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	<title>Portal Cultura PE &#187; Blues</title>
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		<title>Uptown Band comemora 25 anos com Derico no Palco Mestre Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jul 2023 11:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Na noite de encerramento do Festival de Inverno de Garanhuns 2023, dia 30, a pernambucana Uptown Band volta a se unir ao saxofonista e flautista Derico Sciotti, conhecido por sua participação na banda residente do Programa do Jô (Globo). É a terceira vez o grupo sobe ao palco na Praça Guadalajara Mestre Dominguinhos. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Uptown_Band_03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102874" alt="Uptown_Band_03" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Uptown_Band_03-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na noite de encerramento do Festival de Inverno de Garanhuns 2023, dia 30, a pernambucana Uptown Band volta a se unir ao saxofonista e flautista Derico Sciotti, conhecido por sua participação na banda residente do Programa do Jô (Globo). É a terceira vez o grupo sobe ao palco na Praça Guadalajara Mestre Dominguinhos.</p>
<p>O show comemora o jubileu de prata da Uptown, completado em outubro passado. Até por isso, parte da setlist revisita o repertório do início da carreira, standards da soul music, em especial da Motown Records, como Soul Man, Mustang Sally e Twist and Shout.</p>
<p>Em outro medley, o grupo presta um tributo a Raul Seixas com temas de rock e blues do Maluco Beleza. E, em um terceiro segmento, mostra a evolução dos primórdios do rock and roll com clássicos do rockabilly.</p>
<p>Completam o repertório músicas autorais do segundo álbum da banda, Uptown Blues &amp; Friends; uma homenagem ao filho da terra, que dá nome ao polo, o saudoso Dominguinhos; e crossovers de canções internacionais com nacionais, algumas pernambucanas.</p>
<p>Entre os arranjos, o público pode esperar James Brown com Vassourinhas; Genesis com Alan Parsons; Herbie Hancock com Jair Rodrigues; e Reginaldo Rossi em ritmo de Texas blues.</p>
<p>Pioneira na cena do blues e soul em Pernambuco, a Uptown Band está à frente do Garanhuns Jazz Festival e assina por projetos importantes como Jazz Porto, Gravatá Jazz, Oi Blues By Night. Tem na sua biografia parceria em shows com músicos importantes da cena nacional e internacional como Airto Moreira e Flora Purim, Stanley Jordan, Trilok Gurtu, Muddy Morganfiel, Kenny Brown, Jefferson Gonçalves, Flávio Guimarães, Blues Etílicos, Kenny Brown, Nuno Mindelis, Marcel Powell, Bob Mintzer e Russel Ferrante, do Yellowjackets, para citar alguns.</p>
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		<title>Ouvindo e Fazendo Música: Maurice John Vaughn toca pela primeira vez no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 20:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O guitarrista, cantor e pianista Maurice John Vaughn é a atração deste sábado (24) do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O artista vem ao Brasil pela primeira vez neste mês de setembro e apresentará na capital pernambucana um show inédito, tocando o clássico e genuíno blues americano. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40472" aria-labelledby="figcaption_attachment_40472" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/maurice_john_vaughn_1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-40472" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/maurice_john_vaughn_1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O músico é um dos ícones do blues norte-americano</p></div>
<p>O guitarrista, cantor e pianista Maurice John Vaughn é a atração deste sábado (24) do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). O artista vem ao Brasil pela primeira vez neste mês de setembro e apresentará na capital pernambucana um show inédito, tocando o clássico e genuíno <em>blues</em> americano. A apresentação começa às 17h. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).</p>
<p>Nascido em 1952, Vaughn cresceu nas ruas de Chicago e se criou ouvindo os sons de Muddy Waters e Howlin Wolf. Como os grandes nomes que vieram antes dele, incorporou suas várias influências em um <em>blues</em> e <em>R&amp;B</em>, que é sua identidade.</p>
