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	<title>Portal Cultura PE &#187; bienal</title>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Festival Pernambucano de Literatura Negra realiza 5ª edição na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:10:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120493" aria-labelledby="figcaption_attachment_120493" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Indicado-ao-Jabuti-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-realiza-5ª-edição-na-Bienal-de-Pernambuco.png"><img class="size-medium wp-image-120493" alt="Fotos: Festival Pernambucano de Literatura Negra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Indicado-ao-Jabuti-Festival-Pernambucano-de-Literatura-Negra-realiza-5ª-edição-na-Bienal-de-Pernambuco-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Festival Pernambucano de Literatura Negra/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O primeiro fim de semana de outubro abre espaço para um gesto inédito na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Pela primeira vez, o Festival Pernambucano de Literatura Negra integra a programação oficial do evento, ocupando o Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, nos dias sábado (4) e domingo (5). Criado pela jornalista e escritora Jaqueline Fraga, o festival chega à 5ª edição já consagrado como semifinalista do Prêmio Jabuti 2025 e leva ao público dez escritoras negras que, juntas, transformam a palavra em território político e estético. Este ano, o festival tem como tema “Mulheres negras no centro da literatura” e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura, viabilizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">A curadoria de Odailta Alves, escritora e pesquisadora com longa atuação em práticas antirracistas, foi desenhada para que cada mesa dialogasse com um eixo da experiência negra na literatura. O resultado é um mosaico que articula tradição e juventude, periferia e sertão, poesia e música, construindo uma narrativa coletiva sobre o lugar da mulher negra na cena cultural brasileira.</p>
<p dir="ltr">O sábado (4) começa com o Sarau Poético, no Palco Sesc Além das Letras. A presença de Inaldete Pinheiro, referência histórica e pioneira na poesia e na militância social, garante a ancoragem da ação em décadas de luta por cidadania e justiça. Ao seu redor, três vozes jovens ampliam o escopo. Joy Thamires traz a força de uma escrita que nasce das periferias e denuncia violências sem abrir mão da delicadeza dos afetos.</p>
<p dir="ltr">Nena Callejera, travesti e slammer, carrega a contundência da poesia que desafia normas de gênero e raça, inscrevendo no texto o corpo como fronteira política. Priscila Ferraz completa o sarau com sua experiência de arte-educadora, usando a poesia como ferramenta de emancipação. O momento, assim, não é apenas leitura de poemas, mas uma cartografia de resistências que atravessa gerações.</p>
<p dir="ltr">Mais tarde, no Espaço Conexão Petrobras, a mesa Escritoras Negras do Agreste ao Sertão Pernambucano desloca o olhar da capital para o interior. Manu Monteiro, psicóloga e multiartista, participa da conversa com uma literatura que busca cura e memória, revelando o corpo como espaço sagrado.</p>
<p dir="ltr">Do Sertão do Pajeú, Francisca Araújo traz consigo a cadência da glosa e do cordel, inscrevendo a oralidade popular na Bienal. Elke Falconiere, atriz e performer de Garanhuns, faz a mediação da mesa levando consigo a experiência de uma escrita independente em zines que abordam juventude e resistência. Essa mesa conecta diferentes territórios, mostrando que a literatura negra não se restringe ao urbano, mas se espalha por geografias e linguagens diversas.</p>
<p dir="ltr">No domingo (5), o Auditório Círculo das Ideias recebe a mesa Versos e músicas: mulheres negras que escrevem e cantam, que costura poesia e música. Bell Puã, poeta e cantora com trajetória internacional, é o um dos elos entre a palavra falada e a performance musical. Bione, que nasceu nos slams e cresceu nos palcos do rap, mostra como a literatura negra se reinventa em batidas e rimas.</p>
<p dir="ltr">A mediação será com Lenne Ferreira, jornalista e produtora cultural, que atua para evidenciar a importância de construir redes de fortalecimento para a cena. A mesa, então, torna-se um espaço de múltiplas linguagens, no qual a palavra é letra de música e poema, sempre atravessada pela mesma urgência de afirmar existências.</p>
