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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bens dos Jesuítas &#8211; Bens Livres e de Encargo Pertencentes aos Colégios de Olinda Recife Paraíba e Ceará</title>
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		<title>Livro revela destino de bens dos jesuítas, após expulsão dos padres de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 18:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bens dos Jesuítas - Bens Livres e de Encargo Pertencentes aos Colégios de Olinda Recife Paraíba e Ceará]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Bens-dos-jesuítas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87994" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Bens-dos-jesuítas-387x486.jpg" width="387" height="486" /></a></p>
<p>Nos séculos 16, 17 e 18, padres da Companhia de Jesus viveram em terras pernambucanas para catequizar indígenas, educar jovens e propagar a fé. Ao longo desse período, iniciado em 1551, os religiosos acumularam imóveis, escravos e animais, entre outras posses. E perderam tudo quando foram expulsos do Brasil pelo Marquês de Pombal em 1759. Inédita em livro, a lista dos bens confiscados aos jesuítas acaba de ser publicada pela Cepe Editora. O título será lançado nesta segunda-feira (27), às 19h30, no auditório do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, localizado no Centro do Recife.</p>
<p>Com 396 páginas, &#8220;Bens dos Jesuítas &#8211; Bens Livres e de Encargo Pertencentes aos Colégios de Olinda, Recife, Paraíba e Ceará&#8221;, é fonte primária (escrita por quem viveu a história naquele momento) para historiadores, economistas e linguistas. <em>“A publicação pode suscitar muitas pesquisas”</em>, afirma Gilda Verri, que organizou o livro com Ana M. Santos Pereira. O documento original, manuscrito, é de propriedade do Instituto Arqueológico, entidade cultural sem fins lucrativos fundada em 1862, no século 19.</p>
<p>O título lançado pela Cepe, com o espólio dos jesuítas na Capitania de Pernambuco, contém a transcrição paleográfica do manuscrito e uma versão atualizada do documento de acordo com as regras ortográficas em uso no País.<em> “É importante oferecer as duas opções de leitura porque o livro fica acessível ao público em geral e ao mesmo tempo preserva a ortografia antiga, o modo como se escrevia no século 18, para pesquisadores da área de linguística”</em>, observa Gilda Verri.</p>
<p>No manuscrito, há anotações de diferentes escrivães que registraram, de 1765 a 1768, o destino dado aos bens dos padres: quem comprou e quanto pagou. Depois do confisco, o governo português se desfaz de casas no Recife, em Olinda e em outras localidades, de engenhos de açúcar e fazendas de gado na zona rural e de escravos. <em>&#8220;Um economista que estuda o tema da escravidão vai encontrar no livro o preço de venda de escravos e escravas, assim como o valor de imóveis&#8221;</em>, diz ela.</p>
<p>O livro também traz um texto do arquiteto e urbanista José Luiz Mota Menezes (falecido no dia 6 último aos 85 anos) indicando, quando possível, a localização atual de cada um dos bens declarados. Além de mapas antigos que mostram como era o Recife no tempo em que os padres jesuítas viveram no Brasil colonial.</p>
<p>A lista dos bens dos jesuítas ficou desaparecida por mais de 70 anos, até ser recuperada pelo Instituto Arqueológico em 2007, quando o primeiro secretário da entidade, Reinaldo Carneiro Leão, a encontrou numa livraria antiquária em São Paulo. Ele conta essa história na apresentação do livro. O documento foi restaurado e desde 2012 é reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Memória do Mundo do Brasil (MoW Brasil).</p>
<p>De acordo com Gilda Verri, não consta na lista a origem das doações feitas aos padres. <em>“Elas vinham, principalmente, de comerciantes e donos de engenho como pagamento de promessas. Essa riqueza ajudou a sustentar as atividades dos religiosos”</em>, informa. O manuscrito está acondicionado da forma correta e não pode ser manuseado.</p>
<p><em>“Bens dos Jesuítas, uma parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, é uma publicação que traz à tona uma obra essencial para quem quer entender um pouco mais da história pernambucana. É um documento raro, precioso, utilizado por historiadores e que a Cepe edita numa forma de tentar preservar essa memória e levá-la ao conhecimento do público em geral e do público especializado”</em>, declara o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8221;Bens dos Jesuítas &#8211; Bens Livres e de Encargo Pertencentes aos Colégios de Olinda, Recife, Paraíba e Ceará&#8221;<br />
Quando: 27 de setembro de 2021 (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Auditório Ramires Teixeira do Instituto Arqueológico (Rua do Hospício, 130, Boa Vista, Centro do Recife). O evento será transmitido pelo instituto (YouTube e Facebook)<br />
Preço: R$ 85 (impresso) e R$ 26 (e-book)<br />
Onde comprar: Lojas físicas e loja virtual da Cepe (<strong><a href="http://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.cepe.com.br/lojacepe/&amp;source=gmail&amp;ust=1632592331214000&amp;usg=AFQjCNE2Q9OqsWPPLNeeOXmcanpopTpsOw">www.cepe.com.br/lojacepe</a></strong>)</p>
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