<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Boi Marinho</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/boi-marinho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 17:49:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Pernambucano Helder Vasconcelos leva espetáculo “Espiral Brinquedo Meu” ao Cena Nordeste Sergipe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambucano-helder-vasconcelos-leva-espetaculo-espiral-brinquedo-meu-ao-cena-nordeste-sergipe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambucano-helder-vasconcelos-leva-espetaculo-espiral-brinquedo-meu-ao-cena-nordeste-sergipe/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 19:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[cena nordeste sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[espiral brinquedo meu]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=113799</guid>
		<description><![CDATA[No dia 12 de outubro, Helder Vasconcelos, criador da tradicional brincadeira de rua Boi Marinho, representará Pernambuco no Festival Cena Nordeste com o espetáculo solo “Espiral Brinquedo Meu”. A sétima etapa do evento acontece em Aracaju/SE nos dias 11 e 12 de outubro, será realizada na Concha Acústica do  Centro de Criatividade, localizado no coração [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113800" aria-labelledby="figcaption_attachment_113800" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Helder-Vasconcelos_espetaculo-Espiral-Brinquedo-Meu_foto-04_de-Roberta-GuimarÃ£es.jpg"><img class="size-medium wp-image-113800" alt="Foto: Roberta Guimarães/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Helder-Vasconcelos_espetaculo-Espiral-Brinquedo-Meu_foto-04_de-Roberta-GuimarÃ£es-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos &#8211; Espetáculo Espiral Brinquedo Meu</p></div>
<p dir="ltr">No dia 12 de outubro, Helder Vasconcelos, criador da tradicional brincadeira de rua Boi Marinho, representará Pernambuco no Festival Cena Nordeste com o espetáculo solo “Espiral Brinquedo Meu”. A sétima etapa do evento acontece em Aracaju/SE nos dias 11 e 12 de outubro, será realizada na Concha Acústica do  Centro de Criatividade, localizado no coração da capital sergipana. A seleção de Vasconcelos foi feita por uma curadoria do Consórcio Nordeste, destacando sua contribuição à cultura popular da região.</p>
<p>“O teatro é a arte da presença do corpo em cena em uma relação com o público. Então a gente precisa existir circulando, viajando e encontrando. E é de grande potência um projeto como o Cena Nordeste que permite essa troca na região onde a gente se identifica, onde a gente precisa dessa troca para se potencializar. Eu fico feliz de fazer parte do Cena Nordeste e torço para que projetos assim se estendam ao longo do país e tenham uma vida longa”, disse Hélder.</p>
<p dir="ltr">Há 24 anos, Helder criou o Boi Marinho que faz parte do Carnaval pernambucano, mantendo viva a arte de rua com dedicação e resistência. Além de participar ativamente dos carnavais de Recife e Olinda, a brincadeira popular também se apresenta em festivais, centros culturais e escolas, levando a essência do folclore pernambucano para diferentes públicos.</p>
<p>Sendo assim, o espetáculo “Espiral Brinquedo Meu”, reúne ritmos, canções e figuras, criadas a partir da relação com o Cavalo Marinho e o Maracatu Rural. O objetivo é não demarcar fronteiras entre música, dança e teatro. Nele, o artista revela uma maneira particular de se expressar, que ao mesmo tempo é dele e das pessoas com quem convive.</p>
<p dir="ltr">&#8220;É uma alegria ver Helder Vasconcelos representando Pernambuco no Festival Cena Nordeste. Seu trabalho com o Boi Marinho é uma expressão autêntica da nossa cultura popular, e o espetáculo &#8216;Espiral Brinquedo Meu&#8217; traz à tona a riqueza das tradições locais. Iniciativas como o Cena Nordeste são fundamentais para promover a troca entre artistas e fortalecer nossa identidade cultural. Que esse festival fortaleça cada vez mais a cultura nordestina&#8221;, afirmou a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula</p>
<p dir="ltr"><strong>Entenda o festival:</strong></p>
<p dir="ltr">O Cena Nordeste é uma iniciativa do Consórcio Nordeste. O projeto começou a ser gestado em 2023 pela Câmara Temática da Cultura da entidade. Neste ano, o festival começou pela Paraíba e deve passar por todos os estados da região, assim, todos terão a oportunidade de ser anfitriões.</p>
