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	<title>Portal Cultura PE &#187; Boi Pintado</title>
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		<title>Casa da Cultura em Movimento: Do Litoral ao Sertão promove encontros culturais em todo o Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 19:11:35 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116297" aria-labelledby="figcaption_attachment_116297" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ronny Colors/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53920935840_78dfb418f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-116297" alt="Ronny Colors/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/53920935840_78dfb418f5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Del do Coco</p></div>
<p>Valorizar e difundir a rica diversidade cultural de Pernambuco realizando apresentações culturais e vivências criativas até o coração do Sertão. É com essa proposta que o projeto Casa da Cultura em Movimento: Do Litoral ao Sertão lança mais uma edição, nesta sexta-feira (21), a partir das 14h, na Casa da Cultura Luiz Gonzaga (Cais da Detenção, s/nº, bairro Santo Antônio, Recife).</p>
<p>Para alcançar um público mais amplo, o projeto leva seis grupos culturais que representam os ciclos carnavalesco, junino e natalino para cidades do Agreste e Sertão. No Recife, as apresentações acontecem com o encontro de três grupos culturais da Região Metropolitana: Boi Pintado (carnavalesco), Dona Del do Coco (junino) e a Ciranda Sant’Anna (natalino).</p>
<p>Em Caruaru, no dia 21 de março, acontece a apresentação com grupos do ciclo carnavalesco na sede do Boi Tira-Teima, daquele município. As apresentações acontecem ainda em Lagoa de Itaenga, onde se apresentam grupos do ciclo natalino, Ciranda San’Anna e Grupo Cultural Caboclo; e, em Arcoverde, os grupos do ciclo junino Dona Del do Coco e Coco Trupé encerram a turnê.</p>
<p>Nesta sexta, além da apresentação, a programação conta com vivências criativas e rodas de conversa entre os grupos. As ações proporcionam uma rica troca de saberes e experiências entre grupos de diferentes regiões do Estado celebrando e reforçando as tradições da cultura popular pernambucana.</p>
<p>Com expectativa de público de até 400 pessoas, o projeto também garante a acessibilidade disponibilizando todo o conteúdo no canal do projeto no YouTube com intérprete de libras. A iniciativa visa não apenas o reconhecimento das manifestações culturais, mas também o estímulo à preservação e à difusão desses saberes para as futuras gerações.</p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Mestre Grimario comemora meio século de dedicação ao cavalo marinho</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 15:03:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107991" aria-labelledby="figcaption_attachment_107991" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario.jpg"><img class="size-medium wp-image-107991" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimario</p></div>
<p>Neste sábado (27), a partir das 19h, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Chã do Esconso, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana, acontece a comemoração dos 50 anos de tradição de Cavalo Marinho do Mestre Grimario.</p>
<p>Estão programadas apresentações dos emboladores de coco Caetano da Ingazeira e Antônio Caju, Cavalo Marinho Flor de Manjerona, Forró Geração Luiz Paixão, Gilmar Leite, Boi Marinho, Ciranda Bela Rosa de Mestre Bi e Cavalo Marinho Boi Pintado.</p>
<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2022, foi criado por Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993.</p>
<p>Criado aos arredores da casa do Mestre Batista, em Chã de Camará, em Aliança, onde trabalhou por muito tempo, desde cedo, com o cultivo da cana-de-açúcar, Mestre Grimario esquecia-se de si mesmo e pegava-se brincando, imitando aquela figura para ele patriarcal com a brincadeira do cavalo marinho. Utilizava garrafas, latas e matos que arrancava para se fazer de Nêgo Mateus e, após muito faz de conta em brincadeiras com outras crianças, foi tornando-se folgazão.</p>
<p>Começou como daminha, personagem em que os garotos se vestem de meninas, pois na época ainda era proibida a presença de mulheres nas tradições culturais daquela região. Depois foi adquirindo as figuras de Seu Ambrósio. Recebeu o troféu Pisa Pilão como Melhor Figureiro, dentre outros, até tornar-se mestre, comandando o cavalo marinho do Mestre Batista.</p>
