<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Bongar</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/bongar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Noite do Cabelo Pixaim chega à 33ª na sede do Afoxé Alafin Oyó</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/noite-do-cabelo-pixaim-chega-a-33a-na-sede-do-afoxe-alafin-oyo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/noite-do-cabelo-pixaim-chega-a-33a-na-sede-do-afoxe-alafin-oyo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 15:42:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Alafin Oyó]]></category>
		<category><![CDATA[Bateria Cabulosa]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[coco de roda]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cumbia]]></category>
		<category><![CDATA[DJ NK Cumbia]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[lu maciel]]></category>
		<category><![CDATA[Noite do Cabelo Pixaim]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra de Bolso]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106561</guid>
		<description><![CDATA[O Afoxé Alafin Oyó promove neste sábado (25), a partir das 20h, a 33ª edição do festival Noite do Cabelo Pixaim. O evento acontece na sede do grupo, na Rua do Sol, nº 284, no bairro do Carmo, no município de Olinda, com apresentações artísticas do afoxé ao frevo, da cumbia ao samba e coco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106562" aria-labelledby="figcaption_attachment_106562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/49501289457_6e22920586_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-106562" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/49501289457_6e22920586_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Alafin Oyó</p></div>
<p>O Afoxé Alafin Oyó promove neste sábado (25), a partir das 20h, a 33ª edição do festival Noite do Cabelo Pixaim. O evento acontece na sede do grupo, na Rua do Sol, nº 284, no bairro do Carmo, no município de Olinda, com apresentações artísticas do afoxé ao frevo, da cumbia ao samba e coco de roda. A entreda é gratuita.<br />
Este ano, além do Afoxé Alafin Oyó, participam grupo Bongar, Orquestra de Bolso com participação especial de Lu Maciel, DJ NK Cumbia e Bateria Cabulosa.<br />
A 33ª Noite do Cabelo Pixaim conta com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado e da Prefeitura de Olinda.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/noite-do-cabelo-pixaim-chega-a-33a-na-sede-do-afoxe-alafin-oyo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Musical negro tem trilha sonora ao vivo do Grupo Bongar em sessão gratuita neste sábado (4) no Centro Cultural Bongar</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/musical-negro-tem-trilha-sonora-ao-vivo-do-grupo-bongar-em-sessao-gratuita-neste-sabado-4-no-centro-cultural-bongar/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/musical-negro-tem-trilha-sonora-ao-vivo-do-grupo-bongar-em-sessao-gratuita-neste-sabado-4-no-centro-cultural-bongar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afro]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[O PosteNação Xabá]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106201</guid>
		<description><![CDATA[O espetáculo O Irôko, a Pedra e o Sol, do Grupo O Poste Soluções Luminosas, com músicas do Grupo Bongar e o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é apresentado no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá, n este sábado (4), às 18h30, em sessão gratuita. O elenco é formado inteiramente por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106202" aria-labelledby="figcaption_attachment_106202" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">@ga_olho</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/GAO044811.jpg"><img class="size-medium wp-image-106202" alt="@ga_olho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/GAO044811-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elenco do espetáculo O Irôko, a Pedra e o Sol</p></div>
<p>O espetáculo <em>O Irôko, a Pedra e o Sol</em>, do Grupo O Poste Soluções Luminosas, com músicas do Grupo Bongar e o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), é apresentado no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá, n este sábado (4), às 18h30, em sessão gratuita. O elenco é formado inteiramente por artistas negros e o musical tem trilha sonora composta por Thúlio Xambá e Beto da Xambá, tocada ao vivo pelo Grupo Bongar, explorando temas como racismo, intolerância religiosa, violência, homofobia e o amor.<br />
<em>O Irôko, a Pedra e o Sol</em> é uma encenação que integra a pesquisa O Corpo Ancestral dentro da Cena Contemporânea do Grupo O Poste. Reúne referências da cultura de matriz afrodiásporicas e afroindígena pelo viés artístico-teatral-vocal para contar a história de amor dos jovens Severino e Sebastião, que moram em uma pequena comunidade quilombola evangelizada do Sertão. Um espetáculo que fala de amor, intolerância religiosa e da catequização dos quilombos no Brasil descaracterizando assim a ancestralidade dos povos quilombolas.</p>
<p><strong>AS MÚSICAS -</strong> Com letras do próprio autor Samuel Santos, as 15 músicas foram exclusivamente criadas por Beto da Xambá e Thúlio Xambá para o espetáculo do Grupo Bongar que ainda tem Meme Bongar, Paulo Henrique da Xambá, Yngrid da Xambá. São ritmos que perpassam por músicas de terreiro de matriz africana, blues, coco, aboios e toadas.<br />
O Grupo Bongar nasceu em 2001 com a proposta de revelar toda a musicalidade tradicional que permeia o universo da Comunidade Quilombola Xambá. O Bongar é formado por integrantes da Nação de candomblé Xambá, único Terreiro dessa linhagem africana que se tem conhecimento no Brasil, localizado, desde 1930, em Pernambuco.<br />
A peça, que circulou com apresentações únicas pelo Estado, passando pelos municípios de Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes e Arcoverde, em 2022 foi vencedora do Prêmio Nacional Sesc de Artes Cênicas e agora encerra as apresentações pelo Funcultura no Centro Cultural Bongar &#8211; Nação Xambá levando a obra a espaços ancestrais e assim contemplando todos os públicos.</p>
<p><strong>O POSTE -</strong> O grupo O Poste Soluções Luminosas é um grupo de artistas pretos cujas produções artísticas e pesquisas teatrais são construídas no resgate da matriz africana com base em uma ancestralidade corporal e vocal. Com a linha da antropologia teatral, que referencia a cultura africana, afro-brasileira, com fortes referências dos povos de terreiro, o grupo trabalha dentro da pesquisa que desenvolveram, intitulada O Corpo Ancestral Dentro da Cena Contemporânea, traçando um paralelo entre as representações dos Orixás nos terreiros de candomblé e umbanda pelo viés artístico-teatral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Texto, direção, letras, cenário, iluminação: Samuel Santos<br />
Composições musicais: Beto da Xambá e Thúlio Xambá<br />
Grupo Bongar: Meme Bongar, Paulo Henrique da Xambá, Yngrid da Xambá, Beto Xambá e Thúlio Xambá<br />
Figurino: Agrinez Melo<br />
Preparadora musical: Surama Ramos<br />
Preparadora de dança afro e direção de movimentos: Darana Costa<br />
Operação de luz: André Cordeiro<br />
Contrarregra: O Postinho<br />
Maquinista: Katia Virginia<br />
Fotografias: @ga_olho<br />
