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	<title>Portal Cultura PE &#187; Betto do Bandolim</title>
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		<title>Público atende a chamado de Gravatá Jazz Festival fora de época no País da Música</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 06:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda noite do palco País da Música no Festival Pernambuco Meu País 2024, neste sábado (27), teve um quê a mais: relembrou o Gravatá Jazz Festival, evento anual que aconteceu por alguns anos durante o Carnaval. O público foi convocado a comparecer no palco-caminhão, estacionado na Avenida Joaquim Didier, e, além de atender ao chamado, contribuiu em todos os detalhes de nostalgia e memória afetiva. Por lá se apresentaram Betto do Bandolim; a banda Vintage Pepper, com participação dos guitarristas Lancaster (SP) e Wallace Seixas (PE) e do trompetista Fabinho Costa (PE); o também trompetista Chico Oliveira (o Chiquinho dos programas de TV de Jô Soares) e cantor e guitarrista João Suplicy (irmão de Supla), acompanhados da Uptown Band.</p>
<p>Se estivéssemos no país do jazz, ou no país do blues, certamente Adalberto Cavalcanti, o Betto do Bandolim, figuraria no panteão dos imortais do gênero. No país do choro, o devido reconhecimento, quando acontece, é em momento como esse, do Festival Pernambuco Meu País. O rótulo de chorão acaba escondendo uma versatilidade que Betto pôde presentear, em pequena mostra, ao público que compareceu ao País da Música neste sábado.</p>
<p>Para começar, o bandolinista apresentou suas versões para Disparada (Geraldo Vandré &amp; Theo de Barros) e Chega de Saudade (Tom Jobim &amp; Vinicius de Moraes). Acompanhado de Lucas Romão Torres, o Ratão do Pandeiro, e o violonista de 7 cordas Bruno Nascimento, seguiu flertando com standards da música brasileira em temas de Chico Buarque (João e Maria, parceria com Sivuca; Deixa a Menina), Baden Powell &amp; Paulo César Pinheiro (Vou Deitar e Rolar) e João Bosco &amp; Aldir Blanc (De Frente pro Crime).</p>
<p>Em seguida, Betto reverenciou os mestres Waldir Azevedo, com Carioquinha, e Jacob do Bandolim, com Santa Morena. Sempre prevalecendo todo seu virtuosismo, finalizou com um set apenas com temas de Baden (Canto de Ossanha; Berimbau; Deixa).</p>
<p>De volta à cena blues&#8217;n'soul, a banda Vintage Pepper recebeu a missão de ciceronear ninguém menos que o guitarrista paulista Lancaster, um dos melhores do blues brasuca. Foi presenteada ainda com as participações do também guitarrista Wallace Seixas e do trompetista Fabinho Costa. Só feras. E tome na veia sucessos de Aretha Franklin, Nina Simone, Stevie Wonder, Al Green e Amy Winehouse, entre outros. Um grande baile.</p>
<p>Para encerrar a festa em grande estilo, foi a vez da Uptown Band (não por acaso idealizadora do Gravatá Jazz Festival, por intermédio de seu baterista e produtor, Giovanni Papaleo) receber outros dois músicos de referência do cenário nacional: o também trompetista Chico Oliveira, o Chiquinho dos programas de TV de Jô Soares; e o vocalista e guitarrista João Suplicy, irmão do cantor Supla, com quem forma a Brothers of Brazil.</p>
<p>A Uptown, também sempre versátil, fez prevalecer em seu repertório o crossover em que faz versões blues&#8217;n'jazz dos mais variados ritmos. Primeiro com um pout-pourri com seis temas de Raul Seixas. Após um tributo a Reginaldo Rossi, dedicou outro set totalmente a Roberto Carlos com mais um medley de oito canções.</p>
<p>O País da Música edição especial Gravatá Jazz Festival encerrou em clima de jam session com João Suplicy dando uma palhinha de seu projeto Samblues (em que faz samba em versões blues) e destilando canções de sua curtição, bem acompanhado por Chiquinho e Uptown Band, que dispensam ensaio para tocar um baile.</p>
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		<title>Berço do gênero musical, Pernambuco agora tem seu Dia Estadual do Choro</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 17:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82518" aria-labelledby="figcaption_attachment_82518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinee/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne.jpg"><img class="size-medium wp-image-82518" alt="Guinee/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado de Betto do Bandolim estão Moema Macedo, Marco Cesar e Rafael Marques, músicos da cena pernambucana do choro</p></div>
<p>Pernambuco agora tem um dia seu para celebrar o choro, gênero musical que consagrou no Estado nomes como João Pernambuco, Tia Amélia, Zé do Carmo, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras e Mestre Chocho, entre tantos outros músicos, musicistas, cantores e cantoras do estilo. Criado por meio da Lei 14.178/2021, de autoria do deputado Waldemar Borges, o Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, será celebrado no dia 16 de Outubro, e leva no seu título uma homenagem a um grande mestre do choro pernambucano.</p>