<p>Devido a sua necessidade artística de ter seu próprio brinquedo, vivendo desde a infância acompanhando os mestres mais tradicionais, desejava fazer algumas modificações na brincadeira. Em abril de 1993 criou seu próprio brinquedo, o Boi Pintado, em homenagem a um boizinho que ele estimava muito quando criança, Pintadinho.</p>
<p>Mestre Grimario e seu Cavalo Marinho Boi Pintado são referências dessa tradição da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde mesclam tradição com modernidade levando o nome do Estado para outras regiões e até o exterior.</p>
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		<title>Terreiradas de Cavalo Marinho marcam ciclo natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:05:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107036" aria-labelledby="figcaption_attachment_107036" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107036" alt="Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco na Casa da Rabeca</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Além das terreiradas na Mata Norte, acontece na Região Metropolitana do Recife, também com o apoio da Fundarpe, o 28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco 2023, na Casa da Rabeca, em Olinda, espaço mantido pela família de Mestre Salustiano (Patrimônio Vivo de Pernambuco, in memoriam), que reúne grupos de cavalo marinho para celebrar o Natal no dia 25 de dezembro.</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de Cavalo Marinho, que durante toda a noite, realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia. Cada terreirada tem um grupo convidado, que faz a abertura do evento, além do anfitrião do terreio, que se apresenta e celebra com os convidados por toda a noite.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><strong>Dia 16 &#8211; Chã de Camará (Aliança)</strong></p>
<p>20h &#8211; Boi Matuto de Olinda<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho de Mestre Batista</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Boi Pintado – Chã do Esconso (Aliança)</strong></p>
<p>20h – Boi Tira-Teima de Glória do Goita, do mestre Zé de Bibi (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
21h – Cavalo Marinho Boi Pintado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
21h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p><strong>Dia 25 &#8211; Casa da Rabeca (Olinda)</strong></p>
<p>28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco</p>
<p><strong>Dia 31 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festa em Aliança comemora aniversário em dose dupla</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 15:20:43 +0000</pubDate>
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<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, 30 anos, e o Museu das Tradições do Cavalo Marinho, 3 anos, comemoram aniversário em dose dupla neste sábado (25), a partir das 19h, em sua sede na Chã do Esconso, no município de Aliança, na Zona da Mata Norte Pernambucana.<br />
O Cavalo Marinho Boi Pintado é Patrimônio Vivo de Pernambuco e foi fundado pelo Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993. Já o Museu das Tradições do Cavalo Marinho foi fundado por Andala Quituche em 22 de novembro de 2020 e traz em seu acervo peças de variados grupos de cavalo marinho da Mata Norte.<br />
A programação de aniversário conta com grupos de cultura popular como Emboladores de Coco Antônio da Ingazeira e Barra Branca do município da Aliança, Gilmar Leite, Forró Geração, Luiz Paixão de Condado, Coco Raio de Luz de Lagoa de Itaenga e o aniversariante Cavalo Marinho Boi Pintado.<br />
Já a Escola das Tradições do Cavalo Marinho, projeto do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), promove a Brincadeira de Terreiro com a sambada do Maracatu de Baque Solto Piaba de Ouro de Olinda, de Mestre Cleiton Salu, e o Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, de Mestre Bi, até o sol raiar. Na ocasião também há o início da arrecadação de alimentos não perecíveis para o Natal Solidário.<br />
A comemoração de 30 anos do Boi Pintado celebra um marco de resistência e identidade das tradições de cultura popular de Pernambuco. É realizada pelo cavalo marinho, Museu das Tradições e pela Escola das Tradições. Conta com financiamento do Funcultura, da Secretaria Estadul de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado, além do apoio da Prefeitura Municipal da Aliança.</p>
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