Elenco: Agrinez Melo, Naná Sodré, Vanise Souza, Gil Paz, Pedro Félix, Talles Ribeiro, Fernanda Spíndola, Ariel Sobral, Ester Soares, Jully, Lucas Oliveira, Thallis Ítalo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/musical-negro-tem-trilha-sonora-ao-vivo-do-grupo-bongar-em-sessao-gratuita-neste-sabado-4-no-centro-cultural-bongar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto &#8220;A Sagrada Cultura Popular&#8221; reúne mestres do Maranhão, Bahia e Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-a-sagrada-cultura-popular-reune-mestres-do-maranhao-bahia-e-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-a-sagrada-cultura-popular-reune-mestres-do-maranhao-bahia-e-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 22:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Sagrada Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Caixeiras do Divino Espírito Santo da Família Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[Christiane Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Maestro Ubiratan Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Orí]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=91252</guid>
		<description><![CDATA[Idealizado pela jornalista e produtora cultural Christiane Rocha, o projeto “A Sagrada Cultura Popular” promove nesta terça-feira (22), a partir das 20h, ao vivo pelo Canal da Ponte no YouTube, “Um diálogo musical, social e intelectual” com mestres e integrantes de grupos atuantes na cultura popular dos estados do Maranhão, Bahia e Pernambuco que expressam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pmVMCQuDjh8" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Idealizado pela jornalista e produtora cultural Christiane Rocha, o projeto “A Sagrada Cultura Popular” promove nesta terça-feira (22), a partir das 20h, ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UClbgVF9dEj66bcn-Kzsy6-A" target="_blank"><strong>Canal da Ponte no YouTube</strong></a>, “Um diálogo musical, social e intelectual” com mestres e integrantes de grupos atuantes na cultura popular dos estados do Maranhão, Bahia e Pernambuco que expressam o sagrado das tradições afro-brasileiras no palco e desenvolvem um trabalho de salvaguarda das diferentes expressões culturais que deram origem a brasilidade e a cultura nacional.</p>
<p>O encontro virtual, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, terá como convidados as Caixeiras do Divino Espírito Santo da Família Menezes (MA), o Maestro Ubiratan Marques (BA), integrantes dos grupos Bongar e Orí (PE) e ainda vai contar com uma participação especial do mestre Sapopemba, de Alagoas.</p>
<p>A ação tem como objetivo fazer o espectador refletir sobre a importância das raízes ancestrais afro-brasileiras na construção da identidade cultural e como mantê-las vivas nos dias atuais, além de valorizar a história de vida dos mestres, e de registrar na visão de cada um deles o porquê da cultura popular ser sagrada.“É uma vida dedicada à cultura de tradição. É um modo de vida recheado de muita fé, religiosidade, música, ritmos, cores, sons e sabores repassados pelos pais, avós, tios e ancestrais. É uma oportunidade única de ter acesso a uma parte da história do Brasil que muitos não conhecem”, conta Rocha.</p>
<p><em>“Essa mistura de culturas regionais vai aproximar as pessoas e pode romper muitas barreiras e preconceitos”, acredita Chris Rocha. Segundo ela, “o encontro será surpreendente e cheio de ensinamentos porque os participantes são exemplos de vida, resistência e existência. É um sonho para qualquer amante da cultura popular e para todas as pessoas que estão em busca de conhecer suas raízes ancestrais”</em>, finaliza a idealizadora do projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Um diálogo musical, social e intelectual”<br />
Quando: 22 de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 20h<br />
Transmissão pelo canal TV da Ponte: <a href="https://www.youtube.com/channel/UClbgVF9dEj66bcn-Kzsy6-A" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UClbgVF9dEj66bcn-Kzsy6-A</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-a-sagrada-cultura-popular-reune-mestres-do-maranhao-bahia-e-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guitinho da Xambá se encanta, mas deixa legado ancestral para Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/guitinho-da-xamba-se-encanta-mas-deixa-legado-ancestral-para-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/guitinho-da-xamba-se-encanta-mas-deixa-legado-ancestral-para-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 12:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Guitinho]]></category>
		<category><![CDATA[Guitinho da Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[nação xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=82179</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias “Nosso querido Guitinho da Xambá se encantou. Guitinho eternamente!”. Com essas palavras, o Grupo Bongar, com 20 anos de trajetória, se despediu nas redes sociais do seu vocalista, vítima de problemas decorrentes de um AVC, aos 38 anos de idade. Com o Bongar, Guitinho foi um dos principais porta-vozes da cultura afro-brasileira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82144" aria-labelledby="figcaption_attachment_82144" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-Pré-Carnaval-Bora-Pernambucar-2020_Foto-Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82144" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-Pré-Carnaval-Bora-Pernambucar-2020_Foto-Jan-Ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das últimas apresentações do Bongar promovidas pela Secult-PE e Fundarpe foi durante a programação do Bora Pernambucar, em fevereiro do ano passado, no Cais do Sertão, enchendo a plateia com fãs e admiradores</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>“Nosso querido Guitinho da Xambá se encantou. Guitinho eternamente!”. Com essas palavras, o Grupo Bongar, com 20 anos de trajetória, se despediu nas redes sociais do seu vocalista, vítima de problemas decorrentes de um AVC, aos 38 anos de idade. Com o Bongar, Guitinho foi um dos principais porta-vozes da cultura afro-brasileira e da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>Nação Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</strong></a>, para a valorização e afirmação da nossa ancestralidade negra. Foi também um dos responsáveis pela criação do Centro Cultural Grupo Bongar, espaço que oferece no Terreiro do Portão do Gelo &#8211; quilombo urbano reconhecido pela Fundação Palmares em 2006 &#8211; aulas gratuitas de arte e empreendedorismo para os jovens da região e produziu diversos projetos culturais, alguns deles com incentivo do Funcultura. Por essas e outras razões, a morte precoce do músico, nesta quarta-feira (17), gerou uma forte comoção em toda a cena cultural do Estado, que reconhecia no artista uma liderança na defesa da cultura popular e na luta por políticas públicas voltadas para as religiões de matriz africana.</p>
<p>Com vários discos lançados, como o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=yrBKAMMakIw&amp;t=1345s" target="_blank"><strong><i>Samba de Gira</i> (2016)</strong></a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=nTIMkqQmrGE" target="_blank"><strong><i>Chão Batido Coco Pisado</i> (2010),</strong></a> disponíveis nas principais plataformas de streaming, além de dezenas de parcerias com outros artistas, o grupo Bongar é um dos principais representantes da música contemporânea afro-brasileira, tendo levado o nome de Pernambuco e do País em diversos festivais internacionais, como o Womex, realizado em Budapeste, na Hungria, em 2013; e o Festival Dele Caribe &#8211; Fiesta Del Fuego, em Santiago de Cuba, em 2010. Neste último caso, Pernambuco era um dos homenageados daquela edição do festival, e a Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe) levou o Bongar, junto a uma delegação com uma centena de artistas, para representar o Estado.</p>
