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	<title>Portal Cultura PE &#187; Batuque das Morenas</title>
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		<title>Encontro Estadual de Coco colocou o público para dançar</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 22:19:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Entre os dias 6 e 8 de abril, o Encontro Estadual de Coco, organizado pelo Governo do Estado, através da Fundarpe/Secult-PE, reuniu cerca de 30 grupos desse segmento da Cultura Popular no palco montado na Torre Malakoff.  Durante todo o fim de semana, as atividades começaram à tarde e foram até o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59466" aria-labelledby="figcaption_attachment_59466" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39540426300_6cdc373e49_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59466" alt="Jan Ribeiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39540426300_6cdc373e49_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Apesar do clima instável, o público compareceu e participou intensamente do evento</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Entre os dias 6 e 8 de abril, o Encontro Estadual de Coco, organizado pelo Governo do Estado, através da Fundarpe/Secult-PE, reuniu cerca de 30 grupos desse segmento da Cultura Popular no palco montado na Torre Malakoff.  Durante todo o fim de semana, as atividades começaram à tarde e foram até o fim de noite, sempre contando com a participação intensa do público, que não se intimidou nem mesmo com a forte chuva que caiu no primeiro dia de apresentações. Por conta do céu instável, algumas das atrações da sexta-feiras foram remanejadas para os dias seguintes, que começaram horas mais cedo do que havia sido planejado inicialmente, para garantir que todos os convidados desta edição subissem ao palco.</p>
<p>Entre os espectadores que marcaram presença na abertura estava a estudante Giovana Alves, de 18 anos, que acompanha o cenário do Coco em Pernambuco desde os 16 anos de idade. “Tem muita gente que ainda tem uma visão estigmatizada sobre isso, porque não conhece essa cultura, mas acho que qualquer pessoa que se aproxima do Coco se apaixona”, comentou ela, na ocasião, ao defender o evento como uma importante vitrine para quebrar os preconceitos sobre o ritmo.</p>
<div id="attachment_59467" aria-labelledby="figcaption_attachment_59467" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39477149600_139932b1fe_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59467" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39477149600_139932b1fe_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Forte chuva do primeiro dia de apresentações não desanimou a plateia</p></div>
<p>Com a proposta de não repetir atrações em edições seguidas do Encontro, o evento se tornou também um espaço para revelar novos nomes que renovam o estilo e dão continuidade ao trabalho de mestres veteranos. “Essa iniciativa é muito importante, principalmente para a gente, que é um grupo novo formado a partir da Jurema. Quando a gente é convidado para um evento como esse, é uma oportunidade de mostrar mais a nossa cultura e trazer a história do terreiro para a rua. Isso é enriquecedor”, observou o Pai Antônio de Xangô, do Coco Vermelho, que há quatro anos comanda o grupo como uma expressão do lado profano dos cultos de matriz africana da comunidade de Cajueiro Seco.</p>
<p>Com origem nas culturas negra e indígena, o Coco teve todas as suas variações representadas no palco da Torre Malakoff. De Águas Belas, membros da Tribo Fulni-ô levaram a Banda Cultural Indígena Fethá para tocar um Coco sob o comando do pífano do Mestre Índio Matinho. “A Cultura Popular é a primeira cultura brasileira, porque ela tem influência dos nativos, por isso, é muito bonito ver isso sendo valorizado por uma iniciativa como essa”, disse ele, depois de sua apresentação na sexta-feira.</p>
<div id="attachment_59469" aria-labelledby="figcaption_attachment_59469" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41277754692_a956a08789_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59469" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41277754692_a956a08789_k-800x530.jpg" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Adiel Luna foi uma das atrações do sábado</p></div>
<p>O público também pode aprender mais sobre os diferentes tipos de Coco existentes através dos grupos que se apresentaram. “Aprendi o Coco dançando em Brasília, mas aqui o Coco é bem diferente. Quando você vê um Coco da periferia daqui mesmo, é outra coisa, você vê que a galera é realmente nascida no Coco. Chegando aqui, percebi que muitas pessoas, mesmo de Pernambuco, não conhecem o Coco, então esse espaço é importante para movimentar esses tocadores e não deixar morrer a cultura daqui”, disse a brasiliense Paloma Menino, de 25 anos, que está no Estado há cinco meses estudando danças populares.</p>
<p>Entre os grupos que fazem do Coco uma ferramenta social para trazer benefícios para a comunidade, está o Coco de Roda Raio de Luz, que contou com várias crianças durante a sua participação no domingo. “Um de nossos propósitos é resgatar os jovens da nossa cidade, que tem um índice de violência muito alto e nossas ações contribuem muito para afastá-los da criminalidade”, disse Gabriela Luz, de 16 anos, que é uma das integrantes do grupo, ao explicar a atenção especial com as novas gerações de Açude de Pedra, que fica em Lagoa de Itaenga.</p>
