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	<title>Portal Cultura PE &#187; biologia</title>
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		<title>Aula em barco-escola propicia novos olhares sobre o Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 15:50:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12622" aria-labelledby="figcaption_attachment_12622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812695909_6285c20a35_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12622" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812695909_6285c20a35_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A importância da preservação do manguezal foi abordada durante a aula-passeio.</p></div>
<p>Os rios, as pessoas, a cidade. As águas, os bichos, as construções. O tempo, o desenvolvimento, a preservação. As várias relações entre estes elementos foram abordadas na aula-passeio &#8220;Navegando no Patrimônio&#8221; realizada, na tarde de quinta-feira (21), na embarcação da Escola Ambiental Águas do Capibaribe. Com 35 estudantes do ensino médio da Escola Porto Digital a bordo, o barco-escola partiu do Marco Zero sob chuva e céu nublado. Mesmo com a visão turva inicial do horizonte, diversos conhecimentos sobre a cidade foram revelados durante o passeio. A atividade de educação patrimonial fez parte da programação da Semana de Patrimônio, realizada pela Secretaria de Pernambuco e pela Fundarpe.</p>
<div id="attachment_12623" aria-labelledby="figcaption_attachment_12623" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812774300_acbe78c737_z.jpg"><img class=" wp-image-12623 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14812774300_acbe78c737_z-324x486.jpg" width="194" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Cruz do Patrão</p></div>
<p>Na aula- passeio, o educador Diomedes Oliveira, da equipe da Diretoria de Patrimônio da Fundarpe, destacou as transformações ocorridas durante a urbanização da cidade, os estilos arquitetônicos das construções e a importância da preservação dos patrimônios ambiental e cultural. Os estudantes contaram ainda com explanações dos educadores da Escola Ambiental, o geógrafo José Hildo dos Santos e a bióloga Kate Limeira.</p>
<p>Antes da partida do barco-escola, José Hildo explicou a atuação da Escola Águas do Capibaribe ligada a Secretaria de Educação do Recife, parceira da Fundarpe na atividade. “Fazemos um trabalho de sensibilização ambiental. O barco é uma escola da rede municipal do Recife, todo dia recebemos alunos. Ao todo, 12 mil crianças já passaram pelo barco”, afirmou.</p>
<p>O educador Diomedes Oliveira ressaltou a urbanização do Recife a partir do Porto, mostrando os armazéns construídos para receber os produtos dos navios e que hoje se transformam em espaços culturais, a exemplo do Centro de Artesanato e o Museu Cais do Sertão. Em seguida, a educadora Kate contou sobre a formação da Bacia do Pina, onde chegam águas do mar e dos rios Capibaribe, Tejipió, Jiquiá, Jordão e Pina, lançado uma reflexão sobre as redes de drenagem o entupimento causado pela poluição e consequentemente os alagamentos da cidade.</p>
<p>E assim, entre ensinamentos de História, Geografia e Biologia, os jovens puderam conhecer o Recife de dentro para fora. Das águas, tiveram uma nova visão da região portuária, dos arrecifes, da ilha de Santo Amaro, da ilha de Santo Antônio até chegar a Boa Vista, avistando a Rua da Aurora, e retornar ao Bairro do Recife. A estudante Francyne Monique, 16 anos, destacou a importância da experiência fora da sala de aula. “Eu gostei muito, porque obtive mais informações sobre a nossa cidade. Foi uma aula de história e geografia ao mesmo tempo, mas com outra didática”, disse, a jovem que pela primeira vez realizou o passeio pelo Recife dentro de um barco.</p>
<div id="attachment_12624" aria-labelledby="figcaption_attachment_12624" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12624" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14999406645_625d54efa4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Casario da Rua da Aurora</p></div>
<p><strong>PATRIMÔNIO</strong> &#8211; Uma das construções históricas destacadas foi a Cruz do Patrão, datada do século 18 e atualmente em estudo para tombamento como patrimônio. Diomedes contou que a cruz foi construída por um patrão-mor do Porto como símbolo de poder e marco de navegação e que existem relatos que era usada na chegada de navios negreiros e sepultamento de escravos. O educador ressaltou ainda que a coluna com a cruz hoje se encontra escondida pelas construções do Porto do Recife, devido à falta de preocupação anterior de preservação histórica da área. “É muito importante preservar a paisagem. Por isso, não podemos preservar apenas uma edificação, mas também o seu entorno”, afirmou.</p>
<p>A preservação do manguezais foi abordada pela bióloga da Escola Ambiental. “O mangue é um ambiente riquíssimo com várias espécies de aves como socó e garças, peixes, crustáceos e moluscos. A lama é pobre em oxigênio e rica em matéria orgânica, por isso tem aquele cheiro característico. Muitos animais se alimentam desta matéria orgânica”, explicou Kate, após passar pela Ponte do Limoeiro.</p>
<div id="attachment_12625" aria-labelledby="figcaption_attachment_12625" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14976408066_493d398f08_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12625" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/14976408066_493d398f08_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam vivenciar o Recife a partir das águas.</p></div>
<p>Ao chegar próximo à Ilha de Santo Antônio, os alunos puderam ver diversas edificações do século 19 tombadas como patrimônio: o Palácio do Campo das Princesas (sede do Governo de Pernambuco), o Teatro de Santa Isabel e o Palácio da Justiça, situados na Praça da República. Do outro lado do Rio, observaram o Palácio Joaquim Nabuco (sede da Assembléia Legislativa) e o Ginásio Pernambucano. Os estudantes ainda receberam informações sobre o Cinema São Luiz (local onde havia a igreja dos ingleses) e a Casa da Cultura (antiga Casa de Detenção), ambos equipamentos culturais com gestão da Fundarpe.</p>
<p>No casario da Rua da Aurora, a história da edificação do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) foi uma das reveladas aos estudantes. O casarão funcionou como Clube Internacional do Recife e sede da Prefeitura, antes de se tornar museu. Outra parte importante da urbanização da cidade foi exemplificada com as avenidas Guararapes e Dantas Barreto, criadas depois dos anos 50, e permeadas por construções modernistas, em contraste com a Rua da Aurora com casario de arquiteturas neoclássica e eclética, do século 19. A partir da comparação, o educador Diomedes incentivou os estudantes para a reflexão sobre desenvolvimento e preservação: &#8220;A cidade é um organismo vivo, que se transforma, e o desafio é preservar o patrimônio&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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