<p>Além disso, foi atribuída uma linguagem cultural distinta a cada um dos estados. A Paraíba ficou responsável pelo graffiti, Sergipe e Alagoas pela cultura popular, o Maranhão pela música, o Piauí pelo forró, Pernambuco pelo audiovisual, Rio Grande do Norte pelo teatro, Ceará pela dança e Bahia pelo circo.</p>
<p dir="ltr">Após a passagem por Teresina, o Cena Nordeste deve passar ainda por Fortaleza (16 e 17 de novembro) e Salvador (7 e 8 de dezembro).</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambucano-helder-vasconcelos-leva-espetaculo-espiral-brinquedo-meu-ao-cena-nordeste-sergipe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País das Culturas Populares vai com o “autoemotivo” Zuzuada ao distrito de Caraíbas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-das-culturas-populares-vai-com-o-autoemotivo-zuzuada-ao-distrito-de-caraibas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-das-culturas-populares-vai-com-o-autoemotivo-zuzuada-ao-distrito-de-caraibas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 02:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Diamante]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[País das Culturas Populares]]></category>
		<category><![CDATA[Zuzuada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=112522</guid>
		<description><![CDATA[O distrito de Caraíbas, em Arcoverde, parece de outro tempo, com seus 1200 habitantes e poucas ruas que confluem para a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Em frente a ela, existe uma praça que reuniu a população local, nesta sexta-feira (23), para ver de perto a programação do Festival Pernambuco Meu País, com o Zuzuada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112528" aria-labelledby="figcaption_attachment_112528" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079.jpg"><img class="size-medium wp-image-112528" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0079-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Boi Diamante, de Arcoverde, foi uma das atrações do País das Culturas Populares em Caraíbas</p></div>
<p>O distrito de Caraíbas, em Arcoverde, parece de outro tempo, com seus 1200 habitantes e poucas ruas que confluem para a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Em frente a ela, existe uma praça que reuniu a população local, nesta sexta-feira (23), para ver de perto a programação do Festival Pernambuco Meu País, com o Zuzuada no País das Culturas Populares. Passaram por lá atrações como o Presépio Mamulengo Invenção Brasileira Espetáculo de Cênicas (Nazaré da Mata), o Boi Diamante (Arcoverde), o Coco de Mulheres (Recife) e o Grupo Mazuca da Quixaba (Recife), que levaram animação e lazer para os moradores da região onde, em 1938, foi fundado o Reisado de Caraíbas.</p>
<p>Idealizador e organizador do Zuzuada no País das Culturas Populares, o artista Helder Vasconcelos utiliza uma expressão criada por Roger de Renor para explicar o que é a ideia: um veículo “autoemotivo” criado com a proposta de estabelecer um espaço artístico na rua, inspirado no Som na Rural.</p>
<div id="attachment_112529" aria-labelledby="figcaption_attachment_112529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080.jpg"><img class="size-medium wp-image-112529" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0080-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Zuzuada levou a cultura popular ao distrito de Caraíbas nesta sexta-feira (23)</p></div>
<p>“No caso da Zuzuada, trata-se de uma kombi que chegou para dar suporte aos ensaios do Boi Marinho, outra criação minha, que sai no Carnaval na Rua da Moeda, no Bairro do Recife, há 17 anos”, explicou o artista.</p>
<p>Helder Vasconcelos também falou sobre a felicidade de ter recebido o convite do Festival Pernambuco Meu País, por parte do Governo do Estado, para pilotar o veículo “autoemotivo” pelas cidades por onde o passa.</p>
<div id="attachment_112525" aria-labelledby="figcaption_attachment_112525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081.jpg"><img class="size-medium wp-image-112525" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0081-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação também contou com apresentação de teatro de mamulengo</p></div>
