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	<title>Portal Cultura PE &#187; Braille</title>
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		<title>&#8220;Quincas&#8221;, peça de teatro com acessibilidade, diverte público do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2015 17:31:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[25º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Quincas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27557" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Quincas-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a></p>
<p>As artes cênicas mais uma vez emocionam o público do Festival de Inverno de Garanhuns, com a diversidade de espetáculos de teatro, dança e circo. No fim de tarde de sexta-feira (17/07), a programação cênica das 25º edição foi aberta com o espetáculo “Quincas”, adaptação de novela de Jorge Amado criada pelo grupo de teatro “Osfodidário”, da Paraíba. A peça foi encenada, às 17h, no Teatro Luiz Souto Dourado, que estava lotado. Nas primeiras cadeiras da plateia, 18 pessoas cegas e com baixa visão acompanharam o espetáculo a partir dos diálogos, depois de uma sensibilização preparatória realizada duas horas antes da encenação. O público com deficiência visual também recebeu o programa da peça em Braille. A iniciativa de acessibilidade cultural demonstra que a cultura pode e deve chegar a todos.</p>
<p>Durante a noite, o público ainda pode conferir o premiado musical &#8220;Gonzagão, A Lenda&#8221;,  da Companhia A Barba dos Corações Partidos (RJ), no Palco Pop/ Forró, no Parque Euclides Dourado. O 25º FIG é uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e Fundarpe.</p>
<p>O espetáculo “Quincas” volta a ser encenado neste sábado (18/07), às 19h, no mesmo teatro, localizado em frente ao Palco Dominguinhos. Todos os dias ingressos são distribuídos gratuitamente das 10h às 11h e das 15h às 16h. Cada pessoa pode receber até dois ingressos. O espetáculo não é recomendado para menores de 12 anos. A peça foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014 e está realizando circulação com o projeto Sons e Sentidos.</p>
<p>A programação de artes cênicas do FIG ainda oferece opções de circo e dança neste sábado (18/07). Os Irmãos Brothers (RJ) apresentam &#8220;Clube dos Palhaços&#8221;, às 16h, na lona de Circo. No mesmo horário, a Quik Cia. de Dança (MG) faz apresentação itinerante no Parque Euclides Dourado.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Quincas2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27558" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Quincas2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>CULTURA PARA TODOS</strong> &#8211; Com o acompanhamento da consultora em acessibilidade cultural Larissa Hobi, o público com deficiência visual realizou um tour tátil pelo palco  para conhecer o figurino e cenário. Além disso, houve uma vivência com os atores para apresentação de personagens e das sonoridades da peça, que conta com belos trechos com música e percussão. A ação contou com a parceria da Associação de Deficientes Visuais do Agreste Meridional de Pernambuco (Advampe). O presidente da associação José Juva Viana ressaltou a importância da parceria. “Somos parceiros do festival. As pessoas com deficiência tiveram acesso aos figurinos e objetos que pudemos sentir a cena pelo toque”, contou.</p>
<p>Antônio Roberto, 49 anos, morador de Angeli, foi um dos que aprovou a iniciativa de acessibilidade cultural. “Já estive no teatro outras vezes. Para gente deficiente visual é sempre muito importante. A gente visualizou através do tato o espetáculo antes mesmo dele começar e com isso conseguimos captar a história”, afirmou ao final da encenação. Edileusa Lins, 56 anos, também saiu satisfeita com a experiência e disse: “Eu gostei muito de Seu Quincas e da história da morte dele, o espetáculo foi muito bom, a gente riu muito”.</p>
<p>Edileusa destacou o humor da peça, que apesar de falar de morte, provoca muitas risadas na plateia, mas que não deixa de possibilitar a reflexão sobre o tema. Em determinado momento, os atores saem do palco e pergunta “Se você pudesse escolher como morrer, como morreria?”.</p>
<p>Na peça, amigos e familiares do marinheiro e boêmio Quincas Berro D´água reagem de formas diferentes a sua morte. Memórias, sentimentos contraditórios, religiosidade fazem parte da encenação, com muito bom humor e poesia. A água permeia todo espetáculo, o elenco interage com tonéis de água e garrafas, músicas exaltam Yemanjá no enredo. A morte no mar é encarada como símbolo para a liberdade do ex-marinheiro de vida errante. A morte é celebrada com festa e alegria pelos amigos e certa indiferença pela família. Quincas volta para o mar.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