<div id="attachment_59470" aria-labelledby="figcaption_attachment_59470" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40633729604_bf04504421_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59470" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40633729604_bf04504421_k-800x530.jpg" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">O evento mostrou, através de grupos como o Coco Vermelho, que a cultura popular é para todos.</p></div>
<p>Além da proposta de ocupar os jovens das periferias e subúrbios com atividades culturais, os Cocos também são uma tradição de família que tem o objetivo de perpetuar a sua ancestralidade no repasse de informação para os mais novos. “Nosso grupo é composto por mães, irmãs, filhos, netos. A gente dá continuidade ao legado da minha mãe Iracema e estamos mostrando que Coco é resistência, é família, é povão e é rua. É para homem, criança e mulher”, comentou Bethânia Axé, do grupo Batuque das Morenas, que foi criado há mais de 20 anos.</p>
<p>Entre os nomes mais veteranos, também estavam Cila de Coco e Glorinha do Coco, essa última participando do Coco de Amaro Branco. “Para mim é um prazer participar disso com outros coquistas”, disse Glorinha, que teve sua opinião reforçada por Cila: “é muito gratificante”. Considerada referências no ritmo, as duas foram parte da programação do domingo, que também contou com o Coco de Dona Del. “Essa mistura é importante para a carreira dos coquistas, porque ficamos mais conhecidos do público”, apontou ela, ao explicar que o formato do Encontro trouxe uma plateia diversa.</p>
<div id="attachment_59471" aria-labelledby="figcaption_attachment_59471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26449047447_0fa3e784af_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59471" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26449047447_0fa3e784af_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Malakoff sediou o Encontro Estadual de Coco neste ano</p></div>
<p>Entre os espectadores das apresentações, também esteve o cantor e compositor Barro, que foi surpreendido pelo evento enquanto passeava pelo Recife Antigo. “A matriz do som que eu faço é muito disso e é massa essa iniciativa, porque a gente tem uma base ancestral de um manancial de cultura muito poderoso, ao qual temos pouco acesso. Que tenha muito mais disso, para mim é um alimento para fazer música”, torceu ele, que acredita que o ritmo independe dos ciclos festivos e deve ter espaço o ano inteiro.</p>
<p>Gestora da Torre Malakoff, Conceição Santos também comemorou a realização do evento no ambiente. “Este é um equipamento cultural que consagra múltiplas linguagens artísticas, ações e públicos. Por essa vocação, a realização desse encontro de coco aqui reafirma nosso compromisso com a cultura popular e abre espaço para que novas pessoas circulem na nossa casa e conheçam nossas atividades”, avaliou ela.</p>
<div id="attachment_59472" aria-labelledby="figcaption_attachment_59472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40633694594_1448d8ee08_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59472" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40633694594_1448d8ee08_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Vários tipos de Coco tiveram espaço na programação do Encontro</p></div>
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		<title>Tradição do Coco do Mestre Aroeira anima Olinda neste sábado (17)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma edição do tradicional Coco do Mestre Aroeira acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49912" aria-labelledby="figcaption_attachment_49912" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49912" alt="Marcelo Soares/Secult-PE." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Coco dos Pretos é uma das atrações do tradicional Coco do Mestre Aroeira</p></div>
<p>Mais uma edição do tradicional<a href="https://www.facebook.com/events/461713694168851/" target="_blank"> Coco do Mestre Aroeira</a> acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além do Mestre Galo Preto, numa verdadeira noite de festa popular.</p>
<p>Antes de iniciar as apresentações culturais o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, a partir das 18h, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<div id="attachment_49911" aria-labelledby="figcaption_attachment_49911" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49911" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa é aberta ao público e reúne mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro</p></div>
<p><em>“A programação cultural vai ter a presença dos grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, Coco dos Pretos, Coco da Resistência, Coco do Manuel e outros mestres de Olinda, como a Mestre Ana Lúcia e o Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Por se tratar de uma sambada, não existe uma programação específica, é por ordem de chegada. O mestre ou o grupo chega e fica na fila esperando sua vez. Já a brincadeira vai até quando a galera aguentar, mas normalmente seguimos até umas 3h ou 4h da madrugada”</em>, explica Don Marcos, discípulo de Ana Lúcia.</p>
