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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bernardo Brayner</title>
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		<title>Editado pela Cepe, romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221; é semifinalista do Prêmio Oceanos 2022</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 17:29:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) é semifinalista da edição 2022 do Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa Oceanos, com o romance Bicho Geográfico, de Bernardo Brayner. A obra está entre os 65 selecionados. Na lista aparecem autores de diferentes nacionalidades. Além de brasileiros, concorrem portugueses, moçambicanos, luso-angolanos, angolanos e cabo-verdianos. O resultado sairá no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Bicho-Geografico.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96417" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/Bicho-Geografico-352x486.jpg" width="352" height="486" /></a></p>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) é semifinalista da edição 2022 do Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa Oceanos, com o romance Bicho Geográfico, de Bernardo Brayner. A obra está entre os 65 selecionados. Na lista aparecem autores de diferentes nacionalidades. Além de brasileiros, concorrem portugueses, moçambicanos, luso-angolanos, angolanos e cabo-verdianos. O resultado sairá no final do ano.</p>
<p><em>“Bicho Geográfico é uma espécie de álbum de fotografias antigas transformado pela lente da memória e da ficção. Bernardo Brayner mergulha no próprio passado familiar em uma narrativa que se alimenta das lacunas e perturbações que ela mesma cria</em>”, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Ao libertar a fotografia de sua “prisão documental”, o autor manipula a objetividade fotográfica em prol da narrativa, que pode parecer autobiográfica a princípio mas na verdade é o que ele chama de autoficcional<em>. “É um recurso no qual eu me coloco como observador e, assim, posso descrever e narrar o que há e o que não há nas fotos. Procurei, com estratégias documentais e autoficcionais, avaliar o impacto dessa memória pessoal, familiar, se contrapondo à memória do Brasil, examinando suas fronteiras e, também, as fronteiras entre texto, legenda, comentário”</em>, completa Bernardo.</p>
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		<title>Bernardo Brayner lança o romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2021 11:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bernardo Brayner]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao contemplar fotos do álbum de família surge a ideia de escrever um livro. Não de memórias, mas de ficção. Fotografias ajudam a chacoalhar lembranças, porém nem tudo o que passou é registrado pela câmera ou pela memória. Bernardo Brayner, autor do romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221; &#8211; editado pela Cepe Editora, com incentivo do Governo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/150506-Retratos-Blackninja-0177.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84992" alt="150506-Retratos-Blackninja-0177" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/150506-Retratos-Blackninja-0177-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a></p>
<p>Ao contemplar fotos do álbum de família surge a ideia de escrever um livro. Não de memórias, mas de ficção. Fotografias ajudam a chacoalhar lembranças, porém nem tudo o que passou é registrado pela câmera ou pela memória. Bernardo Brayner, autor do romance &#8220;Bicho Geográfico&#8221; &#8211; editado pela Cepe Editora, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura -, disse que havia muita coisa que ele não recordava dos tempos de criança. <em>&#8220;Então eu poderia preencher alguns pontos do livro com ficção&#8221;</em>, conta. E a própria fotografia também pode ser um elemento narrativo de ficção, pois é colocada não somente como imagem documental. <em>&#8220;O medo de ser deixado para trás pelas próprias memórias move o bicho geográfico, riscando na pele que escava um mapa das metamorfoses de seu hospedeiro. Bicho geográfico é um livro que nos oferece uma vasta condensação de materiais evocados, com seus lindos lugares de retorno, tão dolorosos quanto libertadores&#8221;</em>, descreveu o crítico e romancista José Luiz Passos no prefácio do livro, que será lançado dia 2 de junho (quarta-feira), às 19h, em live no canal da Cepe Editora no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/c/CepeOficial/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>), com participação do autor, do professor de Letras da UFBA, Antonio Marcos Pereira, e mediação do editor do jornal literário Pernambuco (Cepe), Schneider Carpeggiani.</p>
<p><em>&#8220;Bicho Geográfico é uma espécie de álbum de fotografias antigas transformado pela lente da memória e da ficção. Bernardo Brayner mergulha no próprio passado familiar em uma narrativa que se alimenta das lacunas e perturbações que ela mesma cria&#8221;</em>, resume o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Em quatro meses escrevendo à noite e escolhendo fotos, Bernardo concebeu o que ele define como um memorial. <em>&#8220;Precisava escrever algo depois da morte dos meus pais. É um livro sobre a ausência, sobre o que a memória e a ficção podem alcançar como reconstrução de uma vida, como preenchimento de vazios, de esquecimento&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Ao libertar a fotografia de sua &#8220;prisão documental&#8221;, o autor manipula a objetividade fotográfica em prol da narrativa, que pode parecer autobiográfica a princípio mas na verdade é o que ele chama de autoficcional. <em>&#8220;É um recurso no qual eu me coloco como observador e, assim, posso descrever e narrar o que há e o que não há nas fotos. Procurei, com estratégias documentais e autoficcionais, avaliar o impacto dessa memória pessoal, familiar, se contrapondo à memória do Brasil, examinando suas fronteiras e, também, as fronteiras entre texto, legenda, comentário&#8221;</em>, completa Bernardo.</p>