“Quincas”, Grupo “Osfodidário” (PB)</strong><br />
<strong>Sábado (18/07), às 19h</strong><br />
<strong>Teatro Luiz Souto Dourado:</strong> ao lado da Praça Mestre Dominguinhos (antiga Esplanada Guadalajara)<br />
<strong>Acesso gratuito:</strong> ingressos serão distribuídos gratuitamente das 10h às 11h e das 15h às 16h. Cada pessoa pode receber até 2 ingressos.<br />
<strong>Lotação máxima:</strong> 600 pessoas.</p>
<p><b>&#8220;Clube dos Palhaços&#8221;, Irmãos Brothers (RJ)<br />
<strong>Sábado (18/07), às 16h<br />
<b>Lona de Circo:</b> </strong></b>Avenida Caruaru, próximo ao Terminal Rodoviário.<b><strong><br />
<strong>Acesso gratuito:</strong></strong></b> Ingressos serão distribuídos gratuitamente das 13h30 às 15h. Cada pessoa pode receber até 2 ingressos. <b><strong><br />
Lotação máxima:<b> </b></strong></b>1.300 pessoas</p>
<p><b>&#8220;Ressonâncias&#8221;, Quick Cia de Dança<br />
<b>Sábado (18/07), às 16h</b><br />
</b>Apresentação de dança itinerante no Parque Euclides Dourado</p>
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		<title>Funcultura visita Associação Pernambucana de Cegos para diálogo sobre acessibilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 20:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Pernambucana de Cegos]]></category>
		<category><![CDATA[auiodescrição]]></category>
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		<category><![CDATA[Muniz do Arrasta Pé]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22665" aria-labelledby="figcaption_attachment_22665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto / Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec6.jpg"><img class="size-medium wp-image-22665" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Superintedente do Funcultura, Gustavo Araújo, dialoga com diretores da Apec.</p></div>
<p>A acessibilidade é um dos temas presentes nos debates sobre o aperfeiçoamento das políticas públicas de cultura. Neste contexto, a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe vem buscando o diálogo para garantir a promoção do direito à cultura para todos, incluindo as pessoas com deficiência. Na tarde de quinta-feira (19/03), o superintendente de Gestão do Funcultura, Gustavo Araújo, visitou a sede da Associação Pernambucana de Cegos (Apec), instalada no Cordeiro, no Recife. Na ocasião, o gestor foi recebido pelo presidente da entidade, José Diniz Júnior; pelo tesoureiro, Roberto José; e pelo associado José Muniz, este mais conhecido como Muniz do Arrasta-pé pelo seu trabalho como compositor e sanfoneiro.</p>
<p>O superintendente do Funcultura Gustavo Araújo ressaltou que o objetivo da visita foi estreitar os laços com a entidade e registrar a importância do edital do Funcultura, lançado em versão em Braille. “Estamos procurando o aperfeiçoamento do Funcultura, olhando também para as pessoas com deficiência, precisamos difundir que elas também podem ter acesso aos recursos do Funcultura e queremos contar com a colaboração da Apec“, destacou.</p>
<p>O presidente da Apec José Diniz contou que este ano a associação elaborou três projetos com o objetivo da gravação de um CD com composições de um associado já falecido (Júlio do Carmo), da confecção de estandarte e da restauração do boneco do Bloco me segura se não eu caio, agremiação que existe há 10 anos. O tesoureiro Roberto José explicou que “a entidade visa fortalecer a autoestima das pessoas com deficiência para que elas estejam mobilizadas politicamente e possam ocupar as vagas de emprego, estar nas ruas, no cinema e no teatro”.</p>
<div id="attachment_22662" aria-labelledby="figcaption_attachment_22662" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec2.jpg"><img class="size-medium wp-image-22662" alt="Costa Neto/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apec conta com biblioteca, laboratório de informática, sala para cursos, editoração em Braille.</p></div>
<p>Durante a visita, o superintendente Gustavo Araújo pode conhecer as instalações da Apec, que tem salas para cursos, laboratório de informática, sala de editoração e impressão em Braille, biblioteca, copa e loja de produtos e brinquedos educativos especializados para pessoas cegas e com baixa visão. “Esse trabalho pela coletividade que vocês realizam é muito importante. Fizemos o edital em Braille e queremos aumentar a participação de vocês no Funcultura. Ficamos felizes em saber que a associação sentiu-se estimulada a inscrever projetos no edital deste ano”, afirmou Gustavo.</p>