<p>&#8220;É um palco itinerante, fora do grande eixo das cidades, e eu acho que ele tem essa relação com a cultura popular, com as praças. E a curiosidade afetiva das pessoas é interessante, elas veem um carro usado para o transporte e que, de repente, está servindo para uma estrutura de arte. É muito legal perceber esse retorno por parte do público&#8221;, celebrou o idealizador da Zuzuada.</p>
<p>Conhecida como a terra dos bois, Arcoverde recebeu no País das Culturas Populares um anfitrião da casa, o Boi Diamante, fundado em 2008. O brinquedo conta com pessoas de todas as idades e segue firme na ideia de fortalecer a cultura popular arcoverdense, mantendo viva a tradição da manifestação cultural.</p>
<div id="attachment_112526" aria-labelledby="figcaption_attachment_112526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afrorec/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082.jpg"><img class="size-medium wp-image-112526" alt="Afrorec/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240823-WA0082-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">População do distrito de Caraíbas viveu uma imersão na cultura popular pernambucana</p></div>
<p>Quem coordena o Boi Diamante é o brincante Wilton Freire, que revelou uma felicidade grande do grupo por ter recebido a missão de levar a cultura popular ao distrito de Caraíbas, “É um lugar com pouco acesso à arte, e eu acho incrível a ideia de trazer as manifestações culturais para os distritos, para a zona rural”, destacou Wilton Freire.</p>
<p>“A gente veio com muito carinho para Caraíbas, entendendo que a cultura incentiva as pessoas. Eu acredito que para a zona rural, para os distritos, quando têm essas oportunidades, é muito válido e bonito. Porque a população tem a oportunidade de ver, de conhecer, de aprender e de valorizar a nossa cultura popular”, pontuou o coordenador do Boi Diamante.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-das-culturas-populares-vai-com-o-autoemotivo-zuzuada-ao-distrito-de-caraibas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mestre Grimario comemora meio século de dedicação ao cavalo marinho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-grimario-comemora-meio-seculo-de-dedicacao-ao-cavalo-marinho/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-grimario-comemora-meio-seculo-de-dedicacao-ao-cavalo-marinho/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 15:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Caju]]></category>
		<category><![CDATA[Bela Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Pintado]]></category>
		<category><![CDATA[Caetano da Ingazeira]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Chã de Camará]]></category>
		<category><![CDATA[Chã de Esconso]]></category>
		<category><![CDATA[ciranda]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Flor de Manjerona]]></category>
		<category><![CDATA[Forró Geração]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Grimário]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Bi]]></category>
		<category><![CDATA[Museu das Tradições]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=107989</guid>
		<description><![CDATA[Neste sábado (27), a partir das 19h, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Chã do Esconso, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana, acontece a comemoração dos 50 anos de tradição de Cavalo Marinho do Mestre Grimario. Estão programadas apresentações dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107991" aria-labelledby="figcaption_attachment_107991" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario.jpg"><img class="size-medium wp-image-107991" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimario</p></div>
<p>Neste sábado (27), a partir das 19h, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Chã do Esconso, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana, acontece a comemoração dos 50 anos de tradição de Cavalo Marinho do Mestre Grimario.</p>
<p>Estão programadas apresentações dos emboladores de coco Caetano da Ingazeira e Antônio Caju, Cavalo Marinho Flor de Manjerona, Forró Geração Luiz Paixão, Gilmar Leite, Boi Marinho, Ciranda Bela Rosa de Mestre Bi e Cavalo Marinho Boi Pintado.</p>
<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2022, foi criado por Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993.</p>