<p>Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Coco do Mestre Aroeira</em><br />
Sábado (17) | 20h<br />
Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco, Olinda<br />
Gratuito</p>
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		<title>Coco do Mestre Aroeira anima final de semana em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 13:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A casa da Mestra Ana Lúcia, localizada no bairro do Amaro Branco, em Olinda, será cenário neste sábado (18), de mais um tradicional Coco do Mestre Aroeira. Promovido na comunidade desde o ano de 1985, a festividade aberta ao público estará reunindo, a partir das 22h, mestres e grupos de coco de roda originados no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37332" aria-labelledby="figcaption_attachment_37332" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Letícia Rodrigues/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues.jpg"><img class="size-medium wp-image-37332" alt="Foto: Letícia Rodrigues/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Mestra-Ana-Lucia-Foto-Leticia-Rodrigues-607x414.jpg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Na festividade do Amaro Branco, a Mestra Ana Lucia abre sua residência para que os festejos juninos sejam celebrados no ritmo do coco de roda.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A casa da Mestra Ana Lúcia, localizada no bairro do Amaro Branco, em Olinda, será cenário neste sábado (18), de mais um tradicional Coco do Mestre Aroeira. Promovido na comunidade desde o ano de 1985, a festividade aberta ao público estará reunindo, a partir das 22h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, proporcionando uma movimentada noite de festa popular.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciar as apresentações culturais, que contará com os grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, entre outras atrações convidadas, o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco”</em>, destaca Mirela Cavalcanti, uma das organizadoras do evento e discípula da mestra desde criança.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Coco do Mestre Aroeira</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 18 de junho<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 22h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco – Olinda)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Noite do Coco na Praia contagia Olinda no sábado (18)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 17:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mantendo a tradição iniciada em 2013, reunindo artistas e grupos do coco de roda na Praia do Carmo, acontece neste sábado (18), em Olinda, nova edição da tradicional Noite do Coco na Praia. O evento, que é aberto ao público, começa às 21h30 e terá uma apresentação especial do grupo de canto e dança indígena [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23637" aria-labelledby="figcaption_attachment_23637" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Pacheco-Cantador-foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-23637" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Pacheco-Cantador-foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pacheco Cantador estrará recebendo as atrações na noite olindense de coco.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a tradição iniciada em 2013, reunindo artistas e grupos do coco de roda na Praia do Carmo, acontece neste sábado (18), em Olinda, nova edição da tradicional Noite do Coco na Praia. O evento, que é aberto ao público, começa às 21h30 e terá uma apresentação especial do grupo de canto e dança indígena Funiô Flishimayá, da cidade de Águas Belas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as atrações já confirmadas, estarão os músicos Gervásio do Coco, Arnaldo do Coco, Pacheco Cantador, Edmilson do Coco e Liu Dias do Coco, além dos grupos Coco de Nininha, Coco do Pneu, Batuque das Morenas, O Coco é a Resposta, Coco de Cocar, entre outros convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Pacheco Cantador, organizador do evento juntamente com o Coco de Praia, quem quiser ajudar o grupo indígena Funiô Flishimayá, poderá doar 1 kg de alimento não perecível no local. <em>“A doação é para contribuir com um projeto social mantido pelo grupo em sua comunidade indígena. No evento, os integrantes estarão divulgando a dança e a musicalidade inspiradas nas tradições seculares da tribo Funiô”</em>, explicou o músico.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong><strong><em>Noite do Coco na Praia<br />
</em></strong><strong>Quando:</strong> sábado, 18 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 21h30<br />
<strong>Local:</strong> Praia do Carmo de Olinda, por trás dos Correios<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
</em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em>Acesso gratuito</em></em></em></em></em></em></em></p>
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