<p dir="ltr">A programação completa está disponível no <a href="www.instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe/ ">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> e no <a href="www.negrasou.com.br/festival">site</a>. Todas as atividades contarão com intérprete de Libras.</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr">Festival Pernambucano de Literatura Negra realiza 5ª edição na XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco</p>
<p dir="ltr">Quando: Sábado (4) e domingo (5) de outubro de 2025</p>
<p dir="ltr">Onde: XV Bienal Internacional do Livro de Pernambuco – Centro de Convenções de Pernambuco, Olinda</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/festivaldeliteraturanegra_pe/">@festivaldeliteraturanegra_pe</a> / www.negrasou.com.br/festival</p>
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		<title>Livro da Cepe imortaliza o ator e ativista Pernalonga</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 14:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105717" aria-labelledby="figcaption_attachment_105717" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Pernalonga_Crédito_Ana-Farache-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105717" alt="Ana Farache/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Pernalonga_Crédito_Ana-Farache-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pernalonga</p></div>
<p>Antonio Roberto de Lira França (1959-2000) é a personificação do anti-herói. Em sua efêmera existência deixou um legado de defesa da liberdade sexual, política e social em tempos opressores e ditadores. Negro, soropositivo, pobre, semianalfabeto, estapeou o preconceito com a mesma energia dedicada ao teatro, à cultura e às pessoas que amou. Formou-se na boêmia, em que conheceu intelectuais como Jomard Muniz de Britto. Nunca foi de interpretar um só papel nesta vida. Foi ator, dançarino, arte-educador, militante das causas LGBTQIAPN+. Participou de peças e ações educativas para conscientização sobre HIV e aids no tempo em que muita gente ainda achava que o vírus contaminava só de respirar.<br />
Antonio Roberto ficou mais conhecido pelo apelido, o mesmo que dá nome ao título <em>Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</em> (Cepe Editora), primeiro livro do jornalista Márcio Bastos, que foi setorista de artes cênicas nos jornais locais durante dez anos e atualmente estuda a área em sua pesquisa de mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A obra faz parte da <em>Coleção Perfis</em> e é lançada nesta sexta-feira (13), às 19h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.<br />
“Foi um ator criativo, agitador e ativista que fez da sua experiência material empírico para a sua arte, mas nunca uma camisa de força para o seu talento”, escreve Márcio em uma das 204 páginas do livro. Vinte delas dedicadas a fotografias de várias fases da vida do ator. Imagens que ajudaram a imortalizar a defesa da liberdade em contraponto à caretice vigente no life style bipolar recifense em que vanguarda e conservadorismo se encontram na esquina do contraditório.<br />
Nome dos mais citados quando se fala do Grupo de Teatro Vivencial Diversiones, que revolucionou a cena teatral pernambucana nos anos 1970, Pernalonga ainda é um protagonista pouco conhecido da narrativa do mundo real. Difícil encontrar conteúdos mais aprofundados sobre sua vida e produção artística. “Esse, inclusive, foi um dos desafios dessa pesquisa: resgatar a carreira de Pernalonga para além do Vivencial”, revela o jornalista, que se deparou com muitos fatos impossíveis de serem checados. Para contornar essa dificuldade Márcio apresenta as várias versões que lhe foram apresentadas.</p>
<div id="attachment_105718" aria-labelledby="figcaption_attachment_105718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Nós-mulheres_Crédito_Ana-Farache.jpg"><img class="size-medium wp-image-105718" alt="Ana Farache/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Nós-mulheres_Crédito_Ana-Farache-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo teatral Nós, Mulheres</p></div>
<p>Unanimidade, porém, é sua importância incontestável para o teatro pernambucano. Além de seu trabalho no Vivencial Diversiones, Pernalonga protagonizou peças como <em>7 Fôlegos</em>, escrita por Jomard Muniz de Britto; <em>O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna</em> e <em>Chico Rei</em>, ambas do grupo Teatro Ambiente do MAC. Pela primeira recebeu o Troféu Espontâneo de Melhor Ator Coadjuvante.<br />