<p>Criado aos arredores da casa do Mestre Batista, em Chã de Camará, em Aliança, onde trabalhou por muito tempo, desde cedo, com o cultivo da cana-de-açúcar, Mestre Grimario esquecia-se de si mesmo e pegava-se brincando, imitando aquela figura para ele patriarcal com a brincadeira do cavalo marinho. Utilizava garrafas, latas e matos que arrancava para se fazer de Nêgo Mateus e, após muito faz de conta em brincadeiras com outras crianças, foi tornando-se folgazão.</p>
<p>Começou como daminha, personagem em que os garotos se vestem de meninas, pois na época ainda era proibida a presença de mulheres nas tradições culturais daquela região. Depois foi adquirindo as figuras de Seu Ambrósio. Recebeu o troféu Pisa Pilão como Melhor Figureiro, dentre outros, até tornar-se mestre, comandando o cavalo marinho do Mestre Batista.</p>
<p>Devido a sua necessidade artística de ter seu próprio brinquedo, vivendo desde a infância acompanhando os mestres mais tradicionais, desejava fazer algumas modificações na brincadeira. Em abril de 1993 criou seu próprio brinquedo, o Boi Pintado, em homenagem a um boizinho que ele estimava muito quando criança, Pintadinho.</p>
<p>Mestre Grimario e seu Cavalo Marinho Boi Pintado são referências dessa tradição da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde mesclam tradição com modernidade levando o nome do Estado para outras regiões e até o exterior.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-grimario-comemora-meio-seculo-de-dedicacao-ao-cavalo-marinho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instrumento TumTá revela potencialidades da música aliada à dança</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/instrumento-tumta-revela-potencialidades-da-musica-aliada-a-danca/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/instrumento-tumta-revela-potencialidades-da-musica-aliada-a-danca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 14:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Batebit Artesania Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Calegario]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Helder Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[João Tragtenberg]]></category>
		<category><![CDATA[paço do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto TumTá]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=54535</guid>
		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Há mais de dez anos  o artista pernambucano Helder Vasconcelos busca um instrumento digital que alie diretamente a música com a dança a fim de utilizá-lo no seu processo criativo. Estudante de Engenharia quando mais jovem, Helder, conhecido principalmente por liderar o Boi Marinho (que sai pelas ruas do bairro do Poço da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54542" aria-labelledby="figcaption_attachment_54542" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924908061_bb7c39e340_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54542 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924908061_bb7c39e340_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança, contou com a participação de outros sete artistas pernambucanos que também aprenderam a manusear o instrumento</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Há mais de dez anos  o artista pernambucano Helder Vasconcelos busca um instrumento digital que alie diretamente a música com a dança a fim de utilizá-lo no seu processo criativo. Estudante de Engenharia quando mais jovem, Helder, conhecido principalmente por liderar o <a href="https://www.facebook.com/Boi-Marinho-307104446107850/" target="_blank">Boi Marinho</a> (que sai pelas ruas do bairro do Poço da Panela, no Recife), se formou no curso, mas acabou enveredando pelo mundo artístico, apesar de seguir fissurado nas possibilidades que a tecnologia poderia trazer para a arte. Na terça-feira (24/10) uma parte deste sonho se realizou depois que ele apresentou no Paço do Frevo, ao lado de João Tragtenberg e Filipe Calegario, sócios da <a href="http://batebit.cc/#!/inicio" target="_blank">Batebit Artesania Digital</a>, o instrumento musical idealizado anos atrás: o TumTá, que tem como base princípios geradores de música, dança e teatro &#8211; como o pulso &#8211; identificados pelo artista nas tradições populares que participa. A mostra, resultado de uma série de investigações, pesquisas e oficinas do <strong>Projeto TumTá – Instrumento Digital de Música e Dança</strong>, contou com a participação de outros sete artistas pernambucanos, que também aprenderam a manusear o instrumento.</p>