<div id="attachment_82143" aria-labelledby="figcaption_attachment_82143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Pop-Fig-2016.jpg"><img class="size-medium wp-image-82143" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Pop-Fig-2016-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2016, o grupo Bongar fez um show memorável no Palco Pop do FIG, ao lado do músico Juliano Holanda</p></div>
<p>Ao longo da carreira artística, Guitinho e o Bongar estiveram presentes em várias edições de atividades e festivais promovidos pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundarpe, como o Festival Pernambuco Nação Cultural e o Observa e Toca – projeto que agregava um conjunto de ações para o desenvolvimento da música em Pernambuco, dentre elas a realização de shows e documentários sobre artistas do estado. Gravado em 2012, no Studio Casona, o show do Grupo Bongar está disponível na íntegra no Youtube (confira abaixo).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/W8ThpRHsuTI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma das últimas apresentações do Bongar promovidas pela Secult-PE e Fundarpe foi durante a programação do Bora Pernambucar, em fevereiro do ano passado, no Cais do Sertão, enchendo a plateia com fãs e admiradores. Outra memorável apresentação do Bongar foi no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em 2016. Diante de um Palco Pop lotado, e ao lado do cantor e compositor Juliano Holanda – que, assim como centenas de fazedores de cultura amigos do artista, prestou homenagens a Guitinho nas redes sociais – eles transformaram o Parque Euclides Dourado num templo para celebrar a força encantada dos orixás.</p>
<div id="attachment_82141" aria-labelledby="figcaption_attachment_82141" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Guadalajara-Fig-2011_Foto-Eduardo-Queiroga-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-82141" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Grupo-Bongar-no-Palco-Guadalajara-Fig-2011_Foto-Eduardo-Queiroga-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outro show do grupo Bongar durante o Festival de Inverno de Garanhuns foi em 2011, no Palco Mestre Dominguinhos (quando ainda se chamava Palco Guadalajara)</p></div>
<p>Defensor do registro histórico dos povos tradicionais, Guitinho esteve, por exemplo, em 2016, na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, durante um encontro sobre educação patrimonial e museus comunitários, para falar do trabalho desenvolvido na Nação Xambá. Em 2012, integrou a programação do Seminário de Cultura Popular, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Iphan-PE) em parceria com a Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Ao lado do Bongar, o artista também participou de vários projetos incentivados pelo Funcultura, como o lançamento da revista Outros Críticos e uma turnê com o Som Na Rural, entre outros. Produziu também a gravação do DVD <i>Festa de Terreiro</i> (2015), do disco <i>Samba de Gira</i> (2016), a realização do projeto <i>Tem Preto na Tela</i> (2015) e uma oficina sobre patrimônio cultural, estes últimos promovidos pelo próprio Centro Cultural Grupo Bongar.</p>
<div id="attachment_82148" aria-labelledby="figcaption_attachment_82148" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Semana-do-Patrimônio-2016_Educação-Patrimonial-e-Museus-Comunitários_-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-82148" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Semana-do-Patrimônio-2016_Educação-Patrimonial-e-Museus-Comunitários_-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">No campo do debate de ideias, Guitinho esteve, por exemplo, em 2016, na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, durante um debate sobre educação patrimonial e museus comunitários, para falar do trabalho desenvolvido na Nação Xambá</p></div>
<p>Sobre o DVD <i>Festa de Terreiro</i> (gravado no Nascedouro de Peixinhos), em entrevista ao Portal Cultura.PE em 2015, o artista Jr. Black, um dos amigos que prestou homenagens ao cantor nas suas redes sociais, resume bem o significado da potência da obra artísticas produzida por Guitinho e seus primos do Bongar:</p>
<p><i>“É peça obrigatória em qualquer estante ou rack de quem aprecia a música brasileira e pernambucana em sua mais pura essência, carregada de ancestralidade, envolta no mosaico da religiosidade e do profano, como bem é este coco feito por pessoas amigas, apaixonadas, devotadas e ligadas uterinamente à Nação Xambá, um centro de resistência, fé e cultura ancestral, com uma linda história de mais de 80 anos”</i>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0ISTGLxmTzQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em nota, a Secretaria Estadual de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentaram profundamente a morte de Guitinho de Xambá.</p>
<p>Segundo o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, essa é uma perda muito sentida para o Estado. <i>“Apesar da pouca idade, Guitinho sempre foi uma referência na cultura popular pernambucana e na defesa e no registro de nossa ancestralidade africana. Destaco não apenas seu trabalho no Grupo Bongar, mas também sua participação atuante na luta por uma política pública de cultura para o setor. Deixo minhas condolências aos familiares e a todos que fazem a Nação Xambá”,</i> declarou Canuto.</p>
<div id="attachment_82133" aria-labelledby="figcaption_attachment_82133" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Spencer/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Carnaval-2010-em-PetroLina_Foto-Renato-Spencer.jpg"><img class="size-medium wp-image-82133" alt="Renato Spencer/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Carnaval-2010-em-PetroLina_Foto-Renato-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Guitinho também se apresentou no Carnaval de Pernambuco, como em 2010, quando se apresentou com o Bongar em Petrolina</p></div>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, ficará sempre na memória o talento e a energia que emanavam de Guitinho. <i>“Será sempre lembrado pela grande contribuição que deu na retomada do Terreiro de Xambá. Foi uma liderança jovem, com um talento incrível para a música. Está marcado para sempre na cultura de Pernambuco. Desejo muita força à família e aos que integram o Grupo Bongar e a Nação Xambá nesse momento de dor. Que ele siga seu caminho de luz”,</i> disse o gestor.</p>
<div id="attachment_82174" aria-labelledby="figcaption_attachment_82174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/49506675437_ba3c6d08f4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-82174" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/49506675437_ba3c6d08f4_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Viva Guitinho e todo o seu legado deixado para a cultura pernambucana</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Política Cultural, por meio do seu presidente Jocimar Gonçalves, também publicou nota lamentando a passagem do artista. <i>&#8220;Admirado por sua trajetória, Guitinho representou com muito respeito e maestria, a força e os ensinamentos de seus ancestrais, seja no terreiro, nas ruas e nos palcos! Guitinho da Xambá desencantou, mas nunca deixará de ser guerreiro de nosso povo&#8221;,</i> escreveu ele.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/guitinho-da-xamba-se-encanta-mas-deixa-legado-ancestral-para-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Memorial de Guitinho de Xambá, defensor da cultura popular</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/memorial-de-guitinho-de-xamba-defensor-da-cultura-popular/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/memorial-de-guitinho-de-xamba-defensor-da-cultura-popular/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 11:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[festival pernambuco nação cultural]]></category>
