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	<title>Portal Cultura PE &#187; brasileiros</title>
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		<title>De forma on-line, Mostra Periférica apresenta filmes brasileiros e latino-americanos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 19:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Periférica &#8211; Mostra de Cinema de Camaragibe tem sua terceira edição de 23 a 28 de março de 2021, em formato online. Será uma oportunidade do público fazer sua sessão de cinema em casa neste momento de quarentena rígida em Pernambuco. A mostra promove a exibição de 62 curtas-metragens, de 18 estados brasileiros e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82988" aria-labelledby="figcaption_attachment_82988" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/seremos_ouvidas_filme.jpg"><img class="size-medium wp-image-82988" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/seremos_ouvidas_filme-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O filme “Seremos Ouvidas”, de Larissa Nepomuceno (PR), é um dos destaques da programação. Na obra, podemos acompanhar a história de Gabriela, Celma e Klicia, três mulheres surdas com realidades diferentes</p></div>
<p>A Periférica &#8211; Mostra de Cinema de Camaragibe tem sua terceira edição de 23 a 28 de março de 2021, em formato online. Será uma oportunidade do público fazer sua sessão de cinema em casa neste momento de quarentena rígida em Pernambuco. A mostra promove a exibição de 62 curtas-metragens, de 18 estados brasileiros e de 4 países da América Latina (Peru, Bolívia, Colômbia e Argentina), além de sessões especiais com quatro longas-metragens e três oficinas. A programação reúne filmes de ficção, animação, documentário e experimental, disponíveis gratuitamente através do site: <a href="https://www.periferica.art/" target="_blank"><strong>www.periferica.art</strong></a>.</p>
<p>A Mostra Periférica é realizada pelo Pós &#8211; Traumático Coletivo, Tacamacaca Produções, Maat Produções e Cineclube Universo Paralelo , com incentivo da Lei Aldir Blanc, através do edital lançado pela Secretaria de Cultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco.</p>
<p>A programação da Periférica é composta por sessões de curtas-metragens que ficam disponíveis para o público assistir de 23 a 28 de março em qualquer horário. A mostra Aquarela reúne curtas brasileiros; a mostra Josenita Duda, curtas realizados por mulheres cis e trans e pessosas LBTQAI+; a mostra Origens, curtas feitos por pessoas negras, indígenas e povos ciganos; e a mostra Dona Dora, curtas produzidos em países da América Latina (com exceção do Brasil, que já há uma mostra específica para os filmes brasileiros).</p>
<p><em>“Recebemos mais de 400 filmes nesta terceira edição da Periférica, foi uma grande surpresa a quantidade e a qualidade dos filmes inscritos. A comissão curadora partiu do conceito `Romper Fronteiras. Abrir Territórios. Viver neste país numa crise pandêmica não está sendo fácil, mas o que nos resta é resistir e seguir rompendo fronteiras e abrindo territórios”</em>, destaca Ângelo Fábio, um dos curadores da mostra, que pela primeira vez terá filmes latino-americanos, além de brasileiros.</p>
<p>Um dos destaques da mostra Aquarela é o filme “Seremos Ouvidas”, de Larissa Nepomuceno (PR), que traz Gabriela, Celma e Klicia, três mulheres surdas com realidades diferentes, que compartilham suas lutas e trajetória no movimento feminista surdo.</p>
<p>Entre os filmes de ficção, está “4 bilhões de infinitos”, de Marco Antonio Pereira MG), que mostra uma família que vive com a energia de casa cortada, e enquanto a mãe trabalha, seus filhos conversam sobre ter esperança.</p>
<p>Na mostra Origens, um dos curtas selecionados é o documentário “Princesa do meu lugar”, de Pablo Monteiro (MA). O filme apresenta festas populares do Maranhão e do Pará, um encontro de brincadeiras que navegam em águas doces e salgadas e desembocam em solo paraense.</p>
<p><strong>LONGAS -</strong> A Periférica também traz sessões de longas-metragens. As exibições iniciam às 19h, e cada filme fica disponível por 24h no site oficial da mostra. No dia 24 de março, o longa-metragem em destaque é o filme brasileiro “King Kong en Asunción”, com direção do pernambucano Camilo Cavalcante. A obra propõe uma integração cultural entre Bolívia, Paraguai e Brasil e pretende abolir as fronteiras, fomentar um olhar crítico evidenciando o quanto temos em comum em nossa realidade economicamente perversa. O longa foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais.</p>
<p>No dia 25 e 26 de março, são disponibilizados dois filmes mexicanos: “Negra”, com direção de Medin Tewold, e “Tote Abuelo”, com direção de María Arias Martínez. No dia 27 de março, o longa exibido é “Del Palenque de San Basilio”, com direção de Esperanza Biohó e Erwin Goggel (Colômbia).</p>
<p><strong>HOMENAGEM -</strong> A Periférica a cada edição presta uma homenagem a uma personalidade de Camaragibe. Nesta edição, o evento terá como homenageada Dona Dora, liderança da cultura popular que, desde 1965, mantém o Boi Rubro Negro, tradicional agremiação carnavalesca de Camaragibe, com sede no bairro Alto Santo Antônio.</p>
<p><strong>CURADORIA -</strong> A comissão curadora da Mostra foi formada por Izabel de Fátima, Rayssa Layssa e Ângelo Fábio. No processo de inscrição, foram recebidos 405 curtas de realizadores de todas as regiões do país. Após a avaliação dos filmes, foram selecionados 62 curtas, sendo 28 documentários, 22 obras de ficção, duas animações e dez experimentais. A curadoria buscou dar destaque a produção audiovisual de pessoas negras e mulheres, chegando a seleção de 32 obras dirigidas por realizadoras e 29 filmes dirigidos por pessoas negras. A temática indígena também está presente com 12 filmes.</p>
