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	<title>Portal Cultura PE &#187; Beth da Matta</title>
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		<title>Performance de Beth da Matta destaca tradições indígenas</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 15:53:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59186" aria-labelledby="figcaption_attachment_59186" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/IMG-20180402-WA0025.jpg"><img class="size-large wp-image-59186" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/IMG-20180402-WA0025-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">A artista pernambucana Beth da Matta é a atual diretora do MAMAM</p></div>
<p>Com o propósito de repensar o processo de colonização brasileiro, a artista pernambucana Beth da Matta passou dois meses em Portugal buscando identificar na sua formação pessoal o que ainda havia do país europeu. O período de pesquisa a fez refletir sobre a distância que ela mesma havia assumido em relação às questões brasileiras ao longo da vida e evidenciou a urgência de se conectar à cultura brasileira de maneira mais ampla. A performance “Reconciliação”, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, será encenada nesta terça-feira, às 17h, no espaço Garagem 94, e é o resultado desse reencontro com as origens através do consumo do milho crioulo.</p>
<p>“<em>A minha ideia era saber o que tinha de Portugal na minha cartografia afetiva, porque tenho familiares de lá, mas volto e me deparo como uma avó indígena e me reconheço e começo a perceber e me incomodar com a invisibilidade do índio na nosso imaginário. Nossa história precisa ser reescrita. Como artista e cozinheira, abri uma nova pesquisa que é a comida brasileira a partir dos índios, que têm muitas técnicas que foram apagadas da história. Aqui já havia a prática do pirão, bebida fermentada e o domínio da mandioca, por exemplo, antes dos europeus chegarem</em>”, explica a artista, que é a atual diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM).</p>
<div id="attachment_59187" aria-labelledby="figcaption_attachment_59187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/IMG-20180403-WA0001.jpg"><img class="size-large wp-image-59187" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/IMG-20180403-WA0001-800x600.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">A artista apresentará dados sobre a história dos milhos crioulo e transgênico.</p></div>
<p>Para discutir os malefícios da indústria dos transgênicos e relembrar a importância da cozinha como espaço de tradição e partilha, Beth irá preparar uma panelada de angu, feito a partir do milho crioulo, com galinha guisada durante sua performance. “ <em>O milho crioulo já é cultivado por aqui há 2 mil anos. Essa semente é um símbolo de resistência, porque ela não se mistura com o transgênico. Ela não é vendida, é doada, é uma semente que você planta e dar um milho que pode gerar outros milhos com a mesma qualidade e sabor. Ela tem um sentido bonito, porque ela dá autonomia ao produtor e quem guardou essa tradição foram os nossos indígenas. Precisamos resistir, porque nossas escolhas alimentares é o que alimenta a indústria que está adoecendo e matando as pessoas</em>”, defende ela, que ainda irá apresentar dados técnicos e teóricos sobre a produção dos diferentes tipos de milho em Pernambuco e no Brasil.</p>
<p>Formada em Gastronomia desde 2011, Beth sempre entendeu a culinária como um importante meio de expressão social. “<em>Quando comecei a trabalhar na gestão  de museu, eu senti que precisava ter mais uma atividade fora da arte. Como sempre tive uma relação de acolhimento com a comida, resolvi estudar sobre isso. Mas depois percebi que, naturalmente, estava misturando uma coisa com a outra e ter essa formação me ajuda a ter o domínio de trazer a comida para a arte</em>”, conclui ela.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<strong>Performance “Reconciliação”</strong><br />
Quando: Nesta quinta-feira, às 17h<br />
Onde: Espaço Garagem 94 (Rua do Apolo, 94 – Bairro do Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Livro reúne ensaios sobre o acervo fotográfico do Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 15:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vencedor do 14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, o livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29622" aria-labelledby="figcaption_attachment_29622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-29622" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">O livro traz ensaios de Rebeka Monita, Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D&#8217;Arc Lima, Maria do Carmo Nino e Beth da Matta</p></div>
<p>Vencedor do <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=10&amp;data=23/10/2014" target="_blank"><strong>14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia</strong></a>, o livro <em>Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães</em>, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), no equipamento cultural, às 19h. Concebido e organizado pela professora e historiadora Rebeka Monita, a obra reúne escritos dos pesquisadores Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D’Arc Lima e Maria do Carmo Nino, além dos ensaios da diretora do museu, Beth da Matta, e de Rebeka Monita, que junto com Eduardo Romero, Maria do Carmo Nino e Joana D&#8217;Arc Lima, comandarão uma roda de diálogo no dia do lançamento. Na ocasião, os livros serão distribuídos gratuitamente.</p>