		<category><![CDATA[fig]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[guitinho de xambá]]></category>
		<category><![CDATA[observa e toca]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=82171</guid>
		<description><![CDATA[Confira uma galera de imagens do Cultura.PE em homenagem ao grande artista pernambucano Guitinho de Xambá, que nos deixou precocemente na última quarta-feira, 17 de fevereiro. - Leia mais: Guitinho da Xambá se encanta, mas deixa legado ancestral para Pernambuco]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira uma galera de imagens do Cultura.PE em homenagem ao grande artista pernambucano Guitinho de Xambá, que nos deixou precocemente na última quarta-feira, 17 de fevereiro.</p>
<p><strong>- Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/guitinho-da-xamba-se-encanta-mas-deixa-legado-ancestral-para-pernambuco/" target="_blank"><strong>Guitinho da Xambá se encanta, mas deixa legado ancestral para Pernambuco</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/memorial-de-guitinho-de-xamba-defensor-da-cultura-popular/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Território da ancestralidade africana, Nação Xambá é patrimônio vivo de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 13:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Guitinho]]></category>
		<category><![CDATA[mãe biu]]></category>
		<category><![CDATA[nação xambá]]></category>
		<category><![CDATA[pai ivo]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=64912</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias “Toda história misteriosa é envolvente. Quanto mais segredos ela tem mais ficamos curiosos e persistentes na busca de informações e respostas aos nossos questionamentos. A história da nação Xambá e do terreiro da Mãe Biu no Portão do Gelo, subúrbio de Olinda, ainda desconhecida da maioria do povo pernambucano, é assim: toda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p><i>“Toda história misteriosa é envolvente. Quanto mais segredos ela tem mais ficamos curiosos e persistentes na busca de informações e respostas aos nossos questionamentos. A história da nação Xambá e do terreiro da Mãe Biu no Portão do Gelo, subúrbio de Olinda, ainda desconhecida da maioria do povo pernambucano, é assim: toda cheia de mistérios”.</i> Assim começa a introdução do livro <b>Nação Xambá, do terreiro aos palcos</b>, da pesquisadora e jornalista Marileide Alves. Uma definição perfeita para descrever o misticismo e envolvimento a girar em torno do único terreiro de nação Xambá na América Latina, o primeiro quilombo urbano do Brasil que, sob a liderança do Pai Ivo (filho de Mãe Biu), conquistou este ano o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_64921" aria-labelledby="figcaption_attachment_64921" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/nacao-xamba.jpg"><img class="size-medium wp-image-64921" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/nacao-xamba-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Nação Xambá recebendo o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Para Pai Ivo, existe um significado nas entrelinhas por trás deste título, o primeiro concedido a uma casa de candomblé de Pernambuco. <i>“Curiosamente, completamos 80 anos do fechamento dos terreiros em Pernambuco, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. </i><em>Esse título de Patrimônio Vivo de Pernambuco nós já perseguimos ele há dez anos, não só pela questão econômica, mas pela questão política. Num momento em que vários terreiros estão sendo invadidos por outras religiões, é uma maneira do Estado reconhecer a religião de matriz africana. Para nós, que fazemos o terreiro Xambá &#8211; e isso é extensivo para as outras nações também -, é o Estado reconhecendo o trabalho cultural e religioso do candomblé em Pernambuco&#8221;.</em></p>
<p><b>História da Nação Xambá em Pernambuco –</b> Essa memória viva tem origem na região localizada ao norte dos Ashanti e limites da Nigéria com Camarões, nos montes Adamaua, no vale do rio Benué. É lá que diversos historiadores identificaram a origem do povo Xambá ou Tchambá, que foram trazidos como escravos para o Brasil durante séculos.</p>
<p>No início da década de 1920, o babalorixá Artur Rosendo Pereira, fugindo da repressão policial às casas de culto Afro-brasileiro, deixa Maceió e passa a morar no Recife. Na capital de Pernambuco, no bairro de Água Fria, por volta de 1923, reinicia suas atividades de zelador dos orixás. Na época, o babalorixá iniciou muitos filhos de santo e vários deles abriram terreiros posteriormente. Dentre eles, estava Maria das Dores da Silva, conhecida como Maria Oyá, que fez sua iniciação em 1927 e, posteriormente, assumiu o terreiro.</p>
<div id="attachment_64919" aria-labelledby="figcaption_attachment_64919" class="wp-caption img-width-593 alignnone" style="width: 593px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/pai-ivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-64919 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/pai-ivo-593x486.jpg" width="593" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pai Ivo narrou a trajetória e apresentou itens do acervo histórico do terreiro</p></div>
<p>Uma violenta repressão policial fecha a Casa de Xambá em 1938, que manteve o culto religioso a portas fechadas. Em 1939, Maria Oyá falece em decorrência de depressão e o terreiro segue com as práticas às escondidas até 16 de junho de 1950, quando Mãe Biu reabre seu terreiro na estrada do Cumbe. Um ano depois, em 7 de abril de 1951, muda-se para o atual endereço, na antiga Rua Albino Neves de Andrade, hoje Severina Paraíso da Silva, nº 65, no Portão do Gelo, Olinda.</p>
<p>Após 54 anos dirigindo e mantendo as tradições e rituais da Nação Xambá, Mãe Biu falece aos 78 anos, no dia 27 de janeiro de 1993. Donatila Paraíso do Nascimento, Mãe Tila, iniciada em 1932 por Artur Rosendo, sucede a irmã como Yalorixá, tendo como babalorixá seu sobrinho (filho de Mãe Biu), Pai Ivo. Em 2003, Mãe Tila falece, e Pai Ivo assume a direção da casa.</p>
<p><b>Memorial Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu) –</b> O primeiro ato do Xambá após a morte de Mãe Biu foi a criação deste espaço voltado para a difusão do conhecimento, iniciando uma intensa organização do acervo histórico e documental da casa.</p>
<p>&#8220;<i>Nós fizemos aqui uma revolução. Quando assumimos, com o falecimento da minha Mãe (Biu), o Xambá praticamente não existia mais. Alguns historiadores chegaram a dizer que ele estava extinto. Então, o primeiro trabalho que nós fizemos foi optar pelo caminho da comunicação. Começamos a abrir as portas para as universidades, escolas, professores, alunos, e daí fomos atraindo todo tipo de sociólogo e historiador pra cá. Com isso, fizemos o Memorial (Severina Paraíso da Silva – Mãe Biu). A ideia foi minha, mas Antônio Albino, Hildo Leal e João Monteiro (seus filhos de santo) foram quem organizaram tudo”.<br />
</i></p>
<div id="attachment_64925" aria-labelledby="figcaption_attachment_64925" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xxamba-mae-biu.jpg"><img class="size-medium wp-image-64925 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xxamba-mae-biu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Biu é figura presente no cotidiano da Nação</p></div>
