</strong></a>.</p>
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