O reconhecimento, infelizmente, não encontrou o ator em vida, mas chegou com a criação do Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro, idealizado pelo Governo de Pernambuco em 2017 para incentivar artistas e coletivos teatrais. O filme <em>Tatuagem</em> (2013), de Hilton Lacerda, segundo Márcio, é outro exemplo da potência que o imaginário de Pernalonga e seus companheiros ainda incita. O teatro olindense onde se apresentou tantas vezes, no qual investiu tempo e dinheiro, e que, na última fase da vida, conseguiu também administrar, agora chama-se Teatro do Bonsucesso — Roberto de França Pernalonga.<br />
“Pernalonga transmutou-se quase em um mito olindense, um tipo de personagem que se funde à paisagem urbana e à identidade de uma cidade, como o poeta Miró da Muribeca e a travesti Lolita para o Centro do Recife, e Madame Satã, nascida em Pernambuco mas símbolo da Lapa no Rio de Janeiro”, compara o autor.</p>
<div id="attachment_105719" aria-labelledby="figcaption_attachment_105719" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Márcio-Bastos-Crédito_Marlon-Diego-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105719" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Márcio-Bastos-Crédito_Marlon-Diego-1-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista Márcio Bastos</p></div>
<p>Sua morte precoce e trágica &#8211; vítima de latrocínio &#8211; abreviou muitas outras peças teatrais e sabe-se lá mais quantos projetos culturais. Márcio até consegue conceber: “É possível imaginar Perna brilhando no novo ciclo do cinema pernambucano, repetindo o magnetismo que expressou quando foi filmado por Jomard Muniz de Britto. Não é arriscado afirmar o quão combativo Pernalonga seria diante do recrudescimento da intolerância, do autoritarismo e de retrocessos em conquistas de minorias sociais”, pontua o jornalista.<br />
Antes do lançamento, o autor participará da mesa As Muitas Vidas de Pernalonga, ao lado de Rosângela Lira (irmã de Pernalonga) e com mediação do jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</em> (Cepe Editora) -</strong> <em>sexta-feira (13), às 19h, no Auditório do Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda). Preço do livro: R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</em></p>
<div id="attachment_105720" aria-labelledby="figcaption_attachment_105720" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgaçãio</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Pernalonga.jpg"><img class="size-medium wp-image-105720" alt="Cepe/Divulgaçãio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Pernalonga-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Pernalonga: Uma Sinfonia Inacabada</p></div>
<p><em id="__mceDel"> </em></p>
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		<title>Título infantil ganhador do Prêmio Cepe é lançado na Bienal do Livro</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 13:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem, o título vencedor do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil (2022), é lançado neste sábado (7), às 10h30, na programação para crianças da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em Olinda. Com a nova publicação, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) passa a oferecer 65 opções [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105662" aria-labelledby="figcaption_attachment_105662" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Dez-baleias-na-estacao-esperando-pelo-trem.jpg"><img class="size-medium wp-image-105662" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-Dez-baleias-na-estacao-esperando-pelo-trem-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</p></div>
<p><em>Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</em>, o título vencedor do 4º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil (2022), é lançado neste sábado (7), às 10h30, na programação para crianças da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em Olinda. Com a nova publicação, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) passa a oferecer 65 opções de obras para a garotada em seu catálogo infantojuvenil.<br />