<p><em>“Eu tenho uma relação com a tecnologia até antes da dança. Me formei em Engenharia, e dentro desse curso já curtia essa coisa de projetar, havia uma afinidade. Mas foi quando participei de uma residência e de um seminário realizado pelo Armando Meniccacci, sobre dança e novas tecnologias, que a minha cabeça explodiu de criatividade. Não é a tecnologia pela tecnologia, mas o que ela possibilita. A primeira coisa que vislumbrei foi que poderia usar este recurso pra revelar e potencializar a relação direta e precisa que existe entre dança e música. Esse foi o ponto de partida, transformar movimento em som”,</em> explica Helder sobre como surgiu a ideia de criar este artefato.</p>
<div id="attachment_54540" aria-labelledby="figcaption_attachment_54540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37871889626_edf6cfdd7b_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-54540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37871889626_edf6cfdd7b_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Não é a tecnologia pela tecnologia, mas o que ela possibilita. A primeira coisa que vislumbrei foi que poderia usar este recurso pra revelar e potencializar a relação direta e precisa que existe entre dança e música&#8221;</p></div>
<p>Tudo começou em 2006, quando ele teve a experiência com o Meniccacci e ganhou um <strong><a href="http://www.itaucultural.org.br/secoes/rumos" target="_blank">Rumos Dança do Itaú Cultural</a></strong> no mesmo ano. <em>“A partir daí convidei o Armando pra trabalhar comigo. Ele dirigiu meu segundo solo, <strong>Por Si Só</strong>, que foi o primeiro em que fiz uso desse recurso de tecnologia, mas a gente não teve as ferramentas necessárias para desenvolver o que eu vislumbrava. Foi quando conheci o <strong><a href="http://www.mustic.info/members/" target="_blank">Mustic</a></strong>, um projeto ligado ao Centro de Informática da UFPE que já lidava com esse conceito, e a partir deles me aproximei em 2012 do João e do Felipe, que posteriormente criaram a BateBit. Tudo então se materializou. Em 2016, exatamente dez anos depois, ganhei outro Rumos Dança, foi quando estreei em São Paulo o <strong>Eu Sou</strong>, meu mais novo espetáculo, já com o TumTá em palco”,</em> revela.</p>
<p>De acordo com Felipe Calegario, o Batebit Artesania Digital é um espaço de experimentação para criação de novos instrumentos e interações musicais com a cultura pernambucana. <em>“Com essa iniciativa convidamos os músicos da cena local para propor tecnologias que fossem mais utilizadas na academia. A ideia era juntar as duas experiências, de pesquisa e artística. <strong><a href="http://batebit.cc/#!/instrumentos" target="_blank">Hoje contamos com outros três instrumentos</a></strong>: Um pandeiro de vara, na pose de tocar guitarra; o Giromin, que é baseado no giro e dispara algumas notas; e o terceiro foi o Disque-Som, uma brincadeira com telefone antigo com a proposta de transformá-lo num controlador de DJ”.</em></p>
<div id="attachment_54544" aria-labelledby="figcaption_attachment_54544" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924944541_04d7a5420a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54544  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924944541_04d7a5420a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Helder Vasconcelos apresenta o TumTá ao público</p></div>
<p>Para João Tragtenberg, <em>“nossa viagem é criar a tecnologia e estar no contexto da nossa cultura, com pessoas que representam as diversas linguagens. Volta pra gente com um monte de ideia pra mexer e criar novas. A ideia é mostrar ao público o que o artista está tocando e fortalecer o caráter gestual de quem está no palco”.</em></p>
<p>O TumTá é o primeiro instrumento nascido da parceria entre Helder Vasconcelos e o BateBit e voltará a ser utilizado pelo artista em cena durante seu a estreia no Recife do <strong>Eu Sou</strong>, no próximo festival Janeiro de Grandes Espetáculos. <em>“A pesquisa com Helder Vasconcelos antecede. Ele já estava num processo de pesquisa de criação do seu novo solo e queria para ele um novo instrumento que disparasse sons com o calcanhar”,</em> pontua Filipe.</p>
