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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bienal Internacional do Livro de São Paulo</title>
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		<title>Editado pela Cepe, livro discute a importância do modernismo pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 17:30:19 +0000</pubDate>
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<p>No ano que marca o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) apresenta o livro Pernambuco Modernista, do jornalista e escritor Bruno Albertim. O livro de 185 páginas traz prefácio do curador Marcus Lontra, além de ilustrações e perfis dos protagonistas do movimento, tanto do início &#8211; Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres, Vicente do Rêgo Monteiro -, quanto de meados do século XX &#8211; José Cláudio, Francisco Brennand, Tereza Costa Rêgo, Gilvan Samico, João Câmara, Raul Córdula, Montez Magno, Reynaldo Fonseca e Guita Charifker. O título será lançado neste sábado (9), às 15h30, no estande da Cepe Editora na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2022.</p>
<p>O projeto partiu da necessidade de contestar a hegemonia de São Paulo como único disseminador no Brasil das ideias modernistas. Se por um lado a centralização do Modernismo em São Paulo é uma visão problemática, por outro pode-se dizer que o movimento foi bem-sucedido na principal de suas propostas: a construção de um conceito hegemônico de identidade nacional.</p>
<p>A obra também revela que Pernambuco teve e tem um dos modernismos mais contundentes, com características, padrões de cor, ética e temáticas próprias.<em> “Há uma preocupação com a identidade regional, com a insolação tropical, com essa cultura popular que começa a ser digerida por esses artistas de classe média e de elite em favor da construção de um discurso regionalista”</em>, revela o autor Bruno Albertim.</p>
<p>Situando historicamente o Brasil desse período, surgem contradições ressaltadas pelo prefaciador, Marcus Lontra.<em> “Durante grande parte do século passado, acreditamos na romântica utopia de que a industrialização expandiria os meios de produção e democratizaria os bens de consumo”</em>, escreve Lontra. Mas não foi bem assim. Segundo ele, o império se sustentava sobre o regime escravocrata, e os mecanismos de modernização afloraram nos jovens herdeiros de oligarquias rurais, com formação europeia e riqueza familiar acumulada através da exploração de escravos.</p>
<p>Para Lontra, em vez de alimentar a rivalidade entre São Paulo e Pernambuco quanto ao protagonismo do Modernismo, <em>“interessa muito mais compreender como uma geração de teóricos buscaram integrar o Brasil agrícola numa cena internacional determinada pela produção industrial”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Pernambuco Modernista, de Bruno Albertim<br />
Quando: 9 de julho de 2022 (sábado), às 15h30<br />
Onde: Estande da Cepe Editora na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (Estande 100, Rua M)<br />
Preço do livro: R$ 100 (livro impresso); R$ 40 (E-book)</p>
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