<p>O compositor, cantor e sanfoneiro José Muniz, mais conhecido como Muniz do Arrasta-pé, é um belo exemplo de pessoa cega dedicada à produção cultural. Presente na visita, Muniz falou sobre a acessibilidade no seu projeto de circulação de shows aprovado no edital do Funcultura ano passado. Em breve, Muniz irá percorrerá cidades do interior do estado com apresentações de forró e contação de causos com humor. Em cada apresentação haverá intérprete de Libras, audiodescrição e rampa no palco. “No show conto histórias de auto-estima, pois somos pessoas que temos a capacidade de mostrar nosso trabalho, mesmo com nossas limitações”, afirma Muniz, que perdeu a visão ainda na infância.</p>
<div id="attachment_22666" aria-labelledby="figcaption_attachment_22666" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Fernando-Diniz-e-Muniz-do-Arrasta-pe.jpg"><img class="size-medium wp-image-22666" alt="Costa Neto / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Fernando-Diniz-e-Muniz-do-Arrasta-pe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da Apec, Fernando Diniz, ao lado do sanfoneiro Muniz do Arrasta-pé.</p></div>
<p>O presidente da Apec José Diniz aproveitou o momento para parabenizar a Secult-PE e a Fundarpe pelo incentivo aos mecanismos de acessibilidade nos projetos culturais, já que o edital Funcultura Independente prevê uma nota neste aspecto desde o ano passado. “É de extrema importância essa conscientização do Funcultura sobre a acessibilidade, seja através da colocação de rampas nos shows, intérprete de Libras, audiodescrição ou Braille nos projetos culturais. Isso é importante não só para gente que tem deficiência, mas para a sociedade como um todo, pois existem os idosos que devido à idade também mudam a forma de andar e enxergar. Segundo a última pesquisa do IBGE 27% da população brasileira é de pessoas com deficiência, somando os idosos esse número cresce a quase 50%”, explicou. De acordo com Diniz, a entidade recebeu várias solicitações de orçamento para impressão em Braille de produtores culturais este ano. A Apec também está disponível para prestar consultoria para produtores culturais que buscam tornar suas atividades e produtos acessíveis.</p>
<div id="attachment_22661" aria-labelledby="figcaption_attachment_22661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto / Secult_PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec.jpg"><img class="size-medium wp-image-22661" alt="Costa Neto / Secult_PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Funcultura_visita_Apec-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da Apec, José Diniz, mostra máquina de impressão em Braille para o superintendente Gustavo Araújo.</p></div>
<p>Atualmente, a Apec oferece cursos de massoterapia, de tiflologia com formação de professores braillistas, e de audiodescrição (narrativa em áudio feita por pessoas com visão de atividades em geral, incluindo espetáculos e filmes, direcionada para pessoas cegas ou com baixa visão). Com exceção do curso de audiodescrição, este restrito a pessoas com visão, as outras atividades são abertas a pessoas com ou sem deficiência.</p>
<p>A entidade, fundada em 1983, conta com 1.260 associados em todo estado e trabalha com formação profissionalizante para a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, realiza treinamento para competições esportivas e ensino de escrita cursiva e sistema Braille. “A Apec pode colaborar no processo do aperfeiçoamento do Funcultura, inclusive mobilizando pessoas nas regiões do estado durante os períodos de capacitação para o edital de 2016, que deverão ocorrer no início do próximo ano”, afirmou Gustavo.</p>
<p><strong>INCENTIVO</strong> – O edital Funcultura Independente 2014/2015 irá disponibilizar R$ 22 milhões para projetos nas áreas de Artesanato, Artes visuais e gráficas, Dança, Design e Moda, Circo, Cultura Popular e Tradicional, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro. O edital foi lançado no dia 23 de dezembro de 2014, as inscrições de projetos foram iniciadas no dia 19 de fevereiro e encerram no dia 31 de março. Contando com a parceria da Biblioteca Pública do Estado, o edital Funcultura Independente 2014/2015 e ganhou edições em Braille, que foram disponibilizadas nas oficinas de elaboração de projetos. Um exemplo foi a oficina realizada em São Bento do Una, que contou com a participação de pessoas cegas e de cadeirante integrantes da Associação de Deficientes de São Bento do Una.</p>
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