O livro é de autoria do poeta e humorista carioca Cesar Cardoso, tem 48 páginas com versos rimados para cativar os pequenos leitores e ilustrações convidativas e coloridas de Bruna Lubambo. Bastante peculiar, curiosa e divertida, a história nasceu a partir de cartas que ele escreveu ao neto Jorge, à neta Valentina e à sobrinha Giovana, de 2012 a 2013, para estreitar o convívio com as crianças.<br />
“Como sou escritor, para mim a literatura é uma das melhores formas de me aproximar das pessoas, ainda mais pessoas que eu amo. E acho que a literatura também pode encantar, fazer as pessoas felizes, fazê-las sonhar e pensar”, declara Cesar Cardoso. O gatilho para escrever as cartas, diz ele, surgiu depois de ouvir a música Siri Jogando Bola (Luiz Gonzaga &amp; Zé Dantas), que, aliás, tem a estrofe inicial reproduzida na abertura do livro.<br />
“Achei curioso e divertido e pensei que eu também podia contar coisas engraçadas que tivesse visto. Assim comecei a escrever uma história nonsense em que eles se divertissem&#8230; e lessem. Quem sabe assim eles poderiam também se aproximar do hábito da leitura?”, declara. Se na música Luiz Gonzaga e Zé Dantas viram “dois siris jogando bola lá no mar”, no livro Cesar Cardoso viu “a mula sem cabeça usar boné”.<br />
Ele também viu “uma girafa tricotando um cachecol, um atum num restaurante se palitar com um anzol, um bando de elefantes apanhar de um caracol”. Viu ainda “o lá longe chegar perto do aqui e uma uva de coroa jurar que era abacaxi”. Sobre a escolha do título, a ideia inicial seria Coisas que Eu Vi. “Era muito óbvio. Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem é mais engraçado e remete a um verso do livro”, explica.</p>
<p><strong>AUTORIA -</strong> Cesar Cardoso é autor de literatura infantojuvenil, poeta, contista, cronista, humorista e roteirista. Publicou pelas editoras Biruta e Gaivota os livros <em>O que É que Não É?</em>, <em>Você Não Vai Abrir?</em>, <em>Quem Pegou uma Ponta do Meu Chapéu de Três Pontas que Agora Só Tem Duas?</em>, <em>O Gigante do Maracanã</em>, <em>Cadê a Escola que Estava Aqui?</em> e <em>A Copa do Mundo do Faz de Conta</em>. Lançou também <em>Capoeira Camará</em> (Editora Paulus) e <em>Você Pensa que Água É H2O?</em> (Editora Garamond). Escreveu para jornais (Pasquim e Planeta Diário) e programas de TV (<em>TV Pirata</em>, <em>Sai de Baixo</em>, <em>Casseta &amp; Planeta</em>, <em>A Grande Família</em> e <em>Zorra Total</em>, entre outros).<br />
Bruna Lubambo trabalha com materiais variados: gravura, serigrafia, estêncil, carimbo, pintura, colagem. Foi finalista do Prêmio Jabuti (2020, 2021, 2022); recebeu o selo Cátedra Unesco PUC-Rio (2021, 2022, 2023); teve títulos selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) como Altamente Recomendáveis. Ficou em terceiro lugar na categoria Infantil do Prêmio Sylvia Orthof do Prêmio Literário Biblioteca Nacional e venceu a categoria Melhor Livro para Crianças (Nacional) pelo Prêmio CellijJ/Unesp, do Centro de Estudos em Leitura e Literatura Infantil e Juvenil da Universidade Estadual Paulista.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Dez Baleias na Estação Esperando pelo Trem</em>, numa contação de história com Tia Lilih -</strong> <em>sábado (7), das 10h30 às 11h30, no Palco Bienalzinha da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda); e sábado (28), das 16h às 18h, na Livraria Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro). Preço: R$ 35</em></p>
<div id="attachment_105663" aria-labelledby="figcaption_attachment_105663" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-Cesar-Cardoso.jpg"><img class="size-medium wp-image-105663" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/foto-Cesar-Cardoso-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Cesar Cardoso</p></div>
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		<title>Livro da Cepe conta a história da Soparia, a casa da música pernambucana nos anos 1990</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 17:59:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A efervescência cultural pernambucana dos anos 1990, principalmente no campo da música, tinha um epicentro: a Soparia. A história do icônico bar de Roger de Renor, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife), é contada pelo jornalista José Teles no livro Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons. A publicação é lançada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105609" aria-labelledby="figcaption_attachment_105609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105609" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/José-Teles-Roger-de-Renor-Foto-de-Leopoldo-Conrado-Nunes-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Teles e Roger de Renor</p></div>