<div id="attachment_54543" aria-labelledby="figcaption_attachment_54543" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924930021_3a2fbd1f2a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54543 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37924930021_3a2fbd1f2a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação realizada no Paço do Frevo e aberta ao público foi a penúltima fase de avaliação da pesquisa</p></div>
<p>Os resultados positivos da utilização do instrumento geraram um grande interesse através de testes realizados por outros usuários. Assim nasceu o projeto de pesquisa<strong> TumTá – Instrumento Digital de Música e Dançam</strong> que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e envolve os criadores do instrumento com outros participantes. <em>“A gente convidou alguns artistas que aceitaram com muita generosidade, pessoas que estão na estrada há mais tempo, e abrimos também um edital para pessoas na estrada há menos tempo, mas não menos generosas”,</em> detalhe Helder. Os artistas convidados foram Claudio Rabeca, Johann Brehmer, Francini Barros, Aguinaldo Silva e Frank Sóstenes, enquanto os selecionados através de convocatória foram Áquila Lima (Mané do Pife), Jonas Alves Jr e Maria Flor.</p>
<p>Filipe Calegario conta que a proposta desse projeto foi testar o TumTá com outras pessoas. <em>“Maria Flor, dançarina de frevo, por exemplo, percebeu que o ponto que pega a batida é o calcanhar, e no frevo quase não se usa o calcanhar no chão. Começamos então a dar novos usos ao mesmo artefato”.</em></p>
<div id="attachment_54539" aria-labelledby="figcaption_attachment_54539" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37215517664_c91765b4c9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54539 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37215517664_c91765b4c9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">s artistas convidados para participar desse processo foram Claudio Rabeca, Johann Brehmer, Francini Barros, Aguinaldo Silva e Frank Sóstenes, enquanto os selecionados através de convocatória foram Áquila Lima (Mané do Pife), Jonas Alves Jr e Maria Flor</p></div>
<p>Desde agosto que acontecem no Paço do Frevo encontros para a troca de conhecimentos e impressões. “<em>Dividimos o projeto em várias fases de teste. Primeiro uma apresentação mostrando o que ele é, sem falar muito no instrumento. A segunda fase foi colocar o TumTá no pé dos participantes sem explicar como ele funcionava, para ver como as pessoas se comportavam sem direcionamento. Duas semanas depois realizamos uma oficina sem o instrumento, para estimular o grupo sobre os princípios de pulsação e a relação direta entre dança e música. Na segunda avaliação percebemos uma diferença deles na relação com o instrumento. O pessoal chegou com uma segurança muito maior no manuseio”,</em> pontua Filipe Calegario.</p>
<p><em>“Nossa pesquisa não era para saber como esse instrumento reverbera em outros corpos, e o que é que vai e o que é que volta. Relacionar a pulsação da música com a dança, se isso transforma o uso do instrumento. Essa demonstração do processo foi mais uma etapa da pesquisa. A gente agora vai fazer mais uma avaliação com todo mundo, sentir a participação do público”,</em> avalia João Tragtenberg.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37893999462_56209a0538_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-54541 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/37893999462_56209a0538_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Uma das observações feitas durante essa última avaliação no Paço do Frevo, segundo Filipe Calegario, é que a percepção que se tem do instrumento é de que existem diversas possibilidades a serem trabalhadas. <em>“Hoje o TumTá é uma palminha com uma espuma auditiva, com um sensor bem artesanal, costurado. Percebemos nessa demonstração que a galera de frevo tem uma mola no pé, enquanto Aguinaldo Silva, mestre do cavalo-marinho, tem uma pisada mais forte. É preciso ter esse controle de sensibilidade no pé”,</em> observa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/instrumento-tumta-revela-potencialidades-da-musica-aliada-a-danca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