<p>O anúncio público está marcado para o dia 25 deste mês, durante a Grande Roda de Choro no encerramento do Festival do Choro João Pernambuco, que terá as gravações realizadas em estúdio e o encerramento no Teatro do Parque, seguindo as recomendações para prevenção da pandemia. A iniciativa conta com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A ideia da criação desta data foi do coletivo Isto é Choro!, grupo que reúne grande parte dos artistas que sentiam falta de uma data oficial que demonstrasse a importância deste estilo musical no Estado. O coletivo é liderado pelo produtor cultural Wagner Staden; por Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural; e pelo artista Betto do Bandolim.</p>
<div id="attachment_82520" aria-labelledby="figcaption_attachment_82520" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-82520" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o-472x486.jpg" width="472" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor cultural Wagner Staden, ao lado do Mestre Chocho (in memorian)</p></div>
<p><em>“A ideia surgiu em 2017, a partir de um movimento de valorização do choro no Estado que tomou impulso com a titulação do Mestre Chocho (in memorian) como Patrimônio Vivo de Pernambuco”</em>, explica Wagner Staden, que trabalhou como produtor do Mestre Chocho nos últimos anos.</p>
<p>Betto do Bandolim é músico, arranjador e compositor, “um chorista completo”, nas palavras do Véio Mangaba. Para ele, assim como o Rio de Janeiro, Pernambuco sempre foi um polo fortíssimo no choro. <em>“Desde a galera que saiu daqui, como o mestre João Pernambuco, Tia Amélia, Quincas Laranjeiras, até a geração anterior a minha, como Rossini Ferreira e Canhoto da Paraíba”.</em></p>
<div id="attachment_55375" aria-labelledby="figcaption_attachment_55375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55375 " alt="Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Betto do Bandolim, músico, arranjador e compositor, integra o coletivo Isto é Choro! ao lado dos amigos Walmir Chagas e Wagner Staden</p></div>
<p><em>“Muitos músicos daqui foram pra o Rio de Janeiro ensinar o pessoal porque o choro da gente tem um sotaque diferente. Como temos uma diversidade musical fora do comum, nosso choro lembra o baião, xote e frevo, diferente do carioca, que é mais focado no samba”,</em> revela Betto do Bandolim.</p>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) acompanhou de perto o processo e deu todo o apoio e aval junto à Alepe e ao Governo de Pernambuco para a criação da Lei.</p>
<div id="attachment_68706" aria-labelledby="figcaption_attachment_68706" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-68706 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg" width="480" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural, também participou da articulação para a criação do Dia Estadual do Choto João Pernambuco</p></div>
<p><em>“Pernambuco agora pode dizer que tem uma data sua para celebrar o choro, gênero que nos deu a oportunidade de gerar aqui no nosso estado mestres como João Pernambuco e o saudoso Mestre Chocho, além de vários outros artistas consagrados e que seguem na linha de frente de defesa desse nosso patrimônio”,</em> comemora Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Segundo o deputado Waldemar Borges, para ele foi um privilégio ter sido o autor da lei. <em>&#8220;Primeiro porque é importante enaltecer as nossas expressões culturais, e o choro com sotaque pernambucano, como diz Betto do Bandolim, é uma das mais fortes, bonitas e envolventes dessas expressões. Ter o seu dia, portanto, é dizer da importância que ele tem pra gente. Segundo, porque o processo de escolha da data, liderado por pessoas como Wagner, Walmir e o próprio Betto, foi extremamente democrático, o que nos une ainda mais nessa homenagem”.</em></p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> No dia 21 de setembro de 2020 foi realizada uma assembleia virtual aberta ao público, e com a participação de várias personalidades do choro pernambucano, com a proposta de escolher uma data para celebrar o Dia Estadual do Choro.</p>
<p><em>“A gente já realizava o Recife Carinhoso, evento com vários choristas do estado para celebrar o Dia Nacional do Choro, no dia 23 de abril, nascimento de Pixinguinha. Depois tivemos a ideia de fazer o Festival João Pernambuco, em 2016, como forma de valorizar o choro daqui do Estado. A partir daí surgiu a ideia de criarmos um dia estadual para celebrar este ritmo que também é pernambucano”,</em> conta Betto do Bandolim.</p>
<p>Foi escolhido então o dia 16 de outubro, data de falecimento de João Pernambuco, o maior nome do violão e do choro de Pernambuco e um dos maiores nomes da música brasileira.</p>