<p>A efervescência cultural pernambucana dos anos 1990, principalmente no campo da música, tinha um epicentro: a Soparia. A história do icônico bar de Roger de Renor, no bairro do Pina (Zona Sul do Recife), é contada pelo jornalista José Teles no livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>. A publicação é lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), nesta sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. No lançamento Teles e Roger participam do bate-papo Soparia: A Biografia de um Bar e de uma Cena, mediado pela jornalista Valentine Herold, editora-assistente do jornal literário Pernambuco (Cepe).<br />
“Todo mundo que fazia arte baixava lá”, afirma Teles referindo-se à Soparia. De acordo com o autor, Chico Science (1966-1997) era um dos habitués da casa onde também passaram muitas outras pessoas da música &#8211; Otto, Silvério Pessoa, Maciel Melo, Sivuca, Hermeto Pascoal, Fagner e Herbert Vianna, por exemplo -, das artes plásticas e do cinema, seja para se apresentar, dar uma canja (sic), acompanhar shows, beber ou apenas conversar. Teles conclui que “no geral, a programação (do bar) acontecia na base da imprevisibilidade” e que “a maioria dos que frequentavam a Soparia nem se preocupava em saber o que rolaria por lá”. Quase todos confessaram que iam ao bar “para se encontrar com os amigos”.<br />
Para resgatar a história Teles foi atrás não só dos famosos, mas de quem fazia o estabelecimento funcionar, como a produtora cultural Paula de Renor &#8211; irmã e braço-direito de Roger no negócio -, garçons;,seguranças, e frequentadores do bar. E o que se vê nas 212 páginas do livro, com cerca de 50 imagens, é resultado de dezenas de entrevistas, pesquisas em jornais antigos e em trabalhos acadêmicos, além de análise de material de divulgação do bar e de fotografias.<br />
A Soparia foi aberta por Roger de Renor em 1992. Começou a funcionar sem a pretensão de ser o que se tornou. Alguns fatores contribuíram para se transformar em referência cultural. Um deles, as frequentes canjas (sic) dadas por Lula Cortês, músico já consagrado. “Tocar num lugar onde uma lenda da música pernambucana se apresentava tornou-se objeto de desejo para qualquer jovem músico. E não apenas de Pernambuco”, diz no livro. Outro fator foi a Maré de 73 Lançamentos, como ficou conhecida a “histórica noitada mangue, que ocorreu no dia 14 de novembro de 1992, com Mundo Livre S/A e Chico Science &amp; Nação Zumbi”. Além da apresentação das duas bandas, o evento contou com exibição de clipes e de um documentário chamado Mangue, chancelando a Soparia como a casa da nova música pernambucana. A partir daí subiram ao palco grupos como Mombojó, Mestre Ambrósio, Cascabulho, Comadre Florzinha, Paulo Francis Vai pro Céu e Querosene Jacaré.<br />
Em 25 de março de 1999 o bar encerrou as atividades. O fechamento atraiu milhares de pessoas. “Tanto pelo bota-fora como pelo sucesso que fazia na cidade a principal atração, Cordel do Fogo Encantado”, destaca Teles. Após virar a noite, no dia seguinte Roger fechou o ciclo do bar. Baixou a porta e pichou “Cadê a Sopa?”, a frase mais ouvida ao longo da história do estabelecimento, que não servia apenas música, mas também sopa aos amantes da noite.<br />
Para Teles, Roger “aproveitou o timing perfeito” para fechar a Soparia. E não fez isso por falta de público. “Se fosse por frequência a maioria dos donos de bar teria continuado até a fonte secar”, avalia. Sobre isso Roger afirma, em entrevista para o livro, que a badalação sobre a Soparia aumentou após a morte de Chico Science, ocorrida em 2 de fevereiro de 1997, atraindo novos negócios para o Polo Pina e, consequentemente, mais pessoas e problemas. “Começou a chegar uma galera pesada para o local. Eu entendo de juntar gente por meio da música. As pessoas que estavam vindo ali não fui eu que juntei. Foram trazidas por telefone sem fio. Era outra coisa. Aí resolvi fechar enquanto estava em cima. Quando as pessoas entendessem [o que tinha mudado] já teria queimado meu filme”, diz Roger.<br />