<p>No conjunto documental do Memorial, o mais importante é o acervo fotográfico com mais de 800 fotografias, quase todas da coleção particular de Mãe Biu. São registros de festividades religiosas, comemorações e fatos da vida familiar &#8211; registros datados dos anos 30 aos 90. Documentos pessoais da yalorixá e do terreiro (atas, registros de filiados, de yaôs, de obrigações religiosas, de nomes de Orixás), além de artigos de jornais, revistas e impressos diversos, complementam o acervo.</p>
<p>Há também um acervo bibliográfico, composto de publicações referentes ao universo cultural afro-brasileiro, especialmente sobre religião, história e artes. Quem quiser visitar o local precisa fazer um agendamento prévio pelo telefone (81) 3499 2021, ou enviar um e-mail para <a href="mailto:terreiroxamba@gmail.com" target="_blank">terreiroxamba@gmail.com</a>.</p>
<p>Pai Ivo reflete sobre como entende o empenho de sua mãe em não ter deixado a cultura do Xambá se perder. “<i>Eu não me formei na Universidade, mas ela, na minha visão, é coletora de conhecimento. O conhecimento está na periferia, no povo, e minha mãe foi uma autodidata. Maria Oyá teve pouco tempo de sobrevivência, porque o terreiro começou em 1932 e em 38 veio o fechamento deles com a Ditadura Vargas, através dos mandos de Dom Sebastião Lemos. Em 1939, Maria Oyá morreu de desgosto e minha mãe, junto às minhas tias, fez a grande resistência, tudo às escondidas, porque ainda era algo proibido. Quando veio a década de 50, ela abriu as portas”.<br />
</i></p>
<div id="attachment_64928" aria-labelledby="figcaption_attachment_64928" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/DSC9537-29.jpg"><img class="size-medium wp-image-64928 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/DSC9537-29-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pai Ivo relembra a todo instante o legado de Mãe Biu</p></div>
<p>Para ele, mais do que qualquer coisa, a importância de Mãe Biu nesta questão é <i>“porque foi ela quem guardou toda essa documentação. Esse memorial só existe por causa disso. Se não, a gente não teria como contar nossa história. E um povo sem história é um povo sem memória”.</i></p>
<p><i>“Através do Memorial, atraímos os estudiosos e deixamos de inventar a roda. Em qualquer terreiro que você chegue é natural que você veja os cantos para os orixás, e você tem que respeitar a religião, não necessariamente acreditar. A partir do momento que nós fizemos um Memorial contando a vida de mulheres, como minha mãe, negra, divorciada (separou-se do meu pai quando nasci), com pouca condição cultural, e daí trazer uma tradição até nossos dias, para nossos filhos e netos, isso começou a atrair uma curiosidade maior nas pessoas”,</i> relembra Pai Ivo, que cita algumas iniciativas que surgiram no Xambá a partir daí.</p>
<div id="attachment_64922" aria-labelledby="figcaption_attachment_64922" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Elimar Pereira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo.jpg"><img class="size-medium wp-image-64922 " alt="Reprodução/Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Acervo de fotografias está à disposição de pesquisadores e demais interessados</p></div>
<p>Algumas delas são o primeiro Museu Afro do Brasil e o título de 1º Quilombo Urbano do País (concedido pela Fundação Cultural Palmares em 2007). <i>“Veio também o Terminal Integrado (Xambá), que na época as pessoas não entenderam a minha visão, alguns até da família. Meu pensamento é que conseguimos demarcar um território. Em pleno século 21, mudamos o nome do bairro. Outra coisa que vale ressaltar é que a primeira escola técnica de Olinda vai se chamar Escola Técnica Estadual Severina Paraíso da Silva, e foi também uma luta nossa porque temos que empoderar o nosso povo com a nossa cultura”.</i></p>
<p><b>Valorização da cultura do povo negro – </b>A história do povo africano trazido ao Brasil, conta Pai Ivo, é contada de forma errada do começo ao fim. <i>“Os escravos que vieram na África não eram escravos, eram reis, príncipes e princesas, guerreiros, que foram escravizados nessa terra. Nós não somos descendentes de escravos. Escravo não é descendência, é submissão. Nossa ancestralidade é africana. Quando a gente vê essa questão da cultura começamos a contá-la de forma diferente. A mudar essa ideia sobre as religiões de matriz africana no estado e no Brasil”, </i>ressalta.</p>
<p><i>“Se você pega um livro de Armando Souto Maior, está escrito lá. &#8216;O Quilombo de Palmares foi destruído pelo grande bandeirante Domingos Jorge Velho&#8217;. O homem que destruiu o quilombo em troca de recompensa e perdão de seus crimes, e ainda recebeu a cidade do Paulista de presente. Por isso que se diz ‘do Paulista’. Enquanto Zumbi dos Palmares, quando chegou a Portugal, não estava bonito de se ver. Com a mão decepada, o olho arrancado, o pênis na boca. Foi difícil reconhecer que aquela carcaça era Zumbi dos Palmares. E essa é a forma que querem contar nossa história. Fazer da Princesa Isabel nossa redentora”,</i> opina o sacerdote do Xambá, para provocar uma reflexão, em seguida. <i>“Sabia que a primeira grande obra de engenharia desse País, as docas de Dom Pedro I, foi feita por dois engenheiros negros, os Irmãos Rebouças?”,</i> conta.</p>
<div id="attachment_64923" aria-labelledby="figcaption_attachment_64923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-fachada.jpg"><img class="size-medium wp-image-64923 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-fachada-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A fachada do Memorial expõe os principais títulos conquistados pela Nação até o momento</p></div>
<p>Para ele, as pessoas ainda têm uma visão equivocada sobre a cultura afro-brasileira. <i>“E tem gente que acha que a África é um país. A africanidade é desprezada pela sociedade, e tivemos todo um cuidado com a nossa memória e nosso povo. Aqui é uma nova África. Cada terreiro pra mim é um quilombo”.</i></p>
<p><b>Respeito aos povos de terreiro – </b>Pai Ivo olha com orgulho e respeito para o que foi construído no que diz respeito à autoestima dos povos de terreiro, bem como a preservação de suas práticas. <i>“Hoje estamos redescobrindo uma nova África e nossa religião, assim como todo povo tem a sua. Quando invadem um terreiro de candomblé, como muitas vezes os evangélicos fazem, estão invadindo a vida de uma pessoa. É o mesmo que você estar tirando um negro da África mais uma vez. Tirá-lo do seu habitat natural”, </i>afirma o babalorixá, que já participou de diversas audiências da Comissão de Igualdade Racial na Assembleia Legislativa de Pernambuco.</p>
<p><span style="color: #000000;"><i>“Segundo a ONU, países que vivem na miséria ou são ditaduras militares, civis ou fundamentalistas. Eu acho que todas as religiões precisam ser respeitadas. As casas religiosas precisam ser respeitadas e se comportar como oficinas de diálogo com a sociedade, porque a religião tem um poder enorme”,</i> criticou Pai Ivo.</span></p>
<p><i>“Tem crianças pobres aqui na comunidade que o primeiro brinquedo que receberam foi aqui. E tem mais. Essas pessoas quando entram aqui pra se alimentar, ninguém pergunta sua orientação sexual, a religião da família, essas coisas. É um trabalho filantrópico que a sociedade não reconhece. É essa mudança que o Xambá está fazendo aqui dentro”,</i> reforça o filho de Mãe Biu, que ano passado recebeu a Medalha Leão do Norte, título concedido pela Alepe. <i>“Fui o primeiro pai de santo a receber essa medalha”,</i> destaca.</p>
<div id="attachment_64920" aria-labelledby="figcaption_attachment_64920" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-64920 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O acervo inclui ainda peças de porcelana, artefatos e imagens de santos</p></div>