<p>Falar de memória, do passado, nunca esteve tão atual nesse momento em que governos de extrema direita querem apagar o que passou. <em>&#8220;Esse momento de apagamento do passado foi um dos motores de escrita do livro. À medida que envelheço há uma curiosidade maior pela lembrança e, claro, uma preocupação com o futuro. Por amor à memória, trago no rosto o rosto do meu pai, como disse (o poeta insraelense) Yehuda Amichai (1924-2000). A nossa vida é um aprendizado de como conviver com fantasmas&#8221;</em>, reflete Bernardo.</p>
<p>Tempo, morte, velhice, sonho são outros temas que passeiam pelo romance de Bernardo, como o bicho geográfico embaixo da nossa pele. <em>&#8220;Esses são os temas principais da minha ficção e provavelmente de qualquer uma. E são muitas as razões para que esses temas sirvam como matéria-prima da narrativa. Esses são os segredos das nossas vidas. É o que não sabemos. É o nosso diálogo particular com os mortos&#8221;</em>, diz o escritor. Em trecho da obra, Bernardo fala que um livro se faz de camadas de tudo o que lemos. <em>&#8220;Um dos livros que mais me marcaram foi W Ou A Memória Da Infância, do francês Georges Perec (1936-1982). No livro, o autor alterna memórias e ficção sobre uma ilha onde se cultua o esporte. Os capítulos ficcionais sobre a ilha resgatam um texto que ele escreveu na infância nos anos 1930. Não é à toa que a ilha imaginária se aproxima muito da Alemanha Nazista durante os Jogos Olímpicos de 1936&#8243;</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Bicho Geográfico, de Bernardo Brayner<br />
Quando: 2 de junho de 2021 (quarta-feira), às 19h<br />
Onde: Live no canal da Cepe Editora no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/c/CepeOficial/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>)<br />
Participantes: Bernardo Brayner, Antonio Marcos Pereira e Schneider Carpeggiani<br />
Preço: R$20 (livro impresso); R$8 (e-book)</p>
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		<title>Bernardo Brayner fala sobre o processo criativo do seu novo livro no Café Castigliani</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 17:13:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Brayner]]></category>
		<category><![CDATA[Café Castigliani]]></category>

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		<description><![CDATA[Bernardo Brayner está finalizando a escrita de um novo livro que mistura ficção, biografia e ensaio. Neste sábado (23/3), o autor compartilha sobre o seu processo criativo junto ao editor Antonio Marcos Pereira. O desenvolvimento da obra contou com bolsa de criação literária do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67575" aria-labelledby="figcaption_attachment_67575" class="wp-caption img-width-362 alignright" style="width: 362px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Bernardo-Brayner_foto-Chico-Barros-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67575 " alt="Chico Barros/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Bernardo-Brayner_foto-Chico-Barros-2-362x486.jpg" width="362" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No projeto literário &#8220;Autobreugrafia&#8221;, o autor mistura ficção, biografia e ensaio</p></div>
<p>Bernardo Brayner está finalizando a escrita de um novo livro que mistura ficção, biografia e ensaio. Neste sábado (23/3), o autor compartilha sobre o seu processo criativo junto ao editor Antonio Marcos Pereira. O desenvolvimento da obra contou com bolsa de criação literária do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. O bate-papo acontece, a partir das 17h, na unidade do Parnamirim do Café Castigliani. O acesso é gratuito. Não é preciso fazer inscrição prévia.</p>
<p>Num clima intimista, a ideia é conversar sobre a concepção original da obra, as referências do escritor, suas conversas com o editor e como a criação literária se desenvolveu até chegar a um manuscrito, que se transformará em livro. A publicação já está garantida, também com o incentivo do Funcultura.</p>
<p>Na obra, o escritor Bernardo Brayner deseja fazer um olhar para dentro, mas em vez de narrar os grandes acontecimentos como costuma acontecer na maioria das biografias, se dedica às coisas miúdas, aos pequenos acontecimentos, misturando memórias de infância, ficção e ensaio.</p>
<p>O título do projeto de criação literária &#8211; “Autobreugrafia” &#8211; faz referência a união entre as palavras abreugrafia e autobiografia. A abreugrafia foi um método de exame de imagem criado na década de 30 pelo médico Manoel de Abreu para diagnóstico da tuberculose e doenças pulmonares. Apesar do projeto ter sido denominado “Autobreugrafia&#8221;, o livro deverá ter outro título devido às transformações do processo criativo.</p>
<p>Inicialmente, o livro deveria ser uma ampliação do texto de sua autoria “Autobiographie”, publicado em versão bilíngue (português e alemão) na revista alemã Alba, na qual narra uma vida através de negações, uma biografia em negativo. No entanto, durante o processo criativo, a obra ganhou um novo formato e novas referências como o livro “W ou a memória da infância”, de Georges Perec (1936-1982) e “Cena Interior”, de Marcel Cohen (1937), ambos franceses e judeus, com origens na Polônia e na Turquia.</p>
<p><strong>O escritor</strong><br />
Bernardo Brayner nasceu no Recife. Publicou o conto “Um animal estranho” pela editora e-galáxia, o ensaio “Nunca vi as margens do Rio Ybbs” pela Zazie Editora, além do texto “Autobiographie” na revista alemã Alba. Seu livro “Tudo é grande demais para a pobre medida da nossa pele” será lançado pela editora Papéis Papéis Selvagens.</p>
<p><strong>O editor</strong><br />
Antonio Marcos Pereira é professor de literatura na UFBA, escreve crítica literária e trabalha como co-editor da Editora Papéis Selvagens.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Conversa sobre criação literária com Bernardo Brayner e Antonio Marcos Pereira<br />
Quando: 23/3 (sábado), às 17h.<br />
Onde: Castigliani &#8211; Estrada do Encanamento, 323 &#8211; Parnamirim &#8211; Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
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