O livro não se limita à história da Soparia. Teles aponta os bares da época do Soparia e de décadas anteriores. Dos anos 1970, por exemplo, lembra do Beco do Barato, no qual inicialmente passaram sambistas cariocas – Clementina de Jesus, Cartola, Zé Keti, Nelson Cavaquinho, Grande Otelo – e posteriormente virou referência para a psicodelia pernambucana, o chamado udigrudi. Dessa turma, o Beco do Barato recebeu apresentações de Flaviola e das bandas Tamarineira Village (futura Ave Sangria) e Phetus. Sobre os arredores do Soparia, nos anos 1990, o livro resgata dados de bares como o Satchmo, localizado na Galeria Joana d’Arc, o Oficina Mecânica e o Boratcho.<br />
Teles adianta que o livro não lista todos os bares contemporâneos do Soparia. “Mas quem não a viveu terá uma ideia do que foi a Soparia. No Recife nunca teve um bar feito a Soparia. Acho que nem no Brasil. O bar foi alto e baixo astral, Woodstock e Altamont ao mesmo tempo”, pontua. Nele cabia diferentes vozes e ritmos. E <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em> retrata bem o espaço democrático e aparentemente caótico do bar que mereceu as páginas do New York Times em 1997 e 2001. Não por acaso a Soparia tinha uma atmosfera própria, uma cenografia única, com sua radiola de ficha, o cachorro de gesso, o quadro da sereia e seu inconfundível sofá vermelho.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Soparia: De Boteco a Palco de Todos os Sons</em>, de José Teles -</strong> <em>sexta-feira (6), às 16h, no Auditório Círculo das Ideias da 14ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (Centro de Convenções, Olinda). Preço do livro: R$ 50 (impresso) e R$ 20 (e-book)</em></p>
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		<title>Secult e Fundarpe montam estande com programação na XI Bienal do Livro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Oct 2017 00:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em sua 11ª edição, a Bienal do Livro de Pernambuco acontece até o dia 15 de outubro, no Centro de Convenções, em Olinda. Para enriquecer ainda mais a programação e ampliar a visibilidade da literatura pernambucana, a Secult-PE e a Fundarpe montaram um estande no evento, com recitais, lançamentos de livros e outras atividades. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua 11ª edição, a Bienal do Livro de Pernambuco acontece até o dia 15 de outubro, no Centro de Convenções, em Olinda. Para enriquecer ainda mais a programação e ampliar a visibilidade da literatura pernambucana, a Secult-PE e a Fundarpe montaram um estande no evento, com recitais, lançamentos de livros e outras atividades.</p>
<p>A Bienal do Livro, além de consolidada pelo sucesso alcançado junto ao público e ao mercado editorial e livreiro, foi incorporada, em caráter oficial, ao calendário de eventos de Pernambuco, através da Lei 14.536, de 13 de dezembro de 2011. Trata-se de um dos momentos culturais mais aguardados no Nordeste, com público de diversos municípios e de outras partes do País.</p>
<p>Confira abaixo a programação do estande da Secult/Fundarpe e <a href="http://www.bienalpernambuco.com" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> todas as informações sobre a Bienal.</p>
<p><strong>06/10 – Sexta-feira</strong><br />
19h – Recital Corpo a Corpo de Poesia, declamadores itinerantes pelos estandes</p>
<p><strong>07/10 – Sábado</strong><br />
16h – Lançamento do livro “A Aventura do Baile Perfumado” de Paulo Cunha e Amanda Mansur<br />
17h – Lançamento do livro “Vira-vira, Violeta” de Socorro Lacerda e Karla Gonçalves</p>
<p><strong>08/10 – Domingo</strong><br />
16h – Sessão de autógrafos do livro “Manual do Pequeno Escritor (Volumes 1 e 2)” de Ana Cláudia Suriani da Silva<br />
17h – Lançamento do livro “Família de Todo Jeito” de Ana Claudia Bastos</p>
<p><strong>09/10 – Segunda-feira</strong><br />
15h – Lançamento do livro “Orquestra Nordestina” de Milca de Paula (Funcultura)</p>
<p><strong>10/10 – Terça-feira</strong></p>
<p>16h – Lançamento do livro “Dramas Circenses”, organização de Índia Morena<br />
21h – Lançamento do livro “De Flores &amp; Espinhos” de Geraldo Euclides</p>
<p><strong>11/10 – Quarta-feira</strong><br />
15h – Lançamento do livro “Maestro Formiga Frevo na Tempestade” de Carlos Eduardo Amaral</p>
<p><strong>14/10 – Sábado</strong><br />
16h – Lançamento do livro “Em Busca do Circo das Sombras” de Édipo Santos<br />
17h – Relançamento do livro “Cromossonhos” de Emerson Sarmento<br />