<p><b>Portão do Gelo -</b> Ao escolher o bairro de São Benedito para construir seu novo terreiro, Mãe Biu uniu em torno de si toda a família. <i>“Isso aconteceu também porque o interventor Agamenon Magalhães fez a Liga Social contra os Mocambos, que era basicamente tirar o povo negro do centro e levar para as periferias e subúrbios. Minha mãe veio para cá, que antes era um sítio, e fez essa primeira casa de taipa. Teve na época a visão da união, típica de um quilombo. E trouxe todos os seus familiares para seu entorno, que vieram também pelo estômago, porque era uma época bem difícil. Daí veio toda essa fortaleza. A gente tem uma religião que vem de uma relação familiar. Aqui no terreiro mais de 40% da população é formada por familiares”, </i>ressalta Pai Ivo.</p>
<p>Com vários primos músicos na formação, o Bongar é um exemplo dessa força familiar no quilombo. Considerados como os principais ‘garotos-propagandas’ do Xambá, o atual babalorixá da casa explica que os músicos são enxergados como o grupo que levou a cultura da nação na sua musicalidade, na maneira como se canta, para vários lugares do mundo. Seis jovens integrantes do terreiro fundaram o Bongar em 2001 com o propósito de levar aos palcos a tradicional festa do Coco da Xambá. Os integrantes do grupo herdaram toda essa musicalidade desde a infância, ouvindo os mais velhos e aprendendo com eles os toques, as loas e as danças, durante as festas.</p>
<div id="attachment_64926" aria-labelledby="figcaption_attachment_64926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/bongar-pri-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-64926" alt="Pri Buhr/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/bongar-pri-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Bongar leva as tradições do terreiro para os palcos</p></div>
<p>Sobre a batida específica, com a alfaia deitada, Pai Ivo conta como surgiu, mais uma vez uma lembrança que envolve Mãe Biu. <i>“Quando mamãe completou 50 anos, fez uma festa e uma menina morreu afogada numa cacimba. Ela ficou aperreada e fez uma promessa de, no ano seguinte, fazer um coco em homenagem aos mestres da jurema. Então a festa começou em 1965 e seguiu sem parar até o falecimento dela, em 1993. Foi nessa celebração que surgiu a alfaia deitada. Depois que Mãe Biu faleceu, comprei uma granja e fizemos a festa lá durante um ano. Mas no outro ano trouxemos de volta pra cá pro Xambá. Daí em diante, não paramos mais. Já estou passando pras novas gerações e hoje eu quero ficar simplesmente observando”.</i></p>
<p><strong>Centro Cultural Bongar – Nação Xambá - </strong>O espaço funciona na própria comunidade, quase em frente ao terreiro, no prédio que deu nome ao Quilombo, Portão do Gelo. <i>“A conquista deste espaço é fruto de uma luta da juventude negra de terreiro, mediante o nosso entendimento de que o Xambá é uma comunidade quilombola e tem suas particularidades de praticar os cultos aos orixás”,</i> afirma Guitinho, vocalista do Bongar.</p>
<p>Em 2016 eles receberam o equipamento e passaram a oferecer várias ações com a proposta de preservar a própria cultura. <i>“Damos oficinas de capoeira, percussão, leitura direcionada ao universo afro-brasileiro e cinema. Na música, temos o Bongar como principal elemento condutor desse processo. A gente é muito claro no sentido de que aquilo é uma casa que trabalha a identidade do povo negro, e nosso objetivo é manter viva a memória da Xambá”,</i> reforça Guitinho.</p>
<div id="attachment_64927" aria-labelledby="figcaption_attachment_64927" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/guitinho-bongar.jpg"><img class="size-medium wp-image-64927" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/guitinho-bongar-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Guitinho da Xambá representa o grupo em rodas de conversa e seminários pelo país</p></div>
<p>As crianças que desejarem participar de alguma oficina precisam estar em dia com a escola. Já para o público em geral, de outras idades, não tem tantos critérios. <i>“A única coisa que a gente exige é que o espaço seja visto como um ponto de referência de ambiente de lazer, familiar, educativo. Não é uma espaço de festa, mas de formação, voltado para conhecimento”,</i> pontua o vocalista do Bongar.</p>
<p>Guitinho conta que dentro do Xambá o Bongar está construindo um ambiente cultural fora do centro da cidade. <i>“Criando uma agenda fora do eixo para as pessoas através de iniciativas como o Quilombo Cultural, que conta com incentivo do Funcultura. Nós temos um anfiteatro, pra que as pessoas venham aqui também assistir aos shows produzidos pelas pessoas da comunidade. Que as pessoas se sintam pertencentes e mantenedoras daquela ação”.</i> Para outras informações sobre a programação do espaço, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (81) 81 9927 6258 ou no e-mail <a href="mailto:bongar@uol.com.br" target="_blank">bongar@uol.com.br</a>.</p>
<p>Outra manifestação cultural nascida deste caldeirão cultural foi o Afoxé Ilê Xambá, que continua saindo nas festas de Momo. <i>“Afoxé quer dizer terreiro na rua, e em 2004 o arrastão da Gigantes do Samba fez uma homenagem pra mim. Nesse ano saímos com o afoxé e, desde então, ele não parou mais”,</i> detalha Pai Ivo, que também criou o primeiro Polo Afro de Pernambuco, realizado até ano passado no Carnaval de Olinda.</p>
<p>O encerramento deste texto pede um resgate histórico do povo desta nação. No final da Festa do Coco da Xambá, celebrado no dia 29 de junho, Mãe Biu sempre cantava uma loa, mantida até hoje pelos filhos, netos e bisnetos no ritual.</p>
<p><i>“Meu chiqueiro de capim,</i></p>
<p><i>Meu curral de bode, </i></p>
<p><i>Com a dona de casa ninguém pode”</i></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>François Moïse Bamba traz mais cultura africana para Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/francois-moise-bamba-traz-mais-cultura-africana-para-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/francois-moise-bamba-traz-mais-cultura-africana-para-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 18:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Burkina Faso]]></category>
		<category><![CDATA[François Moïse Bamba]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=64932</guid>
		<description><![CDATA[Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife. No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64933" aria-labelledby="figcaption_attachment_64933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Geyson Magno</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno.jpg"><img class="size-medium wp-image-64933" alt="Geyson Magno" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">François Moïse Bamba vem para Recife, Olinda e Aldeia para realizar vivências, oficinas e apresentações. </p></div>
<p>Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife<i>.</i> No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações e oficinas para o Recife, Olinda, e Aldeia (Camaragibe) entre os dias 2 e 10 de dezembro. A circulação do artista no Brasil tem a produção da pernambucana Terreiro Produções e o apoio do Institut Trançais du Brésil e Consulado da França no Nordeste.</p>
<p>A programação do artista em Pernambuco inicia no próximo domingo (2), das 9h às 17h, em dia de vivência junto à natureza, em Aldeia. O encontro é formatado com um passeio na mata embalado por contação de histórias, banho de bica, almoço, vivência e bate-papo. Já de segunda (3) a quarta-feira (5), na Fundaj, em Casa Forte, François comanda uma oficina sobre a oralidade como base educacional, em uma atividade voltada para contadores, artistas, educadores e demais interessados em histórias e oralidade. Ainda na Fundaj, o artista se apresenta no dia 10 de dezembro dentro da programação de um seminário da instituição em torno da cultura africana.</p>