<div id="attachment_82519" aria-labelledby="figcaption_attachment_82519" class="wp-caption img-width-378 alignnone" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-full wp-image-82519" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg" width="378" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, leva no seu título uma homenagem a esse grande artista do choro pernambucano</p></div>
<p>De acordo com Walmir Chagas, a escolha de João Pernambuco como homenageado é porque o nome ajuda muito. “<em>Quem tem um nome desse ligado ao seu Estado? Só Canhoto da Paraíba, e inclusive estamos incentivando nossos amigos paraibanos do choro a criar uma data estadual deles”,</em> comenta o artista.</p>
<p>Segundo Walmir, normalmente se escolhe a data de aniversário de uma pessoa nas homenagens, mas como o aniversário de João Pernambuco cai no Dia de Finados houve uma resistência a essa data. <em>“Pesquisei então outras datas importantes envolvendo sua biografia, e a escolha final foi a data do seu encantamento, porque artista não morre, artista se encanta”.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QHLpT73op5w" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“Paralelamente, procuramos Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, com quem tivemos uma reunião para tratar do assunto, e ele deu todo o apoio institucional e se comprometeu em colaborar com a criação da data”,</em> destaca o Véio Mangaba.</p>
<p>Com a data escolhida, a proposta foi apresentada ao deputado Waldemar Borges, que elaborou o projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). <em>“Dos deputados que estão com mandato na Alepe, ele é uma das pessoas mais envolvidas com a música, e conhece muito o pessoal do chorinho, além de ter sido relator da lei que criou o Dia Estadual de Ciranda (10 de maio)”</em>, completa Walmir Chagas.</p>
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		<title>Projeto Recife Carinhoso leva chorinho de Pernambuco para o MEPE</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 19:19:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto Recife Carinhoso tomará conta do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) nos próximos dois sábados, 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68833" aria-labelledby="figcaption_attachment_68833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-68833" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Gingadinho Trio é uma das atrações deste sábado (25) e contará com a participação de Betto do Bandolim</p></div>
<p>Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto <strong>Recife Carinhoso</strong> tomará conta do <strong>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</strong> nos próximos dois sábados,<strong> 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita</strong>. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido em 23 de abril como homenagem ao aniversário de Pixinguinha. O evento busca revelar a produção da nova geração de chorões do Estado, incluindo também a participação de veteranos como <strong>Betto do Bandolim, que participa da apresentação do Gingadinho Trio, compondo a programação deste sábado (25), ao lado do Granduo Brasil.</strong></p>
<p>O Choro é um gênero musical considerado como o único genuinamente brasileiro. De execução complexa e arranjos sofisticados, é comparado ao Jazz norte-americano pelos improvisos e habilidades exigidas do músico. O movimento musical do Choro em Pernambuco sempre foi muito intenso e de reconhecimento nacional. Grandes nomes, como: João Pernambuco, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras, entre tantos, colocaram Pernambuco como um dos importantes centros de efervescência do Choro no Brasil.</p>
<p>Com o tema <strong>“Diversidade musical e novas sonoridades do Choro Pernambucano”</strong>, a mostra apresenta a grande pluralidade de músicos e grupos do gênero que existem em Pernambuco na contemporaneidade. A proposta é difundir o estilo, que tem raízes muito fortes em Pernambuco, e reconhecimento nacional pela qualidade dos músicos e da produção musical do Estado. O evento é uma realização do coletivo Isto é Choro, direção musical de Betto do Bandolim e Walmir Chagas, direção geral de Wagner Staden e produção da Mamahuê produções culturais e afins.</p>
<p><strong>Confira a programação completa e saiba mais sobre as atrações abaixo:</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 18/05: </span></b></p>
<p><b>Granduo Brasil<br />
Choramparo</b><br />
<b>Walmir Chagas</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 25/05:</span></b></p>
<p><b>Sexteto Suburbano<br />
Gingadinho Trio<br />
Betto do Bandolim</b></p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
III RECIFE CARINHOSO<br />
Quando:</b> Nos sábados de 18 e 25 de maio, sempre às 17h;<br />
<b>Onde:</b> Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) (Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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