19h – Lançamento do Livro “História do Cinema de Animação em Pernambuco” de Marcos Buccine</p>
<p><strong>Livros Livres – de 06 a 15/10</strong><br />
Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo identificador da ação. As pessoas devem ler os livros e deixá-los em outro lugar público para que mais pessoas o leiam. Os livros são uma doação do Funcultura.</p>
<p><strong>Escambo de Livros – de 06 a 15/10</strong><br />
Ação para troca de livros de literatura para aqueles que têm em sua biblioteca livros que já leram e desejam adquirir outros. Os interessados devem dirigir-se ao stand da Secult-PE/Fundarpe (stand nº 15) durante toda a Bienal, com um livro de literatura em bom estado (não é permitida a troca de livros didáticos ou religiosos) e efetuar a troca por um dos livros disponíveis no acervo.</p>
<p><strong>80 anos do Iphan</strong><br />
Além da extensa programação montada especialmente para Bienal, a Fundarpe/Secult-PE marcará presença no <em>Seminário Iphan 80 anos</em>, que celebrará na segunda-feira (9) as oito décadas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Centro de Convenções, com a mesa-redonda Experiências e Práticas Educativas em Pernambuco. A atividade reunirá a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, a coordenadora de Patrimônio Imaterial, Jacira França, e coordenadora de Educação Patrimonial, Amanda Paraíso, que juntas, a partir das 14h, vão relatar suas experiências à frente dos projetos Outras Palavras e Jogo do Patrimônio.</p>
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		<title>Bené Fonteles aborda questões índigenas em roda de conversa no FIG 2017</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 21:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[bené]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[fulnió]]></category>
		<category><![CDATA[kaiowa]]></category>
		<category><![CDATA[Xukuru]]></category>

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		<description><![CDATA[“A terra é nossa vida”. A declaração é de José Carlos Lopes, quilombola de Castainho, comunidade localizada em Garanhuns, que participou de uma roda intitulada “Conversas para adiar o fim do mundo”, mediada pelo pesquisador paraense Bené Fonteles. O direito ao território e o reconhecimento da importância dos povos indígenas e negros na formação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51696" aria-labelledby="figcaption_attachment_51696" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36068786901_83a11f0261_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51696" alt="Representantes de etnias indígenas falaram sobre as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36068786901_83a11f0261_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes de etnias indígenas falaram sobre as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas</p></div>
<p>“A terra é nossa vida”. A declaração é de José Carlos Lopes, quilombola de Castainho, comunidade localizada em Garanhuns, que participou de uma roda intitulada “Conversas para adiar o fim do mundo”, mediada pelo pesquisador paraense Bené Fonteles. O direito ao território e o reconhecimento da importância dos povos indígenas e negros na formação do país foi o tema central do encontro que aconteceu na quarta-feira (26), na Galeria Galpão. O espaço também aderiu à programação da 32ª Bienal de Artes de São Paulo, da qual Bené faz parte com a obra OcaTaperaTerreiro (exibida em catálogo virtual).</p>
<p>O ciclo de conversas, iniciado na segunda-feira (23), será encerrado nesta quinta-feira (27) e faz parte das ações do festival em parceria com o Sesc de Garanhuns, que recebe a Bienal. Na programação, Bené explorou a relevância da contribuição do homem negro, indígena e nordestino para a cultura popular brasileira. Para conversar sobre os problemas que ainda são enfrentados por pelos povos negros e indígenas, além de José Carlos, o pesquisador convidou Genito Gomes Kaiwoá (Mato Grosso), Guilherme Xukuru (Pesqueira, PE), Raony Fulnió (Águas Belas, PE) e Ana Carvalho (Vídeo nas Aldeias).</p>