<p>Na quarta-feira (5) também é a vez da Comunidade Xambá, em Olinda, receber o contador de histórias que fará uma apresentação com participação do Grupo Bongar. Por lá, François Moïse também dará uma oficina destinada aos jovens da comunidade. “A África é parte tão fundamental da nossa história como Brasil, e apesar disso resta ainda tão desconhecida de nós. Sinto que esse contato atual, que pode acontecer através da arte, é algo extremamente curador para nós, como indivíduos, como povo. Algo que nutre, preenche, reconhece, liberta”, anota Laura Tamiana, que além da tradução, também produz a turnê do artista.</p>
<p>Consigo, o “ferreiro contador” carrega cinco repertórios de contos tradicionais do Burkina Faso, dentre os quais escolhe as histórias que serão contadas na hora da apresentação de acordo com a sua percepção do público presente. As narrativas retratam os povos do país africano com suas culturas, histórias, crenças, valores e visões de mundo, para um enriquecimento mutuo e promoção do respeito às diferenças.  A turnê ainda passará pela cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nos dias 9 e 10 de dezembro.</p>
<p><b>Sobre François Moïse Bamba</b><br />
O contador de histórias e ator do Burkina Faso foi iniciado na arte do conto por seu pai e criado em estreita relação com a tradição da cultura e da arte griot. Credita sua formação artística principalmente a Hassane Kouyaté, Habib Dembélé e Jihad Darwiche. Coletou e reescreveu contos do Burkina Faso, alguns deles dando origem a CD, DVD e livros publicados na França. Hoje é reconhecido internacionalmente por seu trabalho e viaja o mundo inteiro. Desde 2003, participou de festivais, na França, no Niger, Egito, Djibouti, Congo, Québec, Martinica e outros. No Brasil, esteve duas vezes, em 2011, no festival África Diversa no Rio de Janeiro; e em 2017 no festival FETEAG, em Recife e Caruaru.  Foi por diversos anos diretor artístico do festival Yeleen, no Burkina Faso, diretor artístico e cultural da Maison de la Parole (Casa da Palavra) e coordenador geral da rede internacional de contadores de histórias da África do Oeste Afrifogo. Realiza em seu país o Festival Internacional dos Patrimônios Imateriais, que a cada edição propõe um mergulho em uma das 65 etnias do Burkina Faso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b></p>
<p><b>Vivência, oficina e bate-papo: “Na escuta da natureza”</b><br />
<i>2/12, das 9h às 17h</i><br />
<b>Proposta:</b> Um passeio contado com histórias e músicas ao longo de uma pequena caminhada pela mata. A programação traz ainda banho de bica, almoço, vivência em torno da oralidade e bate-papo.<br />
<b>Local:</b> Clube Sete Casuarinas (Aldeia – Camaragibe)<br />
<b>Acesso:</b> inscrições prévias (R$ 150) com vagas limitadas. Informações: (81) 9.9961.1423</p>
<p><b>Oficina: “A oralidade como base educacional “</b><br />
<i>De 3 a 5/12, das 9h às 13h</i><br />
<b>Proposta:</b> Descobrir os contos e experimentar a arte de contar, explorar as fontes onde encontrar suas histórias, descobrir as ferramentas da contação, descobrir suas próprias capacidades narrativas e criativas, encontrar sua própria palavra como contador, criar e enriquecer seu repertório e melhorar duas capacidades vocais e criativas.<br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito (vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="mailto:oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br" target="_blank">oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br</a>. Informações: 3073.6489</p>
<p><b>Apresentação: “Na escola dos ancestrais</b>” (part. Grupo Bongar)<br />
<i>5/12, às 19h, </i><br />
<b>Proposta:</b> “Em quase todo vilarejo, tem uma grande praça, com uma grande árvore, e debaixo dessa grande árvore, ao longo dos dias e das noites, encontramos os mais velhos prontos a nos dar conselhos, a compartilhar uma palavra com todo ouvido pronto a escutá-los. De onde venho, dizemos que não importa a beleza de uma palavra, ela é em vão se não tem ouvidos para escutá-la”.<br />
<b>Local:</b> Pracinha Tio Luís, Quilombo da Xambá (Olinda)<br />
<b>Acesso</b>: Colaboração espontânea (um produto de limpeza para ajudar na manutenção do Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá)</p>
<p><b>Apresentação: Palavras de mulheres do meu vilarejo</b><br />
<i>10/12, às 19h</i><br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/francois-moise-bamba-traz-mais-cultura-africana-para-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coco dos Pretos comemora 12 anos de criação neste final de semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-dos-pretos-comemora-12-anos-de-criacao-neste-final-de-semana/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-dos-pretos-comemora-12-anos-de-criacao-neste-final-de-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 20:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Coco dos Pretos]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Cambinda Estrela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=60876</guid>
		<description><![CDATA[Para comemorar seus 12 anos de criação, o Coco dos Pretos comanda um fim de semana repleto de atividades no Centro Cultural Cambinda Estrela. No sábado (26), o local receberá oficinas voltadas para a música negra e, no domingo (27), será montado um palco para shows da banda aniversariante e outros grupos convidados. A proposta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/31662196_1670787346331798_7104881939248578560_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60877" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/31662196_1670787346331798_7104881939248578560_o-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Para comemorar seus 12 anos de criação, o Coco dos Pretos comanda um fim de semana repleto de atividades no Centro Cultural Cambinda Estrela. No sábado (26), o local receberá oficinas voltadas para a música negra e, no domingo (27), será montado um palco para shows da banda aniversariante e outros grupos convidados. A proposta é fortalecer a produção artística da comunidade de Chão de Estrelas, no Recife, onde fica o espaço.</p>
<p>“<em>Chão de Estrelas é um lugar muito carente de atividades culturais, por isso, vimos nessa festividade uma oportunidade de convidar as pessoas para conhecerem a nossa comunidade</em>”, explica Adriano Santos, que é fundador e vocalista do Coco dos Pretos. Ao lado de Maria Luna, o músico, que também integra o Maracatu Cambinda Estrela, comandará a oficina de maracatu. Ilke Barbosa e Madson Veridiano, membros do Coco dos Pretos, irão ministrar a oficina de coco. Já a oficina de dança afro ficará sob responsabilidade de Ana Paula Guedes, conhecido pelo seu trabalho como cantora no grupo Voz Nagô.</p>
<p>Quem não for associado ao Centro Cultural, também poderá participar das aulas, que acontecerão neste sábado, mediante a contribuição de R$25. Já no domingo, a programação de shows será gratuita e contará com apresentações de grupos, como o Bongar e Afoxé Omô Nilê Ogunjá, que acompanham o Coco dos Pretos há muitos anos. “<em>Infelizmente, não conseguimos reunir todo mundo que ajuda nosso trabalho, mas conseguimos trazer vários amigos. Então vai ser um dia especial, cheio de emoções. São 12 anos de luta e resistência. A gente já existe, agora a gente tem que resistir para ir além dos ciclos</em>”, diz Adriano, ao explicar que o grupo pode ser considerado parte do Cambinda Estrela.</p>