<p>Um dos elementos mais ousados da publicação o é trazer reflexões críticas sobre a formação do acervo fotográfico do Mamam. No ensaio “Entre mapeamento, hiatos”, Rebeka Monita mostra que não só o conjunto de fotografias do Mamam formou-se de maneira praticamente aleatória, como a coleção de uma forma geral. “Na realidade, grande parte do acervo do Mamam, sobretudo o de fotografias, é proveniente da Galeria Metropolitana de Arte do Recife (em 1982, batizada de Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães, e, em 1997, instituída Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães). A Galeria recebia obras como tapeçarias, quadros, esculturas e litografias, herdadas de vários equipamentos da Prefeitura do Recife”, explica Rebeka. “Era uma espécie de solo que tudo abrigava&#8221;, como fala a pesquisadora Maria Cecília Lourenço ao se referir a coleções de museus que nascem sem crítica, critérios ou direcionamentos”, acrescenta a historiadora.</p>
<p>No ensaio “Um museu de arte moderna na contra mão da utopia modernista”, a historiadora Joana D&#8217;Arc Lima reflete mais amplamente sobre um tipo muito particular de política pública de aquisição de obras que se fazia legítima na década de 1980. “(&#8230;) Era o modelo das relações de influência, das relações pessoais e de amizade, das relações de afinidades eletivas e afetividades proclamadas”, escreve. No entanto, ainda que o contexto local tenha sido voltado para uma espécie de “política pública afetiva”, já existiam, em alguns Estados do País, políticas públicas de formação de acervo por edital ou por um plano de aquisição de obras de artistas brasileiros para museus públicos, segundo a pesquisadora.</p>
<p>Ainda que tenha sido formado através de políticas de aquisição bastante flexíveis e heterodoxas, o acervo de fotografia do Mamam é, hoje, bastante reduzido. São cerca de 70 fotografias de um acervo de 1.500 obras. No entanto, embora reduzido, ele é composto por obras da autoria de artistas do naipe de Rodrigo Braga, Vicente Mello, Vik Muniz, Albano Afonso, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó, Brígida Baltar, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Gil Vicente e Josenildo Tenório. “A primeira fotografia incluída na coleção foi do artista Osmar Villar, intitulada “Composição”, de 1983, mas não se sabe como ela foi adquirida”, revela Rebeka Monita.</p>
<p>Para a diretora do Mamam, Beth da Matta, o livro se mostra uma oportunidade para refletir sobre as fraturas do acervo. “Temos em mente que o acervo do museu tem muitas qualidades, tanto que chegamos a trabalhá-lo com profundidade na pesquisa &#8216;Contido não Contido&#8217; em 2009, mas também é importante parar para refletir sobre as fragilidades da coleção para tentarmos criar estratégias para resolvê-las”, justifica Beth. No livro, estão as imagens de todas as fotografias que compõem o acervo atualmente.</p>
<p><strong>Exposições e poéticas das fotografias</strong><br />
Além de enfatizar o aspecto político da formação do acervo do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, a obra também se volta para reflexões acerca da poética e da exposição da coleção. No ensaio sobre o acervo fotográfico do Mamam, a antropóloga e pesquisadora Georgia Quintas conta a sua experiência de curadoria nos dois recortes da exposição “Da fotografia, dos conceitos”, exibidas em 2010 e 2011 respectivamente. Na primeira montagem, houve a exibição de obras fotográficas como “Eu e Agnaldo Farias” (2003), de Gil Vicente, “Homenagem a Marcel Duchamp” (1982), de Paulo Bruscky, e “Cachorro em pé” (1979), de Aloisio Magalhães.</p>
<p>Já na segunda montagem contou com “Sócrates” (1998), de Vik Muniz, “Parede cega” (2000), de Rosângela Rennó, “Recife” (2003), de Rivane Neueschwander, entre outras fotografias. No ensaio “Especulações curatoriais e desvelos de argumentação: reflexão sobre possíveis diálogos contidos na coleção de fotografias do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães”, Georgia Quintas mergulha nos caminhos curatoriais que percorreu para realizar a dupla montagem de uma só exposição. “A exposição &#8220;Da fotografia, dos conceitos&#8221;considerou a construção crítica dos matizes criativos no campo fotográfico, proporcionando, assim, alguns pensamentos, certa rede de interlocução entre obras. Promovendo, portanto, o vislumbramento de significados, os quais partem de discursos para alinhavar outros”, pondera a pesquisadora no ensaio. Já Eduardo Romero traz reflexões sobre o imaginário, a memória e o realismo na obra “Eflúvios artificiais de mulheres abstratas”, de Daniel Santiago. A obra consiste em uma série de 10 fotografias realizadas por artistas convidados por Santiago e foi exibida no Mamam na primeira individual do artista. Por último, no ensaio “Da poética fotográfica no Mamam: fotografia e a conquista do pátrio poder”, a crítica de arte e professora da UFPE Maria do Carmo Nino faz uma análise das fotografias encontradas no acervo do museu, em interpretações profundas sobre as suas poéticas. As reflexões sobre a política, a poética e as exposições do Mamam, desenvolvidas de maneira autocrítica por pesquisadores vinculados direta ou indiretamente ao museu, tornam-se a base teórica e crítica para a defesa da importância de se formar um acervo mais coerente.</p>
<p><strong>Atividades paralelas</strong><br />
No dia do lançamento, o museu receberá mais uma edição do<em> Sexta da Pesada</em>, a partir das 16h. A diretora do museu, Beth da Matta, que também tem formação em gastronomia, convidará a chef Mariana Sarjado e o artista Marcelo Silveira para dividir as caçarolas na cozinha do Mamam. Durante a noite, até as 20h, também estarão abertas ao público as exposições <em>Inimigos</em>, de Gil Vicente, e <em>Moderna Para Sempre: Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães<br />
Quando: sexta-feira (28), às 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Rua da Aurora, 265, Boa Vista.<br />
Informações: (81) 3355-6870.</p>
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