<p><strong>OFICINAS -</strong> A Mostra Periférica realizará três oficinas: Lab Produção, no dia 27 de março, facilitada pela produtora Anna Andrade, Ponto de Virada &#8211; Escritas de Si,nos dias 23 e 24 de março, com roteirista Márcio Andrade; Teatro Imagem: Do Real ao Decolonial, nos dias 25 e 26 de março, com o ator Wagner Montenegro. As inscrições para as oficinas já foram encerradas.</p>
<p><strong>SOBRE -</strong> A Periférica &#8211; Mostra de Cinema de Camaragibe nasceu em 2017 como cineclube com o objetivo de propagar filmes para moradores e visitantes de Camaragibe (PE), cidade da Região Metropolitana do Recife. O intuito da mostra Periférica é tornar a sétima arte mais acessível, contribuindo para a fruição artística, a formação do senso crítico e a construção de ações de transformação política e de cidadania. A primeira e segunda edição tiveram exibições no Cine Teatro Bianor e em escolas públicas de Camaragibe. Em 2021, o festival é realizado de forma online, devido à pandemia do novo coronavírus.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Periférica &#8211; Mostra de Cinema de Camaragibe<br />
De 23 a 28 de março de 2021<br />
Site: <a href="https://www.periferica.art/" target="_blank"><strong>www.periferica.art</strong></a></p>
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		<title>Exposição na Caixa Cultural celebra Patrimônios Imateriais Brasileiros</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 19:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; Celebração Viva da Cultura dos Povos chega à capital pernambucana nesta semana. A mostra, que fica em cartaz na Caixa Cultural até o dia 31/5, revela riquezas culturais de Norte a Sul do país, caracterizadas como imateriais e registradas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Maracatu-de-Baque-Solto-TT-Catalao-IMG_1589.jpg"><img class="size-medium wp-image-23788 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Maracatu-de-Baque-Solto-TT-Catalao-IMG_1589-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A exposição <em>Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; Celebração Viva da Cultura dos Povos</em> chega à capital pernambucana nesta semana. A mostra, que fica em cartaz na Caixa Cultural até o dia 31/5, revela riquezas culturais de Norte a Sul do país, caracterizadas como imateriais e registradas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ao longo de 14 anos. A abertura acontece quarta-feira (22), às 19h30, e a visitação gratuita vai de 23 de abril a 31 de maio, inaugurando o horário ampliado de visitação à Caixa Cultural, que passa a ser de terça a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 10h às 17h.</p>
<p>Compõem a mostra 36 patrimônios, que tem algumas peças cedidas por vários museus do país, além de textos, fotos, vídeos, músicas e sons. As três dimensões dos bens imaterial estarão contempladas: os<strong> povos</strong> que construíram a identidade do brasileiro &#8211; imagens de índios, portugueses, italianos, africanos, japoneses e alemães, cujos traços estão miscigenados na população brasileira, que cria e recria suas manifestações culturais; as <strong>paisagens</strong>, que são as imagens de cidades, aldeias, sítios históricos, cachoeiras e praias que formam o rico patrimônio natural do país; e os ofícios, <strong>saberes e fazeres</strong> do povo brasileiro, representados na pintura, no tear, na dança a gastronomia, etc. Os povos e as paisagens serão apresentados num mesmo espaço. Na sequência da visita, o público contemplará os ofícios.</p>
<p><strong>Pernambuco</strong> terá cinco bens imateriais em exposição: a Feira de Caruaru, o Frevo, Os Maracatus Nação e de Baque Solto e o Cavalo Marinho. O Teatro de Bonecos Popular do Nordeste, o mais recente bem cultural registrado pelo Iphan (março 2015), também marca presença, ao lado de patrimônios nacionais, regionais e estaduais. São lugares, formas de expressão, saberes e ofícios transmitidos e renovados de geração em geração, como o ofício das Baianas do Acarajé, apresentado por meio dos ingredientes usados para o quitute e do tacho onde é feita a massa. “O patrimônio não é o bolinho, mas tudo o que está envolvido na preparação, é essa imaterialidade que queremos passar para as pessoas”, explica o historiador e curador do projeto Luciano Figueiredo.</p>
<p>“O público poderá ver o barro usado para fazer a panela da moqueca, o processo de confecção, o significado desse trabalho e entender o saber envolvido na elaboração desses bens, como as bonecas Karajás, o próprio acarajé, uma festa religiosa ou mesmo a importância de uma cachoeira mítica&#8221;, revela Figueiredo, comentando que a maioria dos brasileiros não tem conhecimento sobre esses bens imateriais.</p>
<p>A exposição foi idealizada pela relações públicas Fernanda Pereira, pela pesquisadora Mirna Brasil Portella e pelo produtor cultural Luiz Prado. Antes de chegar a Recife, a exposição &#8220;Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; A Celebração Viva da Cultura dos Povos” esteve em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, de Fortaleza e de Salvador.</p>
<p>Confira um <em>teaser</em> da exposição:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EuKTJJewe_0" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição &#8220;Patrimônio Imaterial &#8211; A Celebração Viva da Cultura dos Povos</em><br />
Local: CAIXA Cultural Recife, Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo. – 3425-1900/1915<br />
Data: Abertura 22 de abril – 19h30.<br />
Visitação de 23 de abril a 31 de maio de 2015, de terça a sábado das 10h às 20h e aos domingos das 10h às 17h.<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Entrada Gratuita<br />
Acesso para pessoas com deficiência<br />
Informações: (81) 3425-1915</p>
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