<p>Além da festa, as comemorações também incluem a gravação do segundo disco da banda, intitulado “Rei do Sertão”, que deve ser lançado em novembro deste ano. “Vamos fazer uma alusão a Luiz Gonzaga e a Lampião, porque uma das músicas vai falar sobre a trajetória desses dois personagens que receberam o título de rei (em suas respectivas áreas de atuação). O disco também terá uma mistura de vários estilos de coco, como o coco trupé e o coco rabecado”, adiantou ele, que ao lado do Coco dos Pretos também já lançou o disco “Canto Branco, Canto Preto”, em 2010.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO:</span></b><br />
Local: Sede do Maracatu Nação Cambinda Estrela (Rua Dr. Elias Gomes, 420, Campina do Barreto. Recife-PE. Próximo ao terminal de ônibus de Chão de Estrelas)</p>
<p><b>DIA 26</b><br />
Oficinas de maracatu, coco e dança afro</p>
<p><b>DIA 27</b><br />
<b><i>Shows:</i></b><br />
16h00 &#8211; Maracatu Nação Cambinda Estrela<br />
16h30 &#8211; Ciranda Sant&#8217;Anna<br />
17h25 &#8211; Afoxé Omolu Pá Kèrú Awô<br />
18h20 &#8211; Afoxé Omô Nilê Ogunjá<br />
19h15 &#8211; Bojo da Macaiba<br />
20h10 &#8211; Bongar<br />
21h00 &#8211; Coco dos Pretos (part. Mestra Ana Lúcia e Reizinho)<br />
21h50 &#8211; Grupo Cadência (part. Gabi do Carmo)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-dos-pretos-comemora-12-anos-de-criacao-neste-final-de-semana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coco e pastoril animam terceira edição do projeto &#8220;Um Quilombo Cultural&#8221;, em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-e-pastoril-animam-terceira-edicao-do-projeto-um-quilombo-cultural-em-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-e-pastoril-animam-terceira-edicao-do-projeto-um-quilombo-cultural-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 18:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[pastoril]]></category>
		<category><![CDATA[samba de coco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=56261</guid>
		<description><![CDATA[A terceira edição do projeto “Um Quilombo Cultural”, idealizado pelo Grupo Bongar, reúne nesta sexta-feira (15), em Olinda, o Pastoril Estrelinha de Belém e o Samba de Coco Raízes de Arcoverde. O evento terá início às 18h30  e a programação inclui ainda o espetáculo de dança “Deixa eu dançar”, de Nefertiti Studio de Danças; cortejo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do projeto “Um Quilombo Cultural”, idealizado pelo Grupo Bongar, reúne nesta sexta-feira (15), em Olinda, o Pastoril Estrelinha de Belém e o Samba de Coco Raízes de Arcoverde. O evento terá início às 18h30  e a programação inclui ainda o espetáculo de dança “Deixa eu dançar”, de Nefertiti Studio de Danças; cortejo do Boi Quebra Coco; e a Feira Quilombar de Arte Negra.</p>
<div id="attachment_46862" aria-labelledby="figcaption_attachment_46862" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-Raizes-de-Arcoverde-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-46862" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Coco-Raizes-de-Arcoverde-Jan-Ribeiro-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Raízes de Arcoverde é uma das atrações</p></div>
<p>Incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto fortalece a agenda cultural da Comunidade Xambá, sempre uma vez por mês, durante oito meses, com atividades socioculturais e a participação de grupos da cultura popular. De acordo com os organizadores, o objetivo é potencializando o Quilombo do Portão do Gelo Nação Xambá, assim como os grupos de cultura popular da região, reafirmando suas tradições de matriz africana. O projeto também acontece na Escola Estadual Padre Francisco Carneiro, onde os grupos narram suas trajetórias para a comunidade escolar.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Projeto Um Quilombo Cultural</strong><br />
Centro Cultural Grupo Bongar e Rua Severina Paraíso da Silva &#8211; Comunidade Xambá – Olinda – Por trás do TI Xambá, no final da Avenida Presidente Kennedy<br />
Das 18h30 às 21h30<br />
Acesso: 1Kg de alimento não perecível</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-e-pastoril-animam-terceira-edicao-do-projeto-um-quilombo-cultural-em-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Som na Rural e Grupo Bongar seguem juntos em circulação pelo Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/som-na-rural-e-grupo-bongar-seguem-juntos-em-circulacao-pelo-nordeste/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/som-na-rural-e-grupo-bongar-seguem-juntos-em-circulacao-pelo-nordeste/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 14:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Roger de Renor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=53997</guid>
		<description><![CDATA[Desde o início de outubro que o Som na Rural segue na estrada na companhia do Grupo Bongar para uma série de shows no Nordeste. Depois de passarem pela Bahia e Sergipe, a turnê agora se prepara para chegar em Maceió (AL), no próximo sábado (7). O evento, que também terá intervenção de artistas locais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54000" aria-labelledby="figcaption_attachment_54000" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__9859.jpg"><img class="size-medium wp-image-54000" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__9859-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Além de apresentar suas canções autorais, o Bongar também tem trocado experiências com artistas, pontos de cultura e grupos dos municípios visitados</p></div>
<p>Desde o início de outubro que o Som na Rural segue na estrada na companhia do Grupo Bongar para uma série de shows no Nordeste. Depois de passarem pela Bahia e Sergipe, a turnê agora se prepara para chegar em Maceió (AL), no próximo sábado (7). O evento, que também terá intervenção de artistas locais, começa às 16h e será realizado na Praça na Rua Alzira Aguiar, aberto ao público.</p>
<p><em>&#8220;A proposta do projeto de circulação itinerante é dialogarmos com as cadeias produtivas da cultura dessas capitais nordestinas, além de mostrarmos a força da cultura pernambucana, muito bem representada pela ancestralidade do Grupo Bongar”,</em> explica Roger, que busca, com esse projeto, &#8220;reverberar para outros ambientes a música pernambucana contemporânea”.</p>
<p>Além de apresentar as suas canções autorais, o Bongar também pretende promover o intercâmbio de conhecimentos entre os artistas, pontos de cultura e grupos dos municípios visitados. Essas trocas podem ocorrer durante os shows ou por meio de oficinas e vivências artísticas. <em>“Queremos levar mundo afora a cultura do coco da Jurema, uma batida única do nosso terreiro, identificada pelo rufar da alfaia de tronco de macaibeira e ritmos do candomblé”<strong>,</strong></em> comenta o vocalista Guitinho de Xambá.</p>
<p>O projeto de circulação regional conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e todas as apresentações serão registradas em foto e vídeo. Esses conteúdos serão compartilhados nas redes sociais do Som na Rural e também veiculados como interprogramas em grades de redes televisivas públicas como a TV Brasil e a TV Universitária da UFPE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Circulação regional do Som na Rural com o Grupo Bongar<br />
Sábado (7) | 16h<br />
Maceió (Praça na Rua Alzira Aguiar, 429, Bairro Ponta da Terra)<br />
Gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/som-na-rural-e-grupo-bongar-seguem-juntos-em-circulacao-pelo-nordeste/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