<p>O músico começou sua carreira musical enquanto estava na Universidade de Juliet no South Side de Chicago, tocando bateria, guitarra e clarinete na banda da escola. Em 1968, se concentrou no saxofone, interessado em participar de um trio de <em>jazz</em> local.</p>
<p>Em 1976, fez sua primeira gravação com um grupo de <em>R&amp;B</em> chamado <em>Chosen Few</em> para o selo <em>Chi-Som</em>. Logo, Vaughn voltou sua atenção para a guitarra e em pouco tempo estava tocando com os maiores talentos da cena de Chicago, como Phil Guy, Luther Allson, Son Seals e AC Reed. Em 1986, tocou, produziu, gravou e financiou o seu próprio álbum solo <em>Genuine Blues Album</em>. Sobre o disco, a revista <em>Guitar World</em> declarou: “o álbum de blues do ano!”.</p>
<p>Vaughn toca frequentemente em escolas, para crianças que nunca ouviram falar do blues. Ele ama viajar e está constantemente atualizando seu som e estilo. Seu talento e experiência abundante o colocam na linha da frente do blues contemporâneo. Suas canções inovadoras, seu canto apaixonado e sua forma tão particular de tocar a guitarra, sempre ao lado do saxofone, marcam sua música, como um trabalho primoroso de um verdadeiro <em>bluesman</em>. Confira um pouco da performance do músico:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_zCkFUFrgvo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Maurice John Vaughn<br />
Quando: 24/9 (sábado), às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Palco Instrumental encerra atividades no FIG 2015 com muito blues</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7. No começo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7.</p>
<p>No começo da noite, o guitarrista Cláudio Lins fez o parque transitar entre a pré-história do rock, o berço blues, e a contemporaneidade da música. O universo ficou blues e o público aplaudiu a boa música que ressoava pelo parque.  &#8220;Acho que o blues me achou em 2003 quando toquei com o filho de Muddy Waters (lendário guitarrista). Garanhuns tem uma tradição instrumental. O Palco Instrumental é uma escola de música que começou com o Quinteto Violado, que fundou esse espaço. Pra gente daqui, de Garanhuns, o festival é importante para trocarmos experiências”, ressaltou Cláudio.</p>
<p>A segunda atração começou sambando com jazz, passando por Pixinguinha, Heitor Villa Lobos e Astro Piazzolla, entre outros clássicos da música instrumental. Acordes, notas musicais, linguagem do mundo, que comunicaram com a plateia, que se protegeu da chuva entre as árvores do parque.</p>
<p>&#8220;O FIG só vem provar o valor do manancial de música de Pernambuco, acredito que temos a maior matriz sonora do mundo. Só Guerra Peixe, por exemplo, passou 30 anos estudando maracatu e não concluiu, não estudou todo o universo dessa nossa música. Tenho mais de 50 anos de música e fiquei impressionado e orgulhoso, como recifense, de ver a banda anterior tocando blues. o FIG garimpa em um veio difícil, o veio da música de qualidade&#8221;, declarou Jehovah da Gaita.</p>
<p>O encerramento do Palco Instrumental foi uma explosão musical. Uma pedrada sonora na noite. Uns diziam que era jazz, outros, que era free music, world music ou simplesmente música sem carimbo, música boa. Esse foi o som da Frevotron que liquidificou sensações e ritmos, do samba a tudo, na última noite do palco instrumental. E teve bis, e pediram outro bis&#8230;</p>
<p>&#8220;Nosso projeto Frevotron é tão novo que a gente não teve tempo de batizar as músicas. É música número 1, 2, 3.. Uma coisa totalmente nova e variada. Com a cara desse Festival de Inverno”, declarou maestro Spok.</p>
<p>“O grande diferencial do festival é diversificar as atrações para todos os gostos, para todas as idades, tem espaço para todas as pessoas”, comentou Angélica Miranda, 41 anos, do Recife.</p>
<p>“O Festival de Inverno é um estímulo à cultura e traz investimentos para região.” Nilton Jurandir, 56 anos, de Lajedo.</p>
<p>“Os jovens estão acostumados a ouvir uma ditadura musical, o FIG traz muita coisa nova pra gente ouvir e ver.” Vitcória Eduarda, 15 anos, Lajedo.</p>
<p>&#8220;É uma oportunidade para pessoas vivenciarem toda a cultura de Pernambuco e muita coisa do mundo em um só lugar”. Andrea Soares, 42, Garanhuns.</p>
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