<p>Há mais de 500 anos, a luta pelo direito à terra continua sendo travada pelos povos indígenas e quilombolas. E é uma luta solitária, inivisibilizada, mas que não dá trégua. Acontece na resistência. Resistir, aliás, é o verbo mais conjugado por essa parcela da população a qual foi negada direitos básicos como o direito à identidade. “Querem apagar a nossa história, mas nós não vamos deixar. Vamos resistir como sempre fizemos”, garantiu Genito Gomes, que relatou as várias formas de opressões vivenciadas pelo povo Kaiowá, que desde 1945 ocupa a fronteira entre o Brasil e o Paraguai, no Mato Grosso, e enfrenta a tirania de latifundiários. “Não temos nada para deixar para os nossos filhos a não ser a terra para que eles possam plantar e colher”.</p>
<p>A demarcação e revisão das terras ocupadas por etnias indígenas e quilombolas tem sido uma preocupação constante. Além de problemas como a expansão urbana, poluição, e o avanço do agronegócio, o direito de continuar ocupando as áreas onde sempre estiveram presentes ainda é o maior desafio para estas comunidades. Em 2016, um decreto do Governo Federal provocou a reação do movimento indígena, organizações indigenistas e defensores dos direitos humanos.  A minuta do decreto, intitulada “Proposta de Regulamentação da Demarcação das Terras Indígenas” prevê revisões e posse de territórios até mesmo já homologados, afetando diretamente 600 terras indígenas.</p>
<div id="attachment_51718" aria-labelledby="figcaption_attachment_51718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ocatapera.jpg"><img class="size-medium wp-image-51718" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ocatapera-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Indígenas finalizaram o encontro com uma demonstração do toré</p></div>
<p>No Quilombola Castainho, primeira comunidade pernambucana a receber esse título da Fundação Palmares, as tensões são constantes. José Carlos, que já precisou ficar sobre os cuidados do Programa de Defensores de Direitos Humanos do Estado, ainda sofre ameaças. “Só queremos o direito de ocupar as nossas terras, criar nossos filhos e manter as nossas tradições”, declarou o quilombola. A história de luta e resistência de Castainho serve de inspiração para outras comunidades que ainda lutam pelo reconhecimento de suas identidades e demarcações de seus territórios.</p>
<p>“Mais de cinco milhões de índios foram mortos pelo homem branco. Isso é mais do que o que Holocausto matou na Alemanha. No Brasil, no México e na Colômbia o processo foi parecido e a culpa é toda nossa, que não prestamos atenção em quem estava aqui antes de nós. Precisamos respeitar os donos dessa terra”, pontuou Bené Fonteles. E encerrou fazendo menção a frase do guerreiro Aimberê, símbolo da resistência indígena: “<em>Eles nos destruirão</em>, <em>mas</em> um dia <em>renasceremos no coração do homem branco</em>”.</p>
<p><strong>Urgências e poéticas</strong></p>
<p>Pernambuco foi o primeiro estado brasileiro a oficializar uma língua indígena. Pelo menos 3 mil pessoas fala o Iatê da tribo Fulniô, de Águas Belas. A língua tem até um dicionário concebido pelo índio Aluízio Caetano, que faleceu recentemente. Caetano vivia no Recife há quase 50 anos, onde atuava como barbeiro, ofício que aprendeu em sua tribo. A contribuição de Aluízio é um marco para o povo Fulniô, que continua buscando formas de registrar a sua própria história.</p>
<p>Durante a conversa, Raony Fulniô falou sobre o vídeo produzido dentro da tribo, intitulado “Yoonahlê” (que significa cotidiano em Iatê). O filme foi possível graças ao projeto Vídeos nas Aldeias, que estava representado pela pesquisadora Ana Carvalho. A iniciativa faz o registro cultural das populações indígenas por meio de seus próprios olhares. “Os vídeos promovem o diálogo entre as novas gerações e sua ancestralidade, além de servir como arma de defesa para os territórios indígenas e posicionamento contra a narrativa oficial do homem branco”, destacou Ana.</p>
<p>Em Pesqueira, a tribo Xukuru, que reúne 24 aldeias e possui cerca de 10 mil habitantes, também tem ensaiado formas de resistência lançando mão das novas tecnologias. Guila, que pela primeira vez representou seu povo numa roda de conversa, participou do encontro ao lado de David, Diogo e Kleber, todos da sua tribo. Guila falou sobre o trabalho de empoderamento realizada dentro da aldeia com o objetivo de manter fortalecer a identidade da etnia e manter vivos os cultos e tradições de sua tribo.  Os jovens xukurus encerraram o encontro apresentando o Toré, ritual presente nas manifestações culturais de indígenas nordestinos,  é um ritual que une dança, religião, luta e brincadeira.</p>
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